Autor Tópico: Analisando o "Perigo Islâmico"  (Lida 29878 vezes)

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Offline Hold the Door

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #100 Online: 24 de Setembro de 2015, 20:43:11 »
Quanto ao professor de engenharia elétrica, pela recomendação de colocar o relógio dentro da mochila e não mostrar, ele percebeu que a aparência dele ia causar problemas com os outros. Talvez tivesse pensado que se saísse comentando com os demais que um aluno construiu um relógio digital dentro de uma maleta, ia provocar exatamente essa reação por parte deles que queria evitar, mesmo afirmando que é apenas um relógio. E como o aluno supostamente não iria mostrar pra ninguém, também não era necessário sair comentando.
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Offline Barata Tenno

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #101 Online: 25 de Setembro de 2015, 02:50:12 »
Quanto ao professor de engenharia elétrica, pela recomendação de colocar o relógio dentro da mochila e não mostrar, ele percebeu que a aparência dele ia causar problemas com os outros. Talvez tivesse pensado que se saísse comentando com os demais que um aluno construiu um relógio digital dentro de uma maleta, ia provocar exatamente essa reação por parte deles que queria evitar, mesmo afirmando que é apenas um relógio. E como o aluno supostamente não iria mostrar pra ninguém, também não era necessário sair comentando.

Só causaria problemas se os colegas de profissão não botassem fé na capacidade desse professor em diferenciar um relógio de uma bomba. Se o Snow chega pra mim e diz que fulano mostrou pra ele um relógio na maleta, eu não ia achar ele incapaz de diferenciar um relógio de uma bomba.
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Offline Fernando Silva

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #102 Online: 25 de Setembro de 2015, 08:20:11 »
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1.2 - Cativos nas terras bárbaras - A história extraordinária dos escravos europeus na terra islâmica

Giles Milton / Comentários por Michel Castillon e Nicole Guiraud - 2006 - Petite Bibliothèque Payot

Os muçulmanos entraram pela primeira vez em 714 naquilo que era a França da época. Tomaram Narbonne, que se tornou sua base durante os 40 anos seguintes, e dali partiram para ataques metódicos.

Devastaram o Languedoc de 714 a 725, destruíram Nîmes em 725, devastaram a margem direita do Rhône e subiram até mesmo a Sens.
Em 721, um exército muçulmano com 100.000 soldados montou um cerco diante de Toulouse, defendida por Eudes, o duque de Aquitânia.
Charles Martel enviou tropas para ajudar Eudes. Depois de 6 meses de cerco, Eudes saiu e esmagou os muçulmanos, que recuaram desordenadamente para a Espanha e perderam, ao longo da campanha, 80.000 soldados.

Esta batalha de Toulouse é pouco lembrada porque Eudes era da dinastia merovíngia e os Capetos, que estavam se tornando os reis da França, não queriam admitir uma vitória merovíngia.

Os muçulmanos perceberam que era perigoso atacar a França contornando os Pireneus pelo leste e passaram a atacar passando pelo oeste.
15.000 cavaleiros muçulmanos tomaram e destruíram Bordeaux, depois a região do Loire e montaram um cerco a Poitiers até serem finalmente detidos por Carlos Martel e Eudes a 20km ao norte de Poitiers, em 732.

Os muçulmanos sobreviventes se dispersaram em pequenos bandos e continuaram a causar destruição na Aquitânia. Novos soldados se juntavam a eles de tempos em tempos para participar das pilhagens. Estes bandos só foram finalmente eliminados em 808, por Carlos Magno.

Os ataques a leste continuaram até que, em 737, Carlos Martel desceu em direção ao sul com um exército poderoso e retomou, sucessivamente, Avignon, Nîmes, Maguelone, Agde, Béziers e montou um cerco diante de Narbonne.

Entretanto, um ataque dos saxões ao norte da França obrigou Carlos Martel a deixar a região. Em 759, enfim, Pepino o Breve retomou Narbonne e esmagou definitivamente os invasores muçulmanos. Estes também se dispersaram em pequenos bandos, como tinha acontecido a oeste, e continuaram a devastar o país, principalmente deportando homens para se tornarem escravos castrados, e as mulheres para fazerem parte dos haréns da África do Norte, onde geraram muitos muçulmanos (ainda hoje existem árabes com olhos azuis devido a esses cruzamentos forçados).

A base desses bandos ficava em Fraxinetum (a atual Garde-Freinet, no Massif des Maures, na Provença).
Uma zona com uns 10.000 km² acabou totalmente despovoada.

Em 972, os bandos muçulmanos capturaram Mayeul, o abade de Cluny, na estrada do Monte Genèvre. A repercussão foi imensa.
Guilherme II, conde da Provença, levou 9 anos numa campanha eleitoral para motivar os provençais e, a partir de 983, começou uma caçada metódica aos bandos muçulmanos, grandes e pequenos.
Em 990, os últimos foram destruídos. Eles tinham aterrorizado a França durante 2 séculos.
Mas nem por isso terminou a pressão dos muçulmanos.

Ela continuou durante os 250 anos seguintes por meio de ataques relâmpagos a partir do mar. Os homens capturados eram enviados aos campos de castração na Córsega e, em seguida, aos banhos do Dar al Islam. As mulheres jovens iam para os haréns.
As bases dos piratas muçulmanos ficavam na Córsega, Sardenha, Sicília, nas costas da Espanha e da África do Norte.
Toulon foi inteiramente destruída pelos muçulmanos em 1178 e 1197. Com a população massacrada ou deportada, a cidade ficou deserta.
Finalmente, tendo os muçulmanos sido expulsos da Córsega, Sicília, Sardenha, do sul da Itália e do norte da Espanha, seus ataques ao território francês terminaram, embora tenha continuado os ataques de piratas no mar.

Foi apenas em 1830 que a França, irritada com os ataques, se decidiu a atingir a cabeça da serpente e invadiu a Argélia (que não existia como país na época, já que o país foi criado pela França em 1835) para destruir, em definitivo, as últimas bases dos piratas muçulmanos.

E hoje, mentes esclarecidas da política nos aborrecem com suas histórias de colonização, culpando-nos por atrocidades em muitos casos mentirosas.

http://alger26mars1962.fr/index.php?option=com_content&view=article&id=47:1-2-captifs-en-barbarie-l-histoire-extraordinaire-des-esclaves-europeens-en-terre-d-islam-giles-milton-notes-de-michel-castillon-et-de-nicole-guiraud&catid=26&Itemid=127

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #103 Online: 25 de Setembro de 2015, 10:25:10 »
Franceses burros: depois de toda essa história ainda deixam 5 milhões de muçulmanos viverem em seu território.  :nao3:

Offline Diegojaf

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #104 Online: 25 de Setembro de 2015, 10:50:16 »
Ele desmontou um relógio de 1986 e colocou em uma caixa de lápis.

E por isso ele merece ser preso? Por usar o termo incorreto ao se referir a algum projeto?

O vídeo do momento é de um cara com mestrado em engenharia fazendo o que ele fez em poucos segundos. Uau. O cara é melhor que um moleque de 14 anos. Fascinante.
"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." - Rui Barbosa

http://umzumbipordia.blogspot.com - Porque a natureza te odeia e a epidemia zumbi é só a cereja no topo do delicioso sundae de horror que é a vida.

Offline Diegojaf

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #105 Online: 25 de Setembro de 2015, 10:51:39 »
E qual é este site?

Google: "ahmed smear campaign" e vá nos sites da fox, young conservatives e até mesmo no storm front.
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Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #106 Online: 25 de Setembro de 2015, 11:18:35 »
Tem várias coisas estranhas nessa história do garoto.

Ele diz que "inventou um relógio", mas uma análise da foto do circuito mostra que é um relógio comercial de 1986. Ele apenas tirou da carcaça original e colocou em um estojo de lápis em forma de maleta vendida na Amazon. Para fazer isso não é necessária nenhuma habilidade eletrônica, apenas saber fazer uns furos em acrílico e apertar uns parafusos. Ou seja, ele está sendo, no mínimo, desonesto na sua afirmação.

Se ele fez só isso realmente foi  picareta, mas nem o nome desse engenheiro está disponível. Ainda há coisas pra esclarecer. Íncrivel, se for picareta mesmo, conseguiu enganar Obama, Zuckerberg e outros grandes nomes. Prefiro esperar os próximos capítulos dessa novela.

Se a intenção era mostrar o circuito interno, então por que ele escolheu uma maleta opaca, quando o mesmo modelo em acrílico transparente era vendido no mesmo link?

Discordo. Para ver o circuito interno é só abrir a maleta opaca.

Segundo o depoimento da professora, o relógio fazia barulho, por isso ela o notou. Esse é um relógio que só funciona ligado na tomada e o som que produz é do alarme. A bateria só serve como back up, para manter a programação na memória. Então, isso significa que ao invés de manter o relógio desligado dentro da mochila onde não seria notado, como foi recomendado pelo professor de engenharia, ele ligou o relógio na tomada e programou o alarme para tocar durante a aula de inglês. Por qual motivo ele fez isso, chamando a atenção da professora?

Vamos esperar mais fatos/dados...

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #107 Online: 25 de Setembro de 2015, 11:21:44 »
Ele desmontou um relógio de 1986 e colocou em uma caixa de lápis.

Será? É o que diz esse engenheiro desconhecido.

Obs: A polícia depois do inquérito não o acusou de nada. Ainda vamos saber de mais detalhes. Aguardemos.

Offline Brienne of Tarth

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #108 Online: 28 de Setembro de 2015, 18:51:48 »
GNOSE

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #109 Online: 28 de Setembro de 2015, 19:00:36 »
Brienne, essa tinha que ir pro tópico nonsense com Imagens de tão nonsense que é.

Offline Brienne of Tarth

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #110 Online: 28 de Setembro de 2015, 21:40:57 »
Aos moderadores, minha humilde concordância caso  haja tal consenso... :ok:
GNOSE

Offline Pagão

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #111 Online: 08 de Abril de 2016, 06:36:02 »
http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/ativista_espancado_ate_a_morte_no_bangladesh____policia.html

Mais um exemplo do perigo islâmico... da forma como estupidifica as massas em muitos países...
Nenhuma argumentação racional exerce efeitos racionais sobre um indivíduo que não deseje adotar uma atitude racional. - K.Popper

Offline André Luiz

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #112 Online: 17 de Abril de 2016, 12:26:05 »
Mas para o pessoal da esquerda isso é culpa do ocidente imperialista ou de uma interpretação tosca do islã, eles não são tão ruins assim

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #113 Online: 17 de Abril de 2016, 16:35:20 »
Não. A esquerda meio que como regra (não sem muitas exceções) não é complacente conra o conservadorismo/tradicionalismo ou mesmo contra o anti-intelectualismo, é algo ao que é até consideravelmente intolerante, apesar de ao mesmo tempo também pregar tolerância com diversidade racial/cultural/sexual, quando esta não é danosa às pessoas.

Você está confundindo essas duas coisas, algo meio como "a sociedade deve combater o racismo, os negros são discriminados no mercado de trabalho, dando maiores chances de envolvimento com o crime, e depois são vítimas de discriminação racial até em suas penas", e então se atacar isso dizendo que "a esquerda quer pegar leve com os bandidos", "a sociedade não deve discriminar os gays", "a esquerda defende a legalização da pedofilia".

Offline André Luiz

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #114 Online: 22 de Abril de 2016, 21:40:21 »
É que a turma do  multiculturalismo e do "veja bem" geralmente é de esquerda,  que os males do islã são culpa do ocidente ou de um desvio dentro da religião.

Offline Pagão

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #115 Online: 23 de Abril de 2016, 10:54:21 »
http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/professor_do_bangladesh_morto_a_facada.html

Mais um exemplo do perigo islâmico... da forma como estupidifica as massas em muitos países...
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Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #116 Online: 23 de Abril de 2016, 11:21:09 »
http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/professor_do_bangladesh_morto_a_facada.html

Mais um exemplo do perigo islâmico... da forma como estupidifica as massas em muitos países...

Você acha certo se pegar um ou outro caso e culpar as massas?

Posso fazer isso também com os cristãos, não como tu quoque, mas só pra você perceber o quanto é ridículo.

Se quiser posso trazer alguns casos estúpidos de cristãos e falar como isso estupidifica as massas. É só pedir...

Offline Pagão

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #117 Online: 23 de Abril de 2016, 16:04:13 »
Você acha certo se pegar um ou outro caso e culpar as massas?
Posso fazer isso também com os cristãos, não como tu quoque, mas só pra você perceber o quanto é ridículo.
Se quiser posso trazer alguns casos estúpidos de cristãos e falar como isso estupidifica as massas. É só pedir...

E o que interessa "os casos estúpidos de cristãos" num tópico sobre o perigo islâmico?... Cristãos, hindus, norte-coreanos, castristas, nazis, não são o tema em apreço...

E não é um caso ou outro, mas recorrentes... E não se trata de mera estupidificação... mas de estupidificação mortal... E aí nada se compara hoje ao que está a acontecer no contexto do islamismo...

E a culpa não é propriamente "das massas", mas de quem as "educa" de modo a provocar este tipo de reações... Afinal massas são massas não se pode esperar muito delas...
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #118 Online: 23 de Abril de 2016, 20:32:46 »
Se quiser posso trazer alguns casos estúpidos de cristãos e falar como isso estupidifica as massas. É só pedir...

Mais interessante talvez fosse especular sobre os fatores que fazem com que cristãos* estejam, ao menos hoje, aparentemente comparativamente mais imunizados desse tipo de radicalismo religioso.

Podem ser diferenças apenas situacionais ou também inerentes a diferenças religiosas.


* ou mesmo outros grupos radicais, como nazistas, que aparentemente ainda ficam um pouco atrás de radicais/fundamentalistas muçulmanos em termos de prática, tanto de atentados terroristas como de "violência política/legal/para-legal"  -- eles não têm um estado ou regiões dominadas, ao estilo que fazia o KKK (e que por vezes ensaiam grupos muçulmanos em alguns países ocidentais, desde os Panteras Negras/Nação do Islã, até mais recentemente as "patrulha-sharia"). O mais próximo parece ser de um lado do espectro gangues menos ativas, e do outro, talvez propostas políticas de cunho nacionalista, ainda dentro de parâmetros legais, "por acaso" muito impulsionado pelos problemas sociais relacionados ao conflito cultural com comunidades muçulmanas minimamente integradas, e novos imigrantes.

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #119 Online: 24 de Abril de 2016, 02:04:57 »
Nossa! O cristianismo é um perigo, temos que acabar com essa religião maléfica!!!111!!

Uma pesquisadinha breve aqui no país mais católico do mundo (tomara que vocês não me provoquem, se não, trago toneladas de exemplos) :

Citar
Após ataques a templos, crimes de intolerância religiosa são investigados



Um setor exclusivo para investigar crimes motivados por intolerância religiosa foi criado nesta quinta-feira (13) pela Polícia Civil em Mato Grosso. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT), o delegado Luciano Inácio da Silva foi designado para investigar os crimes. A polícia não tem um número oficial de casos de intolerância no estado.
O secretário de Segurança Pública, Mauro Zaque, assinou uma portaria oficializando a criação do setor para investigações. O documento ainda deve ser publicado no Diário Oficial do Estado (DOE). Líderes e representantes de centros espíritas, candomblé e umbanda também participaram da reunião. Os religiosos procuraram a secretaria para cobrar maiores investigações em supostos crimes praticados contra os grupos e templos religiosos.

Um dos casos citados pelo representante ocorreu no final de julho em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. Vândalos invadiram o Centro Espírita Associação A Caminho da Luz e atearam fogo no local. Nenhuma pessoa foi presa ou identificada.
Em Cuiabá, no dia 1º de agosto, uma casa que realizava cerimônia de umbanda teve parte da estrutura queimada. “Esse setor que foi criado vai pelo menos ser um ponto de referencia para aqueles que estão sofrendo qualquer tipo de intolerância. Não necessariamente as pessoas vão ter que ir pra terreiro ou candomblé. Conhecendo já basta, pois aí a pessoa não vai mais criticar ou ter um ato de intolerância”, opinou Montezuma.
O setor vai funcionar em horário comercial dentro da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, localizada na Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), região central da capital mato-grossense.

“Às vezes na delegacia esses casos de intolerância religiosa eram registrados como briga, discussão ou invasão, quando na verdade se tratava de algo mais sério. Dessa forma, criamos o setor de atendimento de crimes praticados contra a intolerância religiosa. Os grupos alegavam que os crimes eram tratados como crimes comuns”, disse o secretário Mauro Zaque.
Conforme o secretário, mesmo que os crimes sejam registrados em outras delegacias, eles devem ser redirecionados para o setor de investigação exclusivo na DHPP. “Entendo que as religiões de origem africana talvez sejam desconhecidas até de certa forma agredidas. Eu quero entender e compreender a religião e poder tomar as medidas para centralizar as denúncias e informações de onde estão vindo esses ataques”, declarou o delegado nomeado para o setor, Luciano Inácio.
A pena para esse tipo de crime, segundo o delegado, varia entre 1 a 3 anos de prisão.
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2015/08/apos-ataques-templos-crimes-de-intolerancia-religiosa-sao-investigados.html

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #120 Online: 24 de Abril de 2016, 04:19:49 »
Citar
http://www.thewire.com/global/2013/12/13-countries-where-atheism-punishable-death/355961/

There Are 13 Countries Where Atheism Is Punishable by Death

[...]Afghanistan, Iran, Malaysia, Maldives, Mauritania, Nigeria, Pakistan, Qatar, Saudi Arabia, Somalia, Sudan, United Arab Emirates and Yemen. With the exception of Pakistan, those countries all allow for capital punishment against apostasy, i.e., the renunciation of a particular religion. Pakistan, meanwhile, imposes the death penalty for blasphemy, which can obviously include disbelief in God.  [...]

The study's interactive map gives a good, broad, overview of which countries punish apostasy and blasphemy by death (black), with prison time (red), or place legal restrictions on (non-)religious speech and thought (yellow):


Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #121 Online: 24 de Abril de 2016, 10:34:50 »
Lamento essas leis anacrônicas, até em alguns estados dos EUA, mas quero saber quantos ateus são mortos de fato em cada país.

10 ateus que fizeram mal a humanidade

Offline Luiz F.

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #122 Online: 24 de Abril de 2016, 11:19:32 »
Que blog esquisito.
"Você realmente não entende algo se não consegue explicá-lo para sua avó."
Albert Einstein

Offline Entropia

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #123 Online: 24 de Abril de 2016, 12:03:51 »
Lamento essas leis anacrônicas, até em alguns estados dos EUA, mas quero saber quantos ateus são mortos de fato em cada país.

10 ateus que fizeram mal a humanidade

Pra avaliar a intolerância em um país o importante é a motivacao da morte e nao o número, nao podem ser consideradas, por exemplo, as mortes de ateus em acidentes de carro.

Mussolini e Napoleao ateus?

Offline Pasteur

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