Autor Tópico: Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio  (Lida 16997 vezes)

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Offline Gigaview

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #75 Online: 25 de Janeiro de 2014, 18:21:43 »
O que vem a ser um "cometa brasileiro"?  :)

Um(a) cometa com um rabão verde-amarelo que passa arrepiando a galera.

Offline FZapp

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #76 Online: 25 de Janeiro de 2014, 19:19:19 »
Como será batizado? "Tupiniquinhos"?

Chamaram ele de `C/2014 A4 Sonear`, bem que poderia ser `C/2014 Eita pão-de-queijo bão`!
--
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #77 Online: 01 de Fevereiro de 2014, 19:04:55 »
Crocodilos e jacarés/caimãs* talvez usem "iscas" para pegar aves:

http://blogs.scientificamerican.com/tetrapod-zoology/2013/11/30/tool-use-in-crocs-and-gators/



As garças usam esses galhos para fazer ninhos, e então, não percebendo o crocodilo por baixo delas, são capturadas.

Seria um de uma série de comportamentos pouco estudados/recentemente observados, que talvez sejam traços ancestrais em comum com seus parentes vivos mais próximos, as aves, que os teriam mais desenvolvidos/claramente observáveis.



* é usado o termo "caimã" como nome popular para o gênero Caiman?

Offline Cientista

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #78 Online: 01 de Fevereiro de 2014, 19:51:35 »
Só não consigo encontrar o que teria de "supimpa" nisso...

Offline FZapp

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #79 Online: 01 de Fevereiro de 2014, 19:59:50 »
Em espanhol `caimán` é sinônimo de jacaré (ou seja, das espécies americanas, os outros são cocodrilos).
--
Si hemos de salvar o no,
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #80 Online: 01 de Fevereiro de 2014, 20:03:30 »
Só não consigo encontrar o que teria de "supimpa" nisso...

... como não tinha tópico para notícias científicas do balacobaco, eu postei nesse aqui mesmo. :/



Em espanhol `caimán` é sinônimo de jacaré (ou seja, das espécies americanas, os outros são cocodrilos).

Existe um crocodilo americano. Eu acho que faria mais sentido usar "caimã" do que "jacaré", até porque talvez nos livrasse de ter que usar "aligátor", acho esquisito esse termo. Mas pelo menos não falamos "cocodrilo". :P

Offline Vento Sul

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #81 Online: 01 de Fevereiro de 2014, 20:40:00 »
Crocodilos e jacarés/caimãs* talvez usem "iscas" para pegar aves:

http://blogs.scientificamerican.com/tetrapod-zoology/2013/11/30/tool-use-in-crocs-and-gators/



As garças usam esses galhos para fazer ninhos, e então, não percebendo o crocodilo por baixo delas, são capturadas.

Seria um de uma série de comportamentos pouco estudados/recentemente observados, que talvez sejam traços ancestrais em comum com seus parentes vivos mais próximos, as aves, que os teriam mais desenvolvidos/claramente observáveis.



* é usado o termo "caimã" como nome popular para o gênero Caiman?

Vi num programa destes sobre animais, que os crocodilos, estudam o ambiente e suas presas várias vezes antes de atacar, se você vai todo dia lavar roupa ou louça naquele lugar, uma hora ele te pega...
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Offline Entropia

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #82 Online: 09 de Fevereiro de 2014, 22:22:16 »
Citar
Enhanced Chemical Synthesis at Soft Interfaces: A Universal Reaction-Adsorption Mechanism in Microcompartments

A bimolecular synthetic reaction (imine synthesis) was performed compartmentalized in micrometer-diameter emulsion droplets. The apparent equilibrium constant (Keq) and apparent forward rate constant (k1) were both inversely proportional to the droplet radius. The results are explained by a noncatalytic reaction-adsorption model in which reactants adsorb to the droplet interface with relatively low binding energies of a few kBT, react and diffuse back to the bulk. Reaction thermodynamics is therefore modified by compartmentalization at the mesoscale—without confinement on the molecular scale—leading to a universal mechanism for improving unfavorable reactions.


http://prl.aps.org/abstract/PRL/v112/i2/e028301

Aqui um Texto sobre o assunto
« Última modificação: 09 de Fevereiro de 2014, 22:59:34 por Entropia »

Offline Gaúcho

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #83 Online: 13 de Fevereiro de 2014, 11:51:20 »
Citar
Pela primeira vez, uma reacção de fusão nuclear produziu mais energia do que a que gastou
Equipa norte-americana pôs a humanidade mais perto de conseguir imitar o que se passa no interior das estrelas. Esta experiência é explicada na revista Nature.


É no interior deste cilindro com poucos centímetros de altura que ocorreu a fusão nuclear da experiência

As fontes de energia são um dos maiores problemas da civilização: os combustíveis fósseis estão a esgotar-se e são poluentes, as energias renováveis ainda não chegam para todas as necessidades e a energia nuclear conheceu desastres como Chernobil e Fukushima. Por isso, a produção de energia por fusão nuclear, barata, limpa e com um potencial inesgotável, é o sonho de muitos. Há décadas que os cientistas trabalham para que a fusão do núcleo dos átomos se torne rentável. Agora, uma equipa norte-americana conseguiu, pela primeira vez, produzir mais energia por fusão nuclear do que a aplicada para iniciar a reacção. Os resultados são publicados esta quinta-feira num artigo da revista Nature.

É nas estrelas que se dá naturalmente a fusão nuclear, quando pressões gigantes, temperaturas altíssimas e uma grande densidade de matéria obrigam a que o núcleo de dois átomos de hidrogénio se fundam para produzir um átomo de hélio e um neutrão (elemento sem carga do núcleo dos átomos). O resultado deste choque gera energia, que provoca outras reacções iguais. Há assim uma ignição, uma reacção inicial que auto-alimenta a própria reacção. A natureza pôs assim as estrelas a brilhar.

Na Terra, optou-se por utilizar compostos diferentes dos que os que existem no Sol para atingir a mesma reacção – seria necessário esperar muito tempo para se observar a colisão de dois átomos de hidrogénio. Os cientistas usam antes deutério e trítio: dois isótopos (formas) do hidrogénio (têm, respectivamente, mais um e dois neutrões do que o hidrogénio), que se encontram na água, em proporções pequeníssimas. Mas não é uma reacção fácil de se obter.

A equipa autora do novo estudo, liderada pelo físico Omar Hurricane, do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, nos EUA, provocou a reacção de fusão nuclear num dispositivo chamado hohlraum, palavra alemã que significa cavidade. As experiências foram feitas na National Ignition Facility, na Califórnia, instalações militares ligadas também ao estudo da energia nuclear.

Ali, os norte-americanos construíram um enorme laboratório com o tamanho de “dois a três estádios de futebol”, explica ao PÚBLICO Luís Oliveira e Silva, físico catedrático do Instituto Superior Técnico, em Lisboa. Nestas instalações foram construídos 192 feixes de laser que incidem, através de espelhos, numa câmara em vácuo de 10 a 15 metros de diâmetro.

No meio da câmara está o hohlraum, um cilindro de poucos centímetros de altura onde tudo se passa. Os feixes de laser, verdes, entram pela parte inferior e superior do cilindro. Lá dentro, há uma esfera de poucos milímetros de diâmetro com uma cobertura externa de plástico. No interior da esfera está o plasma (um estado da matéria) com deutério e trítio. Os lasers não se dirigem directamente à esfera, batem contra a parede interior do hohlraum, feita de ouro. O ouro aquece e cria feixes de raios X, que por sua vez atingem a cobertura de plástico da esfera. Esta dilata-se, comprimindo no seu interior o plasma. Tudo acontece em nanossegundos. Este método chama-se fusão nuclear por confinamento inercial.

Durante três a quatro anos, a equipa, por precaução, usou feixes de laser inicialmente fracos, que iam aumentando de energia. O resultado causava um distúrbio na esfera e impedia um bom rendimento da fusão nuclear. Mas, nos últimos meses de 2013, os cientistas resolveram fazer incidir no hohlraum um feixe logo mais forte no início e conseguiram assim medir mais energia libertada através da fusão (16 quilojoules) do que a energia que atingia a esfera. Mas ainda se está muito longe da energia que começa por ser disparada pelos 192 lasers (dois megajoules).

“Pela primeira vez, conseguiu-se mais energia a partir deste combustível do que a que foi colocada no combustível”, disse Omar Hurricane, citado pela Reuters. “E isso é bastante único. É um ponto de viragem.”

Há um impacto político

Ainda não foi atingida a ignição que se observa nas estrelas, apenas parte dos átomos se fundiram. Mas, quando se deu a fusão, mediu-se uma subida de temperatura que se coaduna com os modelos que antecipam a ignição. “A descoberta dá, de facto, um caminho possível para a fusão por confinamento inercial”, comenta Luís Oliveira e Silva. Mas há ainda um longo caminho pela frente. Os autores do artigo falam de décadas até se produzir energia a partir deste método.

Do lado de cá do Atlântico, em França, o Reactor Experimental Termonuclear Internacional (ITER, na sigla em inglês), um projecto que envolve a União Europeia, a Rússia, os Estados Unidos, o Japão, a Coreia do Sul, a China ou a Índia, está a trabalhar no mesmo. Mas baseia-se no confinamento magnético, em que as condições de pressão e temperatura do plasma são criadas não por inércia, mas com magnetos gigantes em forma de anel, o tokamak.

As instalações no Sul de França só estarão prontas por volta de 2020. Com o confinamento magnético nunca se conseguiu o rendimento atingido agora na Califórnia. Mas os estudos garantem que, no ITER, se atingirá a ignição do plasma, diz o cientista português. E a nova descoberta é importante para toda a área. “Tem um impacto político porque mostra que a fusão nuclear, numa das suas vertentes, é possível”, sublinha Luís Oliveira e Silva, referindo que o fim dos combustíveis fósseis, nas próximas décadas, vai obrigar a humanidade a ter uma alternativa energética. “A pressão do ponto de vista energético é tão grande que não faz sentido não explorar as diferentes possibilidades.”

Fonte
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Online Luiz F.

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #84 Online: 13 de Fevereiro de 2014, 19:04:47 »
Finalmente.
"Você realmente não entende algo se não consegue explicá-lo para sua avó."
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Offline Gigaview

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #85 Online: 13 de Fevereiro de 2014, 21:53:10 »
Finalmente de novo.

Offline Vento Sul

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #86 Online: 13 de Fevereiro de 2014, 22:43:33 »
é só o começo?
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Offline Geotecton

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #87 Online: 14 de Fevereiro de 2014, 08:45:28 »
Não. É o fim...
Foto USGS

Offline Derfel

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #88 Online: 14 de Fevereiro de 2014, 12:01:39 »
Como será batizado? "Tupiniquinhos"?

Cometa Uai.

Offline SnowRaptor

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #91 Online: 28 de Fevereiro de 2014, 19:12:47 »
Achei essa notícia que me pareceu bem interessante e achei que o tópico seria apropriado:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/02/140228_maior_aeronave_mundo_rb.shtml

Não copiei, mas basicamente é o seguinte, os ingleses construíram um dirigível funcional que pode transportar 50 toneladas, é maior que o A 380 e não precisa de pista de pouso, pode ser controlado remotamente sem tripulação ou ser pilotado apenas por duas pessoas, pode ficar estacionário no ar por até 21 dias, tem autonomia para dar uma volta ao mundo e se não me engano pode pousar na água tb.

O segredo é o formato aerodinâmico que faz com que ele seja mais pesado que o ar e não tenha os problemas dos dirigíveis antigos.

Um dos investidores é o Bruce Dickison do Iron Maiden que pretende fazer um evento transmitido pela televisão para o lançamento.

 :)









Offline Gigaview

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #92 Online: 28 de Fevereiro de 2014, 21:48:44 »
Terroristas vão adorar. Será que é a prova de bala?

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #93 Online: 28 de Fevereiro de 2014, 22:03:16 »
Terroristas vão adorar. Será que é a prova de bala?

Não sei, mas me parece muito mais seguro que um avião comum, acho que seria interessante ver essa coisa voando sobre a cidade.

De todo modo, acho que só será usado como cargueiro.

Offline _tiago

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #94 Online: 28 de Fevereiro de 2014, 22:37:37 »
Teresting...

Offline Enjolras

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #95 Online: 28 de Fevereiro de 2014, 23:18:12 »
Vc quer contribuir com a Ciencia, mas nao sabe como? Instale apps no celular ou computador e va dormir :)

Citar
New App Crunches Scientific Data While You Sleep

http://www.iflscience.com/technology/new-app-crunches-scientific-data-while-you-sleep
Qualquer sistema de pensamento pode ser racional, pois basta que as suas conclusões não contrariem as suas premissas.

Mas isto não significa que este sistema de pensamento tenha correspondência com a realidade objetiva, sendo este o motivo pelo qual o conhecimento científico ser reconhecido como a única forma do homem estudar, explicar e compreender a Natureza.

Offline Gigaview

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #96 Online: 01 de Março de 2014, 02:39:27 »
Versão mobile do que já existe há muito tempo. Legal, considerando o número de smartphones em uso, mas é preciso uma campanha para divulgar mais essa iniciativa.

http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_distributed_computing_projects

Offline Enjolras

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #97 Online: 01 de Março de 2014, 04:10:01 »
Fico imaginando o quanto ja teriamos avancado em pesquisa se toda a capacidade de processamento ocioso estivesse com um projeto desses.
Qualquer sistema de pensamento pode ser racional, pois basta que as suas conclusões não contrariem as suas premissas.

Mas isto não significa que este sistema de pensamento tenha correspondência com a realidade objetiva, sendo este o motivo pelo qual o conhecimento científico ser reconhecido como a única forma do homem estudar, explicar e compreender a Natureza.

Offline SnowRaptor

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #98 Online: 01 de Março de 2014, 13:11:51 »
Fico imaginando o quanto ja teriamos avancado em pesquisa se toda a capacidade de processamento ocioso estivesse com um projeto desses.

Se pegasse só a contribuição do pessoal do bitcoin... Já vi gente com cluster mais poderoso que o que eu tinha na USP.
Elton Carvalho

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Offline Dr. Manhattan

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Re:Notícias científicas supimpas que não merecem um tópico próprio
« Resposta #99 Online: 01 de Março de 2014, 13:54:47 »
Fico imaginando o quanto ja teriamos avancado em pesquisa se toda a capacidade de processamento ocioso estivesse com um projeto desses.

Se pegasse só a contribuição do pessoal do bitcoin... Já vi gente com cluster mais poderoso que o que eu tinha na USP.

Agora pense no tempo de processamento para renderizar isto:



e isso:



e chore.
You and I are all as much continuous with the physical universe as a wave is continuous with the ocean.

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