Autor Tópico: Estados Unidos da América  (Lida 14567 vezes)

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Offline JJ

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #100 Online: 07 de Junho de 2014, 11:27:03 »
esses jogos de poder podres que você cita acontece em cada microsesfera da sociedade, família, empresa, instituições..  acho que você é prático o suficiente para não condenar uma sociedade por ser humana.


Por este pensamento você não deveria condenar pessoas como o Lula, pois o que ele e outros  poderosos  fazem é apenas serem humanos...

E está parecendo  que você é mais um partidário do "Fim da História". 


.

Offline Moro

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #101 Online: 07 de Junho de 2014, 18:11:18 »
a palavra podre talvez não tenha sido bem usada por mim,  mas jogos de poder,  sujo as vezes, são características da nossa sociedade.
O. podre deixo aos nossos políticos e o abjeto ao PT.
“If an ideology is peaceful, we will see its extremists and literalists as the most peaceful people on earth, that's called common sense.”

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Offline Moro

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #102 Online: 27 de Dezembro de 2014, 10:49:29 »
Não me recordo quantas vezes ouvi a predição que os EUA iriam para m.. 

http://www.publico.pt/economia/noticia/pib-dos-estados-unidos-cresce-ao-ritmo-mais-elevado-da-ultima-decada-1680344

Note que um dos motivos é o shale (petróleo do Xisto) que age de três maneiras: Pondo mais dinheiro no bolso da população devido à queda do preço do combustível (sim lá ele flutua porque há concorrência), geração de empregos e alívio na balança comercial.

Incontáveis empresas trabalham nisso. Como disse em outro tópico, estão mudando o cenário mundial, calados. Aqui tagarelamos igual imbecis, ficamos parados por anos para ver como protegeríamos a industria nacional, perdemos o bonde e agora temos um mico na mão.
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Offline Sergiomgbr

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #103 Online: 27 de Dezembro de 2014, 11:37:26 »
Não me recordo quantas vezes ouvi a predição que os EUA iriam para m.. 

http://www.publico.pt/economia/noticia/pib-dos-estados-unidos-cresce-ao-ritmo-mais-elevado-da-ultima-decada-1680344

Note que um dos motivos é o shale (petróleo do Xisto) que age de três maneiras: Pondo mais dinheiro no bolso da população devido à queda do preço do combustível (sim lá ele flutua porque há concorrência), geração de empregos e alívio na balança comercial.

Incontáveis empresas trabalham nisso. Como disse em outro tópico, estão mudando o cenário mundial, calados. Aqui tagarelamos igual imbecis, ficamos parados por anos para ver como protegeríamos a industria nacional, perdemos o bonde e agora temos um mico na mão.
Pois é, parece que com tudo o brasileiro e de modo geral o latino é assim. Se em qualquer coisa parecer haver uma certa expectativa positiva de que algo funcione, cria-se o maior oba-oba, faz-se muita propaganda, inflamam-se os ufanisimos, ah Deus é brasileiro, a "taça do mundo é nossa, com brasileiro não há quem possa", etc. etc., para no final o que era pra ser uma bomba H virar um traque de festa junina.
« Última modificação: 27 de Dezembro de 2014, 11:40:13 por Sergiomgbr »

Offline Sergiomgbr

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #104 Online: 27 de Dezembro de 2014, 11:55:01 »
Não me recordo quantas vezes ouvi a predição que os EUA iriam para m.. 

http://www.publico.pt/economia/noticia/pib-dos-estados-unidos-cresce-ao-ritmo-mais-elevado-da-ultima-decada-1680344

Note que um dos motivos é o shale (petróleo do Xisto) que age de três maneiras: Pondo mais dinheiro no bolso da população devido à queda do preço do combustível (sim lá ele flutua porque há concorrência), geração de empregos e alívio na balança comercial.

Incontáveis empresas trabalham nisso. Como disse em outro tópico, estão mudando o cenário mundial, calados. Aqui tagarelamos igual imbecis, ficamos parados por anos para ver como protegeríamos a industria nacional, perdemos o bonde e agora temos um mico na mão.
Pois é, parece que com tudo o brasileiro e de modo geral o latino é assim. Se em qualquer coisa parecer haver uma certa expectativa positiva de que algo funcione, cria-se o maior oba-oba, faz-se muita propaganda, inflamam-se os ufanisimos, ah Deus é brasileiro, a "taça do mundo é nossa, com brasileiro não há quem possa", etc. etc., para no final o que era pra ser uma bomba H virar um traque de festa junina.
Quando eu era criança de uns 8, 10 anos o que eu via falar da campanha brasileira na segunda guerra parecia ser algo como uma façanha descomunal, o Brasil é foda demais, poderoso protagonista e decisivo pra ganhar a guerra, todos os outros países se curvando perante o Brasil, quando na verdade era um punhado de soldadinhos despreparados que foram pra um combate sem sequer roupas adequadas e que venceram uma disputinha de tomar uma ou duas ladeirinhas na Itália, depois que o desfecho da guerra mesmo  já tinha ocorrido.

Offline Moro

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #105 Online: 27 de Dezembro de 2014, 16:03:20 »
Não me recordo quantas vezes ouvi a predição que os EUA iriam para m.. 

http://www.publico.pt/economia/noticia/pib-dos-estados-unidos-cresce-ao-ritmo-mais-elevado-da-ultima-decada-1680344

Note que um dos motivos é o shale (petróleo do Xisto) que age de três maneiras: Pondo mais dinheiro no bolso da população devido à queda do preço do combustível (sim lá ele flutua porque há concorrência), geração de empregos e alívio na balança comercial.

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Concordo. Atitude que é mais aprofundada ainda em governos populistas.
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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #106 Online: 01 de Fevereiro de 2015, 23:57:58 »
As GAFA* valem mais do que todas as empresas listadas em bolsas brasileiras

Google, Apple, Facebook and Amazon
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Offline Diegojaf

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #107 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 09:02:57 »
Não me recordo quantas vezes ouvi a predição que os EUA iriam para m.. 

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Isso porque, de acordo com alguns aqui do Fórum, o Obama é o Hitler contra os empresários...
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http://umzumbipordia.blogspot.com - Porque a natureza te odeia e a epidemia zumbi é só a cereja no topo do delicioso sundae de horror que é a vida.

Offline Dr. Manhattan

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #108 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 10:27:08 »
Não creio que os EUA estejam "indo para a m*". O que está acontecendo, penso eu, é uma perda de importância relativa. Salvo uma catástrofe, que provavelmente afetria também o resto do mundo, os EUA continuarão poderososo por muito tempo - só que será mais um país poderoso dentre muitos.
You and I are all as much continuous with the physical universe as a wave is continuous with the ocean.

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #109 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 10:54:06 »
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Pois é, parece que com tudo o brasileiro e de modo geral o latino é assim. Se em qualquer coisa parecer haver uma certa expectativa positiva de que algo funcione, cria-se o maior oba-oba, faz-se muita propaganda, inflamam-se os ufanisimos, ah Deus é brasileiro, a "taça do mundo é nossa, com brasileiro não há quem possa", etc. etc., para no final o que era pra ser uma bomba H virar um traque de festa junina.
Quando eu era criança de uns 8, 10 anos o que eu via falar da campanha brasileira na segunda guerra parecia ser algo como uma façanha descomunal, o Brasil é foda demais, poderoso protagonista e decisivo pra ganhar a guerra, todos os outros países se curvando perante o Brasil, quando na verdade era um punhado de soldadinhos despreparados que foram pra um combate sem sequer roupas adequadas e que venceram uma disputinha de tomar uma ou duas ladeirinhas na Itália, depois que o desfecho da guerra mesmo  já tinha ocorrido.


O que teve valor mesmo na segunda guerra foi o Brasil ter permitido uma base americana em Natal, ela foi de vital importância para ajudar os aliados ganharem a guerra.

Offline Geotecton

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #110 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 11:39:47 »
Não me recordo quantas vezes ouvi a predição que os EUA iriam para m.. 

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Pois é, parece que com tudo o brasileiro e de modo geral o latino é assim. Se em qualquer coisa parecer haver uma certa expectativa positiva de que algo funcione, cria-se o maior oba-oba, faz-se muita propaganda, inflamam-se os ufanisimos, ah Deus é brasileiro, a "taça do mundo é nossa, com brasileiro não há quem possa", etc. etc., para no final o que era pra ser uma bomba H virar um traque de festa junina.
Quando eu era criança de uns 8, 10 anos o que eu via falar da campanha brasileira na segunda guerra parecia ser algo como uma façanha descomunal, o Brasil é foda demais, poderoso protagonista e decisivo pra ganhar a guerra, todos os outros países se curvando perante o Brasil, quando na verdade era um punhado de soldadinhos despreparados que foram pra um combate sem sequer roupas adequadas e que venceram uma disputinha de tomar uma ou duas ladeirinhas na Itália, depois que o desfecho da guerra mesmo  já tinha ocorrido.
O que teve valor mesmo na segunda guerra foi o Brasil ter permitido uma base americana em Natal, ela foi de vital importância para ajudar os aliados ganharem a guerra.

E qual foi esta "vital importância"?
Foto USGS

Offline Moro

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #111 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 11:49:53 »
Não creio que os EUA estejam "indo para a m*". O que está acontecendo, penso eu, é uma perda de importância relativa. Salvo uma catástrofe, que provavelmente afetria também o resto do mundo, os EUA continuarão poderososo por muito tempo - só que será mais um país poderoso dentre muitos.

Não sei se poderoso entre muitos. Não vejo um país que possa ser considerado no mesmo nível de poder que EUA e China. Acho que será EUA e China, depois Japão e Alemanha e india, depois Fraça, Inglaterra, Koréia e aí um pelotão de Brasil, Mexico, Russia, etc..

Esse é o cenário que vejo para daqui dez anos.
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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #112 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 11:50:35 »
Não me recordo quantas vezes ouvi a predição que os EUA iriam para m.. 

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Pois é, parece que com tudo o brasileiro e de modo geral o latino é assim. Se em qualquer coisa parecer haver uma certa expectativa positiva de que algo funcione, cria-se o maior oba-oba, faz-se muita propaganda, inflamam-se os ufanisimos, ah Deus é brasileiro, a "taça do mundo é nossa, com brasileiro não há quem possa", etc. etc., para no final o que era pra ser uma bomba H virar um traque de festa junina.
Quando eu era criança de uns 8, 10 anos o que eu via falar da campanha brasileira na segunda guerra parecia ser algo como uma façanha descomunal, o Brasil é foda demais, poderoso protagonista e decisivo pra ganhar a guerra, todos os outros países se curvando perante o Brasil, quando na verdade era um punhado de soldadinhos despreparados que foram pra um combate sem sequer roupas adequadas e que venceram uma disputinha de tomar uma ou duas ladeirinhas na Itália, depois que o desfecho da guerra mesmo  já tinha ocorrido.
O que teve valor mesmo na segunda guerra foi o Brasil ter permitido uma base americana em Natal, ela foi de vital importância para ajudar os aliados ganharem a guerra.

E qual foi esta "vital importância"?

Sua posição geográfica.

Offline Moro

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #113 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 11:51:03 »
Natal não foi de vital importância. Ilhas Marianas foram de vital importância.
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Offline Gaúcho

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #114 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 11:56:15 »
De Natal, eles desembarcaram na Normandia. :lol:
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Offline _Juca_

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #115 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 12:15:38 »
De Natal, eles desembarcaram na Normandia. :lol:

Não, mas era um pulinho pra África e dali outro pulinho para Europa, tudo devidamente abastecido na maior base americana fora de seu território na época, fora que numa eventual invasão nazista no nordeste brasileiro, eles é que estariam a um pulinho dos EUA e da do canal do Panamá.

Offline Dr. Manhattan

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #116 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 12:18:53 »
Não creio que os EUA estejam "indo para a m*". O que está acontecendo, penso eu, é uma perda de importância relativa. Salvo uma catástrofe, que provavelmente afetria também o resto do mundo, os EUA continuarão poderososo por muito tempo - só que será mais um país poderoso dentre muitos.

Não sei se poderoso entre muitos. Não vejo um país que possa ser considerado no mesmo nível de poder que EUA e China. Acho que será EUA e China, depois Japão e Alemanha e india, depois Fraça, Inglaterra, Koréia e aí um pelotão de Brasil, Mexico, Russia, etc..

Esse é o cenário que vejo para daqui dez anos.

Estou pensando em 30 anos +.

Quando se fala em poder militar, o que costuma vir à mente são porta-aviões, tanques, etc. Nesse aspecto os EUA são realmente imbatíveis. Porém uma guerra, como bem disse o general Giap, se desenrola também no front político. E é por isso que desde o fim da Segunda Guerra que os americanos só ganharam realmente, no sentido de ter atingido seus objetivos, uma (1) guerra: a Guerra do Golfo, em 1991 [1]. Os americanos ganharam todas as batalhas no Vietnã, mas perderam a guerra. Ganharam todas as batalhas na Guerra do Iraque, mas esta foi motivada por mentiras e se seu objetivo foi derrotar a Al Quaida (que, vale lembrar, nem era ativa por lá), acabou sendo uma derrota também.

O local mais provável para um conflito futuro seria no mar da China. E não é por menos que a China tem reforçado sua presença nessa região: está construindo porta-aviões, construindo (!) ilhas [2] para servirem de bases e modernizado sua força aérea [3]. E se tem uma coisa que a Guerra da Coréia deveria nos ensinar, é que não bastam armas modernas, mas é preciso também ter capacidade de absorver perdas - os japoneses sofreram com isso na Segunda Guerra por questões materiais (eram uma ditadura com recursos materiais limitados), e os americanos sofreram isso no Vietnã por questões políticas (uma democracia com recursos materiais praticamente ilimitados, mas combustível político limitado).


De Natal, eles desembarcaram na Normandia. :lol:

Ver Operação Tocha. A base de Natal serviu para dar apoio logístico às operações do Norte da África.


[1] Pode-se argumentar também que a Guerra da Coréia foi uma vitória segundo esses critérios, mas na prática ficou mais como um empate.
[2] http://www.wantchinatimes.com/news-subclass-cnt.aspx?cid=1101&MainCatID=11&id=20150131000124
[3] Recentemente descobriu-se que desde 2007 os hackers chineses têm roubado projetos de jatos militares americanos. O J-31, por exemplo, é uma cópia melhorada do "peru" F-35.
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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #117 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 12:19:47 »
Natal foi importante, mas "vital importância" é um certo exagero.

Li o livro do João Barone sobre a FEB outro dia. Apesar de assumidamente pró-FEB (o pai dele foi pracinha, então ele não é imparcial, nem tenta ser) e bem superficial, achei um livro interessante.

Como tudo no Brasil, a FEB foi bem improvisada, planejamento zero, muita propaganda do Getúlio Vargas tentando faturar em cima e jogando com os interesses alemães e americanos pra tentar tirar vantagem. Mais ou menos o que eu imaginava mesmo.

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #118 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 12:27:56 »
Natal foi importante, mas "vital importância" é um certo exagero.

Li o livro do João Barone sobre a FEB outro dia. Apesar de assumidamente pró-FEB (o pai dele foi pracinha, então ele não é imparcial, nem tenta ser) e bem superficial, achei um livro interessante.

Como tudo no Brasil, a FEB foi bem improvisada, planejamento zero, muita propaganda do Getúlio Vargas tentando faturar em cima e jogando com os interesses alemães e americanos pra tentar tirar vantagem. Mais ou menos o que eu imaginava mesmo.



Um detalhe interessante de que ouvi falar é que o Brasil nem conseguiu preencher a cota de soldados prometida, porque não havia homens o suficiente com a altura e peso mínimos exigidos. Não é de surpreender.
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Offline Diegojaf

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #119 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 13:07:03 »
Natal foi importante, mas "vital importância" é um certo exagero.

Li o livro do João Barone sobre a FEB outro dia. Apesar de assumidamente pró-FEB (o pai dele foi pracinha, então ele não é imparcial, nem tenta ser) e bem superficial, achei um livro interessante.

Como tudo no Brasil, a FEB foi bem improvisada, planejamento zero, muita propaganda do Getúlio Vargas tentando faturar em cima e jogando com os interesses alemães e americanos pra tentar tirar vantagem. Mais ou menos o que eu imaginava mesmo.



Um detalhe interessante de que ouvi falar é que o Brasil nem conseguiu preencher a cota de soldados prometida, porque não havia homens o suficiente com a altura e peso mínimos exigidos. Não é de surpreender.

No livro do Gaspari ele cita que quase 1/3 dos combatentes brasileiros estava desnutrido. Outros não tinham equipamentos.
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Offline Johnny Cash

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #120 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 13:12:25 »
Não conheço bem dessa história, mas chuto que outros exércitos, além do brasileiro, deviam também contar com grande quadro de desnutrição.

Offline Diegojaf

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #121 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 13:19:42 »
Antes de irem para a guerra...
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Offline Fabrício

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« Resposta #122 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 14:10:56 »
O livro do Barone cita isso tudo. Foi mesmo difícil preencher todas as vagas, tiveram que subir as peneiras  :lol:.

Os soldados chegaram na Itália com falta de equipamentos, só foram receber grande parte lá, inclusive armas. A maior parte financiado pelos americanos, que receavam uma aproximação do Brasil com a Alemanha, o que era explorado pelo Getúlio Vargas até o ponto em que não deu mais.

E os soldados passaram a comer muito melhor quando chegaram na Europa e tiveram acesso às rações do exército, que eram as mesmas dos EUA.

E na volta os caras foram boicotados de todas as formas, pelo medo do Getúlio Vargas de surgirem lideranças para fazer frente à ele. Até medalhas foram confiscadas.
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Offline Jovem Cético

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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #123 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 14:55:09 »
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Para pertencimento à FEB, foram estabelecidos os seguintes critérios: mínimo de 5 anos de
escolaridade, 26 dentes naturais, altura e peso mínimos de 1,60cm e 60 kg.Os critérios, a princípio, eram considerados rigorosos, de
maneira a selecionar hipoteticamente uma elite de brasileiros para a guerra.

Fonte:GONÇALVES, Carlos Paiva. Seleção Médica do Pessoal da FEB, História, funcionamento e dados estatísticos.
Rio de Janeiro, Biblioteca do Exército, 1951.    http://www.snh2013.anpuh.org/resources/anais/27/1364745428_ARQUIVO_FCAFANPUHSNH2013textocompleto.pdf
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Re:Estados Unidos da América
« Resposta #124 Online: 02 de Fevereiro de 2015, 21:27:37 »
O livro do Barone cita isso tudo. Foi mesmo difícil preencher todas as vagas, tiveram que subir as peneiras  :lol:.

Os soldados chegaram na Itália com falta de equipamentos, só foram receber grande parte lá, inclusive armas. A maior parte financiado pelos americanos, que receavam uma aproximação do Brasil com a Alemanha, o que era explorado pelo Getúlio Vargas até o ponto em que não deu mais.

E os soldados passaram a comer muito melhor quando chegaram na Europa e tiveram acesso às rações do exército, que eram as mesmas dos EUA.

E na volta os caras foram boicotados de todas as formas, pelo medo do Getúlio Vargas de surgirem lideranças para fazer frente à ele. Até medalhas foram confiscadas.

Ou seja: o Brasil sempre foi Brasil.


 

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