Autor Tópico: MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?  (Lida 1029 vezes)

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Offline O Babuíno de Madame Blavatsky

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MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Online: 14 de Março de 2018, 23:46:53 »
Andei fuçando tópicos bem antigos sobre ex-espíritas e ex-umbandistas, procurando por pessoas que testemunharam em primeira pessoa fenômenos estranhos como ouvir vozes, ver vultos, incorporações etc. Encontrei alguns que hoje se consideram céticos, ateus, etc. Então passou pela minha cabeça - ué, e se for apenas um fenômeno de estado alterado de percepção, transe, consciência, enfim, algo interno, será possível utilizar o mecanismo mediúnico de forma sistemática, metódica e experimental tendo resultados em vista? Por exemplo - muitos dizem que a psicografia não passa de uma escrita automática inconsciente. Ora, se for assim, é possível hipnotizar a mim mesmo e simplesmente usufruir deste dom? Escrever trocentos livros? Se sim, por que não fazê-lo? E se for possível se servir deliberadamente de estados alterados, clarividência, misticismo, entre outros? Podemos manipular tudo isso de forma criativa, pessoal, sem superstições?
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

SURSUM CORDA

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #1 Online: 15 de Março de 2018, 00:16:15 »
Não existe "mecanismo mediúnico" porque não existe mediunidade nem poderes mediúnicos ou paranormais.

A psicografia (automatic writing) sempre foi uma técnica de criatividade para escritores mas foi adotada e desvirtuada pelo charlatanismo espíritista e infelizmente ficou consagrada como "ferramenta" mediúnica. Nos EUA ainda é ensinada nas universidades como ferramenta para escritores, sem nenhuma conotação mística. Veja o link abaixo.

http://www.meldstudios.com.au/2015/03/10/automatic-writing-exercise-help-efficient-writer/

Citando outro exemplo, já postei aqui (use a ferramenta de busca) como fazer uma projeção astral passo a passo, da mesma forma que é ensinada pelos rosacruzes, projecionistas, espíritas, etc. A diferença é que os céticos não se iludem com bullshits e podem usufruir dos prazeres de um sonho lúcido.
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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #2 Online: 15 de Março de 2018, 00:34:02 »
Não existe "mecanismo mediúnico" porque não existe mediunidade nem poderes mediúnicos ou paranormais.

A psicografia (automatic writing) sempre foi uma técnica de criatividade para escritores mas foi adotada e desvirtuada pelo charlatanismo espíritista e infelizmente ficou consagrada como "ferramenta" mediúnica. Nos EUA ainda é ensinada nas universidades como ferramenta para escritores, sem nenhuma conotação mística. Veja o link abaixo.

http://www.meldstudios.com.au/2015/03/10/automatic-writing-exercise-help-efficient-writer/

Citando outro exemplo, já postei aqui (use a ferramenta de busca) como fazer uma projeção astral passo a passo, da mesma forma que é ensinada pelos rosacruzes, projecionistas, espíritas, etc. A diferença é que os céticos não se iludem com bullshits e podem usufruir dos prazeres de um sonho lúcido.
Se todas as faculdades psíquicas da mediunidade possuem causas exclusivamente naturais e interiores, será possível desenvolver e fazer um uso exclusivamente pragmático delas? Se não há nada de sobrenatural nessas experiências, isso tem que ser uma possibilidade. Se pessoas por aí incorporam exus, caboclos, etc, será que posso intencionalmente dividir minha personalidade ou incorporar um arquétipo superior em mim mesmo? Ou, por exemplo, se as pessoas podem escutar vozes e ver vultos, será possível desenvolver a mesma habilidade para, não sei, compor músicas dentro da mente ou idealizar e ver projetos diante de si? Se for apenas questão de transe e hipnose, soa uma possibilidade no mínimo interessante. Mas por que esse tipo de coisa tende a só se manifestar dentro de um grupo com crenças em comum, em êxtase coletivo?

¹obrigado pelo link
²também concordo hoje em dia que a projeção se trate de um fenômeno puramente mental - percebi que as pessoas que relatam sincronias e coincidências geralmente comungam de um mesmo paradigma de crenças que, de certa forma, molda a expectativa da experiência - se você passar anos lendo que vai encontrar as mesmas entidades nos mesmos planos que os outros que partilham da sua crença, será muito mais fácil induzir sincronias que exerçam um fator moldador da experiência e reforçador da crença do grupo
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SURSUM CORDA

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #3 Online: 15 de Março de 2018, 01:16:25 »
Não existe "mecanismo mediúnico" porque não existe mediunidade nem poderes mediúnicos ou paranormais.

A psicografia (automatic writing) sempre foi uma técnica de criatividade para escritores mas foi adotada e desvirtuada pelo charlatanismo espíritista e infelizmente ficou consagrada como "ferramenta" mediúnica. Nos EUA ainda é ensinada nas universidades como ferramenta para escritores, sem nenhuma conotação mística. Veja o link abaixo.

http://www.meldstudios.com.au/2015/03/10/automatic-writing-exercise-help-efficient-writer/

Citando outro exemplo, já postei aqui (use a ferramenta de busca) como fazer uma projeção astral passo a passo, da mesma forma que é ensinada pelos rosacruzes, projecionistas, espíritas, etc. A diferença é que os céticos não se iludem com bullshits e podem usufruir dos prazeres de um sonho lúcido.

Se todas as faculdades psíquicas da mediunidade possuem causas exclusivamente naturais e interiores, será possível desenvolver e fazer um uso exclusivamente pragmático delas? Se não há nada de sobrenatural nessas experiências, isso tem que ser uma possibilidade.

Não, porque não existem "faculdades psíquicas da mediunidade". Não existe telepatia, telecinesia, clarividência, comunicação com mortos, etc.

Citar
Se pessoas por aí incorporam exus, caboclos, etc, será que posso intencionalmente dividir minha personalidade ou incorporar um arquétipo superior em mim mesmo?

Sim. Atores fazem isso o tempo todo, muitos até se apegam à personalidade dos personagens. Evidentemente nos meios misticóides existem muitas pessoas desequilibradas com transtornos de personalidade que fazem o mesmo de forma doentia.

Citar
Ou, por exemplo, se as pessoas podem escutar vozes e ver vultos, será possível desenvolver a mesma habilidade para, não sei, compor músicas dentro da mente ou idealizar e ver projetos diante de si?

É possível desenvolver a criatividade e a visualização. Essas coisas podem acontecer naturalmente como resultado da dedicação, estudo e muito esforço. Beethoven não era médium mas "ouvia" suas composições apesar de surdo. O cientista James D. Watson, que apresentou a estrutura do código genético em 1953, "viu" forma de dupla hélice do DNA em um sonho.

Citar
Se for apenas questão de transe e hipnose, soa uma possibilidade no mínimo interessante. Mas por que esse tipo de coisa tende a só se manifestar dentro de um grupo com crenças em comum, em êxtase coletivo?

Histeria coletiva é uma explicação possível.
« Última modificação: 15 de Março de 2018, 01:36:35 por Gigaview »
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Offline Gorducho

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #4 Online: 15 de Março de 2018, 08:27:05 »
MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?

Sim, exatamente.
Temos propostas bem claras de como deveriam ser experimentos pra testar a alegação de existência de "mediunidade".
Mas, sem haver mediunidade experimental não há por que supor que tal coisa exista.
É a navalha do Guilherme...

Offline Gorducho

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #5 Online: 15 de Março de 2018, 08:38:38 »
Se todas as faculdades psíquicas da mediunidade possuem causas exclusivamente naturais e interiores
Na ausência de experimentos — conforme mesmo sugere a rubrica — não há por que se supor que hajam faculdades outras que mera fertilidade — aliás se ler os típicos textos espíritas, nem mesmo isso — imaginativa e, talvez, algum soninho (como se viu da hipnose).
Citar
Se for apenas questão de transe e hipnose, soa uma possibilidade no mínimo interessante. Mas por que esse tipo de coisa tende a só se manifestar dentro de um grupo com crenças em comum
Porque mesmo eventualmente estando sob sonolência, ninguém consegue conceber coisas que não integrem seu arcabouço cultural.
Ninguém conseguiu imaginar a priori os fatos quânticos, por exemplo.
O real se nos impõe. E por isso mesmo é que a "lógica" não serve de nada pra se descobrir a realidade.
Serve, claro, pra que consigamos organizar as ideias que dela temos DEPOIS que os fatos se nos foram impostos.
Como aqueles romanos na erupção: eles não imaginavam que "vulcões" existissem. Não tem "lógica" que leve a essa conclusão.
« Última modificação: 15 de Março de 2018, 08:41:34 por Gorducho »

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #6 Online: 15 de Março de 2018, 14:41:06 »
Não, porque não existem "faculdades psíquicas da mediunidade". Não existe telepatia, telecinesia, clarividência, comunicação com mortos, etc.
Se não existem, essas faculdades não podem estar fora do alcance de descrentes. Entretanto, por que os ex-espíritas não continuaram experimentando os mesmos fenômenos após se afastar da prática?
Histeria coletiva é uma explicação possível
De acordo com Durkheim "a totalidade das crenças e sentimentos comuns aos membros de uma sociedade forma um sistema com vida própria. Este pode ser denominado consciência coletiva". Por que a relação intrínseca da expectativa coletiva com esses fenômenos? Por que é tão mais difícil de produzi-los individualmente? E não entendo o sentido de achar que "histeria coletiva" responde isso. O que está por trás da "histeria"? No Ocultismo, acredita-se que quando indivíduos afins se reúnem com um mesmo propósito forma-se uma Egregora, isto é, uma comunhão de estados de consciência, que conduz o grupo a um só estado peculiar e alterado de percepção.
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #7 Online: 15 de Março de 2018, 14:42:45 »
Na ausência de experimentos — conforme mesmo sugere a rubrica — não há por que se supor que hajam faculdades outras que mera fertilidade — aliás se ler os típicos textos espíritas, nem mesmo isso — imaginativa e, talvez, algum soninho (como se viu da hipnose).
Você por acaso consegue manifestar clarividência e clariaudiência por conta própria, quando quiser? Se não consegue, conseguia quando era espírita? Se é uma faculdade da imaginação fértil, como diabos isso seria perdido só por se afastar do meio religioso?
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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #8 Online: 15 de Março de 2018, 15:18:29 »
Não, porque não existem "faculdades psíquicas da mediunidade". Não existe telepatia, telecinesia, clarividência, comunicação com mortos, etc.
Se não existem, essas faculdades não podem estar fora do alcance de descrentes. Entretanto, por que os ex-espíritas não continuaram experimentando os mesmos fenômenos após se afastar da prática?
Histeria coletiva é uma explicação possível
De acordo com Durkheim "a totalidade das crenças e sentimentos comuns aos membros de uma sociedade forma um sistema com vida própria. Este pode ser denominado consciência coletiva". Por que a relação intrínseca da expectativa coletiva com esses fenômenos? Por que é tão mais difícil de produzi-los individualmente? E não entendo o sentido de achar que "histeria coletiva" responde isso. O que está por trás da "histeria"? No Ocultismo, acredita-se que quando indivíduos afins se reúnem com um mesmo propósito forma-se uma Egregora, isto é, uma comunhão de estados de consciência, que conduz o grupo a um só estado peculiar e alterado de percepção.

Como algo que não existe pode estar ao alcance dos descrentes e ter sido experimentado por espíritas?

Essa conversa de "consciência coletiva", no terreiro, é histeria coletiva. Você já foi a um terreiro?
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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #9 Online: 15 de Março de 2018, 15:20:33 »
Na ausência de experimentos — conforme mesmo sugere a rubrica — não há por que se supor que hajam faculdades outras que mera fertilidade — aliás se ler os típicos textos espíritas, nem mesmo isso — imaginativa e, talvez, algum soninho (como se viu da hipnose).
Você por acaso consegue manifestar clarividência e clariaudiência por conta própria, quando quiser? Se não consegue, conseguia quando era espírita? Se é uma faculdade da imaginação fértil, como diabos isso seria perdido só por se afastar do meio religioso?

Isso é sério?
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Offline Sdelareza

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #10 Online: 15 de Março de 2018, 16:00:32 »
Já ouviram falar de James Randi? Esse ex-mágico convidou diversas personalidades com supostos poderes mediunicos
a se submeter ao seu método experimental.


Resultado: nenhum suposto paranormal consegui passar no teste. (E havia um prêmio de R$1 milhão para quem conseguisse
passar).

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #11 Online: 15 de Março de 2018, 16:19:40 »
Essa conversa de "consciência coletiva", no terreiro, é histeria coletiva. Você já foi a um terreiro?
Assisti a uma sessão de um centro de umbanda, mas não tenho opinião formada a respeito.
Isso é sério?
Quando encontrei os tópicos antigos aqui, os ex-espíritas e ex-umbandistas relatavam ter parado de escutar vozes, ver vultos e presenciar fenômenos estranhos depois de romperem com suas práticas religiosas. Se todas as experiências são puramente mentais, por que perderiam a capacidade de acessá-las só por se distanciar de um centro/terreiro/whatever? Quanto à clarividência (visão psíquica), clariaudiência (audição psíquica), etc - é simplesmente a capacidade da consciência de interpretar estímulos que não passam pelos sentidos físicos. Dentro do espiritismo, acaba assumindo todo um contexto (de que seja uma porta para o mundo espiritual, etc) mas, se não passa de imaginação fértil, minhas perguntas são três:

1- Por que essas faculdades estão predominantes nos praticantes dessas religiões, e não na população geral? E por que parecem ser fortalecidas pela própria prática religiosa?
2- O que impede o indivíduo comum, não-médium, de experimentar essas coisas? Por que ele não consegue?
3- Se for apenas transe e imaginação, é possível provocar todos os mesmos fenômenos com método?

Alguém daqui já ouviu falar em tulpa? Será possível "fabricar" um fantasma? Estaria isso por trás desses fenômenos todos? Tulpas coletivas, alimentadas por sistemas de crenças compartilhados...
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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #12 Online: 15 de Março de 2018, 16:45:59 »
1. De novo....não existem essas "faculdades". O que existe é a contextualização mística de algo natural (ou fraude) por isso são predominantes dentre os praticantes. A prática religiosa reforça a contextualização mas no momento que a pessoa se afasta do culto predomina a explicação natural.

2. Não consegue porque não existem essas coisas.

3. Novamente...não existem esses "fenômenos". Pare de sonhar.

4. Você pode fabricar o que você quiser com a sua imaginação. Os tulpas viraram moda como mais uma besteira misticóide e tenho notado que muita gente tem levado essa bobagem a sério a ponto de desenvolver comportamentos com características psicóticas e esquizofrênicas. Tulpas coletivos é bullshit.
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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #13 Online: 15 de Março de 2018, 16:58:13 »
Você não está separando a experiência em si da explicação que religiosos dão para a experiência. Uma coisa é o sujeito ali que, em primeira pessoa, tem as visões, presencia os fenômenos, etc. Outra coisa é a significação que estas mesmas experiências recebem dentro do contexto religioso. Se um sujeito te diz que escutou a um desencarnado por meio de clariaudiência, você pode duvidar que seja isso o que realmente tenha acontecido por trás do que ele experimentou, mas pode acreditar que, para ele, isso tenha acontecido, e que alguma experiência pessoal real ele vivenciou. Considero escrotíssimo quando pessoas aqui do fórum tratam de mediunidade e outros como charlatanice, picaretagem, etc. Não é. Você pode duvidar que seja o que eles pensam ser, mas não da experiência subjetiva em si. Ele realmente escutou algo, realmente sentiu algo. Se foi realmente um espírito ou o inconsciente, um sonho, a imaginação, etc, podemos questionar, mas acho uma injustiça atacar as próprias pessoas. Quanto a hipótese de estarem enganadas, não descarto de maneira alguma, só não as acuso como muitos ateus e materialistas fazem. E, se a experiência subjetiva em si pode acontecer (deixando de lado a significação religiosa), por que ela não é generalizada na população? Todos esses grupos, ao longo do Brasil todo, vendo coisas, escutando coisas, "incorporando" entidades... tudo pura e simplesmente por causa de expectativa? Por causa de transe? Como é isso? As pessoas se sentam ali, e, só por esperarem, a coisa acontece?
Famado, então mais uma opinião...

Eu era espírita e achava que entrava em contato com espíritos. Eu também ouvia vozes e ucas.
Testemunho do usuário Moro em um tópico antigo.
« Última modificação: 15 de Março de 2018, 19:03:50 por Saint-Martin »
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #14 Online: 15 de Março de 2018, 17:02:53 »
Tentei mandar mensagem para ele, pedindo para que contasse como isso era possível, mas parece que ele bloqueou a função de caixa de entrada. Me interessaria muito ouvir um materialista que tenha passado pessoalmente por uma experiência tão direta.
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

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Offline Sdelareza

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #15 Online: 15 de Março de 2018, 17:30:56 »
Que eu saiba nenhum médium até agora fez alguma contribuição útil de ponto de vista científica ou social.
Uma nova teoria ou resolver enigmas (por ex: quem foi que matou fulano).

Ou estaria errado?

Offline Gorducho

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #16 Online: 15 de Março de 2018, 18:04:50 »
Se não consegue, conseguia quando era espírita?
Não, eu e vovó não éramos supostos "médiuns".
Nos trabalhos-do-copo que faziam antes de eu nascer (ainda tinha o alfabeto em cartolina) a médium era titia (vê como falo bem o espirites  :?:). Mas titia já não morava conosco pois tinha casado e ido embora.
Titia quando vinha nos natais enxergava uma mulher semelhante a uma bruxa entre 2 frigidaires que tinha num corredor ~10m longo. Pra cruzar da sala pra cozinha tinha que atravessá-lo, e de noite eu fazia com receio.
Bons tempos aqueles... 
Mamãe  — a que foi evangelizadora dentro do oficialismo da FEB — seria médium psicografa. Psicografava aqueles textos-padrão que quem conhece o ramo sabe bem identificar.
Depois se flagrou que era imaginação fértil e se afastou.
Seguiu no entanto acreditando em Jesus "Cristo".
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se é uma faculdade da imaginação fértil, como diabos isso seria perdido só por se afastar do meio religioso?
Quem tenha imaginação fértil seguirá tendo, mas poderá direcioná-la pra outras criações.
« Última modificação: 15 de Março de 2018, 18:28:26 por Gorducho »

Offline Gigaview

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #17 Online: 15 de Março de 2018, 18:16:16 »
Você não está separando a experiência em si da explicação que religiosos dão para a experiência. Uma coisa é o sujeito ali que, em primeira pessoa, tem as visões, presencia os fenômenos, etc. Outra coisa é a significação que estas mesmas experiências recebem dentro do contexto religioso. Se um sujeito te diz que escutou a um desencarnado por meio de clariaudiência, você pode duvidar que seja isso o que realmente tenha acontecido por trás do que ele experimentou, mas pode acreditar que, para ele, isso tenha acontecido, e que por alguma experiência pessoal real ele vivenciou.

Ele pode ter escutado alguma coisa. Podia ter sido pareidolia auditiva, fraude fabricada por outros ou pode ser uma pessoa mentalmente confusa ou até um esquizofrênico dentre outras tantas possibilidades. Não estou negando a "experiência" de ter ouvido vozes, estou afirmando que é essa pessoa não possui o poder da clariaudiência e que não ouviu espíritos porque até o momento não temos evidências para contemplar isso como possibilidades reais.

Citar
Considero escrotíssimo quando pessoas aqui do fórum tratam de mediunidade e outros como charlatanice, picaretagem, etc. Não é.

Considero escrotíssimo quando aparece um crente neste fórum de céticos fazendo afirmações sem provas.

Citar
Você pode duvidar que seja o que eles pensam ser, mas não da experiência subjetiva em si. Ele realmente escutou algo, realmente sentiu algo. Se foi realmente um espírito ou o inconsciente, um sonho, a imaginação, etc, podemos questionar, mas acho uma injustiça atacar as próprias pessoas.

Já expliquei meu ponto de vista e parece que temos um ponto de concordância.

Ninguém atacou pessoa alguma.

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Quanto a hipótese de estarem enganadas, não descarto de maneira alguma, só não as acuso como muitos ateus e materialistas fazem. E, se a experiência subjetiva em si pode acontecer (deixando de lado a significação religiosa), por que ela não é generalizada na população? Todos esses grupos, ao longo do Brasil todo, vendo coisas, escutando coisas, "incorporando" entidades... tudo pura e simplesmente por causa de expectativa? Por causa de transe? Como é isso? As pessoas se sentam ali, e, só por esperarem, a coisa acontece?
Famado, então mais uma opinião...

Eu era espírita e achava que entrava em contato com espíritos. Eu também ouvia vozes e ucas.
Testemunho do usuário Moro em um tópico antigo.

Você já viu católico incorporar preto velho na hora da missa? Já viu espírita psicografar textos budistas? Já viu budista dizer que viu Nossa Senhora? Pois é, cada macaco no seu galho. Os "fenômenos" acontecem contextualizados na crença de cada um e não de forma generalizada na população do mesmo modo. Talvez você tenha necessidade de perceber como crente um panorama distorcido dessa realidade para alimentar as suas ilusões.
« Última modificação: 15 de Março de 2018, 18:19:04 por Gigaview »
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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #18 Online: 15 de Março de 2018, 19:08:30 »
Ele pode ter escutado alguma coisa. Podia ter sido pareidolia auditiva, fraude fabricada por outros ou pode ser uma pessoa mentalmente confusa ou até um esquizofrênico dentre outras tantas possibilidades. Não estou negando a "experiência" de ter ouvido vozes, estou afirmando que é essa pessoa não possui o poder da clariaudiência e que não ouviu espíritos porque até o momento não temos evidências para contemplar isso como possibilidades reais.
Certo.

Você já viu católico incorporar preto velho na hora da missa? Já viu espírita psicografar textos budistas? Já viu budista dizer que viu Nossa Senhora? Pois é, cada macaco no seu galho. Os "fenômenos" acontecem contextualizados na crença de cada um e não de forma generalizada na população do mesmo modo. Talvez você tenha necessidade de perceber como crente um panorama distorcido dessa realidade para alimentar as suas ilusões.
Então você acha que se eu inventar uma doutrina e práticas religiosas, as pessoas que acreditarem e seguirem vão começar a experienciar fenômenos e tudo o mais, do nada, só por crer?
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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #19 Online: 15 de Março de 2018, 19:35:59 »
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Você já viu católico incorporar preto velho na hora da missa? Já viu espírita psicografar textos budistas? Já viu budista dizer que viu Nossa Senhora? Pois é, cada macaco no seu galho. Os "fenômenos" acontecem contextualizados na crença de cada um e não de forma generalizada na população do mesmo modo. Talvez você tenha necessidade de perceber como crente um panorama distorcido dessa realidade para alimentar as suas ilusões.
Então você acha que se eu inventar uma doutrina e práticas religiosas, as pessoas que acreditarem e seguirem vão começar a experienciar fenômenos e tudo o mais, do nada, só por crer?

Sim...com certeza, mas você precisa ter o talento de uma Madame Blavatsky que fez as pessoas verem cartas de avatares materializadas caindo do teto.

Para mostrar que você está totalmente enganado, leia o estudo abaixo sobre os conteúdos das visões da ayahuasca, comparando as visões de indígenas, membros da igreja do Santo Daime e "bebedores independentes". Veja como os elementos das visões diferem, apesar de compartilharem certos elementos de conteúdo antropológico comum aos brasileiros, interessados em experiências místicas, etc. Isso mostra que as experiências místicas podem ser moldadas de acordo com o contexto.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-93132003000200004



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Offline Gorducho

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #20 Online: 16 de Março de 2018, 11:55:34 »
Não vão falar em línguas num templo ("centro") kardecista ou num terreiro de umbanda...
Cada arte tem sua própria estética — sua mise-en-scène.


Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #21 Online: 25 de Abril de 2018, 01:18:07 »
Não, porque não existem "faculdades psíquicas da mediunidade". Não existe telepatia, telecinesia, clarividência, comunicação com mortos, etc.

Como sabe? Como pode ter tanta certeza disso?

Offline Geotecton

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #22 Online: 25 de Abril de 2018, 09:02:15 »
Não, porque não existem "faculdades psíquicas da mediunidade". Não existe telepatia, telecinesia, clarividência, comunicação com mortos, etc.
Como sabe? Como pode ter tanta certeza disso?

Ele foi muito enfático.

Eu responderia de maneira mais simples e sólida: Não existem evidências científicas que tais "fenômenos" ocorram. Por outro lado, o que tem aos borbotões é wishfull thinking.
Foto USGS

Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #23 Online: 25 de Abril de 2018, 16:43:44 »
Não, porque não existem "faculdades psíquicas da mediunidade". Não existe telepatia, telecinesia, clarividência, comunicação com mortos, etc.
Como sabe? Como pode ter tanta certeza disso?

Ele foi muito enfático.

Eu responderia de maneira mais simples e sólida: Não existem evidências científicas que tais "fenômenos" ocorram. Por outro lado, o que tem aos borbotões é wishfull thinking.

Eu gostaria que ele me respondesse porque foi tão categórico em sua crença de que não existem tais prodígios.

Se a resposta for a mesma que a sua, Geotecton, de que carecem evidências científicas que comprovem tais ''fenômenos'', aí ele estaria cometendo um grave erro.

Alegar categoricamente que uma coisa não existe só porque não foi comprovada é se entregar em suas crenças céticas, senão vejamos:

Há anos que a humanidade fala e escreve sobre o amor. Mas o que é o amor? Temos comprovação de que ele é real, mesmo depois dos milhares de anos que as pessoas alegam tê-lo sentido? Seria alguém aqui capaz de provar que o amor é tão real quanto o ar que respiramos, a água que bebemos?

Mesmo assim, vocês, céticos, acreditam nessa coisa que ninguém jamais viu e nunca foi comprovada cientificamente, não é mesmo?
« Última modificação: 25 de Abril de 2018, 16:46:44 por Martinho Lutero »

Offline Geotecton

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #24 Online: 25 de Abril de 2018, 20:13:35 »
Não, porque não existem "faculdades psíquicas da mediunidade". Não existe telepatia, telecinesia, clarividência, comunicação com mortos, etc.
Como sabe? Como pode ter tanta certeza disso?

Ele foi muito enfático.

Eu responderia de maneira mais simples e sólida: Não existem evidências científicas que tais "fenômenos" ocorram. Por outro lado, o que tem aos borbotões é wishfull thinking.

Eu gostaria que ele me respondesse porque foi tão categórico em sua crença de que não existem tais prodígios.

Se a resposta for a mesma que a sua, Geotecton, de que carecem evidências científicas que comprovem tais ''fenômenos'', aí ele estaria cometendo um grave erro.

Alegar categoricamente que uma coisa não existe só porque não foi comprovada é se entregar em suas crenças céticas, senão vejamos:

Há anos que a humanidade fala e escreve sobre o amor. Mas o que é o amor? Temos comprovação de que ele é real, mesmo depois dos milhares de anos que as pessoas alegam tê-lo sentido? Seria alguém aqui capaz de provar que o amor é tão real quanto o ar que respiramos, a água que bebemos?

Mesmo assim, vocês, céticos, acreditam nessa coisa que ninguém jamais viu e nunca foi comprovada cientificamente, não é mesmo?

Amor é algo material per se ou é um dado sentimento que se manifesta por meio de reações físico-químicas, que alteram, por exemplo, o comportamento?
Foto USGS

 

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