Autor Tópico: Governo Temer/Pós Dilma  (Lida 53439 vezes)

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Offline Geotecton

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2750 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 11:20:26 »
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[...]
https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/339848/Ap%C3%B3s-Datafolha-deputados-abandonam-Temer-de-vez-e-enterram-reforma.htm

É divertido ler os comentários dos petistas porque é um festival de asneiras e de 'religiosidade política'.

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Online JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2751 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 11:30:56 »
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https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/339848/Ap%C3%B3s-Datafolha-deputados-abandonam-Temer-de-vez-e-enterram-reforma.htm

É divertido ler os comentários dos petistas porque é um festival de asneiras e de 'religiosidade política'.



Tem asneiras, mas tem coisas verdadeiras também.



Online JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2752 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 11:33:43 »
Quando eles falam aquelas coisas de golpe contra a Dilma, golpe contra a democracia (porque o Lula foi processado e condenado), e coisas do tipo, realmente são asneiras.  Mas, tem análises políticas realistas também e/ou notícias sobre fatos políticos.

« Última modificação: 01 de Fevereiro de 2018, 11:47:11 por JJ »

Online JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2753 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 11:37:57 »

Por exemplo, informar que o Governo temer é um governo morto vivo isto é bem realista.  O cara aqui tá com índice de aprovação quase no chão, e lá fora ele não tem praticamente nenhuma moral. 
« Última modificação: 01 de Fevereiro de 2018, 11:48:02 por JJ »

Offline Skeptikós

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2754 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 12:01:19 »
Mas é meio vago e simplista também, de fato deve existir boas análises, mas se o cara disse simplesmente que o governo Temer é um governo zumbi, isso para mim não é uma dessas boas análises.
"Che non men che saper dubbiar m'aggrada."
"E, não menos que saber, duvidar me agrada."

Dante, Inferno, XI, 93; cit. p/ Montaigne, Os ensaios, Uma seleção, I, XXV, p. 93; org. de M. A. Screech, trad. de Rosa Freire D'aguiar

Online JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2755 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 12:22:34 »
Mas é meio vago e simplista também, de fato deve existir boas análises, mas se o cara disse simplesmente que o governo Temer é um governo zumbi, isso para mim não é uma dessas boas análises.


Esse elogio foi por minha conta.   :D

Offline Pasteur

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2756 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 12:48:05 »
Governo zumbi que derrubou a inflação e a taxa de juros e pôs o país rumo ao crescimento econômico invertendo a tendência.

Offline Gabarito

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2757 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 15:14:55 »
Governo zumbi que derrubou a inflação e a taxa de juros e pôs o país rumo ao crescimento econômico invertendo a tendência.

Concordo inteiramente.
Deve ser aquele zumbi "Walking Alive".




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Temer tirou o país do buraco em que o PT o jogou, mas 70% o rejeitam. É a soma de direita xucra, esquerda sagaz e ‘globismo’

Publicada: 31/01/2018 - 16:51

Escrevi há tempos que o presidente Michel Temer tinha tudo para entrar para a história como o mais injustiçado da República. Por enquanto, a escrita está se cumprindo. Segundo o Datafolha, 70% o consideram ruim ou péssimo — já houve pico de 73%; apenas 4% o veem como ótimo ou bom; o fundo do poço já foi de 2%; para 22%, o governo é regular.

Temer assumiu a Presidência interinamente no dia 12 de maio de 2016. Pesquisa Datafolha do dia 31 de junho apontava que seu governo era ruim ou péssimo para 31% dos entrevistados; 42% o consideravam regular, e 13% o avaliavam como ótimo e bom.

Vamos tentar entender o que aconteceu nesse intervalo:
– a inflação caiu de mais de 10% para 2,95%;
– a taxa Selic caiu de 14,25% para 7%;
– foi aprovado o teto de gastos:
– governo muda o marco regulador do pré-sal e retoma a produção;
– tem início a necessária reforma do ensino médio;
– governo aprova a MP que reestrutura o setor elétrico, que Dilma havia quebrado;
– país saiu de uma recessão de 3,6% para um crescimento em torno de 1% em 2017 e, estima-se, de mais de 3% em 2018;
– muda a curva do emprego; desemprego tem uma queda acentuada;
– país faz a reforma trabalhista;
– governo reajustou o valor do Bolsa Família;
– todos os programas sociais foram mantidos, sem cortes.

E, claro, a vida dos brasileiros pobres continua difícil.

Vamos ao ponto. Não há um só motivo objetivo para que os brasileiros façam avaliação tão negativa do governo.

Assim, pergunte-se e responda-se: a voz do povo é a voz de Deus? Não mesmo! Às vezes, reproduz a algaravia da legião de capetas que tentam o regime democrático.

Temer assumiu sob cerco da esquerda, especialmente dos petistas, que passaram a lhe atribuir os males que eles próprios haviam fabricado na economia. O país foi sacudido por ondas de “Fora Temer!”, “abaixo o golpe”. A direita xucra, em vez de perceber a armadilha petista, ajudou a armá-la. Por burrice, sim, mas por oportunismo também. Algumas das ditas “lideranças” de movimentos de rua lançaram suas respectivas candidaturas. Que importa que o país se dane? Daqui a pouco, alguns deles estarão aboletados em postos do estamento político. Sic transit gloria mundi. No país, temos ladrões de dinheiro público e ladrões da verdade dos fatos — o que não quer dizer que não roubem ou venham a roubar também dinheiro público. Adiante.

Esse clima levou a rejeição a Temer perto dos 60%. Atingiu o patamar dos 70% com o que chamo de duas tentativas de golpe patrocinadas por uma associação entre Rodrigo Janot, setores do STF — notadamente Edson Fachin e Cármen Lúcia — e os veículos (sem exceção!) do grupo Globo. A ordem era derrubar o presidente. Da gravação feita por Joesley Batista àquilo a que se chamou “operação controlada”, nada por ali era legal. Muito pelo contrário. O conjunto da obra se mostrou uma soma impressionante de agressões à lei.

A operação resultou em duas denúncias. A propósito: dia desses, li um artigo em que o autor tratava o Brasil, embora seja ele brasileiro, como um jardim zoológico de humanos exotismos. Entre estes, incluía o fato de que o presidente foi denunciado duas vezes pela Procuradoria Geral da República. Deveria acrescentar outra esquisitice ao nosso rol de particularidades.  Em que outro lugar do mundo um procurador-geral faz duas denúncias sem apresentar provas, sendo que uma delas decorre de uma espécie de licitação aberta entre meliantes para ver quem acusa o presidente?

Temer, convenham, é resiliente até demais. Outros teriam sucumbido.

Não fosse a patuscada golpista, o país já teria aprovado a reforma da Previdência, e na sua versão mais incorporada, e estaríamos já em outro patamar não apenas de expectativas, mas de ganhos econômicos efetivos. Em vez disso, essa soma exótica de MPF, direita xucra e imprensa-com-partido (o partido do “derruba-presidente-pra-provar-sua-moral-elevada”) resultou nos números que o DataFolha revela nesta quarta: os idiotas precisam se ajoelhar aos pés de tribunais que tomam decisões discricionárias para tentar evitar a eleição daquela mesma esquerda que levou o país ao buraco — buraco do qual nos tirou o governo Temer, que, não obstante, conta com a reprovação de 70% daqueles que por ele foram beneficiados, sim.

Dito assim, parece que o país não tem saída.

Deve ter alguma. Por enquanto, tateamos no túnel. E ainda não se vê nem mesmo a luz bruxuleante de uma vela.


Offline Gabarito

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2759 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 16:19:56 »
Só Rede Globo.

Ele faz referência à campanha de todo o Grupo Globo para derrubar o presidente no caso das duas acusações da PGR no ano passado.
Durante meses, todos os veículos do grupo se dedicaram com afinco ao abate. Revistas, rádios, linha editorial de jornais e TVs.

Não conseguiram, o que inaugurou um novo tempo, esse em que a emissora não mais dita os rumos da política no país.


Online JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2761 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 18:06:53 »
Governo zumbi que derrubou a inflação e a taxa de juros e pôs o país rumo ao crescimento econômico invertendo a tendência.



O governo zumbi  fez coisas  necessárias, e obviamente é muitíssimo melhor do que se tivesse continuado  a anta, mas  não é por isso que ele se torna  um governo forte e respeitado.  Não, ele é um governo que tem uma das piores taxas de aprovação, é um governo que no exterior é praticamente ignorado,  é um governo que por pouco não passou a ser investigado pelo STF  (não que isso seja grande coisa, pois o STF  é  parecido com uma tartaruga anestesiada para processar políticos). E é um governo que está no seu último ano sem chance nenhuma de reeleger ou fazer um sucessor escolhido e explicitamente apoiado por ele. 



Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2762 Online: 01 de Fevereiro de 2018, 18:18:14 »
Governo zumbi que derrubou a inflação e a taxa de juros e pôs o país rumo ao crescimento econômico invertendo a tendência.

Concordo inteiramente.
Deve ser aquele zumbi "Walking Alive".




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Temer tirou o país do buraco em que o PT o jogou, mas 70% o rejeitam. É a soma de direita xucra, esquerda sagaz e ‘globismo’

Publicada: 31/01/2018 - 16:51

Escrevi há tempos que o presidente Michel Temer tinha tudo para entrar para a história como o mais injustiçado da República. Por enquanto, a escrita está se cumprindo. Segundo o Datafolha, 70% o consideram ruim ou péssimo — já houve pico de 73%; apenas 4% o veem como ótimo ou bom; o fundo do poço já foi de 2%; para 22%, o governo é regular.

Temer assumiu a Presidência interinamente no dia 12 de maio de 2016. Pesquisa Datafolha do dia 31 de junho apontava que seu governo era ruim ou péssimo para 31% dos entrevistados; 42% o consideravam regular, e 13% o avaliavam como ótimo e bom.

Vamos tentar entender o que aconteceu nesse intervalo:
– a inflação caiu de mais de 10% para 2,95%;
– a taxa Selic caiu de 14,25% para 7%;
– foi aprovado o teto de gastos:
– governo muda o marco regulador do pré-sal e retoma a produção;
– tem início a necessária reforma do ensino médio;
– governo aprova a MP que reestrutura o setor elétrico, que Dilma havia quebrado;
– país saiu de uma recessão de 3,6% para um crescimento em torno de 1% em 2017 e, estima-se, de mais de 3% em 2018;
– muda a curva do emprego; desemprego tem uma queda acentuada;
– país faz a reforma trabalhista;
– governo reajustou o valor do Bolsa Família;
– todos os programas sociais foram mantidos, sem cortes.

E, claro, a vida dos brasileiros pobres continua difícil.

Vamos ao ponto. Não há um só motivo objetivo para que os brasileiros façam avaliação tão negativa do governo.

Assim, pergunte-se e responda-se: a voz do povo é a voz de Deus? Não mesmo! Às vezes, reproduz a algaravia da legião de capetas que tentam o regime democrático.

Temer assumiu sob cerco da esquerda, especialmente dos petistas, que passaram a lhe atribuir os males que eles próprios haviam fabricado na economia. O país foi sacudido por ondas de “Fora Temer!”, “abaixo o golpe”. A direita xucra, em vez de perceber a armadilha petista, ajudou a armá-la. Por burrice, sim, mas por oportunismo também. Algumas das ditas “lideranças” de movimentos de rua lançaram suas respectivas candidaturas. Que importa que o país se dane? Daqui a pouco, alguns deles estarão aboletados em postos do estamento político. Sic transit gloria mundi. No país, temos ladrões de dinheiro público e ladrões da verdade dos fatos — o que não quer dizer que não roubem ou venham a roubar também dinheiro público. Adiante.

Esse clima levou a rejeição a Temer perto dos 60%. Atingiu o patamar dos 70% com o que chamo de duas tentativas de golpe patrocinadas por uma associação entre Rodrigo Janot, setores do STF — notadamente Edson Fachin e Cármen Lúcia — e os veículos (sem exceção!) do grupo Globo. A ordem era derrubar o presidente. Da gravação feita por Joesley Batista àquilo a que se chamou “operação controlada”, nada por ali era legal. Muito pelo contrário. O conjunto da obra se mostrou uma soma impressionante de agressões à lei.

A operação resultou em duas denúncias. A propósito: dia desses, li um artigo em que o autor tratava o Brasil, embora seja ele brasileiro, como um jardim zoológico de humanos exotismos. Entre estes, incluía o fato de que o presidente foi denunciado duas vezes pela Procuradoria Geral da República. Deveria acrescentar outra esquisitice ao nosso rol de particularidades.  Em que outro lugar do mundo um procurador-geral faz duas denúncias sem apresentar provas, sendo que uma delas decorre de uma espécie de licitação aberta entre meliantes para ver quem acusa o presidente?

Temer, convenham, é resiliente até demais. Outros teriam sucumbido.

Não fosse a patuscada golpista, o país já teria aprovado a reforma da Previdência, e na sua versão mais incorporada, e estaríamos já em outro patamar não apenas de expectativas, mas de ganhos econômicos efetivos. Em vez disso, essa soma exótica de MPF, direita xucra e imprensa-com-partido (o partido do “derruba-presidente-pra-provar-sua-moral-elevada”) resultou nos números que o DataFolha revela nesta quarta: os idiotas precisam se ajoelhar aos pés de tribunais que tomam decisões discricionárias para tentar evitar a eleição daquela mesma esquerda que levou o país ao buraco — buraco do qual nos tirou o governo Temer, que, não obstante, conta com a reprovação de 70% daqueles que por ele foram beneficiados, sim.

Dito assim, parece que o país não tem saída.

Deve ter alguma. Por enquanto, tateamos no túnel. E ainda não se vê nem mesmo a luz bruxuleante de uma vela.

Reinaldo Azevedo mais uma vez colocando Temer no papel de vítima. Correção: Onde se lê... "Não fosse a patuscada golpista, o país já teria aprovado a reforma da Previdência, e na sua versão mais incorporada, e estaríamos já em outro patamar não apenas de expectativas, mas de ganhos econômicos efetivos.", lê-se "Não fosse Temer um LADRÃO COMPROVADO (em 2017), o país já teria aprovado a reforma da Previdência, e na sua versão mais incorporada, e estaríamos já em outro patamar não apenas de expectativas, mas de ganhos econômicos efetivos."

 

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