Autor Tópico: Deep Learning nos ensinará a lição de nossas vidas: trabalho é para as máquinas  (Lida 2953 vezes)

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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Deep Learning nos ensinará a lição de nossas vidas: trabalho é para as máquinas
« Resposta #50 Online: 31 de Julho de 2017, 12:00:58 »
Se a tecnologia evoluir a ponto de ser "máquinas que nos sustentam absolutamente", de fato haverá a questão de como manter as pessoas de alguma maneira produtivas, fazendo algo que se julgue ainda valioso, mesmo que não seja um valor comercial, [...]
 


Qual o sentido que você pensou para: “ manter as pessoas de alguma maneira produtivas” ?

Eu não sei em qual sentido você pensou quando escreveu tal frase,  mas, mesmo atualmente pessoas  podem fazer trabalhos  sem que o objetivo seja o de ganhar dinheiro, e que produzem alguma coisa.  E tais trabalhos  são  nomeados como passatempos, hobbies,  trabalhos voluntários, etc.




"A mente vazia é a oficina do diabo"

A necessidade de se sustentar deve ser o primeiro fator servindo de estímulo para a pessoa ser produtiva (inclundo não ser destrutiva), e já não é o suficiente para motivar a todos, mesmo não havendo sustento universal grátis.

Os estados cybercomunistas moto-perpetuóides precisarão criar uma escassez artificial do sustento, ou outras formas de punição e recompensa, a fim de recompensar as pessoas por atividades que se considere pró-sociais, mesmo que não literalmente sejam a produção do sustento.

De certa forma poderia criar a oportunidade para se ter apenas "mercados" justamente das coisas que se considera mais humanamente valiosas, mas que têm baixo valor de mercado, como filosofia.

Offline JJ

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Re:Deep Learning nos ensinará a lição de nossas vidas: trabalho é para as máquinas
« Resposta #51 Online: 08 de Janeiro de 2018, 09:11:26 »

BOEING PLANEJA VOO DE AVIÃO CIVIL AUTÔNOMO PARA 2019


Fabricante inicia estudo de viabilidade sobre aeronave com tripulação reduzida ou mesmo sem pilotos para voos comerciais


THIAGO VINHOLES — 9 DE JUNHO DE 2017


A Boeing planeja testar a tecnologia dos controles autônomos no jato 787 a partir de 2019 (Divulgação)


A Boeing planeja testar em voo uma aeronave civil de comando autônomo nos próximos dois anos, apontou Mike Sinnett, vice-presidente da divisão de aviões comerciais da empresa norte-americana, ao Aviation Week. Segundo o executivo, o objetivo é provar se aeronaves com tripulações reduzidas, um único piloto ou mesmo nenhum podem ser aproveitadas em voos com passageiros com os mesmos níveis de segurança e integridade de um avião tripulado.


O estudo, divulgado pela primeira vez, já está em andamento nos laboratórios da Boeing em Moses Lake, em Washington, com testes terrestres de uma aeronave modificada para operações autônomas de taxiamento e também com um simulador de voo adaptado.


Sinnet também confirmou que em 2018 serão iniciados os primeiros ensaios de voo controlados por inteligência artificial, utilizando dois monomotores Cessna Caravan adaptados. Já para o ano seguinte, a fabricante planeja levar o controle autônomo para o jato 787.


A iniciativa da Boeing surge em meio a uma série de empreendimentos sobre veículos autônomos terrestres, aéreos e marítimos. A própria fabricante já testou esse conceito em submarinos e pequenas aeronaves. A unidade da empresa responsável por esses trabalho tem até um nome sugestivo: “Phantom Works” (“Projetos Fastasmas”).


Outro nome conhecido da aviação envolvido nesse tipo de projeto é a DARPA, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos EUA. O grupo estuda o programa ALAS (Sistema de Cockpit Automatizado), uma espécie de robô programado para entender e manusear os comandos de uma aeronave. O sistema já foi testado com sucesso voo, atuando como um “co-piloto eletrônico”.


O co-piloto robô da DARPA pode ser instalado em diferentes aviões (Divulgação)


“Esta não é uma tentativa de tirar pilotos do cockpit. Esta é uma pesquisa para garantir que o sistema autônomo mantenha o mesmo nível de segurança e integridade que temos hoje “, diz Sinnett.


A principal motivação do projeto é a preocupação de que o crescimento anual de 4,8% no tráfego aéreo mundial ultrapassará a capacidade da infra-estrutura de treinamento atual para fornecer os cerca de 1,5 milhão de pilotos que serão necessários nos próximos 20 anos.


O vice-presidente da Boeing ainda comentou sobre a questão que pode tornar essa situação ainda mais crítica, no caso da mobilidade aérea urbana realmente avançar nesse mesmo período como é previsto.


“Será que teremos todos os pilotos disponíveis para operar todas essas aeronaves menores? Deve haver uma transição entre o aviador qualificado operando a aeronave de forma tática e um sistema que opera o veículo de forma autônoma. A questão é se podemos fazer isso com o mesmo nível de segurança e integridade que temos hoje”, contou Sinnett.


O executivo da Boeing diz que muitas das tecnologias individuais para permitir operações autônomas já existem, mas “não as arquiteturas gerais da infraestrutura da aviação”, diz ele. “Elas ainda não são suficientes para acomodar os níveis generalizados de operações autônomas nos mesmos níveis de segurança e integridade. Então, nosso trabalho é entender onde estão as lacunas e, em seguida, juntar planos de pesquisa que nos ajudem a preencher essas necessidades. É o que estamos fazendo agora “.


O estudo também está avaliando se o caminho para as operações autônomas pode ser abordado em uma série de etapas. Os passos possíveis podem incluir a redução do número de tripulações que atualmente voam em operações de maior alcance. “Outro passo ao longo do caminho pode ser passar de dois pilotos durante o voo cruzeiro para apenas um”, diz Sinnett.


Na visão da Boeing, os principais desafios tecnológicos para operações terrestres autônomas com aeronaves incluem as fases de taxiamento e decolagem. Já durante o voo, as principais tarefas são a otimização da viagem e planos de contingência. “Deverão ser tomadas decisões sobre as aeronaves que hoje são realizadas por humanos”, completou o executivo.


Veja mais: Robô co-piloto é testado com sucesso nos EUA


https://airway.uol.com.br/boeing-planeja-voo-de-aviao-civil-autonomo-para-2019/



Offline JJ

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Re:Deep Learning nos ensinará a lição de nossas vidas: trabalho é para as máquinas
« Resposta #52 Online: 08 de Janeiro de 2018, 18:18:05 »
Desde 2010:


Empresas querem avião sem co-piloto

Fabricantes de aviões, como a Embraer, estudam a substituição do segundo piloto dos aparelhos por computadores, para cortar custos


         
Gerald Traufetter, da Der Spiegel,

10 Setembro 2010 | 22h30

Caros demais, pesados demais e desnecessários: a fabricante brasileira de aviões Embraer tem baixa consideração pelos copilotos. Assim, a companhia pretende agora substituí-los por um computador.


Quando se trata dos sistemas encontrados em jatos de passageiros, raramente há apenas um deles. Por exemplo, há três indicadores de velocidade do ar e até cinco computadores de voo. Tem tudo a ver com redundância: se um dispositivo falhar, outro entra em ação.


O mesmo vale para pilotos. E, para que a comida estragada não coloque piloto e copiloto fora de ação ao mesmo tempo, existe uma regra básica na cabine: jamais escolha a mesma opção de cardápio. Mas, se as ideias de um punhado de engenheiros se tornarem realidade, a redundância na cabine poderá estar com os dias contados em breve - e os copilotos poderão desaparecer dentro de 10 a 15 anos.


Luiz Sérgio Chiessi, vice-presidente de inteligência do mercado de aviões da Embraer, a terceira maior fabricante mundial de aviões comerciais, diz: "Acreditamos que é tecnicamente possível." E o Flight International, o respeitado semanário aeroespacial britânico, concluiu que a Embraer é "a primeira fabricante a sair da toca sobre a questão de tripulações com um só piloto".


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Com isso, a Embraer está desafiando o último tabu remanescente na cabine. Agora que operadores de rádio, navegadores e engenheiros de voo tombaram, vítimas de medidas de redução de despesas, o braço direito do piloto também poderá desaparecer. Até agora, as companhias aéreas fizeram investigações apenas discretas sobre a possibilidade de ter cabines com um só piloto. Mesmo a Airbus, a fabricante europeia de aviões, estaria fazendo pesquisas sobre o assunto.


Custo menor.


Com tantas pressões para reduzir custos, as companhias são atraídas pela perspectiva de reduzir o número de empregados tão bem remunerados. De mais a mais, a rápida expansão do setor também ameaça provocar uma escassez de pilotos. Por exemplo, nos próximos 20 anos, a fabricante americana Boeing prevê que serão necessários 448 mil novos pilotos.


Pouco depois de a Embraer fazer seu bombástico anúncio, o Thales Group, um dos principais fabricantes mundiais de instrumentos de aviação, anunciou que também estuda a ideia de uma cabine com um único piloto. "Evidentemente, a resposta conveniente é: 'Esqueçam, isso jamais acontecerá", disse Joseph Huysseune, diretor de inovação para aviões comerciais da Thales ao Flight International. "Mas, olhando para um horizonte distante, temos ideias inteligentes nessa direção."


A companhia francesa está tocando um projeto chamado "Cockpit 3.0", que envolve automatizar os instrumentos de um avião o suficiente para permitir que um único piloto o comande.


Para muitos críticos, isso parece presunção. No entendimento deles, no futuro previsível, o estado da tecnologia não será capaz de proporcionar o grau necessário de credibilidade. "O avião teria de ser capaz de pousar sozinho se o único piloto na cabine ficar incapacitado", diz Dieter Reisinger, diretor da Associação Austríaca de Testes de Voo, baseada em Viena. Ou, então, o avião teria de saber como chegar ao próximo aeroporto sozinho, acrescenta Reisinger, ou os instrumentos poderiam ter de ser operados remotamente do solo, "como um aeromodelo".


Controle


Em função dessas cobranças, Embraer e Thales estão se concentrando numa arquitetura completamente nova do controle de tráfego aéreo atualmente em desenvolvimento nos EUA e na Europa. Ela inclui conexões de satélite de alto desempenho entre o avião e controladores de solo, além de uma determinação de posição extremamente precisa.

Hoje, os aviões já podem pousar automaticamente em pistas com a ajuda de feixes de luz como guia. Mas os pilotos ainda monitoram o processo todo. Numa situação de emergência - como quando ocorre um forte vento cruzado ou um outro avião bloqueando a pista - eles podem interferir e assumir o controle do avião a qualquer momento.


"Há milhares de situações que um ser humano pode controlar criativamente", diz Holger Duda, do Instituto de Sistemas de Voo em Braunschweig, parte do Centro Aeroespacial Alemão. Mas, para obter aprovação das autoridades de aviação, acrescenta, um fabricante teria de provar que os computadores tomariam as decisões acertadas em todas essas situações. E isso, acredita Duda, é "virtualmente impossível".


Mas é grande a tentação de reduzir pela metade a tripulação na cabine.Funcionários da Thales especulam que o processo poderia começar com aviões de carga, em vez dos grandes aviões de passageiros.


E a Embraer, por sua parte, está concentrada nos jatos executivos. Os menores desses - incluindo seus modelos Phenom 100 e 300 - já foram aprovados para apenas um piloto. A companhia já foi capaz de reduzir a carga de trabalho de um piloto nesses aviões, por exemplo, com a lista de verificação de procedimentos. "Se você pegar a lista de verificação de um avião convencional", diz Chiessi, da Embraer, "para cada 10 itens que encontrar, há apenas um ou dois no Phenom"./ TRADUÇÃO DE CELSO M. PACIORNIK


http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,empresas-querem-aviao-sem-co-piloto,34917e



Offline JJ

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Re:Deep Learning nos ensinará a lição de nossas vidas: trabalho é para as máquinas
« Resposta #53 Online: 09 de Janeiro de 2018, 10:09:46 »
De 2013:


8.05.2013 às 00h04 > Atualizado em 7.05.2013 às 22h24

Supermercado testa funcionar sem caixas e gera polêmica

Sistema pode baixar preços e reduzir espera em filas, mas cortará empregos


Rio -  Os preços nos supermercados podem ficar mais em conta com o uso de novo sistema nas lojas. Em fase de testes no Paraná, no Sul do país, os caixas automatizados que dispensam trabalho de operadores estão em alta e agradam empresários que pretendem gastar menos com mão de obra — situação que deve se refletir de maneira positiva no preço.


“Supermercados trabalham com margem de lucro que favorece a entrada de capital, assim, se os empresários gastam menos com funcionários, podem fazer com que os preços fiquem mais acessíveis para o consumidor”, explica Aylton Fornari, presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio (Asserj).

Ao longo deste ano, a novidade chegará a São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. Nesses caixas, o cliente registra cada produto pelo código de barras e em seguida o coloca na sacola, que fica apoiada sobre uma balança para verificar se o peso corresponde ao do item, para evitar furtos.


Câmeras também são usadas para reforçar a segurança. Sozinho, o próprio consumidor faz o pagamento com cartão de crédito ou débito.


Apesar do otimismo de empresários e de possível redução nos preços, caso a moda pegue no Brasil, o Sindicato dos Comerciários do Rio prevê desemprego entre os operadores. “Automação de sistemas é prejudicial para o trabalhador porque substitui a mão de obra humana”, argumenta Otton Roma, presidente do sindicato, ao defender a necessidade dos operadores nos caixas de supermercados.


Estados Unidos têm sistema


No Brasil, a estimativa é diminuir de 20% a 30% o tempo de espera no caixa. Além disso, no espaço de dois caixas comuns podem ser instalados quatro deste tipo.

Erika Depa, que há quatro anos mora nos Estados Unidos, aprova o sistema. “Aqui, eles estão em todo lugar e, nos mercados, posso pagar tudo e ir para casa sem a ajuda de ninguém. Assim, as filas praticamente não existem”, reforça.

A novidade é uma aposta do setor supermercadista para diminuir as filas. “O uso dos caixas não é determinado pela idade do cliente, mas pela pressa na hora de fazer as compras”, afirma Fernando Yamada, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Reportagem de Bruno Dutra e Pedro Carvalho, do iG São Paulo


http://odia.ig.com.br/portal/economia/supermercado-testa-funcionar-sem-caixas-e-gera-pol%C3%AAmica-1.579495




Offline JJ

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Re:Deep Learning nos ensinará a lição de nossas vidas: trabalho é para as máquinas
« Resposta #54 Online: 09 de Janeiro de 2018, 10:10:18 »
De 2015:

Rede de supermercados inaugura caixa inteligente em Belo Horizonte

Autoatendimento segue tendência das lojas no exterior, com registro e pagamento em cartões de até 15 produtos

LE Luciane Evans

postado em 25/07/2015 06:00 / atualizado em 25/07/2015 08:00

Andira Araújo testou inovação, levando só 1 minuto e 15 segundos na operação (foto: Rodrigo Clemente/EM/D.A Press)


Comum nos Estados Unidos e em países europeus, o modelo de caixa em que o próprio consumidor registra e paga seus produtos chegou a Belo Horizonte. A rede Supermercados BH instalou quatro caixas de autoatendimento para quem comprar até 15 produtos e pagar com cartões de crédito e débito ou o BH Mais, oferecido pela empresa. As máquinas estão instaladas na loja recém-inaugurada no centro de compras Center Minas, no Bairro União, na Região Nordeste de BH. Segundo a empresa, a novidade não substitui operadores de caixas nos demais caixas. O novo sistema tem proteção contra fraudes e, além de ler o código de barras dos produtos, é capaz de pesar alimentos. O custo do equipamento não foi divulgado, mas de acordo com o BH equivale a trêz vezes mais na comparação com os gastos com os caixas convencionais.

Disputando a atenção da clientela do Supermercados BH, no Center Minas, os quatro caixas, que recebem o nome de ‘self checkout’, na expressão inglesa, têm atraido curiosos e os consumidores já habituados aos sistemas digitais. “Muitos chegam a comemorar quando usam o serviço, uma vez que já o viram em outros países. Os jovens já nem usam os outros caixas, chegam e já pagam tudo direto aqui”, comenta o gerente da unidade, Erivelton Pulqueiro. Segundo ele, o maior ganho do cliente é a agilidade, combinada à praticidade do sistema.

A empresária Andiara Araújo usou o caixa inteligente ontem pela primeira vez e pagou suas compras em 1 minuto e 15 segundos. “Muitas vezes você vai a um supemercado para uma compra rápida e básica e acaba enfrentando uma fila enorme. Eu mesma, uma vez, desisti das compras por causa da espera no atendimento. Com o self checkout é tudo muito rápido e simples de fazer”, avaliou. O hipermercado disponibiliza uma funcionária para ajudar os clientes com dificuldades de operar o equipamento.Continua depois da publicidade



O modelo funciona assim: o cliente clica na tela do caixa automático e já começa a passar o código de barras dos produtos em um leitor tridimensional. À medida que o produto vai sendo registrado, o consumidor precisa colocá-lo dentro da sacola, que fica presa a um suporte ao lado da máquina e que funciona como balança. “Nisso o sistema é inteligente. Ele só da continuidade ao registro dos produtos caso eles forem colocados na sacola. Assim, a máquina confere se o peso da mercadoria corresponde ao produto que foi registrado”, explica o gerente da loja. Dessa forma, se uma pessoa registrar uma lata de cerveja, mas puser na sacola um desodorante, o sistema sofrerá travamento.


https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/07/25/internas_economia,672067/rede-de-supermercados-inaugura-caixa-inteligente-em-belo-horizonte.shtml



Offline Jack Carver

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Re:Deep Learning nos ensinará a lição de nossas vidas: trabalho é para as máquinas
« Resposta #55 Online: 12 de Junho de 2018, 20:46:43 »
<a href="https://www.youtube.com/v/0kFL3d18Tv0" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/0kFL3d18Tv0</a>
 :ok:
O Brasil é um país de sabotadores profissionais.

“Dêem-me controle sobre o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz as suas leis. - Mayer Amschel Rothschild

Offline EuSouOqueSou

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Re:Deep Learning nos ensinará a lição de nossas vidas: trabalho é para as máquinas
« Resposta #56 Online: 16 de Junho de 2018, 09:51:17 »
<a href="https://www.youtube.com/v/0kFL3d18Tv0" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/0kFL3d18Tv0</a>
 :ok:

 :demente:
Qualquer sistema de pensamento pode ser racional, pois basta que as suas conclusões não contrariem as suas premissas.

Mas isto não significa que este sistema de pensamento tenha correspondência com a realidade objetiva, sendo este o motivo pelo qual o conhecimento científico ser reconhecido como a única forma do homem estudar, explicar e compreender a Natureza.

Offline EuSouOqueSou

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Re:Deep Learning nos ensinará a lição de nossas vidas: trabalho é para as máquinas
« Resposta #57 Online: 16 de Junho de 2018, 09:55:37 »
IA modelada para navegação espacial desenvolve representação similar a grade de células em mamíferos usadas para a mesma função.

Citar

AI mimics brain codes for navigation

An artificial-intelligence technique called deep learning has now been used to model spatial navigation. The system develops a representation of space similar to that of the grid cells found in the mammalian brain.
https://www.nature.com/articles/d41586-018-04992-7?utm_source=fbk_nr&utm_medium=social&utm_campaign=NNPnature
Qualquer sistema de pensamento pode ser racional, pois basta que as suas conclusões não contrariem as suas premissas.

Mas isto não significa que este sistema de pensamento tenha correspondência com a realidade objetiva, sendo este o motivo pelo qual o conhecimento científico ser reconhecido como a única forma do homem estudar, explicar e compreender a Natureza.

 

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