Autor Tópico: Perguntas idiotas sobre economia e política.  (Lida 1128 vezes)

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Offline Dodo

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Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Online: 22 de Julho de 2008, 16:01:40 »
Não sou um grande conhecedor de economia e política, porém, devido ao grande número de tópicos sobre este assunto, tive o meu interesse despertado e, como era de se esperar, dúvidas (muitas dúvidas) afloraram.
Então resolvi criar ese post para sanar algumas dúvidas, não apenas criar debates desnecessários e sim descobrir como funcionariam certas coisas no Brasil, e se funcionariam.

Primeiro:
Eu pagaria muito menos impostos? Afinal se eu uso plano de saúde, escola particular. previdência privada e contrato seguranças particulares, então obviamente eu não preciso do Estado. Quanto eu economizaria por mês?

Segundo:
A lei de oferta e procura, como aprendemos na antiga matéria de OSPB (Organização Social e Política do Brasil) é a maneira como o mercado regulamenta os preços. Se é tão simples, por que não funciona SEMPRE, independente das regulamentações do Estado (no caso, o Brasil)?

Terceiro:
Um antigo ditado chinês diz: "Antes de conquistar o mundo, arrume seu quarto."
Com a aproximação das eleições municipais, descobri o tamanho da minha ignorância sobre os problemas da minha cidade e, não digo isto com orgulho, não sei o que a prefeitura fez de bom ou ruim.
A maioria das pessoas vai morrer na cidade em que nasceu, por que não nos atemos aos problemas e soluções que são inerentes ao município, ao invés de culpar a esfera federal por tudo?

Quarto:
Há décadas ouço a idéia de implantar um sistema de saúde onde as famílias seriam atendidas sempre no mesmo local (o posto de saúde) e teriam também tratamentos preventivos. Segundo um médico conhecido meu: coisas banais como cortar alguns produtos da alimentação, não fumar, beber com moderação, praticar algum exercício, fazer exame preventivos desafogariam os hospitais maiores, e isso apenas alguns anos depois da implantação. Uma consulta a cada noventa dias, mesmo sem necessidade, custaria um centésimo do que custa uma consulta de emergência.
O que acham disto? É medicina socialista? Destruiria a indústria de saúde privada?

Quinto:
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O sistema sindical.

FBT – Qual sua visão sobre o sistema sindical praticado no Brasil, visto em perspectiva histórica?

NC – Eu não gosto desse sistema, de concepção fascista. Sou favorável ao livre mercado, ao livre sindicalismo; sou pelo fim do imposto sindical. Penso que associações desse tipo devem ser voluntárias e custeadas pelos interessados.

FBT – Qual a importância dos sindicatos patronais?

NC – Os sindicatos patronais são muito importantes para representar os setores e cuidar para que os interesses coletivos não sejam ameaçados, seja por medidas legislativas, seja por medidas arbitrárias do Poder Executivo.

Essa é uma entrevista de Nivaldo Cordeiro, um conservador brasileiro.
O sindicato dos patrões é bom, o sindicato dos trabalhadores é fascista.
É assim que eu entendo este trecho da entrevista dele, alguém entende diferente?

Bom, essa é apenas uma parte das minhas dúvidas. Se alguém responder agradeço.
Você é único, assim como todos os outros.
Alfred E. Newman

Offline uiliníli

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Re: Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #1 Online: 22 de Julho de 2008, 16:05:24 »
Imagino que cada economista para quem você perguntar vai dar uma resposta completamente diferente...

Offline Dodo

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Re: Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #2 Online: 22 de Julho de 2008, 16:12:52 »
Imagino que cada economista para quem você perguntar vai dar uma resposta completamente diferente...

Para ser sincero eu já pesquisei sobre estas mesmas coisas, tanto em sites conservadores como de esquerda. Cada um fala uma coisa diferente.
Mas eu estou mais interessado na opinião dos foristas. Não gostaria de referências, nem de indicações de livros ou sites, para isto eu tenho o google. Eu quero a opinião pessoal de cada um.
Você é único, assim como todos os outros.
Alfred E. Newman

Rhyan

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Re: Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #3 Online: 22 de Julho de 2008, 16:33:46 »
Eu entendo muito pouco de economia, mas vou tentar responder...

Primeiro:
Eu pagaria muito menos impostos? Afinal se eu uso plano de saúde, escola particular. previdência privada e contrato seguranças particulares, então obviamente eu não preciso do Estado. Quanto eu economizaria por mês?

Isso vai depender de qual classe social você é. Desconheço os números.

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Segundo:
A lei de oferta e procura, como aprendemos na antiga matéria de OSPB (Organização Social e Política do Brasil) é a maneira como o mercado regulamenta os preços. Se é tão simples, por que não funciona SEMPRE, independente das regulamentações do Estado (no caso, o Brasil)?

O mercado não é perfeito, não existe onisciência.

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Terceiro:
Um antigo ditado chinês diz: "Antes de conquistar o mundo, arrume seu quarto."
Com a aproximação das eleições municipais, descobri o tamanho da minha ignorância sobre os problemas da minha cidade e, não digo isto com orgulho, não sei o que a prefeitura fez de bom ou ruim.
A maioria das pessoas vai morrer na cidade em que nasceu, por que não nos atemos aos problemas e soluções que são inerentes ao município, ao invés de culpar a esfera federal por tudo?

Talvez você simpatize com o Federalismo, é justamente isso, dar autonomia aos estados, para que os estados dêem automonia aos municípios, e que os municípios dêem automonia aos indivíduos.

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Quarto:
Há décadas ouço a idéia de implantar um sistema de saúde onde as famílias seriam atendidas sempre no mesmo local (o posto de saúde) e teriam também tratamentos preventivos. Segundo um médico conhecido meu: coisas banais como cortar alguns produtos da alimentação, não fumar, beber com moderação, praticar algum exercício, fazer exame preventivos desafogariam os hospitais maiores, e isso apenas alguns anos depois da implantação. Uma consulta a cada noventa dias, mesmo sem necessidade, custaria um centésimo do que custa uma consulta de emergência.
O que acham disto? É medicina socialista? Destruiria a indústria de saúde privada?

Não acho.

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Quinto:
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O sistema sindical.

FBT – Qual sua visão sobre o sistema sindical praticado no Brasil, visto em perspectiva histórica?

NC – Eu não gosto desse sistema, de concepção fascista. Sou favorável ao livre mercado, ao livre sindicalismo; sou pelo fim do imposto sindical. Penso que associações desse tipo devem ser voluntárias e custeadas pelos interessados.

FBT – Qual a importância dos sindicatos patronais?

NC – Os sindicatos patronais são muito importantes para representar os setores e cuidar para que os interesses coletivos não sejam ameaçados, seja por medidas legislativas, seja por medidas arbitrárias do Poder Executivo.

Essa é uma entrevista de Nivaldo Cordeiro, um conservador brasileiro.
O sindicato dos patrões é bom, o sindicato dos trabalhadores é fascista.
É assim que eu entendo este trecho da entrevista dele, alguém entende diferente?

Ele disse que é a favor do livre sindicalismo, não vi contradição, ele ataca o imposto obrigatório do sindicato.

Offline Dodo

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Re: Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #4 Online: 22 de Julho de 2008, 16:48:07 »
Eu entendo muito pouco de economia, mas vou tentar responder...

Primeiro:
Eu pagaria muito menos impostos? Afinal se eu uso plano de saúde, escola particular. previdência privada e contrato seguranças particulares, então obviamente eu não preciso do Estado. Quanto eu economizaria por mês?

Isso vai depender de qual classe social você é. Desconheço os números.


O "eu" não sou "eu", e sim qualquer um.

Para facilitar:

Salário de R$2.000,00 reais.

Sobram cerca de R$1.400,00 descontados todos os impostos diretos e indiretos.
Você é único, assim como todos os outros.
Alfred E. Newman

Offline Donatello

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Re: Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #5 Online: 23 de Julho de 2008, 09:36:35 »
1 - Não é essa a lógica de se pagar impostos, se impostos fossem pagamentos por serviços diretos nenhum deles faria sentido. Acontece que alguém que não precise usar a educação pública ainda continua precisando de uma sociedade onde o nível de escolaridade seja alto (por conta das implicações econômicas que a abundância de mão-de-obra qualificada trazem ou pela extensamente observada relação de causa-consequência que o letramento da população tem com o laicismo, com a aceitação do diferente, com a redução dos índices de violência urbana) ; quem não usa a saúde pública ainda é cliente potencial dos hospitais públicos se, por exemplo, for atropelado em um cooper, sem a carteira do plano de saúde no bolso.

Aí "você" pode alegar que isto faz sentido na Noruega ou na Finlândia, mas não no Brasil onde os serviços públicos são de péssima qualidade. Discordo. Um que o problema não está nos altos impostos mas na forma que lidamos com o dinheiro público, é isso que tem de ser mudado. Dois que dizer que os serviços são ineficientes não significa dizer que não poderiam ser piores: se as escolas públicas tiverem menos verbas do que já têm a qualidade do ensino só poderia tender a ser pior do que já é e todos os reverses disto já comementados acima aumentariam. Três que reduzir os impostos não teria efeito sobre a nossa desonestidade; então não iria faltar verba para o político corrupto, iria ter menos ainda para a educação dos pobres (o que, como já comentei: atinge até aos mais ricos milionários dos Jardins e do Leblon).

2 - No Brasil ou em qualquer outro país há inúmeros outros fatores a regular preços que não a oferta-demanda. O trust, o monopólio, as estratégias de marketing...

3 - Eu acho que a divisão de esferas de poder é muito bem feita para as nossas proporções territoriais. Acontece que temos dificuldade em compreendê-la. Não é raro ouvir gente agradecendo ao deputado federal X pela rua asfaltada ou reclamando do prefeito Y pelas altas inflacionárias ou o dizendo que o deputado federal H não fez nada pelo povo porque não teve nenhuma lei aprovada.

Não acho que conhecer os problemas da prefeitura seja mais importante ou o pontapé inicial para conhecer os outros. Mas acho que temos que tentar entender as competências e as limitações de cada esfera de poder.

4 - ...

5 - Tenho uma antipatia antiga por sindicatos, quaisquer sindicatos. Sindicatos são corporativistas e numa lista das maiores mazelas humanas eu colocaria o corporativismo no pódio facilmente. Corporativismo é o mecanismo que dá força para que os interesses pessoais ganhem a queda de braço com o interesse comum. Sindicatos são as únicas instituições humanas que se justificam no corporativismo. Digo: todas as outras entidades têm espaço para o surgimento deste aborto ideológico, mas os sindicatos nascem e se alimentam dele.

Acredito que partidos políticos fortes e com ideologias bem formuladas serviriam muito melhor à sociedade do que milhares de sindicatos preocupados exclusivamente com os interesses de seus afiliados.

Offline FxF

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Re: Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #6 Online: 24 de Julho de 2008, 01:46:17 »
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Primeiro:
Eu pagaria muito menos impostos? Afinal se eu uso plano de saúde, escola particular. previdência privada e contrato seguranças particulares, então obviamente eu não preciso do Estado. Quanto eu economizaria por mês?
Acho que gramaticalmente a pergunta ficou difícil de entender. Você está perguntando (em outras palavras) "quanto eu economizaria se fosse descontado dos impostos serviços públicos que não utilizo?"

Os serviços públicos do Brasil não são eficientes, e tenho minhas dúvidas se não trazem mais prejuízos que lucros em muitos casos, devido a estabilidade excessiva dada de graça aos funcionários.

Além disso, o poço onde é atirado o dinheiro dos impostos é desconhecido.
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Segundo:
A lei de oferta e procura, como aprendemos na antiga matéria de OSPB (Organização Social e Política do Brasil) é a maneira como o mercado regulamenta os preços. Se é tão simples, por que não funciona SEMPRE, independente das regulamentações do Estado (no caso, o Brasil)?
Não dá para dizer que é "independente das regulamentações do Estado" no sentido de ser uma das causas do problema. O estado se provou ao decorrer da história ineficiente para regulamentar a oferta e procura, se tornando apenas um Deus que todos oram mas que não cura ninguém e nem existe placebo.

E também depende o que você chama de "funcionar". Há quem diga que o sucesso das operadoras telefônicas não é. Já eu acho que é, já que operadoras funcionando do jeito porco que funcionam fazem um grande sucesso, principalmente na minha faixa etária, que acredito (não tenho dados que comprovam) representam a maior parcela de consumidores.
Você tem de lembrar que a lei da oferta e procura dá as pessoas o que elas BUSCAM, não o que a opinião pública diz que gostaria de ter.
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Terceiro:
Um antigo ditado chinês diz: "Antes de conquistar o mundo, arrume seu quarto."
Com a aproximação das eleições municipais, descobri o tamanho da minha ignorância sobre os problemas da minha cidade e, não digo isto com orgulho, não sei o que a prefeitura fez de bom ou ruim.
A maioria das pessoas vai morrer na cidade em que nasceu, por que não nos atemos aos problemas e soluções que são inerentes ao município, ao invés de culpar a esfera federal por tudo?
É passar a culpa adiante. O país tem sim culpa, mas o município também tem sua parcela. Mas também não é para se pensar que então deve-se esquecer do país, muitos dos problemas do mesmo vão inevitavelmente influenciar ferozmente em qualquer município, como a constituição muito mal-feita.
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Quarto:
Há décadas ouço a idéia de implantar um sistema de saúde onde as famílias seriam atendidas sempre no mesmo local (o posto de saúde) e teriam também tratamentos preventivos. Segundo um médico conhecido meu: coisas banais como cortar alguns produtos da alimentação, não fumar, beber com moderação, praticar algum exercício, fazer exame preventivos desafogariam os hospitais maiores, e isso apenas alguns anos depois da implantação. Uma consulta a cada noventa dias, mesmo sem necessidade, custaria um centésimo do que custa uma consulta de emergência.
O que acham disto? É medicina socialista? Destruiria a indústria de saúde privada?
Desnecessário. Não se deve implantar um sistema que obrigue as pessoas/empresas a fazerem isto ou aquilo, principalmente que um sistema vindo do Estado não é confiável para esse propósito.

Seria muito melhor educar as pessoas para tanto, através de maneiras passivas.
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Essa é uma entrevista de Nivaldo Cordeiro, um conservador brasileiro.
O sindicato dos patrões é bom, o sindicato dos trabalhadores é fascista.
É assim que eu entendo este trecho da entrevista dele, alguém entende diferente?
Um sindicato deve estar a par de seus interessados. No momento que o governo intervém, ele está promovendo algo que fracassou.

Offline Gauss

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Re:Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #7 Online: 29 de Janeiro de 2018, 19:28:55 »
A Constituição de 1988 proíbe que o Brasil ataque outro país sem motivo.

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Título V   
Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas

Capítulo II   
Das Forças Armadas


 

Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

    § 1º Lei complementar estabelecerá as normas gerais a serem adotadas na organização, no preparo e no emprego das Forças Armadas.

  [...]


A pergunta é: apesar de ser proibido um ataque sem motivo a outro país, um presidente poderia pôr em votação no congresso uma autorização para um ataque, argumentando que ele seria preventivo, como Bush fez quando invadiu o Iraque em 2003 ou Israel fez na Guerra dos Seis dias em 1967? Ou nossa constituição proíbe isso?
“A matemática é a rainha das ciências.”
Carl Friedrich Gauss.

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #8 Online: 29 de Janeiro de 2018, 19:34:42 »
Só opinião minha,  apenas opinião.

Acho que nem poderia colocar em votação, guerra só mesmo se alguém invadir nosso pedaço.

Offline Gauss

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Re:Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #9 Online: 29 de Janeiro de 2018, 19:56:27 »
Só opinião minha,  apenas opinião.

Acho que nem poderia colocar em votação, guerra só mesmo se alguém invadir nosso pedaço.
Mas, imagine a seguinte situação:

Peguemos um país vizinho qualquer, vamos supor a Bolívia. O presidente da Bolívia começa a fazer ameaças ao Brasil. Ocorre uma terrível crise diplomática. As inteligências das Forças Armadas detectam movimentos militares estranhos próximos a fronteira. Os comandantes das três FAs comunicam o Ministro da Defesa e o mesmo avisa ao presidente do perigo iminente de ataque, mesmo sem uma guerra declarada pelo outro lado. Mesmo neste caso o presidente não poderia enviar para votação no congresso uma autorização para um ataque ou invasão preventiva, usando como argumento a defesa da Pátria?
“A matemática é a rainha das ciências.”
Carl Friedrich Gauss.

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #10 Online: 30 de Janeiro de 2018, 04:39:02 »
Colega, já faz muito tempo que postei aqui os links com casos de invasões do territorio brasileiro por aviões e helicópteros militares venezuelanos desde o governo Chapolim Colorado.

Os vagabundos chegaram a descer em uma aldeia onde ameaçaram e espancaram alguns índios.

O Imorales mandou invadir cidades brasileiras da fronteira para prenderem opositores fugitivos.

Nunca foi tomada qualquer atitude contra,  pelo menos até agora com o PT no poder e pode ser que futuramente a coisa mude.

Nossas FA tinham total conhecimento dos casos, inclusive de uma ONG estrangeira que declarou um pedaço da floresta amazônica como "território internacional" mas o exército invadiu a tal ONG e rasgou a bandeira que colocaram lá.

Postei todos os links na época.

Duvido muito que mesmo assim mandem soldados ao outro lado se primeiro  não houver uma invasão, e mesmo assim apenas se for do exército oficial do país e não os grupos de milicianos que apoiam abertamente mas sem ter uma ligação oficial com o governo.
« Última modificação: 30 de Janeiro de 2018, 05:15:40 por Arcanjo Lúcifer »

Offline André Luiz

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Re:Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #11 Online: 30 de Janeiro de 2018, 08:34:52 »
Acho que pequenas escaramuças acontecem, muita coisa não é divulgada

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Perguntas idiotas sobre economia e política.
« Resposta #12 Online: 30 de Janeiro de 2018, 20:34:59 »
Acho que pequenas escaramuças acontecem, muita coisa não é divulgada

Acontecia com frequência, não era caso isolado.

No caso do helicóptero eles chegaram a pousar em uma aldeia.

 

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