Autor Tópico: Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza  (Lida 1378 vezes)

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Offline Buckaroo Banzai

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Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Online: 15 de Junho de 2010, 22:55:19 »
http://peterstair.blogspot.com/2009/04/childhood-stress-and-diminished-working.html

Estresse durante a infância compromete a memória de trabalho, e com isso, a capacidade de aprendizado. Crianças pobres sofrem mais estresse do que crianças de classe média e mais ricas.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #1 Online: 27 de Novembro de 2012, 00:33:41 »
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Chilling Brain Scans Show the Impact of a Mother's Love on a Child's Brain Size
A shocking comparison of brain scans from two three-year-old children reveals new evidence of the remarkable impact a mother's love has on a child's brain development.

[...]



[...]

Read more at http://www.medicaldaily.com/articles/12936/20121029/chilling-brain-scans-show-impact-mothers-love.htm#oR3qmIERPBWSsIS7.99

 :(

As feministas matrifobicas provavelmente irao desdenhar isso como "ciencia patriarcal".

Offline MuaddibBR

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #2 Online: 27 de Novembro de 2012, 12:05:22 »
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Chilling Brain Scans Show the Impact of a Mother's Love on a Child's Brain Size
A shocking comparison of brain scans from two three-year-old children reveals new evidence of the remarkable impact a mother's love has on a child's brain development.

[...]



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 :(

As feministas matrifobicas provavelmente irao desdenhar isso como "ciencia patriarcal".

Eu ainda não li o artigo, mas será que esse "Mother´s Love" não englobaria amor de pai também ?
“Na profundidade do inconsciente humano existe uma necessidade penetrante de um universo lógico, que faça sentido. Mas o universo real está sempre um passo a frente da lógica.”

- de Citações do Muad’Dib, escrito pela Princesa Irulan

Offline LaraAS

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #3 Online: 27 de Novembro de 2012, 12:47:34 »

          Agora voltanto ao assunto do começo do tópico.
          O pior é que o politicamente correto de coisas como a lei DB da educação de 1997, com a, na prática aprovação automática, ser muito mais díficil suspender ou expulsar alunos, etc...só prejudica os mais pobres, pois o governo deixa as escolas particulares não aplicarem essas coisas e de qualquer modo, mesmo nas escolas públicas (para depois de beneficiar de cotas por exemplo) os alunos com pais que ganham mais, esses pais podem colocá-los em professores particulares complemantares, e fonoudiologos e psicologos particulares para compensar os lados ruins desse tipo de lei.
          No verdade, com essas leis estilo a LDB de educação de 1997, os alunos pobres mais comportados sofrem mais do que antes com as bagunças e desrespeitos dos alunos menos comporatados, inclusive contra eles mesmos, alunos comportados e não dá para dar uma atenção maior para a parte dos alunos pobres que vai melhor na escola.

Offline Barata Tenno

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #4 Online: 27 de Novembro de 2012, 13:08:09 »
No Japão e na Coreia existe aprovação automática e os aguaceiros não são expulsos. Não acho que esse seja o problema.
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Offline DDV

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #5 Online: 27 de Novembro de 2012, 13:57:25 »
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Chilling Brain Scans Show the Impact of a Mother's Love on a Child's Brain Size
A shocking comparison of brain scans from two three-year-old children reveals new evidence of the remarkable impact a mother's love has on a child's brain development.

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Por isso que o aborto deve ser legalizado. É melhor morto do que burro!

Não acredite em quem lhe disser que a verdade não existe.

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Offline Laura

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #6 Online: 27 de Novembro de 2012, 17:02:44 »
Eu ainda não li o artigo, mas será que esse "Mother´s Love" não englobaria amor de pai também ?
MuaddiBR, o artigo refere-se especificamente as mães. Há bastante tempo soube de uma pesquisa sobre a importância do envolvimento paterno no desenvolvimento de bebês, incluindo casos de bebês que tinham o pai como principal cuidador. Embora seja um consenso a forte ligação materna com os filhos, eles também respondem bem aos carinhos e cuidados paternos quando a mãe não está disponível (no caso de falecimento, por exemplo). As crianças cuidadas principalmente pelos pais demonstraram algumas características particulares, mas que não representam aspectos negativos:

Citação de: Kyle D. Pruett, Yale Child Study Center
At several intervals, beginning when the study children were from 2 to 22 months old, we assessed their development using the Yale Provence-Gesell Developmental Schedules. We last interviewed the children at the 10 year follow-up. After the first year, some interesting trends began to emerge:

l. These children raised primarily by men were active, vigorous, robust and thriving infants. They were also competent. The majority of infants functioned above expected norms on several categories, particularly adaptive-problem-solving and social adaptation.

2. Apart from the quantitatively scored aspects of these babies' performances, curious qualitative and stylistic characteristics emerged frequently. Most noticeably, these infants seemed especially comfortable with, and attracted to, stimulation from the external environment. They could quiet and regulate themselves, but their appetite for engaging the outer world and bringing it into their own was especially sharp.

http://www.zerotothree.org/child-development/early-development/how-men-and-children-affect.html

Logo, parece que não ter contato algum com a mãe, mas ter um pai zeloso é melhor do que ter contato com uma mãe extremamente negligente.

 

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #7 Online: 27 de Novembro de 2012, 17:31:58 »
Por isso que o aborto deve ser legalizado. É melhor morto do que burro!

Isso não pode ser justificativa para o aborto (ao menos para aqueles que pretendem ter critérios de justificativas razoáveis), mas é sem dúvida algo que pesa a favor a partir do momento em que a pessoa já não vê o aborto como algo imoral, que devesse ser proibido. Não tinha nem me dado conta disso, atualmente vinha achando que mudanças apenas "pró-contracepção" já seriam bastante satisfatórias, mas esse tipo de coisa realmente dá maior importância ao aborto em si.

E as conseqüências se estendem além de "burrice":

Citar
[...] They say that the child on the left with the larger brain will be more intelligent and will be more likely to develop the social ability to empathize with others compared to the child on the right.
On the other hand, the child with the smaller brain on the right will be more likely to become addicted to drugs, be involved in violent crimes, be unemployed and dependent on government benefits in the future.
Furthermore, the child with the shrunken brain is significantly more likely to develop mental and other serious health-related problems.

Read more at http://www.medicaldaily.com/articles/12936/20121029/chilling-brain-scans-show-impact-mothers-love.htm#VyG00k6CE081tFwl.99  [...]

Offline LaraAS

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #8 Online: 27 de Novembro de 2012, 18:06:06 »

          Bom, na verdade o cuidado com os filhos vem do sistema límbico do cérebro que não existem nos animais em que não há cuidado com a prole. Já em todos os animais em que há cuidado com a prole há a parte do sistema límbico relacionada a isso, parte que, que eu saiba é sim maior do que a do homem, mas que também existe no homem.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #9 Online: 27 de Novembro de 2012, 18:22:29 »

          Agora voltanto ao assunto do começo do tópico.
          O pior é que o politicamente correto de coisas como a lei DB da educação de 1997, com a, na prática aprovação automática, ser muito mais díficil suspender ou expulsar alunos, etc...só prejudica os mais pobres,

Não há relação entre suspensão e medidas de aprovação, nem mesmo expulsão na maior parte do tempo, acho. E a repetência se mostra pior do que progressão continuada justamente pela maior evasão escolar, não é "melhor" por isso. Os números podem parecer melhores, mas o são apenas porque você está selecionando apenas uma fração dos alunos, aqueles com os melhores resultados, enquanto que os piores convenientemente são descartados. Mas eles não deixam de existir, ainda estão na sociedade, e para a sociedade e para eles individualmente é melhor que continuem na escola e progridam, mesmo que estejam tendo um desempenho inferior à média (que não é composta de alunos que não sabem ler nem escrever), em vez de abandonarem os estudos completamente e terem menos oportunidades profissionais.

Para visualizar melhor a falácia basta imaginar, como através de evasão escolar/expulsão, se poderia ter apenas escolas onde todos alunos tiram praticamente apenas 10. Basta expulsar os alunos que tirarem o terceiro não-10 consecutivo ou o primeiro 5. Ou algum esquema qualquer. Os alunos remanescentes serão uma elite inigualável por qualquer outra escola, mas não significa que a eficácia da escola como instrumento de educação da população é melhor do que as escolas de "aprovação moleza" que aceitam notas 5, 6, 7 indefinidamente, e até abaixo disso desde que "recuperem" nos exames finais dentro de um prazo anual.

Evasão escolar/expulsão por notas baixas(!) é um interesse da escola antagônico a sua função, serve apenas para alcançar um falso "status" de produzir uma elite.


Isso não significa que não se deva ter considerações sobre separações de alunos de acordo com o desempenho e assimilação das matérias. Ou mesmo que não há nada a ser feito quanto alunos que chegam ao ginásio literalmente analfabetos. Esse tipo de situação pode perfeitamente ser aceita como um problema que precisa ser resolvido, mas é falso que a única "solução" é repetência clássica, ou mascarar os número na evasão dos mesmos.

Offline LaraAS

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #10 Online: 27 de Novembro de 2012, 19:01:23 »

          Agora voltanto ao assunto do começo do tópico.
          O pior é que o politicamente correto de coisas como a lei DB da educação de 1997, com a, na prática aprovação automática, ser muito mais díficil suspender ou expulsar alunos, etc...só prejudica os mais pobres,

Não há relação entre suspensão e medidas de aprovação, nem mesmo expulsão na maior parte do tempo, acho. E a repetência se mostra pior do que progressão continuada justamente pela maior evasão escolar, não é "melhor" por isso. Os números podem parecer melhores, mas o são apenas porque você está selecionando apenas uma fração dos alunos, aqueles com os melhores resultados, enquanto que os piores convenientemente são descartados. Mas eles não deixam de existir, ainda estão na sociedade, e para a sociedade e para eles individualmente é melhor que continuem na escola e progridam, mesmo que estejam tendo um desempenho inferior à média (que não é composta de alunos que não sabem ler nem escrever), em vez de abandonarem os estudos completamente e terem menos oportunidades profissionais.

Para visualizar melhor a falácia basta imaginar, como através de evasão escolar/expulsão, se poderia ter apenas escolas onde todos alunos tiram praticamente apenas 10. Basta expulsar os alunos que tirarem o terceiro não-10 consecutivo ou o primeiro 5. Ou algum esquema qualquer. Os alunos remanescentes serão uma elite inigualável por qualquer outra escola, mas não significa que a eficácia da escola como instrumento de educação da população é melhor do que as escolas de "aprovação moleza" que aceitam notas 5, 6, 7 indefinidamente, e até abaixo disso desde que "recuperem" nos exames finais dentro de um prazo anual.

Evasão escolar/expulsão por notas baixas(!) é um interesse da escola antagônico a sua função, serve apenas para alcançar um falso "status" de produzir uma elite.


Isso não significa que não se deva ter considerações sobre separações de alunos de acordo com o desempenho e assimilação das matérias. Ou mesmo que não há nada a ser feito quanto alunos que chegam ao ginásio literalmente analfabetos. Esse tipo de situação pode perfeitamente ser aceita como um problema que precisa ser resolvido, mas é falso que a única "solução" é repetência clássica, ou mascarar os número na evasão dos mesmos.


     Você fez uma caricatura, um espantalho. Não é reprovar os que tiram menos de 10. É reprovar os que tiram menos de 5, ou mesmo que se coloque o índice em menos de 3. É não ficar com ficções. Pois nesse caso, está se maquilando repetência. O Brasil não tem recursos para o estilo da chamada "progressão continuada", no Brasil isso é ficção. No máximo se poderia fazer um esquema como o do Objetivo de ensino básico, mas a chamada "progressão continuada" das escolas públicas do Brasil não é assim.
     Do jeito que é, é uma farsa que só prejudica à parte mais motivada dos alunos pobres.
     

Offline MuaddibBR

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #11 Online: 28 de Novembro de 2012, 13:27:10 »
Eu ainda não li o artigo, mas será que esse "Mother´s Love" não englobaria amor de pai também ?
MuaddiBR, o artigo refere-se especificamente as mães. Há bastante tempo soube de uma pesquisa sobre a importância do envolvimento paterno no desenvolvimento de bebês, incluindo casos de bebês que tinham o pai como principal cuidador. Embora seja um consenso a forte ligação materna com os filhos, eles também respondem bem aos carinhos e cuidados paternos quando a mãe não está disponível (no caso de falecimento, por exemplo). As crianças cuidadas principalmente pelos pais demonstraram algumas características particulares, mas que não representam aspectos negativos:

Citação de: Kyle D. Pruett, Yale Child Study Center
At several intervals, beginning when the study children were from 2 to 22 months old, we assessed their development using the Yale Provence-Gesell Developmental Schedules. We last interviewed the children at the 10 year follow-up. After the first year, some interesting trends began to emerge:

l. These children raised primarily by men were active, vigorous, robust and thriving infants. They were also competent. The majority of infants functioned above expected norms on several categories, particularly adaptive-problem-solving and social adaptation.

2. Apart from the quantitatively scored aspects of these babies' performances, curious qualitative and stylistic characteristics emerged frequently. Most noticeably, these infants seemed especially comfortable with, and attracted to, stimulation from the external environment. They could quiet and regulate themselves, but their appetite for engaging the outer world and bringing it into their own was especially sharp.

http://www.zerotothree.org/child-development/early-development/how-men-and-children-affect.html

Logo, parece que não ter contato algum com a mãe, mas ter um pai zeloso é melhor do que ter contato com uma mãe extremamente negligente.

Muito interessante, Laura. Obrigado! Essa tendência vai mais ou menos de encontro com o que eu imaginava, dentro do meu "achismo". Mas permanece uma questão : até que ponto essas características citadas como mais presentes em uma criação unicamente paterna (vigor, robustês, etc) tem origem biológica , ou até que ponto isso é uma questão de cultura ? É uma pergunta mais retórica mesmo e existem muitas variáveis a serem ponderadas e estudadas, mas eu sempre me perguntei como seria se um homem cuidasse sozinho de uma criança em uma sociedade mais igualitária . Tendo a achar que talvez as diferenças seriam bem menores do que essa pesquisa mostrou.
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #12 Online: 28 de Novembro de 2012, 13:41:02 »
Eu não vi nada a respeito das pesquisas sobre isso se referirem a um efeito específico da mãe em oposição ao pai como "cuidador", nem imagino como seria possível haver tanta diferença (o mais próximo que talvez pudesse começar a dar origem a uma diferença é a propensão aos bebês se focarem mais em rostos femininos (ou talvez de pessoas com cabelos longos?)). O que coloquei sobre feministas matrifóbicas era referente a implicação delas com a linguagem (no mínimo) associada à toda "teoria de apego", pela associação incidental de mulheres com o papel materno, e a possível sugestão disso como algo "natural e logo dever moral", e bem como a culpa recair principalmente sobre elas para qualquer coisa que se possa atribuir como decorrente de maus tratos ou negligência na infância.

Offline Laura

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #13 Online: 28 de Novembro de 2012, 14:48:21 »
Mas permanece uma questão : até que ponto essas características citadas como mais presentes em uma criação unicamente paterna (vigor, robustês, etc) tem origem biológica , ou até que ponto isso é uma questão de cultura ? É uma pergunta mais retórica mesmo e existem muitas variáveis a serem ponderadas e estudadas, mas eu sempre me perguntei como seria se um homem cuidasse sozinho de uma criança em uma sociedade mais igualitária . Tendo a achar que talvez as diferenças seriam bem menores do que essa pesquisa mostrou.

MuaddiBR, creio que exista muita especulação acerca dessa questão, até mesmo pela dificuldade em elaborar uma pesquisa bem feita e com uma amostragem considerável.

Fui criada apenas pelo meu pai e isso teve grande repercussão na minha formação. Mas é impossível saber quais características são fruto desse fato e quais existiriam independente de qualquer acontecimento.   



Offline Laura

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #15 Online: 28 de Novembro de 2012, 21:55:23 »

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #16 Online: 28 de Novembro de 2012, 22:09:18 »


Citar
Testosterone-Fueled Infantile Males Might Be a Product of Mom's Behavior
ScienceDaily (May 10, 2012) — By comparing the testosterone levels of five-month old pairs of twins, both identical and non-identical, University of Montreal researchers were able to establish that testosterone levels in infancy are not inherited genetically but rather determined by environmental factors.

[...]

"The study was not designed to specifically identify these environmental factors which could include a variety of environmental conditions, such as maternal diet, maternal smoking, breastfeeding and parent-child interactions."
"Because our study suggests that testosterone levels in infants are determined by the circumstances in which the child develops before and after birth, further studies will be needed to find out exactly what these influencing factors are and to what extent they change from birth to puberty," Tremblay said.

http://www.sciencedaily.com/releases/2012/05/120510095936.htm

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #17 Online: 29 de Novembro de 2012, 22:14:56 »
Mais coisas interessantes sobre a importância da presença de ambos os pais na formação das pessoas:

Citar
[...] Specifically, she found that “twenty-five percent of youths from divorced families in comparison to 10 percent from non-divorced families did have serious social, emotional, or psychological problems.” Other research suggests that the children of never-married single parents tend to do somewhat worse than children of divorced single parents.

Take two contemporary social problems: teenage pregnancy and the incarceration of young males. Research by Sara McLanahan at Princeton University suggests that boys are significantly more likely to end up in jail or prison by the time they turn 30 if they are raised by a single mother. Specifically, McLanahan and a colleague found that boys raised in a single-parent household were more than twice as likely to be incarcerated, compared with boys raised in an intact, married home, even after controlling for differences in parental income, education, race, and ethnicity. Research on young men suggests they are less likely to engage in delinquent or illegal behavior when they have the affection, attention, and monitoring of their own mother and father.

But daughters depend on dads as well. One study by Bruce Ellis of the University of Arizona found that about one-third of girls whose fathers left the home before they turned 6 ended up pregnant as teenagers, compared with just 5 percent of girls whose fathers were there throughout their childhood. This dramatic divide was narrowed a bit when Ellis controlled for parents’ socioeconomic background—but only by a few percentage points. The research on this topic suggests that girls raised by single mothers are less likely to be supervised, more likely to engage in early sex, and to end up pregnant compared with girls raised by their own married parents.

It’s true that poorer families are more likely to be headed by single mothers. But even factoring out class shows a clear difference. Research by the Economic Mobility Project at Pew suggests that children from intact families are also more likely to rise up the income ladder if they were raised in a low-income family, and less likely to fall into poverty if they were raised in a wealthy family. For instance, according to Pew’s analysis, 54 percent of today’s young adults who grew up in an intact two-parent home in the top-third of household income have remained in the top-third as adults, compared with just 37 percent of today’s young adults who grew up in a wealthy (top-third) but divorced family. [...]

http://www.slate.com/articles/double_x/doublex/2012/07/single_motherhood_worse_for_children_.single.html


Offline Buckaroo Banzai

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Re:Estresse durante a infância pode perpetuar o ciclo da pobreza
« Resposta #18 Online: 02 de Fevereiro de 2018, 20:26:27 »
<a href="https://www.youtube.com/v/vw0TkwjjpZU" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/vw0TkwjjpZU</a>

 

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