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Laicismo, Política e Economia / Re:Vídeos políticos
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 21:54:03 »
E a UE é um projeto socialista :arrow: comunista que já está, via de regra... :sleepy: , fracassando. :no:



Você está por fora, por trás dos bastidores  o Clube de Bilderberg  e os banqueiros comunistas  estão controlando tudo.  O que acontece na UE segue rigorosamente o planejamento dessas poderosas pessoas que agem nas sombras.


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Laicismo, Política e Economia / Re:Vídeos políticos
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 21:49:03 »

Esquema entre líderes e entidades de países socialistóides latino-Americanos = tudo acertado no FSP?

Podemos expandir isso para URSAL? Illuminati?


Talvez se consiga a partir daí encontrar ítens que levem eventualmente a exposição de outros planos em andamento além do petrolão (bem como maiores detalhes sobre este), talvez prendendo a outros presidentes e empresários comunistas.


Não se esqueça do movimento Banqueirista Comunista,  os banqueiros são muito bons em dissimular suas intenções extremamente vermelhas com discursos fakes sobre dinheiro e juros.


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Laicismo, Política e Economia / Re:Vídeos políticos
« Última Mensagem: por Agnoscetico Online Hoje às 21:31:55 »



<a href="https://www.youtube.com/v/XkCGv0uRNKM" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/XkCGv0uRNKM</a>


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Laicismo, Política e Economia / Re:E se o Estado oferecer o acesso, ao invés do serviço?
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 21:27:22 »
O Brasil não é, nem de longe, um país liberal. Só que corporativismo é uma forma, aliás, justamente a mais opressora e fascista, do capitalismo. :ok:



No sentido usual de  grandes empresas, certamente que sim.



Corporação

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Corporação (desambiguação).



Definição

Corporação

Em linguagem popular, corporação (do latim corporis e actio, corpo e ação) é um modo de se referir a grandes empresas ou ainda a organizações vistas como mecanizadas - com foco maior em lucro e menor ou inexistente às pessoas. Um grupo de pessoas que agem como se fossem um só corpo, uma só pessoa, buscando a execução de objetivos em comum submetidos às mesmas regras.

Em termos econômicos, CORPORAÇÃO caracteriza um meio específico de organizar a produção e obter lucros de maneira a maximizar a eficiência e minimizar custos de transação.

Em termos jurídicos, caracteriza uma forma específica de pessoa jurídica na qual proprietários possuem responsabilidades limitadas, a administração é feita de maneira centralizada e voltada ao lucro de seus proprietários, com ações transferíveis. São as S.A.s: Sociedade Anônima. Sua característica originária é a separação entre propriedade e gestão. Em uma corporação, os proprietários são aqueles que possuem ações da empresa - sempre mais de uma pessoa, geralmente em sociedades anônimas e com titularidade facilmente transferível.

“A corporação ou companhia é a principal forma desenvolvida no capitalismo industrial para condução de negócios e é, portanto uma instituição social central[...]”.[1]

As corporações permitem possibilidade de controle efetivo com propriedade minoritária, uma vez que as ações de dada empresa não necessariamente se concentram nas mãos de poucos proprietários, com consequente ambiente de disputas de poder dentro de uma mesma empresa e não mais apenas na relação com seus concorrentes. E também introduzem a maximização do valor dos acionistas, que faz com que os gestores/administradores se comportem de maneira a valorizar os interesses dos proprietários mais do que os interesses do mercado ou do consumidor.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Corpora%C3%A7%C3%A3o



cor·po·ra·ção

(latim corporatio, -onis)

substantivo feminino

1. .Coletividade sujeita a uma mesma regra ou estatuto ou que dirige assuntos de interesse público.

2. Conjunto de pessoas com afinidades, .notadamente profissionais ou ideológicas, que se unem ou organizam com vista a interesses comuns.


"corporação", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/corpora%C3%A7%C3%A3o [consultado em 15-08-2018].
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O Brasil não é, nem de longe, um país liberal. Só que corporativismo é uma forma, aliás, justamente a mais opressora e fascista, do capitalismo. :ok:

Errado.

Corporativismo é a essência socialista porquê representa a nomenklatura e os seus interesses.

O que está exatamente "errado"? :hein:

O corporativismo socialista :arrow: comunista é uma forma de capitalismo. O comunismo não é anticapitalismo mas anti-indivíduo, o oposto do capitalismo individual e portanto "capitalismo comunitário" a partir da tendenciosa e criminosa premissa de que "todos são iguais". :no: :nojo: :enjoo:

Se você quer continuar a ampliar cada vez mais os conceitos, sinta-se à vontade.

Obrigado! :ok:

Quero estar à vontade para compreendê-los cada vez melhor, livre de definições que na prática revelam-se falhas, não importando o quão tradicionais ou emitidas por "autoridades" tenham sido. :wink:



O capitalismo é uma forma de sistema econômico baseado na propriedade de bens,

Sim! :idea: :ok:



sob respaldo jurídico,

Fator meramente acessório do "significado" e caracterização, não intrínseco dele.




praticado por indivíduos livres.

Se for assim, é capitalismo individual. Mas você está dizendo que o capital não pode ser possuído e gerido por indivíduos "cativos" (a grupos obrigatórios), que ele deixa de ser capital por isso? :hein: :o

Não, meu caro colega, a farsa do neocomunismo se assenta sob essa "notável" descoberta desses facínoras, que comunismo é só a mais nefasta forma de capitalismo, o capitalismo do capital roubado por bandidos. Fundaram nela o engodo de dizer que "se isso que você está vendo é insofismável capitalismo, então por óbvia e irretorquível conclusão não pode ser comunismo". É só um golpe baixo e ignóbil. Não caia nele! :wink:
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Regulação/legislação traz inerentemente o risco de captura regulatória, mas são coisas distintas. Para uma boa parte dos problemas que se puder apontar como provenientes de captura regulatória, os mesmos, além de outros, existiriam também sem regulação, que é algo que os interessados em lucrar às custas do cidadão estarão sempre ativamente fazendo campanha para ser reduzido ou extirpado. Algumas vezes até com uso de grupos de fachada para criar a imagem de apoio popular.

É ingenuidade supor que sempre o lucro de alguns será o melhor para todos, e que a sociedade tentar intervir para reduzir externalidades, será sempre contraproducente.

Defina e caracterize com exatidão e objetividade o que é "lucrar às custas do cidadão", por favor (que não seria roubar  :!: ). :?:

O que é "o melhor para todos"?... :? Como aqueles que auferirem de seus trabalhos e/ou empreendimentos (sem roubar nada de ninguém :idea: ) afeta "isso"?... :umm:
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Laicismo, Política e Economia / Re:O comunismo dos imbecis
« Última Mensagem: por pehojof Online Hoje às 21:07:01 »
Você compra e vende coisas para si mesmo, brincando de capitalisminho?

Não, quem brinca disso são os comunistas. :) Como não dá certo, roubam dos outros. :no: :hmph: :nojo: :enjoo:







O que seria não-comunismo?

Não-comunismo é a negação do comunismo. Comunismo, na visão do autor do artigo, seria definido como a luta pelo "controle efetivo e total da sociedade civil e política, sob o pretexto de um 'modo de produção' cujo advento continuará e terá de continuar sendo adiado pelos séculos dos séculos".

Ou seja, é infalseável. Você pode dizer que qualquer grupo que advogue por alguma mudança na sociedade é comunista, como olavetes que dizem que o MBL é comunismo fabiano e etc.

Agora diga você: afinal existe capitalismo que não seja comunismo? :hein:

O que você "espera" como "resposta" à sua "questão"? :?
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Ateísmo e Agnosticismo / Re:Ceticismo X Crença..... qual caminho a seguir?
« Última Mensagem: por pehojof Online Hoje às 21:00:54 »
E você está fazendo uso de uma sinonímia inter-línguas para um nome próprio registrado :?: :?: :?: :!: :!: :!: :stunned: :o :olheira: :umm: :hein:

 :histeria:

Simplesmente o nome dele NÃO é(ra) "Guilherme" :!: :idea: :wink:

 :histeria: :histeria:
CLARO que eu fiz uma brincadeirinha consigo. Tb. não gosto de "traduzir", mas o fato é que é comum...
Napoleão Bonaparte;
Nova Iorque;
uma vez um cara anunciou que a gente ia pra Amberes... — e eu fiquei  :idea: :?: onde seria tal lugar mas fiquei quieto pra não pagar mico (e depois vi onde era pelo assunto, claro  :hihi:);
Júlio (Cæsar);
Alexandre (o Grande);
Maurício de Nassau;
(Santo) Tomás (de Aquino), Ésquilo (de Tuna), Fridolinho (de Säckingen); (Santa) Ricarda (da Suábia) ...

Deu pra notar... |( :lol: E eu me diverti! :ok: :biglol:

Sim , de fato é comum, em casos consagrados. :idea: Talvez algum dia o caso do ("Guilherme") de Sitter se consagre também e você poderá dizer que foi o pioneiro! :1o: :ok:

Aí, quando alguém fizer uma busca, como eu fiz :( :sleepy: , poderá encontrá-lo dessa forma também! :)


Citar
Não, o que você quis "demonstrar" é que "o espaço não existe de per si", e eu mostrei que existe sim!
PODE SER que tenha me expressado mal então...
Just let's bring back what I've said: "Espaço" representando inter-relações entre objetos (vide Leibniz) não tem nada de "puro" nele. Temos os objetos materiais e alguma regra de interconexão análoga aos grafos da matemática.
A "regra de interconexão" seria a métrica (que eu chamei de "grafo" talvez de forma infeliz...). Pois note que mesmo a métrica tendo propriedades intrínsecas independentes de terem ou não objetos imersos nela, objetos (massas) imersos nela a afetam. Por isso eu disse que o espaço seria como que os objetos + a regra de interconexão. Podendo eventualmente ter-se um caso limite onde objetos = 0
espaço = ƒ(distribuição de massas)
podendo TALVEZ se ter um caso particular (say)
espaço0 = ƒ(0)

Sim, os "objetos" (matéria, porque o espaço também é um "objeto") afetam o espaço (provando que o mesmo tem propriedades afetáveis), mas o caso limite do espaço sem "objetos" existe, pela solução de Sitter da relatividade! :idea: Então o espaço não é função unívoca ou pura da "distribuição de massas"! :idea:







Citar
você está só querendo fazer hora com minha humilde pessoa!
:no:
Reveja sua proposição:
se água não for absolutamente pura ela "não é uma substância :ok:
e portanto
não existe

Veja que a conclusão NÃO DECORRE da maior.
Temos um entimema cuja menor implícita é: só substancias existem.
E eu justo estivera a salientar que "substancia" só faz sentido no senso restrito da química (no caso água água H₂O talvez se podendo discutir se ²H₂O entra ou não no conceito, isso eu não sei... :?:)
ou então na metafísica.   
 

 

Não foi minha proposição, foi minha conclusão corolarial especulativa em forma de questão em reação à sua proposição! :chorao:

Mas retornando às origens do contexto, a questão a dirimir, que fora trazida por nosso concidadão de fórum Del vetusto ( ::) ), era a das existências independentes, embora interagentes, de coisas materiais (substâncias) e imateriais (não substâncias). Para processar lógicas é preciso primeiro os dados e elementos corretos! :idea: :ok:
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Laicismo, Política e Economia / Re:Eleições presidenciais de 2018
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 20:22:24 »


PT deve registrar candidatura de Lula com certidão de SP, sem antecedentes criminais



Petista foi condenado no PR e no RS. Pela lei eleitoral, ele pode anexar certidão do domicílio eleitoral de SP, onde não tem condenação em segunda instância. Lula está preso desde o começo de abril, condenado em 2ª instância no caso do triplex em Guarujá, o que de acordo com a Lei da Ficha Limpa o torna inelegível. Mas a questão precisa ser decidida pelo TSE e só pode ser julgada depois do registro oficial.


legislação eleitoral deixou uma brecha para o ex-presidente Lula não apresentar a certidão de antecedentes criminais com a condenação que sofreu no processo do tríplex do Guarujá, no momento do registro de sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que será oficializada até esta quarta-feira (15), com a entrega de um DVD. As certidões criminais são determinantes para saber se o candidato está inelegível - a Lei da Ficha Limpa diz que não pode ser eleito aquele que tiver condenação por órgão colegiado em 2ª grau.

Com isso, o petista, que está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, deve ganhar mais tempo na discussão sobre o registro de sua candidatura ao Palácio do Planalto pelo PT. A defesa pretende estender o debate no TSE enquanto entra com recursos com efeito suspensivo da inelegibilidade no Superior Tribunal de Justiça e, depois, no Supremo Tribunal Federal (na semana passada, a defesa retirou um recurso do STF, mas alegou que a medida cautelar pleiteada não discutia a inelegibilidade, somente a prisão).

[...]


https://g1.globo.com/politica/blog/julia-duailibi/post/2018/08/14/pt-deve-registrar-candidatura-de-lula-com-certidao-de-sp-sem-antecedentes-criminais.ghtml
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Laicismo, Política e Economia / Re:Eleições presidenciais de 2018
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 19:50:52 »


Clóvis Rossi ‘esqueceu’ de FHC ao dizer que Haddad não terá votos para presidente por ter perdido a prefeitura de SP.



Publicado por Kiko Nogueira -  14 de agosto de 2018




FHC na cadeira de prefeito de SP, um dia antes de perder para Jânio em 1985


Tales Alvarenga, ex-diretor da Veja, chamava Clóvis Rossi de “repórter pé de boi”.



Tendo sido o próprio Tales um editor pé de boi, é de se imaginar o que a galhofa significava para ele.

Clóvis, em sua imemorial cruzada anti Lula — eis um negócio que dá dinheiro e garante sobrevida em empresas de mídia no bico do corvo —, investiu em sua coluna contra Fernando Haddad.

“Será que postes têm gratidão?” é o título do artigo em que traça um paralelo entre Iván Duque, presidente da Colômbia, afilhado de Uribe, e Haddad.

Bate no ex-ministro Bresser-Pereira, cujo crime é ser “agora um defensor apaixonado de Lula, um caudilho populista de raça”.

Haddad “não pode escapar do papel de ‘poste’ de Lula”, afirma Clóvis.

“Se não teve votos nem para ir ao segundo turno na eleição municipal em São Paulo, a lógica manda dizer que não os terá, com seu próprio nome, na presidencial”.

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A “lógica” de Clóvis obedece, primeiro, ao dono da Folha, e depois ao próprio sujeito.

Em 1985, em campanha para a prefeitura de São Paulo pelo PMDB, Fernando Henrique Cardoso perdeu para Jânio Quadros, considerado um morto vivo.

FHC pagou o mico clássico de posar na cadeira de prefeito, a pedido da Veja, na véspera. Em 1995, não obstante, subia a rampa do Planalto.

Todo jornalista erra. Clóvis Rossi erra muito — mas, como é do lado certo, segue o baile.

Noam Chomsky já corrigiu o que ele escreveu sobre Noam Chomsky.

Em novembro, saudou Mauricio Macri, que acabava de “pôr na roda uma agenda revolucionária que, se copiada no Brasil para a campanha eleitoral de 2018, pode alçá-la a um patamar enriquecedor”.

“Macri quer ser julgado pela obtenção ou não dessa meta. Não é objetivo habitual na retórica liberal —o que completa o caráter revolucionário da agenda que o argentino acaba de lançar”.

Etc etc.

Em maio, o resultado dessa fabulosa revolução: desvalorização do peso, fixação de taxas de juros em inacreditáveis 40% ao ano e o pedido de socorro ao FMI, no valor de US$ 30 bilhões, para conter a disparada da moeda americana.


Em sua análise da derrota para Jânio, Fernando Henrique culpou, adivinhe só, o PT, que concorreu com Eduardo Suplicy: uma parcela das forças progressistas, declarou, era “turrona e não entendeu ainda o que é democracia”.


Clóvis Rossi também sempre poderá culpar o PT por suas baboseiras — além dos fatos, é claro.



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/clovis-rossi-esqueceu-de-fhc-ao-dizer-que-haddad-nao-tera-votos-para-presidente-por-ter-perdido-a-prefeitura-de-sp-por-kiko-nogueira/


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