Autor Tópico: Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo  (Lida 10969 vezes)

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Offline Geotecton

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #26 Online: 22 de Novembro de 2015, 15:47:36 »
Feministes e ativistes igualitaristes do fórem! Corram todes para Universidade Federax de Amapé que vai tá teno simpósio sobre educaçãx, feminisme, gênere, movimentes sociaix e outres assuntes. Evente de aberture será ume mese redonde em que se discutirá os varies aspectes academicamente emergentxs da enfiação de dedes e outres objetes nos buraques mais quentes de nosse organisme 😁

http://www2.unifap.br/generodiversidade/programacao-2/

 :o  :histeria:

Isso só pode ser Poe, não é possível...

Onde fica o Amapá?  :P
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Offline Geotecton

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #27 Online: 22 de Novembro de 2015, 15:48:18 »
Eu não vi nada demais no link acima.

Realmente.

Aliás não tem nada no link acima.
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Offline Johnny Cash

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #28 Online: 22 de Novembro de 2015, 15:59:33 »
O nome da universidade ser Unifap já é algo simbólico.

Offline Fabrício

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #29 Online: 22 de Novembro de 2015, 16:27:41 »
Se você "não sabe se é Poe", é Poe, para você. Essa é a definição.

Faz sentido...
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Offline Gabarito

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #30 Online: 22 de Novembro de 2015, 16:34:09 »

Tem um tópico qualquer sobre arte moderna aqui no CC, poderiam juntar os tópicos.


Arte Contemporânea - Nexus Vomitus

Offline Donatello

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #31 Online: 22 de Novembro de 2015, 16:40:05 »
Eu não vi nada demais no link acima.
É... Pensando bem, pelo menos o encerramento não será algo como "Foucault, Bourdieu e Derrida: desafios de uma pos-modernidade parisiense ante a problemática cientificista e problematizações de uma cultura queer de enfrentamento à sociedade cisnormativa patriarcal". Algo do tipo seria mesmo bem mais indigesto e ao mesmo tempo mais esperado que uma mesa redonda sobre auto-estimulação clitoriana e lavagem anal pré-coito num simpósio acadêmico com esta temática feminista-lgtbs, então dá até pra achar a agenda promissora de dias melhores .)
« Última modificação: 22 de Novembro de 2015, 16:42:18 por Donatello van Dijck »

Offline Rocky Joe

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #32 Online: 22 de Novembro de 2015, 17:52:57 »
Você está julgando baseado em um título, não é nem no resumo (imagino). Dá para tratar qualquer coisa de forma inteligente. Mesmo se fosse esse título que você falou de brincadeira, eu esperaria para julgar alguma coisa. As chances são boas de serem ruins, mas pode sair coisa boa. Discutir autores criativos, mesmo quando eles tem conclusões que você discorda, é sempre interessante. Um exemplo disso é Platão.


Offline Gabarito

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #34 Online: 23 de Novembro de 2015, 22:27:27 »
Citar
No Amapá, dinheiro público financia “oficina de siririca e chuca”
O evento vai ocorrer na quinta-feira na Universidade Federal do Amapá; organizadores estão bravos porque esse importante debate gerou estupefação

23/11/2015 às 20:24



Os sintomas de deterioração das instituições, nesses dias de derrocada do petismo, estão em toda parte. Custei a acreditar no que lia em reportagem do G1, mas é tudo verdade. A Universidade Federal do Amapá — e isso quer dizer que muita criança fica barriguda, com verminose, para que os valentes estudem de graça, com o nosso dinheiro, com o dinheiro dos barrigudinhos — realiza um tal III Simpósio Sobre Gênero e Diversidade.

Só se pensa nisso hoje em dia. Ou melhor: existe a tríade sagrada no neoesquerdismo, que poderia ser traduzida pela sigla CAD: ânus, aborto e droga… É preciso ser um militante das três causas para ser um “progressista”. É claro que o povo não está nem aí para isso. É coisa dos donos das causas, dos militantes profissionais, dos superintendentes da opinião alheia.

Muito bem! A Unifap quer fazer o tal simpósio? Vá lá. O que surpreendeu um pouco foi a programação do dia 26, às 17h30: haverá uma, atenção!!!, “oficina de siririca e chuca”. Siririca, se não sabem, é a gíria para masturbação feminina. E “chuca” é a lavagem anal que antecede, para quem a faz, a relação sexual.

“Oficinas”, como é sabido, costumam ser encontros em que as pessoas praticam determinados procedimentos, não é? Não se trata de uma abordagem apenas teórica.

Tão logo a coisa começou a gerar reações espantadas, os organizadores se apressaram em dizer que a informação que circulava não traduzia todo o evento (ainda bem, né?) e que a “oficina” será uma roda de conversa…

Ah, entendi. Uma roda de conversa para troca de experiências? Haverá o momento confessional na linha “minha primeira siririca?” No caso da “chuca”, haverá expositores exibindo os últimos lançamentos para a execução eficiente do procedimento? Ainda que seja só uma conversa, pergunta-se: por que o Estado tem de arcar com isso?

Notem: eu até poderia fazer aqui algumas digressões sobre o estado emocional miserável em que se encontram pessoas que aceitam esse tipo de exposição da intimidade. Não! Não falo de repressão: falo do contrário. Trato da liberdade. Falo do “habeas corpus”. Alguém que condescende com essa exposição exibicionista do corpo, ainda que falando apenas “em tese”, precisa urgentemente de ajuda. Tenho mais pena do que repulsa.

Atenção! Não há nada de restrição moralista, como poderiam supor alguns, na minha crítica. Uma “oficina” para abordar, sei lá, o sexo oral heterossexual seria igualmente estupefaciente. Não se trata de não reconhecer a diversidade, mas de chamar atenção para o fato de que a diversidade não constitui, por si, uma moralidade, uma ética, uma qualidade, um valor.

Indago: um seminário com essas características está querendo investir na tolerância ou no espírito de gueto; na diversidade ou na particularidade; na convivência com os diferentes ou na afirmação de uma identidade que só pode ser exercida entre iguais e que, por óbvio, só tolera esses iguais?

Uma nota da organização tenta se explicar, afirmando, de maneira cretina, que a “universidade é um espaço que deve ser ocupado pelos debates que não podem circular livremente pelos espaços públicos”.

Trata-se de uma visão autoritária, aparelhista, antidemocrática e fascistoide de universidade. Numa democracia, o espaço público é justamente aquele que congrega as diferenças. Essa concepção de universidade é segregacionista. A propósito: a defesa da pedofilia não “pode circular” livremente no Brasil. Deveria ser permitida na universidade?

Prossegue a nota:
“O pré-evento está agora intitulado por ‘roda de conversa chuca e siririca: um diálogo sobre o corpo, interdições e descobertas’. E o mudamos para evitar a má interpretação que vem ocorrendo. A roda de conversa é sobre nosso corpo, nossos sentidos, nossa cultura, nossos desejos, nossos controles, nossos desvios, nossas repulsas, nossos medos, nossas vigilâncias.”

Então que se vá para o divã no analista. Sem contar, não é?, que juntar “siririca” com “chuca” no mesmo seminário corre o risco de só atrair os organizadores: afinal, quem quer debater siririca, suponho, não tem muita afinidade com a turma da “chuca”, e a turma da “chuca” não deve estar muito interessada na metafísica da siririca.

Os bárbaros chegaram há 13 anos ao topo. Agora estamos sendo apresentados à sua obra.


Offline Rocky Joe

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #35 Online: 26 de Novembro de 2015, 11:01:33 »
Colocar na conta do PT a popularidade de temas relacionados a minorias nas universidades é burrice. E, na verdade, a universidade se preocupa sim com o bem-estar dos alunos, independente deste evento. Na minha universidade, sempre tinha aberto um lugar lá para aconselhamento. Quase ninguém usava, no entanto.


Offline Fabrício

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #37 Online: 26 de Novembro de 2015, 15:08:37 »
Eu li "na minha universidade, sempre tinha aberto um lugar lá para acasalamento."

Lugar para acasalamento costuma ter bastante nas universidades também  :lol:.
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #38 Online: 26 de Novembro de 2015, 15:30:52 »
O que arte como essa demonstra é a necessidade de mais locais abertos para "agrupamento", também. A sociedade cada vez mais se livra das amarras do patriarcado cristão capitalista.

Offline Gabarito

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #39 Online: 26 de Novembro de 2015, 20:16:36 »
Tirinha (desenho) explicativa do quadro atual vivenciado pelas esquerdas.
(Uma vez na página, clique na imagem para ampliar).

Offline Rocky Joe

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #40 Online: 26 de Novembro de 2015, 20:29:08 »
Eu li "na minha universidade, sempre tinha aberto um lugar lá para acasalamento."

Como minha universidade - a Rural - é conhecida no Rio por isso, essa leitura também procederia. :P

Offline Johnny Cash

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #41 Online: 30 de Novembro de 2015, 12:42:17 »
É isso aí, camaradas, a coisa está ficando cada vez mais difícil:

Citar
Aluno leva choque na UFPE e colegas aplaudem pensando ser performance

Um estudante da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) levou uma descarga elétrica vinda de um poste instalado próximo ao Centro de Artes e Comunicação (CAC) na tarde da última quarta (25). De acordo com a vítima, o aluno Higor Tenório, do curso de Licenciatura em Dança, colegas que presenciaram a cena acharam que a reação dele era uma performance e aplaudiram. O jovem foi socorrido, medicado e liberado no mesmo dia.

No momento do choque, Higor andava pelo entorno do Centro quando pisou na grama próxima ao poste e sentiu o choque. Ele contou que ficou com a mão presa ao poste durante quase um minuto, tendo convulsões e perdendo os sentidos. “Só lembro do momento em que gritei dizendo que estava levando um choque”, relembra Higor, que acordou com várias pessoas ao redor.

"Muita gente aplaudiu pensando que era uma performance artística, porque dentro de um centro de artes acontece. Vem ocorrendo muitos descasos, as pessoas levam choques mínimos. Eu poderia estar fazendo uma performance contra esse descaso, mas não foi", explica o estudante, que ficou chateado com o ocorrido.

Seguranças da UFPE prestaram socorro ao rapaz e, em seguida, ele foi levado à UPA da Caxangá. “Fui encaminhado à emergência no fim da tarde e só saí de lá por volta das 23h30”, comenta.

O estudante diz não conseguir mexer a mão direita, presa ao poste durante o incidente, além de sentir dores no nariz e no antebraço direito. "Eu vou ao médico amanhã [sexta], porque nem conseguir dormir estou conseguindo", aponta. Segundo Higor, a Universidade não prestou esclarecimento a respeito do acidente.

Ao G1, a UFPE admitiu que houve o incidente, por volta das 17h30 de quarta-feira, e lamentou o ocorrido. A Superintendência de Infraestrutura da universidade explicou que a possível causa da descarga elétrica foi o galho de uma árvore, que forçou a fiação elétrica e fez com que ela encostasse no poste, de metal, causando o vazamento e a condução da corrente. Toda a área próxima foi isolada até que se verifique o aterramento do poste e se comprove a segurança. A árvore em questão deverá ser podada.
Ainda de acordo com a assessoria de imprensa da instituição, a UFPE prestou assistência ao estudante. Ele foi socorrido pela própria segurança do campus e encaminhado à UPA, sendo medicado e liberado no mesmo dia.

http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2015/11/aluno-da-ufpe-desmaia-apos-levar-choque-eletrico-dentro-do-campus.html

Offline João da Ega

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #42 Online: 30 de Novembro de 2015, 13:11:33 »
Bem, o Fabrício também não disse que "algo que o governo não está fazendo bem" implica em "o governo deve parar de fazer isso", então eu também me vi na liberdade da mesma licença artística. ("licença artiśtica", entendeu? Hahaha, porque o tema é arte, hahaha... :| )

Não quis dizer isso mesmo. Para mim o governo não deve financiar arte de maneira alguma, mesmo que fizesse isso bem. Aliás, se "fazer bem" significar gastar ainda mais dinheiro com arte, é pior ainda.

Se a arte é tão boa, que se auto-financie. Não quero que o dinheiro público seja usado para isso, seja para financiar uma orquestra sinfônica ou um grupo de malucos enfiando os dedos nos tóbas uns dos outros. Quem gosta que pague para ver.

Educação, saúde, segurança, infraestrutura e talvez educação o governo deve financiar. Arte (ou "arte"), não.

É uma questão difícil estabelecer um critério que sirva como parâmetro para que o Estado possa financiar/subsidiar arte.
entendo que, mesmo assim, o Estado deveria sim financiar arte. Bibliotecas públicas são pra muitas pessoas a única forma de ter acesso e conhecer nossa literatura - que faz parte de nosso patrimônio cultural - bem como às grandes obras da literatura universal.
Fomentar concertos eruditos, ou de chorinho etc ajuda na formação de plateia, dá oportunidade às pessoas de saber que não existe só sertanejo-pagode-axé.
Os objetivos da funarte, por exemplo, são o incentivo à produção e à capacitação de artistas, o desenvolvimento da pesquisa, a preservação da memória e a formação de público para as artes no Brasil.
Acho que isso pode ser feito com uma irrisória parcela do orçamento.
Se é mal utilizado, se picaretas se aproveitam disso, aí é outra história.
"Nunca devemos admitir como causa daquilo que não compreendemos algo que entendemos menos ainda." Marquês de Sade

Offline Gaúcho

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #43 Online: 30 de Novembro de 2015, 13:18:00 »
Bibliotecas públicas entram na parte de educação. O resto é como o Fabrício escreveu.

O Estado tem que se preocupar somente com educação, saúde, segurança e justiça. E não ficar financiando "artes" que ninguém quer pagar pra ver.
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Offline Fabrício

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #44 Online: 30 de Novembro de 2015, 13:43:28 »
Bem, o Fabrício também não disse que "algo que o governo não está fazendo bem" implica em "o governo deve parar de fazer isso", então eu também me vi na liberdade da mesma licença artística. ("licença artiśtica", entendeu? Hahaha, porque o tema é arte, hahaha... :| )

Não quis dizer isso mesmo. Para mim o governo não deve financiar arte de maneira alguma, mesmo que fizesse isso bem. Aliás, se "fazer bem" significar gastar ainda mais dinheiro com arte, é pior ainda.

Se a arte é tão boa, que se auto-financie. Não quero que o dinheiro público seja usado para isso, seja para financiar uma orquestra sinfônica ou um grupo de malucos enfiando os dedos nos tóbas uns dos outros. Quem gosta que pague para ver.

Educação, saúde, segurança, infraestrutura e talvez educação o governo deve financiar. Arte (ou "arte"), não.

É uma questão difícil estabelecer um critério que sirva como parâmetro para que o Estado possa financiar/subsidiar arte.
entendo que, mesmo assim, o Estado deveria sim financiar arte. Bibliotecas públicas são pra muitas pessoas a única forma de ter acesso e conhecer nossa literatura - que faz parte de nosso patrimônio cultural - bem como às grandes obras da literatura universal.

Como disse o Gaúcho, eu colocaria bibliotecas como educação.

Fomentar concertos eruditos, ou de chorinho etc ajuda na formação de plateia, dá oportunidade às pessoas de saber que não existe só sertanejo-pagode-axé.
Os objetivos da funarte, por exemplo, são o incentivo à produção e à capacitação de artistas, o desenvolvimento da pesquisa, a preservação da memória e a formação de público para as artes no Brasil.
Acho que isso pode ser feito com uma irrisória parcela do orçamento.
Se é mal utilizado, se picaretas se aproveitam disso, aí é outra história.


Nada contra as pessoa assistirem concertos eruditos ou de chorinho, desde que paguem do seu bolso. Aliás, nada também contra pagode, sertanejo e axé, desde que os interessados paguem por isso.

Não vejo porque o governo deve se preocupara em "formação de público" para as artes. Se elas não conseguem formar o proprio público sozinhas, é porque não há interesse da população nelas, e não faz sentido que o dinheiro público tenha que ser usado para isso.
"Deus prefere os ateus"

Offline DDV

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #45 Online: 30 de Novembro de 2015, 19:51:54 »
Às vezes o estado financia eventos artísticos que muita gente gosta e aproveita, como no caso abaixo, promovido pela secretaria estadual de cultura do Mato Grosso:


<a href="https://www.youtube.com/v/d1mf2bYL14w" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/d1mf2bYL14w</a>
Não acredite em quem lhe disser que a verdade não existe.

"O maior vício do capitalismo é a distribuição desigual das benesses. A maior virtude do socialismo é a distribuição igual da miséria." (W. Churchill)

Offline Lorentz

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #46 Online: 30 de Novembro de 2015, 21:12:12 »
Esse rasqueado não precisa de apoio do Estado porque lá é bem popular. Seria similar ao governo do Rio financiar um evento de funk.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Geotecton

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #47 Online: 30 de Novembro de 2015, 21:50:02 »
E popularidade não é critério para o estado financiar algo 'etéreo' como "arte".
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Offline Gaúcho

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Re:Arte Contemporânea: dedada grupal no rabo
« Resposta #49 Online: 01 de Dezembro de 2015, 13:29:49 »
Protegida, talvez. Subsidiada, não. E, como podemos ver, com um significado tão abrangente, seria algo extremamente subjetivo e contraproducente, dando margem para que o estado subsidie desde óperas, até dedada grupal e macaco que pinta telas com fezes.
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

 

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