Autor Tópico: Sean Harribance - psíquico  (Lida 1317 vezes)

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Sean Harribance - psíquico
« Online: 19 de Fevereiro de 2012, 14:42:03 »
Eis alguns artigos validando as capacidades psíquicas de Sean Harribance:

a) The Neuropsychiatry of Paranormal Experiences. Journal of Neuropsychiatry & Clinical Neurosciences 13:515-524, November 2001, de Michael A. Persinger. Artigo disponível em http://neuro.psychiatryonline.org/article.aspx?Volume=13&page=515&journalID=62

Nesse artigo foi utilizado duplo cego e estudou-se o que acontecia no seu cérebro enquanto fornecia as leituras psíquicas (o que seria impossível no tempo de Piper). Um trecho:

In one study we asked 3 different people to supply 10 photographs, each, of single individuals of their family. Mr. Harribance generated narratives while holding each of these pictures, face down. The narratives were then typed and given to the person who supplied the pictures. Under double-blind conditions, the person read each narrative and indicated who he or she thought it might be. Whereas chance expectancy would be 1 out of 10, the participants accurately identified between 6 and 8 of the 10 narratives as the specific people.

Obs: nesse artigo também se valida a paranormalidade de Ingo Swann.

b) Neurobehavioral and Neurometabolic (SPECT) Correlates of Paranormal Information: Involvement of the Right Hemisphere and its Sensitivity to Weak Complex Magnetic Fields. International Journal of Neuroscience, Vol 112, No. 2, Feb. 2002, pp. 197-224. Dr. Roll, Dr. Persinger, Dr. Webster, Tiller, Cook.

Nesse artigo é dito:

Durante a sua carreira ele [Harribance] foi testado numerosas vezes em sua “capacidade psi”. A maioria das provas pedia que ele identificasse objetos ou símbolos que estavam escondidos. Seu desempenho permaneceu notavelmente acima da probabilidade pelo acaso. Um dos primeiros estudos eletroencefalográficos com este sujeito (Morris et al., 1972) ocorreu enquanto ele adivinhava o sexo da pessoa em fotografias escondidas em envelopes opacos: uma correlação positiva foi achada entre a proporção da atividade alfa sobre a sua região occipital e a proporção das escolhas corretas. [...] Projetamos um estudo neuropsicológico para o psíquico Lalsingh (“Sean”) Harribance [...] sob condições experimentais. Ele é considerado um dos mais confiáveis e precisos indivíduos para acessar informação sobre outros e objetos por mecanismos ainda não conhecidos. Sua exatidão, como julgada tanto por clientes como pelos resultados experimentais (Klein, 1972; Morris, 1972; Roll, 1966, 1972, 1975; Roll & Klein, 1972; Stanford. 1975; Stump et al., 1970), foi suficiente para manter sua renda e nutrir a formação de fundações e institutos.[...] No presente estudo, a especificidade do sujeito de detalhes sobre os indivíduos nas fotografias que ele tinha mas não via foi significativamente correlacionada com a proporção de ondas alfa entre os lobos occipitais, no momento das declarações.

Obs: Note que desde 1966 já havia estudos positivos com Harribance, com cientistas independentes. E ele nunca foi pego em fraude.

c) The Harribance effect as pervasive out‐of‐body experience. NeuroQuantology, December 2010,  Vol 8, Issue 4, pag. 444‐465. Persinger M.

Nesse artigo é dito:

Para as narrativas que foram concluídas quando a fotografia estava dentro dos envelopes dois dos sujeitos selecionaram a pessoa correta em 8 das 10 fotografias e um sujeito selecionou com precisão 6 das 10 fotografias baseado exclusivamente nas narrativas de SH, sem saber qual narrativa estava associada com qual fotografia. Essas narrativas foram baseadas nas experiências de SH, quando ele tocou os envelopes contendo as fotografias que ele não viu. [...] Ele foi monitorado por um experimentador para garantir que os seus olhos estavam fechados. [...] Os sujeitos que combinaram as fotografias com as narrativas de SH, quando ele segurou e inspecionou visualmente a fotografia, combinaram corretamente a narrativa e a fotografia entre 4 e 6 dos 10 casos. Em outras palavras, sua precisão foi maior quando seus olhos estavam fechados e ele subjetivamente “entrava na foto” enquanto sentia o envelope contendo a foto.

Embora em um teste SH tenha se saído melhor que no outro, em ambos ele conseguiu resultados bem acima do esperado pelo acaso. São dois testes em que SH passou, e ele se saiu melhor no teste que em tese seria mais difícil, em que estava de olhos fechados.

d) Cerebral Dynamics and Discrete Energy Changes in the Personal Physical Environment During Intuitive-Like States and Perceptions. Journal of Consciousness Exploration & Research (December 2010), Vol. 1, Issue 9, pp. 1179-1197.Hunter, M.D., Mulligan, B.P., Dotta, B. T., Saroka, K. S., Lavallee, C. F., Koren, S. A., & Persinger, M. A.

Nesse artigo é dito:

We tested an exceptional subject, Sean Harribance, who displayed a reliable, consistent configuration of QEEG activity over this region that was confirmed through source localization software. The blind-rated accuracies of the histories of 40 people shown in 40 different photographs were strongly correlated with the quantitative occurrence of this conspicuous QEEG pattern displayed during Mr. Harribance‟s “intuitive state”. [...] We suggest that the unique organization of Sean Harribance‟s brain has allowed apparent access to information from others‟ memories. His accuracy has been sufficient to maintain his employment and be accessed by multiple private and government agencies. Quantitative EEG analyses indicated a fixed pattern of reliable increases in power over portions of the right hemisphere. The total numbers and durations of this configuration were significantly correlated with rated accuracies of information of people within photographs.

Para uma lista mais completa dos artigos sobre Harribance, pode-se acessar o site: http://www.seanharribance.com/scientific-reports/

Coloquei apenas os artigos que saíram mais recentemente, a maioria em revistas de Neurociência. Foi usado duplo-cego em diversos experimentos. Abaixo vou colocar um artigo bem mais antigo e que também validou as habilidades de Harribance, publicado numa revista parapsicológica.

EEG Patterns and ESP Results in Forced-Choice Experiments with Lalsingh Harribance. Proceedings of the Parapsychological Association, No. 8, 1971, PP 71-72 , de R. L. Morris, W. G. Roll, J. Klein e G. Wheeler. Journal of the American Society for Psychical Research July 1972, Volume 66, No.3, PP 253-263

ABSTRACT: These studies examine the EEG patterns of Lalsingh Harribance recorded while he was taking ESP tests at which he had previously demonstrated ability. In the first study his task was to guess the sex of persons shown in concealed photographs. A total of 105 runs was carried out, with 668 hits where 525 was expected by chance (CR = 8.83, P<10-12). High-scoring runs (scores of 8, 9, and 10) showed more percent-time alpha than chance-scoring runs (scores of 4, 5, and 6), P<. 05. A comparison of percent-time alpha just prior to the run with percent-time alpha during the run showed that high-scoring runs produced less of a tendency to decrease percent-time alpha from pre-run to run than did chance-scoring runs (P<. 03).

A second study with the same sensitive involved fifty down-through runs with standard ESP cards. Overall results were significant (CR = 4.88, P<. 001). High scoring runs (scores of 10 or more) showed more percent-time alpha than chance-scoring runs (scores of 4, 5 and 6), P<. 005. However, pre-run to run shift in percent-time alpha was unrelated to ESP scores in this study.

The procedure was similar to that used in the earlier report by Roll and Klein, which contains a detailed floor plan of the rooms and equipment used in these studies (19, p. 105). Judith Klein (J.K.) sat at a round table in the middle of a room (Room 2) which adjoined L.H.’s room (Room 1), but which did not share an entrance or window with it. To start, J.K. hand-shuffled a deck of ten cards six times. Five of these cards had pictures of males pasted on them and five had pictures of females. Upon completion of the shuffle, she rapped once lightly on the table. This signaled the EEG operator, either Geoffrey Wheeler or Robert Morris (R.M.), to rap once on L.H.’s wall while marking the EEG record at the same time, thereby indicating the start of the run. J.K. then placed the ten cards face down one at a time on top of a blanket on the table, moving from left to right. L.H., upon hearing the signal, wrote ten calls on a record sheet which had spaces corresponding to the ten target cards. He used a vertical line to indicate his impression that a given card had a photograph of a male and a horizontal line to indicate a female photograph. L.H. therefore started his guesses at the same time that J.K. started placing the cards, and he would generally finish shortly after she was finished placing them. He was asked to make the order of his guesses correspond to the order in which they were placed; e.g., his first guess was for the far left card.

When L.H. was done, he flipped a switch which blinked a light next to the EEG operator, who then marked the end of the run on the EEG record. Following this, J.K. turned the cards over and recorded the number of each card in sequence. Cards 1, 2, 7, 8 and 9 were female; the others were male.

After a brief interval, J.K. collected the cards and repeated the procedure. A session consisted of ten runs. After completion of the ten runs, L.H. could signal his desire to do a second session by blinking the light twice. On three occasions we ran two sessions in one day; on three other occasions there was one session a day and on the last day we had our regular session and added five runs to make a total of 105 runs.

(...)

L.H.’s overall scoring rate in Series 10 is the highest, to the knowledge of the authors, that anyone has produced during EEG recording. The conditions appeared well-controlled. L.H. was unable to make any sizeable body movement, such as leaving his chair or even leaning far forward, without producing an obvious neuromuscular artifact on the EEG record. Sensory cues were very unlikely. The photos were placed face down on a soft blanket in another room in such a way that even the EEG operator, in the same room as the cards, had difficulty in knowing when J.K. had finished placing the photos. The EEG machine itself made a loud hum. The wall separating the two rooms had formerly been an outside wall, and was thick. There were no openings from room to room save for the small opening through which the EEG leads ran, which was densely packed with rags. The door to L.H.’s room had been closed by the experimenter, and did not open into the room occupied by the experimenter. L.H. was signaled to begin the run, as noted earlier, by one rap given by the EEG operator before the cards had been placed down by J.K. Transfer of information through the signaling process therefore seems unlikely. No one knew the results until the end of the study, as neither person who was in possession of the duplicate records of cards and calls knew the code that was needed for scoring. Checks on the consecutive positions of each card from one run to the next revealed no tendencies toward sequential interdependence in the target order. L.H. therefore could not have obtained his high score by repeating calls from one run to the next.


Notem que acima são citados 2 estudos, em que SH conseguiu resultados bem acima do esperado pelo acaso em ambos.

Enfim, creio ter satisfeito as exigências do Agnóstico. Apresentei estudos duplo-cegos publicados em revistas de neurociência com ferramentas mais modernas, mostrei que há replicação independente e o sujeito ainda está vivo, jamais tendo sido pego em fraude em décadas de pesquisa. Não creio ter deixado nenhuma exigência do Agnóstico de fora. E se ele quiser replicação com outros sujeitos, poderia citar Ingo Swann, que também está vivo e passou em testes com pesquisadores independentes, com tecnologias mais modernas também. Igualmente nunca foi pego em fraude.
« Última modificação: 19 de Fevereiro de 2012, 14:48:24 por Enfant Terrible »

Offline Sergiomgbr

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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #1 Online: 19 de Fevereiro de 2012, 15:42:54 »
Lí Sean Harriburrice não uma mas uma tres, quatro vezes e só então lí mais detidamente e me corrigí. :biglol:

 Interessante esse processo no qual a gente identifica um conceito num momento totalmente desprovido de dicernimento e o acolhe, ao que parece, por "outras instâncias de percepção" e então entra em cena essa "entidade" senso crítico que detecta e aponta estranhezas e nos remete ao que pode ser chamado de racionalidade.

Offline Gigaview

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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #2 Online: 19 de Fevereiro de 2012, 15:46:04 »
Faltaram os links para os demais artigos completos.
« Última modificação: 19 de Fevereiro de 2012, 15:54:15 por Gigaview »

Offline Gigaview

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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #3 Online: 19 de Fevereiro de 2012, 16:12:57 »
No primeiro artigo esperava mais informação sobre os testes de Sean Harribance, por exemplo:

1. Descrição da hipótese em teste
2. Descrição do experimento proposto em detalhes incluindo controles.
3. Descrição detalhada das condições do experimento, registro de e tratamento de dados.
4. Análise de dados e conclusões.

As informações apresentadas neste artigo não são suficientes para legitimar Sean e Ingo como paranormais.


Offline Enfant Terrible

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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #4 Online: 19 de Fevereiro de 2012, 16:29:48 »
Eis os detalhes extraídos do artigo de 2010:

A Acurácia de Harribance

As pessoas que interagem com SH ficam impressionadas com a precisão das informações que ele diz sobre elas e sobre outros, principalmente ele vê uma fotografia de uma pessoa conhecida para o participante. O impacto emocional é suficiente para muitas pessoas alterarem as suas crenças sobre a validade desses fenômenos. Se essas mudanças de opinião estavam relacionadas com a relevância pessoal dos comentários ou à presença de SH isso não foi medido diretamente.

Para avaliar a força desse efeito, em condições controladas, várias experiências foram desenvolvidas. Enquanto estava sentado em uma câmara acústica, que também era uma gaiola de Faraday, foi pedido a HS para manter os olhos fechados e tocar uma série de envelopes, um de cada vez, que continha fotografias de uma pessoa cada. As 10 fotografias eram membros da família próxima e estendida de um professor de outro departamento que não estava envolvido com os experimentos. Cada membro tinha apresentado pelo menos um diagnóstico médico distinto como a diabetes. Os envelopes foram apresentados com as fotografias voltadas para baixo. As palavras-chave e frases de SH foram escritas diretamente na faixa do gráfico de EEG gravado durante as descrições de cada um dos 10 envelopes (e fotografias) e verificadas com as narrativas datilografadas, transcritas.

O professor emparelhou de forma precisa 8 das 10 fotografias com os comentários não identificados feitos por SH quando ele tocou nos envelopes que continham as imagens. Ao professor então foi dada a transcrição digitada de cada pessoa e pediu-se que ele classificasse a precisão dos comentários de SH para cada pessoa: -1 = não quantificável, 0 = incorreto, 1 = levemente específico, 2 = moderadamente específico, e 3 = muito específico. Um segundo examinador (que não tinha visto o ranking) pontuou manualmente o registro do EEG para a proporção de ritmos alfa (0, 1, 2, 3, 4 para 0, 1/4, 1/2, 3/4, 1) durante o período de aproximadamente 40 min. Como somente a região occipital mostrou a facilmente distinguível morfologia simétrica de ritmos alfa (8-13 Hz), apenas este componente foi medido.

Quando as proporções (mediana = 20%, variando de 0 a 90%) de ritmos alfa por sucessivos intervalos de 2-s (1,169) foram comparados à precisão das observações feitas por SH ao mesmo tempo, houve uma diminuição visível (de 14% para 6%) nas proporções alfa para os cerca de 6 segundos antes e 4 segundos depois de seus comentários que foram classificados como não corretos. Para os três rankings de declarações que foram considerados leves, moderados ou muito específicas, as proporções corretas de ritmos alfa permaneceram constante. Houve maior proporção de ritmos alfa para as declarações moderadas e específicas em relação aos comentários levemente específicos.

A Acurácia de Harribance Replicada

SH geralmente relata que ele experimenta breves imagens de informações sobre a pessoa que ele está concentrado. Em alguns casos, ele relatou que “ele sai do seu espaço e verifica no livro”. As descrições são similares a outras tradições como acessar o registro akáshico ou o compêndio cumulativo de São Pedro. A fim de discernir a precisão dos comentários que ele faz, cada um dos três voluntários foram convidados a trazer 10 fotografias de membros da sua família (total = 30 figuras). Cada fotografia foi colocada em um envelope opaco distinto.

Enquanto SH estava sentado em uma sala fracamente iluminada, com os olhos fechados, cada envelope contendo uma foto (com o rosto para baixo no envelope) foi colocado em sua mão. Ele foi monitorado por um experimentador para garantir que os seus olhos estavam fechados. Em outra série de experimentos, envolvendo 30 fotografias (de 3 sujeitos diferentes), ele abriu os envelopes e viu as fotografias enquanto fazia comentários. Seus comentários sobre cada envelope (ou fotografia) foram gravados (e posteriormente transcritos), enquanto sua atividade eletroencefalográfica foi gravada nas regiões occipital (O1, O2), temporal (T3, T4), parietal (P3, P4) e frontal (F7, F8).

Quando SH estava passando informações, ele era menos preciso em informações táteis e visuais apresentadas ao longo do lado direito de seu corpo. O efeito foi mais evidente no quadrante visual periférico inferior direito. Quando ele estava experimentando percepções fora do seu corpo, especialmente se ele percebesse um “guia” ou uma presença durante suas experiências, ele era mais propenso a olhar para cima e para a esquerda. Houve também a utilização mais freqüente (cerca de 20%) da mão esquerda tanto para segurar os envelopes quanto para gesticular.

Cerca de uma a duas semanas depois, em um cenário diferente, as pessoas que trouxeram as fotografias foram convidadas a ler cada uma das 10 transcrições desconhecidas (apresentadas em ordem aleatória e designadas por letras), contendo as descrições geradas por SH. Os sujeitos foram instruídos a colocar cada uma das 10 fotos que tinham fornecido ao lado da transcrição que melhor descrevia o indivíduo no retrato. Os indivíduos foram orientados a ignorar as declarações em relação ao sexo e ao focalizar as características únicas que definiam cada pessoa. Após os sorteios terem sido feitos, a imagem real associado a cada narrativa foi identificada para o sujeito. Cada sujeito foi solicitado a classificar cada comentário (cerca de 10 a 30 comentários por foto) em uma escala de 1-3 onde 1 era a relação mínima para a pessoa na fotografia e 3 era uma característica “definitiva” da pessoa na foto; 0 foi reservado para “não sei”. O procedimento foi semelhante ao empregado em sua visita anterior.

Para as narrativas que foram concluídas quando a fotografia estava dentro dos envelopes dois dos sujeitos selecionaram a pessoa correta em 8 das 10 fotografias e um sujeito selecionou com precisão 6 das 10 fotografias baseado exclusivamente nas narrativas de SH, sem saber qual narrativa estava associada com qual fotografia. Essas narrativas foram baseadas nas experiências de SH, quando ele tocou os envelopes contendo as fotografias que ele não viu. Os sujeitos que combinaram as fotografias com as narrativas de SH, quando ele segurou e inspecionou visualmente a fotografia, combinaram corretamente a narrativa e a fotografia entre 4 e 6 dos 10 casos. Em outras palavras, sua precisão foi maior quando seus olhos estavam fechados e ele subjetivamente “entrava na foto” enquanto sentia o envelope contendo a foto.

Medições do EEG e Precisão

Durante os quatro dias da visita de 2002 medidas qualitativas gráficas do EEG revelaram um aumento persistente e mantido de ritmos alfa sobre a sua região parietal direita, embora a amplitude variasse. Nós não tínhamos observado essa atividade durante sua primeira visita, porque nós não medimos nessa área. Nos três experimentos onde SH apresentou a maior precisão (quando não viu as fotos, mas sentiu o envelope), a precisão medida de cada narrativa e tanto a duração das ondas alfa e do poder relativo em μV/Hz2 foram correlacionados pela classificação (de Spearman) das correlações (10 pontos por experiência) para a atividade na região occipital, a fim de ser consistente com estudos anteriores.

Os coeficientes de correlação entre a proporção de ritmos alfa durante as declarações ou as medidas de poder e a precisão da taxa variaram entre 0,71 e 0,85 para os três experimentos. Para dois dos três experimentos houve também uma forte correlação entre o número de avaliações maximamente precisas e a proporção de atividade alfa e poder sobre a região parietal direita. As análises de correlações parciais indicaram que a atividade alfa durante a região parietal direita e ambas as regiões occipital esquerda e direita estavam relacionadas com a mesma fonte de variação.



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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #5 Online: 19 de Fevereiro de 2012, 16:44:08 »
Vitor da para nao ser tão prolixo? Nem da para entender direito, já vai um monte de justificativa.

O que ele fez de incrível e qual a explicação dada pelos parapsicólogos? Difícil ler todo esse texto que nada explica sem um contexto inicial. Sei que gosta de copy and paste mas aqui ainda nao é produtivo.
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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #6 Online: 19 de Fevereiro de 2012, 16:54:43 »
Puts baniram o Vitor.

Angelo tem certeza? Deveria haver um banimento temporário, Vitor moura da uma oportunidade única a esse forum de debater com especialistas em parapsicologia.

O debate Vitor versus Francisco foi épico e a eqm refutada de uma maneira inequívoca.
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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #7 Online: 19 de Fevereiro de 2012, 17:14:13 »
Puts baniram o Vitor.

Angelo tem certeza? Deveria haver um banimento temporário, Vitor moura da uma oportunidade única a esse forum de debater com especialistas em parapsicologia.

O debate Vitor versus Francisco foi épico e a eqm refutada de uma maneira inequívoca.

O Vitor foi um forista por um bom tempo aqui, mas acabou banido permanentemente após sucessivos cartões por ofensa a vários foristas durante as discussões. Inúmeras oportunidades dadas a ele não faltaram, já que ele passou por todo o processo mais longo que culmina em banimento definitivo, mas, infelizmente, temos um padrão que se repete. As discussões com ele podem começar interessantes, mas em um ponto ele acaba sempre perdendo o controle e começa a ficar irônico e a ofender os demais que discordam dele.

Sobre haver um banimento temporário, a moderação pode até considerar a volta de banidos em alguns casos. A questão é que ele nem se deu ao trabalho de pedir para qualquer moderador. Simplesmente criou um outro usuário e foi postando, como se nada tivesse acontecido, ignorando completamente as regras do fórum.
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Offline Gigaview

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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #8 Online: 19 de Fevereiro de 2012, 19:25:48 »
Puts baniram o Vitor.

Angelo tem certeza? Deveria haver um banimento temporário, Vitor moura da uma oportunidade única a esse forum de debater com especialistas em parapsicologia.

O debate Vitor versus Francisco foi épico e a eqm refutada de uma maneira inequívoca.

O Vitor foi um forista por um bom tempo aqui, mas acabou banido permanentemente após sucessivos cartões por ofensa a vários foristas durante as discussões. Inúmeras oportunidades dadas a ele não faltaram, já que ele passou por todo o processo mais longo que culmina em banimento definitivo, mas, infelizmente, temos um padrão que se repete. As discussões com ele podem começar interessantes, mas em um ponto ele acaba sempre perdendo o controle e começa a ficar irônico e a ofender os demais que discordam dele.

Sobre haver um banimento temporário, a moderação pode até considerar a volta de banidos em alguns casos. A questão é que ele nem se deu ao trabalho de pedir para qualquer moderador. Simplesmente criou um outro usuário e foi postando, como se nada tivesse acontecido, ignorando completamente as regras do fórum.

Angelo,

O Vitor foi banido há 4 anos e desde então tenho-o visto discutindo de forma totalmente equilibrada e respeitosa colocando os debates em alto nível. Foi assim durante a curta existência do fórum do Ceticismo Aberto, que acompanhei de perto na função de Moderador Global. Tem sido assim nos excelentes blogs que ele mantém ou participa no Brasil e no exterior, cujos artigos são constantemente citados por céticos deste fórum.

Portanto, não se trata de um troll reincidente, mas de um ex-forista que manifestou e tentou provar interesse legítimo em discutir e que por isso poderia merecer a chance de ter sua volta a esse fórum consentida pela administração.
« Última modificação: 19 de Fevereiro de 2012, 19:27:49 por Gigaview »

Offline Sergiomgbr

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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #9 Online: 19 de Fevereiro de 2012, 19:58:43 »

O Vitor foi banido há 4 anos e desde então tenho-o visto discutindo de forma totalmente equilibrada e respeitosa colocando os debates em alto nível. Foi assim durante a curta existência do fórum do Ceticismo Aberto, que acompanhei de perto na função de Moderador Global. Tem sido assim nos excelentes blogs que ele mantém ou participa no Brasil e no exterior, cujos artigos são constantemente citados por céticos deste fórum.

Portanto, não se trata de um troll reincidente, mas de um ex-forista que manifestou e tentou provar interesse legítimo em discutir e que por isso poderia merecer a chance de ter sua volta a esse fórum consentida pela administração.
Estive lendo alguma retrospectiva dele aquí ainda como Vitor Moura. Posso considerar que apesar das esparrelas com a Nina ele pareceu apenas replicar ilações a sí na mesma moeda não tendo ele mesmo extrapolado tanto na boa conduta e cordialidade que se espera nesse forum. Pareceu ser bem informado e minimamente honesto ainda que queiram dizê-lo equivocado. Foi heróico pela paciência e distinção ao lidar com considerações intransigentes, jocosas e até pouco elegantes de outros foristas.

Offline Hold the Door

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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #10 Online: 19 de Fevereiro de 2012, 22:34:14 »
Portanto, não se trata de um troll reincidente, mas de um ex-forista que manifestou e tentou provar interesse legítimo em discutir e que por isso poderia merecer a chance de ter sua volta a esse fórum consentida pela administração.

Como disse antes, se ele tivesse se dado ao trabalho de entrar em contato com a moderação para pedir que seu banimento fosse revisto, isso teria sido levado ao conselho e deliberado. Mas da forma que entrou, simplesmente ignorando o fato de já ter sido banido, criando uma nova conta e postando como se nada tivesse acontecido, não fala muito a favor de seu comportamento.
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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #11 Online: 20 de Fevereiro de 2012, 13:30:50 »
Temos como pedir a ele que entre em contato com a moderação para reativar a conta?
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Offline Andarilho-terrestre-2

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Re:Sean Harribance - psíquico
« Resposta #12 Online: 13 de Janeiro de 2017, 14:09:12 »
Brian J. Williams fez uma grande revisão bastante minuciosa dos estudos feitos com Harribance. A revisão pode ser lida em

http://obraspsicografadas.org/2016/sean-harribance-psiquico-excepcional-2014-por-bryan-j-williams/

Ele conclui: "a menos que se considere a possibilidade improvável de conluio em massa entre os experimentadores, que de alguma forma conseguiu prosseguir continuamente sem ser detectado por um período de três décadas, é difícil encontrar uma explicação que possa explicar inteiramente os resultados observados além da possibilidade de psi" :)

 

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