Enquete

Qual das promessas de campanha abaixo você acha mais provável que seja cumprida por Trump?

Deportação de cerca de 3 milhões de imigrantes ilegais
1 (4.3%)
Construção de um muro na fronteira com o México
2 (8.7%)
Revogação do acordo nuclear iraniano
1 (4.3%)
Extinção do Obamacare
10 (43.5%)
Revogação da assinatura do Acordo Climático de Paris
9 (39.1%)

Votos Totais: 22

enquete encerrada: 14 de Janeiro de 2017, 01:17:02

Autor Tópico: Governo Trump  (Lida 49697 vezes)

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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Governo Trump
« Resposta #1975 Online: 09 de Fevereiro de 2018, 17:49:30 »
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https://www.nbcnews.com/politics/elections/russians-penetrated-u-s-voter-systems-says-top-u-s-n845721

[...]

In an exclusive interview with NBC News, Jeanette Manfra, the head of cybersecurity at the Department of Homeland Security, said she couldn't talk about classified information publicly, but in 2016, "We saw a targeting of 21 states and an exceptionally small number of them were actually successfully penetrated."

[...]

Many of the states complained the federal government did not provide specific threat details, saying that information was classified and state officials did not have proper clearances. Manfra told us those clearances are now being processed

Other states that NBC contacted said they were still waiting for cybersecurity help from the federal government. Manfra said there was no waiting list and that DHS will get to everyone.

Some state officials had opposed Johnson's designation of electoral systems as critical infrastructure, viewing it a federal intrusion. Johnson said that any state officials who don't believe the federal government should be providing help are being "naïve" and "irresponsible to the people that [they're] supposed to serve."


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Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1976 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 15:48:42 »
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Que vergonha... disse:   
10 de Fevereiro de 2018 às 19:44

Nenhum jornal ou mídia esquerdista (quase todas no Brasil) publicou o discurso de Trump em Davos e como foi plaudido…
Aquilo sim é um discurso liberal de quem defende o seu país sem medo. cadê? mostrem…
Entre na conversa



Ora, não seja por isso:

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Discurso de Trump em Davos
Tradutores de Direita
Publicado em 2 de fev de 2018

No último dia 26 de janeiro, o presidente Donald Trump discursou diante da elite financeira global no Foro Econômico Mundial (FEM) em Davos, Suíça. Trump, que nunca havia sido convidado a Davos como empresário, foi o primeiro presidente americano a participar do evento desde Bill Clinton, no ano 2000.

A esquerda esperava uma reação adversa à presença do presidente que, segundo a narrativa, deveria ter sido marcada por vaias e protestos. Trump foi o presidente que retirou os EUA do Acordo de Paris, da Parceria Transpacífica, que exigiu mudanças no NAFTA; suas políticas e sua mensagem – “América em Primeiro Lugar” – estão em direta oposição aos interesses das elites globalistas que participam anualmente do evento. Não obstante, a recepção ao presidente foi das mais calorosas, para o espanto da elite progressista no mundo político e na imprensa americana.

Ao invés de ser rechaçado como um dinossauro obsoleto -- como é retratado pelos comentaristas políticos na mídia americana –, Trump foi ovacionado em Davos. Jornalistas da CNN, obamistas como Christiane Amanpour e Jim Acosta, pareciam não acreditar no que estava acontecendo: antes mesmo de a aeronave presidencial – o Air Force One – tocar o solo suíço, a Dow Jones subia 200 pontos e uma multidão composta pela “crème de la crème” de CEOS e bilionários já se aglutinava na expectativa de ver o presidente.

Ainda que, ideologicamente, muitos em Davos estejam mais para Emmanuel Macron do que para Donald Trump, os CEOS do FEM amam Trump por uma razão muito simples: as políticas do presidente estão em sincronia com a maneira como estas pessoas gerenciam suas empresas. Bilhões de dólares sendo repatriados, propostas de investimentos bilionários nos EUA para os próximos 5 anos, corporações subindo salários e distribuindo bônus aos seus empregados — estes são alguns dos fatores que refletem o clima de otimismo e o alto nível de confiança na economia americana que fizeram de Trump uma celebridade em Davos.

Durante o FEM, Trump avisou que os EUA não mais tolerarão as “práticas comerciais predatórias” de outros países – uma mensagem clara e direta à China –, deixou claro que “os EUA estão abertos para investimentos” e que “América em primeiro lugar não quer dizer América sozinha”. “Quando os EUA crescem, o mundo cresce” – afirmou o presidente – algo confirmado pelo mais recente relatório do FMI que atualizou o índice de crescimento econômico mundial e atribuiu seu aumento à reforma tributária de Trump1, aplaudida pelos participantes do FEM.

Davos confirmou algo observado desde que Trump ganhou a eleição presidencial em novembro de 2016: as expectativas do mercado não correspondem às da elite política em Washington e a de seus soldados militantes na imprensa, cuja maior esperança reside em uma falha monumental de Trump e, consequentemente, no fracasso da América. Em Davos, todos se demonstraram interessados em participar deste grande momento de expansão econômica nos EUA e desejosos em obter uma fatia do crescimento prometido pelo então candidato Trump — façanha realizada em apenas um ano de governo, apesar do ferrenho obstrucionismo de seus inimigos.

[#hsilver]

1 "IMF: Trump tax cuts will boost global economy." CNN Money, 22 de janeiro de 2017. Disponível em https://goo.gl/4g762A

Tradução: Yuri Mayal
Revisão: Rodrigo Carmo

TRADUTORES DE DIREITA
Webpage: http://TradutoresdeDireita.org
Facebook: http://facebook.com/tradutoresdedireita
Twitter: http://twitter.com/tradutores_br

Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=GZIhF1ptliU

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Re:Governo Trump
« Resposta #1977 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 15:48:59 »
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Sim, os recentes aumentos salariais dos americanos foram por causa dos cortes de impostos
Mas isso não irá durar caso os gastos do governo não sejam reduzidos

Mises.org

Desde que o governo Trump anunciou a redução da alíquota máxima do imposto de renda de pessoa jurídica, de 35% para 21% [no Brasil, a alíquota máxima chega a 34%], os assalariados americanos passaram a receber ótimas notícias.

Empresas como Wal-Mart, Apple, Bank of America e várias outras anunciaram amplas bonificações e substantivos aumentos salariais. Para muitas pessoas, os cortes de impostos parecem ter sido um claro exemplo de sucesso.

Entretanto, alguns comentaristas, mesmo libertários, como a doutora Veronique de Rugy, da Reason Magazine, estão dizendo que não é bem assim.

A doutora de Rugy alega que tais anúncios salariais não estão alinhados à teoria econômica. Segundo ela, leva algum tempo para que os salários sejam afetados por cortes de impostos. A fatia da receita que agora não mais será tributada tem de ser acumulada e investida em novos equipamentos e maquinários (bens de capital), os quais irão aumentar a produtividade do trabalhador e, consequentemente, seus salários.

De maneira bem direta, a doutora de Rugy está dizendo que os cortes de impostos (anunciados em dezembro de 2017) ainda não estão em vigor há tempo suficiente para serem apontados como diretamente responsáveis por estes anúncios de bonificações e aumentos salariais. Mais ainda: segundo ela, tais anúncios não passam de uma manobra de relações públicas.

No entanto, a realidade é que esses aumentos e bonificações estão perfeitamente em linha com aquilo que prevê a teoria econômica.

Como os salários são determinados

Os salários são equivalentes ao aumento esperado na receita que o trabalho de um indivíduo gera para a empresa. Ou, de maneira equivalente, o volume de receita a ser perdido caso esta mão-de-obra fique desempregada.

Por exemplo, imagine que um restaurante empregue 5 cozinheiros capazes de servir a um número C de clientes por dia, o que garante ao restaurante uma receita R.

E então um cozinheiro ganha na loteria, se aposenta, e vai morar nas Bahamas. Agora, o restaurante é capaz de atender a apenas C-L clientes, e consequentemente passa a ganhar apenas X de receita.

Claramente, o proprietário do restaurante estará disposto a pagar apenas a diferença entre R e X — um valor que será chamado S — para empregar um quinto cozinheiro. S é aquilo que os economistas chamam de 'receita marginal do produto'. E, graças à concorrência no mercado de trabalho, os salários tendem a este valor em um livre mercado, menos um desconto devido à preferência temporal.

Para ver como a tributação afeta os salários, imagine que, a cada vez que o dono do restaurante vai ao banco depositar seus ganhos, um ladrão armado rouba 35% da receita líquida da empresa. Desconsiderando momentaneamente o que o ladrão fará com o esbulho — se irá construir estradas ou financiar grupos de teatro —, o fato é que, no momento em que ocorre o assalto, o restaurante passa a ganhar menos dinheiro do que ganhava até então. Esse roubo imediatamente torna a empresa menos eficiente.

Pior: aquele dinheiro que poderia ser reinvestido no empreendimento — contratar mais trabalhadores, comprar mais máquinas e equipamentos, ou conceder aumentos salariais — se torna imediatamente menor.

Colocando de outra maneira: a receita que o restaurante pode manter para si próprio caiu, o que significa que a receita por empregado caiu. Isso, inevitavelmente, empurra os salários para baixo — mesmo considerando que, como vimos acima, em um livre mercado, a empresa estaria disposta a pagar mais para cada empregado.

Após algum tempo, um novo e mais "benevolente" ladrão substitui o ladrão anterior, e decide roubar apenas 21% da receita líquida do restaurante. Assim, parte do custo do crime foi reduzida, e isso terá o mesmo efeito que uma redução de qualquer outro custo. Embora os salários não irão retornar aos valores que estavam em vigor antes de os roubos terem começado, eles irão subir, pois o trabalho de cada empregado se tornou mais produtivo tão logo houve uma redução no roubo (a receita líquida gerada por cada empregado agora é maior).

Mais ainda: com a redução do roubo, as expectativas da empresa quanto às receitas futuras também irão aumentar, potencialmente levando a maiores salários.

Na estória acima, se você substituir a palavra 'roubo' por 'imposto', e 'restaurante' por 'empresas em geral', você perceberá claramente que o amento anunciado nos salários está totalmente em linha com uma análise econômica padrão. E com um adendo: se uma empresa não elevar os salários em resposta a este corte de impostos, suas concorrentes o farão e, com isso, cooptarão os melhores funcionários das empresas que não concederam o aumento salarial.

De resto, embora seja verdade que uma redução no imposto de renda de pessoa jurídica permitirá mais investimentos em bens de capital — o que também permitirá aumentos salariais no futuro, devido à maior produtividade dos trabalhadores —, tal fenômeno é distinto daquele que está ocorrendo já agora. Reduzir o fardo do governo sobre o setor privado possui benefícios tanto imediatos quanto de longo prazo para trabalhadores e capitalistas, e a reforma tributária do governo Trump é uma evidência disso.

Cortar impostos é ótimo, mas cortar gastos é essencial

No entanto, mais medidas serão necessários para que os benefícios desta reforma tributária sejam permanentes. Enquanto os cortes de impostos levarem a um aumento dos déficits orçamentários, os gastos do governo terão também de ser reduzidos. Caso contrário, no longo prazo, estes benefícios presentes serão revertidos.

Déficits orçamentários maiores significam que o governo irá se endividar ainda mais, e a consequência é que ele tomará mais crédito junto ao setor privado. E dado que o governo está tomando mais crédito, sobrará menos crédito disponível para financiar empreendimentos produtivos, o que afetará os salários futuros. Mais: também no futuro, para fazer frente a todo este aumento da dívida, impostos terão de ser aumentados novamente, o que também afetará os salários.

Retornando ao nosso exemplo, imagine que o ladrão não queira reduzir seus gastos mesmo estando agora roubando menos. Nesse caso, ele pode tentar convencer os financistas da comunidade a lhe emprestar dinheiro. E os financistas ficarão contentes em fazer isso, pois o ladrão pode claramente comprovar que possui uma ampla e extremamente confiável fonte de renda. Neste caso, o ladrão seria capaz de manter seus atuais níveis de gastos, mas à custa do crescimento do resto da economia. Cedo ou tarde, no entanto, a dívida do ladrão terá de ser quitada, e para que ele possa bancá-la sem reduzir seus gastos, sua única opção será voltar a roubar uma maior quantidade de dinheiro do restaurante.

Outra alternativa, embora menos provável, seria o ladrão simplesmente recorrer à falsificação de dinheiro (também chamada de inflação monetária). Nesse caso, os efeitos tangíveis serão similares aos do roubo explícito. Os preços dos bens e serviços irão aumentar de uma maneira tal que irá anular os aumentos salariais nominais. Pior: com a falsificação de dinheiro, riqueza real será transferida para o ladrão e para aqueles que primeiro receberem esse dinheiro recém-criado e puderem usá-lo para adquirir bens e serviços a preços que ainda não foram alterados.

Conclusão

A lição é clara. Se o Congresso americano e o governo Trump quiserem ver o bem-estar do povo americano aumentar de maneira permanente, os cortes de impostos deveriam ser seguidos de um corte de gastos.


Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1978 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 15:49:44 »
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Trump ultrapassa índice de aprovação de Obama
Por Francine Galbier -
14 de Fevereiro de 2018

EUA — Donald Trump, o atual presidente republicano dos Estados Unidos, ultrapassou o índice de aprovação do ex-presidente democrata Barack Obama.

O índice foi registrado pelo Rasmussen Reports e mostrou que, até o dia 5 de fevereiro, o Governo Trump tem 49% de aprovação. Enquanto Obama, em 2010, tinha 46% no mesmo período.

Um dia depois, no dia 6 de fevereiro, o índice de aprovação de Trump continuou em 49%, enquanto o de Obama, no mesmo momento durante o cargo, caiu para 44%.

O índice de aprovação de Trump teve um salto após uma semana dele ter proferido o seu primeiro discurso do Estado da União, quando descreveu as realizações do seu primeiro ano no cargo e sua visão para o futuro.

Durante o primeiro ano de trabalho do republicano, o desemprego nos Estados Unidos atingiu a sua menor taxa desde 2000. Já o mercado de ações registrou vários recordes seguidos. Enquanto a confiança do consumidor atingiu seu ponto mais alto em 17 anos.

Ainda, o crescimento do PIB (produto interno bruto) foi de 3%, uma marca considerada inalcançável por alguns economistas. E com a aprovação da lei de reforma tributária em dezembro de 2017, nesse ano e nos próximos o crescimento econômico deverá acelerar ainda mais.

As informações são do Rasmussen Reports.




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Trump’s approval rating tops Obama’s at same point in presidency

By Victor Morton - The Washington Times - Thursday, February 8, 2018

President Trump’s approval rating in one of the major daily tracking polls has improved significantly and is now higher than President Barack Obama’s on the same date of his first term.

The Rasmussen Reports daily survey released Thursday shows that Mr. Trump’s approval rating is at 48 percent, statistically tied with his disapproval rating of 50 percent.

Until late last week, his disapproval rate has been above 50 percent every day for 10 months. But Thursday marked the fifth consecutive day his approval rating was 48 percent or 49 percent, after sometimes dipping into the 30s.

And this week’s Rasmussen numbers even top Mr. Obama’s comparable figures.

On Feb. 8, 2010, Mr. Obama had a clear majority disapproving of his performance as president — 54 percent versus just 46 percent approval.

That disparity raised the eyebrows of Thomas Lifson at the conservative blog American Thinker.

“Given the overwhelmingly negative coverage President Trump has received (in the 90% negative range) and the overwhelmingly positive coverage President Obama enjoyed (remember the late night comedian who complained that there was nothing to joke about early in Obama’s presidency?), these approval polls reveal a public that has tuned out the mainstream media’s nattering against the president,” he wrote.




Offline EuSouOqueSou

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Re:Governo Trump
« Resposta #1980 Online: 02 de Março de 2018, 11:22:46 »
O Laranjao ataca novamente:

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Trump diz que EUA vão impor tarifas de 25% para aço e de 10% para alumínio
https://g1.globo.com/economia/noticia/trump-diz-que-eua-vao-impor-tarifas-de-25-para-aco-e-de-10-para-aluminio.ghtml

Citar
Trump afirma que 'guerras comerciais são boas e fáceis de ganhar'; China e Europa reagem
Pequim pediu contenção a Washington no uso de medidas protecionistas; Europa fala em "retaliação".
https://g1.globo.com/economia/noticia/trump-afirma-que-guerras-comerciais-sao-boas-e-faceis-de-ganhar-china-e-europa-reagem.ghtml
Qualquer sistema de pensamento pode ser racional, pois basta que as suas conclusões não contrariem as suas premissas.

Mas isto não significa que este sistema de pensamento tenha correspondência com a realidade objetiva, sendo este o motivo pelo qual o conhecimento científico ser reconhecido como a única forma do homem estudar, explicar e compreender a Natureza.

Offline Agnoscetico

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Re:Governo Trump
« Resposta #1981 Online: 02 de Março de 2018, 11:31:13 »

Como citaram acima sobre protecionismo, quero ver que liberal brasileiro ia ver isso com bons olhos: 

<a href="https://www.youtube.com/v/GqhX_k4idiY" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/GqhX_k4idiY</a>

Esse que já foi um anti-Obama e até elogiado por americanos conservadores por isso; hoje tá assim:

Vladimir Putin acusa EUA de iniciarem a corrida ao armamento

<a href="https://www.youtube.com/v/EtFEkWB-N98" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/EtFEkWB-N98</a>




Offline Geotecton

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Re:Governo Trump
« Resposta #1983 Online: 02 de Março de 2018, 11:40:01 »
[...]
Vladimir Putin acusa EUA de iniciarem a corrida ao armamento

<a href="https://www.youtube.com/v/EtFEkWB-N98" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/EtFEkWB-N98</a>

Só propaganda e desinformação.
Foto USGS

Offline JJ

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Re:Governo Trump
« Resposta #1984 Online: 02 de Março de 2018, 12:29:23 »


Se impor altas tarifas de importação é algo bom para a economia,  então o Brasil  fazia  (e faz )  as coisa certa  em relação ao comércio internacional  pelo menos desde a época do regime militar, ou até antes.






Offline JJ

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Re:Governo Trump
« Resposta #1985 Online: 02 de Março de 2018, 12:31:09 »
Trump diz:


Viva para o protecionismo comercial, e outro viva para os altos impostos de importação (e para outras barreiras não tarifárias).


E os fanboys do Trump falam:


Amém.

« Última modificação: 03 de Março de 2018, 23:23:03 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Trump
« Resposta #1986 Online: 02 de Março de 2018, 12:33:44 »

A esquerda no Brasil  sempre pregou que o livre comércio não prestava,  e agora pelo visto a direita resolveu reconhecer que a esquerda estava certa.

O próprio Trump concorda com a esquerda brasileira.


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Offline -Huxley-

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Re:Governo Trump
« Resposta #1987 Online: 02 de Março de 2018, 12:37:59 »
O Laranjao ataca novamente:

Citar
Trump diz que EUA vão impor tarifas de 25% para aço e de 10% para alumínio
https://g1.globo.com/economia/noticia/trump-diz-que-eua-vao-impor-tarifas-de-25-para-aco-e-de-10-para-aluminio.ghtml

Citar
Trump afirma que 'guerras comerciais são boas e fáceis de ganhar'; China e Europa reagem
Pequim pediu contenção a Washington no uso de medidas protecionistas; Europa fala em "retaliação".
https://g1.globo.com/economia/noticia/trump-afirma-que-guerras-comerciais-sao-boas-e-faceis-de-ganhar-china-e-europa-reagem.ghtml


O foco era a China. Trump e Bolsonaro. Cara de um focinho do outro. Nacionalismo coletivista e sinofobia. E o pior é que  vai sobrar para os brasileiros exportadores (o que afeta a nossa economia como um todo) e gente aqui no Brasil defendendo esse pulha com unhas e dentes.

Offline JJ

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Re:Governo Trump
« Resposta #1988 Online: 02 de Março de 2018, 12:43:50 »


Uma atitude realmente economicamente inteligente seria a  de  procurar descobrir  (caso ainda não saiba)  quais são as razões  para  os altos preço internos   (a falta de competitividade interna), e assim fazer as mudanças necessárias para atacar estes altos custos internos,  entretanto  parece que é bem mais  fácil (e mais populista)  tascar umas altas tarifas  de importação  (juntamente  com barreiras não tarifárias).



Offline JJ

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Re:Governo Trump
« Resposta #1989 Online: 02 de Março de 2018, 12:50:03 »

E assim os consumidores americanos  vão  ser privados de  comprar  certos produtos com preços mais competitivos,   e vão ter que arcar com a  ineficência interna de uma parte da economia. 


Os consumidores brasileiros já estão acostumados com  isso já faz muito tempo.  Agora é a vez dos americanos experimentarem um pouco de ineficência  e interferência estatal na economia.


 8-)
 

Offline Lorentz

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Re:Governo Trump
« Resposta #1990 Online: 02 de Março de 2018, 12:55:55 »

E assim os consumidores americanos  vão  ser privados de  comprar  certos produtos com preços mais competitivos,   e vão ter que arcar com a  ineficência interna de uma parte da economia. 


Os consumidores brasileiros já estão acostumados com  isso já faz muito tempo.  Agora é a vez dos americanos experimentarem um pouco de ineficência  e interferência estatal na economia.


 8-)
 

Acho que em certos setores a intervenção já existe faz tempo. Na agricultura por exemplo.
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Offline Fabrício

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Re:Governo Trump
« Resposta #1991 Online: 02 de Março de 2018, 13:11:26 »

E assim os consumidores americanos  vão  ser privados de  comprar  certos produtos com preços mais competitivos,   e vão ter que arcar com a  ineficência interna de uma parte da economia. 


Os consumidores brasileiros já estão acostumados com  isso já faz muito tempo.  Agora é a vez dos americanos experimentarem um pouco de ineficência  e interferência estatal na economia.


 8-)
 

Acho que em certos setores a intervenção já existe faz tempo. Na agricultura por exemplo.

Agricultura é tradicionalmente um dos setores mais protegidos no mundo todo. Existem justificativas como evitar o êxodo rural, desenvolver o interior, etc, mas sinceramente não sei até que ponto isso justifica os subsídios e proteção.



E assim os consumidores americanos  vão  ser privados de  comprar  certos produtos com preços mais competitivos,   e vão ter que arcar com a  ineficência interna de uma parte da economia. 


Os consumidores brasileiros já estão acostumados com  isso já faz muito tempo.  Agora é a vez dos americanos experimentarem um pouco de ineficência  e interferência estatal na economia.


 8-)
 

Pois é, eles estão aprendendo conosco.
"Deus prefere os ateus"

Offline Agnoscetico

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Re:Governo Trump
« Resposta #1992 Online: 02 de Março de 2018, 14:59:12 »


Se impor altas tarifas de importação é algo bom para a economia,  então o Brasil  fazia  (e faz )  as coisa certa  em relação ao comércio internacional  pelo menos desde a época do regime militar, ou até antes.

Mas isso seria estatismo-bolivarianista-comunista.


« Última modificação: 02 de Março de 2018, 15:02:40 por Agnoscetico »


Offline Gauss

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Re:Governo Trump
« Resposta #1994 Online: 03 de Março de 2018, 10:16:05 »
Os EUA estão apenas voltando a ser o que sempre foram em termos macroeconômicos. O período 'chicaguista' foi uma aberração histórica nas terras do Tio Sam.

É o Neomercantilismo do tio Trump.
“A matemática é a rainha das ciências.”
Carl Friedrich Gauss.

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Governo Trump
« Resposta #1995 Online: 03 de Março de 2018, 12:41:55 »

Trump diz:


Viva para o protecionismo comercial, e outro viva para os altos impostos de importação (e para outras barreiras não tarifárias).


E os famboys do Trump falam:


Amém.



Se o cara aumentar a tarifa de importação só vai conseguir aumentar preços de produtos fabricados com o aço que eles compram.




Offline Lorentz

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Re:Governo Trump
« Resposta #1996 Online: 03 de Março de 2018, 20:38:30 »

Trump diz:


Viva para o protecionismo comercial, e outro viva para os altos impostos de importação (e para outras barreiras não tarifárias).


E os famboys do Trump falam:


Amém.



Geralmente associam os direitistas do Brasil como fan-boys do Trump, mas olha só:

MBL criticando Trump comparando ele com Dilma:

Rodrigo Constantino criticando Trump, comparando ele com Bolsonaro:
http://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/artigos/trump-escorrega-novamente-na-visao-mercantilista-mesmo-erro-de-bolsonaro/
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Offline Gauss

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Re:Governo Trump
« Resposta #1997 Online: 06 de Março de 2018, 20:02:56 »
Principal conselheiro econômico de Trump renuncia por medidas anti-livre-mercado do presidente.
https://www.washingtonpost.com/news/business/wp/2018/03/06/gary-cohn-trumps-top-economic-adviser-resigns-amid-differences-on-trade-policy/?utm_term=.402112d6c1c4

Quem Trump vai chamar? O Paul Krugmann? É o nome certo.
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Offline JJ

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« Resposta #1998 Online: 09 de Março de 2018, 20:51:10 »
Principal conselheiro econômico de Trump renuncia por medidas anti-livre-mercado do presidente.
https://www.washingtonpost.com/news/business/wp/2018/03/06/gary-cohn-trumps-top-economic-adviser-resigns-amid-differences-on-trade-policy/?utm_term=.402112d6c1c4

Quem Trump vai chamar? O Paul Krugmann? É o nome certo.


Mais um indício de que  o  governo  dele  não é a maravilha que os fanboys  acham que seja. 

Um cara que diz que guerras comerciais são  boas e fáceis de ganhar não me parece  ter  o  bom senso necessário  para estar no posto  de comando da maior potência econômica do planeta.  E somando com outras notícias sobre bolhas e fragilidades na economia americana isto se torna ainda mais preocupante.


 :no:



Offline Muad'Dib

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Re:Governo Trump
« Resposta #1999 Online: 10 de Março de 2018, 06:51:54 »
Principal conselheiro econômico de Trump renuncia por medidas anti-livre-mercado do presidente.
https://www.washingtonpost.com/news/business/wp/2018/03/06/gary-cohn-trumps-top-economic-adviser-resigns-amid-differences-on-trade-policy/?utm_term=.402112d6c1c4

Quem Trump vai chamar? O Paul Krugmann? É o nome certo.

Lei de Poe?

O Krugman passa bem longe dos ideais da escola de Chicago. Pelo menos é essa a ideia que ele me passa no NYTimes. Eu o acho bem lúcido nas suas opiniões.

E o encontro Trump-Kim? Não tem outra solução para a situação, têm que haver conversas, mas não dá para tirar da cabeça que dois loucos vão representar dois países que são potências nucleares para acalmar os ânimos de uma potencial guerra. Um chamou o outro de dotard e o outro já chamou o um de little rocket man e já houve ameaças de destruição total.

Na melhor das hipóteses o Kim vai sair dessa com um certo reconhecimento da situação do país. Na pior os dois malucos transformam a sala em um hospício.

 

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