Mensagens Recentes

Páginas: [1] 2 3 4 5 ... 10
1
Ceticismo / Re:João de Deus
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 11:39:50 »


O temor em Abadiânia

Brasil  11.12.18 11:23

O Estadão fez uma reportagem para dizer que se a casa onde o médium João de Deus atende for fechada, metade do comércio da cidade de Abadiânia (GO) também acaba.

O local recebe, em média, 10 mil pessoas por semana — 40% são estrangeiros. Não à toa os comerciantes aceitam euro e dólar.


Até a TAP


Leia no link:


https://www.oantagonista.com/brasil/o-temor-em-abadiania/?utm_source=OA&utm_medium=leiamais&utm_campaign=interna&utm_content=1

2
Religiões, Crenças e Mitos / Re:joao de deus
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 11:36:24 »


.
3
Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 11:18:31 »
Joice Hasselmann critica fala de Rosa Weber no TSE: ‘fora de tom’


Presidente do TSE diplomou Bolsonaro

Weber destacou respeito a minorias

 
Joice Hasselmann (PSL-SP) e o presidente eleito, Jair Bolsonaro, durante campanha para as eleições 2018 Reprodução/Twitter - 18.out.2018
PODER360
10.dez.2018 (segunda-feira) - 20h59
atualizado: 11.dez.2018 (terça-feira) - 7h04

A deputada federal eleita Joice Hasselmann (PSL-SP) criticou em seu Twitter o discurso da presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministra Rosa Weber, em defesa dos direitos humanos nesta 2ª feira (10.dez.2018) durante a diplomação do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e do vice-presidente, Hamilton Mourão.

Receba a newsletter do Poder360

todos os dias no seu e-mail


Para Joice Hasselmann, o discurso foi “desnecessário”. “Fora de tom e de propósito”, disse.


Diplomação de @jairbolsonaro. Nosso presidente, agora diplomado, fez um discurso simples, de união, é de agradecimentos. Já a ministra Rosa Weber nos submeteu a uma longa aula de direitos humanos fora de tom e de propósito. Desnecessário. Mas nada tirou o brilho do momento 🇧🇷 pic.twitter.com/cQ0WHyNyI8

— Joice Hasselmann (@joicehasselmann) 10 de dezembro de 2018


Restante veja no link:

https://www.poder360.com.br/congresso/joice-hasselmann-critica-fala-de-rosa-weber-no-tse-fora-de-tom/
4
Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 11:12:47 »


Falta um plano

Brasil  11.12.18 09:42

A equipe de Paulo Guedes está preocupada com a reforma da Previdência, porque Jair Bolsonaro ainda não tem um plano.

Um dos governistas disse para O Antagonista que, enquanto isso, eles vão tocando outras coisas importantes, como as privatizações via mercado de capitais.


https://www.oantagonista.com/brasil/falta-um-plano/
5
Janaína Paschoal: 'Chamei Putin de adolescente para ressaltar seu vigor'

Lula Marques/ AGPT
NOTÍCIAS


18:33 26.10.2016 (atualizado 18:40 26.10.2016) URL curta1891562


Em recentes postagens no Twitter, a advogada Janaína Paschoal demonstrou sua preocupação com as notícias de uma possível instalação de base militar da Rússia na Venezuela. E chamou Vladimir Putin de "imperialista".


Janaína Paschoal disse na rede social que a base russa na Venezuela pode representar sério risco de ataque ao Brasil, e postou o seguinte comentário sobre o presidente da Federação Russa: "Putin tem pouco mais de 60 anos, pode ser idoso, pela lei brasileira. Para fins políticos, é um adolescente. Imperialista, ninguém nega."

Diante destes comentários e de sua intensa repercussão, Sputnik Brasil entrevistou com exclusividade a Dra. Janaína Paschoal. Ela revelou as circunstâncias em que postou aqueles comentários, surpreendeu-se com a repercussão (até internacional) das postagens e esclareceu sua avaliação sobre o Presidente Putin, afirmando que não o chamou de "adolescente para desmerecê-lo, mas, sim, para valorizar o seu vigor". Sobre Putin, a advogada disse ainda que o considera um presidente muito forte e um dos mais importantes líderes mundiais.


Janaína Paschoal é advogada e professora de Direito Penal da Universidade de São Paulo (USP). Junto com os também professores de Direito Miguel Reale Jr. e Hélio Bicudo, ela formulou o processo de impeachment contra a Presidente Dilma Rousseff, recebido pelo então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em dezembro de 2015 e que culminou com a destituição de Dilma pelo Senado Federal em 31 de agosto.


A seguir, a entrevista exclusiva com a advogada.


Sputnik: O que levou a senhora a fazer essas postagens em torno da alegada instalação de uma base militar russa na Venezuela?


Janaína Paschoal: Essas manifestações vieram no bojo de um conjunto de manifestações onde eu demonstrava, e aqui reitero, minha preocupação com o que está acontecendo na Venezuela, onde temos um ditador, que é o caso do Maduro, que controla o Poder Judiciário completamente; temos pessoas presas não por terem cometido crimes, mas, sim, pura e simplesmente por divergirem do poder instituído; há uma oposição pequena, porém atuante, no Congresso, e eu vinha já há alguns dias me manifestando no sentido de sustentar a ideia de que o Brasil, como um país bastante significativo na América Latina, deveria ser um pouco mais firme ao apoiar a oposição na Venezuela. Este é o primeiro ponto que eu gostaria de destacar. O meu foco ali não era a Rússia, era a Venezuela. Na esteira desses dias em que eu trago essa preocupação com o deteriorar da situação na Venezuela, em várias fontes, em vários veículos, veio a notícia de que a Rússia instalaria uma base militar justamente na Venezuela, que eu considero um país ditatorial. Eu expressei ali minha preocupação com essa notícia, porque eu entendo que uma base militar em um país limítrofe com o Brasil, um país não democrático e num conflito como esse, deixa o nosso país, no caso o Brasil, mais vulnerável.


Defensores do presidente venezuelano Nicolas Maduro demonstram apoio ao líder nas ruas de Caracas em 25 de outubro de 2016
© AFP 2018 / RONALDO SCHEMIDT

Parlamento da Venezuela aprova início do julgamento político contra Maduro


S: Esta é a sua preocupação…

JP: Eu não tenho cargo político e nem poder político nenhum. Como cidadã brasileira, ficaria muito mais tranquila se houvesse uma declaração oficial do Governo russo no sentido de que essa base não vai ser instalada. Estou sendo muito sincera. Porque essa base nos deixa vulneráveis. Estamos falando de um país que está vivendo um intenso conflito e onde existe um líder que é um ditador, e todo esse teatro que Maduro está fazendo, procurando o Papa para dizer que quer o diálogo, ele a meu ver não é real, é um teatro, porque ele não dá um sinal para estabelecer esse necessário diálogo. O sinal que eu esperaria de Maduro seria libertar os presos políticos que hoje estão confinados em prisões subterrâneas na Venezuela.





Restante no link:



https://br.sputniknews.com/noticias/201610266648867-janaina-paschoal-putin-adolescente-vigor/
6

A Janaína deve estar mais preocupada após estas novas notícias, afinal de contas faz tempo que ela vem alertando:


O passo a passo da invasão russa ao Brasil segundo Janaína Paschoal, a musa do impeachment


https://www.sensacionalista.com.br/2016/10/25/o-passo-a-passo-da-invasao-russa-ao-brasil-segundo-janaina-paschoal-a-musa-do-impeachment/



7
Os americanos não vão tolerar a presença russa na região, a poucos metros de Cuba e do novo simpatizante mexicano.

Agora com Bolsonaro, acho que os EUA devem instalar uma base no Brasil, perto da fronteira, e criar tensão na região.

O Bolsonaro já deu sinais para uma parceria aeroespacial com os americanos em Alcântara.(*)

Por outro lado, os russos também não vão tolerar uma interferência no "governo democrático" da Venezuela e qualquer movimento mais brusco, incluindo o assassinato do ditador, certamente é pretexto para arrumar mais confusão.

Só para lembrar, os americanos já estão na Colombia, Panamá, Cuba e com um pé no Paraguai.



(*) Os americanos só topariam para enrolar os brasileiros.

Citar
Em 2011 o WikiLeaks revelou que o governo dos Estados Unidos quer impedir a criação de um programa de produção de foguetes espaciais brasileiros. Por isso as autoridades estadunidenses pressionam parceiros dos brasileiros nessa área (como a Ucrânia) para não transferir tecnologia do setor ao país. A restrição dos Estados Unidos está registrada em telegrama que o Departamento de Estado enviou à sua embaixada em Brasília, em janeiro de 2009, onde escreve: "Não apoiamos o programa nativo dos veículos de lançamento espacial do Brasil. ... Queremos lembrar às autoridades ucranianas que os EUA não se opõem ao estabelecimento de uma plataforma de lançamentos em Alcântara, contanto que tal atividade não resulte na transferência de tecnologias de foguetes ao Brasil" Os Estados Unidos também não permitem o lançamento de satélites norte-americanos (ou fabricados por outros países mas que contenham componentes estadunidenses) a partir do Centro de Lançamento de Alcântara, "devido à nossa política, de longa data, de não encorajar o programa de foguetes espaciais do Brasil", conforme outro documento confidencial divulgado.
wiki
8
Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 10:25:01 »


E o pessoal do Mises serão decepcionados pelo  Messias ?


O aquecimento global é uma fraude

À medida que os anos vão passando e os dados vão se acumulando, torna-se cada vez mais evidente que o aquecimento global é uma fraude.  A mudança climática é algo natural e permanente, mas a Terra não se aqueceu significantemente ao longo dos últimos trinta anos.  Tampouco houve algum efeito único e negativo, de qualquer tipo, que possa ser inequivocamente atribuído ao aquecimento global.

No presente momento, dados de satélite mostram que a temperatura média global é a mesma do ano de 1979.  A extensão do gelo marítimo global também segue imutável desde 1979.  Desde o final da última Era do Gelo, o nível do oceano já subiu mais de cem metros.  Mas nos últimos três anos, não houve qualquer aumento no nível do mar.  Se as calotas polares estão derretendo, por que o nível dos oceanos não está subindo?  Ademais, o aquecimento global supostamente deve aumentar a severidade e a freqüência das tempestades tropicais.  Mas a ocorrência de furacões e tufões está em níveis historicamente baixos.

Nos EUA, por exemplo, a cada ano morrem mais de quarenta mil pessoas em acidentes de trânsito.  Mas nem uma única pessoa já morreu em decorrência do aquecimento global.  O número de espécies já extintas por causa do aquecimento global é exatamente zero.  Tanto as calotas glaciais da Antártica quanto as da Groelândia permanecem estáveis.  A população de ursos polares está aumentando.  Não houve nenhum aumento na ocorrência de doenças infecciosas que possa ser atribuído à mudança climática.  Não estamos vivenciando mais enchentes, secas ou incêndios florestais.

O fato é que durante os últimos 11 anos, a Terra, ao contrário do que dizem, tem esfriado, e não esquentado — apesar do aumento das emissões de dióxido de carbono.  E embora a Terra esteja mais quente do que há cem anos, estamos falando de aproximadamente 0,7 graus Celsius.  As temperaturas ainda estão abaixo daquelas observadas durante o quente período medieval, e ainda muito menores do que aquelas ocorridas durantes vários outros períodos de temperaturas altas, como por exemplo durante a Idade do Bronze (antes da época do ferro, época da história do homem primata) — períodos durante os quais não havia emissões de carbono significativas (essencialmente não havia outras emissões que não o dióxido de carbono que naturalmente exalamos).

Em resumo, não há qualquer tipo de evidência de que estamos entrando em uma era de significativa alteração climática, e que essa alteração irá causar a deterioração do meio ambiente ou dos padrões de vida humano.

Mas por que as pessoas pensam que o planeta está se aquecendo?  Uma razão é que os dados de temperatura das estações meteorológicas parecem estar irremediavelmente contaminados por efeitos urbanos geradores de calor.  Uma inspeção das 1221 estações nos EUA, feita pelo meteorologista Anthony Watts e seus colegas, está hoje mais de 80% completa.  A magnitude do suposto aquecimento global durante os últimos 150 anos é de aproximadamente 0,7 °C.  Porém, o problema é que somente 9% das estações meteorológicas nos EUA podem apresentar erros de temperatura menores do que 1 °C.  Mais de dois terços dos sensores de temperatura utilizados para se estimar o aquecimento global estão localizados próximos a fontes artificiais de calor, como respiradouros de ar condicionado, concreto de asfalto e edifícios.  Essas fontes provavelmente introduzem erros artificiais maiores do que 2 °C nos históricos de temperatura.

Outra causa dessa histeria aquecimentista é a infiltração da ciência por fanáticos ideológicos que colocam a política acima da verdade.  No início de junho de 2009, a administração Obama soltou um relatório que concluía que o aquecimento global teria uma série de efeitos deletérios sobre os EUA.  Em 1995, um dos principais autores desse relatório disse a mim que teríamos de alterar o registro do histórico de temperaturas — mais precisamente, teríamos de "deletar" o Quente Período Medieval.

Esse relatório faz referências — seis vezes — ao trabalho de um cientista climático chamado Stephen H. Schneider.  Em 1989, Schneider disse à revista Discovery que "temos de criar e apresentar cenários, fazer declarações simplificadas e dramáticas, e não fazer menções a qualquer dúvida que possamos ter".  Schneider concluiu que "cada um de nós tem de se decidir entre ser efetivo e ser honesto".  Essa posição de Schneider não é atípica.  Em 2007, Mike Hulme, o diretor fundador do Tyndall Center for Climate Change Research, na Grã-Bretanha, disse ao jornal The Guardian que "cientistas e políticos devem trocar a verdade pela influência".

Ao mesmo tempo em que emitia um relatório que prostituía a ciência pela política, a administração Obama suprimia um relatório interno da EPA (Agência de Proteção Ambiental) que concluía haver "inconsistências fragorosas" entre os dados científicos e a hipótese de que as emissões de dióxido de carbono estavam alterando o clima.

Se tivéssemos alguma apreciação pela história, não seríamos enganados tão facilmente assim.  Tudo isso já aconteceu antes, embora em escala menor e numa época em que as pessoas tinham mais senso comum.  Em 19 de maio de 1912, o Washington Post propôs as seguintes perguntas: "O clima do mundo está mudando? Está ficando mais quente nas regiões polares?"  Em 2 de novembro de 1922, a Associated Press relatou que "o Oceano Ártico está se aquecendo, os icebergs estão se tornando mais escassos e, em alguns lugares, as focas estão achando as águas muito quentes".  Em 25 de fevereiro de 1923, o New York Times concluiu que "o Ártico aparentemente está se aquecendo".  Em 21 de dezembro de 1930, o Times notou que "as geleiras dos Alpes estão em completa retração".  Alguns meses mais tarde o Times concluiu que havia "uma mudança radical nas condições climáticas e uma tepidez até então inédita" na Groenlândia.  A única coisa que mudou no Times desde 1930 é que, atualmente, ninguém que trabalha ali é literato o suficiente para utilizar a palavra "tepidez".

Após o clima morno dos anos 1930 ter dado lugar a uma tendência de resfriamento que começou já nos anos 1940, a mídia começou a especular sobre a iminente chegada de uma nova Era do Gelo.  Já na década de 1970, o bicho-papão do resfriamento global estava a toda.  Este artigo da Revista Time é um bom exemplo.  Para não ficar pra trás, a Newsweek também entrou no clima (com o perdão do trocadilho).  O artigo alertava: "Os climatologistas estão pessimistas quanto à capacidade de os líderes políticos tomarem decisões efetivas que possam compensar a mudança climática, ou mesmo aliviar seus efeitos".  Quer mais exemplos?  Clique aqui.

Tanto naquela época quanto atualmente, tudo se baseava em ciência espúria.  Para ambos os casos, a solução era a mesma: controle estatal da economia.  O objetivo nunca se altera: gerenciamento governamental de toda a economia.

Já demos a volta completa e voltamos hoje ao ponto de partida, envoltos em um desanimador ciclo de reencarnada ignorância.  H. L. Mencken entendeu esse processo quando explicou que "todo o objetivo da política é manter o populacho alarmado por uma infindável série de espantalhos, a maioria deles imaginária."



https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=324



9
Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 10:20:34 »


Será que o Messias irá decepcionar o seu fã Nando ?


10
Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 10:19:34 »

A FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL - POLITICAGEM SE PASSANDO POR CIÊNCIA - NANDO MOURA ENTREVISTA RICARDO FELÍCIO

http://conspiratio3.blogspot.com/2017/07/a-farsa-do-aquecimento-global.html


Nando Moura x Ricardo Felício - Aquecimento Global.

Páginas: [1] 2 3 4 5 ... 10
Do NOT follow this link or you will be banned from the site!