Autor Tópico: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo  (Lida 29902 vezes)

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #25 Online: 28 de Março de 2010, 20:14:03 »
Eu gostaria que ocorresse a materialização de US$ 1 milhão na minha conta bancária. :twisted:

Pensando bem, é melhor que ele se materializasse em uma conta bancária nas Bahamas para eu não pagar impostos.  :biglol:


Mas os espíritas podem por a mão em $1000000,00!!! É só eles provarem uma materialização pro Randi...  ::)

É qie os espiritos não são materialistas...
"A idade não diminui a decepção que a gente sente quando o sorvete cai da casquinha"  - anonimo

"Eu não tenho medo de morrer, só não quero estar lá quando isso acontecer"  - Wood Allen

    “O escopo da ciência é limitado? Sim, sem dúvida: limitado a tratar daquilo que existe, não daquilo que gostaríamos que existisse.” - André Cancian

Offline Gigaview

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #26 Online: 28 de Março de 2010, 22:09:01 »
Saiu na Superinteressante:

« Última modificação: 28 de Março de 2010, 22:15:07 por Gigaview »
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Offline Gigaview

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #27 Online: 28 de Março de 2010, 22:14:00 »
"João de Deus", "cirurgias espirituais e afins



Fonte: Blog do Aurélio - http://aureliojornalismo.blogspot.com/2010/03/joao-de-deus-cirurgias-espirituais-e.html
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Offline Gigaview

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #28 Online: 28 de Março de 2010, 23:24:17 »


“O curandeirismo é punido para se resguardar a incolumidade pública. O indivíduo que, sem ser médico, faz a determinação de uma doença ou enfermidade pelos sintomas; que, sem ser médico, faz operações; que, dizendo-se um “aparelho” de um espírito, em transe, receita ou opera, ou fornece “garrafadas”, “raízes de mato”; que usa “passes”, atitudes, posturas, palavras, rezas, encomendações, benzeções, esconjuros, ou qualquer outro meio para facilitar partos, curar a tosse rebelde, mordeduras de cobra, câncer, debelar a febre, tuberculose, hemorragia, espinhela caída, catarata, surdez etc. - êsse cidadão representa um tremendo perigo para a saúde de um indeterminado número de pessoas, cuja tutela incumbe, inquestionàvelmente, ao Estado.” Dito isto, o escrivão Osório, da Comarca de Congonhas do Campo, prosseguiu a leitura da sentença do Juiz Márcio Aristeu Monteiro de Barros, informando ao réu, “Ze Arigó”, a pena de dezesseis meses de prisão que lhe foi imposta pelo crime de curandeirismo, figura delituosa que é prevista no art. 284 do Código Penal Brasileiro.

SEXTA-FEIRA, 20, a notícia curta mas incisiva, transmitida pelas estações de rádio e televisão, deve ter traumatizado milhares de pessoas em todo o País: José Pedro de Freitas, “Zé Arigó”, conhecido até no exterior por suas aparentes curas mediúnicas, fôra condenado a cumprir pena no xadrez de Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais. Essa era a segunda vez que o conhecido "medium" enfrentava a Justiça. Pelo mesmo delito já havia sido condenado (e indultado pelo Presidente Kubitschek) em 1956. A sentença, proferida naquela tarde de sexta-feira, colheu de surprêsa os habitantes de Congonhas, onde Arigó, modesto funcionário público, é estimado e admirado por muitos. Êle, porém, recebeu resignado a notícia desfavorável. Afirma-se convencido de que cumpre na Terra uma missão sobrenatural: “Agora vou ter muito tempo para ler o Evangelho” - disse, a caminho da prisão.

Desde a audiência de instrução e julgamento, em vinte e dois de outubro, estava sendo aguardada a sessão pública durante a qual o magistrado de Congonhas, presentes as partes, daria publicidade à sentença, condenando ou absolvendo José Pedro de Freitas, denunciado pelo Conselho Regional de Medicina da Associação Médica de Minas Gerais. Esperava-se a fixação do dia da audiência, quando o advogado de Arigó, Professor Jair Leonardo Lopes, foi surpreendido pela informação, extra-oficial, de que seu cliente havia sido condenado. Contra o “mago” de Congonhas - cidade que se transformou, nestes últimos dez anos, na meca de doentes das mais distantes origens - já havia sido encaminhado à Delegacia de Vigilância mandado de prisão. O patrono de José Pedro de Freitas dirigiu-se, imediatamente, àquela cidade, onde nem mesmo o acusado e seus familiares sabiam da decisão. Arigó voltava do seu sítio vestindo, como de seu hábito, calça e camisa-esporte, quando foi informado da sentença. Dispôs-se a se apresentar ao Juiz, o que fêz em seguida. A poucos passos de sua residência, dez minutos mais tarde, Arigó subia as escadas do Fôro, em companhia do pai, Sr. Antônio de Freitas, e de seu filho Tarcísio. Populares aproximaram-se, perguntando: “Que aconteceu?” À chegada do Juiz, instantes depois, disse-lhe o defensor do “medium”: “Meritíssimo, tomando conhecimento de que meu cliente foi condenado, e sendo certo que não quer êle fugir à ação da Justiça, aqui está para apresentar-se a Vossa Excelência!”

Após a prolongada leitura da sentença, que ocupava várias páginas datilografadas em espaço dois, o réu levantou-se e agradeceu ao Juiz e ao Promotor Marcelo José de Paula. Nessa altura, já havia gente chorando no recinto do tribunal. Parentes e amigos do réu. A emoção redobrou, quando uma tia de Arigó, entrando na sala de audiências, bradou em pranto convulsivo: “Conforme-se, meu filho, porque até Jesus foi condenado!”

Como a delegacia de Congonhas não dispõe de veículo para conduzir presos, Arigó foi para o xadrez dirigindo seu jipe, acompanhado por dois soldados da Fôrça Pública e pelos filhos e irmãos (êle tem seis filhos). O jipe era seguido por numerosos automóveis, cujas buzinas soavam lùgubremente, expressando a fé de alguns adeptos nos misteriosos podêres do “medium”, os quais, para seu infortúnio, não bastaram para comover a Justiça.

http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro/12121964/121264_1.htm
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Offline Micrômegas

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #29 Online: 28 de Março de 2010, 23:41:14 »
Eu gostaria que ocorresse a materialização de US$ 1 milhão na minha conta bancária. :twisted:

Pensando bem, é melhor que ele se materializasse em uma conta bancária nas Bahamas para eu não pagar impostos.  :biglol:




Graças a Deus meus esforços foram coroados de êxito, não apenas na França, mas também no estrangeiro, e posso dizer que os médiuns profissionais são hoje raras exceções na Europa. Onde quer que minhas obras penetraram e servem de guia, o Espiritismo é visto sob o seu verdadeiro aspecto, isto é, sob um caráter exclusivamente moral. Por toda parte os médiuns, devotados e desinteressados, compreendendo a responsabilidade de sua missão, vêem-se cercados da consideração que lhes é devida, qualquer que seja sua posição social. E essa consideração cresce na razão mesma de um contraste realçado pelo desinteresse.
Não pretendo absolutamente dizer que entre os médiuns profissionais não existem muitos que sejam honestos e dignos de consideração. Mas a experiência provou, a mim e a muitos outros, que o interesse é um poderoso estimulante à fraude, pois que tem em mira o lucro; e se os Espíritos não colaboram – o que freqüentemente ocorre, pois que não estão por conta de nossos caprichos –, a astúcia, fecunda em expedientes, encontra facilmente meios de supri-los. Para um que agir lealmente, haverá cem dispostos ao abuso e que conspurcarão a reputação do Espiritismo. Por outro lado os nossos adversários não descuidaram de explorar, em proveito de suas críticas, as fraudes que puderam testemunhar, disso concluindo que tudo no Espiritismo é falsidade, e que urge, portanto, oporem-se a esse charlatanismo de um novo gênero. Em vão objeta-se que a doutrina não é responsável por tais abusos. Conheceis o provérbio: “Quando se deseja matar o cão, diz-se que está raivoso”.
Que resposta mais peremptória poder-se-á dar à acusação de charlatanismo do que dizer-se: “Quem vos convidou a vir? Quanto pagastes para entrar?”. Aquele que paga quer ser servido; exige uma retribuição ao seu dinheiro; se não lhe é dado o que espera, tem o direito de reclamar. Ora, para evitar essa reclamação, cuida-se de servi-lo por qualquer expediente. Eis o abuso, mas o abuso que ameaça se tornar uma regra, ao invés de uma exceção. E é preciso obstá-lo! Agora que uma opinião se formou a esse respeito, o perigo não é de se temer senão relativamente aos inexperientes. Àqueles, pois, que se queixarem de ter sido enganados, ou de não haver obtido as respostas que desejariam, podemos dizer: “Se tivésseis estudado o Espiritismo saberíeis em que condições ele pode ser experimentado com frutos; saberíeis quais são os legítimos motivos de confiança e de desconfiança, o que, em suma, se pode dele esperar; e não teríeis pedido o que ele não pode dar; não teríeis ido consultar um médium como a um cartomante, para solicitar aos Espíritos revelações, conselhos sobre heranças, descobertas de tesouros e cem outras coisas semelhantes que não são de alçada do Espiritismo. Se fostes induzido em erro, deveis apenas culpar-vos a vós mesmos”.
É evidente que não se pode considerar uma exploração a mensalidade que se paga a uma sociedade, para que enfrente as despesas de sua manutenção. Outrossim, a mais vulgar eqüidade diz que não se pode impor esse gasto a pessoas que não dispõem de possibilidades financeiras ou de tempo para a freqüência contínua como associados. A especulação consiste em se fazer uma indústria de situação, em convocar o primeiro que surge, curioso ou indiferente, para exigir seu dinheiro. Uma sociedade que assim agisse seria tão repreensível, ou mais repreensível ainda, do que o indivíduo, e não mereceria nenhuma confiança. Uma entidade espírita deve prover às suas necessidades; ela deve dividir entre todos suas despesas e nunca lançá-las aos ombros de um só; isso é justo e não existe nesse critério nem exploração, nem especulação. Todavia o caso não seria idêntico se o primeiro que se apresentasse pudesse adquirir, através de pagamento, o direito de entrada, pois isso seria desnaturar a finalidade essencialmente moral e instrutiva das reuniões desse gênero, para delas fazer um espetáculo de curiosidade.
Quanto aos médiuns, eles se multiplicam de tal forma que os profissionais seriam, hoje, completamente supérfluos.
Tais são, senhores, as idéias que me esforcei por fazer prevalecer e confesso-me feliz por ter obtido êxito muito mais facilmente do que teria esperado. Mas compreendei, aqueles que frustrei em suas esperanças não são meus amigos. Eis-nos, pois, em presença de um grupo que não me pode ver com bons olhos, o que, convenhamos, pouco me inquieta. Se nunca a exploração do Espiritismo tentou se introduzir em vossa cidade, eu vos convido a renegar essa nova indústria, a fim de não comprometerdes a vós mesmos com essa solidariedade e para que as censuras que se levantarem não venham a cair sobre a doutrina pura.
Ao lado da especulação material, há aquela à qual poderíamos chamar especulação moral, isto é, a satisfação do orgulho, do amor próprio. É o caso dos que acreditam, sem interesse pecuniário, ser possível fazer do Espiritismo um pedestal honorífico para se colocarem em evidência. Tão pouco os favoreci em meus escritos e, por outro lado, meus conselhos contrapuseram-se a mais de uma premeditação, provando que as qualidades do verdadeiro espírita são a abnegação e a humildade, conforme a máxima do Cristo: “Quem exalta será humilhado”. Este é o segundo grupo que, igualmente, não me pode apreciar. Nele se encontram os portadores das ambições frustradas e dos amores-próprios melindrados.
Em seguida é a vez das pessoas que não me perdoam o fato de ter sido bem sucedido, para as quais o sucesso de minhas obras é uma causa de desgosto, que perdem o sono quando assistem aos testemunhos de simpatia que, espontaneamente, me são dispensados. É a faixa do ciúme, reforçada por todos aqueles que, por temperamento, não toleram ver um homem erguer um pouco a cabeça sem tentar um movimento de fazê-lo submergir.
Um grupo não menos irascível, acreditai, é constituído por médiuns, não por médiuns interesseiros, mas, pelo contrário, desinteressados, materialmente falando-se. Refiro-me aos médiuns obsediados, ou melhor, fascinados. Algumas observações a esse respeito não deixam de ter sua utilidade.
Por orgulho estão de tal forma persuadidos de que tudo quanto recebem é sublime e só pode vir dos Espíritos superiores, que se irritam com a menor observação crítica, a ponto de se malquistarem com seus amigos quando estes têm a inabilidade de não admirar o que lhes parece absurdo. Nisto reside a prova da má influência que os domina, pois, supondo-se que, por falta de capacidade de julgamento ou de conhecimento não fossem capazes de enxergar claro, este não constituiria um motivo para se porem de prevenção contra os que não se acham em idêntica posição. Todavia essa é a tarefa dos Espíritos obsessores que, para melhor manter o médium sob sua dependência, induzem-no ao afastamento, mesmo à aversão por quem quer que possa lhes abrir os olhos.
Há ainda os que são dotados de uma susceptibilidade levada ao excesso. Agastam-se com as mínimas coisas, mesmo com o lugar que lhes é destinado em uma reunião, se este não é de bastante evidência, com a ordem estabelecida para a leitura das comunicações, ou com o fato de se recusar a leitura daquelas cujo tema não parece oportuno ao momento. Alguns aborrecem-se quando não são convidados, com bastante insistência, a dar o seu concurso, outros se agastam porque a ordem dos trabalhos não é invertida, de modo a favorecer suas conveniências. Há os que gostariam de se considerar médiuns titulares de um grupo ou de uma sociedade, ser aí senhores de baraço e cutelo, pretendendo que seus Espíritos guias sejam tomados por árbitros infalíveis de todas as questões, etc.. Esses motivos são tão pueris e tão mesquinhos, que nenhum deles ousa confessá-los. Mas nem por isso deixam de constituir uma fonte de surda animosidade que, cedo ou tarde, se trai, ou pelas mal-querenças ou pelo afastamento. Sem ter razões ponderáveis a oferecer, muitos põem de lado os escrúpulos e apresentam pretextos ou alegações imaginárias. O fato de, absolutamente, não me conformar a essas pretensões surge como um erro, ou melhor ainda, um crime aos olhos de algumas pessoas que, naturalmente, me deram as costas, gesto esse ao qual, mais uma vez reagi – a seu ver – erroneamente, não lhes dando maior importância. Tudo isso é imperdoável! Concebei esta palavra nos lábios de pessoas que se dizem espíritas? Eis aqui uma palavra que deveria ser riscada do vocabulário espírita!


Viagem Espírita em 1962
Allan Kardec
____________________
"Toda filosofia aspira a difundir-se, a ser uma propaganda. Ter a mão cheia de verdades e conservá-la fechada é de espíritos tacanhos. O que seria, pois, uma verdade que não quisesse comunicar-se?"

Todas as vezes que um fato novo se revela no campo da Ciência, logo o averbam de apócrifo; depois, que é contrário à Religião; e, por fim, que há muito era sabido. Efetivamente, a verdade tem duas espécies de adversários: os cépticos do materialismo, e os céptico do dogma.

Offline Gigaview

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #30 Online: 28 de Março de 2010, 23:54:25 »
Micrômegas,

Texto de 1962? Foi "enviado" pelo Kardec, digo psicografado por um médium?

Estou perguntando por que tenho outro texto supostamente enviado pelo espírito de Kardec onde ele se arrepende de ter codificado o espiritismo.

Para nós céticos ambos são bullshit mas servem muito bem para ilustrar uma contradição da xaropa espiritóide.



Veja: http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=21473.0

A propósito, nem lí o seu texto. A minha experiência com textos psicografados indica que eles tendem a ser de pior qualidade de quando os autores em vida. No caso específico de Kardec isso se torna insuportável.
« Última modificação: 28 de Março de 2010, 23:59:36 por Gigaview »
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Offline Micrômegas

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #31 Online: 28 de Março de 2010, 23:59:03 »
Obrigado por apontar o meu erro giga, é de 1862






----------------

"Resumo

Esta obra é o relato da viagem realizada pelo Codificador no ano de 1862, que o levou a mais de vinte cidades, nas quais presidiu aproximadamente 50 reuniões.
Para Kardec essa viagem teve a finalidade de avaliar a situação em que se encontrava a Doutrina Espírita e levar ao conhecimento geral as orientações necessárias aos organizadores dos diferentes Centros.
Nos três discursos pronunciados por Kardec, em Lyon e Bordeaux, foram feitas valiosas considerações sobre a conduta dos espíritas, as atividades dos grupos e importantes temas que envolvem os adeptos.
O Codificador oferece, também, instruções particulares aos grupos em resposta a diversas questões propostas e, por fim, um Projeto de Regulamento para o uso de grupos e pequenas Sociedades Espíritas."

« Última modificação: 29 de Março de 2010, 00:06:52 por Micrômegas »
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Offline Contini

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #32 Online: 29 de Março de 2010, 08:16:44 »
Obrigado por contribuir apontando mais essa fraude, micrômegas.

Afinal, um "relato" supostamente feito por um "espírito" e que consegue prognosticar apenas o momento em que foi feito, errando feio sobre a popularidade da religião nos dias atuais já se mostra uma fraude.


Mas se voce discordar de alguma dessas fraudes apontadas, fique a vontade para abrir um outro tópico sobre isso e apresentar argumentos, fatos ou evidencias de que tal sucedido não teria sido uma fraude, e teremos prazer de discutir suas evidencias e chegaremos a uma conclusão junto.
Vamos evitar de discutir nesse tópico, pois ele é mais informal, só para apontar as fraudes cometidas ao longo do tempo para tentar legitimar essa religião :ok:

Só peço que voce não venha apenas com sua opinião pessoal não embasada, ou usando citações da sua religião como evidencia ou argumento, pois iremos fatalmente refutá-lo, como nos outros tópicos, pois nada que voce apresentou por lá é novidade e nem deixou de ser refutado ao longo dos tempos com as dezenas de religiosos espíritas que passaram por aqui.

Abraço.
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Offline Micrômegas

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #33 Online: 29 de Março de 2010, 08:53:21 »
Obrigado por contribuir apontando mais essa fraude, micrômegas.

Afinal, um "relato" supostamente feito por um "espírito" e que consegue prognosticar apenas o momento em que foi feito, errando feio sobre a popularidade da religião nos dias atuais já se mostra uma fraude.


Mas se voce discordar de alguma dessas fraudes apontadas, fique a vontade para abrir um outro tópico sobre isso e apresentar argumentos, fatos ou evidencias de que tal sucedido não teria sido uma fraude, e teremos prazer de discutir suas evidencias e chegaremos a uma conclusão junto.
Vamos evitar de discutir nesse tópico, pois ele é mais informal, só para apontar as fraudes cometidas ao longo do tempo para tentar legitimar essa religião :ok:

Só peço que voce não venha apenas com sua opinião pessoal não embasada, ou usando citações da sua religião como evidencia ou argumento, pois iremos fatalmente refutá-lo, como nos outros tópicos, pois nada que voce apresentou por lá é novidade e nem deixou de ser refutado ao longo dos tempos com as dezenas de religiosos espíritas que passaram por aqui.

Abraço.
Qual fraude colega? [...Rsrsrs]

Se você está se referindo ao texto acima, sinto lhe desanimar,  pois o texto não foi escrito por nenhum espírito, e sim pelo próprio Kardec, quando ele fez uma viagem em 1862 à várias cidades do mundo.

Se você concluiu isso somente porque entrou no barco do giga e fez essa interpretação... lamentável. rsrsrs

O que aconteceu foi que eu errei na referência do texto e ao invés de colocar 1862, coloquei 1962. rsrs


abraços
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Offline Contini

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #34 Online: 29 de Março de 2010, 09:35:47 »
Citar
Qual fraude colega? [...Rsrsrs]

Se você está se referindo ao texto acima, sinto lhe desanimar,  pois o texto não foi escrito por nenhum espírito, e sim pelo próprio Kardec, quando ele fez uma viagem em 1862 à várias cidades do mundo.

Se você concluiu isso somente porque entrou no barco do giga e fez essa interpretação... lamentável.
O texto supõe um crescimento da crença espírita na Europa, coisa que não aconteceu... Continua sendo fraude no sentido que alega algo que não existe.

Mas pegar o primeiro texto com alguma bobagem expírita sem nenhuma relação com esse tópico e postar aqui, e ainda achando inicialmente que era de "espírito", pode não ser fraude, mas não é refutação, contestação, é um post vazio.

Se voce quiser tentar refutar aluma das fraudes citadas aquiu, abra um tópico sobre e teremos o prazer de lhe apresentar os fatos. Mas apresente algo mais do que sua opinião e "citações" espíritas de livros de valor apenas de ficção.

E lembrando, em outro tópico ainda estou esperando uma resposta sua, sobre aquela acusação de sermos falaciosos.
Parece que voce anda se esquecendo de responder, mas eu aguardo, se voce quiser elaborar e abrir um tópico "explicando" quais seriam essas alegadas falácias seria interesante.

Abraço
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Offline Gigaview

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #35 Online: 29 de Março de 2010, 09:43:56 »
Esse texto de Kardec mostra claramente que ele era um lunático ingênuo e infantil do mesmo calibre de Arthur Conan Doyle e de outros do seu tempo. Ele se refere aos médiuns que cobravam mas não inclui aí aqueles que recebiam doações ou que eram sustentados com ajudas dos centros espíritas. Muitos médiuns "honestos" e "dignos" de consideração que manifestavam desprendimento foram supreendidos em fraude apenas pela vaidade, e desejo de projeção social.

Havia milhares de médiuns em atividade na Europa. Era uma moda. As sessões espíritas eram o divertimento favorito das famílias naquelas noites sem rádio, TV ou computador. Essa bobajada popular estava distante do conhecimento da doutrina elaborada por Kardec, que era um grande desconhecido fora dos centros parisienses, tanto que na Inglaterra o espiritismo se desenvolveu com vida própria a ponto de negar a reencarnação.

Essa importância que os espíritas atribuem a Kardec é mais um fenômeno genuinamente brasileiro. O círculo da intelectualidade francês era bem fechado e um professorzinho de Liceu jamais seria levado a sério pela academia, como não foi. Os livros da época raramente citam Kardec, que reforça a idéia de um mito fabricado aqui no Brasil.
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Offline Geotecton

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #36 Online: 29 de Março de 2010, 10:29:18 »
Esse texto de Kardec mostra claramente que ele era um lunático ingênuo e infantil do mesmo calibre de Arthur Conan Doyle e de outros do seu tempo.
[...]

Quanto à lunaticidade de ambos em relação aos chamados "temas espirituais", eu não discuto, apesar da necessidade de se entender o contexto histórico-religioso da Europa no segundo meado do século XIX.

Mas a obra literária de Doyle, ainda que de cunho popular, é algo que não pode e não deve ser menosprezada.

No mais, não há um corpus filosófico e doutrinário espírita com a mesma consistência metafísica e apologética do cristianismo, em particular do católico. E um dos fatores que mais contribuiu para isto é a insistência que os espíritas tem de intitularem o espiritismo de "ciência".

Assim eles não ficam nem no barco da ciência, nem do da filosofia e nem do da religião.

Conclusão: "Doutrina ao mar e em perigo!"
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Offline Geotecton

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #37 Online: 29 de Março de 2010, 10:37:22 »
Eu gostaria que ocorresse a materialização de US$ 1 milhão na minha conta bancária. :twisted:
Pensando bem, é melhor que ele se materializasse em uma conta bancária nas Bahamas para eu não pagar impostos.  :biglol:

Graças a Deus meus esforços foram coroados de êxito, não apenas na França, mas também no estrangeiro, e posso dizer que os médiuns...

[...]


Desculpe-me Micrômegas

Qual é exatamente a relação da minha brincadeira financeira com o extenso, prolixo e pouco esclarecedor texto postado por você?

Qual é a sua dúvida ou o seu questionamento?
« Última modificação: 29 de Março de 2010, 11:01:23 por Geotecton »
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Offline Hold the Door

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #38 Online: 29 de Março de 2010, 10:48:39 »
Esse texto de Kardec mostra claramente que ele era um lunático ingênuo e infantil do mesmo calibre de Arthur Conan Doyle e de outros do seu tempo.
[...]

Quanto à lunaticidade de ambos em relação aos chamados "temas espirituais", eu não discuto, apesar da necessidade de se entender o contexto histórico-religioso da Europa no segundo meado do século XIX.

Mas a obra literária de Doyle, ainda que de cunho popular, é algo que não pode e não deve ser menosprezada.
Como eu já disse uma vez aqui, é extremamente irônico que o criador do protótipo do detetive moderno, racional, cético e científico, praticamente um "patrono" da ciência forense que antecipou seus métodos e procedimentos em quase um século, seja ele próprio uma pessoa extremamente crédula a ponto de aceitar sem questionar "fotos de fadas" como prova da existência do sobrenatural...
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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #39 Online: 29 de Março de 2010, 10:59:55 »
Realmente irônico que uma pessoa obviamente tão inteligente como ele tenha sido tão seletivo a ponto de anular seu senso critico em relação as suas crenças!
Ele foi enganado pela brincadeira de crianças! Era muita vontade de acreditar!
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Offline Gigaview

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #40 Online: 29 de Março de 2010, 12:11:05 »
Só para lembrar: quando Kardec morreu, Conan Doyle tinha 10 anos de idade e é muito pouco provável que tenham se conhecido.
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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #41 Online: 29 de Março de 2010, 18:49:13 »
"A idade não diminui a decepção que a gente sente quando o sorvete cai da casquinha"  - anonimo

"Eu não tenho medo de morrer, só não quero estar lá quando isso acontecer"  - Wood Allen

    “O escopo da ciência é limitado? Sim, sem dúvida: limitado a tratar daquilo que existe, não daquilo que gostaríamos que existisse.” - André Cancian

Offline Moro

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #42 Online: 29 de Março de 2010, 21:43:18 »
o EEG deu que  Chicão Groselhão era demente hahaha
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Offline Gigaview

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #43 Online: 04 de Abril de 2010, 10:08:09 »
Chico Xavier, NASA estuda a aura de Chico 

A "NASA" mediu 10 m de pura "aura". O "normal" ....putz..deixa prá lá..... :stunned:

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Offline Gigaview

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #44 Online: 04 de Abril de 2010, 10:11:56 »
Misterioso raio de luz visita Chico Xavier no leito do hospital

Espiritismo ou Ufologia?  :stunned:

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #45 Online: 04 de Abril de 2010, 11:06:41 »
E nenhum crente vem aqui refutar tudo isso...
"A idade não diminui a decepção que a gente sente quando o sorvete cai da casquinha"  - anonimo

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Offline Sklogw

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #46 Online: 07 de Abril de 2010, 23:26:45 »
lembra que vocês perguntaram ao leafar se chico era retardado ou charlatão?

Eu tinha minhas dúvidas e achava ele apenas retardado, mas parece que ele era charlatão mesmo, e dos brabos...

Caro Giga,
Obrigado por divulgar, nessa época de babação de ovo em cima do CX, as análises honestas e corajosas do Vitor Moura... Podemos até ter nossas divergências com ele, mas temos de concordar que ele é muito corajoso ao colocar a limpo as imposturas do Chico. Se ele era retardado ou charlatão? Nem um dos dois... eu colocaria na categoria: "mestre do auto-engano". Minha opiniáo é que Chico, de família humilde e background modesto, viu na mediunidade uma perspectiva de ascensão social. Todos os atos dele, mesmo os mais discutíveis, parecem ter sido apontados nessa direção: sob a capa falsa de uma modéstia, escondia-se um homem ambicioso, até mesmo aético nos meios para conseguir seus objetivos: coonestar fraudes ridículas como as da irmã Josefa, meter o pau no seu "rival" Divaldo Franco (vejam só a carta inacreditável que o Vitor Moura conseguiu desencavar), desacreditar o pobre sobrinho que "morreu de bebedeira" (quem pode dizer até que ponto foi mesmo o álcool e não a pressão social que acabou com a vida daquele infeliz?)
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Offline Gigaview

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #47 Online: 07 de Abril de 2010, 23:43:36 »
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Minha opiniáo é que Chico, de família humilde e background modesto, viu na mediunidade uma perspectiva de ascensão social.

Waldo Vieira e CX fizeram na década de 60 uma viagem aos EUA e Europa para divulgar o espiritismo. O Waldo Vieira disse numa entrevista no Globo News que o CX não queria mais retornar ao Brasil e foi difícil convencê-lo a mudar de idéia. Quase brigaram. O cara se apaixonou por Londres e não estava nem aí para o povinho que o idolatrava em terras tupiniquins. Essa idéia de um CX despreendido é mais uma lenda espiritóide.
« Última modificação: 08 de Abril de 2010, 01:15:45 por Gigaview »
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Offline Gigaview

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Re: Festival de Fraudes Espíritóides do Além Túmulo
« Resposta #48 Online: 07 de Abril de 2010, 23:53:55 »
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Obrigado por divulgar, nessa época de babação de ovo em cima do CX, as análises honestas e corajosas do Vitor Moura...

 :ok:
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