Autor Tópico: Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB  (Lida 12383 vezes)

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Offline Sergiomgbr

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1025 Online: 16 de Julho de 2017, 17:52:29 »
Se eu tinha alguma dúvida agora não tenho mais. Nem preciso clicar nesse vídeo para saber que se trata de alguma choradeira enviesada de esquerdista, com o Pasteur se manifestando acintosamente como é o caso aqui.

Offline Pasteur

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1026 Online: 16 de Julho de 2017, 18:09:52 »
Se eu tinha alguma dúvida agora não tenho mais. Nem preciso clicar nesse vídeo para saber que se trata de alguma choradeira enviesada de esquerdista, com o Pasteur se manifestando acintosamente como é o caso aqui.

Eu estou à direita da esquerda e à esquerda da direita!  :stunned:

 :biglol:

Agora ficou claro que a moça tem razão já que Serginhotrumpetistamg  ficou enfezado!   :histeria:

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1027 Online: 16 de Julho de 2017, 20:27:16 »
Nem sabia dela ter sido considerada "ameaça à ordem pública" por alguém das mais altas esferas. :hein:



Essa zona toda da corrupção politica-etc brasileira dificulta até a polarização. Tanto petistas quanto não/anti-petistas/anti-esquerdistas fazem acusações pesadas a Janot. Tem alguém que é pró-Janot? :hein:

Offline Lorentz

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1028 Online: 16 de Julho de 2017, 20:38:32 »
Nem sabia dela ter sido considerada "ameaça à ordem pública" por alguém das mais altas esferas. :hein:



Essa zona toda da corrupção politica-etc brasileira dificulta até a polarização. Tanto petistas quanto não/anti-petistas/anti-esquerdistas fazem acusações pesadas a Janot. Tem alguém que é pró-Janot? :hein:

O Antagonista.
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Skorpios

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1029 Online: 17 de Julho de 2017, 07:34:32 »
Sim é uma vitória contra a pústula do petismo.

Mas é uma derrota da decência na política.

 ::)

Offline JJ

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1030 Online: 17 de Julho de 2017, 08:17:30 »

O Joesley  Batista  claramente elegeu como alvos  o PMDB e o PSDB, e poupou  totalmente  o  Poderoso  Chefão.   O  Aécio  era um adversário significativo contra o Poderoso Chefão, e agora está por baixo após  esta armação do Joesley.  Portanto, esta vitória do Aécio também é uma vitória contra o petismo.

Espero que eles entendam de uma vez por todas que esses petistas são traiçoeiros e perigosos.  Os caras já são escolados em politicagem suja, os caras não são amadores.

OU, Joesley Batista claramente escolheu alvos relevantes, que ocupam o poder no momento, com os quais mantinha contato, em vez daqueles que já abatidos. Não sei se você percebeu, mas o PT foi destronado. Perdeu o PODER! Em quê o PT, Dilma, Lula, poderiam atendê-lo nesse último ano? Não tiveram condições de salvar nem a si mesmos! Estão lutando para sobreviver.



O PT teve o seu poder reduzido, isto é muitíssimo diferente de estar plenamente derrotado.  O grande líder do PT ainda está muito ativo, e ainda é um jogador forte na política.  Ele está em primeiro lugar nas pesquisas, atualmente ele tem lugar  garantido no 2° turno, e também tem chances reais de vencer no 2° turno.

Você está cantando vitória  bem antes da hora ao considerar que o Lula já está realmente derrotado.  Cantar vitória antes da hora é um erro grave  em política.

O PT só poderá ser considerado realmente derrotado quando não puder mais ter o seu grande líder como candidato a presidência (ou no caso de ter que ele seja efetivamente derrotado no 2° turno).  Por enquanto eles ainda podem contar com o seu grande líder e com dezenas de milhões de votos.

É  aconselhável que desça do salto alto e enxergue a realidade.


« Última modificação: 17 de Julho de 2017, 09:11:54 por JJ »

Offline AlienígenA

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1031 Online: 17 de Julho de 2017, 14:54:38 »

O Joesley  Batista  claramente elegeu como alvos  o PMDB e o PSDB, e poupou  totalmente  o  Poderoso  Chefão.   O  Aécio  era um adversário significativo contra o Poderoso Chefão, e agora está por baixo após  esta armação do Joesley.  Portanto, esta vitória do Aécio também é uma vitória contra o petismo.

Espero que eles entendam de uma vez por todas que esses petistas são traiçoeiros e perigosos.  Os caras já são escolados em politicagem suja, os caras não são amadores.

OU, Joesley Batista claramente escolheu alvos relevantes, que ocupam o poder no momento, com os quais mantinha contato, em vez daqueles que já abatidos. Não sei se você percebeu, mas o PT foi destronado. Perdeu o PODER! Em quê o PT, Dilma, Lula, poderiam atendê-lo nesse último ano? Não tiveram condições de salvar nem a si mesmos! Estão lutando para sobreviver.



O PT teve o seu poder reduzido, isto é muitíssimo diferente de estar plenamente derrotado.  O grande líder do PT ainda está muito ativo, e ainda é um jogador forte na política.  Ele está em primeiro lugar nas pesquisas, atualmente ele tem lugar  garantido no 2° turno, e também tem chances reais de vencer no 2° turno.

Você está cantando vitória  bem antes da hora ao considerar que o Lula já está realmente derrotado.  Cantar vitória antes da hora é um erro grave  em política.

O PT só poderá ser considerado realmente derrotado quando não puder mais ter o seu grande líder como candidato a presidência (ou no caso de ter que ele seja efetivamente derrotado no 2° turno).  Por enquanto eles ainda podem contar com o seu grande líder e com dezenas de milhões de votos.

É  aconselhável que desça do salto alto e enxergue a realidade.

Que canseira! Tivesse chance de prosperar eu aderia ao "eleições gerais" pra ontem. :sono: Não aguento mais essa ladainha! Para curar essa paranoia só derrotando Lula nas urnas. Esse é um dos motivos porque desejo tanto que ele chegue a 2018 elegível. Ficar livre de vez disso! Tiramos o PT do poder, através do impeachment, mas ah, não, medo, Lula, não sei quê. Tiramos o poder do PT, nas urnas, nas últimas eleições, mas ah, não, medo, Lula, não sei quê. Se o capo for preso, amanhã você aparecerá aqui dizendo que as esquerdas se aproveitarão do fato para se fortalecer, fazendo da prisão dele uma bandeira e o PT contará com dezenas de milhões de votos. Se o capo morrer, amanhã você aparecerá aqui dizendo que as esquerdas se aproveitarão do fato para fazer dele um mártir e o PT contará com dezenas de milhões de votos. O PT jamais será plenamente derrotado. Ainda que seja cassado, outros líderes/partidos surgirão no lugar - é próprio da politica, das esquerdas, das direitas. Sai desse transe, amigo! Olhe em volta, preste atenção no fatos. O lulopetismo foi desmascarado, desmoralizado, destronado, massacrado nas urnas, continua com as entranhas expostas - se nada disso servir para derrotá-lo, não há prisão nem caixão que dê jeito. As esquerdas continuarão contando com as tais dezenas de milhares de eleitores que deviam estar de férias no exterior nas últimas eleições, é a única explicação plausível. Cadê essa horda zumbi? :sono:

Offline JJ

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1032 Online: 18 de Julho de 2017, 10:27:44 »

Aécio é o principal articulador por trás do duro ataque da Record à Globo


17 de julho de 2017
 
 
Ontem à noite, no programa Domingo Espetacular, da TV Record, o jornalista e blogueiro Luis Carlos Azenha, que já trabalhou na Globo, fez uma grande reportagem cujo alvo foi a toda poderosa das comunicações, as organizações Globo.


Azenha saiu da Globo rompido por conta de não aceitar se submeter às ordens de fazer antijornalismo de Ali Kamel e já há muito tempo denuncia os esquemas operados a partir do Jardim Botânico.

Em seu blogue, o Viomundo, já havia tratado de algumas das denuncias desta reportagem de 15 minutos que foi ao ar ontem.

Ou seja, não há novidade em Azenha fazer uma excelente matéria sobre a Globo comprovando por A + B os esquemas de corrupção e sonegação que envolvem a criação de uma teia de empresas fantasmas em paraísos fiscais. Empresas como a Empire, criada para que a Globo não pagasse impostos na compra dos direitos da Copa do Mundo.

Mas não foi só isso que a reportagem mostrou. Ela chamou a atenção para delação de Palocci, que estaria sendo ignorada porque o ex-ministro teria provas contra a Globo e ainda apresentou ao Brasil Paula Marinho, uma das herdeiras da emissora e que está no esquema Mossack Fonseca, onde mantinha três empresas de fachada em paraísos fiscais. E que pelo que se sabe é a verdadeira dona da Paraty House.

Quem conhece o esquema de guerra entre famílias do baronato ou da máfia, sabe que pode tudo, menos mexer com a família, principalmente os filhos dos patriarcas.

E a Record permitiu que a reportagem de Azenha fosse no gogó dos Marinhos. Por que isso aconteceu? O que está por trás desta declaração de guerra?

O blogueiro conversou com várias pessoas nos últimos dias para buscar entender o que havia levado a Globo a se distanciar de Temer e jurá-lo de morte política. Ao mesmo tempo também tentou entender os motivos que levaram a emissora a não proteger Aécio Neves quando ele foi pego nos áudios de Joesley.

Há algumas pistas para o que se passa, mas algo parece mais alvo do que a neve. Há uma guerra declarada nas facções do golpismo. De um lado estão Globo, ampla maioria do PIB, do sistema financeiro e do judiciário. Do outro, uma boa parte da classe política , incluindo o governo Temer e Aécio Neves, Gilmar Mendes e alguns ministros do Supremo e várias empresas de comunicação, entre elas, a Record. Mas não só ela.

E a veiculação da reportagem de ontem, que foi retransmitida até no Fala que eu te Escuto e em outros telejornais da emissora, foi a resposta desse grupo à forma como a Globo vem tentando derrubar Temer para passar a ter o controle total do espólio golpista.

Temer, evidentemente, está por trás da estratégia de ir pra cima da Globo. Mas quem estaria mais mordido com a emissora e jogando pesado para que outros veículos de comunicação entrassem numa guerra total contra a família Marinho é ele, o irmão de Andréa Neves e primo de Frederico Pacheco de Medeiros. Aécio Neves é o principal articulador da classe política para que todos os canhões sejam apontem para a emissora.

E três notas publicadas hoje na coluna política do jornal carioca O Dia ajudam a entender a dimensão desta guerra. A coluna revela que Temer teria ordenado a execução de eventuais dívidas da emissora com a União, de impostos e de financiamentos no BNDES.


Essa guerra tem potencial altamente explosivo. Inclusive porque a Globo já teria seduzido Rodrigo Maia a participar dos próximos capítulos que projetou para sua novela. Ele se tornaria presidente da República com o apoio da emissora. E tem se reunido com interlocutores da emissora com frequência. E já estaria discutindo com alguns amigos o pós Temer. Entre eles, Aldo Rebelo, que ainda está no PCdoB, mas que já está partindo para o PSB e toparia ser vice de Maia numa eleição indireta.


A guerra que está em andamento não é da Globo com a Record. Envolve muitos outros interesses e grupos poderosos. É uma guerra de facções que participaram do golpe. E pode ou levá-lo a um outro patamar, fazendo com que um setor fique na estrada. Ou implodir o próprio golpe, se os setores progressistas tiverem capacidade para entender o que está ocorrendo e conseguirem agir com celeridade e inteligência.


Como a Globo vai reagir a isso é que é o busílis da questão do que virá adiante. Este blogueiro acredita que ela continuará concentrando seus ataques no alvo central, Temer. E que como sabe que Aécio está por trás disso, também vai mirar mais fortemente nele. E, por ahora, deve deixar os bispos de lado.


Mas pode ser que ela resolva dar um exemplo para impedir que outras emissoras e veículos de comunicação se animem a ajudar a remar na canoa do bispo.

Não, amigos, não foi uma matéria isolada. E vale a pena ficar atento para o que virá.

Quer ajudar a Fórum a ter análises como essa, doe aqui ou se torne sócio fórum. É simples, fácil e te torna parceiro da luta contra os donos da comunicação do Brasil.

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil


http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2017/07/17/aecio-e-o-principal-articulador-por-tras-do-duro-ataque-da-record-a-globo/



Offline JJ

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1033 Online: 18 de Julho de 2017, 10:40:44 »


A guerra política que está acontecendo nos bastidores  está envolvendo  mais   interesses e  atores,  do que podíamos supor com nossa vã filosofia.   :hihi:
« Última modificação: 18 de Julho de 2017, 10:46:30 por JJ »

Offline homemcinza

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1034 Online: 18 de Julho de 2017, 13:30:41 »
Citar
A guerra que está em andamento não é da Globo com a Record. Envolve muitos outros interesses e grupos poderosos. É uma guerra de facções que participaram do golpe.
Não dá pra ler isso sem imaginar o sujeito escrevendo fumando um charuto de boininha com estrela vermelha barbudo e com quadro de stalin pendurado na sala.

parece até que "deram golpe" em algum inocente...oh tadinhos



Offline JJ

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1035 Online: 18 de Julho de 2017, 15:43:58 »
Citar
A guerra que está em andamento não é da Globo com a Record. Envolve muitos outros interesses e grupos poderosos. É uma guerra de facções que participaram do golpe.
Não dá pra ler isso sem imaginar o sujeito escrevendo fumando um charuto de boininha com estrela vermelha barbudo e com quadro de stalin pendurado na sala.

parece até que "deram golpe" em algum inocente...oh tadinhos



Parece que você focou muito na última palavra "golpe".

Mas basta reescrever assim:

"A guerra que está em andamento não é da Globo com a Record. Envolve muitos outros interesses e grupos poderosos. É uma guerra de facções que participaram das articulações políticas para o impeachment."




Offline Euler1707

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1036 Online: 18 de Julho de 2017, 17:57:19 »
Os "golpistas" se tornaram os Illuminatis da esquerda.

E isso foi só para explicar o inexplicável fato da globo fazer o seu papel ao noticiar escândalos de corrupção dos políticos que a esquerda considera como inimigos, e assim mantêm suas narrativas políticas concisas com os fatos que outrora eram negados por essa esquerda esquizofrênica, ou resumidamente: É a realidade se moldando às narrativas políticas.

Estamos num "Clube Cético", mas ninguém aqui age como se esperaria. Não acreditem no que leem, porque ninguém aqui têm como saber o que de fato acontece por lá.

Offline JJ

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1037 Online: 21 de Julho de 2017, 08:31:20 »

O Joesley  Batista  claramente elegeu como alvos  o PMDB e o PSDB, e poupou  totalmente  o  Poderoso  Chefão.   O  Aécio  era um adversário significativo contra o Poderoso Chefão, e agora está por baixo após  esta armação do Joesley.  Portanto, esta vitória do Aécio também é uma vitória contra o petismo.

Espero que eles entendam de uma vez por todas que esses petistas são traiçoeiros e perigosos.  Os caras já são escolados em politicagem suja, os caras não são amadores.

OU, Joesley Batista claramente escolheu alvos relevantes, que ocupam o poder no momento, com os quais mantinha contato, em vez daqueles que já abatidos. Não sei se você percebeu, mas o PT foi destronado. Perdeu o PODER! Em quê o PT, Dilma, Lula, poderiam atendê-lo nesse último ano? Não tiveram condições de salvar nem a si mesmos! Estão lutando para sobreviver.



O PT teve o seu poder reduzido, isto é muitíssimo diferente de estar plenamente derrotado.  O grande líder do PT ainda está muito ativo, e ainda é um jogador forte na política.  Ele está em primeiro lugar nas pesquisas, atualmente ele tem lugar  garantido no 2° turno, e também tem chances reais de vencer no 2° turno.

Você está cantando vitória  bem antes da hora ao considerar que o Lula já está realmente derrotado.  Cantar vitória antes da hora é um erro grave  em política.

O PT só poderá ser considerado realmente derrotado quando não puder mais ter o seu grande líder como candidato a presidência (ou no caso de ter que ele seja efetivamente derrotado no 2° turno).  Por enquanto eles ainda podem contar com o seu grande líder e com dezenas de milhões de votos.

É  aconselhável que desça do salto alto e enxergue a realidade.

Que canseira! Tivesse chance de prosperar eu aderia ao "eleições gerais" pra ontem. :sono: Não aguento mais essa ladainha! Para curar essa paranoia só derrotando Lula nas urnas. Esse é um dos motivos porque desejo tanto que ele chegue a 2018 elegível. Ficar livre de vez disso! Tiramos o PT do poder, através do impeachment,


Nós não tiramos o PT do Poder coisa nenhuma,   eu  apenas fiquei acompanhando pela internet e pela TV. Quanto a você, duvido totalmente que tenha feito algum ato que tenha sido realmente relevante para o impeachment da Dilma (a não ser que você seja um importante político do PMDB que tenha tido forte atuação no impeachment da Dilma, e aqui esteja frequentando o CC, mas isto é altamente improvável).

O que nós, pessoas comuns, tivemos foi mera sorte,  e o principal elemento de sorte que tivemos  tem nome, chama-se Eduardo Cunha.  O Cunha foi de longe o mais importante e fundamental ator e causa do impeachment, sem ele é praticamente certo que não teria havido impeachment.


« Última modificação: 21 de Julho de 2017, 08:33:22 por JJ »

Offline Lorentz

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1038 Online: 21 de Julho de 2017, 09:07:37 »

O Joesley  Batista  claramente elegeu como alvos  o PMDB e o PSDB, e poupou  totalmente  o  Poderoso  Chefão.   O  Aécio  era um adversário significativo contra o Poderoso Chefão, e agora está por baixo após  esta armação do Joesley.  Portanto, esta vitória do Aécio também é uma vitória contra o petismo.

Espero que eles entendam de uma vez por todas que esses petistas são traiçoeiros e perigosos.  Os caras já são escolados em politicagem suja, os caras não são amadores.

OU, Joesley Batista claramente escolheu alvos relevantes, que ocupam o poder no momento, com os quais mantinha contato, em vez daqueles que já abatidos. Não sei se você percebeu, mas o PT foi destronado. Perdeu o PODER! Em quê o PT, Dilma, Lula, poderiam atendê-lo nesse último ano? Não tiveram condições de salvar nem a si mesmos! Estão lutando para sobreviver.



O PT teve o seu poder reduzido, isto é muitíssimo diferente de estar plenamente derrotado.  O grande líder do PT ainda está muito ativo, e ainda é um jogador forte na política.  Ele está em primeiro lugar nas pesquisas, atualmente ele tem lugar  garantido no 2° turno, e também tem chances reais de vencer no 2° turno.

Você está cantando vitória  bem antes da hora ao considerar que o Lula já está realmente derrotado.  Cantar vitória antes da hora é um erro grave  em política.

O PT só poderá ser considerado realmente derrotado quando não puder mais ter o seu grande líder como candidato a presidência (ou no caso de ter que ele seja efetivamente derrotado no 2° turno).  Por enquanto eles ainda podem contar com o seu grande líder e com dezenas de milhões de votos.

É  aconselhável que desça do salto alto e enxergue a realidade.

Que canseira! Tivesse chance de prosperar eu aderia ao "eleições gerais" pra ontem. :sono: Não aguento mais essa ladainha! Para curar essa paranoia só derrotando Lula nas urnas. Esse é um dos motivos porque desejo tanto que ele chegue a 2018 elegível. Ficar livre de vez disso! Tiramos o PT do poder, através do impeachment,


Nós não tiramos o PT do Poder coisa nenhuma,   eu  apenas fiquei acompanhando pela internet e pela TV. Quanto a você, duvido totalmente que tenha feito algum ato que tenha sido realmente relevante para o impeachment da Dilma (a não ser que você seja um importante político do PMDB que tenha tido forte atuação no impeachment da Dilma, e aqui esteja frequentando o CC, mas isto é altamente improvável).

O que nós, pessoas comuns, tivemos foi mera sorte,  e o principal elemento de sorte que tivemos  tem nome, chama-se Eduardo Cunha.  O Cunha foi de longe o mais importante e fundamental ator e causa do impeachment, sem ele é praticamente certo que não teria havido impeachment.




O povo nas ruas tem PODER. É praticamente igual ao sangue de Jesus.
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Offline JJ

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1039 Online: 21 de Julho de 2017, 09:11:41 »

Nós não tiramos o PT do Poder coisa nenhuma,   eu  apenas fiquei acompanhando pela internet e pela TV. Quanto a você, duvido totalmente que tenha feito algum ato que tenha sido realmente relevante para o impeachment da Dilma (a não ser que você seja um importante político do PMDB que tenha tido forte atuação no impeachment da Dilma, e aqui esteja frequentando o CC, mas isto é altamente improvável).

O que nós, pessoas comuns, tivemos foi mera sorte,  e o principal elemento de sorte que tivemos  tem nome, chama-se Eduardo Cunha.  O Cunha foi de longe o mais importante e fundamental ator e causa do impeachment, sem ele é praticamente certo que não teria havido impeachment.


O povo nas ruas tem PODER. É praticamente igual ao sangue de Jesus.



Foi um elemento importante, mas sem ter o Eduardo Cunha na presidência da câmara, e com muita raiva do PT,  é praticamente certo que não teria havido impeachment coisa nenhuma. E que ainda hoje a Dilma/PT estariam se lucupletando,  rindo e  debochando da cara da grande maioria dos brasileiros.


Portanto, tivemos sim, muita sorte de termos o Eduardo Cunha na hora certa, no lugar certo, e com o sentimento e comportamento certo (raiva suficiente da Dilma/PT) para conseguir tornar real o sonho de destituir  os canalhas do poder.


« Última modificação: 21 de Julho de 2017, 09:16:31 por JJ »

Offline Lorentz

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1040 Online: 21 de Julho de 2017, 09:21:05 »

Nós não tiramos o PT do Poder coisa nenhuma,   eu  apenas fiquei acompanhando pela internet e pela TV. Quanto a você, duvido totalmente que tenha feito algum ato que tenha sido realmente relevante para o impeachment da Dilma (a não ser que você seja um importante político do PMDB que tenha tido forte atuação no impeachment da Dilma, e aqui esteja frequentando o CC, mas isto é altamente improvável).

O que nós, pessoas comuns, tivemos foi mera sorte,  e o principal elemento de sorte que tivemos  tem nome, chama-se Eduardo Cunha.  O Cunha foi de longe o mais importante e fundamental ator e causa do impeachment, sem ele é praticamente certo que não teria havido impeachment.


O povo nas ruas tem PODER. É praticamente igual ao sangue de Jesus.



Foi um elemento importante, mas sem ter o Eduardo Cunha na presidência da câmara, e com muita raiva do PT,  é praticamente certo que não teria havido impeachment coisa nenhuma. E que ainda hoje a Dilma/PT estariam se lucupletando,  rindo e  debochando da cara da grande maioria dos brasileiros.


Portanto, tivemos sim, muita sorte de termos o Eduardo Cunha na hora certa, no lugar certo, e com o sentimento e comportamento certo (raiva suficiente da Dilma/PT) para conseguir tornar real o sonho de destituir  os canalhas do poder.




Você está enganado. O Cunha segurou por meses o pedido de impeachment. Ele foi "parceiro" do PT por muito tempo. Sem dúvida se o presidente da câmara fosse um petista, teria sido um processo mais longo, mas a pressão popular levaria à cassação da chapa muito antes, ou ao impeachment do presidente da câmara petista.

A verdade é que se não fosse o Cunha, muito provavelmente teríamos o impeachment 1ano a 6 meses antes.
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Offline JJ

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1041 Online: 21 de Julho de 2017, 09:35:36 »

Nós não tiramos o PT do Poder coisa nenhuma,   eu  apenas fiquei acompanhando pela internet e pela TV. Quanto a você, duvido totalmente que tenha feito algum ato que tenha sido realmente relevante para o impeachment da Dilma (a não ser que você seja um importante político do PMDB que tenha tido forte atuação no impeachment da Dilma, e aqui esteja frequentando o CC, mas isto é altamente improvável).

O que nós, pessoas comuns, tivemos foi mera sorte,  e o principal elemento de sorte que tivemos  tem nome, chama-se Eduardo Cunha.  O Cunha foi de longe o mais importante e fundamental ator e causa do impeachment, sem ele é praticamente certo que não teria havido impeachment.


O povo nas ruas tem PODER. É praticamente igual ao sangue de Jesus.



Foi um elemento importante, mas sem ter o Eduardo Cunha na presidência da câmara, e com muita raiva do PT,  é praticamente certo que não teria havido impeachment coisa nenhuma. E que ainda hoje a Dilma/PT estariam se lucupletando,  rindo e  debochando da cara da grande maioria dos brasileiros.


Portanto, tivemos sim, muita sorte de termos o Eduardo Cunha na hora certa, no lugar certo, e com o sentimento e comportamento certo (raiva suficiente da Dilma/PT) para conseguir tornar real o sonho de destituir  os canalhas do poder.

Você está enganado. O Cunha segurou por meses o pedido de impeachment. Ele foi "parceiro" do PT por muito tempo. Sem dúvida se o presidente da câmara fosse um petista, teria sido um processo mais longo, mas a pressão popular levaria à cassação da chapa muito antes, ou ao impeachment do presidente da câmara petista.

A verdade é que se não fosse o Cunha, muito provavelmente teríamos o impeachment 1ano a 6 meses antes.


Negativo, ele pode ter segurado antes, mas no momento em que foi conveniente para ele o processo avançou com celeridade.

O Presidente da Câmara dos Deputados é um elemento central num pedido de impeachment.  Se ele não quiser aceitar uma denúncia ele não aceita. E aí morre o pedido.   E o papel do Cunha foi bem além de aceitar o pedido. Ele pôs toda uma máquina política para agir com vigor para tirar a Dilma.



« Última modificação: 21 de Julho de 2017, 09:40:26 por JJ »

Offline Lorentz

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1042 Online: 21 de Julho de 2017, 09:44:01 »

Nós não tiramos o PT do Poder coisa nenhuma,   eu  apenas fiquei acompanhando pela internet e pela TV. Quanto a você, duvido totalmente que tenha feito algum ato que tenha sido realmente relevante para o impeachment da Dilma (a não ser que você seja um importante político do PMDB que tenha tido forte atuação no impeachment da Dilma, e aqui esteja frequentando o CC, mas isto é altamente improvável).

O que nós, pessoas comuns, tivemos foi mera sorte,  e o principal elemento de sorte que tivemos  tem nome, chama-se Eduardo Cunha.  O Cunha foi de longe o mais importante e fundamental ator e causa do impeachment, sem ele é praticamente certo que não teria havido impeachment.


O povo nas ruas tem PODER. É praticamente igual ao sangue de Jesus.



Foi um elemento importante, mas sem ter o Eduardo Cunha na presidência da câmara, e com muita raiva do PT,  é praticamente certo que não teria havido impeachment coisa nenhuma. E que ainda hoje a Dilma/PT estariam se lucupletando,  rindo e  debochando da cara da grande maioria dos brasileiros.


Portanto, tivemos sim, muita sorte de termos o Eduardo Cunha na hora certa, no lugar certo, e com o sentimento e comportamento certo (raiva suficiente da Dilma/PT) para conseguir tornar real o sonho de destituir  os canalhas do poder.

Você está enganado. O Cunha segurou por meses o pedido de impeachment. Ele foi "parceiro" do PT por muito tempo. Sem dúvida se o presidente da câmara fosse um petista, teria sido um processo mais longo, mas a pressão popular levaria à cassação da chapa muito antes, ou ao impeachment do presidente da câmara petista.

A verdade é que se não fosse o Cunha, muito provavelmente teríamos o impeachment 1ano a 6 meses antes.


Negativo, ele pode ter segurado antes, mas no momento em que foi conveniente para ele o processo avançou com celeridade.

O Presidente da Câmara dos Deputados é um elemento central num pedido de impeachment.  Se ele não quiser aceitar uma denúncia ele não aceita. E aí morre o pedido.   E o papel do Cunha foi bem além de aceitar o pedido. Ele pôs toda uma máquina política para agir com vigor para tirar a Dilma.





Ele foi uma parte importante, mas não no início. Sem dúvida as manifestações e insatisfação geral contribuíram tanto quanto.
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Offline JJ

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1043 Online: 21 de Julho de 2017, 10:01:07 »

Negativo, ele pode ter segurado antes, mas no momento em que foi conveniente para ele o processo avançou com celeridade.

O Presidente da Câmara dos Deputados é um elemento central num pedido de impeachment.  Se ele não quiser aceitar uma denúncia ele não aceita. E aí morre o pedido.   E o papel do Cunha foi bem além de aceitar o pedido. Ele pôs toda uma máquina política para agir com vigor para tirar a Dilma.

Ele foi uma parte importante, mas não no início. Sem dúvida as manifestações e insatisfação geral contribuíram tanto quanto.


Concordo que as as manifestações foram um elemento importante,  e também devemos lembrar da batalhadora que foi a a advogada Janaína Paschoal.  Entretanto reafirmo que na corrente causal de fenômenos que culminaram no impeachment da Dilma, o Eduardo Cunha foi um elo forte e  importantíssimo.



Offline Lorentz

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1044 Online: 21 de Julho de 2017, 16:57:29 »
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http://www.oantagonista.com/posts/na-casa-de-joesley-lula-pediu-a-cunha-para-segurar-impeachment

NA CASA DE JOESLEY, LULA PEDIU A CUNHA PARA SEGURAR IMPEACHMENT
Brasil 21.07.17 16:10

Foi numa reunião intermediada por Joesley Batista que Jaques Wagner prometeu a Eduardo Cunha o apoio do PT para arquivar processo contra o peemedebista no Conselho de Ética da Câmara.

O problema é que o PT acabou traindo Cunha, que, por vingança, resolveu abrir o processo do impeachment.

Uns 30 dias antes da votação no plenário da Câmara, o então ministro da Casa Civil de Dilma Rousseff pediu a Joesley um novo encontro com Cunha. A conversa ocorreu na casa do empresário em Brasília, em clima bastante tenso.

Como não deu em nada, Wagner apelou então para Lula, que se reuniu com Eduardo Cunha na residência do dono da JBS em São Paulo - o encontro foi relatado por Cunha em uma carta recente escrita da prisão em Curitiba.

Apesar do apelo do ex-presidente para tentar reverter a tendência de cassação de Dilma na Câmara, o peemedebista mostrou-se irredutível.

Cunha resistiu ao charme de Lula e ao dinheiro da JBS? Cunha é um herói!
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Offline Fabrício

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1045 Online: 21 de Julho de 2017, 17:39:05 »
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NA CASA DE JOESLEY, LULA PEDIU A CUNHA PARA SEGURAR IMPEACHMENT
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Foi numa reunião intermediada por Joesley Batista que Jaques Wagner prometeu a Eduardo Cunha o apoio do PT para arquivar processo contra o peemedebista no Conselho de Ética da Câmara.

O problema é que o PT acabou traindo Cunha, que, por vingança, resolveu abrir o processo do impeachment.

Uns 30 dias antes da votação no plenário da Câmara, o então ministro da Casa Civil de Dilma Rousseff pediu a Joesley um novo encontro com Cunha. A conversa ocorreu na casa do empresário em Brasília, em clima bastante tenso.

Como não deu em nada, Wagner apelou então para Lula, que se reuniu com Eduardo Cunha na residência do dono da JBS em São Paulo - o encontro foi relatado por Cunha em uma carta recente escrita da prisão em Curitiba.

Apesar do apelo do ex-presidente para tentar reverter a tendência de cassação de Dilma na Câmara, o peemedebista mostrou-se irredutível.

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Cunha! Guerreiro! Do povo brasileiro!
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Offline JJ

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1046 Online: 21 de Julho de 2017, 18:03:23 »
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NA CASA DE JOESLEY, LULA PEDIU A CUNHA PARA SEGURAR IMPEACHMENT
Brasil 21.07.17 16:10

Foi numa reunião intermediada por Joesley Batista que Jaques Wagner prometeu a Eduardo Cunha o apoio do PT para arquivar processo contra o peemedebista no Conselho de Ética da Câmara.

O problema é que o PT acabou traindo Cunha, que, por vingança, resolveu abrir o processo do impeachment.

Uns 30 dias antes da votação no plenário da Câmara, o então ministro da Casa Civil de Dilma Rousseff pediu a Joesley um novo encontro com Cunha. A conversa ocorreu na casa do empresário em Brasília, em clima bastante tenso.

Como não deu em nada, Wagner apelou então para Lula, que se reuniu com Eduardo Cunha na residência do dono da JBS em São Paulo - o encontro foi relatado por Cunha em uma carta recente escrita da prisão em Curitiba.

Apesar do apelo do ex-presidente para tentar reverter a tendência de cassação de Dilma na Câmara, o peemedebista mostrou-se irredutível.

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Independentemente da motivação do Cunha para ter resistido  aos apelos do Lula, o fato é que o Cunha, depois que aceitou o pedido de impeachment,  se empenhou bastante na causa.  E este é um dos pontos em que tivemos sorte. 



Offline AlienígenA

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1047 Online: 21 de Julho de 2017, 18:56:38 »

O Joesley  Batista  claramente elegeu como alvos  o PMDB e o PSDB, e poupou  totalmente  o  Poderoso  Chefão.   O  Aécio  era um adversário significativo contra o Poderoso Chefão, e agora está por baixo após  esta armação do Joesley.  Portanto, esta vitória do Aécio também é uma vitória contra o petismo.

Espero que eles entendam de uma vez por todas que esses petistas são traiçoeiros e perigosos.  Os caras já são escolados em politicagem suja, os caras não são amadores.

OU, Joesley Batista claramente escolheu alvos relevantes, que ocupam o poder no momento, com os quais mantinha contato, em vez daqueles que já abatidos. Não sei se você percebeu, mas o PT foi destronado. Perdeu o PODER! Em quê o PT, Dilma, Lula, poderiam atendê-lo nesse último ano? Não tiveram condições de salvar nem a si mesmos! Estão lutando para sobreviver.



O PT teve o seu poder reduzido, isto é muitíssimo diferente de estar plenamente derrotado.  O grande líder do PT ainda está muito ativo, e ainda é um jogador forte na política.  Ele está em primeiro lugar nas pesquisas, atualmente ele tem lugar  garantido no 2° turno, e também tem chances reais de vencer no 2° turno.

Você está cantando vitória  bem antes da hora ao considerar que o Lula já está realmente derrotado.  Cantar vitória antes da hora é um erro grave  em política.

O PT só poderá ser considerado realmente derrotado quando não puder mais ter o seu grande líder como candidato a presidência (ou no caso de ter que ele seja efetivamente derrotado no 2° turno).  Por enquanto eles ainda podem contar com o seu grande líder e com dezenas de milhões de votos.

É  aconselhável que desça do salto alto e enxergue a realidade.

Que canseira! Tivesse chance de prosperar eu aderia ao "eleições gerais" pra ontem. :sono: Não aguento mais essa ladainha! Para curar essa paranoia só derrotando Lula nas urnas. Esse é um dos motivos porque desejo tanto que ele chegue a 2018 elegível. Ficar livre de vez disso! Tiramos o PT do poder, através do impeachment,


Nós não tiramos o PT do Poder coisa nenhuma,   eu  apenas fiquei acompanhando pela internet e pela TV. Quanto a você, duvido totalmente que tenha feito algum ato que tenha sido realmente relevante para o impeachment da Dilma (a não ser que você seja um importante político do PMDB que tenha tido forte atuação no impeachment da Dilma, e aqui esteja frequentando o CC, mas isto é altamente improvável).

O que nós, pessoas comuns, tivemos foi mera sorte,  e o principal elemento de sorte que tivemos  tem nome, chama-se Eduardo Cunha.  O Cunha foi de longe o mais importante e fundamental ator e causa do impeachment, sem ele é praticamente certo que não teria havido impeachment.

JJ, você não entende NADA de PODER, filho! Senta lá!  :P

Para atribuirmos a queda do PT à sorte temos que voltar bem mais no tempo e dar os créditos a Roberto Jefferson, cuja confissão levou ao processo do Mensalão que, pela primeira vez na história deste país, condenou poderosos, o que, combinado aos desmandes das obras da Copa/Olimpíadas noticiados diariamente em contraste com a qualidade dos serviços públicos, fomentou a indignação popular que culminou nas manifestações de 2013, o que, por sua vez, levou a aprovação de um pacote de medidas que terminaria por permitir que a Lava Jato chegasse tão longe, fora outros fatores, como a colaboração internacional no combate a crimes de corrupção e lavagem de dinheiro devido aos atentados terroristas das últimas duas décadas e a própria era virtual. Atribuir a Eduardo Cunha papel decisivo nessa história, desconsiderando a importância pressão popular, nas redes e nas ruas sobre o Congresso, que no final das contas é quem decide, é querer negar os fatos. É mais honesto atribuir o impeachment a incompetência de Dilma do que outra coisa. Aliás, ao próprio Lula, patrocinador dessa criatura inepta.   
« Última modificação: 21 de Julho de 2017, 18:58:44 por AlienígenA »

Offline Gauss

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1048 Online: 21 de Julho de 2017, 21:47:25 »
Putz, JJ, esqueceu de Maquiavel e o poder das praças? "Tenha o povo ao seu lado"? Etc.? Esperava mais de quem fala tanto sobre a luta pelo PODER!!!!
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Offline Gaúcho

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #1049 Online: 31 de Julho de 2017, 10:15:51 »
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As provas da JBS
ÉPOCA teve acesso aos documentos que expõem a compra sistemática de centenas de políticos brasileiros



Demilton de Castro e Florisvaldo de Oliveira estavam suando. No estacionamento da JBS em São Paulo, eles tentavam, sem sucesso, enfiar uma volumosa caixa de papelão num limitado porta-malas de Corolla. Plena segunda-feira e aquele sufoco logo cedo. Manobra para cá, manobra para lá, e nada de a caixa encaixar. Até que, num movimento feliz, ela deslizou. Eles conseguiram. Estavam prontos para desempenhar a tarefa a que Florisvaldo fora designado. E que ele tanto temia. Dez dias antes, Florisvaldo despencava até uma rua na Vila Madalena, também em São Paulo, para fazer uma espécie de “reconhecimento do local” onde teria de entregar R$ 1 milhão em espécie. Seu chefe, o lobista Ricardo Saud, havia encarregado Florisvaldo do delivery de propina para o então vice-presidente da República, Michel Temer. O funcionário, leal prestador de serviço e carregador de mala, não queria dar bola fora. Foi dar uma olhada em quem receberia a bufunfa. Ao subir as escadas do prediozinho de fachada espelhada, deu de frente com a figura inclemente de João Batista Lima Filho, o coronel faz-tudo de Temer. “Como é que você me aparece aqui sem o dinheiro?”, intimou o coronel. “Veio fazer reconhecimento de que, rapaz?” Florisvaldo tremeu. “Ele me tocou de lá”, comentou com os colegas, ainda assustado. Receoso da bronca que viria também do chefe, Florisvaldo ficou quietinho, não contou a Saud que a entrega não fora feita.

Naquele 1º de setembro de 2014, Saud, o lobista, batia as contas dos milhões em propina que distribuía de lá para cá, para tudo que é político de tudo que é partido – a JBS não discriminava ninguém. “Cadê o dinheiro do Temer?” Florisvaldo admitiu sua falha. “Tá doido, Florisvaldo? Vai entregar esse dinheiro agora!” Lembrando da pinta do coronel, o funcionário replicou: “Só se o Demilton for comigo”. Toca Florisvaldo e Demilton a tentar enfiar a caixa com notas de R$ 50 no porta-­malas. Demilton, quatro décadas de empresa, é o planilheiro da JBS. A Odebrecht tinha o drousys, o software de distribuição de propinas. A JBS tem Demilton, exímio preenchedor de tabelas do Excel. Demilton topou ajudar o amigo. Os dois deixaram o estacionamento da JBS ao meio-dia. Florisvaldo, meio nervoso, tocou a campainha. Depois de instantes angustiantes, o coronel Lima apareceu. “Trouxeram os documentos?”, perguntou Lima. Florisvaldo já tomava fôlego para carregar a caixa de papelão escada acima, mas o coronel ordenou que o dinheiro fosse depositado no porta-­malas do carro ao lado. “Não tem perigo com essa parede espelhada aí?” Florisvaldo era todo paúra. “Não, fica tranquilo.” A transação estava completa.

Aquele 1º de setembro de 2014 era mais um dia intenso na maior compra já promovida no Brasil, segundo as evidências disponíveis, de uma eleição – de centenas de eleições. A JBS dos irmãos Joesley e Wesley Batista, maior empresa do país, viria a gastar, ou investir, quase R$ 600 milhões naquela campanha. R$ 433 milhões em doações oficiais, R$ 145 milhões entre pagamentos a empresas indicadas por políticos e dinheiro vivo – tudo isso já com a Lava Jato na rua. No raciocínio dos irmãos e de alguns de seus executivos, hoje delatores, os pagamentos, seja pelo caixa oficial, seja por empresas indicadas pelos políticos, seja diretamente por meio de dinheiro vivo, eram um investimento por favores futuros ou uma quitação por favores pretéritos. Favores não republicanos, evidentemente. Ou seja, havia uma relação de troca entre o dinheiro que  saía da empresa e o que o político fazia por ela – mesmo que essa troca, em alguns momentos, não fosse verbalizada, por tão corriqueira e natural num quadro de corrupção sistêmica. Havia, em muitos casos, uma relação de troca criminosa, que se tipifica como corrupção.

Assim que a delação da JBS veio a público, em maio, a força irrefreável das provas contra o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves, provas de crimes em andamento, assim como a crise política que se instalou imediatamente, escamoteou o poder igualmente destrutivo dos crimes pretéritos cometidos por executivos da JBS – e por centenas, talvez milhares, de políticos. As provas apresentadas foram largamente ignoradas. Como os delatores haviam fechado o acordo poucas semanas antes, a empresa ainda não tinha levantado tudo o que poderia e deveria, em termos de evidências para corroborar os crimes descritos nos anexos da colaboração. Agora, a um mês do prazo estipulado para entregar à Procuradoria-Geral da República todas as evidências necessárias, os delatores e a JBS já dispõem de um novo e formidável conjunto de documentos.

Nas últimas semanas, ÉPOCA teve acesso, com exclusividade, a esses papéis inéditos – milhares deles. Investigou os principais casos ali presentes e obteve informações, reservadamente, junto a alguns dos envolvidos nos episódios mais relevantes dos crimes apontados nas delações. Há planilhões de propina que perfazem quase dez anos de campanhas – da eleição municipal de 2006 à eleição presidencial de 2014. Há comprovantes bancários. Há notas fiscais frias. Há contratos fraudulentos. Há, ainda, depósitos em contas secretas no exterior. Em comum, as evidências corroboram ou comprovam pagamentos ilícitos a políticos, numa escala que, ao menos no Brasil, nem mesmo a Odebrecht atingiu. De 2006 a 2017, a contabilidade da propina da JBS – e outras empresas dos irmãos Batista – a políticos é espantosa: R$ 1,1 bilhão. Mais precisamente, R$ 1.124.515.234,67. Desse volume extraordinário de pagamentos, R$ 301 milhões ocorreram em dinheiro vivo e R$ 395 milhões por meio de empresas indicadas por políticos. Houve, por fim, R$ 427,4 milhões em doações oficiais.

Da primeira parte dessa investigação, que ÉPOCA publica agora, emergem provas consistentes sobre casos conhecidos por poucos, como pagamentos fraudulentos a empresas indicadas por Temer à JBS, na distante campanha presidencial de 2010. Ou, ainda, dos pagamentos igualmente fraudulentos a empresas indicadas por José Serra em sua campanha presidencial, também em 2010. Há as provas dos famosos extratos das duas contas mantidas por Joesley nos Estados Unidos – e não na Suíça – com saldo de propina no BNDES, por combinação com o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. São aquelas contas cujo saldo, cerca de US$ 150 milhões, serviu para financiar a campanha de Dilma em 2014 – e também dos partidos que toparam, por valores altíssimos, aliar-se a ela.

Surgem com especial força, no entanto, casos inéditos, como a propina de US$ 1 milhão paga a Antonio Palocci, em 2010, por meio de uma conta nos Estados Unidos. Ou os pagamentos em dinheiro vivo ao presidente do Senado, Eunício Oliveira, entre outros parlamentares; e a ministros do governo Temer, como Bruno Araújo, Gilberto Kassab, Helder Barbalho e Marcos Pereira. Kassab, por exemplo, também aparece como beneficiário de um valor extraordinário em propinas, recebidas, segundo os documentos, até o ano passado: R$ 18 milhões.

O acervo, sobre o qual os investigadores da Procuradoria-Geral da República vão se debruçar por meses, demonstra que a JBS comprava sistematicamente políticos de todos os partidos. Não havia critério ideológico; o valor do político era proporcional a sua capacidade de proporcionar benefícios à empresa. Em estados como Ceará, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, onde a JBS tinha mais interesses comerciais, a quantidade de propina distribuída era proporcionalmente maior. Como a JBS tinha interesses e vendas em todo o território nacional, os investimentos em políticos alcançavam o país inteiro, com uma capilaridade superior ao esquema da Odebrecht. Enquanto a Odebrecht, uma empreiteira, atuou no atacado, na compra de políticos maiores, a JBS, no comércio de carne, atuava no varejo, em busca não só dos grandes líderes nacionais, como também dos políticos regionais que poderiam remover obstáculos.

O crescimento da JBS é rápido, explosivo. Entre 2006 e 2014, a receita líquida do grupo cresceu cerca de 2.800%, dos R$ 4,3 bilhões de uma grande empresa brasileira para os R$ 120,5 bilhões características de uma gigante mundial, graças em boa parte ao bom relacionamento com o PT, que lhe proporcionou acesso a fartos financiamentos amigos do BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Quanto mais crescia, mais a JBS tinha negócios pelo país, mais seus interesses se diversificavam, mais ela precisava do governo e dos políticos. Por isso, no mesmo período, a propina distribuída subiu junto. Os registros internos mostram um salto de 4.900% nos gastos com corrupção, de R$ 12,5 milhões em 2006, ano da reeleição do então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, para R$ 617 milhões em 2014, na reeleição de Dilma Rousseff. Em 2006, a JBS pagou propina para políticos de 11 partidos em seis estados; em 2014 foram beneficiados integrantes de 27 partidos em todos os estados brasileiros.

Tais volumes necessitavam de um acompanhamento cuidadoso e de uma logística afiada. A operação rotineira da propina era artesanal. Em vez de um Setor de Operações Estruturadas e do drousys, como tinha a Odebrecht, a JBS tinha Demilton e Florisvaldo, os dois funcionários dedicados. Os acertos com os políticos eram feitos por Joesley Batista (na maioria dos casos), por seu irmão Wesley (em poucos casos) e pelo lobista Ricardo Saud, todos colaboradores da Procuradoria-Geral da República. Uma vez que o crédito fosse aprovado por Joesley, Demilton era avisado por telefone ou pessoalmente e se encarregava de combinar com quem de direito. Nos casos em que bastava pagar uma empresa indicada pelo político, Demilton só tinha de cobrar as notas fiscais frias; em alguns casos, nem isso: os interessados entregavam os papéis e Demilton entregava dinheiro vivo. Para depósitos no exterior, Demilton acionava um doleiro chamado Chico, baseado no Uruguai. Demilton organizava a conta-corrente do grupo com Chico: os pedidos de pagamento eram feitos por e-mail e nunca falhavam. Para fazer pagamentos próprios de propina no exterior, a JBS tinha duas contas no banco Julius Bär em Genebra, na Suíça, a Lunsville International e a Valdarco Investments – aliás, foi de lá que saíram os pagamentos para Palocci e para manter o silêncio do doleiro Lúcio Funaro, entre outros que quiseram receber no exterior.

No Brasil havia facilidades das quais só a JBS dispunha. Com clientes no varejo espalhados por todo o país, como supermercados, atacados e frigoríficos, havia um fornecimento garantido de dinheiro vivo para atender à demanda dos políticos. Assim, boa parte dos pagamentos nessa modalidade era resolvida com uma ligação. Seja no Rio de Janeiro, seja em Minas Gerais, Demilton entrava em contato com o cliente e pedia que separasse um valor. Era comum que empresários e até políticos buscassem valores diretamente, tamanha a despreocupação com a operação ilegal. Foi assim com o senador Ciro Nogueira, do Piauí, o principal líder do PP, partido que apoia o governo Temer; foi assim com Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina pelo PSD, com o suplente de senador Antonio Carlos Rodrigues, do PR de São Paulo, e com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, do PMDB.

No Nordeste, onde a chaga do voto de cabresto ainda persiste e a facilidade para lavar dinheiro em postos de gasolina ou compra de gado é maior, Joesley Batista encarregou o publicitário André Gustavo, uma espécie de Marcos Valério de Pernambuco, para cuidar de entregas de dinheiro. Quando necessário, Joesley autorizava a contratação de um carro-forte e André recolhia o dinheiro nos clientes da JBS e transportava até o político que deveria ser beneficiado. Foi André quem, segundo a JBS, organizou a entrega de propina em dinheiro vivo ao presidente do Senado, Eunício Oliveira, ao senador Jader Barbalho e a seu filho, o ministro Helder Barbalho, todos do PMDB. André Gustavo foi preso nesta semana na 42ª fase da Operação Lava Jato, acusado de ajudar o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine a chantagear a Odebrecht, obter uma propina de R$ 3 milhões e lavar dinheiro. Como Marcos Valério, André Gustavo está na cadeia.

http://epoca.globo.com/politica/noticia/2017/07/provas-da-jbs-trecho.html

Horrível esse timing. Deixa o crime continuar até uma hora mais propícia economicamente pra essas coisas.
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

 

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