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Laicismo, Política e Economia / Re:Os estragos do chavismo na Venezuela
« Última Mensagem: por EuSouOqueSou Online Hoje às 17:35:51 »
Mas ja fizeram isso:

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"O Brasil reconhece o Senhor Juan Guaidó como Presidente Encarregado da Venezuela", disse o Itamaraty, em nota, acrescentando que "apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem" ao país vizinho.

...

Após a declaração de Guaidó, o presidente da OEA, o governo brasileiro, dos EUA, da Colômbia e do Paraguai, anunciaram que o reconhecem como presidente interino da Venezuela. Maduro ainda não se pronunciou.
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/01/23/juan-guaido-presta-juramento-como-presidente-interino-da-venezuela.ghtml
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Laicismo, Política e Economia / Re:Os estragos do chavismo na Venezuela
« Última Mensagem: por Gorducho Online Hoje às 17:03:58 »
O Trump reconheceu o novo presidente :ok:
Será que o Bolsonaro + Macri vão seguir o exemplo :?:
É importante uma posição firme e unanime de todos esses governantes de linha mais sensata que se elegeram por cá...
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por Geotecton Online Hoje às 16:00:19 »
Aumentar a tributação?

De maneira alguma!!!

Nem para as pessoas físicas e nem para as jurídicas.

Que a 'merda' do governo reduza os gastos públicos, racionalizando a estrutura, demitindo pessoal e acabando com as benesses e privilégios de todos os 'barnabés', civis e militares.

Depois disto, se for o caso, é que se poderia falar em aumento de tributação.

Bando de filhos da p...!
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por Cinzu Online Hoje às 15:45:45 »
Juros sobre Capital Próprio já são tributados.

Sobre a taxação de dividendos, já havia sido levantado na campanha também. Conhecendo Guedes e sua equipe econômica, é provável que essa taxação seja de fato positiva.

Posto abaixo uma notícia do período eleitoral que pode esclarecer melhor o assunto.

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Taxação de dividendos é consenso entre candidatos

Com a tributação sobre o lucro corporativo nos EUA caindo de 35% para 21%, a leitura é que o Brasil perde competitividade se mantiver a carga de 34% incidente hoje sobre as pessoas jurídicas não financeiras - a alíquota nominal dos bancos chega a 45%. A solução seria, então, reduzir a tributação do lucro empresarial e compensar a perda de receita cobrando IR sobre dividendos.

A Argentina, que tinha tributação elevada e só na pessoa jurídica, semelhante à do Brasil, começou neste ano a migrar para a cobrança em duas etapas, adotada em quase todos os países da OCDE.

A diferença entre o discurso de esquerda e direita costuma aparecer na forma de fazer essa transição. A depender da calibragem das alíquotas, é possível fazer uma troca que seja neutra do ponto de vista de arrecadação - tese defendida pelos mais liberais. Uma tributação de 22% no nível da empresa e de 15% na pessoa física, por exemplo, deixaria a carga total próxima dos 34% de hoje. Mas também é possível aproveitar a mudança de modelo para ganhar fôlego fiscal que ajude a cobrir parte do déficit primário, argumentam os políticos de esquerda.

Dados do escritório de advocacia FCR Law mostram que num grupo de 15 países selecionados a alíquota média da tributação sobre lucros e dividendos na pessoa física cresceu de 18,7% para 28,9% entre 2009 e 2018. No mesmo período, a alíquota da tributação corporativa direta sobre o lucro das companhias recuou de 30,9% para 26,1%.
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Ateísmo e Agnosticismo / Re:Ponto de ruptura
« Última Mensagem: por Sergiomgbr Online Hoje às 14:32:48 »
mas jamais um robô sentiria amor ou ódio, ambição ou desprendimento material, et cetera.
Olha só, tudo isso, sentimentos, reações a estímulos de um modo geral, até onde pode ser investigado objetivamente, são o resultado de diversas interações físico químicas do aparato cognitivo humano, perfeitamente possíveis de serem reproduzidos em máquinas e emulados em softwares.

Se isto fosse possível a humanidade desapareceria, pois não haveria interesse na reprodução humana embora esta continuasse a adoecer e morrer.
Qual é o interesse da humanidade em se reproduzir? Seria por falta de esclarecimento? Ou há algo que a ciência não explica.
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Não é fácil compreender que sistema é esse que precisa promover igualdades agora quando antes (dele) todos eram 'iguais'. O que acontece é que os que apostaram nele hoje colhem seus frutos enquanto os que o repudiaram ou fizeram pouco caso dele hoje o atacam. 
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por Gaúcho Online Hoje às 13:18:19 »
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Guedes acena com tributação de juros sobre capital próprio

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse num almoço fechado, organizado pelo Itaú Unibanco, que o governo quer simplificar a tributação, mas vai taxar os dividendos e juros sobre capital próprio, segundo relatou um participante.

Pouco depois, o presidente Jair Bolsonaro destacou em seu discurso, na plenária do Fórum Econômico Mundial, que o governo vai reduzir a carga tributária sobre as empresas.

Para o presidente-executivo do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, o movimento faz sentido. "O que vão fazer é reduzir a carga fiscal sobre a produção e aumentar sobre os ganhos de capital", disse ele ao Valor. "É uma substituição de impostos coerente. O setor produtivo poderá produz mais barato e criar mais emprego. E o tributo fica maior sobre o que de fato não gera riqueza."

Essa taxação já era esperada desde o governo de Michel Temer. Guedes foi enfático na apresentação de seu programa, de forma que a opinião geral foi de que investidores presentes saíram otimistas do almoço.

O ministro foi contundente sobre a reforma da Previdência Social, dizendo a investidores em Davos que ela será aprovada, com periodo transitório de capitalização. E repetiu que, se por um desastre a reforma não for aprovada, ele tem um plano B. "Mas ele confia, está muito assertivo sobre o plano A", disse o governador de São Paulo, João Doria.

O governador, por sua vez, sinalizou que o apoio que for dado à General Motors será ampliado para a indústria automobilística como um todo em São Paulo. A montadora informou no fim de semana que teve perdas nos últimos três anos no país e que passa por momento crítico.

De acordo com o governador, um plano de apoio tem que ser um entendimento entre todos - sindicatos, fornecedores, revendedores com o governo e a própria General Motors.

"Todos devem dar sua cota de sacrifício, para que os resultados sejam bons e permitir que a empresa não só continue no Brasil como amplie suas operações no país", completou.

 :coracao:

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Ateísmo e Agnosticismo / Re:Ponto de ruptura
« Última Mensagem: por JungF Online Hoje às 13:04:01 »
Tenho uma teoria relacionada a um tema que vem sendo cada dia mais presente na modernidade, inclusive abordado no filme o Homem Bicentenário, que tem a haver com a questão da possível humanidade de robôs. Pois bem, imagine-se situado numa época em que robôs e seres humanos já não são mais distinguíveis entre si mas já ficou decidido que um robô de modo algum é um ser humano. Enfim, robôs não fazem parte da humanidade, por mais que interajam com o ser humano, eles são produto de engenharia tecnicamente muito complexa mas ainda assim, nada além de um software rodando numa máquina.

Nessa época as sociedades dispõem de seus robôs para tarefas que os humanos determinaram em sua humanidade  deixar de lado sendo coisa pra robôs. Bom até ai tudo é bem verossímil e de fácil imersão, mas vá além, imagine que essa mesma sociedade por algum motivo descobriu que os robôs servem para alienar os erros e defeitos do ser humano, e eles o fazem ficando no lugar dos humanos em tudo que antigamente era questionado pelos céticos para desqualificar Deus dos seus melhores e mais atraentes atributos(como amor incondicional aos seus, bondade e perfeição absolutas enfim, suponha um atributo da sua preferencia e pronto), por exemplo, nas tragédias e desventuras que faziam o ser humano desacreditar nas divindades. Explicando; em todos os eventos em que geralmente se questiona deus, como em doenças terríveis, desmoronamento de prédios com muitas vítimas, tsunamis, acidentes com aviões, terremotos, tudo enfim, todas as vítimas eram robôs, logo deus não era culpado de nada, muito pelo contrário, seria um redentor, pois eram os robôs e não os humanos que salvavam a humanidade!

Será que não é assim hoje? Não será factível que do que a gente acha que são as mazelas no mundo, será que não estão envolvidos só entidades não humanas muito persuasivamente humanas substituindo os reais seres humanos para a glória destes, por único mérito de algum deus? Daí vão dizer que o seu sofrimento é real e que você não é robô. Bom, francamente? Pode mesmo ser que sim, mas você não tem como provar isso...

 
Muito curioso e criativo.
A prova de se ser humano ou não, está na dor, no sofrimento. Pode-se fazer com que um robô simule perfeitamente o sofrimento próprio, mas, a dor é experiência pessoal... sentiu dor, (você) é humano. Acontece que não teríamos como saber se nosso filho ou esposa é humano ou não!
E quando erramos feio, sabemos que somos humanos...
Em termos de ficção poderíamos alcançar a máxima perfeição na robótica, como ensina Isaak Azimov, mas jamais um robô sentiria amor ou ódio, ambição ou desprendimento material, et cetera.
Se isto fosse possível a humanidade desapareceria, pois não haveria interesse na reprodução humana embora esta continuasse a adoecer e morrer.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por Fabrício Online Hoje às 12:49:37 »
Tem que ter muita fé na Bolso Family pra acreditar nessa versão dos 100 mil reais divididos em envelopes e depositados em caixa eletrônico  :biglol:
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"Before we start talking about genetic differences, you got to come up with a system that is equal opportunity. Then we can have that conversation."
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