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Ateísmo e Agnosticismo / Re:Definição de Ateu
« Última Mensagem: por Tirn Aill Online Hoje às 18:30:05 »
Desculpem por ressuscitar esse tópico, mas é necessário trazer esclarecimento visto o debate raso sobre esses temas na internet, quem não acredita em sobrenatural é naturalista.

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Naturalismo

Conforme definido pelo filósofo Paul Draper, o naturalismo é "a hipótese de que o mundo natural é um sistema fechado" no sentido de que "nada que não faz parte do mundo natural o afeta". Mais simplesmente, é a negação da existência de causas sobrenaturais. Ao rejeitar a realidade de eventos, forças ou entidades sobrenaturais, o naturalismo é a antítese do sobrenaturalismo.

Como uma visão substancial sobre a natureza da realidade, é freqüentemente chamado de naturalismo metafísico , naturalismo filosófico ou naturalismo ontológico para distingui-lo de um princípio metodológico relacionado. O naturalismo metodológico , ao contrário, é o princípio de que a ciência e a história devem presumir que todas as causas são naturais apenas com o propósito de promover uma investigação bem-sucedida.. A idéia por trás deste princípio é que as causas naturais podem ser investigadas diretamente através do método científico, enquanto que as causas sobrenaturais não podem, e presumindo que um evento tem uma causa sobrenatural para fins metodológicos, detém uma investigação mais aprofundada. Por exemplo, se uma doença é causada por micróbios, podemos aprender mais sobre como os micróbios interagem com o corpo e como o sistema imunológico pode ser ativado para destruí-los, ou como a transmissão de micróbios pode ser contida. Mas se uma doença é causada por demônios, não podemos aprender nada mais sobre como pará-la, já que os demônios são seres sobrenaturais não limitados pelas leis da natureza (ao contrário das causas naturais).

Ao utilizar o naturalismo metodológico, a ciência e a história não assumem a priori que, de fato, causas sobrenaturais realmente não existem. Não há conflito conceitual entre praticar a ciência ou a história e acreditar no sobrenatural. No entanto, como vários de nossos autores argumentam abaixo (por exemplo, Agostinho, Fales, Forrest e Oppy), o naturalismo metodológico não seria tão incrivelmente bem-sucedido como de fato foi se o naturalismo metafísico fosse falso. Assim, o sucesso de facto do naturalismo metodológico fornece fortes evidências empíricas de que o naturalismo metafísico é provavelmente verdadeiro.

- Keith Augustine

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Materialismo

O materialismo (ou fisicalismo) pode significar uma visão metafísica ampla ou, mais restritivamente, um tipo de teoria da mente. O materialismo metafísico é um tipo específico de naturalismo que afirma que tudo o que existe é físico ou dependente do físico. Em geral, o materialismo reducionista sustenta que tudo é estritamente físico; mais estreitamente, sustenta que a mente (pelo menos) é puramente física. O materialismo não-redutor também permite a existência de propriedades não-físicas que são inerentes ou emergem de um substrato físico. Consequentemente, às vezes é chamado de materialismo emergente oudualismo de propriedade . Em sentido amplo, o materialismo não-redutor sustenta que tudo é físico ou pelo menos dependente do físico; e, no sentido mais restrito, sustenta que a mente pode ter aspectos físicos e não-físicos, mesmo que deva ser instanciada em um sistema físico como o cérebro.

Enquanto o materialismo metafísico envolve uma teoria materialista da mente, pode-se ser materialista sobre o mental sem acreditar que tudo é físico (por exemplo, alguns teólogos são materialistas não-reducionistas sobre a mente humana, mas acreditam que Deus não é nem físico nem dependente do físico; alguns filósofos que pensam que a mente é puramente física também acreditam em objetos abstratos não-físicos ).

- Keith Augustine

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Naturalismo Pluralista

Existem dois tipos principais de naturalismo: materialismo e naturalismo pluralista. O materialismo , ou fisicalismo, é uma forma "monista" de naturalismo, na medida em que sustenta que só existe um tipo básico de coisas - material físico. O naturalismo pluralista, em contraste, combina o naturalismo com o pluralismo ontológico, a ideia de que há mais do que apenas um tipo básico de coisas. Assim, enquanto os materialistas rejeitam a realidade do material (não irredutível) não físico, os pluralistas afirmam a existência de pelo menos um tipo de material (não irredutível) não físico.

Nossas características mentais podem ser (irredutivelmente) propriedades não-físicas do cérebro. Mas como esse dualismo de propriedade é compatível com a idéia de que existem apenas substâncias físicas , é compatível com o materialismo e o pluralismo. Onde o materialismo e o naturalismo pluralista parecem divergir é em negar ou afirmar, respectivamente, a existência de objetos abstratos não-físicos, formas platônicas transcendentes além da natureza.

Esse tipo de naturalismo pluralista sustenta que, além dos objetos físicos e suas propriedades (físicas e possivelmente não-físicas), há objetos abstratos transcendentes (como números) e suas propriedades abstratas (como números primos ) subsistentes dentro de um reino platônico fora de espaço e tempo. Tal "realismo platônico" é motivado pelo fato de que o número 4, por exemplo, não parece ser o tipo de coisa que pode ser localizada em um determinado ponto no espaço, nem o tipo de coisa que pode entrar ou sair de existência em um determinado momento. Em vez disso, entidades abstratas pelo menos aparecemser formas platônicas universais e atemporais. Se for real, existem formas platônicas mesmo que ninguém as tenha percebido, e elas não causam mudanças em objetos físicos ou mentes humanas porque elas não têm localização espaço-temporal e nunca mudam (o número 4 nunca pode se tornar um número ímpar, por exemplo) . Enquanto os objetos abstratos platônicos são acausais, eles são compatíveis com o naturalismo porque, embora transcendam a natureza, não intervêm nele para provocar mudanças na natureza.

Há também concepções alternativas de abstracta compatíveis com o materialismo: (1) que elas não existem (nominalismo); (2) que eles "existem" apenas nas mentes (conceitualismo, que trata os objetos abstratos como ilusões da mesma maneira que o idealismo de George Berkeley trata os objetos físicos como ilusões); e (3) que eles realmente existem como universais, mas estão incorporados em todos os objetos físicos (realismo aristotélico, ou realismo moderado) ao invés de existirem separadamente e serem "espelhados" por eles.

Em princípio, o pluralismo permite a possibilidade de coisas físicas, mentais e abstratas, cada uma delas verdadeiramente distinta da outra. Mas pelo menos há tensão, se não incompatibilidade direta, entre o naturalismo e o dualismo de substâncias interacionistas, a noção de que existem substâncias mentais distintas que interagem com o mundo físico. Pois a ideia de uma substância não física de fundo que pode causar mudanças físicas chega muito perto da noção de uma causa sobrenatural. Em Cambridge Companion to Atheism, Evan Fales sugere que o naturalismo requer minimamente que "se existem substâncias mentais imateriais, elas não podem ser coisas que existem além da incorporação em uma substância física" (p. 128), para agentes desencarnados como deuses e almas são exemplos principais de seres sobrenaturais.

Finalmente, deve-se notar que o pluralismo é tecnicamente mais amplo do que o naturalismo pluralista discutido aqui. Como qualquer posição que sustente que há mais do que apenas um tipo de coisa é pluralista, qualquer teísmo que afirme que Deus e o mundo físico existe seria uma forma de pluralismo.

- Keith Augustine
https://infidels.org/library/modern/nontheism/naturalism/pluralistic.html
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Laicismo, Política e Economia / Re:MBL - Movimento Brasil Livre
« Última Mensagem: por Arcanjo Lúcifer Online Hoje às 18:20:48 »
O MBL já foi processado por um monte de gente e ganhou vários.
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Música, Arte e Cultura / Re:Alguem tem uma dica de filme?
« Última Mensagem: por Arcanjo Lúcifer Online Hoje às 18:14:40 »
Achei a notícia hoje, será que apresentarão na Netflix? É da AMC, a mesma produtora de Walking Dead que é apresentada.


Série de ficção mas baseada na existência de dois navios que existiram mesmo e ficaram presos no gelo.

https://www.dn.pt/media/interior/destrocos-de-the-terror-e-erebus-foram-encontrados-em-2014-e-2016-9225355.html

Foram encontrados em 2014 e 2016 com comida e preservados pelo gelo.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Eleições presidenciais de 2018
« Última Mensagem: por Fabrício Online Hoje às 17:28:46 »
Cite um país apoiado pelo governo americano que tem um único partido no poder, um candidato único disputando "eleições " contra ele mesmo por décadas seguidas e que muda regras eleitorais toda vez que decide por conta própria, que altera data de votações ou que impede candidatos eleitos de tomar posse como o ídolo venezuelano dos e squerdinhas faz.


Você colocou uma série de  características específicas e adequadamente limitadas  para você  tentar redefinir de forma conveniente  o significado de ditadura,   isto é o que pode ser chamado de falácia de redefinição de termos.




O que define uma ditadura na sua opinião?






Basicamente (de forma resumida) uma grande concentração de poder  nas  mãos  de  um   chefe de um  poder executivo (que também poderá ser chefe de poderes legislativos e judiciários, ou ao menos ter o chefe destes, bastante subservientes ao chefe do executivo),  e  ao mesmo tempo um suficiente enfraquecimento  de quaisquer  outros  líderes  e/ou autoridades que  quisessem lhe fazer oposição.


Outra característica importante é o enfraquecimento/restrição  e/ou  quase supressão dos direitos humanos,  ou até mesmo a total supressão dos direitos humanos da população que está sob o domínio do poderoso líder.



Tipo a Venezuela, por exemplo... ou a Rússia  ::)
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Laicismo, Política e Economia / Re:Eleições presidenciais de 2018
« Última Mensagem: por Arcanjo Lúcifer Online Hoje às 12:20:24 »
Cite um país apoiado pelo governo americano que tem um único partido no poder, um candidato único disputando "eleições " contra ele mesmo por décadas seguidas e que muda regras eleitorais toda vez que decide por conta própria, que altera data de votações ou que impede candidatos eleitos de tomar posse como o ídolo venezuelano dos e squerdinhas faz.


Você colocou uma série de  características específicas e adequadamente limitadas  para você  tentar redefinir de forma conveniente  o significado de ditadura,   isto é o que pode ser chamado de falácia de redefinição de termos.




O que define uma ditadura na sua opinião?






Basicamente (de forma resumida) uma grande concentração de poder  nas  mãos  de  um   chefe de um  poder executivo (que também poderá ser chefe de poderes legislativos e judiciários, ou ao menos ter o chefe destes, bastante subservientes ao chefe do executivo),  e  ao mesmo tempo um suficiente enfraquecimento  de quaisquer  outros  líderes  e/ou autoridades que  quisessem lhe fazer oposição.


Outra característica importante é o enfraquecimento/restrição  e/ou  quase supressão dos direitos humanos,  ou até mesmo a total supressão dos direitos humanos da população que está sob o domínio do poderoso líder.






Vc falou o mesmo que eu.

E o queridinho ditador venezuelano tão louvado pelos petistas se enquadra exatamente na descrição.
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Laicismo, Política e Economia / Re:MBL - Movimento Brasil Livre
« Última Mensagem: por Euler1707 Online Hoje às 12:10:08 »
Sobre a suposta edição do vídeo no caso Ciro, o Arthur do Val já disse que vai contratar um perito profissional e levar o caso para a Justiça para processar o cara do Catraca Livre que o acusou de fraude. Vamos ver se esse blog da esgotosfera vai ter coragem de abordar o assunto de novo depois que o resultado judicial sair. No mais, como todo blog da esgotosfera, suspeito que seu interesse principal no caso seja proteger Ciro Gomes com uma cortina de fumaça no episódio em que ele tem uma grave acusação a se defender.

Já sobre o fundamento da acusação de reponsabilidade pelo suicídio do coordenador de campanha do RS, ela não poderia ser mais estúpida. A família e os amigos da suposta vítima disseram que era verdade isso, então deve ser verdade. Brilhante argumentação. Imagine uma pessoa sendo condenada judicialmente por um estupro com um argumento semelhante a esse.

O objetivo aqui não é o compartilhamento de noticias, mas somente o desejo do JJ de difamar o MBL (e eu não estou aqui para os defender). Não há ceticismo ou senso crítico quando o assunto é o compartilhamento de notícias desfavoráveis ao MBL, como por exemplo, o trecho negritado pelo JJ que diz que o Arthur responde a uma penca de processos, sem nem mesmo especificar que tipo de processos. 
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Laicismo, Política e Economia / Re:MBL - Movimento Brasil Livre
« Última Mensagem: por -Huxley- Online Hoje às 12:00:34 »
Vlogueiro do MBL que acossou Ciro foi apontado como responsável por suicídio de coordenador de campanha no RS. Por Kiko Nogueira


Por Kiko Nogueira -  10 de abril de 2018



Arthur do Val, agitador profissional do MBL que se apresenta como “Mamãe Falei” (pois é), acusou Ciro Gomes de tê-lo “agredido” durante a abertura do Fórum da Liberdade, na capital gaúcha.


Arthur acrescentou que “um deputado que se absteve no impeachment”, cujo nome não se deu ao trabalho de pesquisar, jogou guaraná em sua perna (!?!).


Demorou horas para mostrar as imagens do terrível atentado.


Fedia a fake news, especialidade da milícia — e era.

No resultado editado por ele, Arthur aparece importunando Ciro, perguntando se ele ainda iria sequestrar Lula e levá-lo a uma embaixada.

Ciro lhe dá dois pescotapas, filmados com câmeras diferentes porque o sujeito vive desse tipo de flagrante armado.

O modus operandi de Arthur não convence nem sequer seus fãs.

“Eu comecei a seguir porque ele propunha um debate. Trocava uma ideia na moral. Mas nesse episódio ele se demonstrou um perfeito babaca”, escreve um desiludido.


O vlogueiro vive de aparecer no meio de gente de esquerda para causar confusão.


Faz uma pergunta mal intencionada, foge como uma galinha — e depois faz seu mimimi patético.


A ideia é causar desordem e violência, como os “camisas pardas” do nazismo, os baderneiros das SA. Bate a carteira e grita “pega, ladrão”.


Essa é sua maneira de fazer campanha para deputado federal.


Em janeiro de 2017, nosso colunista Mauro Donato teve um encontro com ele. Mauro relata um detalhe: Arthur comete a pilantragem e corre para a polícia.


Arthur do Val responde a diversos processos.


Em setembro, foi obrigado pela Justiça a retirar do YouTube ofensas a Luciana Genro, o filho Fernando Genro Robaina e o vereador Roberto Robaina (Psol), pai de Fernando e ex-marido de Luciana.



Ele é o autor de um famoso vídeo com Plínio Zalewski, coordenador da campanha de Sebastião Melo (PMDB) para a prefeitura de Porto Alegre, apontado como peça central de sua morte por amigos e familiares.


Zalewski relatou a amigos um “profundo incômodo” com os ataques. Foi encontrado morto em outubro. A polícia acredita em suicídio.


Numa ação orquestrada, o youtuber se deslocou de São Paulo ao Rio Grande do Sul para “trabalhar” nisso, garantindo que pagou do “próprio bolso”.


“Tudo por ideologia, completamente ideologia”, afirma. Então tá.


O chamego de Ciro foi, antes de tudo, legítima defesa.


https://www.diariodocentrodomundo.com.br/vlogueiro-do-mbl-que-acossou-ciro-foi-apontado-como-responsavel-por-suicidio-de-coordenador-de-campanha-no-rs-por-kiko-nogueira/




Sobre a suposta edição do vídeo no caso Ciro, o Arthur do Val já disse que vai contratar um perito profissional e levar o caso para a Justiça para processar o cara do Catraca Livre que o acusou de fraude. Vamos ver se esse blog da esgotosfera vai ter coragem de abordar o assunto de novo depois que o resultado judicial sair. No mais, como todo blog da esgotosfera, suspeito que seu interesse principal no caso seja proteger Ciro Gomes com uma cortina de fumaça no episódio em que ele tem uma grave acusação a se defender.

Já sobre o fundamento da acusação de reponsabilidade pelo suicídio do coordenador de campanha do RS, ela não poderia ser mais estúpida. A família e os amigos da suposta vítima disseram que era verdade isso, então deve ser verdade. Brilhante argumentação. Imagine uma pessoa sendo condenada judicialmente por um estupro com um argumento semelhante a esse.
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Laicismo, Política e Economia / Re:MBL - Movimento Brasil Livre
« Última Mensagem: por Euler1707 Online Hoje às 11:52:35 »
Vlogueiro do MBL que acossou Ciro foi apontado como responsável por suicídio de coordenador de campanha no RS. Por Kiko Nogueira


Apontado por quem?

O vlogueiro vive de aparecer no meio de gente de esquerda para causar confusão.


Faz uma pergunta mal intencionada, foge como uma galinha — e depois faz seu mimimi patético.


A ideia é causar desordem e violência, como os “camisas pardas” do nazismo, os baderneiros das SA. Bate a carteira e grita “pega, ladrão”.

É claro, não poderia faltar a Lei de godwin.

Arthur do Val responde a diversos processos.

Demonstrando assim o caráter criminoso desse ardiloso nazista, afinal, quer prova maior de culpa do que um processo ainda não terminado?
(Nota: essa métrica não se aplica à seres Lulináceos que tenham chegado à presidência de um país).

O chamego de Ciro foi, antes de tudo, legítima defesa.

Os fascisteres somos nozes.

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Laicismo, Política e Economia / Re:MBL - Movimento Brasil Livre
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 10:55:38 »
Vlogueiro do MBL que acossou Ciro foi apontado como responsável por suicídio de coordenador de campanha no RS. Por Kiko Nogueira


Por Kiko Nogueira -  10 de abril de 2018



Arthur do Val, agitador profissional do MBL que se apresenta como “Mamãe Falei” (pois é), acusou Ciro Gomes de tê-lo “agredido” durante a abertura do Fórum da Liberdade, na capital gaúcha.


Arthur acrescentou que “um deputado que se absteve no impeachment”, cujo nome não se deu ao trabalho de pesquisar, jogou guaraná em sua perna (!?!).


Demorou horas para mostrar as imagens do terrível atentado.


Fedia a fake news, especialidade da milícia — e era.

No resultado editado por ele, Arthur aparece importunando Ciro, perguntando se ele ainda iria sequestrar Lula e levá-lo a uma embaixada.

Ciro lhe dá dois pescotapas, filmados com câmeras diferentes porque o sujeito vive desse tipo de flagrante armado.

O modus operandi de Arthur não convence nem sequer seus fãs.

“Eu comecei a seguir porque ele propunha um debate. Trocava uma ideia na moral. Mas nesse episódio ele se demonstrou um perfeito babaca”, escreve um desiludido.


O vlogueiro vive de aparecer no meio de gente de esquerda para causar confusão.


Faz uma pergunta mal intencionada, foge como uma galinha — e depois faz seu mimimi patético.


A ideia é causar desordem e violência, como os “camisas pardas” do nazismo, os baderneiros das SA. Bate a carteira e grita “pega, ladrão”.


Essa é sua maneira de fazer campanha para deputado federal.


Em janeiro de 2017, nosso colunista Mauro Donato teve um encontro com ele. Mauro relata um detalhe: Arthur comete a pilantragem e corre para a polícia.


Arthur do Val responde a diversos processos.


Em setembro, foi obrigado pela Justiça a retirar do YouTube ofensas a Luciana Genro, o filho Fernando Genro Robaina e o vereador Roberto Robaina (Psol), pai de Fernando e ex-marido de Luciana.



Ele é o autor de um famoso vídeo com Plínio Zalewski, coordenador da campanha de Sebastião Melo (PMDB) para a prefeitura de Porto Alegre, apontado como peça central de sua morte por amigos e familiares.


Zalewski relatou a amigos um “profundo incômodo” com os ataques. Foi encontrado morto em outubro. A polícia acredita em suicídio.


Numa ação orquestrada, o youtuber se deslocou de São Paulo ao Rio Grande do Sul para “trabalhar” nisso, garantindo que pagou do “próprio bolso”.


“Tudo por ideologia, completamente ideologia”, afirma. Então tá.


O chamego de Ciro foi, antes de tudo, legítima defesa.


https://www.diariodocentrodomundo.com.br/vlogueiro-do-mbl-que-acossou-ciro-foi-apontado-como-responsavel-por-suicidio-de-coordenador-de-campanha-no-rs-por-kiko-nogueira/


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