Autor Tópico: A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade  (Lida 21370 vezes)

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Offline Peter Joseph

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #650 Online: 03 de Outubro de 2017, 17:20:01 »



Alguém sabe de mais alguma fonte  que mostre algum indício que confirme coisas que estão neste texto ?

Estou apostando mais em 2018. E o ano exato já é difícil de se acertar, muito mais ainda o mês exato.
"Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente."

Offline JJ

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #651 Online: 10 de Fevereiro de 2018, 17:10:53 »
Novo "flash crash"? Wall Street afunda e 'contamina' bolsas da Europa e Ásia

Por Brasil Econômico (*) | 06/02/2018 11:38


Home iG  › Economia

Mercado acionário dos Estados Unidos tem vivido um período de incertezas por causa do temor de uma alta da inflação; desempenho do emprego e dos salários superaram todas as expectativas do setor financeiro; confira

Brasil Econômico


Embora a segunda-feira tenha sido problemática, a manhã desta terça-feira já aponta para certa recuperação de Wall Street



Wall Street viveu seu pior dia em sete anos na última segunda-feira (5). Quedas acentuadas, como a desvalorização de 4,62% do índice Dow Jones Industrial e de 4,11% e 3,78% dos indicadores S&P 500 e do Nasdaq, respectivamente, fizeram com que o desempenho do mercado financeiro dos Estados Unidos tivesse um cenário semelhante ao da queda relâmpago de 2010, mais conhecida como “flash crash”.


A explicação para a queda brusca da bolsa de valores de Nova York  , mais precisamente de Wall Street , é o momento do mercado acionário dos EUA, que tem vivido incertezas por causa do temor de uma alta na inflação. Como o desempenho do emprego e dos salários superaram todas as expectativas do mercado, o Federal Reserve (FED) – sistema de bancos centrais dos Estados Unidos – pode acelerar sua política de aumento de juros, o que, consequentemente, faria com que os investidores migrassem para a renda fixa.


Restante no link:

Fonte: Economia - iG @ http://economia.ig.com.br/2018-02-06/wall-street-queda.html




Offline JJ

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #652 Online: 31 de Março de 2018, 10:54:55 »







Bolsas derretendo - A conta da dívida está chegando

 
Ideias Radicais

Publicado em 26 de mar de 2018

Não é possível manipular mercados por quase 10 anos com crédito quase gratuito, atingir níveis recorde de dívida em todas as classes, criar bolhas em tudo e achar que isso vai dar em nada.



Offline JJ

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #653 Online: 03 de Abril de 2018, 13:51:57 »

Texto de 2016, mas parece que continua valendo:


A zombificação do setor bancário europeu

Os balanços dos bancos da Europa estão em más condições. O crédito malparado atinge níveis muito altos em muitas regiões da Europa. A situação é crítica.

Por Alejandro Nadal
20 de Outubro, 2016 - 13:58h


“As lições da crise dos bancos na Europa são claras. Esta atividade tão rentável e pró-cíclica não pode estar em mãos privadas”, Alejandro Nadal – Foto do Deutsche Bank


Hoje os balanços dos bancos da Europa estão em más condições. O crédito malparado que aflige o setor bancário atinge níveis muito altos em muitas regiões da Europa. Outro componente é um monumental montante de derivados cujo preço nem sequer se pode determinar. E a rentabilidade no setor continua muito castigada e ameaça os baixos níveis de capitalização. A situação é crítica.


O setor bancário em alguns países europeus está saturado e muitos bancos nem sequer operam com um modelo de negócios eficiente. Por isso nem sequer puderam passar de maneira decorosa os testes de stress (que não são muito estritos). O mais grave é o volume do crédito mal-parado, resultado em boa medida da irresponsabilidade dos bancos e da incapacidade de pagamento dos devedores, que continuam pressionados pela crise macroeconómica, pela austeridade e pelo desemprego.


Os bancos afetados estão distribuídos por toda a União Europeia. Desde o Commerzbank alemão e o holandês ING, até ao emblemático Deutsche Bank, grandes, médios e pequenos, são muitos os bancos europeus que se encontram em dificuldades por muitas razões.


O mais grave é o volume do crédito mal-parado, resultado em boa medida da irresponsabilidade dos bancos e da incapacidade de pagamento dos devedores, que continuam pressionados pela crise macroeconómica, pela austeridade e pelo desemprego
No caso do Deutsche Bank destaca-se a multa de 14 mil milhões de dólares que lhe impôs o Departamento de Justiça norte-americano pelo seu papel na venda de títulos suportados por hipotecas de má qualidade antes da eclosão da crise. A multa provocou uma queda de 42 por cento no valor das acções do Deutsche Bank. E como o seu balanço inclui uma montanha de derivados cujo preço é um enigma, não tem bons incentivos para atrair investidores.


Talvez a situação mais grave se encontre na Itália, onde o crédito malparado atinge os 17 por cento do crédito total (o seu valor real reduz-se até 22 por cento do valor nominal). Até o banco mais velho da Europa, o Banco Monte dei Paschi di Siena (fundado em 1472) se encontra numa situação muito difícil, com mais de 46 mil milhões de euros de empréstimos maus.


As dificuldades dos bancos italianos são bem conhecidas. O montante de créditos com problemas é de 360 mil milhões de euros e continua a crescer. Muitos bancos têm descontado parte do crédito malparado até 44 por cento, mas muitos analistas de mercado consideram que o valor real se aproxima mais a 25 por cento (o que reduz esses créditos à categoria de carteira incobrável).


Para o caso de muitos bancos italianos pequenos, os acionistas são pequenos investidores que verão as suas poupanças evaporar-se se o governo não os resgatar. Por isso Roma está a procurar a maneira de dar a volta às estritas regras impostas pela Comissão Europeia em Bruxelas, que impedem o emprego de recursos públicos para recapitalizar um banco com problemas. Hoje fala-se até de um confronto iminente entre Roma e Bruxelas.


Desde 2007 a União Europeia (UE) injetou quantidades astronómicas para reforçar os bancos. Essa é uma das razões por que a crise financeira se transformou tão rapidamente numa crise fiscal e depois numa crise de dívida soberana. No total, o apoio ao setor bancário na UE já derreteu uns colossais 2 biliões (milhões de milhões) de euros entre ajudas à capitalização, créditos em condições muito favoráveis e garantias. Tudo isto não só não pôde servir para reativar a economia, como nem sequer foi suficiente para estabilizar e tirar de perigo os bancos europeus. Atualmente, a tão celebrada (em determinado momento) União Bancária Europeia não deu frutos, provocou inação e converteu-se numa fonte de instabilidade.


As lições da crise dos bancos na Europa são claras. A ajuda com recursos públicos pode manter como zombies os bancos com problemas para proteger os banqueiros ricos. Mas isso não ajuda a ninguém na economia
Uma parte do problema é que o setor bancário em vários países da Europa (especialmente na Alemanha) está saturado de prestamistas, o que dificulta o acesso a economias de escala e faz com que a rentabilidade se pulverize. Mas a consolidação excessiva leva ao gigantismo e ao risco sistémico quando há ameaça de falência.


A resposta de política macroeconómica à crise na Europa agravou a situação dos bancos. Primeiro a austeridade fiscal intensificou a recessão, com as suas sequelas em matéria de desemprego. As repercussões sobre o crédito malparado dos bancos não se fizeram esperar. Depois a postura de política monetária, com taxas de juro próximas de zero e até negativas, castigou ainda mais a já atingida rentabilidade dos bancos. Claro, o Banco central europeu (BCE) nega este dano colateral, cada vez que que o assunto vem à tona. Mas o FMI considera que os bancos europeus não poderão gerar suficiente rentabilidade mesmo que a economia europeia tivesse um crescimento robusto, o que não parece nada provável nos próximos anos.


As lições da crise dos bancos na Europa são claras. A ajuda com recursos públicos pode manter como zombies os bancos com problemas para proteger os banqueiros ricos. Mas isso não ajuda a ninguém na economia. A conclusão é imediata. Esta atividade tão rentável e pró-cíclica não pode estar em mãos privadas.


Artigo de Alejandro Nadal, publicado em “La Jornada” a 19 de outubro de 2016. Tradução de Carlos Santos para esquerda.net


Artigos relacionados:

Deutsche Bank: Ações caíram mais de 50% desde o início do ano

Todos iguais, e o Deutsche Bank é o mais igual de todos


https://www.esquerda.net/artigo/zombificacao-do-setor-bancario-europeu/44996



Offline JJ

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #654 Online: 03 de Abril de 2018, 13:53:28 »


Não concordo com a conclusão estatista  que está no final do texto, mas seja como for,  as informações sobre os problemas nos bancos europeus me parecem válidas.



Offline JJ

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #655 Online: 03 de Abril de 2018, 16:39:00 »
A bolha está se formando e, quando estourar, será o pior "crash" da minha vida, alerta Jim Rogers

Para ele, algumas ações dos Estados Unidos estão entrando em uma bolha e, quando estourar, as bolsas vão desabar e será o pior "crash" dos seus 74 anos de vida


Em entrevista ao programa "The Bottom Line", da Business Insider, Rogers disse que a enorme acumulação de dívidas e as avaliações de ativos (/assuntos/ativos) injusticadamente altas tornaram a economia global ainda mais vulnerável do que em 2008, e que o próximo "crash" será o maior da sua vida.


Segundo ele, os bancos (/assuntos/bancos) centrais incentivaram esse comportamento através de uma expansão sem precedentes de seus balanços, citando que o balanço do Federal Reserve aumentou sozinho em cinco vezes desde a crise de 2008.


Ele comentou também sobre crescimento explosivo da dívida da China (/assuntos/china), segunda maior economia do mundo. "Em 2008, os chineses economizaram muito dinheiro para um dia chuvoso. Começou a chover. Começaram a gastar o dinheiro. Agora, os mesmos chineses têm dívidas e a dívida é muito maior (...) Vai ser o pior crash da sua vida
- da minha vida também. Preocupe-se", disse o gestor durante a entrevista.


Questionado sobre o que poderia ser feito, Rogers comenta que o Fed vai tentar aumentar um pouco mais as taxas de juros (/assuntos/juros). Mas, "quando as coisas começam a car realmente ruins, as pessoas vão ligar e dizer: 'Você deve me salvar. É civilização ocidental. Ele vai entrar em colapso'. E o Fed, formado por burocratas e políticos, dirá: 'Bem, é melhor fazer alguma coisa'. E eles vão tentar, mas não vai funcionar. Não vai funcionar dessa vez"



Restante no link:

http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/6642572/bolha-esta-formando-quando-estourar-sera-pior-crash-minha-vida



Offline JJ

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #656 Online: 03 de Abril de 2018, 16:43:34 »

"Há bolha em tudo": quando estourar, investidores sofrerão perdas de 50%, alerta Marc Faber


Para o célebre investidor suíço, a volatilidade poderá antecipar essa mudança de humor do mercado: "Eu não entendo porque a volatilidade está tão baixa, mas quando as ações subirem com volatilidade elevada, isso será um sinal de que algo mudou"

http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/6610039/bolha-tudo-quando-estourar-investidores-sofrerao-perdas-alerta-marc-faber


 

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