Autor Tópico: Uma refutação da Teoria da Evolução  (Lida 43055 vezes)

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Offline Osler

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #50 Online: 04 de Outubro de 2013, 17:29:08 »
Novamete você demostra não ter entendido o que se retirou de iformações do trabalho do Lenski, se não saberia que ser destruído ou não em ambiente extra-laboratorial não tem nada a ver nem com as conclusões do experimento, nem com o artigo.

A experiência saiu do livro do Dawkins, O Maior Espetáculo da Terra, e faz SIM ,distinção entre o que ocorre no laboratório e fora do laboratório...

Vou tetar lhe explicar.
Na experiência citada não se planejou, nem se dirigiu a uma mutação específica.  Se selecionou os seres e o ambiente, tetando reproduzir as condições in vivo.  As bactérias não foram artificialmente modificadas, nem induziu-se mutação alguma, elas foram simplesmente selecionadas ara se ter uma variável sob controle.
Note então que não houve seleção artificial, o fato de isso ter acontecido dentro do laboratorio nao modificou o processo.


“Como as massas são inconstantes, presas de desejos rebeldes, apaixonadas e sem temor pelas conseqüências, é preciso incutir-lhes medo para que se mantenham em ordem. Por isso, os antigos fizeram muito bem ao inventar os deuses e a crença no castigo depois da morte”. – Políbio

Offline Osler

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #51 Online: 04 de Outubro de 2013, 17:31:59 »
Vejamos um pequeno exemplo do excelente planejamento. Eu disse que os doze frascos fundadores foram semeados a partir de um mesmo clone e, portanto, começaram geneticamente idênticos. Mas não foi exatamente assim, por uma razão interessante e sagaz. O laboratório de Lenski havia estudado previamente

Planejamento estudo prévio lembram DI...

Na verdade sua comparação é mais compatível com a posição oficial do Vaticano, Deus criou e a evolução fez o resto

Eu tenho em MÃOS várias Escherichia coli SENSÍVEIS inclusive a sulfaprim...

Sim, mas você tem várias RESISTENTES a "sulfaprim" (sulfametoxazol + trimetropim), não?  Como é possível se o meio externo engole as mutações?
Pergunte aos seus colegas de CCIH se algum médico do serviço trata infecção urinária com "sulfaprim" antes de ver o resultado microbiológico.
“Como as massas são inconstantes, presas de desejos rebeldes, apaixonadas e sem temor pelas conseqüências, é preciso incutir-lhes medo para que se mantenham em ordem. Por isso, os antigos fizeram muito bem ao inventar os deuses e a crença no castigo depois da morte”. – Políbio

Offline Osler

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #52 Online: 04 de Outubro de 2013, 17:35:50 »
http://biologia24horas.blogspot.com.br/2011/10/quarenta-e-cinco-mil-geracoes-de.html

E? Seleção artificial, coloque as bactérias na natureza e o gigantesco biota engolirá essas mutações

Se usa isso para controlar bactérias multirresistentes aos antibióticos, no domicílio.

Acinetobacter, Staphylococcus, Klebsiella sp, Escherichia coli,

Novamete, não entendeu a diferença entre seleção artificial e ensaios laboratoriais.

Novamente, utiliza um exemplo (a desconaminação de germes gram-negaivos multiresistentes0 e extrapola para todos os germes, o que está longe da realidade.
pergunte a seus colegas da CIH como vai o tratamento de E. coli ambulatorial com sulfa...

http://www.scielosp.org/scielo.php?pid=S0042-96862004000100004&script=sci_arttext
http://www.who.int/bulletin/volumes/82/1/3-8.pdf

Excretores crônicos estão impedindo que o poliovírus seja erradicado, pois este poliovírus modificado volta à forma original. Isso é FATO. Nada de conversa mole de laboratório...

doc, novamente.
O fato de um germe se controlado pela competição no meio extra-laboraorial não significa que todos sejam.  E novamente, o fato de ele ser eliminado (ou não) é previsto e esperado pelo mecanismo da seleção natural
“Como as massas são inconstantes, presas de desejos rebeldes, apaixonadas e sem temor pelas conseqüências, é preciso incutir-lhes medo para que se mantenham em ordem. Por isso, os antigos fizeram muito bem ao inventar os deuses e a crença no castigo depois da morte”. – Políbio

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #53 Online: 04 de Outubro de 2013, 17:42:05 »
Todos são, e a liberação de usuários colonizados comprova isso. E você não tem evidência ou prova do contrário. O poliovírus RETORNA à forma original, e ISSO é fato.

Agora, PROVE e fundamente o contrário...

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #54 Online: 04 de Outubro de 2013, 17:47:43 »


Oras, mesmo que se use deriva gênica, mutação neutra, TUDO ISSO CONSOME ENERGIA. Ninguém armazena energia em forma de cadeia fosforilada no DNA com "MUTAÇÕES NEUTRAS", DE GRAÇA...

ESTE É O RESULTADO FINAL:

MAIS APTO--------------------------------------------------->MENOS APTO
MENOS COMPLEXO----------------------------------------->MAIS COMPLEXO
MAIOR SUCESSO REPRODUTIVO-------------------------->MENOR SUCESSO REPRODUTIVO
MENOS ENERGIA--------------------------------------------->MAIS ENERGIA
MAIOR PROBABILIDADE------------------------------------->MENOR PROBABILIDADE

ORAS, SE O MAIS APTO SURGIU PRIMEIRO, PARA QUE SERVE A SELEÇÃO NATURAL? NADA.

Há mais argumento, mas darei espaço para colocações...

O bomba de improbabilidade de Dawkins, impulsionada pela energia solar, em direção à complexidade, aos passinhos, em direção ao sucesso reprodutivo é um auto de contradição interna evidente...

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #55 Online: 04 de Outubro de 2013, 18:59:06 »

Isso já foi avaliado com os Pseudomonas, mas tudo bem. Veremos o que tange a isolamento geográfico.

Lembremos que SIM, há uma competitividade entre espécies, tanto que há destruição de umas por outras.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0602200801.htm

No caso das bactérias inicialmente, não haveria nenhum competidor, nem nunca houve, a altura, para ocupar nichos ecológicos.

Errado. "Bactérias" não são uma coisa só, mas há diversas espécies/categorias que ocupam nichos diversos, aos quais são especializadas.
 


Citar
As bactérias exitem há 32 km de altura e 3 km de profundidade, se seu biota consiste em todo os  demais biotas somados...

Sim, em diferentes variedades originadas a partir do acúmulo de variação hereditária nessas linhagens.


Você parece sugerir/supor que essa "versatilidade" das "bactérias" impediria a divergência de bactérias e a origem de seres multicelulares.

O problema é que isso não faz sentido. Como disse, não há um "supervisor inteligente" tomando conta para que apenas existam organismos que se reproduzem mais numerosamente em qualquer ambiente possível, e apenas os "deixar soltos" para se reproduzirem não resulta nisso. Variações que se reproduzem mais eficientemente em um ambiente não necessariamente serão tão eficientes em outros, e mesmo num mesmo ambiente, há espaço para variação de aptidão, a menos que uma variação esgote completamente os recursos do ambiente, o que deve ser bastante raro. Você certamente não tem nenhum modelo que sugerisse isso, e mesmo que tivesse, estaria errado, uma vez que contrasta com a realidade observada, são só coisas que você pensou tentando de alguma forma vaga refutar a seleção natural.

A versatilidade de micróbios unicelulares também não impede que pluricelularidade se origine a partir de ancestrais unicelulares. Mesmo que micróbios "solitários" se reproduzam individualmente mais do que micróbios que formem colônias, os segundos podem evoluir dos primeiros desde que essa foram de vida colonial os esteja permitindo explorar um nicho ou ambiente não dominado por organismos solitários. O que pode incluir até a colônia em si ser uma forma de se defender de competidores individuais.

"Dominado" não é simplesmente "habitado". Precisa ficar claro que bactérias não ocupam todos os nichos. Por exemplo, as bactérias não concorrem com as formigas ou com as girafas nos mesmos nichos.

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #56 Online: 04 de Outubro de 2013, 19:15:35 »

Isso já foi avaliado com os Pseudomonas, mas tudo bem. Veremos o que tange a isolamento geográfico.

Lembremos que SIM, há uma competitividade entre espécies, tanto que há destruição de umas por outras.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0602200801.htm

No caso das bactérias inicialmente, não haveria nenhum competidor, nem nunca houve, a altura, para ocupar nichos ecológicos.

Errado. "Bactérias" não são uma coisa só, mas há diversas espécies/categorias que ocupam nichos diversos, aos quais são especializadas.
 


Citar
As bactérias exitem há 32 km de altura e 3 km de profundidade, se seu biota consiste em todo os  demais biotas somados...

Sim, em diferentes variedades originadas a partir do acúmulo de variação hereditária nessas linhagens.


Você parece sugerir/supor que essa "versatilidade" das "bactérias" impediria a divergência de bactérias e a origem de seres multicelulares.

O problema é que isso não faz sentido. Como disse, não há um "supervisor inteligente" tomando conta para que apenas existam organismos que se reproduzem mais numerosamente em qualquer ambiente possível, e apenas os "deixar soltos" para se reproduzirem não resulta nisso. Variações que se reproduzem mais eficientemente em um ambiente não necessariamente serão tão eficientes em outros, e mesmo num mesmo ambiente, há espaço para variação de aptidão, a menos que uma variação esgote completamente os recursos do ambiente, o que deve ser bastante raro. Você certamente não tem nenhum modelo que sugerisse isso, e mesmo que tivesse, estaria errado, uma vez que contrasta com a realidade observada, são só coisas que você pensou tentando de alguma forma vaga refutar a seleção natural.

A versatilidade de micróbios unicelulares também não impede que pluricelularidade se origine a partir de ancestrais unicelulares. Mesmo que micróbios "solitários" se reproduzam individualmente mais do que micróbios que formem colônias, os segundos podem evoluir dos primeiros desde que essa foram de vida colonial os esteja permitindo explorar um nicho ou ambiente não dominado por organismos solitários. O que pode incluir até a colônia em si ser uma forma de se defender de competidores individuais.

"Dominado" não é simplesmente "habitado". Precisa ficar claro que bactérias não ocupam todos os nichos. Por exemplo, as bactérias não concorrem com as formigas ou com as girafas nos mesmos nichos.

Prove sua colocação demonstrando com algum organismo que reproduza mais rápido, por exemplo, que o vibrião colérico- 20 minutos... Mesmo em colônia, a rapidez da PSEUDOMONAS fica afetada ao produzir POLÍMEROS. Com isso as que não produzem polímero se reproduzem mais, sendo que a colônia afunda, sob o peso das que não produzem o polímero.

Portanto, dê um exemplo assim como o que eu digitalizei, REAL, e não baseado em premissas não comprovadas...

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #57 Online: 04 de Outubro de 2013, 19:17:01 »
Resumo, comprovadamente e não por suposições, a Seleção Natural foi CONTRA a Pseudomonas mais complexa...

Offline _Juca_

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #58 Online: 04 de Outubro de 2013, 19:22:20 »
Resumo, comprovadamente e não por suposições, a Seleção Natural foi CONTRA a Pseudomonas mais complexa...

Simplifica, isso que dizer o que? Que a seleção natural e atearia da evolução são lendas, estão erradas?


Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #59 Online: 04 de Outubro de 2013, 19:27:50 »
Resumo, comprovadamente e não por suposições, a Seleção Natural foi CONTRA a Pseudomonas mais complexa...

Simplifica, isso que dizer o que? Que a seleção natural e atearia da evolução são lendas, estão erradas?



Significa que se surgiram os mais complexos, com MENOR SUCESSO REPRODUTIVO, a SN não atuou... E não adianta se esconder atrás de nicho, pois o ISOLAMENTO GEOGRÁFICO, no fim das contas, é um tiro no pé. Mais APTO é o que vive em nichos mais diferentes e imagináveis possíveis... As bactérias vivem em todos os nichos possíveis, e no banheiro você evacua a população do Brasil em bactérias de cada vez...

ENTÃO, se o DNA é de maneira eficaz e econômica replicado pelas bactérias, porque surgiriam outras formas como a baleia?

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #60 Online: 04 de Outubro de 2013, 19:30:58 »
Não temos evidências de qual foi o primeiro passo na
produção de vida, mas sabemos que tipo de passo deve
ter sido. Deve ter sido o que quer que fosse preciso para
dar início à seleção natural. Antes desse primeiro passo,
os tipos de melhora que só a seleção natural pode gerar
eram impossíveis. E isso significa que o passo crucial foi
o surgimento, por algum processo ainda desconhecido,
de uma entidade autorreplicante
. A autorreplicação gera
uma população de entidades que competem entre si para
ser replicadas. Como nenhum processo de cópia é
perfeito, a população inevitavelmente acabará contendo
variedade, e se existem variantes numa população de
replicadores, os que tiverem o que é preciso para ser
bem-sucedidos inevitavelmente virão a predominar. Isso
é seleção natural,
e não poderia ter começado antes que
surgisse a primeira entidade autorreplicante.

Lembrando a doutrina de novo, esquecidos...
O Maior Espetáculo da Terra, Dawkins...

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #61 Online: 04 de Outubro de 2013, 19:33:04 »
Vocês estão desafiados a encontrarem um biota melhor sucedido que o bacteriano :ok:

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #62 Online: 04 de Outubro de 2013, 19:35:25 »
"DE UM COMEÇO TÃO SIMPLES"
Sabemos muito a respeito de como a evolução atuou
desde que ela teve início, muito mais do que Darwin
sabia. Mas no que diz respeito a como ela começou,
pouco sabemos mais do que Darwin. Este é um livro
sobre evidências, e não temos evidências do crucial
evento que foi o princípio da evolução em nosso planeta.
Pode ter sido um evento de suprema raridade. Basta que
tenha acontecido uma só vez, e pelo que sabemos ele só
aconteceu uma vez. É até possível que só tenha
acontecido uma vez no universo inteiro, embora eu
duvide. Uma coisa que podemos afirmar, com base em
pura lógica e não em evidências, é que Darwin foi sábio
quando disse "de um começo tão simples". O oposto de
simples é estatisticamente improvável. Coisas
estatisticamente improváveis não surgem de modo
espontâneo
: é isso que significa estatisticamente
improvável. O começo teve de ser simples, e a evolução
pela seleção natural é o único processo que conhecemos
pelo qual começos simples podem levar a resultados
complexos.


Dawkins, etc...

Offline Osler

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #63 Online: 04 de Outubro de 2013, 20:22:20 »
Todos são, e a liberação de usuários colonizados comprova isso.
Não, liberamos esses usuários pois A) o risco de infecção por esse tipo de germe é baixo 2) a descolonização com uso de produtos é custoso e de eficácia duvidosa C) essas bactérias não cosumam prosperar fora do ambiente hospitalar por competição com outros germes de pele, como estafilo e estrepo, assim como acontece com qualquer gram negativo colonizando a pele.  o acineto não "volta" a ser sensível como você afirrma, ele simplemente é eliminado por seus rivais


E você não tem evidência ou prova do contrário. O poliovírus RETORNA à forma original, e ISSO é fato.
o atigo linkado por vossa senhoria em - http://www.scielosp.org/scielo.php?pid=S0042-96862004000100004&script=sci_arttext - naõ versa sobre o virus retornando a seu estado selvagem, coisa que você veria se Lê-se o artigo.
Vou resumi=lo para você ver se entende
Existe uma vacina para o virus da poliomielie que utiliza o virus atenuado (sabin) e outra com o virus morto (SALK)
Nos países mais avançados se dá preferêcia a SALK pois apesar das duas serem eficientes há um risco de o virus atenuado fazer infecção num pequeno grupo de pacientes, notadamente os com imunodeficiências.
Nesse artigo pegaram esse subgrupo de pacientes mais exposto ao risco de diversos aíses e esudaram se havia eliminação crõnica de virus atenuado, coisa que foi constatado.
Ou seja, o artigo não fala no virus atenuado voltando ao normal.  Mesmo quando esse virus faz infecção ele continua diferente do virus selvagem - basta você se dar ao tabalho de ler o artigo que postou
Ou seja, sua afirmação e o artigo não tem nenhuma relação..

Agora, PROVE e fundamente o contrário...
Sim demostri aí em cima que o artigo apresentado não tem nada a ver com suas conclusões
“Como as massas são inconstantes, presas de desejos rebeldes, apaixonadas e sem temor pelas conseqüências, é preciso incutir-lhes medo para que se mantenham em ordem. Por isso, os antigos fizeram muito bem ao inventar os deuses e a crença no castigo depois da morte”. – Políbio

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #64 Online: 04 de Outubro de 2013, 20:42:48 »
A vacina inativada induz a produção de anticorpos da classe IgG de maneira satisfatória, mas quase não dá origem a formação de IgA secretora, ao contrário da vacina oral. Nesse caso não há propagação do vírus vacinal na comunidade, não ocorrendo casos de pólio paralítica por reversão do vírus vacinal selvagem. Encontra-se atualmente disponível comercialmente em preparados associados à vacina tríplice bacteriana (DPT), o que possibilita sua aplicação sem ônus operacional.
http://www.vacinas.org.br/vacinas06.htm

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #65 Online: 04 de Outubro de 2013, 20:44:22 »
Novamete você demostra não ter entendido o que se retirou de iformações do trabalho do Lenski, se não saberia que ser destruído ou não em ambiente extra-laboratorial não tem nada a ver nem com as conclusões do experimento, nem com o artigo.

A experiência saiu do livro do Dawkins, O Maior Espetáculo da Terra, e faz SIM ,distinção entre o que ocorre no laboratório e fora do laboratório...

Vou tetar lhe explicar.
Na experiência citada não se planejou, nem se dirigiu a uma mutação específica.  Se selecionou os seres e o ambiente, tetando reproduzir as condições in vivo.  As bactérias não foram artificialmente modificadas, nem induziu-se mutação alguma, elas foram simplesmente selecionadas ara se ter uma variável sob controle.
Note então que não houve seleção artificial, o fato de isso ter acontecido dentro do laboratorio nao modificou o processo.


Você está errado. Se não prove que não está errado... Quando você seleciona uma variável sob controle, isso encerra o assunto..

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #66 Online: 04 de Outubro de 2013, 20:45:35 »
Você posta e não prova NADA...

Eu fundamentei tudo o que eu postei até agora...

Offline docdeoz

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #67 Online: 04 de Outubro de 2013, 20:46:28 »
Quanto a colonização, não se fala do que não se sabe...

Você já atendeu um paciente colonizado? Não! Eu sim...

Offline Derfel

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #68 Online: 04 de Outubro de 2013, 22:33:15 »
Sugiro aulas de interpretação de texto e inglês técnico.

Offline 3libras

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #69 Online: 04 de Outubro de 2013, 22:35:56 »
acho que tu não entendeu algo: para haver seleção natural é necessário haver pressão seletiva, ou seja, uma condição no ambiente que faça com que alguns seres vivam e outros morram.

vamos por exemplo citar o caso de uma bacteria x que produza o tal polimero e que esse polimero proteja contra a ação de uma substancia y, mesmo que a um custo energético que comprometa a reprodução.

num local hipotético A onde há a substância Y a linhagem que produz a proteção resistirá melhor a pressão seletiva do local, prevalecendo.

num local hipotético B onde não há tal substância e nenhum outro fator grave que impeça a reprodução obviamente a cepa estaria em desvantagem e seria sobrepujada pela padrão.

caso o local A deixasse de ter tal substância, chegando ao nivel do local B seria provável que surgindo uma variedade com mais velocidade de reprodução ela sobrepujaria.

não tem nada a ver com complexidade, os seres podem perder complexidade, cobras perderam membros, alguns animais são cegos, aves perderam capacidade de voar, todas coisas relativamente mais "complexas".  o que vai fazer permanecer é a pressão seletiva.

e sim, sobreviver ao ambiente da forma mais simples, com menor dispendio de energia é mais vantajoso, obviamente basta ver que na sua boca tem mais bacterias que toda a população de mamíferos do planeta.

mas não é a única.

e quando olhamos vendo que genes competem entre si vemos que em organismos mais complexos é maior a chance de um gen permanecer imutável do que numa bactéria, fazendo que que tal caracteristica prevaleça sendo uma vantagem para sua sobrevivencia no gene pool da espécie.

aliás é bom lembrar que quando falamos de evolução, falamos de espécies em microorganismos quase de forma didática. lembre-se que espécie é o grupo de individuos capazes de reproduzir entre si e gerar descedentes férteis, quando chegamos aos assexuados, diversas vezes estamos apenas categorizando por caracteristicas comuns.

mas mesmo em reprodução sexuada as divisões taxionômicas naõ são verdades objetivas, são catalogos, categorizações, é "pura arquivologia" espécie, filo, familia etc etc.

muitas vezes os criticos da evolução usam essa classifcação , que é baseada no conhecimento atual, para diminuir a teoria, quando não entendem qual é o ponto de tal classificação (ajudar a estudar e compreender organismos afins)
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Offline 3libras

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #70 Online: 04 de Outubro de 2013, 22:49:00 »
um exemplo claro são os microorganismos de respiração anaeróbica e os de respiração aeróbica. uns prevalecem onde tem 02 outros onde não tem...


esse argumento "como pode as bactérias serem inferiores evolutivamente e nós termos dominado o mundo?"  é falacioso, pq evolutivamente quem "está vencendo" a corrida evolutiva são exatamente elas e nós somos apenas um pedacinho, de um pedacinho, que tenta a duras custas sobreviver às milhões de infecções possíveis no nosso planeta.
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Offline _Juca_

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #71 Online: 04 de Outubro de 2013, 22:51:29 »
Resumo, comprovadamente e não por suposições, a Seleção Natural foi CONTRA a Pseudomonas mais complexa...

Simplifica, isso que dizer o que? Que a seleção natural e atearia da evolução são lendas, estão erradas?



Significa que se surgiram os mais complexos, com MENOR SUCESSO REPRODUTIVO, a SN não atuou... E não adianta se esconder atrás de nicho, pois o ISOLAMENTO GEOGRÁFICO, no fim das contas, é um tiro no pé. Mais APTO é o que vive em nichos mais diferentes e imagináveis possíveis... As bactérias vivem em todos os nichos possíveis, e no banheiro você evacua a população do Brasil em bactérias de cada vez...

ENTÃO, se o DNA é de maneira eficaz e econômica replicado pelas bactérias, porque surgiriam outras formas como a baleia?

Responda de forma objetiva minha pergunta. A teoria da evolução está errada? E como você define a surgimento das espécies?

Offline 3libras

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #72 Online: 04 de Outubro de 2013, 23:19:11 »
eu não to entendendo o cara.

ele alega: "se a evoluçaõ estiver certa teremos muito mais bactérias do que outros seres, como existem mesmo muito mais bactérias a evolução logicamente está errada."

alguém entendeu? rs.
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #73 Online: 05 de Outubro de 2013, 17:42:11 »
Prove sua colocação demonstrando com algum organismo que reproduza mais rápido, por exemplo, que o vibrião colérico- 20 minutos...

Não importa "reprodução mais rápida", como já disse, a seleção natural não tem um "juiz" vendo quem chega primeiro na "linha de chegada," medindo taxas de reprodução. É questão de sobrevivência e acúmulo de diferentes variedades em diferentes populações e ambientes. Dentro de um mesmo ambiente e população, ou num ambiente com diferentes populações e espécies competindo pelos mesmos recursos, então sim, as taxas de reprodução serão bem significativas, tendendo a extinguir variações ou as espécies que se reproduzam menos.

Mas mesmo assim há exceções, em alguns casos a "estretégia reprodutiva" mais eficaz em longo prazo é de maior investimento por indivíduo e prole menos numerosa. Provavelmente resulta de "bolsões" isolados de sobrevivência de populações que esgotam menos os recursos ambientais e/ou cuja menor taxa de reprodução se dá em troca de maiores chances de sobrevivência, implicando em maiores chances de reprodução em longo prazo.


Citar
Mesmo em colônia, a rapidez da PSEUDOMONAS fica afetada ao produzir POLÍMEROS. Com isso as que não produzem polímero se reproduzem mais, sendo que a colônia afunda, sob o peso das que não produzem o polímero.

Sim, isso é um exemplo de seleção natural funcionando, não de que ela não existe. Se/quando esses POLÍM... polímeros... não contribuem em nada (ou talvez negativamente) para sua sobrevivência e reprodução, representam um custo, e então variações que não os produzam levam vantagem reprodutiva.


Citar
Portanto, dê um exemplo assim como o que eu digitalizei, REAL, e não baseado em premissas não comprovadas...

Você mesmo já deu um exemplo contrário, o dos vírus amenizados que reevoluem formas mais virulentas. Isso é exemplo tanto na ida quanto na volta. No hospedeiro alternativo usado para a amenização, ele primeiro sofre mutações que dão alguma competência a esse novo ambiente (às custas de adaptação ao hospedeiro para o qual se está produzindo a vacina), e depois, o mesmo pode ocorrer quando reintroduzido no hospedeiro original, se calharem de ser introduzidos em indivíduos com sistema imune comprometido.

O mesmo vale para qualquer coisa que você reconheça como adaptação, e que tenha variação individual ou entre espécies próximas, onde uma não substitua a outra, ou onde esse estado de um caractere não substitua o outro, cada estado tendo suas vantagens e desvantagens, nas diferentes situações. Havendo variação genética determinando esses diferentes fenótipos ou gradação fenotípica, ela será originária em última instância de mutação. Não há nada de "especial" em seqüências de ácidos nucléicos que são adaptativas quando comparada a alelos menos adaptativos no mesmo ambiente, não são "seqüências mágicas" que só poderiam ter sido criadas magicamente.

Pigmentação em humanos, por exemplo. Tanto a despigmentação de populações mais claras na Europa e na Ásia, de origens independentes (a despigmentação permite maior fotossíntese de vitamina D, cuja deficiência pode acarretar uma série de problemas), tanto como a pigmentação e/ou principalmente a bronzeabilidade de africanos sub-saarianos e ameríndios. A pigmentação mais permanente surgiu primeiro quando os humanos passaram a ser mais "pelados" há algo como 1 milhão de anos atrás. Despigmentação surgiu independentemente na medida em que hominídeos migraram para regiões mais distantes do equador, primeiramente em neandertais, depois, bem mais tarde, "recentemente", em asiáticos e europeus, também independentemente. A despigmentação pode evoluir primeiramente por seleção relaxada como proteção à radiação (como ocorre em diversas populações de animais cavernícolas, que viram praticamente albinos), mas também tem papel adaptativo, tornando as populações menos dependentes de fontes dietéticas de vitamina D, e talvez outras coisas mais, é um assunto bem complexo.

Outros exemplos, bem clássicos, são as formas de bico e tamanho de tentilhões de Galápagos, exaustivamente estudados por Peter e Rosemary Grant.


Mas como disse, vale para qualquer variação que você reconheça ser adaptativa, e variações homólogas menos adaptativas dentro da mesma espécie (possivelmente adaptativas em algum outro ambiente) ou em espécies aparentadas.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Uma refutação da Teoria da Evolução
« Resposta #74 Online: 05 de Outubro de 2013, 17:52:18 »
Já que gosta de Pseudomonas:

Citar
Mol Ecol. 2003 Nov;12(11):3109-21.
Genes encoding a cellulosic polymer contribute toward the ecological success of Pseudomonas fluorescens SBW25 on plant surfaces.
Gal M, Preston GM, Massey RC, Spiers AJ, Rainey PB.
Source
Department of Plant Sciences, University of Oxford, South Parks Road, Oxford, OX1 3RB, UK.
Abstract
Pseudomonas fluorescens SBW25 is a Gram-negative bacterium that grows in close association with plants. In common with a broad range of functionally similar bacteria it plays an important role in the turnover of organic matter and certain isolates can promote plant growth. Despite its environmental significance, the causes of its ecological success are poorly understood. Here we describe the development and application of a simple promoter trapping strategy (IVET) to identify P. fluorescens SBW25 genes showing elevated levels of expression in the sugar beet rhizosphere. A total of 25 rhizosphere-induced (rhi) fusions are reported with predicted roles in nutrient acquisition, stress responses, biosynthesis of phytohormones and antibiotics. One rhi fusion is to wss, an operon encoding an acetylated cellulose polymer. A mutant carrying a defective wss locus was competitively compromised (relative to the wild type) in the rhizosphere and in the phyllosphere, but not in bulk soil. The rhizosphere-induced wss locus therefore contributes to the ecological performance of SBW25 in the plant environment and supports our conjecture that genes inactive in the laboratory environment, but active in the wild, are likely to be determinants of fitness in natural environments.


 

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