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Laicismo, Política e Economia / Re:PRIVATIZAÇÕES...boas ou más ?
« Última Mensagem: por -Huxley- Online Hoje às 23:18:52 »
A crença "Não privatizar o BNDES contribui para manter o Brasil no atraso" é verdadeira, mesmo que ninguém, em algum momento, acreditasse nela. A verdade não depende das crenças dos indivíduos.
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Origens e Evolução / Re:Exemplos de mutações benéficas.
« Última Mensagem: por Euler1707 Online Hoje às 23:16:32 »

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Comparando a construção de conhecimento dos primeiros citados, em comparação com a da biologia histórica,  dá para ver a enorme distância  entre  eles, e a fragilidade das construções de (supostas) relações causais na biologia histórica.
Pelo menos você teve o cuidado de especificar o seu espantalho à biologia histórica, caso contrário, a sua afirmação de que não há uma análise estatística rigorosa à biologia teria como contraexemplo centenas de artigos como esse.



Pois,  foi justamente pensando eu uma área relacionada à biologia (a farmacologia) que eu  lembrei das  grandes dificuldades para estabelecer relações causais entre fenômenos,  e  pude notar as enormes diferenças de fundamentação que tem entre esta (e várias outras áreas de estudo dentro da própria biologia ou não)  em relação à  biologia histórica (aliás biologia pré histórica) ou biologia de caráter histórico.
Não há diferença de fundamentação entre essas áreas; O que há é diferença de metodologia. A Paleontologia é uma ciência histórica que procura explicar as diferenças entre as espécies através da luz da evolução. Não faz nem sentido querer comparar-la à farmacologia.
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Origens e Evolução / Re:Exemplos de mutações benéficas.
« Última Mensagem: por Euler1707 Online Hoje às 23:11:01 »
A única pessoa que está fazendo um grande salto indutivo aqui é você, JJ:
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Bactérias sofrem alguns tipos de mudanças;

Logo, um suposto primata que ninguém sabe qual é (aqui me refiro ao  tal do suposto e desconhecido ancestral comum entre os chimpanzés e o suposto ancestral da espécie chamada de Australopitecus x , a qual supostamente deu origem a outros supostos ancestrais que supostamente originaram a espécie Homo sapiens sapiens), sofreu  várias supostas mudanças em seu código genético que ninguém sabe quais teriam sido (na verdade não tem a mínima ideia de quais poderiam ter sido).
No entanto, como as evidência fósseis e a genética nos mostram, houveram graduadas e lentas mutações ao longo do tempo para que o Australopitecus se "transformasse" em homo sapiens. O que você quer fazer aqui é pôr no mesmo nível as evidências que corroboram a teoria que explica a evolução humana com a falta de evidência da evolução de seres unicelulares para seres multicelulares.

Não há, JJ, nenhuma tentativa de "tentativas de estabelecer relações causais  entre fósseis" que não sejam baseadas numa análise de semelhança taxonômica e de datação de carbono, e só haveria um grande salto indutivo se alguém afirmasse que um certo animal A, que fora encontrado numa certa região onde havia uma grande predominância de animais B que foram extintos há cem mil anos antes do tempo que o animal A viveu, e que por um acaso, se assemelha em muito com o animal B, exceto por alguns detalhes, como comprimento das patas traseiras e caninos maiores, não tivesse parentesco com o animal B.

E o fato de haver pessoas que questionam se uma determinada afirmação é verdadeira ou não, não é relevante para o debate, ainda mais quando o assunto é paleontologia, onde é comum o questionamento não de que os seres-vivos têm um ancestral comum, mas se eles pertencem a um certo ramo da arvore biológica ou se pertence à outra, ou se eles são ancestrais diretos de outros seres-vivos ou não.
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Laicismo, Política e Economia / Re:PRIVATIZAÇÕES...boas ou más ?
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 22:52:00 »
Que insano. Todos nós entreguistas sempre defendemos a privatização ou extinção do BNDES.


Sempre ?  Em 1994  (ou antes) todos   vocês  "entreguistas"  já defendiam a privatização ou extinção do BNDES ?  Pode apresentar provas de que você já fazia isso em 1994 ou antes ?


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Papo Furado / Re:Tópico Coringa
« Última Mensagem: por Gigaview Online Hoje às 22:51:32 »
Acho que "vagabundo" não é o termo mais adequado nesse caso e a generalização é equivocada. Ela fez uma proposta clara de permuta de serviços que foi recusada de forma desnecessariamente truculenta.
Esse cara é um babacão. Já arranjou confusão até com brasileiros.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2016/02/25/interna_mundo,519346/brasileiros-travam-guerra-com-irlandes-apos-piada-sobre-erro-de-ingles.shtml

Babacão? O cara é um gênio que sabe lidar com esses esses vagabundos da era da comunicação digital. Desocupados que acham que podem se dar bem dizendo umas bobagens no iutubi e no faicebuque. Entende tudo de administração e marketing.
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Origens e Evolução / Re:Exemplos de mutações benéficas.
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 22:42:38 »

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Comparando a construção de conhecimento dos primeiros citados, em comparação com a da biologia histórica,  dá para ver a enorme distância  entre  eles, e a fragilidade das construções de (supostas) relações causais na biologia histórica.
Pelo menos você teve o cuidado de especificar o seu espantalho à biologia histórica, caso contrário, a sua afirmação de que não há uma análise estatística rigorosa à biologia teria como contraexemplo centenas de artigos como esse.



Pois,  foi justamente pensando eu uma área relacionada à biologia (a farmacologia) que eu  lembrei das  grandes dificuldades para estabelecer relações causais entre fenômenos,  e  pude notar as enormes diferenças de fundamentação que tem entre esta (e várias outras áreas de estudo dentro da própria biologia ou não)  em relação à  biologia histórica (aliás biologia pré histórica) ou biologia de caráter histórico.

 
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Origens e Evolução / Re:Exemplos de mutações benéficas.
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 22:20:32 »
Enquanto que em outras áreas ditas científicas são necessários vários testes experimentais e laboriosas coletas de dados, com posterior laboriosos tratamentos estatísticos desses dados, e a obtenção de resultados que atendam estritas regras estatísticas, para que se possa considerar a probabilidade de que haja real relação causal entre os fenômenos estudados,  na biologia histórica tal não é feito,  basicamente encontram-se alguns fósseis (muitas vezes bem incompletos) e baseados nas semelhanças e na datação de ter vindo antes no tempo declara-se que há relação causal entre eles (esse fóssil  "A" é parecido com esse fóssil "B" (tem tais e tais semelhanças), então concluímos que há relação causal entre eles).
Bullshit.
Você está querendo desqualificar um ramo da biologia por ela não aplicar análise estatística à uma área que estuda fenômenos de caráter históricos, como se fosse possível a aplicação de experimentos à esses eventos, ao mesmo tempo que ignora a mesma biologia que, dentre as ciências naturais, é a que é mais bem fundamentada em experimentos. Aliás, a TE se impôs através de experimentos, um cuidado que Darwin teve ao elaborar a TE.

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Comparando a construção de conhecimento dos primeiros citados, em comparação com a da biologia histórica,  dá para ver a enorme distância  entre  eles, e a fragilidade das construções de (supostas) relações causais na biologia histórica.
Pelo menos você teve o cuidado de especificar o seu espantalho à biologia histórica, caso contrário, a sua afirmação de que não há uma análise estatística rigorosa à biologia teria como contraexemplo centenas de artigos como esse.

Cabe à você agora, JJ, explicar como aplicar análise estatística a uma ciência historiográfica.



Não tem nada de espantalho.  O que eu afirmei é bem claro e verdadeiro.

O que afirmei foi originalmente uma resposta ao  exemplo  das modificações em bactérias lembradas pelo Pedro, apontando que seria necessário um enorme  salto indutivo e de imaginação para concluir  que  isto (de alguma forma) garantiria que haveria relações causais  entre  os fenômenos que usei como exemplo na resposta (ao post do Pedro).  Assim, o que eu fiz posteriormente foi  basicamente  apontar a existência de fragilidades nas tentativas de estabelecer relações causais  entre fósseis (ou os grupos a quais pertencem), que é basicamente uma  ideia  que estudiosos da área afirmam.  E  tais fragilidades não desaparecem pelo fato de haver alguns tipos de modificações atualmente observáveis em bactérias.


Há pessoas (não especialistas), que acreditam na evolução, mas nem desconfiam que existem essas fragilidades nas (tentativas) de estabelecer as relações causais entre tais  fenômenos, relações estas que são  acreditadas por esses não especialistas.



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Laicismo, Política e Economia / Re:PRIVATIZAÇÕES...boas ou más ?
« Última Mensagem: por Gauss Online Hoje às 22:07:05 »
Que insano. Todos nós entreguistas sempre defendemos a privatização ou extinção do BNDES.
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Origens e Evolução / Re:Exemplos de mutações benéficas.
« Última Mensagem: por Euler1707 Online Hoje às 21:58:20 »
Enquanto que em outras áreas ditas científicas são necessários vários testes experimentais e laboriosas coletas de dados, com posterior laboriosos tratamentos estatísticos desses dados, e a obtenção de resultados que atendam estritas regras estatísticas, para que se possa considerar a probabilidade de que haja real relação causal entre os fenômenos estudados,  na biologia histórica tal não é feito,  basicamente encontram-se alguns fósseis (muitas vezes bem incompletos) e baseados nas semelhanças e na datação de ter vindo antes no tempo declara-se que há relação causal entre eles (esse fóssil  "A" é parecido com esse fóssil "B" (tem tais e tais semelhanças), então concluímos que há relação causal entre eles).
Bullshit.
Você está querendo desqualificar um ramo da biologia por ela não aplicar análise estatística à uma área que estuda fenômenos de caráter históricos, como se fosse possível a aplicação de experimentos à esses eventos, ao mesmo tempo que ignora a mesma biologia que, dentre as ciências naturais, é a que é mais bem fundamentada em experimentos. Aliás, a TE se impôs através de experimentos, um cuidado que Darwin teve ao elaborar a TE.

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Comparando a construção de conhecimento dos primeiros citados, em comparação com a da biologia histórica,  dá para ver a enorme distância  entre  eles, e a fragilidade das construções de (supostas) relações causais na biologia histórica.
Pelo menos você teve o cuidado de especificar o seu espantalho à biologia histórica, caso contrário, a sua afirmação de que não há uma análise estatística rigorosa à biologia teria como contraexemplo centenas de artigos como esse.

Cabe à você agora, JJ, explicar como aplicar análise estatística a uma ciência historiográfica.
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Laicismo, Política e Economia / Re:PRIVATIZAÇÕES...boas ou más ?
« Última Mensagem: por -Huxley- Online Hoje às 21:51:23 »

Após as privatizações das telefônicas obviamente apareceram melhores resultados em termos de  preços e ofertas de linhas.  Mas,  tem essa questão do BNDES  que financiou a expansão das telefônicas com dinheiro público, e que não vi nenhum  defensor de privatizações  a ter citado e destacado.  O que é uma omissão conveniente para os apologistas das privatizações.

O Prof. Claudio Henrique destaca isso no vídeo ao invés de omitir.


Uma coisa é você não ver ou não lembrar. Outra coisa, totalmente diferente, é não ter existido essa condenação, que existiu inclusive neste tópico:

Um antigo artigo sobre o tema:

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Sobre as privatizações (Parte 1)
por Leandro Roque, quinta-feira, 18 de março de 2010

Em anos de eleição presidencial, um triste hábito acomete o Brasil: aparentemente, a inteligência nacional, cansada, resolve ir passear por outras bandas, e assuntos que teriam grandes dificuldades em ser levados a sério até mesmo por aborígenes, aqui adquirem um ar de imerecida respeitabilidade, e são debatidos a sério não só por partidos políticos, mas também por intelectuais em colunas de jornal e em mesas redondas.

Nas eleições de 2006, a moda era reestatizar a mineradora Vale (então chamada Vale do Rio Doce).  Mais ainda: foi proibida qualquer alusão à necessária desestatização da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.  A Eletrobrás, então, nem foi mencionada.  O candidato da "oposição" se viu forçado a sair vestindo camisetas de estatais a fim de confirmar sua inabalável fé no estado, numa das cenas mais patéticas da nossa história eleitoral.

(Em tempo: em 2007, último ano de calmaria econômica e de preços recordes do barril de petróleo, bem maiores que os de 2006, a Petrobras teve uma queda de 17% no lucro em relação a 2006.  Das dez principais empresas de petróleo do mundo, apenas quatro não apresentaram crescimento do lucro: Petrobras, Pemex (México), PDVSA (Venezuela) e Gazprom (Rússia), todas elas estatais)

Quase quatro anos depois, o barulho das passadas dos dinossauros já é ouvido com ainda mais intensidade.  O atraso da vez envolve a reativação da nada saudosa Telebrás, além da quase já confirmada criação da Febrasa, estatal de fertilizantes.

Os governistas podem dizer que a ameaça de reestatização da Vale foi apenas bravata eleitoreira, apenas um balão de ensaio que foi levantado sem maiores perspectivas, o mesmo sendo válido para a Telebrás.  Pode ser.  Mas sempre há outras intenções mais insidiosas.  O fato é que medidas desse tipo servem apenas para deslocar o fiel da balança cada vez mais para o campo estatizante, limitando cada vez mais a amplitude do debate aceitável, restringindo-o totalmente ao campo antimercado.  Se nas eleições de 1989 falava-se com naturalidade na privatização de várias estatais e na redução do estado, nas de hoje o candidato que não jurar de pé junto que não vai vender uma única ação ordinária de alguns desses mamutes irá raivosamente ganhar a pecha de privatista insano, estando automaticamente excluído dos "debates sérios".

Mas por que isso aconteceu?  Como as coisas regrediram a esse ponto?  De um lado, a explicação é fácil: privatizações causam pânico naqueles aspones que ganham salários astronômicos para não fazer... bem, para ser um aspone.  Como estão ali por indicação política, uma vez que estatais são notórios cabides de emprego, é óbvio que um enxugamento dos quadros, a busca por lucros e a exigência de eficiência — medidas básicas adotadas por qualquer empresa privada que queira sobreviver — representa um perigo imediato para a boa vida desses indivíduos, que nunca estiveram acostumados a qualquer tipo de pressão.  Para evitar essa tragédia, eles acionam seus sindicatos — outra categoria repleta de aspones —, organizações poderosas, temidas e de forte peso eleitoral.  Poucos têm a coragem de peitá-los.

Outra explicação, também fácil, envolve a falta de intimidade da população com assuntos econômicos.  O discurso nacionalista sobre "entrega das riquezas nacionais", "espoliação do patrimônio nacional", "o petróleo é nosso", "o minério é nosso", "a telefonia é nossa", "as filas de banco são nossas", tudo isso tem forte apelo popular sobre as massas mais despreparadas (nacionalismo e ignorância andam juntos).  Dizer que o petróleo é nosso e que sua desestatização nos privaria de um produto estratégico, essencial, barato e de qualidade, é algo extremamente fácil e eficaz, que não exige mais do que dez segundos de propaganda televisiva.  Porém, explicar que isso é mentira e que a desestatização e a livre concorrência — em qualquer setor — geram produtos de melhor qualidade e preços mais baixos é algo que exige mais didática, mais preparo e mais paciência.  E principalmente: exige uma platéia atenta e genuinamente interessada em aprender.  Temos isso em maioria democrática no país?  Pois é.

Porém, há também uma terceira explicação para o ressurgimento dessas ideias jurássicas, as quais incrivelmente têm uma boa penetração entre as massas mais cultas e que não necessariamente estão encasteladas em estatais ou trabalhando para o governo: o modelo de privatização adotado no Brasil foi péssimo — algo óbvio, aliás, pois o processo foi conduzido pelo estado.

O que foi privatizado

Antes, é preciso desmistificar algumas coisas.  O consenso (quase) geral é que o governo Fernando Henrique foi o que mais privatizou, o que mais tirou o estado da economia, o que mais desregulamentou, e patacoadas afins.  Mentira.  Qualquer análise básica e desapaixonada irá revelar que as privatizações feitas pelo governo federal no mandato do sociólogo foram ínfimas, embora tenham sido as de maior valor de venda.  Fernando Collor e até mesmo o ultranacionalista Itamar Franco privatizaram mais.  Confira:

Collor:

USIMINAS, CELMA (Cia. Eletromecânica), MAFER S.A., COSINOR (Cia. Siderúrgica do Nordeste), SBNP (Serviço de Navegação da Bacia do Prata), AFP (Aços Finos Piratini), Petroflex S.A., COPESUL (Cia. Petroquímica do Sul), CNA(Cia. Nacional de Álcalis), CST (Cia. Siderúrgica de Tubarão), FÓSFERTIL, GOIASFÉRTIL e Acesita.

Nota-se que as privatizações se concentraram no setor siderúrgico e petroquímico.

Itamar:

CSN, ULTRAFÉRTIL, COSIPA, AÇOMINAS, PQU (Petroquímica União), CARAÍBA (mineração), EMBRAER

Fernando Henrique:

ESCELSA (Espírito Santo Centrais Elétricas S.A.), Light (vendida para um consórcio no qual as estatais CEMIG e Électricité de France tinham participação majoritária), Companhia Vale do Rio Doce, Banco Meridional, Telebrás, GERASUL (Centrais Geradoras do Sul) e DATAMEC (Sistema de Processamento de Dados).

De todas essas privatizações, as melhores — no sentido de mais bem feitas — ocorreram nos governos Collor e Itamar, em que as siderúrgicas foram vendidas e o governo simplesmente se retirou da área, sem dar palpites nem impor regulamentações.  A privatização da EMBRAER foi quase toda correta, exceto pelo fato de ter havido recursos do BNDES. 

(...)
 





Especificamente o professor se referiu à recursos posteriores  emprestados pelo BNDES, para as teles, para que houvesse expansão na rede telefônica,  de modo que é diferente do que informado no texto acima,  que além de se referir à recursos para privatização da EMBRAER ,  e não para a sua expansão, além da  Embraer  não ser uma tele, ainda temos que o recurso não foi para expansão.  Há semelhanças entre as ideias, e por extensão poderíamos imaginar que haveria condenação para o uso de empréstimos do BNDES para a expansão das teles, mas não é exatamente a mesma coisa.

Isso torna ainda pior a queixa. Existe coisa mais clichê em um típico formador de opinião privatista do que a crítica do uso do BNDES para financiar empresas que poderiam fazer isso no sistema financeiro privado? Quando se fala em defesa da privatização do BNDES é quase impossível não ouvir esse argumento.

A diferenciação do uso do BNDES para privatização ou para expansão de empresas privatizadas não faz sentido algum do ponto de vista prático. Idem para o caso da privatização de uma gigante envolver uma tele ou não. Para o pagador de impostos sem acesso às regalias das oligarquias econômicas, já que há semelhanças estruturais em todos os casos, é tudo a mesma merda.
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