Autor Tópico: Governo Temer/Pós Dilma  (Lida 63308 vezes)

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Offline Lorentz

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2725 Online: 01 de Dezembro de 2017, 21:37:03 »
e por que militares e políticos são exceção?

os políticos terão que trabalhar por 35 anos para ter acesso a aposentadoria. Hoje acho que basta cumprir um mandato.

Então a reforma é positiva neste aspecto. Os militares teriam sua aposentadoria tratada em outro projeto futuramente, pois tem algumas diferenças.
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Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2726 Online: 01 de Dezembro de 2017, 21:41:49 »
A maioria dos brasileiros tem acesso ao Google. A ignorância não é exatamente ignorância e sim malabarismo mental para acreditar nos mentirosos.

Ter acesso ao google é diferente de acessar o google e pesquisar sobre esse assunto.

Quem se mantém ignorante mesmo quando a necessidade impõe o contrário provavelmente desejará e se esforçará para acreditar nos discursos dos mentirosos. Isso já é o normal para quem já pesquisou o assunto e é contrário à mudança.

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2727 Online: 02 de Dezembro de 2017, 06:02:26 »
A maioria dos brasileiros tem acesso ao Google.


Acesso bom e suficiente ?  Eu duvido.  Mesmo que a maioria tenha telefones celulares tipo smartphone, ainda assim isto não significa que tenham  um bom e suficiente acesso.  Muita gente  não tem dinheiro para ficar  colocando crédito para ter acesso a internet.  E  ainda temos que considerar que  o acesso  via smartphone não provê a mesma facilidade para leitura (de páginas da internet) do que um desktop, ou notebook, ou netbook, ou tablet.



Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2728 Online: 02 de Dezembro de 2017, 06:10:05 »
Aqui uns números atuais sobre acesso a internet:


Relatório aponta Brasil como quarto país em número de usuários de internet

 
URL:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-10/relatorio-aponta-brasil-como-quarto-pais-em-numero-de-usuarios-de-internet

Versão para impressão

03/10/2017 21h38Brasília
Jonas Valente - Repórter da Agência Brasil
Consumidor critica limitação à internet


No Brasil, 59% da população está concetada, segundo relatórioArquivo/Agência Brasil
Um relatório sobre economia digital divulgado hoje (3) pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, na sigla em inglês) colocou o Brasil em quarto lugar no ranking mundial de usuários de internet. Com 120 milhões de pessoas conectadas, o Brasil fica atrás apenas dos Estados Unidos (242 milhões), Índia (333 milhões) e China (705 milhões). Depois do Brasil, aparecem Japão (118 milhões), Rússia (104 milhões), Nigéria (87 milhões), Alemanha (72 milhões), México (72 milhões) e Reino Unido (59 milhões).


No entanto, apesar do grande número de brasileiros conectados, se for considerado o total de usuários em relação à população, o desmpenho do Brasil é inferior. Segundo dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT), o país tem 59% de usuários conectados, percentual inferior ao do Reino Unido (94%), Japão (92%), Alemanha (90%), Estados Unidos (76%) e Rússia (76%). O México possui o mesmo índice do Brasil. China e Índia, países com mais de 1 bilhão de habitantes, ficam atrás juntamente com a Nigéria.


O relatório da UNCTAD avaliou também o ritmo de crescimento do acesso à internet nos últimos anos, considerando o período de 2012 a 2015. Segundo o estudo, o crescimento médio do país no período foi de 3,5%, atrás de Índia (4,5%), Japão (4,6%), Nigéria (4,9%) e México (5,9%). Países mais ricos - como Estados Unidos, China, Alemanha e Reino Unidos - apresentaram um ritmo ainda mais lento do que o Brasil. Contudo, essas nações já possuem taxas de penetração maiores, segundo apontam os dados da União Internacional de Telecomunicações.


Desigualdade


Mesmo com um grande contigente de brasileiros conectados, dados da pesquisa TIC Domicílios, do Núcleo de Informação e Comunicação do Comitê Gestor da Internet (CGI-Br), apontam que ainda há desigualdade no acesso à internet. De acordo com o levantamento, divulgado em setembro, o percentual de lares conectados é de 59% nos centros urbanos, contra 26% nas áreas rurais. No recorte regional, o índice é de 40% no Nordeste, contra 64% no Sudeste.


A disparidade também aparece quando observada a situação econômica. De acordo com a pesquisa do CGI-Br, a internet está em 29% das casas com famílias com renda de até um salário mínimo, contra um índice de 97% naquelas que ganham até 10 salários mínimos. Enquanto na classe A a penetração é de 98%, nas classes D e E ela fica em 23%.


Qualidade


Na avaliação da advogada Flávia Lefévre, representante do Instituto Proteste e integrante do Comitê Gestor da Internet, embora o Brasil tenha muitas pessoas conectadas, a velocidade ainda é ruim e o acesso muito baseado em telefones celulares, com planos pré-pagos e franquias baixas, que muitas vezes não duram até o fim do mês. “A gente tem muitas pessoas conectadas, mas a qualidade do acesso ainda é ruim. A velocidade de provimento é menor do que a média mundial. Muitas pessoas ainda dependem de franquias ou de usar o [rede] wi-fi. Apesar de sermos a nona economia do mundo, temos no geral uma internet de baixa qualidade, especialmente para os mais pobres”, destaca.


A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério das Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações para comentar o resultado das pesquisa, no entando não obteve retorno até a publicação desta matéria.


Edição: Amanda Cieglinski


http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-10/relatorio-aponta-brasil-como-quarto-pais-em-numero-de-usuarios-de-internet





Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2729 Online: 02 de Dezembro de 2017, 12:42:26 »
A maioria dos brasileiros tem acesso ao Google.


Acesso bom e suficiente ?  Eu duvido.  Mesmo que a maioria tenha telefones celulares tipo smartphone, ainda assim isto não significa que tenham  um bom e suficiente acesso.  Muita gente  não tem dinheiro para ficar  colocando crédito para ter acesso a internet.  E  ainda temos que considerar que  o acesso  via smartphone não provê a mesma facilidade para leitura (de páginas da internet) do que um desktop, ou notebook, ou netbook, ou tablet.




Você está mal informado sobre a acessibilidade à internet para pessoas de baixa renda. Tem TIM BETA Lab mensal de 20 GB que cobra só R$50 mensais, isso sem falar nos planos diários ou semanais das operadoras. Sendo assim, mesmo para quem ganha só o salário mínimo, só não acessa internet quem não quer. E os sites estão cada vez mais otimizados para dispositivos móveis.

E você fala de tablet como se fosse coisa muito cara para quem quer só o básico. Tem Tablet Multilaser M9 3G de 9 polegadas que custa 437 reais (consultei no Google Shopping) que já vem com telefone.

Ademais, as pessoas também podem acessar notícias ou as informações (ferramenta "copiar e colar") dos sites que visitaram em modo off-line.
« Última modificação: 02 de Dezembro de 2017, 13:02:21 por -Huxley- »

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2730 Online: 02 de Dezembro de 2017, 12:57:34 »
Qualquer pivete de dez anos tem celular com internet hoje.

Falta de oportunidade para saber o que se passa ao redor não é, mas duvido muito que prefiram saber sobre a Lava Jato ao invés de saber cada detalhe da vida de algum artista.

Devem saber mais sobre a Anita ou sobre o baterista que tocava com sei lá quem e mudou de grupo que sobre as merdas que fazem no governo.

Offline Gabarito

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2731 Online: 12 de Dezembro de 2017, 13:47:24 »

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ECONOMIA-1: Quando o pessimismo é só expressão da covardia. Ou: comparei um Boletim Focus de janeiro com o de agora…

Por: Reinaldo Azevedo
Publicada: 12/12/2017 - 8:19

Já tratei aqui do mau humor de setores da imprensa com o governo de Michel Temer. Trata-se de um misto de ideologia, vício e ignorância. A depender do vivente, um desses componentes se sobressai mais. E há, sim, os que dominam instrumental técnico para reconhecer os avanços que estão em curso, mas são pessimistas por covardia. Eis aí. O pessimismo costuma ser uma atitude prudencial, parente do realismo. Não são poucas, com efeito, as pessoas que desprezam, vamos dizer, os fatores de atrito e de risco. É sempre bom ouvir, então, a voz da prudência. Mas o pessimismo por covardia é outra coisa: a pessoa se nega a reconhecer evidências que estão à sua frente porque isso as obrigaria a enfrentar a maré influente de opiniões ou, pior ainda, os juízos coletivos — e, bem, seria desnecessário dizer que um jornalista deveria fugir do alarido como o diabo foge da cruz.

Por capricho, fui reler o Boletim Focus da última semana de janeiro deste ano. Para lembrar: trata-se do relatório semanal divulgado pelo Banco Central com as expectativas sobre indicadores econômicos. Participam da consulta 120 entes de mercado (bancos, corretoras, gestores de recursos) etc. Confrontei, então, aqueles dados com os divulgados pelo Focus nesta segunda.

Os agentes econômicos esperavam que a taxa de juros encerrasse o ano em 9,5%. Nota: o ano começou com essa expectativa em 10,25%. A taxa está em 7%. Apostava-se, no fim de janeiro, que a economia cresceria neste ano apenas 0,5%. No boletim divulgado nesta segunda, a expectativa de expansão do PIB subiu de 0,89% para 0,91%. No caso, da inflação, contava-se que o ano terminasse com a taxa a 4,7%. Na mais recente previsão, fala-se em 2,88%, abaixo do próprio piso da meta, que é de 3% — e o Ministério da Fazenda passou a ser patrulhado por isso, o que, se querem saber, dado o conjunto dos números e de práticas do governo, não faz o menor sentido. Para 2018, projetava-se um crescimento de 2,2%; agora, 2,62%. Nesta segunda, o Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas, também revisou suas projeções sobre o PIB: está ainda mais otimista do que o Focus: acha que a expansão chegará a 1% neste ano e a 2,8% no ano que vem.

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, está sendo patrulhado, especialmente pelas vozes à esquerda, porque a inflação deve ficar, sim, abaixo do piso da meta. A dita-cuja é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O que isso estaria a indicar, segundo o mau humor influente? O governo teria exagerado na política recessiva e administrado um remédio amargo demais. A inflação abaixo do piso estaria a indicar que o Ministério da Fazenda foi excessivamente restritivo e teria desestimulado os agentes econômicos.

O raciocínio tem coerência interna, mas vai contra os fatos. A realidade aponta no sentido oposto. Para que a crítica procedesse, forçoso seria que, com a inflação abaixo do piso da meta, também o crescimento estivesse abaixo das expectativas. Mas não! Percentualmente, caminha-se para o dobro do que se previa: de 0,5% para 1%.

Mais: sabe-se que a taxa de juros ainda é o remédio mais eficaz para esfriar processos inflacionários quando ligados à demanda. Ora, a taxa é de 7%, bem abaixo do 9,5% esperados. Restaria, então, acusar um governo que teria conduzido o Brasil à paralisia em razão de um brutal corte de gastos. Bem, isso é apenas mentira grotesca no país que elevou o rombo fiscal para R$ 159 bilhões. O teto de gastos pôs um freio na loucura. O corte draconiano é uma fantasia que alimenta os palanques de esquerda. De resto, o crescimento da economia está muito acima da expectativa, não abaixo, com a balança comercial batendo recorde: US$ 63 bilhões de superávit no acumulado do ano.

Eis o que chamo de pessimismo como uma expressão da covardia. Os números estão na cara e nos fatos.

Offline Gabarito

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2732 Online: 12 de Dezembro de 2017, 13:47:47 »
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ECONOMIA 2: Quem sabe o país possa contar com o realismo dos otimistas para reconhecer que o governo Temer funciona

Por: Reinaldo Azevedo
Publicada: 12/12/2017 - 8:17

Por que é tão difícil admitir que temos um governo que, dadas as circunstâncias, é surpreendentemente eficaz?

Porque isso desmonta as falácias criadas pela extrema-direita e pela esquerda, cada uma delas acendendo vela ao capeta alheio achando que homenageia o seu próprio Deus. A imprensa, infelizmente, tem sido refém desse jogo perverso.

A esquerda não poderá jamais admitir que o governo Michel Temer não apenas livrou o país da rota do desastre como conseguiu, mesmo em meio a duas tentativas de golpe, aprovar medidas de caráter estruturante, de longo prazo. Querem o quê? Até setores do tucanato se negam a reconhecer o que é uma obviedade. O discurso do lulismo e assemelhados periféricos (PSOL ou Ciro Gomes) usará os efeitos da herança maldita deixada pelo próprio PT para tentar desqualificar as virtudes óbvias, evidentes, incontestáveis do governo em curso.

E a extrema-direita, embalada pelo lava-jatismo doidivanas, não pode admitir que o governo que sobreviveu a duas tentativas de golpe — desfechadas pelo MPF, com o auxílio de bolsões do STF e da própria imprensa — aprendeu a andar de bicicleta. Vale dizer: se o processo de reformas não parar, existe, sim, um caminho, uma saída, uma vereda rumo ao crescimento sustentável. Mas não pode parar de pedalar —  não, Dilma, não é o que você está pensando…

Temer estava havia pouco mais de seis meses à frente da Presidência, e escrevi que ele tinha tudo para ser o presidente mais injustiçado da história. Ainda não mudei a minha avaliação. Mas torço, confesso, para que os brasileiros comecem a lhe fazer justiça. Se depender dos covardes que se fingem de pessimistas, não vai acontecer. Quem sabe a gente possa apostar um pouco na coragem dos realistas?

Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2733 Online: 12 de Dezembro de 2017, 22:22:44 »
Grande ou a maior parte do que Temer conquistou até agora foi baseado na retirada da estupidez da política monetária do BC dilmista, na euforia subjetiva do mercado financeiro e em sua respectiva expectativa de ajuste fiscal, o que gerou um choque cambial positivo que afetou positivamente a taxa de inflação e a taxa Selic. Por outro lado, até agora, o governo Temer fez pouco para combater a principal causa do que nos levou até ao desastre. A conta dessa inércia ou falta de poder chegará mais cedo ou mais tarde. Temeraldo Azevedo provavelmente acha que o que está descrito a seguir não terá impacto econômico em breve...

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Política Fiscal
NOTA PARA A IMPRENSA - 29.11.2017
(...)
No ano, o setor público consolidado registrou deficit primário de R$77,4 bilhões, ante deficit de R$45,9 bilhões no mesmo período de 2016. No acumulado em doze meses até outubro, registrou-se deficit primário de R$187,2 bilhões (2,88% do PIB), 0,53 p.p. do PIB superior ao deficit registrado em setembro.

Fonte: https://www.bcb.gov.br/htms/notecon3-p.asp

Offline Lorentz

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2734 Online: 15 de Dezembro de 2017, 08:37:18 »
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http://www.ilisp.org/noticias/apos-perder-anuncios-estatais-revista-de-esquerda-sera-extinta/

Após perder anúncios estatais, revista de esquerda será extinta

Uma das revistas de esquerda mais antigas no Brasil com 20 anos de existência e o slogan “a primeira à esquerda”, a revista Caros Amigos anunciou nesta quinta-feira (14) a sua última edição. O anúncio ocorreu 19 meses após o governo Temer anunciar o fim da propaganda estatal para revistas, sites e blogs ideológicos.

De acordo com o editoral publicado no seu site oficial e na edição de encerramento da revista, a Caros Amigos “não resistiu ao golpe, ao cerco ideológico do governo ilegítimo, ao aprofundamento da crise deste ultraneoliberalismo que pune a nação com vingança, ódio e descaramento institucional contra os avanços e conquistas sociais”. A revista possuía uma tiragem mensal de 30 mil exemplares e cobrava no mínimo 43 mil reais por anúncio.

Conforme noticiou o ILISP em maio de 2016, a chegada de Michel Temer ao poder fez a Caros Amigos e diversos outros sites e revistas de esquerda perderem anúncios de estatais, substituindo-os por propagandas privadas.  O website da agora extinta revista será mantido, mas a tendência é que não dure muito tempo: recebe apenas 150 mil acessos por mês.
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Offline Geotecton

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2735 Online: 15 de Dezembro de 2017, 09:31:34 »
Vagabundos em extinção...
Foto USGS

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2736 Online: 16 de Dezembro de 2017, 05:58:55 »
Grande ou a maior parte do que Temer conquistou até agora foi baseado na retirada da estupidez da política monetária do BC dilmista, na euforia subjetiva do mercado financeiro e em sua respectiva expectativa de ajuste fiscal, o que gerou um choque cambial positivo que afetou positivamente a taxa de inflação e a taxa Selic. Por outro lado, até agora, o governo Temer fez pouco para combater a principal causa do que nos levou até ao desastre. A conta dessa inércia ou falta de poder chegará mais cedo ou mais tarde. Temeraldo Azevedo provavelmente acha que o que está descrito a seguir não terá impacto econômico em breve...

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Política Fiscal
NOTA PARA A IMPRENSA - 29.11.2017
(...)
No ano, o setor público consolidado registrou deficit primário de R$77,4 bilhões, ante deficit de R$45,9 bilhões no mesmo período de 2016. No acumulado em doze meses até outubro, registrou-se deficit primário de R$187,2 bilhões (2,88% do PIB), 0,53 p.p. do PIB superior ao deficit registrado em setembro.

Fonte: https://www.bcb.gov.br/htms/notecon3-p.asp




Com a reforma a dívida pública deverá chegar  a  93,5%  do PIB em 2025 , sem a reforma  entre 2020 ou 2021 já ultrapassará 100% do PIB:



09/10/2017 às 17h02

IFI revisa para cima projeção para PIB de 2017 e 2018


SÃO PAULO - A Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, revisou suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2017 e 2018, de 0,46% para 0,7% e de 1,96% para 2,3%, respectivamente.


"O ajuste para cima é justificado pela incorporação do resultado positivo do segundo trimestre e também pelo desempenho dos indicadores econômicos de alta frequência, com destaque ao volume de vendas no varejo ampliado e à produção industrial, que apontam, em conjunto, para elevação moderada da atividade produtiva no terceiro trimestre (estimada em 0,2% na margem)",
diz a instituição, em seu Relatório de Acompanhamento Fiscal de outubro.


Segundo a IFI, o dado negativo da produção industrial de agosto (uma queda de 0,8% na comparação mensal ajustada), isoladamente, não altera essa visão. Novo protagonista no processo de retomada da economia, o consumo das famílias é projetado em alta de 0,8% este ano, com o consumo do governo (-1,7%) e investimentos (-2,8%) ainda em queda. No ano que vem, os
três componentes da demanda interna são estimados no azul, com destaque para a Formação Bruta de Capital Fixo, projetado em alta de 4,5% em 2018.


Quadro fiscal

Segundo o economista Felipe Salto, diretor-executivo da IFI, as perspectivas de maior crescimento econômico neste e no próximo ano levarão a melhores resultados fiscais recorrentes. "Persiste, no entanto, o desafio de reequilibrar as contas públicas a médio e a longo prazo", alerta.


Diante da revisão do quadro macroeconômico, o cenário fiscal atualizado da IFI é de um déficit primário de R$ 154 bilhões para o resultado consolidado e de R$ 155,2 bilhões para o governo central, ante R$ 155 bilhões e R$ 156,2 bilhões na atualização anterior, de agosto.


"A combinação de um pouco mais de crescimento com maior volume esperado de receitas não recorrentes (de R$ 74,6 ante R$ 70,3 bilhões) contribui para o avanço da receita líquida em R$ 5 bilhões", diz o IFI. Essa melhora de receitas não chegou em igual proporção ao resultado primário, no entanto, devido à redução no volume de recursos bloqueados ou contingenciados, de R$ 38,9 bilhões para R$ 35 bilhões.


As projeções do cenário básico da IFI indicam déficits de 2,3% do PIB no final de 2017, e de 2,2% do PIB em 2018. "Ou seja, o cenário atual caracteriza-se pela estabilização do resultado primário em patamar elevado de déficit (ou, no máximo, queda em velocidade muito lenta), ainda sem indícios mais contundentes de recuperação", observa a organização.


Dívida 


A IFI revisou suas projeções para a trajetória da dívida pública, à luz das mudanças dos parâmetros macro. No cenário básico da instituição -- que prevê a continuidade do processo de reformas estruturais, mas em prazo mais dilatado -- o ponto máximo da série ocorreria em 2025 (93,5% do PIB), iniciando-se então o período de redução da relação entre dívida bruta do governo geral e PIB.


No cenário pessimista, sem reformas, a dívida bruta poderia superar a marca de 100% do PIB entre 2020 e 2021. "Trata-se de um cenário inquietante, porém distante de ser absolutamente improvável. Para ser evitado, exigirá a preservação e o aprofundamento da agenda de ajuste fiscal", reforça a instituição.



Veja na página:


http://www.valor.com.br/brasil/5150386/ifi-revisa-para-cima-projecao-para-pib-de-2017-e-2018




Obs. Como a reportagem é de outubro eu não sei se a expectativa de reforma referida no texto é a atual reforma reduzida ou se era a reforma original pretendida, pois se a referência for a reforma original, então o déficit futuro previsto será maior e a relação dívida pública em 2025 será maior do que 93,5% do PIB em 2025, isto com a aprovação da reforma reduzida.



« Última modificação: 16 de Dezembro de 2017, 06:05:46 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2737 Online: 20 de Dezembro de 2017, 10:38:39 »

http://www.ilisp.org/noticias/apos-perder-anuncios-estatais-revista-de-esquerda-sera-extinta/

Após perder anúncios estatais, revista de esquerda será extinta

Uma das revistas de esquerda mais antigas no Brasil com 20 anos de existência e o slogan “a primeira à esquerda”, a revista Caros Amigos anunciou nesta quinta-feira (14) a sua última edição. O anúncio ocorreu 19 meses após o governo Temer anunciar o fim da propaganda estatal para revistas, sites e blogs ideológicos.

De acordo com o editoral publicado no seu site oficial e na edição de encerramento da revista, a Caros Amigos “não resistiu ao golpe, ao cerco ideológico do governo ilegítimo, ao aprofundamento da crise deste ultraneoliberalismo que pune a nação com vingança, ódio e descaramento institucional contra os avanços e conquistas sociais”. A revista possuía uma tiragem mensal de 30 mil exemplares e cobrava no mínimo 43 mil reais por anúncio.

Conforme noticiou o ILISP em maio de 2016, a chegada de Michel Temer ao poder fez a Caros Amigos e diversos outros sites e revistas de esquerda perderem anúncios de estatais, substituindo-os por propagandas privadas.  O website da agora extinta revista será mantido, mas a tendência é que não dure muito tempo: recebe apenas 150 mil acessos por mês.



É importante lembrar que em geral as publicações vendidas em bancas tem tido declínio em suas vendas já há algum tempo, não são apenas revistas de esquerda que estão tendo suas vendas em declínio:



Jornais e revistas têm a maior queda de vendas da história em 2016


Segundo dados do IBGE, o mercado é afetado, principalmente, pelo crescimento dos meios digitais

LUIZ PRISCO
14/02/2017 16:57   ,  atualizado em 15/02/2017 5:49

O mercado editorial brasileiro, ao menos o impresso, está em crise. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o segmento Livros, Jornais, Revistas e Papelarias foi o que sofreu mais queda na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). Entre as justificativas, está o crescimento do mundo digital.


O setor editorial teve recuo de 16,1% nas vendas, em relação ao ano de 2015. De acordo com a pesquisa do IBGE, trata-se da “mais acentuada queda da série histórica”.


A trajetória declinante desta atividade vem sendo influenciada, em especial no que tange a jornais e revistas, por certa substituição dos produtos impressos pelos de meio eletrônico "
IBGE


Dados da pesquisa Global E-Book Report mostram que a venda de livros digitais no Brasil já movimenta mais de R$ 35 milhões por ano. No país, segundo o próprio IBGE, 80% das casas possuem um smartphone com acesso à internet. Os aparelhos são suporte para leitura de obras literárias e sites jornalísticos digitais.

Jornais e revistas


Os valores que circulam na publicidade digital seguem em tendência de alta. De acordo com o Interactive Advertising Bureau (IAB), o mercado de propaganda na internet movimentou cerca de R$ 10 bilhões em 2016.

Ao mesmo tempo, jornais e revistas apresentam, ano após ano, queda de circulação e vendas. Segundo o Instituto de Verificador de Circulação (IVC), os principais impressos do país tiveram queda de 15% no primeiro semestre de 2016.


O dado poderia ser ainda maior, já que o IVC leva em conta tanto assinaturas impressas quanto digitais. A “Folha de S.Paulo”, por exemplo, é mais consumida on-line do que na “versão de papel”.


https://www.metropoles.com/entretenimento/literatura/jornais-e-revistas-tem-a-maior-queda-de-vendas-da-historia-em-2016




Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2738 Online: 21 de Dezembro de 2017, 06:56:59 »


O Eduardo Jorge, ex PT ,  falando a opinião dele sobre o PT e  a Dilma :






"PT deu um golpe no povo brasileiro", diz Eduardo Jorge

Movimento Brasil Livre




Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2739 Online: 21 de Dezembro de 2017, 07:17:46 »
Ele falou o que todos nós já sabíamos, falou que o PT fazia oposição a tudo apenas para dificultar a vida dos outros e que se foda o país.

E duvido muito que ele já não sabia que seria assim muito tempo antes de deixar o PT.

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2740 Online: 21 de Dezembro de 2017, 07:28:56 »
A propósito: 

http://epoca.globo.com/politica/expresso/noticia/2017/12/quebra-de-sigilo-fiscal-confirma-ligacao-de-empresario-com-negocio-envolvendo-o-instituto-lula.html

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Quebra de sigilo fiscal confirma ligação de empresário com negócio envolvendo o Instituto Lula
Mateus Baldassari declarou ter R$ 6,7 milhões em capital de duas offshores. Elas receberam dinheiro da Odebrecht

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A quebra do sigilo fiscal do empresário Mateus Baldassari, um dos antigos proprietários do terreno que a Odebrecht comprou e, segundo o Ministério Público Federal, repassou ao Instituto Lula, confirmou sua ligação com as offshores Jaumont e Beluga. Para o MPF, as duas empresas foram usadas para Baldassari receber no exterior parte do valor referente à transação. A transferência do dinheiro foi em 2011 e efetuada por Olívio Rodrigues Júnior, operador de propinas da Odebrecht. A documentação fiscal de Baldassari foi anexada a um processo que tramita na Justiça Federal em que são investigados valores repassados pela Odebrecht à entidade comandada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Baldassari declarou à Receita, em 2010, que tinha cotas da Jaumont, mas não declarou participação na Beluga. Após a entrada em vigor da lei que instituiu o Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária no ano passado, ele fez o ajuste. Com a quebra do sigilo fiscal até o ano de 2016, decretada pelo juiz federal Sergio Moro, confirmou-se a ligação de Baldassari com as duas offshores.

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2741 Online: 04 de Janeiro de 2018, 10:18:00 »
BRASIL PÓS-GOLPE: GASOLINA 30% MAIS CARA E R$ 10 BI PARA OS EUA



A cada dia que passa, Michel Temer oferece novos motivos para ser o governante mais impopular do mundo, com 97% de rejeição; enquanto a gasolina subiu 30% para os brasileiros nos últimos seis meses, com a nova política de preços da Petrobras, Pedro Parente aproveitou a calmaria das férias para fechar um acordo antes de qualquer condenação judicial que transfere R$ 10 bilhões da estatal a investidores dos Estados Unidos; deu para entender o golpe ou ainda precisa desenhar?


3 DE JANEIRO DE 2018 ÀS 20:58 // INSCREVA-SE NA TV 247 Youtube



247 – Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo instituto Ideia Big Data revela que, aos olhos do povo brasileiro, Michel Temer só tem características negativas. Ele é visto como "fraco, sujo, egoísta e corrupto" (leia mais aqui). Com 97% de rejeição, ele é o governante mais impopular do mundo e, também segundo a pesquisa, trabalha contra os interesses do povo brasileiro.


Michel Temer, como todos sabem, traiu uma presidente legítima e honesta, Dilma Rousseff, e assim que assumiu o poder implantou a agenda do PSDB, partido derrotado nas urnas em 2014. Os tucanos indicaram Pedro Parente para o comando da estatal, que já mostrou a que veio. Nos leilões do pré-sal, ele abriu mão do direito de preferência das áreas mais valiosas, abrindo espaço para empresas internacionais, como Shell, Exxon e Chevron. Sem nenhuma transparência, saiu vendendo ativos da Petrobras a torto e a direito. Além disso, implantou uma nova política de preços que aumentou o valor da gasolina em 30% para os brasileiros, em apenas seis meses. Em alguns lugares do País, o valor do litro já se aproxima de cinco reais.


Agora, nesta quarta-feira, veio o golpe definitivo. Sem que a Petrobras tenha sofrido qualquer condenação judicial, Parente aproveitou a calmaria das férias e fechou um acordo com a justiça dos Estados Unidos para transferir nada menos que R$ 10 bilhões a investidores norte-americanos, 6,5 vezes do que teria sido recuperado pela Lava Jato.


O resumo da ópera é simples: os brasileiros estão sendo arrochados para que Parente possa transferir uma fortuna aos Estados Unidos. Ou seja: os patrocinadores do golpe não apenas conseguiram levar de bandeja o pré-sal brasileiro – maior descoberta energética do século 21 – como ainda conseguiram ser indenizados.


Já deu para entender o golpe ou ainda precisa desenhar?


Inscreva-se na TV 247 e assista a explicação da presidente deposta Dilma Rousseff sobre o golpe movido a petróleo:


https://www.brasil247.com/pt/247/economia/335277/Brasil-p%C3%B3s-golpe-gasolina-30-mais-cara-e-R$-10-bi-para-os-EUA.htm?utm_source=social_monitor&utm_medium=widget_vertical


« Última modificação: 04 de Janeiro de 2018, 10:27:50 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2742 Online: 04 de Janeiro de 2018, 10:21:25 »


Viram no que dá apoiar golpistas ?  :x   

Agora  fiquem contentes com o golpista  malvadão  e aguentem suas malvadezas    :twisted:



 
« Última modificação: 04 de Janeiro de 2018, 10:25:13 por JJ »

Offline Muad'Dib

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2743 Online: 04 de Janeiro de 2018, 10:44:23 »
Ele falou o que todos nós já sabíamos, falou que o PT fazia oposição a tudo apenas para dificultar a vida dos outros e que se foda o país.

E duvido muito que ele já não sabia que seria assim muito tempo antes de deixar o PT.

No Brasil, independentemente de quem está no governo, a oposição faz oposição somente para atrapalhar a situação. Ninguém tem um projeto de país, é só jogatina política.

O trágico do PT é que muitos (eu sou um exemplo) achavam que o PT era diferente. Não era.

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2744 Online: 04 de Janeiro de 2018, 10:48:52 »
Ele falou o que todos nós já sabíamos, falou que o PT fazia oposição a tudo apenas para dificultar a vida dos outros e que se foda o país.

E duvido muito que ele já não sabia que seria assim muito tempo antes de deixar o PT.

No Brasil, independentemente de quem está no governo, a oposição faz oposição somente para atrapalhar a situação. Ninguém tem um projeto de país, é só jogatina política.

O trágico do PT é que muitos (eu sou um exemplo) achavam que o PT era diferente. Não era.



O PT tinha um discurso muito adequado para um grande público e para a época,  e  ainda teve a ajuda de parte da igreja católica,  e os seus líderes se aproveitaram muito bem dessa ajuda. E o cara que escolheram como líder  levava jeito para demagogo.


« Última modificação: 04 de Janeiro de 2018, 10:50:53 por JJ »

Offline _Juca_

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Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2746 Online: 06 de Janeiro de 2018, 09:23:08 »
Grande ou a maior parte do que Temer conquistou até agora foi baseado na retirada da estupidez da política monetária do BC dilmista, na euforia subjetiva do mercado financeiro e em sua respectiva expectativa de ajuste fiscal, o que gerou um choque cambial positivo que afetou positivamente a taxa de inflação e a taxa Selic. Por outro lado, até agora, o governo Temer fez pouco para combater a principal causa do que nos levou até ao desastre. A conta dessa inércia ou falta de poder chegará mais cedo ou mais tarde. Temeraldo Azevedo provavelmente acha que o que está descrito a seguir não terá impacto econômico em breve...

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Política Fiscal
NOTA PARA A IMPRENSA - 29.11.2017
(...)
No ano, o setor público consolidado registrou deficit primário de R$77,4 bilhões, ante deficit de R$45,9 bilhões no mesmo período de 2016. No acumulado em doze meses até outubro, registrou-se deficit primário de R$187,2 bilhões (2,88% do PIB), 0,53 p.p. do PIB superior ao deficit registrado em setembro.

Fonte: https://www.bcb.gov.br/htms/notecon3-p.asp



O alto déficit primário certamente é um problema importante, ainda assim podemos considerar que foi certamente muito melhor do que se o impeachment não tivesse sido aprovado, e asim que a Dilma/PT  tivesse continuado no poder.  Para relembrarmos segue um indicador financeiro importante,  que é  a taxa de câmbio do dólar,  nos anos Dilma:



Dólar sobe em todos 5 anos de Dilma e salta 137%, de R$ 1,666 a R$ 3,948


Do UOL, em São Paulo 30/12/2015 17h09 > Atualizada 30/12/2015


O dólar comercial (http://economia.uol.com.br/cotacoes/cambio/) subiu nesta quarta-feira (30) e fechou a última sessão de 2015 com alta de 1,83%, valendo R$3,948 na venda. Com isso, a moeda subiu 48,49% ao longo do ano. Nos cinco anos de governo Dilma Rousseff (PT), o dólar disparou 136,97%.


Em 30 de dezembro de 2010, antes da posse dela em seu primeiro mandato, em janeiro de 2011, a moeda valia R$ 1,666.


Veja como foi a alta do dólar nos dois mandatos de Dilma:

2011: + 12,15%
2012, + 9,61%
2013: + 15,11%
2014: + 12,78%
2015: + 48,49%


O dólar começou 2015 a R$ 2,659 e terminou em R$ 3,948, o que representa um aumento de R$ 1,289 ou 48,49%.


O fechamento de 2015 ficou acima da expectativa de mais das cem instituições financeiras consultadas pelo Banco Central para o Boletim Focus, que esperavam
que a moeda fechasse o ano em R$ 3,90


( http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/12/28/analistas-sobemestimativa-para-juros-em-2016-a-1525.htm ),


conforme o último relatório divulgado na segunda-feira.


Ao longo de dezembro, o dólar acumulou alta de 1,58%.

Dólar tem diferentes valores

Não há um valor único e oficial para o dólar; ele varia de acordo com a fonte de informação utilizada. O UOL Economia (http://economia.uol.com.br/) usa a agência de notícias Reuters, que capta os dados de um grupo de bancos e corretoras.


Além disso, esse valor se refere ao dólar comercial, usado pelo governo e por empresas. Nas casas de câmbio, onde as pessoas comuns compram a moeda, o valor é maior.


Crises política e econômica


O ano foi de preocupações e incertezas, agravadas pelas crises política e econômica, o que deixou os investidores inseguros


Após a reeleição no ano passado, Dilma e sua nova equipe econômica tinham a missão de cortar gastos e ajustar as contas públicas. No entanto, a falta de unidade entre o governo e seu principal aliado, o PMDB, atrapalhou a aprovação de medidas que poderiam ajudar a equilibrar as contas.


Brasil rebaixado


A situação foi se agravando e, em setembro, dez dias após o governo apresentar ao Congresso Nacional uma proposta de Orçamento para 2016

( http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/08/1675915-governo-apresentaorcamento-de-2016-com-r-305-bi-de-deficit.shtml )

com um rombo inédito de R$ 30,5 bilhões, o país perdeu o selo de bom pagador

( http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/09/09/agencia-ve-mais-risco-decalote-e-tira-nota-de-bom-pagador-do-brasil.htm ), segundo avaliação da agência de classificação de risco Standard & Poor's.


No mesmo mês, a moeda norte-americana atingiu sua maior cotação no ano: R$4,146 (23/9). Esse foi o maior valor de fechamento

( http://economia.uol.com.br/cotacoes/noticias/redacao/2015/09/23/mesmo-comacao-do-bc-dolar-tem-quinta-alta-e-bate-novo-recorde-a-r-4146.htm )

desde a criação do Plano Real, em 1994.



Novo rebaixamento


Restante veja aqui:

https://economia.uol.com.br/cotacoes/noticias/redacao/2015/12/30/dolar-sobe-em-todos-5-anos-de-dilma-e-salta-137-de-r-1666-a-r-3948.htm
« Última modificação: 06 de Janeiro de 2018, 09:31:42 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2747 Online: 06 de Janeiro de 2018, 09:28:42 »
E ontem a cotação do dólar  era de:


            COMPRA    VENDA    VARIAÇÃO
Dólar com.   3,2323   3,2336    -0,01%


https://economia.uol.com.br/cotacoes/



Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2748 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 09:24:34 »

APÓS DATAFOLHA, DEPUTADOS ABANDONAM TEMER DE VEZ E ENTERRAM REFORMA


247 - Os resultados da pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta (31) foram usados por parlamentares da base do governo como um atestado de que votar a reforma da Previdência sob a impopular gestão de Michel Temer será um suicídio político. Há, mesmo entre líderes de partidos aliados, forte movimento para tirar o projeto de pauta. Pressionado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tenta ganhar tempo. Disse que dará um sinal definitivo após o dia 7, quando fará ampla reunião.


O muro que se ergueu sobre a mudança nas aposentadoria tem muitos componentes. Somadas, a rejeição a Temer, a proximidade das eleições e a inexistência de candidatura de direita que empolgue parcela expressiva da população tornaram-se uma combinação difícil de suplantar.


Maia, que tem se colocado como presidenciável, foi fortemente aconselhado a abandonar a pauta previdenciária e se afastar do governo, especialmente por aliados do Nordeste. Ele resiste. Ainda vê na aliança pendular com o Planalto uma fonte de poder.


Mesmo marcando 1% no Datafolha, o presidente da Câmara comemorou a pesquisa. A pessoas próximas, disse que a essa altura do campeonato, o que deve ser observado é a rejeição do eleitorado. Nesse quesito, bateu 21%, índice considerado baixo.


Os números obtidos em levantamentos internos mostram que a população simplesmente não reconhece como um feito do governo a recuperação econômica ou, pior, em temas importantes, sequer enxerga melhora.


As informações são da coluna Painel da Folha de S.Paulo.



https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/339848/Ap%C3%B3s-Datafolha-deputados-abandonam-Temer-de-vez-e-enterram-reforma.htm







Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2749 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 09:33:01 »

O governo temer é praticamente um governo zumbi.




 

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