Autor Tópico: Uma refutação da Teoria da Evolução  (Lida 36307 vezes)

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Offline docdeoz

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Uma refutação da Teoria da Evolução
« Online: 01 de Outubro de 2013, 15:52:59 »
Esse tópico visa explorar as contradições internas da Teoria da Evolução, comparando o QUE É PROPAGANDA, com o que está escrito nas fontes EVOLUCIONISTAS. Nenhum artigo CRIACIONISTA é citado aqui.

Iniciamos com o CONCEITO DE SELEÇÃO NATURAL...

Outrossim, tentando entender a Seleção Natural, leio o seguinte no livro Biologia, Ciência Única, de Ernst Mayr, p. 149, Companhia das Letras, 2005,

"Em face das persistentes controvérsias, a partir de 1859, em torno da seleção natural, pareceria muito útil começar com uma definição concisa de seleção, mas isso não pode ser feito, devido aos debates quanto à natureza desse processo. Em 1963, defini seleção natural como "sucesso reprodutivo diferencial" não aleatório. E, mesmo hoje em dia, essa ainda é uma formulação válida, mas ela enfatiza o resultado do processo e não tanto seu mecanismo".

Ernst Mayr é um dos biólogos que participaram da síntese evolutiva (aliás, fizeram...)

CONTINUA...

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #1 Online: 01 de Outubro de 2013, 16:06:43 »



A ideia que começou a surgir é que pequenos aumentos de complexidade DIMINUEM O SUCESSO REPRODUTIVO.

Pude fundamentar essa ideia com as colônias de PSEUDOMONAS PRODUTORAS DE POLIMERASE, que ficam em desvantagem reprodutiva pelo dispêndio da energia na feitura da película.

Ora, a TE basicamente é baseada em que A SELEÇÃO NATURAL (não interessa a que nível atue) vai selecionar o mais APTO, QUE É O QUE SE REPRODUZ MAIS...


Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #2 Online: 01 de Outubro de 2013, 16:11:50 »


Oras, mesmo que se use deriva gênica, mutação neutra, TUDO ISSO CONSOME ENERGIA. Ninguém armazena energia em forma de cadeia fosforilada no DNA com "MUTAÇÕES NEUTRAS", DE GRAÇA...

ESTE É O RESULTADO FINAL:

MAIS APTO--------------------------------------------------->MENOS APTO
MENOS COMPLEXO----------------------------------------->MAIS COMPLEXO
MAIOR SUCESSO REPRODUTIVO-------------------------->MENOR SUCESSO REPRODUTIVO
MENOS ENERGIA--------------------------------------------->MAIS ENERGIA
MAIOR PROBABILIDADE------------------------------------->MENOR PROBABILIDADE

ORAS, SE O MAIS APTO SURGIU PRIMEIRO, PARA QUE SERVE A SELEÇÃO NATURAL? NADA.

Há mais argumento, mas darei espaço para colocações...

Offline _Juca_

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #3 Online: 01 de Outubro de 2013, 17:24:39 »
Isso não é refutação da Teoria da Evolução, é uma conclusão sua que parece enviesada. Na verdade você parece usar os conceitos próprios desse ramo da Biologia para chegar a sua conclusão, o que no mínimo é contraditório.

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #4 Online: 01 de Outubro de 2013, 17:44:43 »
É uma conclusão lógica que ELIMINA O MECANISMO DA EVOLUÇÃO PROPOSTA POR DARWIN, SUCESSO REPRODUTIVO É O QUE BUSCA A SELEÇÃO NATURAL...


Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #5 Online: 01 de Outubro de 2013, 17:45:57 »
Nem a nível local funciona, como DEMONSTRAM AS PSEUDOMONAS... Pequeno aumento de complexidade foi desvantajoso para as que produziam polímeros...

Offline Skorpios

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #6 Online: 01 de Outubro de 2013, 17:57:26 »
Fora do assunto, mas você sabe que escrever em letras maiúsculas dá a impressão que está gritando, não? Tenho certeza que essa não é a sua intenção. :wink:
Se você agir sempre com dignidade pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos.

Millôr Fernandes

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #7 Online: 01 de Outubro de 2013, 18:09:15 »
Não. Apenas ênfase. Acredito que essa coisa de letras caixa alta e baixa já deixaram de ser.

Offline Geotecton

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #8 Online: 01 de Outubro de 2013, 22:40:00 »
[...]
ORAS, SE O MAIS APTO SURGIU PRIMEIRO, PARA QUE SERVE A SELEÇÃO NATURAL? NADA.
[...]

Você ao menos sabe que a espécie e ou espécimens 'mais apta' é para um dado conjunto de fatores que podem mudar, lenta ou abruptamente, e a 'mais apta' pode não mais ser aquela?

Ao que parece você está com uma visão fixista, típica do século XVI.
Foto USGS

Offline Fabi

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #9 Online: 01 de Outubro de 2013, 23:44:53 »

Primeiro, que apesar de parecer simples, uma bactéria é um ser(no nível celular) mais complexo do que os organismos multicelulares, uma bactéria só tem uma célula, e essa célula tem que fazer tudo.

Segundo, complexidade em relação a que? Você acha que os humanos são o ápice da natureza? Os sapos enxergam mais cores que você, tem seres com mais DNA que os humanos...

Terceiro as bactérias também evoluíram, algumas tem flagelos, outras vacúolos, outras parede celular, e outras criaram uma relação de simbiose com outros organismos, sendo inclusive englobadas durante a evolução, é o caso das mitocôndrias e cloroplastos (que um dia foram bactérias). Os seres primitivos não eram tão sofisticados.

E ser mais apto não significa ser mais "complexo"(palavra bem subjetiva essa).
Difficulter reciduntur vitia quae nobiscum creverunt.

“Deus me dê a serenidadecapacidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem para mudar o que posso, e a sabedoria para saber a diferença” (Desconhecido)

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #10 Online: 02 de Outubro de 2013, 09:52:17 »
Oi, é um bom raciocínio para tentar vender a ideia de evolução

1-Você acha que um vibrião colérico que demora 20 minutos para fazer uma geração é mais complexo que um humano que demora 15 anos.
Compare:
em 15 anos:
Bactéria Víbrio Cholerae: 1.000.000.000 de gerações.
Humano: uma geração.

Em um bilhão de gerações  a  bactéria não muda nada, em 80 000 gerações o ser humano teve um cérebro evoluído, andar ereto, etc...

Formas simples são muito estáveis, pois muito bem adaptadas...

Esse é o argumento número 1.

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #11 Online: 02 de Outubro de 2013, 09:59:23 »
Fica bem claro que estamos, em primeiro lugar, debatendo uma ideia... Opiniões são bem-vindas, desde que -enfático- fundamentadas! :ok:


Longe de indicar um projetista, a ilusão de que o mundo vivo foi projetado é explicada de modo bem mais econômico e com elegância devastadora pela seleção natural darwiniana. E, embora a seleção natural por si só se limite a explicar o mundo das coisas vivas, ela nos conscientiza para a probabilidade de que haja "guindastes" explicativos comparáveis que possam nos ajudar a entender o próprio cosmos. O poder de guindastes como a seleção natural é a segunda das minhas quatro conscientizações.
A seleção natural é o maior guindaste de todos os tempos. Ela elevou a vida da simplicidade primeva a altitudes estonteantes de complexidade, beleza e aparente desígnio que hoje nos deslumbram. Esse será um tema dominante no capítulo 4, "Por que quase com certeza Deus não existe". Mas primeiro, antes de prosseguir dando minha principal razão para não acreditar na existência de Deus, tenho a responsabilidade de descartar os argumentos positivos para a crença, que foram sendo apresentados ao longo da história.
Dawkins, Deus um Delírio.

Pois é, na venda da ideia evolucionista está o progresso.

Charles Darwin, última página do livro a Origem das Espécies.
554
não deixaram descendente algum, mas estão totalmente extintas. Podemos mesmo
lançar ao futuro um volver de olhos profético e predizer que são as espécies
mais comuns e as mais espalhadas, pertencendo aos grupos mais consideráveis
de cada classe, que prevalecerão ulteriormente e que procriarão espécies novas e
preponderantes. Como todas as formas atuais da vida descendem em linha reta
das que viviam muito tempo antes da época cambriana, podemos estar certos de
que a sucessão regular das gerações jamais foi interrompida e que nenhum cataclismo
subverteu o mundo por completo. Podemos, pois, contar, com alguma confiança,
sobre um futuro de incalculável comprimento. Ora, como a seleção natural
atua apenas para o bem de cada indivíduo, todas as qualidades corporais e intelectuais
devem tender a progredir para a perfeição.

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #12 Online: 02 de Outubro de 2013, 10:08:36 »
Dawkins, o Gene Egoísta.

OS REPLICADORES
No princípio era a simplicidade. Já é bastante difícil explicar até mesmo como um universo simples
começou. Considero ponto pacífico que seria ainda mais difícil explicar o súbito surgimento, plenamente
equipada, de uma ordem complexa – vida, ou um ser capaz de criá-la. A teoria da evolução por seleção
natural de Darwin satisfaz porque mostra-nos uma maneira pela qual a simplicidade poder-se-ia
transformar em complexidade
, como átomos desordenados poderiam se agrupar em padrões cada vez mais
complexos, até que terminassem por fabricar pessoas. Darwin fornece uma solução, a única plausível até
agora sugerida, para o problema profundo de nossa existência. Tentarei explicar a grande teoria de
maneira mais geral do que é costume, começando com a época antes que a própria evolução começasse.
A "sobrevivência do mais apto" de Darwin, na realidade, é um caso especial de uma lei mais geral
da sobrevivência do estável.
O universo está povoado por coisas estáveis. Uma coisa estável é uma
coleção de átomos a qual é permanente ou suficientemente comum para merecer um nome. Ela poderá ser
uma coleção particular de átomos, como o Matterhorn, o qual dura o suficiente para que valha a pena lhe
dar um nome; ou ela poderá ser uma classe de entidades, tal como pingos de chuva, os quais formam-se a
uma taxa suficientemente alta para merecer um nome coletivo, mesmo embora cada um deles tenha vida
curta. As coisas que vemos ao nosso redor e que achamos que necessitam de explicação – rochas,
galáxias, ondas do mar – são todas, em maior ou menor grau, padrões estáveis de átomos. As bolhas de
sabão tendem a ser esféricas porque esta é uma configuração estável para estes filmes finos cheios de gás.
Em uma espaçonave, a água também é estável em glóbulos esféricos, mas na Terra, onde há gravidade, a
superfície estável da água em repouso é plana e horizontal. Os cristais de sal de cozinha tendem a ser
cubos porque esta é uma maneira estável de empacotar juntamente íons de sódio e cloreto. No Sol, os
átomos mais simples de todos, os de hidrogênio, unem-se for-mando átomos de hélio, porque nas
condições aí reinantes a configuração do hélio é mais estável. Outros átomos ainda mais complexos estão
sendo formados em estrelas por todo o universo e foram formados na "grande explosão" a qual, de acordo
com a teoria dominante, deu início ao universo. É daí que os elementos de nosso mundo originalmente
provieram.

A "sobrevivência do mais apto" de Darwin, na realidade, é um caso especial de uma lei mais geral
da sobrevivência do estável.

Quem é mais estável, naquele gráfico, e portanto quem é o mais apto??? :o
« Última modificação: 02 de Outubro de 2013, 10:10:42 por docdeoz »

Offline Pasteur

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #13 Online: 02 de Outubro de 2013, 11:30:32 »

Em um bilhão de gerações  a  bactéria não muda nada.....


Prepare-se para uma prova incontestável da evolução. E o mais impressionante: em laboratório!!!

http://biologia24horas.blogspot.com.br/2011/10/quarenta-e-cinco-mil-geracoes-de.html

Espero que você volte aqui e admita!  :ok:

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #14 Online: 02 de Outubro de 2013, 12:21:51 »
QUARENTA E CINCO MIL GERAÇÕES DE EVOLUÇÃO EM LABORATÓRIO

1-Seleção artificial, não natural...
2-Larga essas bactérias no ambiente e elas sumirão do mapa...

Prova: colonização por Acinetobacter pan- resistente a todos os antibióticos...

18
com banheiro), na premissa de haver maior adesão na Precaução de Contato durante a
assistência aos pacientes. Na indisponibilidade de quartos individuais, pode-se agrupar no
mesmo quarto / enfermaria com banheiro pacientes portadores do microrganismo em
questão (coorte de pacientes). Na impossibilidade de destinar um banheiro exclusivo a
estes pacientes, as eliminações deverão ser realizadas exclusivamente em comadre e
papagaio, sendo estes de uso exclusivo deste paciente.
DURAÇÃO DAS MEDIDAS
O fato do Acinetobacter sp ser um germe resistente e um colonizante da pele, os
estudos têm demonstrado que esta colonização pode permanecer por muitos meses
mesmo após o tratamento da infecção. Culturas de materiais clínicos e swabs de pele
podem aparecer como negativos após o tratamento, porém os pacientes com severas
doenças de base, com dispositivos invasivos e em uso de antimicrobianos dificilmente se
descolonizam mantendo-se portadores assintomáticos em risco de desenvolver nova
infecção pelo mesmo germe e de transmitir para outros indivíduos. Assim, as medidas de
bloqueio devem permanecer durante toda a internação hospitalar.
Em caso de reinternação em período superior a 6 a 12 meses, e o paciente
permanecendo sem fatores de risco para colonização e sem internação em instituição de
saúde, pode-se realizar culturas de vigilância para verificar status de colonizado. Se
negativo, considerar paciente descolonizado e suspender as medidas.


https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=3&cad=rja&ved=0CD4QFjAC&url=http%3A%2F%2Fwww.agih.com.br%2Fadm_agi%2Farquivos%2Fver_arquivo.php%3Fid_arquivo%3D9&ei=gzhMUuSyH4iUqwHrioDoBw&usg=AFQjCNFCO_gXTJWFDZdKXI_xu6vsJN6XnA&sig2=q45V7hhy-QSwDeFCzawbgg&bvm=bv.53371865,d.aWM

Isso porque o ambiente destrói a bactéria mutante, que não compete FORA do seu isolamento geográfico hospitalar.

Isso acontece na natureza...

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #15 Online: 02 de Outubro de 2013, 12:25:38 »
Segundo argumento- descobrir espécies em bactéria é quase impossível...

Although Bacteria and Archaea reproduce by binary fission, exchange of genes among lineages has
shaped the diversity of their populations and the diversification of their lineages. Gene exchange can occur
by two distinct routes, each differentially impacting the recipient genome. First, homologous recombination
mediates the exchange of DNA between closely related individuals (those whose sequences are
sufficient similarly to allow efficient integration). As a result, homologous recombination mediates the
dispersal of advantageous alleles that may rise to high frequency among genetically related individuals via
periodic selection events. Second, lateral gene transfer can introduce novel DNA into a genome from
completely unrelated lineages via illegitimate recombination. Gene exchange by this route serves to
distribute genes throughout distantly related clades and therefore may confer complex abilities}not
otherwise found among closely related lineages}onto the recipient organisms. These two mechanisms of
gene exchange play complementary roles in the diversification of microbial populations into independent,
ecologically distinct lineages. Although the delineation of microbial ‘‘species’’ then becomes difficult}if
not impossible}to achieve, a cogent process of speciation can be predicted
. http://www.pitt.edu/~biohome/Dept/pdf/1400.pdf


Se a diferenciação de espécies em bactérias é reconhecidamente "impossible", do que nós estamos falando mesmo
? :hein:

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #16 Online: 02 de Outubro de 2013, 12:30:22 »
Hoje eu presido uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar- bactéria é um ramo de estudo.

Já participei de comissões anteriormente, conforme esse artigo que cita meu nome...

http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP1998_ART429.pdf

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #17 Online: 02 de Outubro de 2013, 12:34:46 »
Os experimentos de Lenski, especialmente com a engenhosa técnica da "fossilização", mostram o poder da seleção natural para produzir mudança evolucionária em uma escala de tempo que podemos observar no tempo de vida de um indivíduo humano, bem diante dos nossos olhos. As bactérias nos dão ainda outros exemplos marcantes, embora menos claramente estudados. Muitas cepas bacterianas adquiriram resistência a antibióticos em períodos brevíssimos. Afinal, o primeiro antibiótico, a penicilina, foi desenvolvido heroicamente por Florey e Chain muito recentemente, durante a Segunda Guerra Mundial. Novos antibióticos vêm surgindo em intervalos frequentes desde então, e as bactérias adquirem resistência a quase todos eles. Hoje em dia o exemplo mais ameaçador é o SARM (Staphilococus aureus resistente à meticilina), que conseguiu tornar muitos hospitais lugares decididamente perigosos de se visitar. Outra ameaça é a "C. diff." (Clostridium difficile). Também nesse caso temos a seleção natural favorecendo cepas que são resistentes a antibióticos, mas ao seu efeito sobrepõe-se um outro. O uso prolongado de antibióticos tende a matar bactérias "boas" presentes no intestino juntamente com as nocivas. Resistente à maioria dos antibióticos, a C. diff. é altamente beneficiada pela ausência de outras espécies de bactéria com as quais normalmente compete: Uma ilustração do princípio "o inimigo do meu inimigo é meu amigo".

Esse exemplo então está  refutado!... O ambiente destrói essas bactérias multirresistentes e destruirá as amostras do Dr Lenski...

Caramba, o artigo é escrito pelo Dawkins... o cara diz cada pérola...

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #18 Online: 02 de Outubro de 2013, 13:27:58 »
http://www.who.int/bulletin/volumes/82/1/3-8.pdf

Um exemplo da tentativa dos seres humanos erradicarem o poliovírus é o excretor crônico do vírus vacinal.

O que tenho lido é que o vírus vacinal parece reverter a sua "benignidade", sendo impossível eliminá-lo do planeta como feito com a varíola.

Ou seja, em pequenas estruturas as mutações podem reverter.

Em grandes estruturas, tipo o humano, uma mutação benéfica em um ambiente é maléfica em outro- tipo as anemias hemolíticas em ambiente de malária e fora do ambiente de malária. A Anemia Falciforme é a mais conhecida e faz parte do teste do pezinho...


Offline Fabi

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #19 Online: 02 de Outubro de 2013, 14:33:45 »
Hoje eu presido uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar- bactéria é um ramo de estudo.

Já participei de comissões anteriormente, conforme esse artigo que cita meu nome...

http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP1998_ART429.pdf
Mas não sabe nada sobre bactérias ou biologia... Como é possível?  :hein:

Além do mais a evolução não é algo pra se ver em 100 anos*, ela é pra ser comparada a nível de milhares de anos, até pra bactérias... que muitas vezes ganham de 10 a zero contra humanos não é doutor? Ou você não conhece ninguém que morreu por causa de uma bactéria "resistente"?

Aliás, existe hoje aquele medo de "a gente"** estar selecionando bactérias resistentes que um dia não morrerão mais com antibióticos. Naquele antibiograma que fazemos com bactérias, pra descobrir qual o antibiótico mais eficaz, já mostra que os antibióticos estão perdendo a eficácia***, já não matam bactérias como antigamente, isso com bactérias comuns como a staphylococcus, fico imaginando o que é eficaz contra pseudomonas, enterobactérias...

Isso sem falar nos vírus, que estão em constante mutação. Todo ano as vacinas tem que ser aprimoradas pra acompanhar essa mudança nos vírus. Se não por que teríamos que tomar uma nova dose de vacina contra gripe todo ano? ou contra o tétano a cada dez anos? ou contra hepatite B (não lembro o intervalo de tempo)? 
 
Se isso não é evolução, não sei mais o que pode ser.


*Pelo menos não o salto evolutivo que você quer ver.
**humanos
***Num grupo de 100 pessoas comuns, só um dos 5 antibióticos testados tem boa eficácia, 2 tem eficácia média e o resto é pouco eficaz.
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Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #20 Online: 02 de Outubro de 2013, 17:35:08 »
Depende como você está chamando evolução.

Eu demonstrei que as bactérias voltam ao seu estado original, dando detalhes do Acinetobacter pan-resistente e do poliovírus.

Não houve nenhum desenvolvimento de um ser mais complexo como preconiza Darwin.

Charles Darwin, última página do livro a Origem das Espécies.
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não deixaram descendente algum, mas estão totalmente extintas. Podemos mesmo
lançar ao futuro um volver de olhos profético e predizer que são as espécies
mais comuns e as mais espalhadas, pertencendo aos grupos mais consideráveis
de cada classe, que prevalecerão ulteriormente e que procriarão espécies novas e
preponderantes. Como todas as formas atuais da vida descendem em linha reta
das que viviam muito tempo antes da época cambriana, podemos estar certos de
que a sucessão regular das gerações jamais foi interrompida e que nenhum cataclismo
subverteu o mundo por completo. Podemos, pois, contar, com alguma confiança,
sobre um futuro de incalculável comprimento. Ora, como a seleção natural
atua apenas para o bem de cada indivíduo, todas as qualidades corporais e intelectuais
devem tender a progredir para a perfeição.

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #21 Online: 02 de Outubro de 2013, 17:45:10 »
http://biologia24horas.blogspot.com.br/2011/10/quarenta-e-cinco-mil-geracoes-de.html

E? Seleção artificial, coloque as bactérias na natureza e o gigantesco biota engolirá essas mutações

Se usa isso para controlar bactérias multirresistentes aos antibióticos, no domicílio.

Acinetobacter, Staphylococcus, Klebsiella sp, Escherichia coli,

Offline Pasteur

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #22 Online: 02 de Outubro de 2013, 18:04:30 »
[...]

E? Seleção artificial, coloque as bactérias na natureza e o gigantesco biota engolirá essas mutações

[...]

Esse experimento demonstrou a evolução. Simples. Não importa se a bactéria modificada irá sobreviver ou não na natureza.

Agora mudando de assunto: você está dizendo que seleção artificial está fadada ao fracasso? Por que então que cães, cavalos, muitas plantas depois de submetidos à seleção artificial estão aí, firmes e fortes?

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #23 Online: 02 de Outubro de 2013, 18:57:02 »
Eu gostaria muito que as colocações fossem mais organizadas e sucintas, partindo de um resumo da conclusão, e então a elaborando.

Sem tempo agora, apenas comentando brevemente:

A ideia que começou a surgir é que pequenos aumentos de complexidade DIMINUEM O SUCESSO REPRODUTIVO.

[...]

Ora, a TE basicamente é baseada em que A SELEÇÃO NATURAL (não interessa a que nível atue) vai selecionar o mais APTO, QUE É O QUE SE REPRODUZ MAIS...


Parece que muito do que está sendo colocado, deriva disso.

A seleção natural não atua como um "projetista inteligente" supervisionando o desempenho de toda variação dentro de uma espécie.

Seleção natural é simplesmente reprodução diferencial de variações hereditárias em diferentes ambientes, ou diferentes nichos.

Suponhamos que há um tipo de musgo que cresce diretamente no solo, mas não em pedras. Há no entanto variações um pouco melhores em crescer em pedras, mas no entanto, inferiores em se reproduzir no solo.

Disso simplesmente resultará que a emergência de um musgo que cresce na pedra divergindo desse do solo, mesmo que em absoluto ele seja "menos apto" que o musgo do solo. Pois eles não estão competindo diretamente, e nem há qualquer processo/mecanismo natural que fizesse as contas, que visse que o musgo que está lá cuidando de sua vida e proliferando na pedra, se prolifera proporcionalmente menos eficientemente do que o musgo do solo do qual deriva. O nicho do musgo da pedra pode ser até mais energeticamente dispendioso, simplesmenten não importa. O musgo, nem nada na natureza, é capaz de fazer uma avaliação tal como, "bem, a adaptação do musgo da pedra é mais dispendiosa do que a de musgo do solo, então é melhor ficarmos só com a de musgo do solo mesmo." Não. Se houver variação com algum grau de adaptação nesse sentido, que a permita sobreviver em um ambiente/nicho não-explorado (ou não-tão explorado) por seus descendentes, é isso que ocorrerá, simplesmente. Ela não será "abortada" preventivamente. Isso requereria algo como um "Supervisor Inteligente" da seleção natural para ocorrer. Sem tal SI, o musgo da pedra vai divergir/proliferar, mesmo que sua adaptação se dê ao custo de se reproduzir menos eficientemente no solo.

 

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #24 Online: 04 de Outubro de 2013, 12:26:58 »
[...]

E? Seleção artificial, coloque as bactérias na natureza e o gigantesco biota engolirá essas mutações

[...]

Esse experimento demonstrou a evolução. Simples. Não importa se a bactéria modificada irá sobreviver ou não na natureza.

Agora mudando de assunto: você está dizendo que seleção artificial está fadada ao fracasso? Por que então que cães, cavalos, muitas plantas depois de submetidos à seleção artificial estão aí, firmes e fortes?

Não são firmes nem fortes...

Vejamos um pequeno exemplo do excelente planejamento. Eu disse que os doze frascos fundadores foram semeados a partir de um mesmo clone e, portanto, começaram geneticamente idênticos. Mas não foi exatamente assim, por uma razão interessante e sagaz. O laboratório de Lenski havia estudado previamente um gene chamado ara que ocorre em duas formas, Ara+ e Ara-. Só é possível distinguir um do outro extraindo uma amostra das bactérias e incubando-as, segundo a técnica conhecida como plating out, sobre uma placa de ágar que contém um caldo nutritivo enriquecido com o açúcar arabinose e um corante químico chamado tetrazolium. O plating out é uma técnica dos bacteriologislas que consiste em pôr uma gota de líquido contendo bactérias em uma placa coberta com uma fina camada de ágar e incubar a placa. As colônias de bactérias expandem-se em círculos lembrando o estilo de crescimento dos cogumelos conhecidos como "anéis de fada" — a partir das gotas de líquido, alimentando-se dos nutrientes misturados ao ágar. Se a mistura contiver arabinose e o
corante indicador, a diferença entre Ara+ e Ara- é revelada, como quando aquecemos tinta invisível: as colônias aparecem respectivamente em branco e vermelho. A equipe de Lenski usou essa distinção de cores para fins de rotulagem, como veremos, e previu essa utilidade compondo suas doze tribos com seis Ara+ e seis Ara-. Só para dar um exemplo de como eles exploraram a codificação por cor das bactérias, direi que eles a usaram para checar seus procedimentos laboratoriais. Quando realizavam seu ritual diário de infectar novos frascos, tinham o cuidado de manusear os frascos de Ara+ e Ara- alternadamente. Ou seja, se por acaso cometessem um erro — deixassem espirrar líquido em uma pipeta transferidora, ou coisa parecida — isso apareceria depois, quando eles fizessem o teste do vermelho/ branco nas amostras. Engenhoso? Sim. E escrupuloso. Cientistas bons de verdade têm de ser as duas coisas.

 

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