Enquete

A participação de transexuais nos esportes femininos preserva a igualdade de condições nas disputas?

Sim, uma vez que o nível de testosterona seja observado, as disputas continuam sendo justas
Não, porque quem nasceu homem tem musculatura, ossos, capacidade pulmonar e cardíaca de homem

Autor Tópico: Transexuais nos esportes femininos  (Lida 1484 vezes)

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Offline Gabarito

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #50 Online: 19 de Janeiro de 2018, 20:57:27 »
Bom, se ela já é a maior pontuadora isso é uma evidência de que não é justo esse transexual estar inscrito na Super Liga.

Porque o Tiffany quando jogava como homem era um jogador inexpressivo. Então, se ela tá pontuando mais que a Tandara, que é uma baita oposta, não é por talento porque talento ele não tem. São outros atributos que estão fazendo a diferença.

Lembrando que eu não tenho nada contra os transexuais fazerem o que bem quiserem com a própria vida, incluindo mudar o nome, mudar os documentos, casar no civil... Para mim, qualquer sociedade que se ache no direito de tolher qualquer pessoa em qualquer circunstância que diga respeito apenas à vida dessa própria pessoa, está sendo fascista.

Essa caso não tem nada a ver com direitos LGBTXYZ. Seria mais como a Federação Internacional de Boxe permitindo a um peso pesado lutar na categoria peso pena, alegando que a divisão por pesos é uma discriminação aos gordos.

E o pior é que pontuando assim, se o Zé Roberto convoca para a seleção e ela é bem sucedida, vai atrair todo tipo de crítica para o time, manchando como anti-esportiva qualquer conquista que elas possam ter. E pontuando assim, se o Zé Roberto não convoca, como ele vai se justificar? Ele também vai receber toneladas de acusações de homofóbico e preconceituoso.

Certamente técnico de volei feminino não é homofóbico. O que mais tem nesse esporte é lésbica.



Resumiu muito bem, Pedro.
Concordo em todos os pontos.

Sobre o MMA, tem um agravante muito sério: trata-se de uma luta.
Significa que estão permitindo, e aplaudindo, um homem, digo, um ex-homem, bater numa mulher até a exaustão (que ocorre quando a atleta sinaliza ao juiz que não aguenta mais apanhar).
E mais: o ex-homem está ganhando dinheiro e prestígio no abominável fato de bater em mulher até sua exaustão.

Citar
Transexuais no esporte feminino: por que essa é uma péssima ideia

...

Outro caso conhecido de transexual nos esportes é o de Fallon Fox no MMA. Em seis lutas, venceu cinco e perdeu uma. Contra Tamikka Brents, em 2014, ela venceu por nocaute técnico em pouco mais de dois minutos de combate. Brents sofreu um corte profundo, uma concussão e quebrou o osso orbital.

...

http://www.gazetadopovo.com.br/ideias/ideias-37-transexuais-no-esporte-feminino-por-que-essa-e-uma-pessima-ideia-05xb44z6u3ljdtaozrq9trp1r

E agora?



O que me deixa ainda mais intrigado é o silêncio ensurdecedor das defensoras dos direitos das mulheres, as feministas.
Na verdade, eu sei o motivo desse silêncio. Acho que todos sabemos.

Offline Muad'Dib

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #51 Online: 20 de Janeiro de 2018, 08:44:51 »
Eu fiquei pensando...

Será que o mais correto nesse caso não seria que se defendesse o direito dela jogar a liga masculina sem ser importunada por ser uma transexual (lutar pelo direito de não ser ridicularizada ou agredida por torcedores e colegas de profissão) do que tentar encaixá-la na liga feminina com todas as vantagens que ela teria por ter crescido e se desenvolvido como um homem?

Ela não iria deixar de ser mulher por jogar na liga masculina, iria ser um reconhecimento de que sua condição não é um empecilho no nosso mundo. Depois, quando após anos de tratamento, se a condição física dela começar a ser comparável com a da condição física de uma mulher XX, ai sim se poderia discutir a transferência para a liga feminina.

Offline Gabarito

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #52 Online: 20 de Janeiro de 2018, 09:51:22 »

Será que o mais correto nesse caso não seria que se defendesse o direito dela jogar a liga masculina sem ser importunada por ser uma transexual (lutar pelo direito de não ser ridicularizada ou agredida por torcedores e colegas de profissão) do que tentar encaixá-la na liga feminina com todas as vantagens que ela teria por ter crescido e se desenvolvido como um homem?


Concordo.

Aliás, foi esse meu questionamento no primeiro post deste tópico:


Por que os transexuais masculinos não permanecem na mesma modalidade de antes de sua transformação em mulher?

Ou seja, por que Tifanny não compete na Superliga Masculina?
Por que ela não permanece onde sempre esteve, do lado masculino nas competições?
Por que será que ela ambiciona ir para a modalidade feminina do vôlei?



E também aqui:


Acho que uma boa solução seria repensar a participação de transexuais como no caso Tifanny (que fez a cirurgia e a transformação já com o corpo adulto e bem formado) nas modalidades das quais já fazia parte.
Ou seja, a própria Tifanny pediria para jogar no masculino e seria autorizada a tomar testosterona (para compensar a atual ausência de testículos) numa dose que não ultrapassasse os níveis normais, sendo submetida a exames anti-dopping como todo os outros atletas.
Ela teria que voltar a jogar no masculino.
Qual o problema?
Ela já não jogava no masculino antes?


Acho que todo mundo ia ficar satisfeito e essa história teria um final feliz.
Porque, do jeito que vai, desconfio que possa piorar.
Para atletas que já pensam em mudar de sexo, a chance de passar a jogar contra adversários com menor estrutura óssea e muscular será um atrativo a mais, um estímulo até.
E uma injustiça com as mulheres que nasceram XX.

Offline Pedro Reis

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #53 Online: 20 de Janeiro de 2018, 11:27:39 »

Acho que uma boa solução seria repensar a participação de transexuais como no caso Tifanny (que fez a cirurgia e a transformação já com o corpo adulto e bem formado) nas modalidades das quais já fazia parte.
Ou seja, a própria Tifanny pediria para jogar no masculino e seria autorizada a tomar testosterona (para compensar a atual ausência de testículos) numa dose que não ultrapassasse os níveis normais, sendo submetida a exames anti-dopping como todo os outros atletas.
Ela teria que voltar a jogar no masculino.
Qual o problema?
Ela já não jogava no masculino antes?

Gabarito, posso estar enganado porque não pesquisei, mas duvido muito que esteja.

Isso aí não precisaria nem de autorização. Se ele mantivesse o RG não haveria nada que o impedisse de jogar no masculino.

Nada no regulamento, porque o tratamento hormonal em si é um empecilho. Vi uma entrevista onde a própria Tiffany conta que quando ela começou o tratamento já sentiu muitas dificuldades e estava até disposta a encerrar carreira porque nem ela sabia dessa possibilidade de jogar na liga feminina. Foi o seu empresário quem descobriu isso.

Em relação ao que Muad escreveu, há pouco tempo, aqui no Brasil, houve o caso do Michael que era homossexual afeminado, e por conta disso começou a ser hostilizado pela torcida adversária quando seu time foi disputar a semifinal. Parece ter sido mais essas coisas que torcida faz para prejudicar o adversário do que homofobia propriamente, porque antes da semifinal ninguém mexia com o rapaz, mas quando chegou em um jogo decisivo começaram a gritar "bicha, bicha"...

Prontamente a federação tomou as providências sugeridas pelo Muad e exigiu que parassem as ofensas sob pena de punição ao time rival.

Agora nem sei por onde anda o Michael porque não acompanho volei masculino, só vejo às vezes os jogos do feminino. Mas esse jogador, se fosse trans, iria causar um estrago. Porque ao contrário da Tiffany ele era ( é ) bom.

Tenho opinião um pouco diferente sobre essa questão. Embora comportamentos homossexuais pareçam ser bem comuns, já a transexualidade é uma condição que se verifica em uma parcela ínfima da população. E mesmo dentro dessa parcela ínfima, o grupo dos transexuais atletas são eles mesmos uma parcela ínfima. Ou seja, transexuais e atletas são uma parcela ínfima da ínfima parcela da população que são os transexuais.

Logo, a mim não parece bom senso que para atender aos anseios de uma ínfima parcela da população se cause um transtorno ao exercício da profissão de 50% dos atletas. A saber, os 50% de atletas que são do sexo feminino.

Veja bem, estou me referindo a anseios não fundamentais destas pessoas. Ora, nenhum de nós tem condição de realizar tudo que sonha. Isso faz parte da vida.

A própria Tiffany declarou que estava conformada em mudar de sexo e encerrar carreira. Sendo jovem iria estudar, se formar e seguir alguma outra carreira. Uma pessoa privilegiada, apesar de tudo que deve ter sofrido, se comparada a maioria dos brasileiros que não têm acesso a tantas oportunidades. E como transexual ela hoje já vive em uma sociedade onde tem o direito de fazer a cirurgia de reorientação, de mudar de nome, de alterar sua documentação, de casar no civil, de constituir família como mulher e ser
reconhecida legalmente como mulher para todos os fins.

Mas infelizmente filhos não pode ter, e, convenhamos, isso deve ser uma frustração muito maior para um transexual do que ter que mudar de profissão. Mas como disse, assim é a vida, e todos nós temos que lidar com nossas muitas frustrações. Porém ela já tem todo o direito de fazer com a própria vida tudo que diz respeito à sua própria vida. Ou melhor, de TENTAR fazer e não a garantia de conseguir pois esta é a condição de todo ser humano. Mas quando um homem com 2,05 metros de altura quer jogar basquete profissional competindo contra mulheres de 1,80 aí já é um caso onde o direito dele avança sobre o direito de outros.

Porque se existe modalidade feminina no esporte é justamente para garantir o direito das mulheres serem atletas profissionais. Obviamente nenhuma mulher no mundo teria condição de jogar na NBA, mas aí sai um negão daqueles de 3 metros por 2 de largura e vai na atuar na WBA... Não é justo. É mais sensato que ele tenha que se conformar, sendo um caso em 10 milhões, em se tornar médica ou advogada, em vez de prejudicar toda uma modalidade esportiva.

Com certeza os diabéticos constituem uma parcela da população muito, muito, muito maior que os transgêneros. Nem por isso se proíbe o consumo de açúcar ( mesmo não sendo saudável ) porque a maioria das pessoas continua não sendo diabética.

Offline Gabarito

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #54 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 19:11:36 »
A moda está pegando mundo afora:

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Trans é autorizada a participar da liga feminina de futebol australiano
Hannah Mouncey tem 28 anos e iniciou transição em 2015

por O Globo, com agências internacionais
14/02/2018 11:01 / Atualizado 14/02/2018 11:27
Hannah Mouncey tem 28 anos e iniciou transição em 2015 - Reprodução

A Federação de Futebol Australiano (AFL) autorizou, pela primeira vez, que uma atleta transexual participe das ligas locais da modalidade. Hannah Mouncey foi liberada para jogar entre as mulheres na terça-feira e comemorou a decisão nas redes sociais, antes de criticar a AFL por ter transformado a sua história "em uma saga que poderia ter sido evitada".

— Estou feliz com a decisão e espero jogar nesta temporada. Não vou agradecer a federação, acho que seria totalmente inapropriado apenas por me autorizarem a fazer algo que qualquer australiana pode fazer — declarou.

Com 28 anos e 1,90m, Hannah chegou a integrar o time masculino de handebol da Austrália. Em 2015, ela começou seu processo de transição de gênero. Agora, foi autorizada a competir nas ligais estaduais durante a temporada de 2018. Apesar da decisão extraordinária, a AFL ainda não definiu uma política nacional para atletas trans.

— São questões complexas. Estamos considerando a opinião de especialistas, o panorama internacional e o retorno da nossa comunidade — afirmou Tanya Hosch, diretora de inclusão e política social da AFL.

O futebol australiano é um esporte disputado por dois times de 18 jogadores em um campo oval, cujas regras assemelham-se às do rúgbi.




Offline Gabarito

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #55 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 19:12:19 »
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Atleta trans é autorizada a jogar futebol feminino na Austrália
Hannah Mouncey, que tem 1.90 m e pesa 100 kg, vinha lutando há meses para ser aceita em ligas femininas de futebol.
Da redação
14 fev 2018, 12h51 - Publicado em 14 fev 2018, 12h42

A Federação Australiana de Futebol autorizou Hannah Mouncey, uma atleta transgênero de 28 anos, a participar do campeonato nacional feminino da segunda divisão, revelou a própria jogadora na última terça-feira. “Estou feliz com a decisão e espero jogar esta temporada”, comemorou Hannah em sua conta no Twitter.

Ela, no entanto, se recusou a agradecer a federação. “Acho que seria totalmente inapropriado agradecer por me autorizarem a fazer algo que qualquer australiana pode fazer.” Há meses, Hannah lutava para ser aceita em ligas de futebol.

Em outubro do ano passado, a Liga Australiana de Futebol Feminino (AFLW, na sigla em inglês) a proibiu de participar do Draft, o processo de seleção de jogadoras, alegando, em comunicado, ter levado em consideração os dados disponíveis sobre “força, resistência e vigor físico” de Hannah, além da “natureza específica da competição.”

Mouncey tem 1.90 metros e pesa mais de 100 quilos. Ela também é atleta de handebol e chegou a defender a seleção australiana masculina da modalidade, ainda sob seu nome de batismo, Callum. Ela iniciou a transição no fim de 2015 e já participou de torneios menores entre mulheres

A eventual inclusão de Hannah na liga já vinha sendo motivo de debates no país. Alguns dirigentes se disseram contrários a sua participação, por gerar uma “disparidade física significativa”. Ela marcou 17 gols em oito partidas pela liga feminina da cidade de Camberra.

Desde o início de 2016, o Comitê Olímpico Internacional (COI) autoriza atletas transgêneros a competir sem a necessidade de cirurgia de readequação sexual. De acordo com as recomendações, atletas que fizeram a transição mulher-homem podem competir normalmente.

Já as que passaram do gênero feminino para o masculino precisam passar por tratamentos hormonais e apresentar níveis de testosterona controlados – abaixo de 10 nanomol por litro. Hannah Mouncey diz apresentar tais condições, assim como a atleta de vôlei brasileira Tifanny Abreu, que vem se destacando e gerando controvérsia na Superliga Feminina.

Coitadas das mulheres...

Olhem aí o autêntico XY com 1 metro e noventa, mais de 100 quilos, que vai jogar com elas:

<a href="https://www.youtube.com/v/oSpgohPY1uo" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/oSpgohPY1uo</a>


Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #56 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 19:17:28 »
Pqp,  dá para ver na foto como a menina é delicada.

Um viado desse tamanho no time feminino?


Offline Lorentz

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #57 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 19:18:41 »

Esta cena era uma piada do filme Top Secret, mas está se tornando real.
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Offline Gabarito

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #58 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 20:05:15 »
Pqp,  dá para ver na foto como a menina é delicada.

Um viado desse tamanho no time feminino?

Pois é, bem delicada.
Tem uma foto dela que ressalta bem seus traços (e músculos) delicados:





Agora imagine a cena de rugby1 em que ela vai pra cima das adversárias.




Coitada das mulheres...
Alguém faça alguma coisa, pelamor...

Porque a coisa segue em marcha batida para um massacre. Literalmente quando se fala no MMA


1 O futebol australiano é uma variação do futebol americano mas sem proteções (como o rubgy)

Offline Brienne of Tarth

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #59 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 20:07:25 »
Talvez quando cansarmos de apanhar, iremos reclamar...   :hmph:
GNOSE

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #60 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 20:11:15 »
Talvez quando cansarmos de apanhar, iremos reclamar...   :hmph:

A mulherada teria que se unir e recusar a jogar contra esses caras.

Não tem cabimento colocar um cara desse no time feminino só porque usa esmalte e batom.


Offline Gabarito

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #61 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 20:11:43 »
Talvez quando cansarmos de apanhar, iremos reclamar...   :hmph:

Eu até já sugeri uma solução.
Nada contra que elas participem de esportes e jogos. Mas que fiquem jogando na modalidade masculina, nos times masculinos, contra homens XY iguais a "elas".
Por que essa teimosia em mudar para a modalidade feminina?

"Certo, amigona, você pode jogar, tudo bem. Mas terá que ficar no lado em que sempre jogou, no masculino".

Assim, não haveria essa covardia.
Porque é uma covardia.

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #62 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 20:21:31 »
Talvez quando cansarmos de apanhar, iremos reclamar...   :hmph:

Eu até já sugeri uma solução.
Nada contra que elas participem de esportes e jogos. Mas que fiquem jogando na modalidade masculina, nos times masculinos, contra homens XY iguais a "elas".
Por que essa teimosia em mudar para a modalidade feminina?

"Certo, amigona, você pode jogar, tudo bem. Mas terá que ficar no lado em que sempre jogou, no masculino".

Assim, não haveria essa covardia.
Porque é uma covardia.

O problema é essa merda de onda do politicamente correto que torna tudo um preconceito ou homofobia ou sei lá o quê.

Vc fala que um sujeito desse é homem e passa por preconceituoso  por homofobico.

O cara é  viado? Tudo bem, problema dele, o que não está certo é querer me obrigar ou obrigar a outras pessoas a tratarem a delicada flor acima como mulher.

Não é e nunca será, mesmo que opere e tome hormônios vai continuar sendo homem.

Offline Brienne of Tarth

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #63 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 20:23:22 »
Ainda que as justas levassem em conta peso x altura na classificação/separação de atletas em jogos ou eventos "mistos", a velha e boa testosterona adquirida agirá como um "dopping", não consigo ver como seria feito esse controle, mas concordo com a ideia de criar uma categoria distinta, porém vejo que talvez alguém vá reclamar sobre inclusão... :hein:
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Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #64 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 20:25:56 »
Ainda que as justas levassem em conta peso x altura na classificação/separação de atletas em jogos ou eventos "mistos", a velha e boa testosterona adquirida agirá como um "dopping", não consigo ver como seria feito esse controle, mas concordo com a ideia de criar uma categoria distinta, porém vejo que talvez alguém vá reclamar sobre inclusão... :hein:

E o que fazer? Permitir tb o cara acima no vestiário feminino na hora do banho por causa da inclusão social?

Offline Brienne of Tarth

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #65 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 20:49:23 »
Há quem defenda banheiros assim...eu não sei se dividiria o banheiro com ele/ela, mas isso sou eu.

"Com o argumento de que essas leis contrariam a legislação federal que rege os direitos civis, a administração Obama abriu processo contra a Carolina do Norte. O presidente foi mais longe: assinou um documento no qual ressalta a obrigação legal das escolas públicas em garantir a estudantes transgêneros o direito de usar o banheiro que corresponda às identidades de gênero individuais. Onze estados entraram na Justiça contra essa medida.

Os defensores de leis restritivas argumentam que são destinadas a proteger as mulheres de eventuais ataques por parte de homens disfarçados com roupas femininas. Outros colocam as travestis entre os predadores sexuais, os pedófilos e outras categorias moralmente condenáveis.

Essa gente faz questão de esquecer que as travestis e as mulheres trans são abusadas desde a infância, xingadas nas ruas, alvos da violência policial, escorraçadas pela sociedade e assassinadas por psicopatas.

O último número do The New England Journal of Medicine, a revista de maior circulação entre os médicos, traz uma discussão sobre o tema.

A questão dos banheiros vai além dos direitos civis, porque afeta a saúde. Por interferir com funções fisiológicas essenciais, dificultar o acesso a eles aumenta o risco de infecções urinárias, renais, obstipação crônica, hemorroidas e impede a hidratação adequada de quem evita beber água para conter a necessidade de urinar." https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/banheiros-transgeneros/
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Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #66 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 20:56:52 »
A solução é ter um wc masculino, um feminino e um unissex mas quem quiser a terceira opção que vá por conta e risco.

Lembro do caso do cartunista Laerte que queria a todo custo usar o wc feminino, então o pessoal do politicamente correto diz "Ele tem direito" mas como ficam as demais usuárias?

E os direitos delas?


Offline Lorentz

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #67 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 20:57:28 »
Ainda que as justas levassem em conta peso x altura na classificação/separação de atletas em jogos ou eventos "mistos", a velha e boa testosterona adquirida agirá como um "dopping", não consigo ver como seria feito esse controle, mas concordo com a ideia de criar uma categoria distinta, porém vejo que talvez alguém vá reclamar sobre inclusão... :hein:

Como diz no texto, os níveis de testosterona são controlados. Mas ignoram que não estavam controlados quando o corpo foi construido.

No fim, quem apoia essa iniciativa não são atletas e muito menos espectadores dos respectivos esportes. São apenas militantes da lacrosfera que passam por cada segmento tentando fazer justiça. Uma pena as pessoas normais cederem a essa minoria barulhenta.

A questão dos banheiros vai além dos direitos civis, porque afeta a saúde. Por interferir com funções fisiológicas essenciais, dificultar o acesso a eles aumenta o risco de infecções urinárias, renais, obstipação crônica, hemorroidas e impede a hidratação adequada de quem evita beber água para conter a necessidade de urinar." https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/banheiros-transgeneros/

Acho a ideia de permitir trans de usarem o banheiro que acham mais adequado algo ok. Mas alguns grupos feministas estavam lutando por algo mais bizarros, que é o fim da separação de banheiros por gênero. Queriam apenas banheiros unissex. Isso é claramente uma má ideia porque aí sim, vai colocar as mulheres numa situação complicada, onde homens podem ficar espiando ou até violentar as mulheres.
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #68 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 21:45:53 »
Nesses casos de transexuais que são grandes até para homem, é muito bizarro deixar competirem na categoria feminina.

É meio como se um "trans-desmembrado" (distúrbio de integridade corporal) não-amputado competisse nas paraolimpíadas.

Acho que como critério deveriam tirar um monte de medidas e testes físicos e a pessoa estar bem dentro da média das atletas normais, e não batendo um recorde, ou quase. Não sei como se mediria o "ou quase", a margem para estar aceitavelmente acima da média. Talvez algo como ter em cada time alguém do mesmo porte/níveis de desempenho, para esportes de time.


Eu fiquei pensando...

Será que o mais correto nesse caso não seria que se defendesse o direito dela jogar a liga masculina sem ser importunada por ser uma transexual (lutar pelo direito de não ser ridicularizada ou agredida por torcedores e colegas de profissão) do que tentar encaixá-la na liga feminina com todas as vantagens que ela teria por ter crescido e se desenvolvido como um homem?

Deve ser falta de interesse das próprias, já que perderá muito da vantagem competitiva. Não estará necessariamente no nível para conseguir ter esporte como carreira, especialmente se fizer tratamentos hormonais e etc. Já na modalidade feminina, poderá estar já dentre as melhores.









Na Europa acho que já ouvi dizer que é comum banheiros serem unissex. Ou, banheiros significando especificamente sanitários. Banheiros públicos de tomar banho mesmo devem ser separados na maior parte do tempo, imagino.

Offline Gauss

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #69 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 21:56:55 »
Pqp,  dá para ver na foto como a menina é delicada.

Um viado desse tamanho no time feminino?

Pois é, bem delicada.
Tem uma foto dela que ressalta bem seus traços (e músculos) delicados:



[...]
HUAUHAHUAHUAUHAHUUHAA

Os caras nem disfarçam mais. Deixam o cabelo crescer, botam enchimento, controlam a testosterona e deu. :lol:
“A matemática é a rainha das ciências.”
Carl Friedrich Gauss.

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #70 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 21:59:28 »
Pqp,  dá para ver na foto como a menina é delicada.

Um viado desse tamanho no time feminino?

Pois é, bem delicada.
Tem uma foto dela que ressalta bem seus traços (e músculos) delicados:



[...]
HUAUHAHUAHUAUHAHUUHAA

Os caras nem disfarçam mais. Deixam o cabelo crescer, botam enchimento, controlam a testosterona e deu. :lol:

Eu pensei em colocar a foto no tópico das mais gostosas só para sacanear mas desisti. :lol:

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #71 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 22:03:14 »
Isso me lembra aquele caso de uma convenção feminista onde foi uma suposta falsa transexual não-operada que "ameaçou a vida de milhares de mulheres", segundo uma delas, não por ter de fato feito qualquer ameaça, mas por ser físicamente homem e estar lá.



"Eu sou mulher. Não fiz nem farei operação, ou controle hormonal. Tenho que me aceitar como eu sou, e não me conformar ao que a sociedade patriarcal impõe como padrões de feminilidade".

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #72 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 22:27:28 »
Ainda que as justas levassem em conta peso x altura na classificação/separação de atletas em jogos ou eventos "mistos", a velha e boa testosterona adquirida agirá como um "dopping", não consigo ver como seria feito esse controle, mas concordo com a ideia de criar uma categoria distinta, porém vejo que talvez alguém vá reclamar sobre inclusão... :hein:

Como diz no texto, os níveis de testosterona são controlados. Mas ignoram que não estavam controlados quando o corpo foi construido.


Possivelmente mais importante do que o nível de testosterona seria uma contagem de mitocôndrias.

Há algum tempo atrás já se sabe que o doping causa um efeito benéfico de longo prazo nesse aspecto.

Offline Lorentz

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #73 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 22:49:11 »
Ainda que as justas levassem em conta peso x altura na classificação/separação de atletas em jogos ou eventos "mistos", a velha e boa testosterona adquirida agirá como um "dopping", não consigo ver como seria feito esse controle, mas concordo com a ideia de criar uma categoria distinta, porém vejo que talvez alguém vá reclamar sobre inclusão... :hein:

Como diz no texto, os níveis de testosterona são controlados. Mas ignoram que não estavam controlados quando o corpo foi construido.


Possivelmente mais importante do que o nível de testosterona seria uma contagem de mitocôndrias.

Há algum tempo atrás já se sabe que o doping causa um efeito benéfico de longo prazo nesse aspecto.

Por um momento, uma fração de "parsecs", eu li "midi chloreans". Acho que também seria doping, pois aumenta a Força.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Pedro Reis

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Re:Transexuais nos esportes femininos
« Resposta #74 Online: 14 de Fevereiro de 2018, 23:34:47 »

<a href="https://www.youtube.com/v/oSpgohPY1uo" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/oSpgohPY1uo</a>


Só pode ser trollagem.

Ou trata-se de um homem que foi infiltrado pela bancada evangélica para desmoralizar todo um movimento.

Ou pode ser uma mulher trans ( homem que se identifica com o gênero oposto), só que ele na verdade pensa ser uma mulher lésbica que gostaria de ser homem mas se sente presa em um corpo de mulher.

Casos assim são ainda mais raros, mas ocorrem, e eu nunca quis falar sobre isso... mas agora já não aguento mais viver com isso e preciso desabafar. Este é exatamente o meu caso!

Eu nasci homem mas sempre soube que havia algo diferente em mim. Não era como os outros garotos...

Minha mente não se adequava ao meu físico, a princípio foi difícil para eu mesmo aceitar... mas não havia como fugir da realidade: eu era uma mulher encarcerada em um corpo masculino.

Mas não uma mulher qualquer, meu nome era Elizabeth, e Beth era uma mulher que sabia que era homem mas estava presa em um corpo feminino. E esse homem era Augusto, um negro, alto e forte, heterossexual, porém que vivia secretamente um terrível conflito... Augusto na verdade sabia que seu verdadeiro nome era Emma, uma mulher, porém lésbica!

Emma havia se apaixonado pela melhor amiga e assim na verdade descobriu que por dentro era homem, o Lineu, de meia idade, careca e barrigudinho. Algumas cirurgias poderiam fazer a readequação e Emma e sua amada poderiam então casar e ter filhos, mas havia um grande problema...

Lineu na verdade sempre soube, por dentro, que não era um homem. Não, tudo nele se sentia como um Chevrolet Camaro, vermelho, ano 95.  Para ser feliz ele precisava de uma lanternagem e trocar os documentos por outros emitidos pelo Detran...

Resolveria... isto se o automóvel que Lineu acreditava ser não pensasse ser um homem hetero chamado Pedro Reis.

Durante anos fiz análise procurando uma saída para meu problema e finalmente o psiquiatra me convenceu que, em vez de fazer 18 cirurgias de adequação para conciliar minha imagem com minha auto-imagem, eu podia simplesmente ficar como já estava, porque ao cabo de tudo, seria mesmo o resultado final.

Foi uma libertação, me senti feliz e resolvido como pessoa pela primeira vez na vida. Foi como se eu tivesse nascido naquele exato dia...

Mas isto só durou até semana passada... Quando finalmente me dei conta que não me chamo Pedro Reis.

Este é só um pseudônimo que usei pra me inscrever no CC.  :'(


 

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