Autor Tópico: As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff  (Lida 17064 vezes)

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Offline Gaúcho

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #75 Online: 29 de Julho de 2015, 12:57:58 »
Socialismo é uma estupidez.
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Offline Geotecton

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #76 Online: 29 de Julho de 2015, 13:12:00 »
Em terra socialista, todo almoço é grátis.
Diga isso à uma pessoa que nasceu e viveu quase quatro décadas na Deutsche Demokratische Republik.

As chances são de que essa pessoa tentará pacientemente te explicar o preço que se pagava pelo tal "almoço grátis" (que na realidade nunca existiu).

Sendo intelectualmente honesto e de boa moral, você nunca mais iria repetir essa frase, nem de brincadeira.

Já presenciei essa discussão diversas vezes aqui na Alemanha.

Espero que um dia você também tenha essa oportunidade.
Pilantrólogo, acho o Gaucho está se referindo ao socialismo idealizado, que só existe na cabeça dos seus adeptos. Sabemos que o socialismo real é bem diferente...
Você acha, Fabricio?

Eu particularmente nunca ouví falar de um modelo socialista que adotasse a ideia de benesses sem contrapartidas (i.e. almoço grátis).

Isso não é Socialismo. É uma estupidez.


Citação de: Karl Marx
De cada qual, segundo sua capacidade; a cada qual, segundo suas necessidades.

Esta frase, de efeito sem dúvida, dá plena margem para que alguns tenham um 'almoço grátis' às expensas de outros.

E a ideia de "almoço grátis" nem é tanto para o socialismo mas sim proveniente de esquerdistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam, em uma sociedade capitalista, um aumento contínuo de "direitos trabalhistas e sociais" e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.
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Offline Gabarito

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #77 Online: 29 de Julho de 2015, 13:27:23 »
Toda semana é uma agressão ao bom-senso e à inteligência das pessoas comuns.
Veio a mandioca, veio a mulher-sapiens e agora temos não o dobro da metade, mas o dobro do nada.

O título dessa matéria é muito bom:

Citar
A meta do Brasil com cérebro é livrar-se da governante que duplica metas inexistentes
29/07/2015 às 0:48 \ Direto ao Ponto

Um discurso de Dilma Rousseff só não é pior que o próximo, aqui se constatou no fim de junho, durante a passagem da comitiva presidencial por Nova York. Alguns leitores duvidaram: como poderia superar-se a campeã que conseguira, num único palavrório, enxergar no Petrolão a reedição da Inconfidência Mineira, promover-se a Tiradentes, comparar a Operação Lava Jato a uma gigantesca sessão de tortura e rebaixar a inimigos da pátria os réus que optaram por um acordo com o Ministério Público Federal?

O ceticismo foi destroçado pela saudação à mandioca, que precedeu a comunhão com o milho, à qual sobreveio a descoberta da mulher sapiens. Mais alguns dias e outro delírio em dilmês castiço ensinou que pouquíssimos “processos tecnológicos” foram tão relevantes para a Humanidade quanto a conquista do fogo e a cooperação. Não era pouca coisa para um julho só. Mas não era tudo, demonstrou nesta terça-feira a proeza consumada na festinha de batizado do Programa Pronatec Jovem Aprendiz na Micro e Pequena Empresa.

Dilma descobriu uma fórmula que permite duplicar o nada, resumiu o site de VEJA. O vídeo de 18 segundos eternizou o momento soberbo. “E nós num vamos colocar uma meta, nós vamos deixar uma meta aberta”, decola a oradora. Se é assim, não há meta a alcançar, certo? Errado, corrige a continuação da maluquice: “Quando a gente atingir a meta, nós dobramos a meta”. Animada com a salva de palmas, caprichou no bis: “Quando a gente atingir a meta, nós dobramos a meta”. Mais aplausos. (É uma pena que sabujice não dê cadeia. Mas isto é assunto para outro post).

A presidente que multiplica por dois metas inexistentes quer ficar no emprego mais três anos e meio. A meta do Brasil com cérebro é ver legalmente dissolvido ─ e o quanto antes ─ um governo que deixou de existir sem ter começado.


"A meta do Brasil com cérebro é livrar-se da governante que duplica metas inexistentes"


Offline Fabrício

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #78 Online: 29 de Julho de 2015, 13:48:24 »
Em terra socialista, todo almoço é grátis.

Diga isso à uma pessoa que nasceu e viveu quase quatro décadas na Deutsche Demokratische Republik.
As chances são de que essa pessoa tentará pacientemente te explicar o preço que se pagava pelo tal "almoço grátis" (que na realidade nunca existiu).
Sendo intelectualmente honesto e de boa moral, você nunca mais iria repetir essa frase, nem de brincadeira.

Já presenciei essa discussão diversas vezes aqui na Alemanha.
Espero que um dia você também tenha essa oportunidade.

Pilantrólogo, acho o Gaucho está se referindo ao socialismo idealizado, que só existe na cabeça dos seus adeptos. Sabemos que o socialismo real é bem diferente...

Você acha, Fabricio?
Eu particularmente nunca ouví falar de um modelo socialista que adotasse a ideia de benesses sem contrapartidas (i.e. almoço grátis).
Isso não é Socialismo. É uma estupidez.


Socialismo é uma estupidez.
"Deus prefere os ateus"

Offline Moro

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #79 Online: 29 de Julho de 2015, 14:06:39 »
Toda semana é uma agressão ao bom-senso e à inteligência das pessoas comuns.
Veio a mandioca, veio a mulher-sapiens e agora temos não o dobro da metade, mas o dobro do nada.

O título dessa matéria é muito bom:

Citar
A meta do Brasil com cérebro é livrar-se da governante que duplica metas inexistentes
29/07/2015 às 0:48 \ Direto ao Ponto

Um discurso de Dilma Rousseff só não é pior que o próximo, aqui se constatou no fim de junho, durante a passagem da comitiva presidencial por Nova York. Alguns leitores duvidaram: como poderia superar-se a campeã que conseguira, num único palavrório, enxergar no Petrolão a reedição da Inconfidência Mineira, promover-se a Tiradentes, comparar a Operação Lava Jato a uma gigantesca sessão de tortura e rebaixar a inimigos da pátria os réus que optaram por um acordo com o Ministério Público Federal?

O ceticismo foi destroçado pela saudação à mandioca, que precedeu a comunhão com o milho, à qual sobreveio a descoberta da mulher sapiens. Mais alguns dias e outro delírio em dilmês castiço ensinou que pouquíssimos “processos tecnológicos” foram tão relevantes para a Humanidade quanto a conquista do fogo e a cooperação. Não era pouca coisa para um julho só. Mas não era tudo, demonstrou nesta terça-feira a proeza consumada na festinha de batizado do Programa Pronatec Jovem Aprendiz na Micro e Pequena Empresa.

Dilma descobriu uma fórmula que permite duplicar o nada, resumiu o site de VEJA. O vídeo de 18 segundos eternizou o momento soberbo. “E nós num vamos colocar uma meta, nós vamos deixar uma meta aberta”, decola a oradora. Se é assim, não há meta a alcançar, certo? Errado, corrige a continuação da maluquice: “Quando a gente atingir a meta, nós dobramos a meta”. Animada com a salva de palmas, caprichou no bis: “Quando a gente atingir a meta, nós dobramos a meta”. Mais aplausos. (É uma pena que sabujice não dê cadeia. Mas isto é assunto para outro post).

A presidente que multiplica por dois metas inexistentes quer ficar no emprego mais três anos e meio. A meta do Brasil com cérebro é ver legalmente dissolvido ─ e o quanto antes ─ um governo que deixou de existir sem ter começado.


"A meta do Brasil com cérebro é livrar-se da governante que duplica metas inexistentes"



A plateia que aplaudiu tal estupidez de duplicação de metas insistentes é petista o que significa em 99,9% dos casos o que está abaixo

1- é ignorante é desinformado
2- é uma anta ideologica da ELA
3- é corrupto e participa de boquinhas ligado ao Pt
4- tem uma sinecura ligado ao PT
5- é do próprio partido e não tem vergonha na cara e não sai por um dos motivos acima
“If an ideology is peaceful, we will see its extremists and literalists as the most peaceful people on earth, that's called common sense.”

Faisal Saeed Al Mutar


"To claim that someone is not motivated by what they say is motivating them, means you know what motivates them better than they do."

Peter Boghossian

Sacred cows make the best hamburgers

I'm not convinced that faith can move mountains, but I've seen what it can do to skyscrapers."  --William Gascoyne

Offline Pilantrólogo

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #80 Online: 29 de Julho de 2015, 15:16:08 »
[...]

Citação de: Karl Marx
De cada qual, segundo sua capacidade; a cada qual, segundo suas necessidades.

(1) Esta frase, de efeito sem dúvida, dá plena margem para que alguns tenham um 'almoço grátis' às expensas de outros.

(2)E a ideia de "almoço grátis" nem é tanto para o socialismo mas sim proveniente de esquerdistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam, em uma sociedade capitalista, um aumento contínuo de "direitos trabalhistas e sociais" e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.

(1) Essa frase na verdade é de Louis Blanc (De chacun selon ses facultés, à chacun selon ses besoins) e, no contexto em que Marx a utilizou, não haveria margem para almoço grátis:
 
Na condição de que todos, na medida de suas respectivas habilidades, contribuissem para o desenvolvimento da sociedade e tivessem acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente, não haveria escassez. Haveria sim abundância. Claro que a existência desse modelo pressupõe condições ideais, virtualmente impossíveis de serem mantidas à longo prazo.
Marx, entretanto e até onde eu sei, não incluiu na equação a existência de indivíduos capazes porém improdutivos que voluntariamente se beneficiariam do sistema sem prestar quaisquer contribuições por uma período significativo de suas vidas.

(2) Não nos esqueçamos dos direitistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam pela supressão de direitos trabalhistas e sociais e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.
A palavra-chave é moderação. Imbecís, inconsequentes e aproveitadores existem de ambos os lados.
« Última modificação: 29 de Julho de 2015, 15:21:28 por Pilantrólogo »
"(...) the future is already here. It's just not very evenly distributed." - William Ford Gibson

Offline Johnny Cash

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #81 Online: 29 de Julho de 2015, 15:33:16 »
[...]

Citação de: Karl Marx
De cada qual, segundo sua capacidade; a cada qual, segundo suas necessidades.

(1) Esta frase, de efeito sem dúvida, dá plena margem para que alguns tenham um 'almoço grátis' às expensas de outros.

(2)E a ideia de "almoço grátis" nem é tanto para o socialismo mas sim proveniente de esquerdistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam, em uma sociedade capitalista, um aumento contínuo de "direitos trabalhistas e sociais" e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.

(1) Essa frase na verdade é de Louis Blanc (De chacun selon ses facultés, à chacun selon ses besoins) e, no contexto em que Marx a utilizou, não haveria margem para almoço grátis:
 
Na condição de que todos, na medida de suas respectivas habilidades, contribuissem para o desenvolvimento da sociedade e tivessem acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente, não haveria escassez. Haveria sim abundância. Claro que a existência desse modelo pressupõe condições ideais, virtualmente impossíveis de serem mantidas à longo prazo.

Há limite para a contribuição mas não para o acesso e por alguma razão deveria ainda haver abundância. Quais razões são essas?

Offline Lorentz

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #82 Online: 29 de Julho de 2015, 15:54:43 »
(2) Não nos esqueçamos dos direitistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam pela supressão de direitos trabalhistas e sociais e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.
A palavra-chave é moderação. Imbecís, inconsequentes e aproveitadores existem de ambos os lados.

Uma coisa é fato, trabalhadores migram de países com "melhores" direitos trabalhistas para países com menos direitos trabalhistas, porque conseguem fazer mais dinheiro nesses últimos.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Geotecton

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #83 Online: 29 de Julho de 2015, 16:08:58 »
[...]

Citação de: Karl Marx
De cada qual, segundo sua capacidade; a cada qual, segundo suas necessidades.

(1) Esta frase, de efeito sem dúvida, dá plena margem para que alguns tenham um 'almoço grátis' às expensas de outros.

(2)E a ideia de "almoço grátis" nem é tanto para o socialismo mas sim proveniente de esquerdistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam, em uma sociedade capitalista, um aumento contínuo de "direitos trabalhistas e sociais" e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.
(1) Essa frase na verdade é de Louis Blanc (De chacun selon ses facultés, à chacun selon ses besoins) e, no contexto em que Marx a utilizou, não haveria margem para almoço grátis:
 
Na condição de que todos, na medida de suas respectivas habilidades, contribuissem para o desenvolvimento da sociedade e tivessem acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente, não haveria escassez. Haveria sim abundância. Claro que a existência desse modelo pressupõe condições ideais, virtualmente impossíveis de serem mantidas à longo prazo.
Marx, entretanto e até onde eu sei, não incluiu na equação a existência de indivíduos capazes porém improdutivos que voluntariamente se beneficiariam do sistema sem prestar quaisquer contribuições por uma período significativo de suas vidas.

Se não há um limite para a necessidade, o passo seguinte é o estabelecimento de um sistema de benesses para quem tem poder. Ou seja a situação será insustentável, conforme as suas próprias palavras.


(2) Não nos esqueçamos dos direitistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam pela supressão de direitos trabalhistas e sociais e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.

Não existem "direitos trabalhistas" porque estes não existem per se no espaço e no tempo.  Eles são o resultado de "negociações ou imposições", no qual frequentemente os políticos populistas, os empresários sindicalistas alienados e os sindicalistas corruptos de funcionários se refestelam.

 
A palavra-chave é moderação. Imbecís, inconsequentes e aproveitadores existem de ambos os lados.

As palavras-chave são, entre outras, 'eliminação de benesses', 'livre negociação' e 'cumprimento de contratos, sociais ou não, firmados livremente'.
« Última modificação: 29 de Julho de 2015, 16:32:30 por Geotecton »
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Offline Pilantrólogo

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #84 Online: 29 de Julho de 2015, 16:10:51 »
[...]

(1) Essa frase na verdade é de Louis Blanc (De chacun selon ses facultés, à chacun selon ses besoins) e, no contexto em que Marx a utilizou, não haveria margem para almoço grátis:
 
Na condição de que todos, na medida de suas respectivas habilidades, contribuissem para o desenvolvimento da sociedade e tivessem acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente, não haveria escassez. Haveria sim abundância. Claro que a existência desse modelo pressupõe condições ideais, virtualmente impossíveis de serem mantidas à longo prazo.

Há limite para a contribuição mas não para o acesso e por alguma razão deveria ainda haver abundância. Quais razões são essas?

Não há limite para o acesso?
Está lá escrito: "Acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente". Qualquer coisa além disso o acesso seria restrito ou, de alguma maneira, regulado.
"(...) the future is already here. It's just not very evenly distributed." - William Ford Gibson

Offline Pilantrólogo

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #85 Online: 29 de Julho de 2015, 16:15:37 »
(2) Não nos esqueçamos dos direitistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam pela supressão de direitos trabalhistas e sociais e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.
A palavra-chave é moderação. Imbecís, inconsequentes e aproveitadores existem de ambos os lados.

Uma coisa é fato, trabalhadores migram de países com "melhores" direitos trabalhistas para países com menos direitos trabalhistas, porque conseguem fazer mais dinheiro nesses últimos.

Diga isso aos Paquistaneses, Indianos e Nigerianos que migram de seus respectivos países de origem para a Inglaterra.
"(...) the future is already here. It's just not very evenly distributed." - William Ford Gibson

Offline Geotecton

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #86 Online: 29 de Julho de 2015, 16:33:52 »
Não há limite para o acesso?
Está lá escrito: "Acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente". Qualquer coisa além disso o acesso seria restrito ou, de alguma maneira, regulado.

E qual é a definição de viver dignamente?
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Offline Fabrício

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #87 Online: 29 de Julho de 2015, 16:35:16 »
(2) Não nos esqueçamos dos direitistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam pela supressão de direitos trabalhistas e sociais e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.
A palavra-chave é moderação. Imbecís, inconsequentes e aproveitadores existem de ambos os lados.

Uma coisa é fato, trabalhadores migram de países com "melhores" direitos trabalhistas para países com menos direitos trabalhistas, porque conseguem fazer mais dinheiro nesses últimos.

Diga isso aos Paquistaneses, Indianos e Nigerianos que migram de seus respectivos países de origem para a Inglaterra.

Talvez ele vivam mal na Inglaterra, mas fogem de uma miséria ainda maior em seus países de origem, não?
"Deus prefere os ateus"

Offline Fabrício

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #88 Online: 29 de Julho de 2015, 16:36:21 »
Não há limite para o acesso?
Está lá escrito: "Acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente". Qualquer coisa além disso o acesso seria restrito ou, de alguma maneira, regulado.

E qual é a definição de viver dignamente?

Aí depende se você é povão ou se é das classes dirigentes.

Citação de: Pilantrólogo
Qualquer coisa além disso o acesso seria restrito ou, de alguma maneira, regulado.

Este grau de restrição ou regulação também depende fortemente se você é povão ou faz parte da classe dirigente.
"Deus prefere os ateus"

Offline Johnny Cash

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #89 Online: 29 de Julho de 2015, 16:36:52 »
[...]

(1) Essa frase na verdade é de Louis Blanc (De chacun selon ses facultés, à chacun selon ses besoins) e, no contexto em que Marx a utilizou, não haveria margem para almoço grátis:
 
Na condição de que todos, na medida de suas respectivas habilidades, contribuissem para o desenvolvimento da sociedade e tivessem acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente, não haveria escassez. Haveria sim abundância. Claro que a existência desse modelo pressupõe condições ideais, virtualmente impossíveis de serem mantidas à longo prazo.

Há limite para a contribuição mas não para o acesso e por alguma razão deveria ainda haver abundância. Quais razões são essas?

Não há limite para o acesso?
Está lá escrito: "Acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente". Qualquer coisa além disso o acesso seria restrito ou, de alguma maneira, regulado.

Vamos para uma segunda tentativa de resposta á pergunta que eu fiz? Note que eu não perguntei qual é o objeto acesso, mas sobre a balança entre acesso livre vs limite de produção.


Bom, se vamos, a pergunta que eu fiz era:

Há limite para a contribuição mas não para o acesso e por alguma razão deveria ainda haver abundância. Quais razões são essas?

E eu gostaria de saber essas razões pq você disse que todos contribuiriam com o que pudessem:


Na condição de que todos, na medida de suas respectivas habilidades, contribuissem para o desenvolvimento da sociedade [...]

e teriam livre acesso ao que necessitam para viver dignamente:


[...] e tivessem acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente

E isso resultaria não daria em escassez mas em abundância:


[...] não haveria escassez. Haveria sim abundância.

1 - Portanto, recapitulando, pq é que teremos abundância?? Quais são as razões?

2 (nova pergunta) - Quem define o que é e quanto é que as pessoas precisam para viver com dignidade?

Offline Johnny Cash

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #90 Online: 29 de Julho de 2015, 16:40:39 »
Não há limite para o acesso?
Está lá escrito: "Acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente". Qualquer coisa além disso o acesso seria restrito ou, de alguma maneira, regulado.

E qual é a definição de viver dignamente?

Geo, não nos deixemos confundir. A pergunta era sobre o acesso livre a recurso escasso dando em abundância. Não era sobre o objeto de acesso.

É difícil imaginar que acesso livre a algo limitado dará em abundância desse objeto limitado, não é mesmo?

Offline Geotecton

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #91 Online: 29 de Julho de 2015, 16:45:05 »
Não há limite para o acesso?
Está lá escrito: "Acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente". Qualquer coisa além disso o acesso seria restrito ou, de alguma maneira, regulado.

E qual é a definição de viver dignamente?
Geo, não nos deixemos confundir. A pergunta era sobre o acesso livre a recurso escasso dando em abundância. Não era sobre o objeto de acesso.

Sim, eu sei.

É que estou tentando compreender um pouco mais sobre contexto e o próprio entendimento do Pilantrólogo sobre o assunto.


É difícil imaginar que acesso livre a algo limitado dará em abundância desse objeto limitado, não é mesmo?

Sem dúvida.
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Offline Pilantrólogo

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #92 Online: 29 de Julho de 2015, 17:18:48 »
[...]
(1) Essa frase na verdade é de Louis Blanc (De chacun selon ses facultés, à chacun selon ses besoins) e, no contexto em que Marx a utilizou, não haveria margem para almoço grátis:
 
Na condição de que todos, na medida de suas respectivas habilidades, contribuissem para o desenvolvimento da sociedade e tivessem acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente, não haveria escassez. Haveria sim abundância. Claro que a existência desse modelo pressupõe condições ideais, virtualmente impossíveis de serem mantidas à longo prazo.
Marx, entretanto e até onde eu sei, não incluiu na equação a existência de indivíduos capazes porém improdutivos que voluntariamente se beneficiariam do sistema sem prestar quaisquer contribuições por uma período significativo de suas vidas.

Se não há um limite para a necessidade, o passo seguinte é o estabelecimento de um sistema de benesses para quem tem poder. Ou seja a situação será insustentável, conforme as suas próprias palavras.

Aí que está. Há um limite para a necessidade. Eu até apontei isso pro Johnny Cash.
Os problemas estão em establecer (a) o conceito daquilo que seria necessário e (b) fazer isso vigorar em todas as esferas, independente se o indivíduo for entregador de pizza ou ministro da defesa.
Dou um exemplo prático aqui da Alemanha, como descrito por aqueles que viveram na DDR:
Todos tinham direito a usufruir de uma moradia em bom estado, saúde pública, transporte, alimentação etc. Mas tudo era restrito.
- Sua casa não ia ser roxa. Você não precisa de uma casa roxa. Você tinha direito à uma casa pintada e as cores disponíveis eram branco, cinza e amarelo claro.
- Seu carro não ia ser uma BMW. Você não precisa de uma BMW. Você tem direito a um automóvel. Suas opções são o Trabant ou Lada.
Era assim.
Agora... Quem tinha amigos em high-places ou era agente da Stasi usufruia de algumas vantagens, enquanto estes deveriam estar submetidos aos mesmos limites do "cidadão comum". Aí já viu...

(2) Não nos esqueçamos dos direitistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam pela supressão de direitos trabalhistas e sociais e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.
Não existem "direitos trabalhistas" porque estes não existem per se no espaço e no tempo.  Eles são o resultado de "negociações ou imposições", no qual frequentemente os políticos populistas, os empresários sindicalistas alienados e os sindicalistas corruptos de funcionários se refestelam.

Direitos Humanos per se também não existem no espaço e no tempo.
Novamente, existe pressão nefasta de ambos os lados da mesa de negociação.
Na Inglaterra o trabalhador não tem direito a adicional de hora-extra, nem adicional por trabalhar nos domingos e feriados, nem adicional de insalubridade. Dizem que prejudica a competitividade.
Na Alemanha, Na Suiça e na Austria, o trabalhador tem direito aos três benefícios. Em ambos os países os negócios vão muito bem obrigado.
 
A palavra-chave é moderação. Imbecís, inconsequentes e aproveitadores existem de ambos os lados.

As palavras-chave são, entre outras, 'eliminação de benesses', 'livre negociação' e 'cumprimento de contratos, sociais ou não'.

Sim. Passa por aí.
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Offline Pilantrólogo

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #93 Online: 29 de Julho de 2015, 17:32:38 »
Não há limite para o acesso?
Está lá escrito: "Acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente". Qualquer coisa além disso o acesso seria restrito ou, de alguma maneira, regulado.

E qual é a definição de viver dignamente?

Boa pergunta. Mesmo dentro dos países socialistas não era um conceito unânime, até porquê cada país tinha um berço cultural e um acesso à recursos que variava muito.
Acho que a resposta passa por (a) ter uma moradia em bom estado de conservação, (b) ter acesso à um sistema de saúde pública de qualidade, (c) ter uma jornada de trabalho que não prejudique sua saúde ou vida social (d) ter acesso à uma alimentação nutritiva e saudável, (e) poder beneficiar de um bom sistema de educação etc. Uma vida sem extravagâncias.
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Offline Pilantrólogo

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« Resposta #94 Online: 29 de Julho de 2015, 17:50:00 »
(2) Não nos esqueçamos dos direitistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam pela supressão de direitos trabalhistas e sociais e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.
A palavra-chave é moderação. Imbecís, inconsequentes e aproveitadores existem de ambos os lados.

Uma coisa é fato, trabalhadores migram de países com "melhores" direitos trabalhistas para países com menos direitos trabalhistas, porque conseguem fazer mais dinheiro nesses últimos.

Diga isso aos Paquistaneses, Indianos e Nigerianos que migram de seus respectivos países de origem para a Inglaterra.

Talvez ele vivam mal na Inglaterra, mas fogem de uma miséria ainda maior em seus países de origem, não?

Olha. Mais ou menos. Passa por aí. Com certeza eles têm uma condição de vida muito melhor do que nos subúrbios de Karashi, Nova Delhi ou Lagos.

Meu ponto foi justamente para contestar o argumento do Lorentz.
Na India, o empregado tem direito a 12 dias de férias remuneradas por ano, enquanto que na Inglaterra são 28 dias.
O tempo de licença maternidade na India, se não me engano, são 80 dias. Na Inglaterra são de 6 meses a uma ano.
A relação causal "menos benefícios, mais dinheiro" não existe nesse caso.
"(...) the future is already here. It's just not very evenly distributed." - William Ford Gibson

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #95 Online: 29 de Julho de 2015, 18:22:08 »
[...]

1 - Portanto, recapitulando, pq é que teremos abundância?? Quais são as razões?

2 (nova pergunta) - Quem define o que é e quanto é que as pessoas precisam para viver com dignidade?

1 - Segundo Marx, abundância seria o resultado. Só que, como nós sabemos, quem tentou aplicar o sistema sempre foi confrontado com escassez. As razões por trás disso são variadas e a gente podia passar dias aqui discustindo sobre isso. Ineficiências diversas. Interesses conflitantes. Disputas de poder. Achar que gente funciona como máquina... e por aí vai.

2 - Terei que perguntar pros universitários. :?
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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #96 Online: 29 de Julho de 2015, 18:39:51 »
Não há limite para o acesso?
Está lá escrito: "Acesso livre àquilo de que necessitam para viver dignamente". Qualquer coisa além disso o acesso seria restrito ou, de alguma maneira, regulado.

E qual é a definição de viver dignamente?

Geo, não nos deixemos confundir. A pergunta era sobre o acesso livre a recurso escasso dando em abundância. Não era sobre o objeto de acesso.

É difícil imaginar que acesso livre a algo limitado dará em abundância desse objeto limitado, não é mesmo?

Atenção: Não confundam "acesso livre" com "acesso irrestrito e desregulado".

No primeiro caso, cria-se uma condição em que o indíviduo tem entre seu direitos fundamentais quantas frutas ele necessitar, bem como uma casa, um veículo e duas destartarizações por ano no dentista. Basta se dirigir ao distribuidor para coleta ou requerer junto ao agente competente.

No segundo, se estabelece que individuos podem adquirir quantas frutas eles puderem carregar, ter quantos carros e casas eles quiserem, além de poder realizar limpezas com flour sempre que der na telha.

O segundo caso, até onde eu saiba, não descreve o ideal de Marx e também não foi adotado em qualquer um dos países socialistas.

Editado para clarificação.
« Última modificação: 29 de Julho de 2015, 21:41:27 por Pilantrólogo »
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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #97 Online: 29 de Julho de 2015, 21:45:06 »
(2) Não nos esqueçamos dos direitistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam pela supressão de direitos trabalhistas e sociais e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.
A palavra-chave é moderação. Imbecís, inconsequentes e aproveitadores existem de ambos os lados.

Uma coisa é fato, trabalhadores migram de países com "melhores" direitos trabalhistas para países com menos direitos trabalhistas, porque conseguem fazer mais dinheiro nesses últimos.

Diga isso aos Paquistaneses, Indianos e Nigerianos que migram de seus respectivos países de origem para a Inglaterra.

Talvez ele vivam mal na Inglaterra, mas fogem de uma miséria ainda maior em seus países de origem, não?

Olha. Mais ou menos. Passa por aí. Com certeza eles têm uma condição de vida muito melhor do que nos subúrbios de Karashi, Nova Delhi ou Lagos.

Meu ponto foi justamente para contestar o argumento do Lorentz.
Na India, o empregado tem direito a 12 dias de férias remuneradas por ano, enquanto que na Inglaterra são 28 dias.
O tempo de licença maternidade na India, se não me engano, são 80 dias. Na Inglaterra são de 6 meses a uma ano.
A relação causal "menos benefícios, mais dinheiro" não existe nesse caso.

Eles não vão por causa dos direitos trabalhistas, mas porque a vida nesses países de origem é bem pior.

Você realmente acha que quem vai pra Inglaterra está almejando férias?

Que tal aquelas pessoas que vivem na informalidade no Brasil. Será que elas não prefeririam ter carteira assinada?

As pessoas querem trabalhar pra ganhar dinheiro, e os tais direitos trabalhistas mais atrapalham do que ajuda, pois ajuda uma classe pequena enquanto o resto trabalha em dobro. Meu exemplo foi principalmente em referência a todos os latinos que vão para os EUA, inclusive os cubanos (que em teoria teriam tudo).

E sabe o que eu mais vi nesses anos de trabalho? Quanto maior o cargo de uma pessoa numa empresa privada, mais ela trabalha, e menos regalias ela tem. Os diretores trabalham no mínimo 10 horas por dia, e estão onde estão por serem workaholics.

Quando um direitista quer reduzir alguns dos direitos trabalhistas, não é por maldade, mas justamente para melhorar a oferta de emprego e ajudar justamente quem mais precisa. De nada adianta um trabalhador ter inúmeros direitos quando ele está desempregado.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Sergiomgbr

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #98 Online: 29 de Julho de 2015, 22:05:10 »
(2) Não nos esqueçamos dos direitistas que nada conhecem de economia e que pleiteiam pela supressão de direitos trabalhistas e sociais e nem se dão conta do impacto que isto traz, tanto para aqueles que efetivamente movimentam uma economia de mercado como para aqueles que dela usufruem.
A palavra-chave é moderação. Imbecís, inconsequentes e aproveitadores existem de ambos os lados.

Uma coisa é fato, trabalhadores migram de países com "melhores" direitos trabalhistas para países com menos direitos trabalhistas, porque conseguem fazer mais dinheiro nesses últimos.

Diga isso aos Paquistaneses, Indianos e Nigerianos que migram de seus respectivos países de origem para a Inglaterra.

Talvez ele vivam mal na Inglaterra, mas fogem de uma miséria ainda maior em seus países de origem, não?

Olha. Mais ou menos. Passa por aí. Com certeza eles têm uma condição de vida muito melhor do que nos subúrbios de Karashi, Nova Delhi ou Lagos.

Meu ponto foi justamente para contestar o argumento do Lorentz.
Na India, o empregado tem direito a 12 dias de férias remuneradas por ano, enquanto que na Inglaterra são 28 dias.
O tempo de licença maternidade na India, se não me engano, são 80 dias. Na Inglaterra são de 6 meses a uma ano.
A relação causal "menos benefícios, mais dinheiro" não existe nesse caso.
Ou então exista, mas apenas intraespecificamente? Talvez para a realidade interna da Índia mais direitos/benefícios resultariam em ainda menos dinheiro?

Offline Pilantrólogo

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Re:As 25 Maiores Pérolas de Dilma Rousseff
« Resposta #99 Online: 29 de Julho de 2015, 22:12:11 »
[...]

Olha. Mais ou menos. Passa por aí. Com certeza eles têm uma condição de vida muito melhor do que nos subúrbios de Karashi, Nova Delhi ou Lagos.

Meu ponto foi justamente para contestar o argumento do Lorentz.
Na India, o empregado tem direito a 12 dias de férias remuneradas por ano, enquanto que na Inglaterra são 28 dias.
O tempo de licença maternidade na India, se não me engano, são 80 dias. Na Inglaterra são de 6 meses a uma ano.
A relação causal "menos benefícios, mais dinheiro" não existe nesse caso.
Ou então exista, mas apenas intraespecificamente? Talvez para a realidade interna da Índia mais direitos/benefícios resultariam em ainda menos dinheiro?

Não tenho dúvidas! Basta aumentar o salário médio do trabalhador indiano que vários empregos irão direto pro Sri Lanka e Bangladesh.
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