Autor Tópico: Nostalgia e o passar do tempo  (Lida 8644 vezes)

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Offline Arcanjo Lúcifer

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Re: Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #50 Online: 20 de Maio de 2011, 19:27:11 »
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Eu tenho o telejogo até hoje, alguém jogou?

Eu jogava na casa de um amigo, nunca tive um.
Eu tive a oportunidade de comprar um em um brechó, tinha a grana (tavam pedindo coisa de R$15 em 2001) e deixei passar... :(

Pode acreditar, é algo que um dia valerá uma boa grana.

Deixei de comprar uma máquina de pinball da Taito por R$ 600,00 que estava em perfeito estado porque  eu e meu irmão pensamos que não existiria modo de arrumar peças e mão de obra para conserto se fosse necessário, eu ainda não conhecia aquele clube de colecionadores de máquinas antigas.

Hoje não custa menos que R$ 2.500,00, quem sabe um dia eu compre uma, mas hoje tenho outras prioridades e não é possível no momento.
« Última modificação: 20 de Maio de 2011, 19:37:08 por Arcanjo Lúcifer »

Offline Diegojaf

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Re: Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #51 Online: 20 de Maio de 2011, 20:37:46 »
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Eu tenho o telejogo até hoje, alguém jogou?

Eu jogava na casa de um amigo, nunca tive um.
Eu tive a oportunidade de comprar um em um brechó, tinha a grana (tavam pedindo coisa de R$15 em 2001) e deixei passar... :(

Pode acreditar, é algo que um dia valerá uma boa grana.

Deixei de comprar uma máquina de pinball da Taito por R$ 600,00 que estava em perfeito estado porque  eu e meu irmão pensamos que não existiria modo de arrumar peças e mão de obra para conserto se fosse necessário, eu ainda não conhecia aquele clube de colecionadores de máquinas antigas.

Hoje não custa menos que R$ 2.500,00, quem sabe um dia eu compre uma, mas hoje tenho outras prioridades e não é possível no momento.
Um mês desses saiu na VIP custando algo em torno de R$10.000, R$20.0000.
"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." - Rui Barbosa

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Offline Lakatos

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Re: Como se sentir velho em 1 click...
« Resposta #52 Online: 20 de Maio de 2011, 22:26:06 »

Offline Unknown

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Re: Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #53 Online: 24 de Maio de 2011, 12:44:16 »
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Sucesso não é garantia de sobrevida de produtos e marcas

Nomes como disquete e Kodachrome, ícones de seu tempo, sucumbem com a chegada de novas tecnologias ou o fim de um modismo

Para cada sobrevivente, há um recém-finado. Por vezes, a estaca no peito de marcas, empresas ou mesmo de um setor inteiro é cravada por uma tecnologia mais avançada. Em outros casos, o tiro de misericórdia é desferido pelo fim de um modismo. Levantam-se uns, deitam-se outros, sempre com uma verdade à espreita: nenhuma tecnologia está livre da tumba. (Exceção honrosa, talvez, à roda).

Não adiantou virar nome de parque, objeto de culto, inspirar uma estrela da música ou registrar uma das fotos mais famosas do século XX: o Kodachrome morreu. O primeiro filme colorido de sucesso para fotografia foi um campeão de popularidade entre fotógrafos amadores e o mais querido por profissionais, que creditavam a ele uma qualidade única de cores e textura das imagens. Em 2009, às portas de o filme completar 75 anos de vida, a Kodak interrompeu sua produção, desestimulada pela derrota na competição com a fotografia digital.

O filme inspirou o batismo de um parque no estado norte-americano de Utah e foi utilizado pelo fotógrafo Steve McCurry no retrato de Sharbat Gula. O registro, “Menina Afegã”, ilustrou uma das capas da National Geographic em 1985 – e tornou-se um ícone. Ícone nas bancas e na música. “Ele faz você acreditar que o mundo todo é um dia de sol”, diz o cantor Paul Simon na canção Kodachrome. “Mãe, não tire o Kodachrome de mim”.

Tiraram. No dia 30 de dezembro de 2010, em Parsons, no estado do Kansas, o laboratório Dwayne’s Photo desligou a última máquina de revelação do Kodachrome ainda em operação no mundo. Já havia se passado pouco mais de um ano do fim da fabricação do filme, mas exemplares remanescentes ainda jaziam nas gavetas e geladeiras de fotógrafos dedicados. No canto do cisne, um entusiasta chegou a dirigir mais de 500 quilômetros para levar ao Dwayne’s 1.580 filmes, uma encomenda de quase US$ 16 mil (mais de R$ 25 mil), como registrou o The New York Times na ocasião.

No fim, foi um filme do próprio Dwayne, dono do estabelecimento, o último a ser revelado. Fotos de sua residência, família e amigos somaram-se a uma série com os funcionários da casa, que usavam uma camiseta amarelo-Kodachrome com os dizeres: “Paul cantou sobre ele. Um parque estadual recebeu seu nome. A National Geographic tirou suas fotos mais famosas com ele. E nós revelamos o último rolo”.

<a href="http://www.youtube.com/v/SExsuRIGAlg" target="_blank" class="new_win">http://www.youtube.com/v/SExsuRIGAlg</a>
"Kodachrome", de Paul Simon

O (não muito) saudoso disquete

O disquete é outro caso de passamento recente. A Sony informou em 2010 que interromperia em março deste ano, no Japão, a fabricação dos pequenos discos de armazenamento de arquivos digitais – a empresa já não tinha linhas de produção em outros países no momento do anúncio.

Foram 40 anos de vida dessa tecnologia. Ela tornou-se obsoleta com o desenvolvimento de concorrentes de capacidade muito maior – caso do pen drive, que, sozinho, pode substituir até quatro mil disquetes; metade de um disco de Blu-ray daria conta de todos os 12 milhões de disquetes vendidos no Japão em 2009. E o golpe no disquete foi seguido ainda pelo quase completo desaparecimento de novos computadores com o dispositivo que permitia sua leitura, o drive de disquete.

Sobrou, como consolo, que uma imagem à semelhança do disquete tornou-se um ícone nos computadores para o salvamento de arquivos. E há ainda o consolo adicional da relação afetiva que os primeiros usuários de computadores pessoais têm com o finado dispositivo. Em fóruns na internet, há recorrentes manifestações saudosistas com o indefectível “que saudade desse tempo do disquete”. A internet tem sido, afinal, a tábua de salvação de nostálgicos de toda ordem, ainda que alguns de seus objetos de culto tenham hoje pouca serventia.

Foi-se a calculadora, ficou o boteco

Mais raro é encontrar um saudosista das calculadoras mecânicas. Nascidas de uma tecnologia criada no século XVII, a máquina foi alvejada por uma bala de prata em 1971, quando surgiram no Japão as primeiras calculadoras digitais. A morte foi quase instantânea.

Ainda assim, alguns de seus defensores seguiram a vida por mais algumas décadas. A sueca Facit, uma das principais fabricantes da máquina no mundo, demorou para se dar conta de que os japoneses mataram sua galinha dos ovos de ouro. Na década de 1980, a empresa chegou a dar uma guinada para a fabricação de computadores, mas a nova roupagem da companhia não teve vida longa. Depois de fatiada e vendida a diferentes empresas, a Facit fechou os olhos em 1998.

Subsidiárias da companhia chegaram a ter sobrevida no século XXI, inclusive no Brasil. Em Juiz de Fora (MG), a fábrica local ficou por alguns anos sob controle de seus funcionários (a empresa encerrou suas atividades há alguns anos, segundo informações do Centro Industrial de Juiz de Fora).

As calculadoras mecânicas perderam espaço nas grandes empresas com a chegada dos computadores, mas continuaram a tilintar em mercearias e botecos, antes que nesses também elas fossem substituídas. Ainda não há registro de nova tecnologia que ameace os botecos.

http://economia.ig.com.br/empresas/sucesso+nao+e+garantia+de+sobrevida+de+produtos+e+marcas/n1596966033313.html



O Kodachrome Basin State Park, parque no estado de Utah (EUA). O nome foi adotado depois de uma expedição da National Geographic Society pelo local


O retrato de Sharbat Gula, batizado de "Menina Afegã" e tirado com Kodachrome, ilustrou uma das capas da National Geographic e é uma das imagens mais famosas do século XX


O Kodachrome, fabricado entre 1935 e 2009, completou 75 anos em 2010 porque um laboratório continuou a revelá-lo. Agora, o famoso filme sobrevive nas imagens que captou


A camiseta amarelo-Kodachrome feita pelo Dwayne's Photo para homenagear o filme colorido mais amado pelos fotógrafos


Disquetes de oito, 5,25 e 3,5 polegadas: os 12 milhões de disquetes vendidos no Japão em 2009 encheriam metade de um disco Blu-ray de 25 GB


Bill Gates e o disquete, dois ícones da tecnologia: em 1986, ano desta imagem, o disquete tinha 15 anos de vida e Gates, aos 31, atingiu o primeiro bilhão de sua fortuna


Calculadora mecânica da Facit de 1954: a invenção de 1642 viu sua principal fabricante morrer em 1998


A sueca Facit, uma das principais fabricantes de calculadoras mecânicas, perdeu o chão com o surgimento das concorrentes eletrônicas. Ela chegou a fabricar computadores


Máquina de escrever em plena forma: chegaram a anunciar seu falecimento, mas os obituários tiveram que ser cancelados
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Conheça empresas sobreviventes de setores dados como mortos

Na lista estão a última fábrica de máquinas de escrever, de filmes polaróide e de pinball do mundo e de discos de vinil da AL

Já faz mais de uma década que a Stern defende sozinha o território dos pinballs. O destino de solidão foi rascunhado em 1999: naquele ano, a Williams Manufacturing Company, então uma das remanescentes desse segmento, decidiu concentrar sua área de entretenimento na WMS Gaming, fabricante de caça-níqueis e divertimentos do gênero. Também em 1999, a Sega, fabricante de jogos eletrônicos – como o Sonic, um de seus maiores sucessos e mascote da empresa desde 1991 – seguiu a decisão da concorrente e se desfez da linha de produção de pinballs. Seria o fim se Gary Stern não tivesse aparecido. Continue a ler


Máquina de pinball, o popular fliperama, em plena atividade em 2011

A última fábrica de filme polaróide

Quando dez ex-funcionários da Polaroid uniram-se, em 2008, eles ressuscitaram a fotografia de revelação instantânea, um nicho que naquele momento já não interessava nem à própria Polaroid, sua criadora. Hoje, são 36 pessoas trabalhando na fábrica do The Impossible Project, em Enschede, na Holanda. Eles são os derradeiros defensores da fotografia em polaróide, o filme de revelação imediata. Continue a ler


Imagem do Impossible Project, que garantiu sobrevida à fotografia de revelação instantânea

A última fábrica de máquinas de escrever

Com um chapéu enterrado na cabeça, sob a chuva, numa tarde de outono, com um cravo na lapela, o velho redator foi ao cemitério. A máquina de escrever morreu. Não havia lágrimas no enterro porque lá não estavam os pranteadores, ocupados com seus modernos tablets, seus práticos mobiles, seus funcionais gadgets. Mas também não havia defunto. A despeito do som das trombetas, a velha máquina não bateu as botas. Que se cancelem os obituários. Continue a ler


A máquina de escrever como coadjuvante em imagem de 1922: o fechamento da última fábrica do gênero foi alarme falso

A última fábrica de discos de vinil da América Latina

Eis “a grande verdade dos tempos modernos”, segundo a definição do empresário João Augusto Ramos: há comprador para tudo. No momento em que até o CD sentia o golpe da música distribuída pela internet, o dono da gravadora Deckdisc entregou-se à indelével verdade por ele atestada – e com essa máxima em riste, ele comprou uma fábrica de discos de vinil. A operação acaba de completar dois anos. Se há comprador para tudo, os consumidores de discos de vinil agora levam para casa os da Polysom, a única fabricante do gênero que restou viva na América Latina. Continue a ler


O corte do acetato, uma das etapas de produção de discos de vinil da Polysom

http://economia.ig.com.br/empresas/conheca+empresas+sobreviventes+de+setores+dados+como+mortos/n1596973089848.html

Nunca pensei que veria um jogo de O Homem de Seis Milhões de Dólares, ainda mais em pinball.

"That's what you like to do
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And when I'm dead and gone
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Re: Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #54 Online: 24 de Maio de 2011, 13:51:01 »


Usei muito uma dessas quando trabalhava com Kardex.....


Offline Arcanjo Lúcifer

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Re: Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #55 Online: 24 de Maio de 2011, 20:10:15 »
Gostei de saber que ainda existe pelo menos uma fábrica de pinball ativa no mundo.

 Saudades da Taito  :'(

Offline Diegojaf

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Re: Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #56 Online: 24 de Maio de 2011, 20:11:33 »
Eu ainda tenho uma Polaroid, mas faz pelo menos 15 anos que não a uso.
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Re: Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #57 Online: 24 de Maio de 2011, 21:26:45 »
A foto do Kardex me lembrou os tempos de estagiário.

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Offline Sergiomgbr

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Re: Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #58 Online: 30 de Agosto de 2011, 22:29:09 »

Offline Sergiomgbr

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #59 Online: 12 de Janeiro de 2012, 04:56:58 »


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VOCE ESTa FICANDO VELHO SE:
 
1 - Fez curso de datilografia?
2 - Odiava ou adorava as provas com cheiro de álcool, recém copiadas no mimeógrafo (usando papel estêncil)?
3 - Não ia pra escola do dia do seu aniversário com medo de levar um ovo, na cabeça?
4 - Aumentava o rádio quando tocava "Voyage,Voyage...", ou alguma músicadoYahoo,Metrô,RádioTáxi?
5 - Usava caneta de 10 cores com cheiro?
6 - Viu a Gretchen cantar Conga La Conga,o Ritchie cantar Menina Veneno,asHarmony Cats cantando: seu amor é meu, ninguém vai roubar...?
7 - Jogava Enduro e River no Atari? E Master System?
8 - Tentou fazer o break do Michael Jackson?
9 - Brincava de estátua, batata quente, queimada, pega-pega, pique esconde,estrela nova cela, forca, cabra-cega, passa anel, boca de forno,amarelinha,casamento atrás da porta e stop (uééééssstopêêê)?
10 - Tinha Melissinha, botas sete léguas, catina,conga,kichute? E sabia que o tênis Montreal era o único anti-micróbio?
11 - Comia Lollo, antes de se chamar Milkbar?
12 - Colecionava papel de carta?
13 - Usou aquelas pulseirinhas de linha ou lã?
14 - Dançava lambada do Sidney Magal ou do Beto Barbosa? Ou corria pra dançar quando escutava a música Chorando se foi, quem um dia só me fez chorar...?
15 - E pulava elástico?
16 - Usa aquelas chuquinhas da Pakalolo?
17 - Usou aqueles brilhos labiais que o pote tinha forma de morango? Ou aqueles brilhos tipo da Moranguinho?
18 - Ploc gigante? Chupava bala Soft? Bebia Crush? Comia bala Xaxá?
19 - Comprava Dip Lik, Mini-Chiclets e o pirulito que vinha com hélice pra girar e voar? ... pirulito que bate-bate, pirulito que já bateu...
20 - Teve o Pequeno Pônei, o Moranguinho, Ursinhos Carinhosos, Peposo ou Peposa?
21 - Tinha os estojos com vários botões, com cola, durex, apontador(Paraguaio)?
22 - Tinha aqueles relógios com várias pulseira de cores diferentes para trocar?
23 - Leu a Série Vaga Lume?
24 - Tinha aquela régua que ao bater no braço se enroscava como uma pulseira, a Bate-Enrola?
25 - Usava aqueles brincos que vinham na cartela e se colava na orelha?
26 - Tinha a mania de dançar Jazz, igual a mulher do Flashdance?
27 - Usou polainas e tinha patins de prender nos tênis?
28 - Colecionava mini garrafas de refrigerantes? E a mãe dizia que tinha veneno dentro para que a gente não bebesse... E os ioiôs da Coca-Cola?
29 - Respondia aos Questionários das colegas? Normalmente em um caderno e a última pergunta era... De quem você gosta? Ou Deixa uma mensagem pra a dona do caderno...
30 - Teve Walkman AM/FM amarelo à prova d'água?
1, 2(adorava e ainda adoro), 5, 6, 8, 9, 13, 18, 19, 21, 23, 28, 29. :hihi:

Offline Luiz Souto

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #60 Online: 15 de Janeiro de 2012, 21:58:45 »
Andropov? Nunca ouvi falar! Os líderes dos países também são um indicativo do tempo. Eu me lembro vagamente dos caras pintadas e do "Fora Collor", mas eu era muito pequeno. O primeiro presidente que eu lembro mesmo de ter conhecido foi o Itamar Franco. E o primeiro presidente dos EUA o Bill Clinton, lembro do Tony Blair, do Chirac, do Iéltsin... Eu fico aterrorizado de pensar que logo, logo, vou conversar com pentelhos que nunca ouviram falar do Iéltsin (como você e o Andropov) :P
De política, a coisa mais antiga que me lembro é que eu estava em casa quando minha família e a da minha tia acompanhavam a eleição indireta (transmitida ao vivo com voto aberto) para definir se o presidente seria o Tancredo ou o Maluf.

A minha mais antiga memória política ( embora na época eu não soubesse disso) foi assistir a um discurso do Geisel na televisão. Era ao vivo e lembro quando ele deu uma pausa , esperou alguns segundos , bateu com os dedos no púlpito e aí caiu a ficha da platéia e começaram a aplaudir   :biglol: ( se era o anúncio do pacote de abril , eu tinha  11 anos). Lembro de acompanhar dia a dia e revolução sandinista pela TV e jornais. Lembro da morte de Andropov pois estava na sucursal carioca do Em Tempo quando saiu a noticia . Estavamos organizando a panfletagem para o comício das Diretas Já e lembro de ficarmos fazendo piadas sobre o fato.

Aprendi a fazer panfleto em queimadora elétrica de estêncil , montei palestra com retroprojetor , digitei em IBM esfera (com corretivo , é claro) , chupei muita bala Juquinha e Soft , joguei Genius , comprei catecismos do Carlos Zéfiro escondido , vi a primeira genitália desnuda da Playboy ( só a foto , infelizmente)...

Nunca curti videogames , o único para o qual tive saco de jogar foi o Wolfenstein . E ainda jogo  :biglol:
Se não queres que riam de teus argumentos , porque usas argumentos risíveis ?

A liberdade só para os que apóiam o governo,só para os membros de um partido (por mais numeroso que este seja) não é liberdade em absoluto.A liberdade é sempre e exclusivamente liberdade para quem pensa de maneira diferente. - Rosa Luxemburgo

Conheça a seção em português do Marxists Internet Archive

Offline Tonto

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #61 Online: 26 de Janeiro de 2012, 15:27:47 »
Na politica lembro da "vassourinha" de lapela e "Seu talão vale um milhão".Não tenho nostalgia dos gibis antigos, porque continuo lendo-os (os antigos)
"Se quiser realizar seus sonhos primeiro você terá que acordar"

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #62 Online: 26 de Janeiro de 2012, 15:32:13 »
Eu imaginava que pinballs continuassem a ser fabricados, ainda que menor escala, mais ou menos como ainda se faz mesas de bilhar.

Offline Dr. Manhattan

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #63 Online: 26 de Janeiro de 2012, 16:09:52 »



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VOCE ESTa FICANDO VELHO SE:
 
1 - Fez curso de datilografia?
2 - Odiava ou adorava as provas com cheiro de álcool, recém copiadas no mimeógrafo (usando papel estêncil)?
3 - Não ia pra escola do dia do seu aniversário com medo de levar um ovo, na cabeça?

4 - Aumentava o rádio quando tocava "Voyage,Voyage...", ou alguma músicadoYahoo,Metrô,RádioTáxi?
5 - Usava caneta de 10 cores com cheiro?
6 - Viu a Gretchen cantar Conga La Conga,o Ritchie cantar Menina Veneno,asHarmony Cats cantando: seu amor é meu, ninguém vai roubar...?
7 - Jogava Enduro e River no Atari? E Master System?

8 - Tentou fazer o break do Michael Jackson?
9 - Brincava de estátua, batata quente, queimada, pega-pega, pique esconde,estrela nova cela, forca, cabra-cega, passa anel, boca de forno,amarelinha,casamento atrás da porta e stop (uééééssstopêêê)?
10 - Tinha Melissinha, botas sete léguas, catina,conga,kichute? E sabia que o tênis Montreal era o único anti-micróbio?
11 - Comia Lollo, antes de se chamar Milkbar?
12 - Colecionava papel de carta?
13 - Usou aquelas pulseirinhas de linha ou lã?
14 - Dançava lambada do Sidney Magal ou do Beto Barbosa? Ou corria pra dançar quando escutava a música Chorando se foi, quem um dia só me fez chorar...?
15 - E pulava elástico?
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17 - Usou aqueles brilhos labiais que o pote tinha forma de morango? Ou aqueles brilhos tipo da Moranguinho?
18 - Ploc gigante? Chupava bala Soft? Bebia Crush?  Comia bala Xaxá?
19 - Comprava Dip Lik, Mini-Chiclets e o pirulito que vinha com hélice pra girar e voar? ... pirulito que bate-bate, pirulito que já bateu...
20 - Teve o Pequeno Pônei, o Moranguinho, Ursinhos Carinhosos, Peposo ou Peposa?
21 - Tinha os estojos com vários botões, com cola, durex, apontador(Paraguaio)?
22 - Tinha aqueles relógios com várias pulseira de cores diferentes para trocar?
23 - Leu a Série Vaga Lume?
24 - Tinha aquela régua que ao bater no braço se enroscava como uma pulseira, a Bate-Enrola?
25 - Usava aqueles brincos que vinham na cartela e se colava na orelha?
26 - Tinha a mania de dançar Jazz, igual a mulher do Flashdance?
27 - Usou polainas e tinha patins de prender nos tênis?
28 - Colecionava mini garrafas de refrigerantes? E a mãe dizia que tinha veneno dentro para que a gente não bebesse... E os ioiôs da Coca-Cola?
29 - Respondia aos Questionários das colegas? Normalmente em um caderno e a última pergunta era... De quem você gosta? Ou Deixa uma mensagem pra a dona do caderno...
30 - Teve Walkman AM/FM amarelo à prova d'água?

Botei em negrito as coisas que fazia. A maioria dessa lista era coisa de menina. E das brincadeiras citadas, muita criança hoje ainda brinca disso.
You and I are all as much continuous with the physical universe as a wave is continuous with the ocean.

Alan Watts

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #64 Online: 26 de Janeiro de 2012, 18:18:03 »
DUVIDO que nunca tenha tentado fazer o "moonwalker" do Michael Jackson.





... os ioiôs da coca-cola são um tanto anacrônicos aí.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #65 Online: 26 de Janeiro de 2012, 18:22:22 »


Tinha um desse grandão em casa de lembrança, mas acabou sendo destruído. :-/

Mas eu mesmo só usei os médios e os menores.


Alguém lembra de um programa de copiar disquetes que, quando concluída a operação, fazia um som de comemoração/aplausos? Era de DOS ainda se não me engano.

Offline Sergiomgbr

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #66 Online: 27 de Janeiro de 2012, 00:15:57 »
E lançaram uma ocasião umas chapinhas de lata redondas com todo tipo de temas.Se não me engano, ainda tenho uma de restolho.

Offline Lightman

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #67 Online: 27 de Janeiro de 2012, 05:17:24 »
Eu sei que estou ficando velho quando vejo listas de ROMS para SNES para baixar na internet seção retrô com jogos como Demons Crest e lembrar dos comentários das revistas entusiasmadas com os gráficos dele...

E sim, eu fiz curso de datilografia, prova inconteste de velhice, além dessa basta lembrar da época aonde você carregava sem a menor alegria uma nota com seis dígitos que malemá comprava o pão de manhã.
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Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #68 Online: 27 de Janeiro de 2012, 14:03:28 »
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E sim, eu fiz curso de datilografia, prova inconteste de velhice, além dessa basta lembrar da época aonde você carregava sem a menor alegria uma nota com seis dígitos que malemá comprava o pão de manhã.

Já tentou explicar para algum pivete de 13 anos que dava para pagar uma passagem de ônibus com 15 notas de 10.000 e que moeda era o mesmo que ter um monte de arruelas no bolso?

Offline Sergiomgbr

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #69 Online: 27 de Janeiro de 2012, 14:14:48 »
Eu sei que estou ficando velho quando vejo listas de ROMS para SNES para baixar na internet seção retrô com jogos como Demons Crest e lembrar dos comentários das revistas entusiasmadas com os gráficos dele...

E sim, eu fiz curso de datilografia, prova inconteste de velhice, além dessa basta lembrar da época aonde você carregava sem a menor alegria uma nota com seis dígitos que malemá comprava o pão de manhã.
Ou então levava um maço com dois dígitos de notas "miúdas" com o mesmo propósito.

Offline Geotecton

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #70 Online: 29 de Janeiro de 2012, 02:16:21 »
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E sim, eu fiz curso de datilografia, prova inconteste de velhice, além dessa basta lembrar da época aonde você carregava sem a menor alegria uma nota com seis dígitos que malemá comprava o pão de manhã.
Já tentou explicar para algum pivete de 13 anos que dava para pagar uma passagem de ônibus com 15 notas de 10.000 e que moeda era o mesmo que ter um monte de arruelas no bolso?

Ou então que, durante alguns anos na década de 70, trocava-se as notas de 6 em 6 meses e em cada oportunidade aumentava-se o valor por um fator de mil até que havia a troca de novo padrão monetário, começando tudo de novo com notas de valores baixos?
Foto USGS

Offline Sergiomgbr

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #71 Online: 29 de Janeiro de 2012, 05:00:56 »
Imagina ir na padaria e comprar uma bisnaga por cr$ 900.000,00! :stunned:
Por falar nisso, bisnaga, que o nome para pãozinho de sal (tipo um pãozinho comprido) na versão geralmente de 200gr também é coisa rara.

Skorpios

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #72 Online: 29 de Janeiro de 2012, 06:41:41 »
Me lembro de ganhar 8.600.000 (nem lembro mais qual era o nome da moeda da época).. :twisted:

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #73 Online: 29 de Janeiro de 2012, 08:53:15 »
Me lembro de ganhar 8.600.000 (nem lembro mais qual era o nome da moeda da época).. :twisted:

O Schumager veio participar de uma corrida em um ano qualquer e guardou um monte de dinheiro novo porque a moeda havia mudado há pouco tempo, quando voltou no ano seguinte já não valiam mais e a grana tinha outro nome e três zeros a menos, um cara da equipe dele foi até uma padaria de esquina para comprar lanches para todo mundo e não estavam aceitando nem dólares porque as mercadorias sumiram de circulação no congelamento do Sarney.

Offline Diegojaf

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Re:Nostalgia e o passar do tempo
« Resposta #74 Online: 29 de Janeiro de 2012, 09:58:26 »
Quando ganhei meu primeiro pagamento (R$15) em 94 por distribuir "santinho" de um candidato, fui até a padaria e achei incrível que com uma moedinha tinha conseguido comprar uma bisnaga dessas. Pra completar, realizei meu sonho, comprei ainda presunto, queijo e quando cheguei em casa, fiz um sanduíche gigante de bisnaga que nem via na televisão... :lol:
"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." - Rui Barbosa

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