Autor Tópico: Teoria das Hidroplacas  (Lida 33594 vezes)

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Offline Südenbauer

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Teoria das Hidroplacas
« Online: 21 de Julho de 2005, 14:39:15 »


Fase Da Ruptura: A pressão crescente da água subterrânea esticou a crosta acima dela, como um balão estica quando a pressão interior aumenta. Eventualmente, este escudo de rocha alcançou seu ponto da falha. A falha começou com uma rachadura microscópica na superfície da terra. Uma vez que o stress em tais rachaduras é concentrado nas extremidades, as extremidades cresceram rápido (aproximadamente 2 milhas por segundo) dentro de alguns segundos, esta rachadura abaixo da câmara subterrânea seguiu o trajeto de menos resistência em torno da terra. As extremidades da rachadura, viajando em sentidos opostos, circundaram a terra em 2 ou 3 horas. A maior parte da pressão foi aliviada quando uma extremidade da rachadura se encontrou com a outra. Em algum lugar no lado oposto onde a ruptura começou, ela se abriu em um grande ângulo, em forma de um "T" ou um "Y".

A rachadura correu em torno de toda a terra, a grossa crosta de 10 milhas foi aberta como um rasgo em um pano firmemente esticado. A pressão na câmara subterrânea imediatamente abaixo da ruptura era maior que a pressão atmosférica. A água explodiu com a grande violência par fora da crosta rasgada em torno da terra como a emenda de uma bola de baseball.



Todos ao longo desta ruptura globo-circundandante, cujo o trajeto corresponde á cordilheira Meio--Oceanica de hoje, As fontes de água jorraram supersonicamente para o alto acima da atmosfera. Muito da água foi fragmentada em um "oceano" de gotas que caíram a grandes distâncias como chuvas torrenciais, tais como a terra tem nunca experimentou antes de ou em após.

Parte da água que jorrou elevou-se acima da atmosfera onde eventualmente se congelou e caiu então em várias regiões da terra como massas enormes extremamente frias e enlameadas. Que enterrou, sufocou e congelou muitos animais, incluindo alguns mamutes. Finalmente, a água jorrando jogou restos enormes de rocha que escaparam da gravidade da terra e transformaram-se em cometas, asteroides, e meteoros do sistema solar.

Fase Do Dilúvio: Cada lado da ruptura era basicamente um penhasco de 10 milhas de altura, as cargas vibrando no fundo do penhasco excederam extremamente a resistência esmagando a rocha, assim que o fundo penhasco foi sendo continuamente desintegrado, desmoronado, e jogado para fora pelas fontes jorrando, A parte superior do penhasco também se fragmentou e caíu no fluxo pulverizante supersonico. Conseqüentemente, a largura da ruptura que era de 46,000 milhas alargou-se rapidamente em aproximadamente 800 milhas em média em torno de toda a terra.

Aproximadamente 35% dos sedimentos corroídos eram basaltos do fundo da câmara que lançados pelas águas, o que deu às águas da inundação uma consistência grossa, enlameada. Estes sedimentos se espalharam sobre a superfície da terra naqueles dias, prendendo e enterrando muitas plantas e animais, provocando um processo de fossilização de vários animais pelo mundo. As águas jorrando da ruptura geraram uma inundação que eventualmente cobriu a superfície da terra que era relativamente lisa, já que as principais montanhas de hoje não tinham forma ainda, as montanhas e cordilheiras de hoje foram formadas neste processo.

A temperaturas da água subterranea jorrando era aumentada a medida que era forçadas pela câmara de alta pressão. Já que a água quente fica menos densa, esta tendeu a subir à atmosfera, Lá, a evaporação ocorreu, daí o dilúvio e.... depois vocês sabem.


FONTE: Center for Cientific Creation

Traduzido por Abmael.

Offline Marcelo Terra

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Teoria das Hidroplacas
« Resposta #1 Online: 21 de Julho de 2005, 14:53:55 »
Para essa asneira inventada para "explicar" a asneira do dilúvio universal e sua total e absoluta impossibilidade física vale a frase do Asimov:
“Os criacionistas fazem parecer que uma ‘teoria’ é algo que você sonhou depois de ter ficado bêbado a noite toda.”

Offline OldSkull

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Re.: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #2 Online: 22 de Julho de 2005, 01:01:48 »
Hahaha, dalhe Asimov  :lol:

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Offline Hold the Door

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Re: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #3 Online: 22 de Julho de 2005, 11:48:40 »
Citação de: Center for Cientific Creation
Finalmente, a água jorrando jogou restos enormes de rocha que escaparam da gravidade da terra e transformaram-se em cometas, asteroides, e meteoros do sistema solar.

 :histeria:  :histeria:  :histeria:  :histeria:  :histeria:  :histeria:  :histeria:  :histeria:

E ainda querem ter o status de científico.
Hold the door! Hold the door! Ho the door! Ho d-door! Ho door! Hodoor! Hodor! Hodor! Hodor... Hodor...

Offline Buckaroo Banzai

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Re.: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #4 Online: 22 de Julho de 2005, 12:21:17 »
putz, esse último detalhe eu não conhecia. Por que não a Lua também? Ou a Lua já consta no gênesis?

Não sei se é consenso na "teoria" (sensu criacionista) das hidroplacas que a Terra era oca, com toda uma camada de água, não sei bem porque a crosta não afundava, talvez por ser muito bem vedada e resistente, sei lá....... mas é de lascar.... a primeira vez que ouvi, imaginei colunas e lençóis imensos de água, talvez enterrados em algum lugar no solo oceânico ou outros lugares..... Acho que ainda assim teria problemas com pressão, mas sei lá, ainda acho melhor que uma Terra oca, com uma camada de água certinha.

E não que valha a pena se importar realmente com isso, mas é claro que o bondoso Deus premeditou esse genocídio, e criou esse mecanismo (aparentemente ele não poderia intervir tão milagrosamente mais tarde, criando água do nada, e fazendo-a desaparecer por mágica, sem problemas físicos-materialistas-ateus).

Alguém já tentou explicar como funcinoava a ótica ante-diluviana, em que não ocorriam arco-íris? Será que eram as partículas de água que se comportavam diferentemente ou a luz? A úlitma hipótese talvez vá de acordo com aquelas coisas da velocidade da luz não ser constante, algo que seria bom para eles. Então deve estar certa. :lol:

Offline Perseus

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Re.: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #5 Online: 22 de Julho de 2005, 12:23:22 »
Tem que ser extremamente idiota para cair nessa de hidroplacas..


Uma refutação completa a esta teoria, postada pelo Abmael no fórum do sodré:

"Em primeiro lugar Brown nem se preocupa em explicar como esse oceano global subterrâneo foi parar lá a 5 km de profundidade, não consegui pensar em nenhum modelo geológico que explicasse isto, a cada cada 30 m que se afunda na terra a temperatura aumenta 1º C, isto porque no principio a terra era uma massa líquida incandescente que foi se resfriando e está resfriando até hoje, porisso o aumento de temperatura pois o núcleo ainda é incandescente, formado basicamente de metal derretido, os elementos com ponto de fusão mais baixo migram para a superfície, é fácil verificar isto, jogue gotas de água em óleo fervente, veja como elas explodem em direção a seu rosto, o mesmo aconteceria com a água a 5 km, a menos que a crosta de 5 km de espessura impusesse uma pressão enorme e fosse perfeitamente impermeável, para tanto, esta deveria ser de metal (o que sabemos que não é verdade), então a terra seria uma panela de pressão gigante, mas sendo assim, quando ocorresse uma rachadura, ainda que mínima, ela explodiria como um balão alvejado por um alfinete, mas desconsideremos esta questão afim de continuar a análise, senão não tem graça.

Brown é um criacionista da terra jovem, sendo assim, a rachadura da crosta e a inundação devem ter ocorrido há somente seis ou oito mil anos atrás, e dentro do espaço de algumas semanas (isto é, quarenta dias e quarenta noites!). Entretanto, a geologia diz-nos que os continentes se movimentaram durante centenas de milhões dos anos para alcançar as suas posições atuais. A taxa de movimento atual destes foi medida em aproximadamente 2 a 3 centímetros por ano. No cenário de Brown, entretanto, os continentes devem ter-se movido muito mais rapidamente, ao menos inicialmente. Vale alertar que se as placas continentais ainda continuaram se movendo rapidamente após as águas da inundação baixarem, a terra seria destruída devido aos terremotos tremendos e à atividade vulcânica. Isto significa que os continentes devem ter “freado” dentro do período de um ano após a inundação, tempo do que levou para o desembarque de Noé. Se este for o caso, nós estamos falando sobre velocidades continentais de até três metros por hora durante o ano da inundação! Inacreditável que algo tão grande como uma placa continental poderia se mover tão rápido, mas o pior é que no momento da “Freada Continental” o “Oceano Diluvial Global” seria assolado por Tsunamis de dezenas de metros de altura que esmagariam a arca como um graveto.

A Teoria de Brow foi submetida a um Geólogo CRIACIONISTA, só que da terra antiga, Glenn Morton de Dallas, Texas, este, com pouca análise da teoria descobriu diversos erros básicos de física nela. Glenn Morton laboratório de física da universidade de Oklahoma e fez a vida na prospecção de petróleo e gás, Morton ao contrário de muitos outros criacionistas, é capaz de se prontificar a examinar e criticar reivindicações de outros criacionistas. Morton desenvolveu uma refutação à teoria de Brown desenvolvida em resposta a uma descrição da tese criacionista dele postada na INTERNET em um newsgroup de USENET talk.origins . Para o benefício daqueles criacionistas bem versados em álgebra, cálculo, e geofísica (ao contrário de Brown, aparentemente), o posts de Morton está reproduzido abaixo, Os criacionistas devem aprender uma lição com Morton e gastar mais tempo analisando crìticamente as afirmações de seus líderes.

(Início)
Você está realmente sugerindo o que eu estou pensando? - Vamos á aula de física. Veja só, você tem a terra construída como segue: um centro sólido, uma camada de água, acima desta camada, uma camada de granito ou basalto que bóia na água. como está demonstrado abaixo:

^ um ps de montanha = 2,1 altura de g/cc = h


Crosta da terra (densidade granito 2,65 g/cc, ou basalto 3,3 g/cc) Espessura = T


A água (densidade 1,0 g/cc) Espessura = tw


O centro da terra (densidade sólida> 3,3)

Há várias coisas para notar sobre esta situação. Primeiro, a crosta deve ser absolutamente impermeável à água. Não pode ter havido nenhum terremoto antes da inundação, pois a primeira rachadura nesta esfera permitiria toda a água escapar, não deve ter havido meteoritos também, Caso tenha ocorrido, a humanidade obteve ajuda do céu e eles jamais perfuraram a crosta.

Aí absolutamente não podem ter havido quaisquer diferenças de elevação. Os efeitos de uma carga no topo da crosta pode ser verificada ao aplicar uma fórmula de cálculo da elasticidade da lamina com a carga. A equação diferencial de quarta ordem é:

4

d z

D --. - + (pm-pw)zg = P (x)

4

dx

onde:

P (x) é a carga como uma função da distância horizontal

z é a distância que carga afundará

g é a aceleração de gravidade

pm é a densidade da crosta

pw é a densidade de água

D = ET3 /(12(1-sig)^2

onde:

E é modulo Jovem, 1011 dynes/cm^2

sig é relação do final, 0,25

O T é a espessura crítica da crosta em que a carga afunda

Para uma duas cargas dimensionais com um ½ largura, UM, a flexão da crosta é:

o max de z = cias h(ps-pw)(1-e-^LA (LA)) / (pm-ps)

onde:

O L = ((pm-pw 4 de raiz) g) / (4D))

Com uma espessura de crosta de 5 km (5 x 10^5 cm) sig =. 25, E = 10^11, temos:

O D = 1,1 x 1028

O L = 4,37 x 10-7

Agora, para uma montanha com 10 km (cm de 1.10^6) de raio e 5 km (5 x 10^5 cm) de altura (h), a espessura mínima da crosta deve ser:

= 4.1km

Uma crosta com valor menor que este se quebrará completamente com peso da montanha.

A flexão da crosta por 4,1 km provocará fratura. Isto liberaria a água imediatamente. Assim, não há nenhuma montanha. Mesmo uma colina de um quilômetro de altura faria que a crosta se curvasse por 830 metros ao redor, como um pano esticado se curva quando se coloca uma maça sobre ele.

Portanto, a crosta deveria ser perfeitamente lisa. O que transgrediria o registro Bíblico onde diz que todas as montanhas altas foram cobertas. Na concepção do dilúvio de Brown, não pode haver nenhuma montanha ou colina.

Segundo, neste modelo, deve haver pilares retendo a conexão física com o núcleo. Se não, com certeza, eventualmente a crosta encostará no núcleo. A fricção entre a crosta e a água e a água e o núcleo fariam a crosta exterior começar a mover numa forma diferente que a do interior da terra. Isto causaria turbulência e levaria a um choque. A crosta é livre para mover em relação ao núcleo em resposta a forças de maré. O h teórico de altura da maré de equilíbrio numa terra rígida é:

h = 0,5 (theta)-1 a(3cos^2 (M/E)(a/R)^3)

onde:

O E é a massa da terra

O M é a massa da lua, 1 e 0,123 respectivamente

um é o raio da terra 6378 km

O R é a distância do centro da terra ao centro da lua, 384.405 km

theta é o ângulo entre a lua e o zênite

substituindo estes valores na equação nós teremos h = 0,00358 km, ou h = 3,58 metros. Isto significa que a crosta teria naqueles dias este valor. Devido ao fato de nem o granito nem basalto serem materiais cristalinos simples, pequenas fraturas se desenvolverão entre os cristais individuais.

Suponha que a água se colocou sob 5 km de crosta, a pressão da água seria:

5 x 10^5 * 980 * 2,65 = 1,29 x 10^9 dynes = 1281 atmosferas de pressão

O gradiente de temperatura é 1º C para cada 30 m então há uns 166º aumento de C em temperatura mais ao fundo.

166 + 25º C (a temperatura de superfície) = 191º C

Uma camada de água de caverna 2 km de profundidade ao redor a terra conteria 1 x 10^24 centímetros cúbicos de água. Em 191ºC, de água a alta de temperatura conteriam 1,7 x 10^26 calorias. (1 caloria por crescimento de grau (166 crescimento de grau)). Basta Liberar esta pressão durante um minuto e a toda a terra seria cozida no vapor pois ao Dividir as calorias pela superfície exposta da terra teriámos:

aqueça /cm^2 = 1,7 x 10^26 Calorias/5 x 10^14 cms quadrado = 3,3 x 10^7 Cal/cm^2

Eu penso que Noé não poderia sobreviver a isto.

Tem mais, vi a linha sísmica do IPOD*, cada polegada dele, e não há absolutamente nenhuma evidência de qualquer água subterrânea residual ou caverna profundamente enterrada retendo água. Não há nenhuma indicação de estruturas de colapso do tamanho que seu modelo exigiria em qualquer lugar em qualquer dado sísmico que eu jamais examinei nos últimos 22 anos.


Velocidade de água


Brown diz que uma crosta com 10 km de altura de granito com uma camada de 1 km de altura de água. Tem pressão suficiente levantar uma coluna de água a 17 km (vêr pg 37 Brown., Fontes da profundeza). Que nível de água esguichando para cima e para fora da fenda será suficiente para que a velocidade da água a leve a atingir tal altura ? Ignorando fricção, isto pode ser calculado comparando a energia potencial das gotas a 17 km à energia cinética na superfície necessária impelir a água a esta altura Assim:

gh = .5v^2

onde:

o h é a altura da água, 17 km

o v é a velocidade

o g é a aceleração devido a gravidade, 9,8

Para v, nós temos v = 577 metros /seg. De acordo com a tabela de vapor citada abaixo, há um aumento de 814 vezes de volume na mudança de fase, ou seja, o vapor ocupa 814 vezes mais volume que a água.

Agora, de acordo com as Tabelas pressão (Combustão Projetar Inc., 1940), a pressão necessária para manter a água líquida a 250º F, que é a temperatura da água de Brown, é 2,02 atmosferas.

Considere um 1 tubo de metro quadrado jorrando 577 m cúbicos por segundo. Devido ao fato que 2,02 atmosfera é o peso de 20 metros de água, a água deverá subir até o topo e não se transformará em vapor até os 20 metros finais. Com a velocidade de 577 metros por segundo saindo no topo, estes 577 metros cúbicos saindo a cada segundo ocuparão 814 vezes o volume anterior a. no segundo em que água passar do ponto em que transforma-se em vapor, gerará uma velocidade de 577 x 814 = 469.779 m/s ou 469 quilômetros por segundo. Não haveria nenhuma inundação, já que nenhum vapor permaneceria na terra. A velocidade de fuga da terra é de aproximadamente 11 quilômetros por segundo. Qualquer objeto que excede 11 km por segundo deixa a terra e nunca mais retorna. Como esta teoria pode causar uma inundação?

Em realidade estes números seriam algo menores devido a efeitos da fricção, mas ainda que estivessem com erro de 90%, o vapor escaparia acima de velocidade de fuga para a terra e seria enviado a Alfa Centauri !!

(Fim do post de Morton.)

(Morton de Glenn pode ser contatado via CORREIO ELETRÔNICO em: grmorton@aol.com)

Brown é um exemplo raro de um criacionista que tenta realmente formular uma teoria científica. Isto seria bastante recomendável, senão pelo fato de que o objetivo principal de Brown é assegurar-se de que sua teoria está em acordo com Gênesis e o Dilúvio Bíblico, sem ter em conta evidência discordante. Isto não é científico. No entanto, se criacionistas usam os métodos da ciência para, embora imperfeitamente, tentar e demonstrar os "fatos" do criacionismo, eles devem estar dispostos a aceitar e a responder à crítica científica de suas teorias, seja de evolucionistas ou criacionistas iconoclastas como Morton. A revisão por iguais é parte do método científico. "
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Offline Buckaroo Banzai

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Re.: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #6 Online: 22 de Julho de 2005, 12:26:34 »
um probleminha com a refutação do Abmael, do comecinho: os crias não precisam se preocupar com como a água foi parar lá naturalmente, porque a teoria (sensu criacionista) é que Deus fez assim e pronto. Então os problemas científicos reais não importam.

Atheist

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Re.: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #7 Online: 24 de Julho de 2005, 15:44:49 »
Yep... Nenhuma refutação científica é válida para eles.

Que tal uma explicação não científica, como eles gostam?

"Em 1876, Rosemund Czeczevioch da Iugoslávia teve uma visão, um encontro com Deus, e escreveu o livro "Como a Bíblia não é exatamente a palavra de Deus". Em sua revelação, Deus contou a Rosemund que Moisés entendeu errado o dilúvio, por duas vezes (por isso há duas passagens diferentes de dilúvio na Bíblia). Na realidade, o dilúvio não foi no planeta inteiro, mas Deus enviou pequenas enchentes para castigar vários povos em diferentes épocas"

Trecho extraído de "A batalha de Czeczevioch contra a obscuridade escolástica, parte II".

 :lol:

Offline OldSkull

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Re.: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #8 Online: 24 de Julho de 2005, 20:45:17 »
:lol:
E o pior é q se alguém falar isso eles tomam como ofensa, agora nego joga essa teoria absurda e agente tem q tratar com respeito :roll:

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Offline Buckaroo Banzai

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Re.: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #9 Online: 24 de Julho de 2005, 21:46:06 »
Se algum dos "expoentes do criacionismo" de repente fala isso, acho que até terá quem vire casaca e ainda por cima faça um discursinho cientificóide de que não há dogmas, de que com novas "evidências" muda-se de opinião, mesmo nos criacionismos.

Atheist

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Re: Re.: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #10 Online: 26 de Julho de 2005, 02:04:01 »
Citação de: Danniel
Se algum dos "expoentes do criacionismo" de repente fala isso, acho que até terá quem vire casaca e ainda por cima faça um discursinho cientificóide de que não há dogmas, de que com novas "evidências" muda-se de opinião, mesmo nos criacionismos.


Pena eu ser cético...  :?   :lol:

Offline Marcelo Terra

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Re: Re.: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #11 Online: 26 de Julho de 2005, 10:13:11 »
Citação de: OldSkull
:lol:
E o pior é q se alguém falar isso eles tomam como ofensa, agora nego joga essa teoria absurda e agente tem q tratar com respeito :roll:


Respeito? Sem chance. Tiranossauros herbívoros, Noé coletando tipos de animais na pangéia que foi separada pela "força das águas", planeta panela de pressão ou envolto por uma camada de água, etc... são absurdos inaceitáveis para se justificar um conto de fadas. Mas vão aparecer "uns e outros" achando que essas porcarias são tão válidas quanto a evolução, que é a tática deles: tentar desesperadamente rebaixar a evolução para o nível dessas asneiras já que eles não podem justificar cientificamente uma terra jovem. Tentam transformar a Teoria da Evolução e a Evolução, que eles fingem não entender que são coisas diferentes, em ideologia materialista "criada" para se retirar deus de suas vidas, chegando ao cúmulo de insinuar que ateus/materialistas no fundo acreditam que deus existem mas ficam inventando "essas desculpas" para não acreditar neles. Como se a Evolução tornasse impossível a existência de deus, o que não é um problema para muitas pessoas. Na verdade eles não defendem seu(s) deus(es), nem seus textos sagrados, mas sim a interpretação deles desse(s) deus(es) e desses textos, uma interpretação carente de raciocínio, talvez por motivos não muito louváveis afinal por que é tão perigoso que as pessoas pensem sobre sua fé, seu(s) deus(es) e seus textos, ditos, sagrados? Isso não parece nada bom mas combina perfeitamente com a tese de que os homens fazem os seus deuses.

Offline Perseus

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Re.: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #12 Online: 26 de Julho de 2005, 13:35:50 »
O pior de tudo são as incoerencias desses cidadões.

Assim como se poder tirar literalmente da bíblia que a Terra é jovem, o que é uma insanidade, pode-se tirar também literalmente, que esta mesma Terra jovem é um circulo coberto por uma abóbada cósmica.

São poucos os que tem coragem de entrar nesta discução, e os poucos que entram, não aguentam mais que dois posts...
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Offline Diogênio

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Re: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #13 Online: 01 de Abril de 2009, 03:46:23 »
GEOLOGISMO, UNIFORMISMO E ATUALISMO

Prezados, apenas um esclarecimento aos pseudo-intelectuais de plantão

O planeta Terra é o objeto principal dos estudos da geologia. Nele encontramos uma grande variedade de fenômenos. A intensidade e as possíveis causas destes fenômenos oferecem uma grande variedade de interpretações e teorias que a geologia utiliza. No Século IXX, Charles Lyell, considerado o fundador da geologia, foi o grande defensor da idéia de que as causas básicas dos fenômenos naturais, e as forças a eles associadas, haviam permanecido idênticas no decorrer dos séculos. Para ele "o presente é a chave do passado". Este posicionamento ficou conhecido como atualismo. A tese do atualismo de Lyell foi ampliada. O uniformismo da geologia de hoje vai muito além da proposta inicial. Nele, não somente as causas atuais dos fenômenos foram sempre iguais, como também permaneceram idênticos o seu efeito (em média) e o seu ritmo. Como vocês sabem (ao menos espero que saibam), Lyell propôs que a capacidade humana de interpretar a história da Terra, desde a sua origem até os dias atuais, depende do grau de confiança que se tem na permanência das leis da natureza. Somente esta imutabilidade permitiria relacionar através da analogia tudo aquilo que se refere a épocas passadas. Em resumo, tudo deveria ser explicado pelas forças geológicas atuais, assumindo que as mesmas se mantiveram idênticas em intensidade no decorrer do tempo. Existem muitos argumentos baseados em evidências geológicas contra este posicionamento. Recentemente observamos um evento catastrófico na Ásia, a Tsunami de 26 de Dezembro de 2004. Através deste evento, até a própria inclinação do eixo da terra foi alterada. O movimento obliquo da placa da Índia em relação à placa de Burma, que ocorre com velocidade média de 6 cm/ano, produziu um deslocamento de aproximadamente 1200 km da região de contacto entre elas. O resultado foi destruidor. A região de Lhonknga, na Indonésia sofreu uma grande alteração em questão de minutos. Exemplos como este mostram que grandes mudanças podem ocorrer em um período de tempo extremamente curto. Ou seja, fenômenos geológicos possuem intensidade variável. Também fenômenos diferentes possuem causas diferentes. Usar o referencial do uniformismo com uma erosão e uma sedimentação lenta e gradual para as alterações geológicas causadas pelo terremoto e pela TSUNAMI na Ásia produziria uma interpretação de "eras geológicas" de muitos anos. Isto seria totalmente incompatível com a realidade, portanto totalmente equivocado !!! Este evento, bem como outras catástrofes que ocorreram num passado próximo, e que foram observadas pelo homem nos mostram o quanto o uniformismo não pode ser aplicado de forma generalizada como tem sido feito. Grandes mudanças ocorrem em pequenos períodos de tempo. Existem ainda outros fenômenos geológicos globais que poderiam ser considerados como extraordinários. Impactos de meteoritos são exemplos extraordinários. Imagino que conheçam o caso da cratera Barringer, com cerca de 1250 metros de diâmetro e 175 metros de profundidade. Uma formação recente é atribuída a ela devido a sua borda estar ainda bem preservada. O núcleo do meteorito possuía não mais que 30 metros de diâmetro. A própria Lua, com a sua superfície toda marcada, é prova da incidência destes corpos celestes. Ainda há outro exemplo de fenômeno geológico extraordinário é o vulcanismo. Observamos isso com evidências, caso da erupção do Monte Santa Helena nos Estados Unidos, no dia 18 de Maio de 1980. A explosão inicial pulverizou 400 metros do topo da montanha, lançando uma coluna de poeira e gazes com 20 km de altura, produzindo ventos super aquecidos de 500°C, e destruindo o equivalente a 400 quilômetros quadrados de área. Um canyon com aspectos semelhantes ao Grand Canyon do Colorado foi formado em questão de horas. Eventos como estes mudaram a geologia do planeta, suas condições climáticas e ambientais em questão de horas. Alguns eventos causaram danos locais, outros regionais e alguns outros globais. Diante de eventos como estes ainda é possível afirmar que o uniformismo é consistente e que o mesmo oferece uma base sólida para a interpretação da história? A geologia criacionista considera tanto os eventos considerados ordinários quanto os extraordinários, quando se trata da interpretação histórica.

Creio ser ridículo, hilário, porém ao mesmo tempo preocupante, a parcialidade interpretativa dos fatos por parte dos colegas, não julgo um desrespeito (diferentemente da colocação infeliz de um dos membros), pois não estamos aqui debatendo pessoas, mas sim idéias, porém julgo ser isso, no mínimo, uma falta de ponderação que seria natural em pessoas com bom nível de abstração mental / intelectual. Digo isto pelo simples fato de não enxergarem de forma dissociativa duas questões que, embora relacionadas, são totalmente diferentes entre si, a saber: Criacionismo e religiosidade. Nem todo criacionista é um religioso e, por incrível que vos pareça colegas, NEM TODO RELIGIOSO É UM CRIACIONISTA (bom, pra quem sabe ler um pingo é letra). Acho até interessante, embora um tanto ridículo, certas pessoas sem gabo intelectual / científico e sem propriedade na área, com base em meia dúzia de palavras “bem arrumadas”, e se valendo de jargões indutivos (do tipo: obviamente, com certeza, é lógico etc.), tentarem induzir os mais simples a “plena convicção da verdade”. Bom enfim, não estou aqui para bombardear ninguém, mas como membro atuante da área das ciências exatas (lecionante na área de física e matemática) , conheço tão bem quanto o caro colega as afirmações supracitadas, e lamento dizer que há muitos erros circunstânciais. Não necessariamente nos cálculos matemáticos em si, mas sim nos pressupostos tomados como base para o calculo, que ferem totalmente o princípio regulador da teoria das hidroplacas. Entre os mais gritantes temos que a atmosfera ambiente era dotada de propriedades físicas e estruturais (em nívies geológicos) TOTALMENTE DIFERENTES das atuais, e isso, inclusive, coincide perfeitamente com a própria teoria adotada pelos evolucionistas e céticos como a “verdadeira”, a saber: Das placas tectônicas. Isto é, o fato de existir um continente único implica numa série de fatores ignorantemente ignorados pelo colega, como: O nível de salinização da água, termo-regulagem interna e externa do planeta e por conseqüência, a inerente condição termo-estrutural da Terra, sem se esquecer do equilíbrio perfeito entre continentalidade maritmidade (por se tratar de um bloco único de terra). Portanto querido, diferentemente doq eu foi ERRONEAMENTE, afirmado a terra NÃO SERIA COZIDA. O Dr. Brown, dentro de sua excelente formação no meio acadêmico e científico, jamais cometeria a torpeza ou ignorância de desprezar fatos de relevância fundamental em sua teoria, diferente de como fazem os evolucionistas. Então surge um individuo que, talvez, mal tenha uma formação superior, quiçá uma especialiazação dentro da área, e com meia dúzia de afirmações questionáveis e uma série de ponderações matemáticas mais questionáveis ainda (por ignorar fatores primordiais da teoria em si), se acha na autoridade de refutar por meio do deboche uma idéia totalmente porvável e por que não dizer respeitável. Ainda se deve lembrar, quanto a questão diluviana, alguns fatores de extrema relevância:

1.   Registros históricos (seja na língua, na escrita, registro papíricos antigos etc.) da mais de 120 nações descentes de povos pré-diluvianos (sumérios, babilônio etc.), embora haja, claro, pequenas variações dentro de cada história, são unânimes em quatro pontos primordiais: Houve, no passado, uma grande precipitação pluviométrica, houve uma peça embarcatória, poucas pessoas se salvaram e aconteceu em função da ira de Deus ou (dependendo da nação ou da cultura) dos “deuses”. Quem determina o que é mito e o que história ?? Uma “elite intelectual” que dita o que temos que crer, no pensar, como agir ou como ser?? Ah, me poupem...
2.    A maior “evidencia” que evolucionistas usam, são uma das suas maiores pedras de tropeço: os registros fósseis, tão estimados por anti-criacionistas, não passam de um fracasso arqueológico e científico no tocante a teoria da evolução. Isto posto por que a famosa coluna geológica, tão afamada e aclamada, que possui seus “períodos” geológicos, de “milhões” de anos (proterozóico, mezozóico etc.), simplesmente NUNCA EXISTIU, pelo menos da maneiro como vocês evolucionistas propõem. Apenas em 1/3 das escavações arqueológicas feitas no mundo todo, temos cerca de 15 a 20% da “ordem” proposta” pelos evolucionistas. Ou seja, EM NENHUMA PARTE DO MUNDO, encontramos a formação geológica proposta por essa farsa cientifica, e mesmo as que mais se aproximam, possuem a dificuldade de nunca encontrarem os símios, fora o fato de existirem “saltos arqueológicos” exorbitantes de até 100 milhões de anos como no caso das escavações no Colorado (EUA). No fundo todos sabem que isso não passa de uma palhaçada, desculpe o termo, mas é a mais pura verdade. Onde estão os outros 80% ??
3.   A grande maioria dos fósseis são sempre encontrados no meio de rochas sedimentadas e muita lama, isto indica a forma como eles morreram (não precisa ser muito esperto pra saber que eu estou falando de uma “causa mortis” por asfixia), milhares de árvores fósseis, em escavações, foram encontradas de PONTA CABEÇA, isso mesmo caros amigos, uma evidência de que há “milhões de anos” as árvores cresciam de cabeça para baixo !!!!! Jamais teriam sido fossilizadas nesta posição se não tivessem sido vítimas de uma forma abrupta e violenta de deslocamento e soterramento.
4.   Pedras fósseis de “400 milhões de anos” já foram identificadas com trilobitas (artrópodes característicos do Paleozóico, conhecidos apenas do registo fóssil) incrustados nela, e adivinhem junto com o que? Hein? Hein? Com uma bela marca de sapato! Exatamente, uma marca de sapato numa rocha de 400 milhões de anos, isso indica “obviamente” que há 400 milhões de anos tínhamos amebas que usavam sapatos. Evidente que se trata de mais um dado questionável do que muitos chamam de ciência.

Não peço que vocês sejam "crentes", mas que vocês raciocinem... É muito mais fácil controlar a massa, quando todos pensam e acreditam no que voce quer que eles acreditem. Existem basicamente tres tipos de pessoas no mundo: Os removiveis ( a massa de manobra, isto é, o povo que correspondem a mas de 90% das pessoas), os irremovíveis (que não aceitam qualquer coisa como verdade) e os removedores (formadores de opinião). A questão é: Quem você é nessa história, e com quem vocêestá lidando. Será que pensa ser formador de opinião e na verdade é só mais um ferramenta na mão de uma elite intelectual hipocrita, que mais uma vez já se valeu de fraudes como o homem de Java e o home de Piltdown, para sustentar o que ela defende.

Devo esclarecer que é evidente que não somos, enquanto criacionistas, inimigos da ciência, justo o oposto, inclusive estamos usando ela nesse exato instante, só queremos que no mínimo seja aberto o que a própria ciência chama de cientificismo, isto é, a ciência criticando a própria ciência. Se torna uma hipocrisia sem medida, uma verdadeira inquisição racional, tornar impositório os pensamentos “científicos”, como se os mesmo não fossem passivos de argüição, questionamento ou erro (como mostramos acima que são). Os tais que julgam a pobre ciência dos homens, tão mutável, inconstante e passageira, como a “verdade incontestável” se tornam loucos, tão loucos quanto aos que amarram uma bomba ao corpo e que, se explodindo, matam a si e a outras dezenas, centenas ou milhares que não comungam da mesma fé. Esse é o fanatismo científico...

Diogo Vasconcellos  :ok:   
       

Atheist

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Re: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #14 Online: 02 de Abril de 2009, 22:46:11 »
BAh, de onde surgiu isso?

Diogo, já ouviu falar em citar fontes? Tem inúmeras alegações em seu texto e nenhuma fonte citada...

Offline biscoito1r

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Re: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #15 Online: 02 de Abril de 2009, 22:56:06 »
eu vou me manter fora desse tópico se não vou acabar tomando outro cartão, quanta besteira, essa reação do ateubrasileiro nesse vídeo diz tudo

<a href="http://www.youtube.com/v/HZjGo1MyFBg" target="_blank" class="new_win">http://www.youtube.com/v/HZjGo1MyFBg</a>
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Offline Zeichner

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Re: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #16 Online: 03 de Abril de 2009, 00:50:01 »
Carai véééééiiiii.
até onde pode ir uma mente pervertida.
As tentativas de criar uma explicação científica pra bíblia cag@da são absurdas e hilárias.

mas dá medo.

Offline Pedro Reis

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Re: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #17 Online: 03 de Abril de 2009, 09:02:17 »
Meu caro hidrogênio,

Eu não sabia que merda gastava tanta palavra para ser escrita.


Opa!, por favor, não caia em mais uma contradição se ofendendo. O comentário acima refere-se às suas ídéias, e não a sua pessoa.
E como você mesmo disse estamos aqui debatendo idéias, e não pessoas. E as suas, infelizmente, se tivessem alguma utilidade
seria apenas como adubo.

Serviriam também para rir, não fosse tão triste que alguém que se identifica como professor de Física e Matemática exibisse tamanho
despreparo e uma ignorância abissal em questões abaixo do nível elementar além de uma estupefante dificuldade para o raciocínio
lógico com um discurso repleto de contradições tão grosseiras quanto óbvias, incompatível com alguém que tenha mais que a
função, a missão, de educador na área de Ciências. Por mais hilário que seja este verdadeiro catastrofismo de boçalidades, embora
também uniforme, pois se manteve constante em incompetência do ínicio ao fim, não dá pra rir sabendo que tudo isso parte de alguém
que irresponsavelmente foi posto como responsável pela formação intelectual de muitos jovens.

É tanta barbaridade, um desfile bisonho de ignorâncias tão profundas e uma incapacidade pra pensar tão absolutamente tosca que eu
nem sei por onde começo. O melhor para os seus "argumentos" seria que eu começasse por onde os outros invariavelmente terminam:
ou seja, pela galhofa e pela ironia, porque levar essas baboseiras a sério é o caminho mais curto para expo-las em todo o seu
esplendoroso ridículo.

Senão vejamos... você está sugerindo que as Leis da Física mudaram nos últimos 5 mil anos?! Com base exatamente em quê?
Você saberia nos dizer o que teria causado esta mudança? Por acaso os criacionistas possuem alguma teoria que explique
as causas deste assombroso fenômeno, ou tiraram essa hipótese ad hoc simplesmente do nada para que tudo que faz sentido
no mundo deixasse de fazer e então o absurdo se tornasse menos implausível já que é no absurdo que o Criacionismo
se fundamenta? Você poderia pelo menos nos indicar uma única evidência dessas recentes transformações das leis do
universo?

As leis da Física certamente não mudaram, mas a geologia da Terra vem mudando muito desde o tempo em que o planeta era uma bola
de fogo e a crosta terrestre rocha incandescente. No entanto que forças, meu caro "professor de matemática e física", poderiam
ter separado em 6 mil kilômetros a América da Europa e da África em menos de um ano? Verdadeiramente as "atuais" leis da física
não permitem isso e não há também indícios de que o universo tenha sido um dia tão estranho que tal coisa fosse possível.

Mas não é só a Física que os "professores" do criacionismo não compreendem e às vezes até ignoram quase que completamente.
Vocês parecem que não se dão conta que os continentes não são feitos de isopor e não estão flutuando no mar. Continentes fazem parte
de imensas placas tectônicas, perfeitamente justapostas, portanto essas placas não têm para onde ir sem empurrarem umas às outras.

Deveria ser óbvio até para um criacionista que estas placas são justapostas porque abaixo da litosfera existe a astenosfera e
portanto se houvesse espaço entre as placas montanhas de lava estariam jorrando aos borbotões por todo o planeta.

Então fica claro que só há duas formas de placas tectônicas se moverem. Deslizarem uma por debaixo da outra (subducção) ou por colisão,
quando imensas cadeias de montanhas são formadas. Enquanto a borda de uma placa desliza descendo em direção a astenofera a rocha sólida
se liquefaz e do lado oposto dessa mesma placa está ocorrendo o contrário, com o magma preenchendo gradativamente o espaço de separação
entre as placas. Evidentemente este é um processo muito lento, que acontece a uma velocidade da ordem de milímetros ou centímetros ao
ano.

Mas o que a sua "teoria" esdrúxula propõe é que a placa Sul Americana deslizou 6 mil kilômetros pra debaixo da placa de Nazca em menos
de um ano!

Repare então que surgiu um buraco entre a placa Sul Americana e a placa Africana mais ou menos do tamanho do Oceano Atlântico expondo
a astenosfera nua, cujo magma incandescente deveria estar ardendo até hoje.

Mas graças ao bom e inexistente deus você não é professor coisa nenhuma. Muito menos de Física.

Porque se você realmente soubesse física o suficiente para não tirar zero em uma prova do Supletivo de 1º grau entenderia que não apenas
não há como acontecer um resfriamento tão rápido como não existem forças capazes de explicar esse movimento colossal de uma placa
imensa de granito e basalto sendo empurrada para debaixo de outra a essa velocidade vertiginosa. Se a idéia de uma lâmina d´água
de alguns kms de espessura abaixo da litosfera não fosse demente e a crosta tivesse realmente rachado o que teria acontecido seria
mais parecido com uma explosão, devido a pressão absurda que este "oceano interior" estaria submetido.

Noé precisaria não de uma arca, mas de uma nave espacial para ter se salvado.

Para alguém com meio neurônio faria mais sentido nessa teoria bizarra os continentes e o assoalho dos oceanos terem voado pelos
ares. E aqueles esguichos de água da figurinha criacionista, se você não tivesse fugido da escola antes de completar a 3ª série,
saberia que são impossíveis, porque a esta pressão a água entraria em ebulição imediatamente ao ser liberada na pressão atmosférica.

Isso não é a "parcialidade interpretativa", é apenas não ser semi-analfabeto. É apenas ter estudado Física e Matemática até a
sexta série. Coisa que infelizmente você não teve a oportunidade de fazer e que fica muito patente quando você escreve bobagens
sem pé nem cabeça como estas abaixo.

Citar
(...)e lamento dizer que há muitos erros circunstânciais. Não necessariamente nos cálculos matemáticos em si, mas sim nos pressupostos
tomados como base para o calculo, que ferem totalmente o princípio regulador da teoria das hidroplacas. Entre os mais gritantes temos
que a atmosfera ambiente era dotada de propriedades físicas e estruturais (em nívies geológicos) TOTALMENTE DIFERENTES das atuais, e
isso, inclusive, coincide perfeitamente com a própria teoria adotada pelos evolucionistas e céticos como a “verdadeira”, a saber:
Das placas tectônicas. Isto é, o fato de existir um continente único implica numa série de fatores ignorantemente ignorados pelo colega,
como: O nível de salinização da água, termo-regulagem interna e externa do planeta e por conseqüência, a inerente condição termo-estrutural
da Terra, sem se esquecer do equilíbrio perfeito entre continentalidade maritmidade (por se tratar de um bloco único de terra). Portanto
 querido, diferentemente doq eu foi ERRONEAMENTE, afirmado a terra NÃO SERIA COZIDA.

Se não fosse muita maldade eu adoraria me divertir pedindo que você explicasse detalhadamente qual é o "princípio regulador" da Teoria
das Hidroplacas ( ou até mesmo o que é um princípio regulador ), ou o que seriam "propriedades estruturais da atmosfera a níveis
geológicos" ou essa pérola sobre "termo-regulagem interna e externa do planeta" e como todo este besteirol impede que a água vaporize.

E essa coisa sobre esse besteirol sem sentido coincidir com a teoria das placas tectônicas acho que foi o blefe mais ridículo.

Coincide o quê? Como?

O seu primeiro parágrafo é um texto que você simplesmente colou do site abaixo.


http://www.dinoasis.org/portugues/_instituto_discovery/geologiaII.htm


Mas, com uma honestidade exemplar, sem citar a fonte tentando dar a impressão que era seu. Porém você sequer se deu ao trabalho de ler
o que estava colando porque se tivesse lido teria evitado a contradição hilária de falar na placa de Burma movendo-se a 6cm/ano no
primeiro parágrafo e pôr em dúvida a teoria das placas tectônicas no segundo.

Aliás os exemplos ali de como o catastrofismo pode alterar radicalmente o planeta de uma hora pra outra são cômicos! Um terremoto de 9
graus Richter teria deslocado o eixo de rotação da Terra...

Sim, só que o artigo  esqueceu de dizer que esse deslocamento foi menor que um milionésimo de segundo. E um segundo é menor que um milésimo
de grau. Realmente um belo exemplo de como o catastrofismo promove alterações instantâneas, radicais e profundas na geologia da Terra...

Tal variação se deu por causa do deslocamento de cerca de 1cm do pólo norte e pela lei da conservaçao de momento angular qualquer variação
na distribuição de massas da Terra tem que se refletir em variações em seu movimento de rotação. Na verdade você passeando na calçada com
seu cachorro provoca alterações no movimento da Terra, mas ainda não há instrumentos para medir isso.

Mas veja bem: um terremoto provocado pela subducção da placa da Ìndia em relação a placa de Burma a taxa de 5cm/ano gerando deslocamento
em cadeia de placas adjacentes que moveu 1cm a placa em que está assentado o Pólo Norte...

Tudo isso só pode ter acontecido se for verdadeira a Teoria da Placas Tectônicas, essa mesma que concorda com todos os fatos observáveis
e que contradiz a besteira das hidroplacas e por isso mesmo acabou de ser rejeitada por você. Rejeitada mas não sem antes usa-la para
explicar fenômenos recentemente ocorridos. :-D

Mas mesmo sem entender xongas de Física como você já mostrou, pense um pouco: se o deslocamento de 1 cm de uma placa tectônica é refletido
no eixo de rotação o que aconteceria se o manto inferior e o núcleo, com a maior parte da massa da Terra, estivessem soltos no seu interior,
balançando enquanto o planeta gira?

Pensou? A Terra antes do Dilúvio seria um lugar... errr.... digamos... muito movimentado. :-D

Realmente essa é uma teoria boa pra quem fugiu da escola.

Mas o pior é a Física criacionista explicar como o magma da astenosfera, mais denso que a própria crosta não afundava no tal
oceano interior. Ou se afundava, como toda aquela água acima dele submetida a altíssima temperatura e pressão não estava
esguichando pelos muitos vulcões que Walter Brown diz que estavam espalhados por toda a terra?

Isso sem falar que da mesma forma a Física mais elementar impede que a astenosfera flutue sobre a água não há como imaginar nenhum
processo geológico que crie uma camada de água abaixo de uma camada de basalto e granito.

O sujeito que você definiu como alguém "sem gabo intelectual / científico e sem propriedade na área" é na verdade um geologista de
gás e petróleo com mais de vinte anos de experiência. E se você achou que ele fala sem muita propriedade é apenas porque a sua
indisfarçável apedeutice não reconheceria uma equação diferencial nem que ela viesse com etiqueta.

E detalhe! Se você conhecesse mesmo "as alegações supra citadas" como afirma saberia que Morton também é um criacionista, só que ao
contrário de Walter Brown, que é apenas um engenheiro hidráulico sem mesmo os conhecimentos mais rudimentares de Geologia, Morton
é um geólogo muito experiente e bem sucedido que para encontrar jazidas de petróleo, como de fato os geólogos encontram, precisa de
todo o conhecimento necessário para entender que a Terra não tem 6 mil anos.

Na verdade você já parou pra pensar que todo este conhecimento que os YECs rejeitam não é apenas teórico mas é testado com sucesso
todos os dias em um sem número de aplicações práticas como a prospecção de jazidas de gás e petróleo? Por outro lado você nunca
parou pra pensar em como é estranho o fato dos criacionistas não parecerem estar ficando ricos encontrando estes valiosos
recursos naturais com suas teorias estapafúrdias e alternativas?

Você nunca se questionou porque o criacionista George W. Bush, que fala pessoalmente com Deus, que inclusive o aconselha a cometer
genocídios e tudo, nunca contratou um "geólogo" criacionista para a Ambush, a sua empresa de petróleo?

Poderia ser que isso tenha alguma coisa a ver com o fato que a "Geologia" criacionista, a exemplo de todos os outros ramos da
"ciência" criacionista, ser tão certa e verdadeira que até hoje nunca produziu uma única aplicação prática?

Mas é claro que você não parou pra pensar... porque o que você escreve a seguir mostra que você não pensa.

Citar
1.   Registros históricos (seja na língua, na escrita, registro papíricos antigos etc.) da mais de 120 nações descentes de povos
 pré-diluvianos (sumérios, babilônio etc.), embora haja, claro, pequenas variações dentro de cada história, são unânimes em quatro
pontos primordiais: Houve, no passado, uma grande precipitação pluviométrica, houve uma peça embarcatória, poucas pessoas se salvaram
e aconteceu em função da ira de Deus ou (dependendo da nação ou da cultura) dos “deuses”. Quem determina o que é mito e o que história ??
Uma “elite intelectual” que dita o que temos que crer, no pensar, como agir ou como ser?? Ah, me poupem...


Primeiramente eu gostaria muito de ver estes registros porque criacionistas sempre falam sobre estas "centenas" de relatos mas
nunca dão referências (mais ou menos como vc tb se "esqueceu" de pôr a referência ao texto que colou). Me desculpe se sou cético
mas alegações criacionistas são tão confiáveis quanto este seu diploma de Física.

E mais a mais relatos de dilúvio eu só conheço dois: a bíblia e o Épico de Gilgamesh, o qual o autor de Gênesis plagiou descaradamente.
No entanto, há sim, centenas de povos de todas as partes com relatos de monstros, cavalos alados e dragões e nem por isso essas
coisas existem ou existiram.

Eu posso te mostrar centenas de relatos de culturas antigas sobre espíritos, fantasmas e reencarnações, mas você tomaria isto como
prova e se converteria ao espiritismo?

Não é nada estranho que existam muitas histórias que mencionam enchentes assim como deve haver muitas histórias sobre vulcões
e terremotos, pois desde a pré-história o homem é vítima desses caprichos da natureza. Sendo que enchentes são muito mais
comuns e frequentes que vulcões e terremotos, mas não importa que existam muitas lendas ao redor do mundo sobre uma coisa
parecida com o Pé Grande, como de fato existem. Nem por isso acreditar no Pé Grande faz sentido.

Ou seja, vc está contrapondo algumas lendas e mitos às impossibilidades impostas pelas leis da física e a absoluta
falta de qualquer registro geológico do Dilúvio e dando mais peso ao mito.

O nome disso é fanatismo.

Citar
2.    A maior “evidencia” que evolucionistas usam, são uma das suas maiores pedras de tropeço: os registros fósseis,
tão estimados por anti-criacionistas, não passam de um fracasso arqueológico e científico no tocante a teoria da evolução.
 Isto posto por que a famosa coluna geológica, tão afamada e aclamada, que possui seus “períodos” geológicos, de “milhões”
de anos (proterozóico, mezozóico etc.), simplesmente NUNCA EXISTIU, pelo menos da maneiro como vocês evolucionistas propõem.
Apenas em 1/3 das escavações arqueológicas feitas no mundo todo, temos cerca de 15 a 20% da “ordem” proposta” pelos evolucionistas.
Ou seja, EM NENHUMA PARTE DO MUNDO, encontramos a formação geológica proposta por essa farsa cientifica, e mesmo as que mais
se aproximam, possuem a dificuldade de nunca encontrarem os símios, fora o fato de existirem “saltos arqueológicos” exorbitantes
de até 100 milhões de anos como no caso das escavações no Colorado (EUA). No fundo todos sabem que isso não passa de uma palhaçada,
desculpe o termo, mas é a mais pura verdade. Onde estão os outros 80% ??

Agora você caprichou. Quando parecia impossível eis que você se supera com uma demonstração de ignorância ampla,
generalizada e simultânea sobre diferentes conceitos básicos de ciência. Eu nem sei como vocês chegaram a conclusão
que são contra ramos da Ciência que desmonstram desconhecer tão completamente. Não seria uma boa, não te pareceria
uma idéia razoável, estudar antes para pelo menos saber do que é que você tanto discorda?

Arqueologia é uma ciência social. Estuda as sociedades, notadamente as do passado. Não confunda com paleontologia e geologia.
Arqueólogos não se interessam pelas eras proterozóicas e mesozóicas porque ao contrário dessa gente sem noção que acha que
homens e tiranossauros rex viveram juntos eles sabem que ainda não existiam sociedades humanas nestes períodos. Disso vc
pode concluir que um "salto arqueológico de 100 milhões de anos" só será possível daqui a 100 milhões de anos, quando
o homem já tiver existido durante todo este tempo.

Portanto não são arqueólogos que escavaram a coluna geológica, até porque estes só se interessam pelas camadas mais
superficiais da mesma. Onde se podem encontrar vestígios de hominídeos.

Mas será que se vc ler a frase acima umas dez vezes e com vontade não te daria de repente um estalo que te despertasse
finalmente desse estado de torpor intelectual e vc deixasse de ser um zumbi criacionista? Tenta amigo, quem sabe o
seu cérebro não pega nesse tranco.

Veja, hominídeos nunca em camadas profundas da coluna geológica! Nunca junto com dinossauros. Dinossauros nunca no
Permiano, e assim sucessivamente. E isso não te diz nada? Não cai mesmo a ficha?

Como alguém pode ser tão acéfalo?!

Lembre que na sua teoria humorística estes animais e plantas morreram todos juntos, ao mesmo tempo e como parte do
mesmo processo. Não deveriam então estar todos eles juntos, bem misturadinhos na lama do Dilúvio?

Mas como foi que, ao contrário, eles terminaram arrumadinhos, perfeitamente distribuídos em camadas distintas, e o
que é mais estranho: sempre com os fósseis das camadas superiores parecendo ter evoluído de formas de vida representadas
nas camadas inferiores?

E o mais engraçado é que a Teoria das Hidroplacas transforma a terra em um gigantesco liquidificador cósmico, tornando
ainda mais impossível dar uma explicação para o fenômeno.

Onde estão os fósseis dos milhões de seres humanos que teriam morrido durante o Dilúvio que nunca são encontrados?

Gênesis também fala de ovelhas e outros animais (embora não mencione dinossauros), mas porque não há fósseis de ovelhas
no pré-cambriano? Por que será que fósseis de ovelhas só vão surgir quando já existiam outras formas de vida das quais
ovelhas poderiam ter evoluído? E por que será que isso se dá com cada único fóssil encontrado até hoje?

Como você explica este mistério a luz da bíblia?

Eu gostaria muito de saber mas talvez o jeito seja mesmo negar a coluna geológica, inventar que foram encontradas
rochas de 400 milhões de anos com marcas de sapato e um esqueleto de neanderthal agarrado com uma garrafa de
whiskie, mas onde estão as referências para que a gente possa conferir?

O problema é que ao contrário das suas referências a coluna geológica está em toda parte, por todo o planeta, e é
tão fácil conferir a sua existência que os criacionistas foram obrigados a criar uma "teoria" para explicar a sua
formação. É a Teoria do Zoeamento Ecológico, a única coisa concebida até hoje que pode ser considerada mais
estúpida que a idéia das Hidroplacas.

Pasme, mas confiando plenamente que a credulidade acéfala do fanático religioso não conheça limites essa teoria
bisonha propõe, sem explicar como nem porquê, que as formas de vida mais complexas sempre viviam em lugares mais
altos que as formas de vida mais simples, e assim a ordem que aparece na coluna geológica reflete simplesmente a
ordem em que foram sendo tragados pelo dilúvio.

Tipo assim: ao nível do mar só viviam as criaturas simples do pré-cambriano. A despeito de sabermos que existem
e existiram criaturas bem mais complexas como tartarugas marinhas que sabemos que só poderiam ter vivido ao
nível do mar. Mas como disse eles confiam cegamente que a credulidade cega do fanático não vá fazer perguntas
difíceis. Ainda segundo a teoria os animais aparentemente mais modernos como zebras e girafas teriam vivido
todos no alto das montanhas.

Imagine um hipopótamo vivendo no alto da montanha, um hipopótamo montês, porque é lá que o Zoneamento Ecológico
o coloca.

O único problema é que não dá para compatibilizar essa teoria com a teoria as hidroplacas, que transforma o planeta
em uma máquina de lavar gigante durante o Dilúvio.

Diogo, não que criacionistas sejam exatamente pessoas que temem o ridículo mas quando precisam apelar para uma explicação tão
ridícula como esta você pode ter certeza que é porque a coluna geológica existe e é bem real, e eles não sabem o que
fazer com ela. Bem que adorariam negar se pudessem, fazer como você e dizer que é uma farsa, uma palhaçada, mas é tão
absurdo que só conseguiriam enganar pessoas com o seu nível de ignorância, a sua falta de escolaridade, o que vem a ser
bastante raro até mesmo entre criacionistas.

Caso vc não conheça acesse o link abaixo para aprender mais sobre a teoria do zoneamento ecológico. Note que
o site inicialmente tenta desacreditar a coluna geológica tentando induzir o leitor a crer que é uma farsa, que simplesmente
não existe. Mas isso é apenas uma introdução para uma teoria que vai fazer um esforço imenso para explicar a luz da bíblia
a existência de algo que eles acabaram de sugerir que não existe. Fantástico! Um artigo escrito por pessoas que não
raciocinam sob medida para leitores que não pensam.

http://dialogue.adventist.org/articles/15_1_roth_p.htm

E que história é essa que os símios não estão presentes na coluna geológica? De onde você acha que os fósseis de símios
foram desenterrados? De Marte? Das nuvens?

Se eles foram escavados então é óbvio que fazem parte da coluna geológica, sua anta!

Mas vc simplesmente não vai encontrar símios nas camadas do ordoviciano, ou do carbonífero ou do permiano justamente
porque isso seria a refutação da Teoria da Evolução. Tudo que um criacionista sonha seria encontrar um australophitecus
no triássico mas a realidade só apresenta o pesadelo de que quanto mais profundas as camadas da coluna geológica, mais
simples e primitivas as formas de vida. O que evidentemente não pode ser explicado de nenhuma outra forma a não ser
por um processo de evolução da vida na Terra.

Citar
3.   A grande maioria dos fósseis são sempre encontrados no meio de rochas sedimentadas e muita lama, isto indica a forma como
 eles morreram (não precisa ser muito esperto pra saber que eu estou falando de uma “causa mortis” por asfixia), milhares de árvores
fósseis, em escavações, foram encontradas de PONTA CABEÇA, isso mesmo caros amigos, uma evidência de que há “milhões de anos” as árvores
cresciam de cabeça para baixo !!!!! Jamais teriam sido fossilizadas nesta posição se não tivessem sido vítimas de uma forma abrupta e
 violenta de deslocamento e soterramento.

Hahahahahahahahahahahahahahaha!

Desculpe, eu juro que consegui chegar até aqui sem rir mas depois dessa não deu para segurar.

DiogoGÊNIO, DiogoCRÂNIO, DiogoSUPERDOTADO, você não consegue imaginar nenhuma outra maneira de fósseis se formarem a não ser
pela ação de um dilúvio universal?

Você está surpreso que a grande maioria dos fósseis seja encontrada em rochas de  antigos terrenos sedimentares?

Porque ninguém consegue imaginar uma maneira de um fóssil se formar a não ser que seja coberto por sedimentos logo após
a sua morte. Certamente um animal ou planta que morreu e se putrefou ao relento não é um fóssil hoje.

E esse é o motivo óbvio pelo qual fósseis são tão raros. E não precisa ser muito esperto para saber que se todas as
formas de vida tivessem perecido soterradas pelos sedimentos de um grande dilúvio a quantidade de fósseis seria
imensa, e eles contariam exatamente a história do dilúvio, ao invés de, com sua raridade e disposição em complexidade
crescente a medida em que se avança pelos estratos geológicos, contarem a história da evolução.

Citar

Devo esclarecer que é evidente que não somos, enquanto criacionistas, inimigos da ciência, justo o oposto, inclusive estamos
usando ela nesse exato instante, só queremos que no mínimo seja aberto o que a própria ciência chama de cientificismo, isto é,
a ciência criticando a própria ciência. Se torna uma hipocrisia sem medida, uma verdadeira inquisição racional, tornar
impositório os pensamentos “científicos”, como se os mesmo não fossem passivos de argüição, questionamento ou erro (como mostramos acima que são).
Os tais que julgam a pobre ciência dos homens, tão mutável, inconstante e passageira, como a “verdade incontestável” se tornam loucos,
tão loucos quanto aos que amarram uma bomba ao corpo e que, se explodindo, matam a si e a outras dezenas, centenas ou milhares que não
 comungam da mesma fé. Esse é o fanatismo científico...

Bom, depois desse verdadeiro festival de ignorância onde você realmente se mostrou alguém preparado para criticar
o conhecimento científico só me resta te instruir que a Ciência é mutável e inconstante (porém jamais passageira)
justamente porque evolui. Porque não estagna mas se desenvolve, e cada vez mais rápido. O domínio do Homem hoje sobre a natureza
é maior que há 20 anos, e há 20 anos era maior que há 40, e há 40 anos se sabia mais que há 100 anos. E certamente
daqui a cem anos saberemos mais que hoje.

Diferentemente da sua religião, que a despeito de todos os absurdos e contradições insustentáveis enfia a inútil
cabeça de avestruz na areia para poder se manter, em pleno século 21, aferrada a mitos simplórios e primitivos
inventados por nômades analfabetos da Idade do Bronze.

Offline Pedro Reis

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Re: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #18 Online: 05 de Abril de 2009, 11:06:32 »
Mas para provar que Dilúvio Global e Teoria das Hidroplacas é besteira nem se precisa de argumentos da Ciência, basta cruzar os registros históricos
com a genealogia bíblica.

Eu quero ver um criaconista explicar isso:

Gênesis nos dá toda a descendência de Noé até Abraão e a idade em que cada homem teve o filho que aparece na genealogia.

Sem, filho de Noé, que entrou com ele na arca, teve seu filho Arfaxade 2 anos após o Dilúvio. A partir disso podemos calcular facilmente quantos anos se passaram do término do Dilúvio até Abraão entrar no Egito, aos 75 anos de idade. Isso aconteceu exatamente 367 anos após a total destruição de praticamente toda vida na Terra.

São apenas 9 gerações de Sem até Abraão.

Mas quando Abraão chega ao Egito a civilização egípcia já existe, e sua mulher Sara, por ser muito formosa, é tomada pelo Faraó.

(Detalhe: a formosa Sara tinha 65 anos. Isso mostra como uma vida nômade no deserto conserva a juventude da mulher. )

Confira na planilha.

          Idade em que foi pai  Anos após o diluvio   Idade em que morreu
Noé          501                        -                           950
SEM         100                        2                           600
Arfaxade   35                         37                          438
Salá         30                         67                          433
Éber         34                        101                         464
Fáleque     30                        131                         239
Ragaú       32                        163                         239
Seruque    30                        193                         230
Nacor       29                         222                        148
Terá         70                         292                        205
ABRAÃO    100                        392                       175
Isaque     
Jacó         
Judá         
Perez         
Esrom         
Arão         
Aminabade         
Naassom         
Salá         
Boaz         
Obede         
Jessé         
DAVI         
   



Como a civilização egípcia tem seu início por volta de 3100 AC o dilúvio teria que ter ocorrido, no máximo, até 3500 AC.

Porém nós podemos estender e genealogia do Gênesis usando a genealogia que aparece no Evangelho de Lucas que nos leva 12 gerações após Abraão até Davi.

O Rei Davi é um personagem histórico que de fato viveu e reinou por volta do ano 1050 AC. Mas em Lucas não temos as idades em que cada homem foi pai, portanto só é possível fazer uma estimativa. Se 9 gerações até Abraão perfazem 367 anos um bom chute para 12 gerações poderia ser 450 anos.

De qualquer forma, mesmo exagerando tremendamente esta estimativa para 900 anos, o que faria com que os homens tivessem sido pais, em média, aos 75 anos, ainda assim 1050 + 900 + 367 faria o dilúvio universal ter  ocorrido durante o apogeu da civilização egípcia e de alguns impérios da Mesopotâmia. No entanto estas civilizações ainda existiam quando do reinado de Davi.

Por favor, algum criacionista poderia me explicar isso?

Deixe-me ver algumas alternativas... Talvez o dilúvio tenha destruído o Egito mas descendentes de Noé encontraram as ruínas desta civilização, decifraram os hieróglifos usando as técnicas de Champolion, e passaram a adotar a língua, os costumes, a organização política, a tecnologia e a religião do antigo povo que ali habitava, dando prosseguimento a civilização egípcia como se nada tivesse acontecido. O mesmo, possivelmente, tendo ocorrido na Assíria.

Mas peraí, isso foi quanto tempo depois que Deus dispersou o povo em Babel confundindo as línguas?

Algum estudioso do Criacionismo tem uma explicação, please?


Nota: Sara, mulher de Abraão, era mesmo um fenômeno de dar inveja em qualquer Solange Frazão. Depois de ter integrado o harém de Faraó aos 65 anos, quando estava com quase 90 o rei Abimaleque ainda a tomou por concubina e foi preciso Deus intervir pessoalmente com pragas e maldições para que ela fosse devolvida a Abraão.

E ainda tem gente que troca uma de 90 por duas de 45...
« Última modificação: 05 de Abril de 2009, 11:12:52 por Pedro Reis »

Offline Diogênio

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Re: Teoria das Hidroplacas (Justificativa e apologias)
« Resposta #19 Online: 14 de Abril de 2009, 13:54:33 »

Prezados, Pedro e demais amigos “presentes”, boa noite.

Gostaria logo em primeira instância de me reportar a todos pela morosidade de resposta a qual, lhes dou minha palavra, não foi proposital, isto é, não houve fuga da minha parte quanto ao assunto, nem tampouco um silêncio derivado de qualquer ausência de base argumentatória. Na verdade, além de só ter lido o contra posicionamento do colega tardiamente, enfrentei alguns contratempos e empecilhos de ordem retardatória, os quais me atrasaram bastante, entre os mais irritantes, um problema no meu PC. Estou sem acesso a internet há dias, e quando utilizo a máquina mal consigo trabalhar por mais de 20 minutos sem que haja alguma parada espontânea e repentina no sistema, está realmente muito ruim. Enfim, é claro que não é do interesse de vocês saber disso, mas peço desculpas pela demora, portanto, nada mais justo do que justificar. No entanto, o conjunto de respostas pertinentes ao assunto delongou-se um pouco além do esperado superando assim o limite máximo de caracteres aceiro pelo blog. Dessa forma eu o dividi em algumas partes diferentes, e peço que, havendo interesse e paciência da parte dos colegas, leiam.

No tocante ao fato de eu ter retirado o texto inicial da minha explanação de um site (inclusive bastante conhecido por pessoas dadas a discussões na área), o que houve foi simplesmente, que ao redigir o texto no Word, (como sempre faço em função de estar com esse probleminha no meu PC), eu não inseri as famosas aspas (“”) na abertura e no fechamento do que deveria ter sido somente uma CITAÇÃO, e não um latrocínio argumentativo, como de fato pareceu ter sido. Finalmente deveria ter posto, ao fim da citação, alinhado à direita, a referência de extração informativa da mesma, no caso, o Link. Isso fica evidenciado pelo simples fato, de como já citei, se tratar de um espaço criacionista bem conhecido, logo seria uma violência intelectual (a mim e a vocês), valer-se de um simples plágio para persuadi-los, subestimando a inteligência dos presentes e a minha própria.

Bom, creio ter ficado bem claro, que não procurei dar nenhum “jeitinho” (ad hoc), isto é nenhuma “ajeitada” em quaisquer bases argumentatórias, pelo contrário, em momento algum me referi a alguma lei natural ou física que tenha sido alterada. Os termos por mim utilizados foram: “termo-regulagem”, “termo-estrutura” entre outros. Ora, trocando em miúdos, estou me referindo às questões ambientais diferenciadas na Terra no período pré-diluviano, a saber: Clima único, pressão atmosférica maior , temperatura continental (Super continente da Pangéia) etc. Não há nenhuma violação das leis naturais ou físicas, simplesmente uma condição termo atmosférica diferenciada. Quanto a isso não creio ter deixado nenhuma margem para tal interpretação. Ora, levando em consideração essas mesmas questões, devemos inclusive mostrar que isso não se trata de algo que, digamos, foi “inventado” para adequar (ad hoc) ou acoplar a nossa realidade às informações trazidas a nós pelas Escrituras, mas sim eventos dotados de comprovação por meio de evidências científicas. Nessa máxima segue a referência do mesmo no texto que se segue:

Existem inúmeras provas científicas para esse fato, onde entre elas citamos um martelo manufaturado encontrado pelo Prof. Carl Baugh (professor de paleontologia) que após examinado pelo Laboratório Tell (Columbus – Ohio), o mesmo que examinou as pedras da Lua, concluiu que era composto de 96.6% Fe, 0.74% S e 2.6% Cl, onde nas condições atmosféricas existentes hoje é impossível unir Cloro com Ferro metálico, porém sob as condições atmosféricas apresentadas no período pré-diluviano, mostradas até aqui, seria perfeitamente possível realizar esse feito, como a Bíblia relata que Tubalcaim fazia (Gênesis 4:22).


Esta é apenas uma das várias evidências que relatam a provável existência de uma atmosfera diferenciada na Terra até certo período. Contudo, se estamos falamos de violência às leis naturais, permita-me citar algumas que o evolucionismo, não somente viola, mas ignora completamente, a saber:

LEI DA BIOGÊNESE: Formulada pelo micro-biologista Louis Pasteur e o médico sanitarista Walter Reed, a lei da biogênese diz, categoricamente, que uma vida somente pode originar-se de outra vida. De acordo com essa lei, as matérias inanimadas e inorgânicas não podem produzir vida, nem o inorgânico produzir o orgânico espontaneamente, isto é, de forma não induzida. Logo, a idéia de que o homem é produto do acaso e da matéria é insustentável. Vida provém de vida.

1ª LEI DA TERMODINÂMICA: Também conhecida como lei da conservação da energia. Segundo esta lei, a energia não pode ser criada nem destruída; a quantidade de energia no universo é sempre a mesma podendo apenas ser transformada em diversos níveis. No tocante a hipótese evolucionista, essa lei é ignorada, pois esta ´(O Evolucionismo) afirma que a energia está em expansão, em evolução. Isto é um terrível equívoco.

2ª LEI DA TERMODINÂMICA: Também conhecida como Lei da entropia. Esta Lei atesta que o universo caminha de níveis organizados para níveis cada vez mais desorganizados. Toda desordem que pode haver num sistema altamente complexo, faz com esse sistema decresça, entre em colapso; ficando cada vez mais desorganizado. Ora, os evolucionistas afirmam exatamente o contrário, desprezando a ciência! No entanto a 1ª e a 2ª leis da termodinâmica estão em perfeita harmonia.

Offline biscoito1r

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Re: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #20 Online: 14 de Abril de 2009, 14:05:07 »
Citar
LEI DA BIOGÊNESE: Formulada pelo micro-biologista Louis Pasteur e o médico sanitarista Walter Reed, a lei da biogênese diz, categoricamente, que uma vida somente pode originar-se de outra vida. De acordo com essa lei, as matérias inanimadas e inorgânicas não podem produzir vida, nem o inorgânico produzir o orgânico espontaneamente, isto é, de forma não induzida. Logo, a idéia de que o homem é produto do acaso e da matéria é insustentável. Vida provém de vida.

Você demonstra uma grande ignorância do assunto que fala e apenas esta repetindo as idiotices criacionistas baseadas em uma total ignoraria de ciência. Uma lei na ciência descreve um acontecimento em condições controladas, ela não explica apenas descreve, teorias são o que explicam, a lei da biogênese diz que nas circunstancias atuais de nosso planeta a vida só pode vir de vida, porém a hipótese da biogênese lida com a Terra no período primordial, que continha uma atmosfera e um clima bem diferente do que encontramos hoje, ou seja vc esta comparando maças com laranjas.
Citar
1ª LEI DA TERMODINÂMICA: Também conhecida como lei da conservação da energia. Segundo esta lei, a energia não pode ser criada nem destruída; a quantidade de energia no universo é sempre a mesma podendo apenas ser transformada em diversos níveis. No tocante a hipótese evolucionista, essa lei é ignorada, pois esta ´(O Evolucionismo) afirma que a energia está em expansão, em evolução. Isto é um terrível equívoco.

mais ignorância, a teoria do Big Bang no qual temos evidencias diz que o universo esta em expansão, que o espaço entre galaxias esta aumentando e espaço nada mais é do que a distancia entre a matéria.

Citar
2ª LEI DA TERMODINÂMICA: Também conhecida como Lei da entropia. Esta Lei atesta que o universo caminha de níveis organizados para níveis cada vez mais desorganizados. Toda desordem que pode haver num sistema altamente complexo, faz com esse sistema decresça, entre em colapso; ficando cada vez mais desorganizado. Ora, os evolucionistas afirmam exatamente o contrário, desprezando a ciência! No entanto a 1ª e a 2ª leis da termodinâmica estão em perfeita harmonia.

"A quantidade de entropia de qualquer sistema isolado termodinamicamente tende a incrementar-se com o tempo, até alcançar um valor máximo".

Onde esta escrito nessa lei ( na qual vc nunca leu na vida ) que as coisas vão do organizado ao desorganizado, além do mais ela só se aplica a sistemas isolados e o universo não esta isolado pois se encontra em expansão.


Agora aqui vai a minha pergunta, vc se sente bem fazendo papel de palhaço falando essas besteiras ?



« Última modificação: 14 de Abril de 2009, 14:11:32 por biscoito1r »
Be ashamed to die until you have won some victory for humanity

Offline Diogênio

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TEORIA DAS TECTONICAS
« Resposta #21 Online: 14 de Abril de 2009, 14:11:08 »
Bom, de volta ao penúltimo parágrafo, sabemos que situações ou condições ambientais e atmosféricas não são alteradas espontaneamente, faz-se, portanto, necessário um evento cataclísmico, fortemente abalador, para que haja a desestruturação deste sistema. Ora, mas o que garante que tal evento tenha sido um dilúvio? É simples deduzir, tomando como bases muitos conhecimentos comuns tanto a evolucionistas como criacionistas. Quanto à questão diluviana, preciso, antes de iniciar a base de resposta, fazer a citação de um trecho postado por um dos colegas:

Citar
Mas mesmo sem entender xongas de Física como você já mostrou, pense um pouco: se o deslocamento de 1 cm de uma placa tectônica é refletido no eixo de rotação o que aconteceria se o manto inferior e o núcleo, com a maior parte da massa da Terra, estivessem soltos no seu interior, balançando enquanto o planeta gira?Pensou? A Terra antes do Dilúvio seria um lugar... errr.... digamos... muito movimentado.
Realmente essa é uma teoria boa pra quem fugiu da escola. Mas o pior é a Física criacionista explicar como o magma da astenosfera, mais denso que a própria crosta não afundava no tal oceano interior. Ou se afundava, como toda aquela água acima dele submetida a altíssima temperatura e pressão não estava esguichando pelos muitos vulcões que Walter Brown diz que estavam espalhados por toda a terra?
Isso sem falar que da mesma forma a Física mais elementar impede que a astenosfera flutue sobre a água não há como imaginar nenhum processo geológico que crie uma camada de água abaixo de uma camada de basalto e granito.

(Resposta #17 : 03 Abr 2009, 09:02:17)


Embora desnecessariamente descortês e um tanto ofensivo, deixando assim, explícito que a discussão está em nível de pessoalidade, Pedro mostra fluência no assunto, o que deve ser respeitado, como já havia dito anteriormente. No entanto, a questão entre as tectônicas e as hidroplacas não é tão simples assim. Primeiro que, em termos comparativos, assim como o colega levantou “limitações” que, segundo se entende, impossibilitaria encararmos as Hidroplacas como uma verdade científica, nada mais justo do que fazer um contraponto demonstrando que existem muito mais variáveis a se analisar do que se cuida ter.

ESTRUTURA DAS TEORIAS

Bom, inicialmente devemos considerar que existem várias teorias que competem na mesma área das tectônicas, mas entre todas, as que estão sob análise nesse momento são:

1.TEORIA DA SUBDUCÇÃO OU DA PLACAS TECTÔNICAS – proposta por Alfred Wergener, em 1915.
2.TEORIA DAS HIDROPLACAS - proposta pelo Dr. Walter Brown, em 1980.

Existem outras como a teoria “Camada de água ao redor da Terra”, que não nos interessa nesse momento, e que, além disso, possui muitos pontos que impossibilitariam sua concretização sendo isso senso comum em ambos os lados. Por exemplo, o fato de essa teoria afirmar a existência dessa camada (na forma de vapor, é claro), coloca-a numa situação complicada, pois essa mesma camada água (ou gelo, como outros dizem) liberaria, em sua precipitação da atmosfera, nada menos do que 415° C de calor (na forma de vapor) e, no caso do gelo, 5700°C. Portanto, é inviável.

No caso das tectônicas, temos alguns pequenos problemas, dos quais vou citar alguns, os quais, eu julgo os mais importantes:

1.As forças envolvidas para que tal fenômeno ocorresse, ainda são, fisicamente falando, totalmente desconhecidas. Ora, mas como assim? Que história é essa? É bem simples, veja:

Partamos de um princípio bastante conhecido, tanto por mim quanto pela maioria dos membros do fórum: A fórmula de cálculo de Energia cinética, que é “Ec = ½. mv²”. Façamos um cálculo bem simples de movimentação dessas placas pegando, por exemplo, a América do Sul. Faça um cálculo de área da América do Sul (17,7 milhões de km²), então você multiplique essa área por 11 km e assim você terá o volume em Km³. Daí, como quase tudo isso é feito, em sua maior parte, por granito, calcule e multiplique esse volume pela densidade do granito (2,65 g/cc aproximadamente), então você terá a massa, essa mesma massa (m), será a utilizada na equação citada no topo deste parágrafo, que é “Ec = ½. mv²”. Então, depois que tiver sido feito esse cálculo, mediante os conhecimentos, que, sem sombra de dúvida (falo sem hipocrisia) tenho certeza que você possui, a gente pode “conversar” sobre a Energia cinética necessária pra movimentar toda essa estrutura mencionada pela teoria das placas tectônicas, cuja intensidade, é bastante, bastante, mas bastante expressiva MESMO. O grande problema, em relação a toda essa suposta energia, é que não há como demonstrar como isso funciona fisicamente. É algo simples de ser percebido meus caros, e posso falar seguramente (sem nenhuma intenção de soberba ou orgulho em demasia), baseado em todo conhecimento de senso comum que existe na comunidade científica. A origem de “toda essa energia” é totalmente desconhecida em se tratando de termos científicos.
Outra questão, é que caso a formação dos continentes houvesse ocorrido por movimentação de placas, nós teríamos que admitir que houvesse rotacionamento de continental, ou seja, continentes rotacionando, girando, literalmente, como teria sido o caso, por exemplo, da Oceania. O que não acontecesse dentro da proposta das hidroplacas, tendo em vista a formação super continental da Pangeia, lembrando que, no tocante a essa formação original, existe um consenso entre todas as partes.
No entanto, o maior problema não é esse. A maior dificuldade que nós temos sobre essa teoria, é que, quando nós temos placas se movimentando desse jeito, é que a força de tensão de uma rocha é muito menor do que a sua força de compressão, ou seja, a rocha seria esfarelada, literalmente, com toda essa energia. Elas não ficariam, em hipótese alguma, escorregando dessa forma.

Agora analisemos as Hidroplacas.

Ela propõe, caso alguns não saibam, que o houve um evento cataclísmico (que só bem posteriormente, teria sido identificado com o dilúvio de Genesis),  antes do qual a Terra possuía uma forma diferenciada da atual, isto é, sua forma original. Antes do referido evento abalador, havia um lençol de água subterrâneo, homogêneo de aproximadamente 11 a 12 km de profundidade e mais ou menos 1 km de espessura. Ora, segundo esta teoria, era necessária haver também, uma uniformidade climática no planeta, além de uma pressão atmosférica maior do que a atual. Tendo em vista as condições sob as quais ele se encontrava. Todas essas circunstâncias, como mostrarei mais adiante, possuem evidências cientificas de que de fato ocorreram.

Mas donde teria vindo toda essa água?

Bom, dois poços de alta profundidade foram perfurados. Um deles na península de Kola na Rússia e outro na Bavária (Alemanha). Os pesquisadores queriam descobrir, o que existe na chamada “área de transição”, isto é, a área que existe entre a camada de granito e a de basalto. Os perfuradores de Kola fizeram uma perfuração de 12 km e os da Bavária de 9 km. O que eles encontraram? Água. O problema é que era uma água aquecida e com duas vezes mais salinidade do que a água do mar que existe hoje.

Com base nisso que eu acabei de citar, nós podemos agora entender melhor a questão processual da teoria:

A questão da ruptura.

Convido à análise de uma das afirmações feitas acerca das hidroplacas:

Citar
Mas o pior é a Física criacionista explicar como o magma da astenosfera, mais denso que a própria crosta não afundava no tal oceano interior. Ou se afundava, como toda aquela água acima dele submetida a altíssima temperatura e pressão não estava esguichando pelos muitos vulcões que Walter Brown diz que estavam espalhados por toda a terra?Isso sem falar que da mesma forma a Física mais elementar impede que a astenosfera flutue sobre a água não há como imaginar nenhum processo geológico que crie uma camada de água abaixo de uma camada de basalto e granito.
(Resposta #17 : 03 Abr 2009, 09:02:17)

Bom, quanto a essa base afirmativa, Pedro, deve-se considerar alguns fatores, talvez não conhecidos ou ignorados em suas afirmações. Na verdade as coisas não são bem assim, gostaria de mostrar, através da explanação abaixo, o processo exato de como se embasa a teoria, e assim, talvez esclarecer alguns pontos. Na verdade, existem algumas hipóteses quanto ao surgimento dessa ruptura:

Impacto de um asteróide
Aumento dessa pressão de Água.

Essa água teria aproximadamente 12 km para percorrer. Agora imagine essa água chegando “lá em cima”... Lama! Muita lama. E muita água caindo ao mesmo tempo. O que acontecesse quando se formam fósseis em rochas sedimentares? São presos na lama rapidamente. Por que as grandes áreas onde encontramos fósseis estão perto de um determinado local no planeta? Sempre perto de regiões por onde parece ter passado essa rachadura?

Essa água tinha tendência de chegar à superfície na forma de “spray”, pelo fato de chegar apenas em pequenas partículas ela congela rapidamente por causa da temperatura que temos quando se está a 20 km de altura. Logo, estas partículas ao caírem, produziram uma chuva torrencial incrível: primeiro seria água e depois gelo em pó! (efeito é semelhante ao que acontece quando se põe a mão molhada naquela pequena camada de gelo do freezer (a mão sai, mas a pela fica). Não é curioso que encontramos muitos mamutes e rinocerontes congelados na Sibéria, muitos congelados no ato da alimentação (com a comida na boca!), outros com a comida ainda no estômago sem sequer passar pelo processo de digestão. Por mais que sejam irracionais, eles não ficariam centenas de anos esperando serem congelados, isso evidencia que o congelamento foi rápido.

Muitos podem quere afirmar: Mas isso foi na Sibéria! Lá é frio mesmo. Sim, concordo plenamente. Mas mamute congelado na enquanto comia comida tropical? Totalmente atípica da Sibéria?

Após esta água desbastar a parte de granito, desbastar a parte de basalto (pois estava entre eles), essa água, ao sair por ali, ocasionará formação de granito e de basalto em várias regiões do planeta. Assim, você vai encontrar basalto onde você não deveria encontrar basalto. Coisas assim, que nós, realmente nós, vemos e encontramos.

Até a uns 30 anos atrás, acreditava-se que o fundo dos oceanos era plano, até que tivemos uma surpresa com o satélite “SEA-SAT” (Satélite do mar), mostrou formações montanhosas subaquáticas. Logo, descobriram que não era plano, e mais, que a maior cadeia de montanhas (74000 km ininterruptos de montanha) está no fundo dos oceanos. Pergunto, inclusive creio que o Pedro, também saiba disso: Não há placas tectônicas se mexendo ali. Como é que se formaram as cadeias montanhosas? Mas é claro, e esperado, que, como é de costume, haja uma resposta da parte de qualquer geólogo como também é óbvio que eu espero esta resposta do querido colega. No entanto, independente da resposta, o fato é que em nível de placas tectônicas, não há, até o presente instante, nenhuma teoria ou explicação sólida para explicar seu surgimento a não ser pela teoria das Hidroplacas. Onde o afastamento dos continentes, provocou uma descompressão das camadas subcontinentais que eram, até então, suprimidas, no entanto ao ocorrer o afastamento das porções de terra, essa compressão foi desfeita, fazendo com essas formações montanhosas surgissem, como uma espécie de “efeito mola”. Daí o surgimento das famosas cadeias de montanhas subaquáticas como a Dorsal meso-atlântica (cordilheira submarina que se estende sob o Oceano Atlântico e o Oceano Ártico)   



Offline Diogênio

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TEORIA DAS TECTONICAS E HIDROPLACAS PARTE II
« Resposta #22 Online: 14 de Abril de 2009, 14:15:03 »
Em continuidade temos que, os continentes ao se moverem, por causa do momento de inércia, agora eles são compactados, tendo, portanto, oceanos mais profundos, e ao mesmo tempo por causa da compactação, continentes mais altos. A evidência indicadora disso revela que a quantidade de superfície de terra no planeta, hoje, é diferente da pré-diluviana. Tanto é que, se somássemos a área toda área dos continentes atuais não seria igual á área da Pangéia. Os continentes são mais altos, pois foram compactados pelo momento de inércia.
O mais fascinante é que a movimentação de um continente nessas condições iria produzir coisas interessantes, a saber: Suponhamos a América do Sul, se ela está se movendo, quando ela pára, devido ao momento de inércia, ela irá, literalmente, encavalar, em função desses “encavalamentos” derivados do momento de inércia, teríamos uma cadeia de montanhas principais, uma região com planaltos e planícies e, por fim, uma parte com cadeias de montanhas secundárias. Isso te lembra algo? Dá uma olhadinha, no mapa da América do sul, por exmplo:

CADEIAS DE MONTANHAS PRINCIPAIS: Cordilheira dos Andes

VÁRIOS PLANALTOS E PLANÍCIES NO MEIO

CADEIAS SECUNDÁRIAS: Serra do mar.

 Agora, a América do Norte:

CADEIAS DE MONTANHAS PRINCIPAIS: Rochosas

PLANALTOS E PLANÍCIES

CADEIAS SECUNDÁRIAS: Apalaches

E mais: ISSO ACONTECE NO MUNDO TODO.

Observe o Grand Canyon, no Colorado. As pessoas afirmam, que aquilo foi o rio que foi passando, passando... Até que formou o Canyon em “milhões” de anos. Tudo bem, mas e erosão do vento e a chuva não iam produzir efeito nenhum no Canyon? É claro que iam.

Entre a Groelândia e o Canadá, temos um Canyon submarino, isto é, no fundo dos oceanos. Como explicar um Canyon nos oceanos quando a velocidade da água por lá é menos de 0,5 km/h?

Um dilúvio universal teria, inevitavelmente, produzido estratigrafia. E não é exatamente isso que nós vemos em todo lugar? Ora, essa sedimentação só poderia ocorrer de uma forma leve e calma. Bom, depois da catástrofe, aconteceu com toda aquela água o mesmo o que acontece até hoje duas vezes por dia: Maré alta, maré baixa, maré alta, maré baixa... Trocando em termos mais científicos: Compressão/descompressão.

E sabe o mais interessante? Diferentemente do que muitos têm afirmado, o Dr. Brown, à época da criação desta teoria, não era cristão, aliás, vou um pouco além, ele era ateu. Portanto, é uma inverdade afirmar que a teoria surgiu em detrimento de uma crença ou religião. Antes mesmo de sua conversão, ocorrida por razões obvias, ele já havia conjecturado o passo-a-passo que o levou posteriormente a enxergar que tudo se encaixava com fatos já ditos nas Escrituras.

Offline Diogênio

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Re: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #23 Online: 14 de Abril de 2009, 14:21:19 »
OS SÍMIOS

Em relação a essa etapa, devo, mais uma vez, referenciar a fala do Pedro, quando este diz:

Citar
“E que história é essa que os símios não estão presentes na coluna geológica? De onde você acha que os fósseis de símios foram desenterrados? De Marte? Das nuvens? Se eles foram escavados então é óbvio que fazem parte da coluna geológica, sua anta! Mas vc simplesmente não vai encontrar símios nas camadas do ordoviciano, ou do carbonífero ou do permiano justamente porque isso seria a refutação da Teoria da Evolução. Tudo que um criacionista sonha seria encontrar um australophitecus no triássico mas a realidade só apresenta o pesadelo de que quanto mais profundas as camadas da coluna geológica, mais simples e primitivas as formas de vida. O que evidentemente não pode ser explicado de nenhuma outra forma a não ser por um processo de evolução da vida na Terra.”

Ainda que esses símios desenterrados sejam alvo de consideráveis questionamentos, como explanarei mais adiante, quanto a essa questão, peço desculpas por ter, talvez, me expressado mal, no entanto, o que eu quis chamar pelo nome de símios, seriam os famosos “elos perdidos”, que, como se sabe, nunca foram encontrados, embora, se fossemos levar em conta a linha de raciocínio geológico adotada pela evolução, já deveriam ter sido achados há muito tempo. O artigo extraído do site http://criacionista.blogspot.com/2008/05/novo-fssil-de-smio-desafia-teoria-da.html, lança observações interessantes quanto ao fato:

Entre outros fatores, seria interessante lembrar que muitos desses supostos hominídeos, já tiveram, ao longo da história científica, seus créditos postos em cheque em função de algumas fraudes, ou simplesmente, muitas vezes, como se sabe, por uma falta de enquadramento teórico da peça como é o caso do O Homo floresiensis.

 No quesito fraudes e acontecimentos estranhos, temos ainda, novamente alguns pontos a serem salientados, entre os mais interessantes temos:

-As “evidências” da evolução do cavalo têm sido descartadas até mesmo por evolucionistas. Sua suposta progressão não é contínua e o menor animal da série, o Eohippus, na verdade é um texugo.
-O arqueoptérix não é meio pássaro e meio réptil. Outros pássaros antigos tinham dentes como ele. Alguns pássaros atuais, tais como o avestruz, têm garras nas suas asas.
-O homem de Piltdown, uma referência nos livros de ciência e museus durante anos, acabou desmascarado como fraude. Quando em 1953, um cientista, Charles Dawson, por meios de técnicas, para época, avançadas, envelheceu quimicamente ossos do crân io humano e da mandíbula de macacos e misturou-os, para apresentá-lo como uma espécie transicional, uma espécie de símio.
-O homem de Nebraska era a reconstrução a partir de um dente, que na verdade era de um porco extinto.
-A evidência fóssil do homem de Pequim desapareceu.
-O registro fóssil do homem de Neandertal demonstra que este possuía maior capacidade cerebral que o homem moderno e celebrava rituais religiosos. Sua postura curvada foi atribuída a uma deformidade óssea resultante da deficiência de vitaminas que os habitantes das cavernas sofriam por falta de luz solar. (Raquitismo)
-Fósseis totalmente humanos têm sido encontrados em lugares diferentes e tão antigos quanto os supostos não-humanos. Alguns têm sido revelados como mais antigos do que os famosos elos perdidos. Entre eles destacam-se os “Homens” de Grimald, Oldoway, Waldjak, Fontechevade, Swanscombe e Galley Hill.
-O celacanto, peixe com nadadeiras fortes, normalmente datado do período devoniano, não é meio peixe e meio réptil. É 100% peixe. Nenhum celacanto foi encontrado com pés evoluindo nela. Na verdade, foram encontrados celacantos no presente, idênticos aos do registro fóssil de uns 60 milhões de anos atrás.

Offline Diogênio

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Re: Teoria das Hidroplacas
« Resposta #24 Online: 14 de Abril de 2009, 14:26:48 »
COLUNA GEOLÓGICA

Com relação ao quesito Coluna Geológica, devo antes de responder à sua questão, não somente reafirmar novamente minhas colocações anteriores acerca da falta de complementação e coesão e coerência na coluna (citarei as fontes posteriormente), como também referenciar, novamente, uma afirmativa sua:

Citar
Mas será que se vc ler a frase acima umas dez vezes e com vontade não te daria de repente um estalo que te despertasse finalmente desse estado de torpor intelectual e vc deixasse de ser um zumbi criacionista? Tenta amigo, quem sabe o  seu cérebro não pega nesse tranco. Veja, hominídeos nunca em camadas profundas da coluna geológica! Nunca junto com dinossauros. Dinossauros nunca no Permiano, e assim sucessivamente. E isso não te diz nada? Não cai mesmo a ficha?

Como alguém pode ser tão acéfalo?! Lembre que na sua teoria humorística estes animais e plantas morreram todos juntos, ao mesmo tempo e como parte do mesmo processo. Não deveriam então estar todos eles juntos, bem misturadinhos na lama do Dilúvio? Mas como foi que, ao contrário, eles terminaram arrumadinhos, perfeitamente distribuídos em camadas distintas, e o que é mais estranho: sempre com os fósseis das camadas superiores parecendo ter evoluído de formas de vida representadas nas camadas inferiores?

E o mais engraçado é que a Teoria das Hidroplacas transforma a terra em um gigantesco liquidificador cósmico, tornando ainda mais impossível dar uma explicação para o fenômeno. Onde estão os fósseis dos milhões de seres humanos que teriam morrido durante o Dilúvio que nunca são encontrados?

Gênesis também fala de ovelhas e outros animais (embora não mencione dinossauros), mas porque não há fósseis de ovelhas no pré-cambriano? Por que será que fósseis de ovelhas só vão surgir quando já existiam outras formas de vida das quais ovelhas poderiam ter evoluído? E por que será que isso se dá com cada único fóssil encontrado até hoje?

(Resposta #17 : 03 Abr 2009, 09:02:17)
 
Imagino que devo ter te irritado muito, mas novamente peço desculpas por esse ato. Bom, Quero esclarecer toda a sua colocação acerca dos fósseis, através da figura do Dr. Leonard Grant.

A equipe da Universidade de Cornell, nos EUA, comandada pelo Dr. Leonard Grant (não criacionistas), fez uma experiência interessante: Ele pegou 2 galões de água, interligou esses galões com um cano e em um dos galões ele colocou água e no outro vários tipos de solo diferentes (terra). O que ele fez foi simular como se fosse o movimento de uma balança. A idéia era simular, assumindo-se a idéia de maré alta/ maré baixa (compressão e descompressão), por um período de aproximadamente 330 dias. Ele começou a realizar movimentos de compressão e descompressão neste parelho simulatório, e adivinhe o resultado? Estratigrafia. Exatamente a mesma formação de camadas que estamos habituados a ver na coluna geológica.

Ele ainda deu um passo além. Pegou grupos diferentes de animais mortos: mamíferos, anfíbios, aves e repteis. Tudo isso, animais de tamanhos diferentes, pesos diferentes, misturados num tanque muito grande com água e lama, produziu novamente o mesmo processo: Compressão e descompressão. Curiosamente a ordem foi:

- Anfíbios (fundo do tanque)
- Repteis (logo acima dos anfíbios)
- Mamíferos (logo acima dos repteis)
- Aves (na parte superior do tanque)

Esta formação lhes é familiar? Exatamente meus caros, é exatamente a formação da coluna geológica por espécies.

Grant havia descoberto que o posicionamento desses animais dentro da famigerada coluna geológica era referente à densidade do animal e não ao seu peso.

De um lado, contam a história de como a “vida evolui” na Terra, porém, isso não é possível reproduzir em laboratório.

Bom, do outro, temos a proposta criacionista, o interessante, é que a mesma coluna é meramente classificatória, contendo apenas a ordem da “coluna geológica”, e o melhor: PODE SER REPRODUZIDO EM LABORATÓRIO. Em quanto tempo? Apenas 1 ano.

E o mais interessante é que todo esse trabalho quando foi iniciado pelo Dr. Grant e sua equipe, eles eram, como já havia citado, todos ateus, ou seja, eles não tinham a bíblia como referência. Seria a princípio um teste meramente simulatório, e certamente com fins nada religiosos. Mas a conjectura inevitável dos fatos levou-os a observação inegável das afirmativas bíblicas. Foi aí, exatamente nesse ponto, que se deu a conversão do Dr. Brown. É realmente lastimante que, as credenciais do Dr. Walter Brown foram postas em cheque, e ridicularizadas tendo como base de apontamento sua postura criacionista, sendo, portanto, acusado de formular a teoria a partir de uma pressuposição bíblica. Ora, o que muitos ignoram é que o Dr. Walter Brown, como acabei de afirmar, à época da formulação da teoria das hidroplacas era evolucionista, isto é, ele NÃO ERA CRISTÃO de fato.

 

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