Autor Tópico: Imagens políticas  (Lida 143422 vezes)

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3850 Online: 10 de Abril de 2018, 22:44:05 »






Bispo da Universal assume secretaria de Direitos Humanos no Rio

https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/bispo-da-universal-assume-secretaria-de-direitos-humanos-no-rio/ar-AAvI0vE?li=AAggV10


O prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (PRB) oficializou na segunda-feira (9) a liderança do vereador João Mendes de Jesus na secretaria dos Direitos Humanos e Assistência Social.

Assim como Crivella, Mendes de Jesus também é bispo da Igreja Universal do Reino de Deus. Ele é bacharel em economia e já dirigiu várias igrejas na Baixada Fluminense. Em 2006, seu nome já esteve envolvido na Máfia das Sanguessugas, em que parlamentares foram acusados de utilizar R$ 110 milhões na compra de ambulâncias superfaturadas em até 110%.

Com esta nomeação, Crivella já escolheu duas pessoas ligadas à igreja para o alto escalão da prefeitura. No início da gestão, o prefeito nomeou o ex-vereador Jorge Braz, também bispo da Universal, para o Procon Carioca. Ele deixou o cargo no último dia 3 para se pré-candidatar a deputado federal.






Offline Agnoscetico

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3851 Online: 10 de Abril de 2018, 22:53:15 »


Quando se pensa que um suposto liberal aparentava ir por em prática a ideologia liberal ele faz um dessas, e um comunista é que faz o papel de liberal. Depois muito perguntam porque liberais são vistos com desconfiança pelos esquerdistas.

Macron contra a Laicidade?

https://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/macron-provoca-indigna%C3%A7%C3%A3o-ap%C3%B3s-declara%C3%A7%C3%A3o-sobre-v%C3%ADnculo-entre-igreja-e-estado/ar-AAvI53j?li=AAggV10


Macron provoca indignação após declaração sobre vínculo entre Igreja e Estado




Macron causa polêmica ao declarar que pretende 'reparar' elo entre Igreja e Estado na França, um país oficialmente laico
O presidente Emmanuel Macron provocou uma onda de reações de indignação na França, sobretudo entre a esquerda, depois de declara que deseja "reparar" o elo "danificado" entre a Igreja e o Estado em um país o qual o laicismo é um princípio fundamental.

Em um longo discurso na Conferência Episcopal na segunda-feira à noite, Macron afirmou que deseja "reparar" os vínculos entre a Igreja e o Estado por meio de um "diálogo de verdade".

"Um presidente da República que alegasse um desinteresse pela Igreja e os católicos faltaria com seu dever", completou.

Mas em um país no qual o laicismo está ancorado desde 1905 por uma lei sobre a separação entre a Igreja e o Estado, as declarações do presidente de 40 anos provocara reações intensas.

O ex-primeiro-ministro socialista Manuel Valls recordou no Twitter que "o laicismo é a França".

"O laicismo é nosso tesouro. Isto é o que o presidente da República deveria defender", tuitou o novo líder do Partido Socialista, Olivier Faure.

O partido de extrema-esquerda França Insubmissa chamou o discurso do presidente de "irresponsável". "#Macron em pleno delírio metafísico. Insuportável. Esperamos um presidente, escutamos um sub-padre", criticou o presidente do partido e ex-candidato à presidência, Jean-Luc Mélenchon, no Twitter.

O ministro do Interior, Gérard Collomb, defendeu o presidente.

"O que ele disse é que para o homem o importante não é apenas o materialismo, e sim que há uma busca absoluta de espiritualidade, de dar um sentido à vida. Pode ser um tom novo, mas não rompe em nada com os grandes princípios do laicismo", disse.

O princípio da separação da Igreja e do Estado é defendido por muitos franceses. De acordo com uma pesquisa de 2017 do instituto WinGallup, 50% dos franceses se declaram ateus ou sem religião, contra 45% que declaram ter uma religião.

Mas também é um tema que gera debates acalorados, sobretudo a respeito das manifestações públicas da fé muçulmana ou da herança cristã do país.









Offline Lorentz

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3852 Online: 13 de Abril de 2018, 15:10:09 »
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Re:Imagens políticas
« Resposta #3853 Online: 15 de Abril de 2018, 22:21:00 »



Numa época dos EUA onde um candidato a favor do estado separado da religião tava sendo muito criticado. Mesmo nos EUA tinha seus fanáticos nos meios de comunicação contra o estado laico:




This political cartoon depicting presidential candidate William J. Bryan was published on September 19, 1896. It shows Bryan holding the cross and is entitled “The Sacrilegious Candidate.” Bryan was known as a huge advocate of separation of church and state. He was a member of the Democratic Party. He also gave public speeches out of the back of railroad cars, which was very uncommon in that time. He received criticism and praise for this. This cartoon targets republican and Gold Democrats, both of whom were rivals of Bryan.

The point that this cartoon is trying to portray is that, Bryan is disrespecting the cross by being so against the joining of church and state. His most memorable speech was without a doubt the “Cross of Gold” speech in which Bryan calls to attention the silver and gold issue brought up by all the new silver and gold ore being mined and the decision whether or not to make a floating currency, or one based on the gold standard. What made this speech infamous was Bryan’s heavy reliance on religious symbolism. Many saw this as sacrilegious because many truly believed that politics was the trade of cheats and liars, both wholly unholy things.


Este desenho político representando o candidato presidencial William J. Bryan foi publicado em 19 de setembro de 1896. Ele mostra Bryan segurando a cruz e é intitulado "O Candidato Sacrilégio". Bryan era conhecido como um grande defensor da separação entre igreja e estado. Ele era um membro do Partido Democrata. Ele também deu discursos públicos na parte de trás dos vagões, o que era muito incomum naquele tempo. Ele recebeu críticas e elogios por isso. Este cartoon dirige republicanos e democratas de ouro, ambos os quais eram rivais de Bryan.

O ponto que este desenho está tentando retratar é que, Bryan está desrespeitando a cruz sendo tão contra a união da igreja e do estado. Seu discurso mais memorável foi sem dúvida o discurso da "Cruz de Ouro" em que Bryan chama a atenção para a questão da prata e do ouro trazida por toda a nova prata e minério de ouro sendo extraída e a decisão de fazer ou não uma moeda flutuante, ou um baseado no padrão ouro. O que tornou esse discurso infame foi a forte confiança de Bryan no simbolismo religioso. Muitos viam isso como um sacrilégio, porque muitos acreditavam que a política era o comércio de trapaceiros e mentirosos, ambos coisas totalmente profanas.



Offline Lorentz

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3854 Online: 16 de Abril de 2018, 00:45:56 »
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Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3855 Online: 16 de Abril de 2018, 04:20:17 »


Já na primeira campanha a presidente descobriram que ele morava de graça na casa de um amigo, a resposta foi que o cara era empresário e não precisava dela.


Offline Lorentz

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3856 Online: 16 de Abril de 2018, 16:43:05 »
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Offline Agnoscetico

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3857 Online: 20 de Abril de 2018, 21:42:15 »

Muita gente costuma associar PT com Lula por ele ser a figura mais conhecida e expressiva, mas acho que pouca gente sabe da história por trás desse partido, em que um dos fundadores era (ele morreu a pouco tempo, dia 16 de Abril) um judeu de família capitalista (pequenos comerciantes judeus), participou de movimento kibutiziano (coletivismo judaico que lembra algo do comunismo):


Paul Singer






Paul Singer nasceu numa família de pequenos comerciantes judeus, estabelecidos em Erlaa, subúrbio operário de Viena. Em 1938 a Áustria foi anexada à Alemanha, e começou a perseguição aos judeus. A família decidiu emigrar e, em 1940, radicou-se no Brasil, onde já tinha alguns parentes, estabelecidos em São Paulo. Em 1948 se encontrava no movimento de cunho kibutziano Dror (atual Habonim Dror). Em 1951 Singer formou-se em eletrotécnica no ensino médio da Escola Técnica Getúlio Vargas de São Paulo, exercendo a profissão entre 1952 e 1956. Nesse período, filiou-se ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, militando no movimento sindical. Como trabalhador metalúrgico, liderou a histórica greve dos 300 mil, que paralisou a indústria paulistana por mais de um mês, em 1953.[3]

Obteve a nacionalidade brasileira em 1954.

Posteriormente, estudou economia na Universidade de São Paulo, ao mesmo tempo em que desenvolvia atividade político-partidária, no PSB. Graduado em 1959, no mesmo ano participou da fundação da Polop, organização política constituída por membros da ala esquerda do PSB.

Em 1960, inicia sua atividade docente na USP, como professor assistente. Em 1966, obteve o grau de doutor em Sociologia com um estudo sobre desenvolvimento econômico e seus desdobramentos territoriais, abordando cinco cidades brasileiras – São Paulo, Belo Horizonte, Blumenau, Porto Alegre e Recife - na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. A tese deu origem ao livro Desenvolvimento Econômico e Evolução Urbana, sob orientação do professor Florestan Fernandes.

Também era professor-titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade da mesma universidade.

Entre 1966 e 1967 estudou demografia na Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Em 1968 apresentou sua tese de livre-docência, Dinâmica populacional e Desenvolvimento. Nesse mesmo ano, retoma suas atividades como professor da USP até ter seus direitos políticos cassados pelo AI-5 e ser aposentado compulsoriamente, em razão de suas atividades políticas, em 1969.

Nesse mesmo ano, com vários outros pesquisadores e professores expulsos da universidade ou simplesmente discordantes do regime, como Celso Lafer, Eunice Ribeiro Durham, Fernando Henrique Cardoso, José Arthur Giannotti, Ruth Corrêa Leite Cardoso, Carmen Sylvia Junqueira, Paulo Sandroni, participa da fundação do CEBRAP - Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, que se constituiu em importante núcleo da intelligentsia brasileira de oposição à ditadura militar, então vigente no país. [4] Atuou no Cebrap até 1988, antes de ser nomeado Secretário Municipal de Planejamento de São Paulo.

A partir de 1979 voltou à atividade docente, como professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde permanece por quatro anos, tendo sido chefe do Departamento de Economia e membro do Conselho Universitário.

Em 1980 ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores, ao lado de outros intelectuais historicamente ligados à esquerda, como Francisco Weffort, Plínio de Arruda Sampaio, Perseu Abramo, Mário Pedrosa, Sérgio Buarque de Holanda, Chico de Oliveira e Vinícius Caldeira Brant.

(...)

Trabalhando recentemente com o tema da economia solidária, o professor Singer ajudou a criar a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da USP em 1998, quando foi convidado pela CECAE a assumir o cargo de coordenador acadêmico da incubadora. A partir de junho de 2003, Singer passa a ser o titular da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES), que implementou, a partir de junho de 2003, no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego.




Offline André Luiz

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3858 Online: 20 de Abril de 2018, 23:25:56 »
A França foi a primeira filha da igreja como eles dizem.

Offline Agnoscetico

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3859 Online: 21 de Abril de 2018, 01:18:00 »
Quando pensa que algo tá pra ser resolvido...




Grupo espanhol ETA pede “perdão” a vítimas por ações terroristas do passado

A organização terrorista ETA, que causou a morte de mais de 850 pessoas em cinco décadas de assassinatos, sequestros e sabotagens, pediu perdão – limitado a “cidadãos e cidadãs sem responsabilidade alguma no conflito” – e reconheceu o “dano causado no transcurso de sua trajetória armada”, segundo um comunicado divulgado nesta sexta-feira pelos jornais bascos Gara e Berria. O ETA, que lutava pela independência do País Basco (uma região dividida entre o norte da Espanha e o sudoeste da França) interrompeu sua ação armada em 2011 e deverá anunciar sua dissolução no primeiro fim de semana de maio.

No texto, com uma linguagem distante da usada tradicionalmente em seus comunicados, a organização admite que nas últimas décadas de terrorismo houve um “sofrimento desmedido” e reconhece sua “responsabilidade direta” nessa dor. “Não deveria ter ocorrido jamais, nem se prolongado no tempo”. “Estamos conscientes de que neste longo período provocamos muita dor, incluindo muitos danos que não têm solução. Queremos mostrar respeito aos mortos, aos feridos e às vítimas que as ações do ETA causaram. Sentimos seriamente”. Mas o texto faz uma distinção entre certas vítimas. “Sabemos que, premidos pelas diversas necessidades da luta armada, nossa atuação prejudicou cidadãos e cidadãs sem responsabilidade alguma. Também provocamos graves danos que não têm mais volta. A estas pessoas e a seus familiares pedimos perdão.”

(...)




Aí vem a Espanha faz porcaria e pode pôr tudo a perder...





Tormenta na Catalunha ameaça calmaria do País Basco


O clima social e político finalmente havia melhorado no País Basco – fim do terrorismo do ETA, recuperação econômica, baixos níveis de desemprego e renda acima da média – quando a tempestade desatada na Catalunha, que realiza em 1º de outubro um referendo pela independência da região em relação à Espanha – ameaça fazer o tempo fechar de novo. Na quarta-feira à tarde, sentado em um bar de San Sebastián, Borja Sémper, presidente do Partido Popular (PP, centro-direita) na província de Gipuzkoa e porta-voz da sua bancada no Parlamento regional, prognostica que o lehendakari (chefe do Governo basco) Iñigo Urkullu – “Um sujeito sensato, o genro perfeito, mas que tem na nuca o bafo do [partido separatista] EH Bildu e do ramo independentista do PNV [nacionalista moderado]” – se verá obrigado, em médio prazo, “a reeditar o plano Ibarretxe, que era uma reforma constitucional encoberta para terminar de esvaziar de conteúdo a presença do Estado [espanhol] em Euskadi [nome do País Basco no idioma local]”. Um dia depois, Urkullu propõe, na tribuna do Parlamento, “uma redistribuição da soberania do Estado” e tira a poeira de conceitos como “cossoberania” e “soberania compartilhada”. Trata-se apenas de um jogo de cena, ou de um rumo realmente mais radical do PNV (Partido Nacionalista Basco, na sigla em espanhol) ao calor dos acontecimentos da Catalunha?

“Nada disso, rapaz!”, responde, em uníssono, uma turma de amigos que se definem como “nacionalistas sem carteirinha”, reunida no bar La Viña, em Bilbao. “Quando acontecer isso do referendo da Catalunha ficaremos como estamos, pactuando aqui com uns [o Partido Socialista de Euskadi], em Madri com outros [o PP do primeiro-ministro Mariano Rajoy], e desfrutando da tranquilidade sem o ETA [grupo separatista armado, que está em processo de dissolução]. Já era hora de pararmos de aparecer nos telejornais!”, afirma um deles. Roberto Uriarte, professor de Direito Constitucional na Universidade do País Basco e ex-secretário geral do partido esquerdista Podemos em Euskadi, acha, no entanto, que “por pura osmose os processos de mobilização na Catalunha podem gerar processos de mobilização também aqui”. E acrescenta: “O que se pode produzir por contágio é, por um lado, uma tendência a aprofundar a ação do Gure Esku Dago [“está em nossas mãos”, na língua basca – uma plataforma em favor do direito de decidir, no estilo da Assembleia Nacional Catalã] e, por outro, que ficarão mais evidentes as contradições internas do PNV entre a postura mais institucional e a mais independentista”. Já no Euskal Herri Bildu (EH Bildu), a organização do dirigente separatista Arnaldo Otegi, a situação catalã é vista como uma oportunidade de recuperar certo protagonismo político depois do desaparecimento do ETA. A parlamentar navarra Bakartxo Ruiz afirma que “efetivamente” a situação da Catalunha “terá incidência na ativação ou reativação de um processo soberanista no conjunto do Euskal Herria [as áreas historicamente bascas, que abrangem as regiões autônomas espanholas do País Basco e Navarra, mais parte do território francês]”. Segundo a porta-voz de EH Bildu, “está ficando claro que o estado das autonomias desenhado em 1978 [data da atual Constituição espanhola] já não vale mais e que isso, como prova o que está acontecendo na Catalunha, é um incentivo para que uma parte dos cidadãos que até agora via a questão com mais frieza e assumia o marco atual esteja questionando o Estado em que vivemos”.

O sociólogo Joseba Arregi Aramburu participou da cúpula do PNV como secretário de política linguística, conselheiro de Cultura e porta-voz do Governo basco, até que em 2006 decidiu se afastar. Diz que muitos bascos enxergam o que está acontecendo na Catalunha “com expectativa e nervosismo”, porque “a sociedade basca já está um pouco cansada destes debates, destes vaivéns; aqui havia sido iniciado um caminho de esquecer sua própria história e de iniciar uma caminhada – com esquecimento, mas tranquila – com vistas ao futuro”. Segundo Arregi, há um fator que marca uma diferença substancial entre o respaldo social à iniciativa do Governo catalão e a repercussão de um eventual rumo parecido no País Basco. “A existência do ETA”, explica, “provocou uma resistência civil. Não se deve esquecer que as pessoas que lutaram contra o terrorismo tinham muito claro o que ETA pretendia: sua legitimação última estava num nacionalismo radical. E isso levava a ter muito claro que era preciso defender o Estado de direito e a cultura constitucional”. O ex-conselheiro basco cita como exemplo dessa luta contra os totalitarismos a recém-falecida María Teresa Castell e seu marido, José Ramón Recalde, que, junto com Ignacio Latierro fizeram da livraria Lagun a sua trincheira de luta, primeiro contra Franco, e depois contra o ETA. “Tudo isso fez”, conclui, “com que no País Basco haja um núcleo muito claro de resistência, que provavelmente não se formou tão claramente na Catalunha até que talvez fosse um pouco tarde”.

Um alto funcionário do PNV admite, como também suspeita Arregi, que a virulenta disputa entre Barcelona e Madri deixa Urkullu muito preocupado. “Estão atrapalhando o nosso tédio tão arduamente conquistado”, brinca ele. “Nossa melhor cartada é justamente o perfil do lehendakari, um político em quem você pode ou não votar, mas que até os militantes de outros partidos tratam com respeito e confiança. Todo mundo em Euskadi sabe que Urkullu jamais agiria como [o presidente catalão, Carles] Puigdemont”.

(...)

















Offline Agnoscetico

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3860 Online: 23 de Abril de 2018, 21:01:14 »


Que acham dessa punição e taxação? Ridícula?

Maçã guardada na mala de mão valeu multa de 500 dólares a passageira

https://www.publico.pt/2018/04/23/mundo/noticia/maca-esquecida-na-mala-de-mao-valeu-multa-de-500-dolares-a-passageira-1811424



https://twitter.com/VeganQuesoHead/status/988387491567693824



<blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">Delta representative confirmed they distribute France apples on their flight pic.twitter.com/Hw4KmyjB9f</p>&mdash; VeganQuesoHead (@VeganQuesoHead) 23 de abril de 2018
<script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>




Estava à espera do último voo do dia – que a levaria de Mineápolis, no Minnesota, até Denver, no Colorado, EUA –, quando foi revistada. Crystal Tadlock, natural de Denver, viajava desde Paris quando foi parada pelas autoridades fronteiriças e alfandegárias. Na mala de mão, tinha uma maçã fatiada esquecida, distribuída numa refeição da Delta Airlines e que Crystal Tadlock terá guardado para comer mais tarde. Esse esquecimento valeu-lhe uma multa de 500 dólares (aproximandamente 407 euros) e a revogação do visto de viajante frequente.

“O agente perguntou-me se a minha viagem a França foi cara e eu respondi que sim”, contou Crystal Tadlock ao canal de televisão KDVR. Na verdade, Tadlock ganhou a viagem ao castelo da vodka Grey Goose num passatempo, conforme contou ao canal de televisão CBS Denver. A passageira admitiu não ter percebido a pergunta até que o agente lhe respondeu: “Pois, vai tornar-se ainda mais cara depois de lhe cobrar 500 dólares.” A causa? Uma maçã esquecida na bagagem de mão.

De acordo com a legislação fronteiriça e alfandegária dos EUA, todos os bens agrícolas devem ser declarados à entrada no país. Ao não ter declarado a maçã fatiada que levava consigo, Tadlock arriscava-se a uma multa até 1000 dólares por se tratar de uma “primeira ofensa” e porque não transportava quantidades comerciais, explicou fonte da autoridade aduaneira norte-americana ao canal de televisão CBS Denver.

A maçã, distribuída pela Delta Airlines que operou o voo a partir de Paris, também custou à passageira o visto “global entry” (ou “entrada global”, numa tradução livre). Estes vistos são atribuídos aos viajantes com entrada pré-aprovada em território norte-americano, por serem considerados “de baixo risco”. Com um visto destes, é mais fácil e rápido entrar nos EUA. Numa publicação no Twitter, Tadlock escreveu ainda que vai passar a ser revistada em todos os voos “para o resto da vida” por causa de uma peça de fruta.






« Última modificação: 23 de Abril de 2018, 21:04:23 por Agnoscetico »

Offline Lorentz

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3861 Online: 23 de Abril de 2018, 23:57:34 »
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Offline Gauss

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3862 Online: 24 de Abril de 2018, 19:56:45 »
Tem uns 4 réus ou indiciados aí. A PF poderia aproveitar e poupar esforços futuros.
Citação de: Gauss
Bolsonaro é um falastrão conservador e ignorante. Atualmente teria 8% das intenções de votos, ou seja, é o Enéas 2.0. As possibilidades desse ser chegar a presidência são baixíssimas, ele só faz muito barulho mesmo, nada mais que isso. Não tem nenhum apoio popular forte, somente de adolescentes desinformados e velhos com memória curta que acham que a ditadura foi boa só porque "tinha menos crime". Teria que acontecer uma merda muito grande para ele chegar lá.

Offline Muad'Dib

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« Resposta #3863 Online: 24 de Abril de 2018, 20:09:56 »
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Chega até a ser uma blasfêmia a piada com o RATM.

Offline Gauss

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3864 Online: 24 de Abril de 2018, 21:45:50 »
Citação de: Gauss
Bolsonaro é um falastrão conservador e ignorante. Atualmente teria 8% das intenções de votos, ou seja, é o Enéas 2.0. As possibilidades desse ser chegar a presidência são baixíssimas, ele só faz muito barulho mesmo, nada mais que isso. Não tem nenhum apoio popular forte, somente de adolescentes desinformados e velhos com memória curta que acham que a ditadura foi boa só porque "tinha menos crime". Teria que acontecer uma merda muito grande para ele chegar lá.

Offline Lorentz

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3865 Online: 25 de Abril de 2018, 12:52:23 »
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Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3866 Online: 26 de Abril de 2018, 18:40:40 »
Souberam dessa? Depois do Maduro ver o Chapolim Colorado nas montanhas, nos passarinhos, na mancha da parede e no estrume da privada....

https://www.oantagonista.com/brasil/o-test-de-rorschach-de-lindbergh-farias/

Chegou a vez o Lixoberg ver o Pingão nas nuvens.


Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3867 Online: 26 de Abril de 2018, 18:51:31 »

Offline Lorentz

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3868 Online: 28 de Abril de 2018, 23:21:34 »


Esse Ciro aí é o Nogueira. Olha a má-fé dos caras.
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Offline Gauss

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3869 Online: 13 de Maio de 2018, 20:02:13 »
Quino:
Citação de: Gauss
Bolsonaro é um falastrão conservador e ignorante. Atualmente teria 8% das intenções de votos, ou seja, é o Enéas 2.0. As possibilidades desse ser chegar a presidência são baixíssimas, ele só faz muito barulho mesmo, nada mais que isso. Não tem nenhum apoio popular forte, somente de adolescentes desinformados e velhos com memória curta que acham que a ditadura foi boa só porque "tinha menos crime". Teria que acontecer uma merda muito grande para ele chegar lá.

Offline Geotecton

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3870 Online: 14 de Maio de 2018, 00:11:03 »


Cinco filhos da p...!

E a velha na parte direita, que desconheço, mas que também não deve valer um centavo de 'bolívar fraco'.
Foto USGS

Offline Gaúcho

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3871 Online: 25 de Maio de 2018, 20:48:21 »
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Offline Buckaroo Banzai

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« Resposta #3872 Online: 29 de Maio de 2018, 15:15:24 »
SE O COMUNISTA GANHAR, AÍ TEM É QUE TER INTERVENÇÃO MILITAR, NÃO TEM ESCAPATÓRIA!!!!!!!!1111


DEUS ASSIMA DE TUDO
BRASIL ASSIMA DE TODOS









A Lei de Poe é inescapável.

É sério isso mesmo? 51?


Offline Agnoscetico

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« Resposta #3873 Online: 30 de Maio de 2018, 03:27:47 »
SE O COMUNISTA GANHAR, AÍ TEM É QUE TER INTERVENÇÃO MILITAR, NÃO TEM ESCAPATÓRIA!!!!!!!!1111


DEUS ASSIMA DE TUDO
BRASIL ASSIMA DE TODOS









A Lei de Poe é inescapável.

É sério isso mesmo? 51?



Depois é o Lula que ganha fama de cachaceiro!

Offline _Juca_

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Re:Imagens políticas
« Resposta #3874 Online: 30 de Maio de 2018, 15:06:24 »

 

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