Autor Tópico: Vídeos políticos  (Lida 28206 vezes)

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Offline -Huxley-

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Re:Vídeos políticos
« Resposta #975 Online: 28 de Novembro de 2017, 00:23:20 »
Acho que dar corda para o Raphael Radical é mais uma mancha intelectual no MBL. Não tem o menor suporte empírico todas as suas proposições centrais "radicais" polêmicas. No que ele é radical, ele não é bom. No que ele é bom, ele não é radical. Isso não parece nada bom para quem tem um canal intitulado "Ideias Radicais". 
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« Resposta #976 Online: 28 de Novembro de 2017, 08:23:26 »
Acho que dar corda para o Raphael Radical é mais uma mancha intelectual no MBL. Não tem o menor suporte empírico todas as suas proposições centrais "radicais" polêmicas. No que ele é radical, ele não é bom. No que ele é bom, ele não é radical. Isso não parece nada bom para quem tem um canal intitulado "Ideias Radicais". 

Essas entrevistas não são somente pra dar corda pro entrevistado. A ideia é também entrevistar quem pensa diferente. O Kim é bem contra o Raphael. Só o Arthur que gosta mais, e é um dos únicos MBL que defende o aborto e drogas.
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Offline -Huxley-

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« Resposta #977 Online: 28 de Novembro de 2017, 20:19:24 »
Acho que dar corda para o Raphael Radical é mais uma mancha intelectual no MBL. Não tem o menor suporte empírico todas as suas proposições centrais "radicais" polêmicas. No que ele é radical, ele não é bom. No que ele é bom, ele não é radical. Isso não parece nada bom para quem tem um canal intitulado "Ideias Radicais". 

Essas entrevistas não são somente pra dar corda pro entrevistado. A ideia é também entrevistar quem pensa diferente. O Kim é bem contra o Raphael. Só o Arthur que gosta mais, e é um dos únicos MBL que defende o aborto e drogas.

Ah, isso não me convence. Já vi publicação de artigo no Facebook do MBL que tinha um trecho que dizia "Temos que acabar com a esquerda". Raphael Radical não acrescenta nada ao MBL e nem o MBL parece suficientemente interessado em promover a divulgação da diversidade de pensamento.
« Última modificação: 28 de Novembro de 2017, 20:29:14 por -Huxley- »

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« Resposta #978 Online: 28 de Novembro de 2017, 20:32:52 »
Acho que dar corda para o Raphael Radical é mais uma mancha intelectual no MBL. Não tem o menor suporte empírico todas as suas proposições centrais "radicais" polêmicas. No que ele é radical, ele não é bom. No que ele é bom, ele não é radical. Isso não parece nada bom para quem tem um canal intitulado "Ideias Radicais". 

Essas entrevistas não são somente pra dar corda pro entrevistado. A ideia é também entrevistar quem pensa diferente. O Kim é bem contra o Raphael. Só o Arthur que gosta mais, e é um dos únicos MBL que defende o aborto e drogas.

Ah, isso não me convence. Já vi publicação de artigo no Facebook do MBL que tinha um trecho que dizia "Temos que acabar com a esquerda". Raphael Radical não acrescenta nada ao MBL e nem o MBL parece suficientemente interessado em promover a divulgação da diversidade de pensamento.

Quando convidaram o Pirula era o que?
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Offline -Huxley-

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« Resposta #979 Online: 28 de Novembro de 2017, 21:30:33 »
Acho que dar corda para o Raphael Radical é mais uma mancha intelectual no MBL. Não tem o menor suporte empírico todas as suas proposições centrais "radicais" polêmicas. No que ele é radical, ele não é bom. No que ele é bom, ele não é radical. Isso não parece nada bom para quem tem um canal intitulado "Ideias Radicais". 

Essas entrevistas não são somente pra dar corda pro entrevistado. A ideia é também entrevistar quem pensa diferente. O Kim é bem contra o Raphael. Só o Arthur que gosta mais, e é um dos únicos MBL que defende o aborto e drogas.

Ah, isso não me convence. Já vi publicação de artigo no Facebook do MBL que tinha um trecho que dizia "Temos que acabar com a esquerda". Raphael Radical não acrescenta nada ao MBL e nem o MBL parece suficientemente interessado em promover a divulgação da diversidade de pensamento.

Quando convidaram o Pirula era o que?

Vi agora a entrevista. O próprio Pirula disse que não sabe dizer se é direitista ou esquerdista e disse que não entende bem de economia. Não acho que seja o caso em que eles entrevistaram um oponente intelectual.

Offline Agnoscetico

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Re:Vídeos políticos
« Resposta #980 Online: 28 de Novembro de 2017, 21:36:42 »
Citar
O protecionismo não é benéfico, de um modo geral, para a industria brasileira, embora o seja para alguns industriais....

Um dos erros dos militares foi impor reserva de mercado para alguns setores, já existia carro com injeção eletrônica no exterior há vinte anos quando aqui era novidade.

Não se podia importar componentes ou equipamentos eletrônicos como computadores para produzir ou modernizar empresas e produtos nacionais.

Mas é foda explicar para um economista/socialista de boteco que o chip do celular dele não foi feito com tecnologia nacional.
Se os militares brasileiros não seguissem a linha nacional-desenvolvimentista de Vargas, e tivessem deixado tudo para o Roberto Campos resolver, eles hoje participariam da minha série favorita, ao lado do meu ídolo Milton Friedman.

Linha essa que Trump lá nos EUA parece querer seguir de outros que já foram feitos:


A falácia do protecionismo de Trump

http://www.valor.com.br/opiniao/5055884/falacia-do-protecionismo-de-trump

Em artigo recente na Revista Foreign Affairs de Maio/Junho 2017, o professor da Dartmouth College, Douglas Irwin, explica com enorme clareza o risco que as relações comerciais entre as nações correm com a veia protecionista de Donald Trump. O atual presidente dos Estados Unidos foi eleito usando e abusando do atraente slogan "American first" para a população do país. Sob o argumento falacioso de que traria prosperidade à nação revendo acordos comerciais e buscando o que Trump julga ser um "better deal", os EUA podem acabar caindo no mau, velho e arcaico protecionismo que ainda, por incrível que pareça, tende a desencadear calafrios de patriotismo retrógrados, principalmente entre os trabalhadores menos escolados que sofrem com o aumento da produtividade da indústria manufatureira no país e com a administração na cadeia de suprimentos que muitas empresas globais passaram a adotar nos últimos 25 anos.


Protecionismo de Trump ameaça sistema multilateral de comércio

https://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/28/economia/1485628215_357220.html

Bastou uma semana da nova Administração na Casa Branca para que a política comercial dos Estados Unidos sofresse sua guinada mais radical dos últimos 70 anos, ameaçando desencadear a maior mudança nas regras do jogo global desde a Segunda Guerra Mundial. O lema “a América em primeiro lugar”, promovido pelo presidente Donald Trump, na prática sepulta o sistema comercial multilateral e prenuncia negociações baseadas na força, no poder e no tamanho de cada país. O risco de eclodirem guerras comerciais, que parecia afastado durante a Grande Recessão, emerge com mais força do que nunca.

Esse aqui já faz crítica ao livre-comércio >>>>>
Saudades do protecionismo


http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,saudades-do-protecionismo-imp-,654228

Na outra ponta do espectro, o diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, faz um alerta contra a volta das políticas protecionistas. "O protecionismo pode retornar pela porta de trás", disse ele. E segundo explica o economista Jean-Luc Gréau: "Dominique Strauss-Kahn é o ministro da globalização. Foi nomeado com o aval dos Estados Unidos, graças à globalização e para ela."

Esses apelos, mesmo que discretos, a uma certa dose de protecionismo, têm uma conotação bizarra. De sacrilégio. Eles se permitem "erradicar" Bretton-Woods (1944), ou seja, derrubar uma das "colunas do Templo". Os Estados Unidos, que praticaram um protecionismo selvagem durante dois séculos, ao saírem da guerra queriam aproveitar do seu poder para facilitar a expansão de suas empresas que se tornaram globais. Mais tarde, foi Ronald Reagan, etc.

Ora, hoje, graças ao dinamismo desordenado, devastador e pouco escrupuloso da indústria chinesa, e também graças à ascensão como grandes potências de países como Brasil ou Índia, as delícias do livre comércio são contestadas. Nessa mudança de programa, a antiglobalização teve o seu papel. Foi ela que substituiu o slogan triunfante do século passado, o "free trade", ou livre comércio, por um outro, o "fair trade", ou comércio justo, retomado em coro pelos socialistas.

Compreendemos o pânico dos antigos partidários do "livre comércio", tanto franceses, europeus como americanos. Sua indústria é um "campo de ruínas". A França viu sua indústria naufragar de corpo e alma. Ela se ilude graças às enormes empresas multinacionais do tipo Airbus ou Total, mas a indústria de porte médio, as milhares de pequenas empresas que formam o tecido vibrante da economia, estão de luto.


Em 20 anos, a França perdeu dois milhões de empregos na indústria, que hoje não representa muita coisa mais do que 15%. E mesmo que a Alemanha, que sempre protegeu a média empresa, continue progredindo, toda a Europa do livre comércio sofre. No Velho Continente, a promessa de um crescimento do PIB em 2011 de 1,75% foi saudada com brados de vitória. Degradante! Não se trata, é claro, de retornar ao protecionismo selvagem de outrora. Um primeiro objetivo será conseguir que o comércio mundial respeite as regras ditadas pelas organizações internacionais (o que não é o caso, precisamos dizer, da China e alguns outros exportadores).

Inútil dizer que o ataque contra o "livre comércio" tem também um outro alvo, que é a globalização. Segundo o deputado socialista francês Arnaud Montebourg, "o livre comércio tornou-se o inimigo de muitos povos. A "desglobalização" pode lhes dar novamente o direito de escolher seu modo de vida./ TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO


O protecionismo histórico dos Estados Unidos

https://pt.wikipedia.org/wiki/Protecionismo#O_protecionismo_hist.C3.B3rico_dos_Estados_Unidos

Começando com o "Relatório sobre Manufaturas" de seu primeiro secretário do Tesouro, Alexander Hamilton, em que ele defendia tarifas para ajudar a proteger as indústrias nascentes, incluindo prêmios (subsídios) derivados em parte dessas tarifas, os Estados Unidos foram a principal nação contrária à doutrina do "livre comércio". Ao longo de todo o século XIX, importantes estadistas dos Estados Unidos, incluindo o senador Henry Clay, continuaram as propostas de Hamilton no Partido Whig sob o nome de "Sistema Americano." O Partido Democrata, opositor desse programa, disputou várias eleições ao longo das décadas de 1830, 1840 e 1850, polemizando em parte sobre a questão da tarifa e da proteção à indústria. O Partido Democrata defendia tarifas moderadas e o Partido Whig, que venceu as eleições de 1840 e 1848, apoiava tarifas protecionistas mais elevadas. O principal economista dos Estados Unidos nesta época, Henry Charles Carey, tornou-se o mais importante proponente do "Sistema Americano" de política econômica, tal como desenvolvido em oposição ao sistema de 'livre comércio', que ele chamava de "sistema britânico", proposto por Adam Smith e defendido pelo Império Britânico. Seu livro "Harmonia de Interesses", juntamente com a obra erudita do economista germano-americano Friedrich List, tornou-se amplamente lido e disseminado nos Estados Unidos e na Alemanha, levando os economistas da Escola Histórica Alemã a abraçar semelhantes medidas contra o livre comércio, que foram adotadas pelo chanceler Bismarck.




Offline Agnoscetico

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Re:Vídeos políticos
« Resposta #981 Online: 29 de Novembro de 2017, 17:41:54 »

Nesse vídeo aula de História, é dito que colonização inglesa nos EUA foi feita pela iniciativa privada ao contrário do que aconteceu nas colônias portuguesas e espanholas. É, mas mesmo assim no sul houve colonização parecida com que houve no Brasil, economia baseada na monocultura agrícola e escravidão, então nem iniciativa privada em si fi causa de desenvolvimento de lá, teve mais fatores envolvidos.   

<a href="https://www.youtube.com/v/UywN5-9w8Rw" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/UywN5-9w8Rw</a>

Offline Agnoscetico

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« Resposta #982 Online: 29 de Novembro de 2017, 17:48:54 »


Já que falaram em Pirula e MBL tem esse vídeo onde falaram com ele:

<a href="https://www.youtube.com/v/ecOVrDtLDLw" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/ecOVrDtLDLw</a>


Offline Agnoscetico

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« Resposta #983 Online: 01 de Dezembro de 2017, 20:29:25 »
Até onde a política vai ter que submeter a religião. Mesmo Israel sendo considerado país de primeiro mundo e aparentemente laico (ou em parte) acontece essas coisas:

<a href="https://www.youtube.com/v/DvdkwUhUZys" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/DvdkwUhUZys</a>
« Última modificação: 01 de Dezembro de 2017, 20:39:38 por Agnoscetico »

Online JJ

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« Resposta #984 Online: 02 de Dezembro de 2017, 06:18:42 »

O protecionismo não é benéfico, de um modo geral, para a industria brasileira, embora o seja para alguns industriais....

Um dos erros dos militares foi impor reserva de mercado para alguns setores, já existia carro com injeção eletrônica no exterior há vinte anos quando aqui era novidade.



Saudades do protecionismo



http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,saudades-do-protecionismo-imp-,654228

" Os Estados Unidos, que praticaram um protecionismo selvagem durante dois séculos, ao saírem da guerra queriam aproveitar do seu poder para facilitar a expansão de suas empresas que se tornaram globais.


O protecionismo histórico dos Estados Unidos

https://pt.wikipedia.org/wiki/Protecionismo#O_protecionismo_hist.C3.B3rico_dos_Estados_Unidos

Começando com o "Relatório sobre Manufaturas" de seu primeiro secretário do Tesouro, Alexander Hamilton, em que ele defendia tarifas para ajudar a proteger as indústrias nascentes, incluindo prêmios (subsídios) derivados em parte dessas tarifas, os Estados Unidos foram a principal nação contrária à doutrina do "livre comércio". Ao longo de todo o século XIX, importantes estadistas dos Estados Unidos, incluindo o senador Henry Clay, continuaram as propostas de Hamilton no Partido Whig sob o nome de "Sistema Americano." O Partido Democrata, opositor desse programa, disputou várias eleições ao longo das décadas de 1830, 1840 e 1850, polemizando em parte sobre a questão da tarifa e da proteção à indústria. O Partido Democrata defendia tarifas moderadas e o Partido Whig, que venceu as eleições de 1840 e 1848, apoiava tarifas protecionistas mais elevadas. O principal economista dos Estados Unidos nesta época, Henry Charles Carey, tornou-se o mais importante proponente do "Sistema Americano" de política econômica, tal como desenvolvido em oposição ao sistema de 'livre comércio', que ele chamava de "sistema britânico", proposto por Adam Smith e defendido pelo Império Britânico. Seu livro "Harmonia de Interesses", juntamente com a obra erudita do economista germano-americano Friedrich List, tornou-se amplamente lido e disseminado nos Estados Unidos e na Alemanha, levando os economistas da Escola Histórica Alemã a abraçar semelhantes medidas contra o livre comércio, que foram adotadas pelo chanceler Bismarck.





Os  ideologos apologistas do livre comércio normalmente ou não sabem ou omitem  que o poderoso Estados Unidos foi super protecionista enquanto sua indústria não era suficientemente forte no século dezenove.  Eles praticaram tarifas altíssimas de imposto de importação.  Somente depois que sua indústria ficou suficientemente  forte é que eles  se tornaram  defensores do lindo livre comércio.


É muita omissão, é muita palhaçada dos apologistas    :no:     da  linda  liberdade de importar.   



 :no:







« Última modificação: 02 de Dezembro de 2017, 06:21:32 por JJ »

Offline Arcanjo Lúcifer

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« Resposta #985 Online: 02 de Dezembro de 2017, 10:32:46 »
Século dezenove? Fala do tempo da máquina a lenha quando as indústrias nem tinham eletricidade?

Colega, o que importa é hoje.

Quantas empresas estrangeiras trabalham hoje nos Estados Unidos prestando serviços ou produzindo para vender ou exportar produtos?

Se o Brasil tivesse a mesma concorrência entre empresas que existe lá nós não pagariamos tão caro por péssimos serviços.

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« Resposta #986 Online: 02 de Dezembro de 2017, 13:10:24 »
Século dezenove? Fala do tempo da máquina a lenha quando as indústrias nem tinham eletricidade?

Colega, o que importa é hoje.


Não, não é só o hoje que importa. Pois se alguém realmente quiser  entender a economia e a geopolítica do presente é muito necessário e importante que se conheça e entenda o passado.  E no caso específico,  a história dos Estados Unidos no século XIX é fundamental.


Os Estados Unidos foram bastante protecionistas no século XIX,  e até hoje eles ainda são em determinadas áreas em que não são os mais competitivos.



« Última modificação: 02 de Dezembro de 2017, 13:32:25 por JJ »

Offline -Huxley-

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Re:Vídeos políticos
« Resposta #987 Online: 02 de Dezembro de 2017, 13:19:30 »
Vejam o caso da Lei da Informática no Brasil. Precisamos de mais protecionismo para que a nossa indústria seja mais competitiva.


Offline -Huxley-

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« Resposta #988 Online: 02 de Dezembro de 2017, 13:23:12 »
Eu só queria que alguém me explicasse como é que protecionismo comercial predatório pode acelerar a taxa de crescimento econômico.

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« Resposta #989 Online: 02 de Dezembro de 2017, 13:26:05 »

Quantas empresas estrangeiras trabalham hoje nos Estados Unidos prestando serviços ou produzindo para vender ou exportar produtos?

Se o Brasil tivesse a mesma concorrência entre empresas que existe lá nós não pagariamos tão caro por péssimos serviços.


O Brasil é cheio de empresas estrangeiras,  o Brasil é cheio de produtos estrangeiros.   E a questão em pauta é a  distância entre as  mentiras que os apologistas  do livre comércio  contam e a realidade histórica de  países  como os Estados Unidos. 



Online JJ

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« Resposta #990 Online: 02 de Dezembro de 2017, 13:29:13 »
Precisamos de mais protecionismo para que a nossa indústria seja mais competitiva.


De forma resumida,  uma coisa que precisamos (mas não é a única) é de  entender quais as causas  dos maiores custos de produção (onde houver maiores custos), e  o que se pode fazer para reduzir estes custos.



Offline -Huxley-

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« Resposta #991 Online: 02 de Dezembro de 2017, 13:32:51 »
Precisamos de mais protecionismo para que a nossa indústria seja mais competitiva.


De forma resumida,  uma coisa que precisamos (mas não é a única) é de  entender quais as causas  dos maiores custos de produção (onde houver maiores custos), e  o que se pode fazer para reduzir estes custos.




Insumos importados tarifados excessivamente no imposto de importação é uma das grandes causas que atrapalham nossa indústria.

Offline Lorentz

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« Resposta #992 Online: 02 de Dezembro de 2017, 15:29:07 »
Vejam o caso da Lei da Informática no Brasil. Precisamos de mais protecionismo para que a nossa indústria seja mais competitiva.



Não sei se tem ligação, mas o Brasil no setor de informática hoje é muito competitivo, e muitas multinacionais gostam de trabalhar com brasileiros desenvolvedores, pelo preço baixo (pois nossa moeda é desvalorizada), mas também pela maturidade da nossa indústria e o bom nível de inglês que os brasileiros tem quando comparados com os indianos, por exemplo.

Fico pensando se nossa reserva de mercado ajudou de alguma forma a fortalecer e amadurecer essa área.
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Offline Arcanjo Lúcifer

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« Resposta #993 Online: 02 de Dezembro de 2017, 18:21:24 »

Quantas empresas estrangeiras trabalham hoje nos Estados Unidos prestando serviços ou produzindo para vender ou exportar produtos?

Se o Brasil tivesse a mesma concorrência entre empresas que existe lá nós não pagariamos tão caro por péssimos serviços.


O Brasil é cheio de empresas estrangeiras,  o Brasil é cheio de produtos estrangeiros.   E a questão em pauta é a  distância entre as  mentiras que os apologistas  do livre comércio  contam e a realidade histórica de  países  como os Estados Unidos. 




Quantas empresas de telefonia e internet nós temos concorrendo entre si e quantas existem nos Estados Unidos?

Quantas empreiteiras nós temos no Brasil participando de licitações públicas e quantas empresas concorrem lá?

Não existe concorrência aqui e a prova é que por décadas as empresas citadas na Lava Jato participaram sozinhas dos contratos, sempre as mesmas, quando muito se juntaram a empresas de fachada para lavar dinheiro no exterior mas empresas para executar a obra toda não tinha nenhuma.

Online JJ

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« Resposta #994 Online: 02 de Dezembro de 2017, 18:33:39 »

Quantas empresas de telefonia e internet nós temos concorrendo entre si e quantas existem nos Estados Unidos?

Quantas empreiteiras nós temos no Brasil participando de licitações públicas e quantas empresas concorrem lá?



Vou estimar que o número de vezes a mais de empresas  deve ser semelhante ao  número  de  vezes a mais da renda per capita.   



« Última modificação: 02 de Dezembro de 2017, 18:38:13 por JJ »

Offline -Huxley-

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« Resposta #995 Online: 02 de Dezembro de 2017, 19:27:05 »
Vejam o caso da Lei da Informática no Brasil. Precisamos de mais protecionismo para que a nossa indústria seja mais competitiva.




Não sei se tem ligação, mas o Brasil no setor de informática hoje é muito competitivo, e muitas multinacionais gostam de trabalhar com brasileiros desenvolvedores, pelo preço baixo (pois nossa moeda é desvalorizada), mas também pela maturidade da nossa indústria e o bom nível de inglês que os brasileiros tem quando comparados com os indianos, por exemplo.

Fico pensando se nossa reserva de mercado ajudou de alguma forma a fortalecer e amadurecer essa área.

A promessa:

"O surgimento da idéia de reservar o mercado brasileiro de computadores para os fabricantes de informática deu-se nos inícios dos anos setenta. Multinacionais como Burroughs, IBM, Olivetti, HP, etc. não mais poderiam fazer concorrência com as indústrias nacionais, o que possibilitaria o crescimento e fortalecimento dessas. Após algum tempo (até 1992, que aparentemente é o prazo de vigência da Lei de Informática), essas empresas já estariam em condições de concorrer com as multinacionais, e o mercado poderia então ser reaberto. Durante esse prazo, seria desenvolvido um know-how genuinamente nacional e o país se tornaria tecnologicamente independente na área de informática."

A realidade:

"Entretanto, com o passar dos anos, os consumidores foram percebendo que a tão sonhada independência tecnológica, se viesse, ainda iria demorar bastante, pois o que se via no mercado eram cópias dos microcomputadores fabricados nos EUA(2), algumas até fraudulentas(20). Além disso, havia ainda três agravantes:(38) qualidade bem inferior;(37) de três a dez vezes mais caros que os estrangeiros;(35) obsoletos, já havendo modelos mais recentes lançados no mercado internacional."

Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75901988000300012

Offline -Huxley-

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« Resposta #996 Online: 02 de Dezembro de 2017, 19:50:21 »
Quem diz que o Brasil no setor de informática foi/é muito competitivo tem que explicar onde foi/é que o consumidor brasileiro viu esse excesso de competitividade nos computadores brasileiros.
« Última modificação: 02 de Dezembro de 2017, 19:52:45 por -Huxley- »

Offline Lorentz

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« Resposta #997 Online: 02 de Dezembro de 2017, 22:03:09 »
Quem diz que o Brasil no setor de informática foi/é muito competitivo tem que explicar onde foi/é que o consumidor brasileiro viu esse excesso de competitividade nos computadores brasileiros.

O que eu disse era somente no setor de software. Dizem que justamente por termos muita burocracia e pouca tecnologia de hardware, o setor de desenvolvimento de software cresceu mais. Ouvi dizer os sistemas bancários do Brasil eram mais avançados que os demais por causa disso.

Se é verdade eu não sei.
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Offline Arcanjo Lúcifer

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« Resposta #998 Online: 02 de Dezembro de 2017, 22:50:26 »

Quantas empresas de telefonia e internet nós temos concorrendo entre si e quantas existem nos Estados Unidos?

Quantas empreiteiras nós temos no Brasil participando de licitações públicas e quantas empresas concorrem lá?



Vou estimar que o número de vezes a mais de empresas  deve ser semelhante ao  número  de  vezes a mais da renda per capita.   





Não será o contrário? As pessoas tem renda maior por pagar menos impostos e ter produtos e serviços mais baratos por causa da concorrência?

Ou será que um Honda Civic tb é carro de rico nos Estados Unidos?

Será que uma obra pública custaria cinco a dez vezes mais cara que o orçamento original na Gringolândia?

Não,  colega.

A renda maior está ligada a geração de empregos e disputa por mão de obra capacitada, quem quer empregados capacitados é obrigado a pagar salários maiores, para pagar salários maiores a empresa tem que ser eficiente para poder concorrer no mercado.

Uma coisa se relaciona a outra, não se aumenta renda por decreto.
« Última modificação: 02 de Dezembro de 2017, 22:57:44 por Arcanjo Lúcifer »

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« Resposta #999 Online: 03 de Dezembro de 2017, 08:05:58 »
Quantas empresas de telefonia e internet nós temos concorrendo entre si e quantas existem nos Estados Unidos?
Quantas empreiteiras nós temos no Brasil participando de licitações públicas e quantas empresas concorrem lá?
Vou estimar que o número de vezes a mais de empresas  deve ser semelhante ao  número  de  vezes a mais da renda per capita.   

Não será o contrário? As pessoas tem renda maior por pagar menos impostos e ter produtos e serviços mais baratos por causa da concorrência?



Eu não apresentei alguma proposição sobre alguma possível relação de causa e efeito.  Eu apenas estimei que o número de empresas  a mais (do que no Brasil)  deve ser semelhante ao número de vezes a mais da renda per capita (do que no Brasil).

« Última modificação: 03 de Dezembro de 2017, 09:21:56 por JJ »

 

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