Autor Tópico: Analisando o "Perigo Islâmico"  (Lida 31606 vezes)

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Offline Georg Hagedorn

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Analisando o "Perigo Islâmico"
« Online: 21 de Setembro de 2014, 19:39:20 »
Olá, sou novo no Fórum.
 
Algumas pessoas dizem que o Islã irá dominar o mundo daqui em algumas décadas, mas será que isso é verdade? Criei o tópico para discutir se o Islamismo irá realmente dominar a Europa em algums anos ou o mundo como dizem.

Citar
O “Tratado para Recrutamento de Trabalhadores Turcos” (Abkommen zur Anwerbung türkischer Arbeitnehmer) foi gestado num cenário em que a Alemanha enfrentava forte escassez de mão de obra. O problema foi constatado já no início dos anos 50, quando o alto número de mortos e prisioneiros da segunda guerra tornou-se um entrave para a reconstrução da economia do país.

No início, parte da demanda por trabalhadores na Alemanha Ocidental, ocupada pelos Aliados, foi suprida por pessoas vindas da Alemanha Oriental e de outros países do Leste europeu, como Polônia e Hungria. Com a construção do muro de Berlim, porém, o fluxo foi interrompido, exatamente no momento em que a indústria de mineração e siderurgia florescia na região do Ruhr, no oeste do país. Em Berlim, também faltaram trabalhadores para serviços de baixa qualificação, como limpeza de ruas e construção civil.

A solução encontrada foi firmar acordos migratórios com outros países europeus, como Itália, Espanha e Turquia.


Se a própria Alemanha necessitava de mão de obra e permitiu imigração Turca no seu país como eles poderiam ter "invadido" a alemanha?


Citar
Hoje, a comunidade turca na Alemanha conta com cerca de 2,7 milhões de pessoas. Em alguns bairros de Berlim, eles chegam a ser maioria. Apesar de muitos estarem completamente adaptados à vida aqui, os dados mostram que para outros as diferenças ainda estão longe de ser superadas. O percentual de migrantes turcos que terminam a escola é significativamente menor do que entre estrangeiros de outras nacionalidades. O desemprego é outro problema que atinge o grupo com mais força. E a religião, muitas vezes, continua sendo motivo para conflitos.

Citar
De acordo com dados divulgados pelo Departamento Federal de Estatística da Alemanha nesta quinta-feira (05/04), cerca de 6,93 milhões de pessoas com cidadania exclusivamente estrangeira viviam na Alemanha no final de 2011 – 177.300 a mais do que no ano anterior. O crescimento de 2,6% foi o maior dos últimos 15 anos.
A maior parte dos imigrantes, 88%, vêm dos Estados-membros da União Europeia (UE), especialmente do Leste. "Os números elevados se devem, naturalmente, ao fato de que a liberdade de circulação entrou em vigor para os novos Estados da UE no ano passado", diz Ilona Riesen, do Instituto da Economia Alemã em Colônia (IW, na sigla em alemão).
Com exceção da Romênia e da Bulgária, a liberdade de circular vale para todos os parceiros da Alemanha na UE. É particularmente evidente o aumento de cidadãos da Polônia e da Hungria.

A maior parte dos estrangeiros é da União Europeia.   

Citar
Quanto a cerimônias ou eventos religiosos, mais de um terço diz frequentá-los com assiduidade, enquanto a maioria declara comparecer raramente ou nunca. Neste ponto, as mulheres são menos assíduas que os homens. Mesmo assim, a reivindicação por aulas de religião islâmica é forte, tendo sido manifestada por 76% dos entrevistados.

Quanto ao uso do véu islâmico, um assunto controverso na Alemanha, 70% das mulheres muçulmanas afirmam não ter esse hábito. A diferença entre a primeira e a segunda geração não é grande nesse caso, embora um quarto da muçulmanas da primeira geração de imigrantes sempre usem o véu.

A maioria dos filhos de muçulmanos deixa de seguir os costumes pela influência ocidental.

http://www.ufjf.br/ladem/2011/04/06/50-anos-de-imigracao-turca-na-alemanha/
http://www.dw.de/aumenta-n%C3%BAmero-de-imigrantes-na-alemanha/a-15863131
http://www.dw.de/mu%C3%A7ulmanos-da-alemanha-s%C3%A3o-mais-numerosos-e-integrados-do-que-se-pensava/a-4421284[/size]
« Última modificação: 11 de Setembro de 2015, 22:45:11 por Geotecton »
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Offline Georg Hagedorn

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #2 Online: 22 de Setembro de 2014, 20:51:12 »
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O número de muçulmanos crescerá 35% nos próximos 20 anos

Segundo as previsões de um estudo publicado pelo Fórum sobre Religião e Vida Pública, do Pew Research Center, um grupo de especialistas americanos informa que a população mundial muçulmana crescerá aproximadamente 35% nos próximos 20 anos, passando de 1 bulhão e 600 milhões de muçulmanos, em 2010, para  2 bilhões e 200 milhões, em 2030.

Segundo esse estudo, nas próximas duas décadas, a comunidade muçulmana crescerá com o dobro da velocidade, aproximadamente, que a população não muçulmana: a um ritmo médio de 1,5% anual, frente a 0,7%, respectivamente.

Se essa tendência se mantiver, os que professam o Islã representarão, em 2030, 26,4% dos habitantes do mundo. No ano passado, 23,4% dos habitantes do mundo eram muçulmanos.

O estudo explica esse aumento pela relativa alta taxa de natalidade dos muçulmanos, pela grande quantidade de muçulmanos que está em idade fértil e pelo aumento da expectativa de vida nos países onde são maioria.

Contudo, o número de muçulmanos aumentará em um ritmo mais lento que o registrado nas últimas décadas. Entre 1990 e 2010, esse setor da população mundial cresceu a um ritmo anual médio de 2,2%, enquanto que, daqui a 2030, calcula-se que será de 1,5%.

Outros dados contidos no informe “O futuro da população muçulmana mundial” afirmam que o Paquistão superará a Indonésia como o país com a maior quantidade de muçulmanos; que, nos Estados Unidos, o número de muçulmanos vai mais que duplica e que quase um quarto da população de Israel professará o Islã.

França e Bélgica terão mais de 10%

Com relação à Europa, o estudo destaca que a França e a Bélgica terão mais de 10% de muçulmanos, e que, na Suécia, representarão 9,9% da população. Mesmo assim, o estudo insiste que nenhum país europeu caminha para ser de maioria muçulmana e prognostica que, dentro de 20 anos, haverá cerca de 8% de fiéis de Alá em todo o continente.

A Espanha recebeu 70 mil imigrantes muçulmanos em 2010, mas eles eram só 13,1% do total de imigrantes que chegaram nesse ano. Essa porcentagem mostra as diferenças com outros países europeus, como a França, onde 68,5% dos imigrantes recebidos eram muçulmanos. No Reino Unido, o número foi de 28,1% dos novos imigrantes.

Por último, o estudo do Pew Research Center indica que, apesar do rápido crescimento do Islã, parece que o Cristianismo seguirá sendo a religião que predomina no mundo nas próximas décadas. Atualmente, há mais de 2 bilhões de cristãos, que representam entre 30 a 35% da população mundial.

Os Muçulmanos tem se reproduzido muito, para pará-los deve se ter algum conflito interno ou outro fator. Há tantas vertentes do Islamismo que acho díficil eles se juntarem como uma força em massa. 



 

Citar
Transição demográfica nos países islâmicos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves



Existem diversos vídeos na Internet afirmando que há uma explosão da população muçulmana no mundo e que o crescimento do islamismo ameaça principalmente os países ocidentais e cristãos. Vejamos a realidade dos dados mais recentes, com base no site da divisão de população da ONU (disponível em: http://esa.un.org/unpp/) e do artigo Changes in Fertility Rates Among Muslims in India, Pakistan, and Bangladesh, de Eric Zuehlke (disponível em: http://www.prb.org/).

 

O percentual de muçulmanos no mundo está previsto para atingir um quarto da população mundial até 2020. O maior crescimento das populações muçulmanas decorre de uma transição demográfica iniciada com uma defasagem temporal em relação, não só aos países desenvolvidos, mas também em relação aos países em desenvolvimento, como o Brasil.

 

Considerando 46 países com população majoritariamente muçulmanas, a Taxa de Fecundidade Total (TFT) estava, em 1950, acima de 7 filhos por mulher em 25 deles, entre 6 e 7 filhos em 17 países e entre 5 e 6 filhos em 4 países. Este quadro tinha mudado pouco até 1980-1985. Contudo, a partir de 1985, a fecundidade começou a cair em praticamente todos os países os países muçulmanos (as exceções são apenas Somália, Afeganistão e Yemen). Em 2008, 21 países tinham taxas de fecundidade igual ou abaixo do nível de reposição (2,1 filhos por mulher) que é o número necessário de filhos para manter a população estável no longo prazo. Fecundidade abaixo de 2,1 filhos por mulher signifca que a população vai decrescer no longo prazo.

 

O caso da Indonésia é ilustrativo. O maior país muçulmano – e o quarto maior do mundo – tinha uma população de 77 milhões de habitantes em 1950, chegou a 230 milhões em 2009 e deve atingir 288 milhões em 2050. Mas a TFT já se encontra em torno de 2,1 filhos por mulher atualmente e deve ficar abaixo do nível de reposição na próxima década. Portanto, a população cresce devido à inercia demográfica, ou seja, a população aumenta porque a estrutura etária é jovem e a percentagem de idosos é baixa, mantendo uma diferença positiva entre a taxa de mortalidade e de natalidade. Mas a medida que a população envelhecer o crescimento populacional vai desaparecer. Os dados mostram que a população da Indonésia crescia a 2,3% ao ano no quinquenio 1970-75, caiu para 1,2% entre 2005-10 e deve ter crescimento zero no quinquenio 2045-50. Na segunda metade do século XX deve haver decrescismo populacional no país.

 

Mas cabe ao Irã o recorde na rapidez da transição demográfica. A TFT encontrava-se em torno de 7 filhos por mulher até o quinquenio 1960-65. Caiu para 6,4 filhos em 1970-75 e voltou a subir para 6,6 filhos em 1980-85, logo após a revolução islâmica, liderada pelo aiatolá Khomeini. Porém, entre 1985-90 e 2000-05 a fecundidade caiu para 2,1 filhos por mulher, transformando a transição da fecundidade do Irã na mais rápida ocorrida no mundo. O Brasil, por exemplo, gastou 40 anos para fazer a mesma transição que o Irã fez em 15 anos. A população do país continua crescendo pelo efeito da inércia demográfica, mas também deve apresentar crescimento zero na metade do século XXI, para depois iniciar um declínio progressivo.

 

Estes dois exemplos mostram que os países muçulmanos também passam pela transição demográfica, só que esta transição começou mais tarde em relação à maioria dos países do mundo. Por isto a população nestes países cresce mais do que nos demais. Alguns países que ainda tem altas taxas de fecundidade – como Somalia, Afeganistão e Yemen – são países muito pobres, com baixo nível de educação formal e com alta segregação das mulheres. Outros países não-muçulmanos, mas com as mesmas características (isto é, pobres e com baixo nível de desenvolvimento) também possuem alta fecundidade, como Uganda (41.9% católicos e 42% Protestantes) e Burundi (62% católicos, 5% protestantes e 23% crenças locais).

Foi a única fonte que encontrei desmentindo a alegação que os Muçulmanos serão maioria em algumas décadas. Creio eu que eles poderão virar um movimento popular bastante perigoso para esses países. A imigração em peso aos países é complicada, eles podem optar por ter filhos em peso, aí é questão de tempo Eles não vão conseguir manter esse ritmo de filhos por muito tempo, creio eu. Os países da Europa devem ficar atentos a isso. Há inclusive uma cidade da Europa em que 1/4 da população é Muçulmana, Bruxelas. 

http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_Canal=38&cod_noticia=16958
http://www.ufjf.br/ladem/2010/04/13/transicao-demografica-nos-paises-islamicos-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
« Última modificação: 22 de Setembro de 2014, 20:53:47 por Georg Hagedorn »
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Offline parcus

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #3 Online: 22 de Setembro de 2014, 23:07:14 »
Acho que em termos de religião, o que ocorre é que as famílias imigrantes vão perdendo a sua religiosidade ao longo das gerações. Não necessariamente se tornam ateus, mas sua crença vira algo bem mais inócuo que a religião original. Nada de preocupante, inclusive, pela minha experiência são os cristãos que são invasivos/ querem converter todo mundo, não mulçumanos/indus/etc.
http://tomwoods.com . Venezuela, pode ir que estamos logo atrás.

Offline parcus

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #4 Online: 22 de Setembro de 2014, 23:09:22 »

Foi a única fonte que encontrei desmentindo a alegação que os Muçulmanos serão maioria em algumas décadas. Creio eu que eles poderão virar um movimento popular bastante perigoso para esses países. A imigração em peso aos países é complicada, eles podem optar por ter filhos em peso, aí é questão de tempo Eles não vão conseguir manter esse ritmo de filhos por muito tempo, creio eu. Os países da Europa devem ficar atentos a isso. Há inclusive uma cidade da Europa em que 1/4 da população é Muçulmana, Bruxelas.
Há uma cidade na Nova Zelândia em que metade dos habitantes são brasileiros... em teoria é um perigo bem maior.  :hihi:

E se você puder parar de negritar tudo eu agradeceria.
http://tomwoods.com . Venezuela, pode ir que estamos logo atrás.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #5 Online: 23 de Setembro de 2014, 01:53:02 »
Tem coisa relacionada, argumentação provavelmente de ambos os lados, nesse tópico:


"Medos da "Eurábia": até que ponto a Europa pode suportar Alá?"
http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=21977

Não lembro o quão específico acaba sendo, apesar do enunciado.



Offline Georg Hagedorn

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #6 Online: 23 de Setembro de 2014, 15:12:31 »
Tem boas informações nas primeiras páginas.

Presumo que pode haver alguma rebelião dos radicais muçulmanos, mas nada global e que não dê para controlar. Não acho que países como a Alemanha vão deixar sua potência na mão dos radicais muçulmanos. A não ser que a gente entre em supostas teorias da conspiração onde certos países financiem os radicais para gerar uma guerra.

Citar
Rússia reconhece que fornece armas à Síria
O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, reconheceu, esta terça-feira, oficialmente que a Rússia continua a fornecer armas ao regime sírio, mas sublinha que elas não são utilizadas nos combates contra a oposição.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2275058
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #7 Online: 02 de Outubro de 2014, 02:32:38 »
<a href="https://www.youtube.com/v/6ibKWVTFSak" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/6ibKWVTFSak</a>

Offline Jack Carver

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #8 Online: 09 de Setembro de 2015, 16:30:12 »

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Rallá UakBah!
O Brasil é um país de sabotadores profissionais.

“Dêem-me controle sobre o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz as suas leis. - Mayer Amschel Rothschild

Offline Geotecton

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #9 Online: 09 de Setembro de 2015, 17:38:37 »
Em que país foi feito este vídeo?

Espero que o Pasteur o veja e explique o seu conteúdo.
Foto USGS

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #10 Online: 09 de Setembro de 2015, 18:17:25 »
Em que país foi feito este vídeo?

No mesmo país em que um lindo loiro radical cristão de direita matou 77 pessoas, muitas muçulmanas.

Espero que o Pasteur o veja e explique o seu conteúdo.

Pois não meu caro Geotecton

Não posso provar, mas tenho a mais absoluta certeza que muitos muçulmanos noruegueses foram levados a levantar as mãos por uma questão de temor a represálias de algum radical maluco ou por motivo de constrangimento.

Se lá na Noruega há tantos radicais assim, ou "normais" como diz o Sheik, seria de esperar pelo menos alguns atentados contra gays praticados pela comunidade muçulmana, ou algum apedrejamento ilegal, enfim, algo contra a lei norueguesa, mas a favor da lei divina.

Quanto ao Sheik é óbvio que eu defendo uma deportação se ele for estrangeiro ou mesmo alguma condenação se ele for norueguês.

Capitche!

Offline Fernando Silva

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #11 Online: 11 de Setembro de 2015, 10:27:25 »
Até hoje, alemães orientais e ocidentais ainda se estranham. Por que seria diferente com completos estrangeiros?

Offline Pilantrólogo

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #12 Online: 11 de Setembro de 2015, 11:56:54 »
Até hoje, alemães orientais e ocidentais ainda se estranham. Por que seria diferente com completos estrangeiros?

Ao mesmo tempo, são bem unidos quando se trata de escarnecer dos bávaros.
Mesmo dentro da própria Bavária, entre a região da Francônia e o sul, existe uma repulsa.
Existem diversas alianças e diferenças dentro da Alemanha. 

Estrangeiros aqui, de maneira geral, são bem-vindos, na condição de que busquem se integrar e que não cuspam no contrato social.
A ordem fala mais alto do que a origem.   
   
"(...) the future is already here. It's just not very evenly distributed." - William Ford Gibson

Offline Jack Carver

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #13 Online: 11 de Setembro de 2015, 13:16:02 »
Em que país foi feito este vídeo?

No mesmo país em que um lindo loiro radical cristão de direita matou 77 pessoas, muitas muçulmanas.

Espero que o Pasteur o veja e explique o seu conteúdo.

Pois não meu caro Geotecton

Não posso provar, mas tenho a mais absoluta certeza que muitos muçulmanos noruegueses foram levados a levantar as mãos por uma questão de temor a represálias de algum radical maluco ou por motivo de constrangimento.

Se lá na Noruega há tantos radicais assim, ou "normais" como diz o Sheik, seria de esperar pelo menos alguns atentados contra gays praticados pela comunidade muçulmana, ou algum apedrejamento ilegal, enfim, algo contra a lei norueguesa, mas a favor da lei divina.

Quanto ao Sheik é óbvio que eu defendo uma deportação se ele for estrangeiro ou mesmo alguma condenação se ele for norueguês.

Capitche!
Se os terroristas muçulmanos que cometeram atentados na Europa nos últimos anos pudessem fazem um número maior de vítimas nas ações, eles fariam com certeza, mas foram apanhados antes. Agora, esse risco aumenta com a chegada de mais muçulmanos, pois com eles, inevitavelmente, chegam mais sujeitos "instáveis". São mais unidos e organizados. E, atentados brutais são o último grau do problema.  Eles têm dificuldade de conviver numa sociedade secular.

 |(

<a href="https://www.youtube.com/v/g0sRmpvdIIk" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/g0sRmpvdIIk</a>
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Offline Geotecton

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #14 Online: 11 de Setembro de 2015, 13:40:24 »
Em que país foi feito este vídeo?
No mesmo país em que um lindo loiro radical cristão de direita matou 77 pessoas, muitas muçulmanas.

Perfeito.

Uma conferência deste tipo, com exaltação do, digamos, judaísmo, poderia ser feita em um país muçulmano como o Iraque ou a Arábia Saudita, de maneira livre e sem ninguém incomodando-os?


Espero que o Pasteur o veja e explique o seu conteúdo.
Pois não meu caro Geotecton

Não posso provar, mas tenho a mais absoluta certeza que muitos muçulmanos noruegueses foram levados a levantar as mãos por uma questão de temor a represálias de algum radical maluco ou por motivo de constrangimento.

Então ficamos no mesmo lugar.

Sem você demonstrar cabalmente a sua afirmação, prevalece o que vídeo expõe, ou seja, um bando de religiosos (islâmicos, no caso) defendendo um estilo de vida anacrônico, anti-humanista e belicoso.


Se lá na Noruega há tantos radicais assim, ou "normais" como diz o Sheik, seria de esperar pelo menos alguns atentados contra gays praticados pela comunidade muçulmana, ou algum apedrejamento ilegal, enfim, algo contra a lei norueguesa, mas a favor da lei divina.

Sim, é uma interpretação plausível.

Mas é possível que eles não o façam por temerem as sanções do sistema legal norueguês.


Quanto ao Sheik é óbvio que eu defendo uma deportação se ele for estrangeiro ou mesmo alguma condenação se ele for norueguês.

Dele, de todos os integrantes da mesa e de todos os demais imbecis que levantaram as mãos. Se estes idiotas não querem viver em um mundo civilizado laico, que voltem para as suas tocas impregnadas de religião.


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Entendido.
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Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #15 Online: 11 de Setembro de 2015, 13:57:01 »
Jack, por favor, desenvolva mais essa idéia de que "eles tem mais dificuldades em viver numa sociedade secular". Eles quem? Os muçulmanos em geral,  os terroristas muçulmanos ou radicais muçulmanos.  Não ficou claro.

Offline Gaúcho

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #16 Online: 11 de Setembro de 2015, 14:57:57 »
Muçulmanos radicais e terroristas. Se você não é radical, você é, no mínimo, tolerante.
« Última modificação: 11 de Setembro de 2015, 15:26:03 por Gaúcho »
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #17 Online: 11 de Setembro de 2015, 15:11:58 »
Muçulmanos radicais e terroristas. Se fosse não é radical, você é, no mínimo, tolerante.

A segunda frase não entendi.

Offline Gaúcho

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #18 Online: 11 de Setembro de 2015, 15:26:16 »
Arrumei :P
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #19 Online: 11 de Setembro de 2015, 15:40:13 »
Muçulmanos radicais e terroristas. Se você não é radical, você é, no mínimo, tolerante.

Deixa eu ver se eu entendi:

os muçulmanos moderados são no mínimo tolerantes com as atitudes dos radicais, para não dizer culpados pela atitudes destes, já que não fazem nada para inibir a sua violência. Correto?

Offline Gaúcho

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #20 Online: 11 de Setembro de 2015, 15:53:57 »
Muçulmanos radicais e terroristas. Se você não é radical, você é, no mínimo, tolerante.

Deixa eu ver se eu entendi:

os muçulmanos moderados são no mínimo tolerantes com as atitudes dos radicais, para não dizer culpados pela atitudes destes, já que não fazem nada para inibir a sua violência. Correto?

Nops. Eu quis dizer que quem tem dificuldade em conviver em uma sociedade secular são os muçulmanos radicais/terroristas. Muçulmanos moderados não diferem em nada de religiosos moderados de qualquer outra religião, não tendo, portanto, nenhuma dificuldade em conviver numa sociedade laica/secular.

Eu quis dizer tolerante com outras religiões/costumes, não tolerante com terroristas.
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #21 Online: 11 de Setembro de 2015, 15:57:12 »
Muçulmanos radicais e terroristas. Se você não é radical, você é, no mínimo, tolerante.

Deixa eu ver se eu entendi:

os muçulmanos moderados são no mínimo tolerantes com as atitudes dos radicais, para não dizer culpados pela atitudes destes, já que não fazem nada para inibir a sua violência. Correto?

Nops. Eu quis dizer que quem tem dificuldade em conviver em uma sociedade secular são os muçulmanos radicais/terroristas. Muçulmanos moderados não diferem em nada de religiosos moderados de qualquer outra religião, não tendo, portanto, nenhuma dificuldade em conviver numa sociedade laica/secular.

Eu quis dizer tolerante com outras religiões/costumes, não tolerante com terroristas.

Ah , ok!  :ok:

Offline Jack Carver

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #22 Online: 11 de Setembro de 2015, 20:43:46 »
Jack, por favor, desenvolva mais essa idéia de que "eles tem mais dificuldades em viver numa sociedade secular". Eles quem? Os muçulmanos em geral,  os terroristas muçulmanos ou radicais muçulmanos.  Não ficou claro.
No âmbito geral. Eles resistem de maneira contraproducente os hábitos do novo lar, pois eles vêm de uma cultura de ensinamentos morais forte intransigível, e não querem só comida e moradia. Então, em menor grau(exigir censura) ou maior grau(atentados) acaba gerando distorções indesejáveis no modo de viver dessa nova e mais tolerante sociedade a que eles encontram.
Mesmo que a maioria não aja como a ínfima minoria(instáveis) por diversos motivos, dentre os quais temer a Justiça local - ou a ameaça ao melhor modo de sobreviver -, essa maioria acaba por ignorar, quando não, opinar favoravelmente estando claramente justificado nos seus livros sagrados.
Nos países de onde eles vêm é só a minoria ínfima que vai lá e executa os castigos medievais, enquanto que a maioria já acostumada, consente e/ou vibra. Se isso por si só não é uma ameaça iminente a uma outra cultura...

Enfim, quer dizer então que os "moderados"(maioria) são culpados pelos atos extremos de um ridículo grupo? Não, mas eles são a base necessária, o ambiente comum à esses, afim de cometerem atos insanos, pois onde tem muitos muçulmanos vão aparecer esses terroristas e eles vão reagir a menor "provocação".
« Última modificação: 11 de Setembro de 2015, 21:09:11 por Jack Carver »
O Brasil é um país de sabotadores profissionais.

“Dêem-me controle sobre o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz as suas leis. - Mayer Amschel Rothschild

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #23 Online: 11 de Setembro de 2015, 21:50:00 »
Jack, desculpe, mas essa análise é típica de quem tem uma visão carregada de estereótipos e generalizações. Você está colocando muita gente no mesmo saco.  Conhece pelo menos alguma família de muçulmanos? Dos que conhece aqui que eu me lembre são dois: Dr. Manhattan e parcus. Pergunte pra eles sobre a experiência pessoal deles.  :ok:

Offline Jack Carver

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Re:Analisando o "Perigo Islãmico"
« Resposta #24 Online: 11 de Setembro de 2015, 22:52:41 »
Pasteur, você viu os vídeos que postei acima? Já é um demostrativo experimental e tanto, e veja que é só um pequeno apanhado. Passe a vista nos posts do Georg Hagedorn.
Não é necessário consultar os foristas citados sobre suas experiências, uma vez que o Brasil não tem histórico de atentados que justifiquem(ainda) uma preocupação sobre os muçulmanos no país, mas na Europa há muito o que discutir sobre. Outro detalhe é que não cheguei a alegar que é impossível muçulmanos se adequarem ao costume local depois de anos de convívio, que com certeza é um fator que deve ser levado em consideração na análise. Mas reitero, quanto mais muçulmanos naquele continente, maior o risco de terror.
Tem lugares que as ruas são fechadas e o trânsito interrompido por conta dos momentos de oração. Olha que ridículo, mano:
 
<a href="https://www.youtube.com/v/IGjPc2P7ILs" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/IGjPc2P7ILs</a>
<a href="https://www.youtube.com/v/eX7oezVO1Bk" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/eX7oezVO1Bk</a>







« Última modificação: 11 de Setembro de 2015, 22:59:28 por Jack Carver »
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