Autor Tópico: Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff  (Lida 48248 vezes)

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Offline Lorentz

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #3150 Online: 25 de Janeiro de 2017, 18:28:50 »
Cara, eu sempre achei exagero essas de falarem "se o PT for eleito, mudo do Brasil". Mas, agora, acho que é a gota d'água mesmo. Só não sei se teria condições de fazer isso a tempo, caso esse cenário parecesse mesmo estar na esquina.

O PT não será mais eleito. Já não foi na última eleição. Eu ainda aposto que aquela diferença mínima da Dilma sobre Aécio que ela conquistou nos últimos 5% de urnas apuradas tem muita cara de fraude. Como o PT não está mais no poder para fraudar urnas e usar a máquina a seu favor, pra eles acabou.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #3151 Online: 25 de Janeiro de 2017, 19:00:40 »
Cara, eu sempre achei exagero essas de falarem "se o PT for eleito, mudo do Brasil". Mas, agora, acho que é a gota d'água mesmo. Só não sei se teria condições de fazer isso a tempo, caso esse cenário parecesse mesmo estar na esquina.

O PT não será mais eleito. Já não foi na última eleição. Eu ainda aposto que aquela diferença mínima da Dilma sobre Aécio que ela conquistou nos últimos 5% de urnas apuradas tem muita cara de fraude. Como o PT não está mais no poder para fraudar urnas e usar a máquina a seu favor, pra eles acabou.

Eles têm apoio de governos estrangeiros que não querem perder a boca, duvido muito que não tentem um acerto por baixo dos panos para tentar eleger o PT ou pelo menos atrapalhar o novo governo.

Offline Lorentz

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #3152 Online: 25 de Janeiro de 2017, 19:05:28 »
Cara, eu sempre achei exagero essas de falarem "se o PT for eleito, mudo do Brasil". Mas, agora, acho que é a gota d'água mesmo. Só não sei se teria condições de fazer isso a tempo, caso esse cenário parecesse mesmo estar na esquina.

O PT não será mais eleito. Já não foi na última eleição. Eu ainda aposto que aquela diferença mínima da Dilma sobre Aécio que ela conquistou nos últimos 5% de urnas apuradas tem muita cara de fraude. Como o PT não está mais no poder para fraudar urnas e usar a máquina a seu favor, pra eles acabou.

Eles têm apoio de governos estrangeiros que não querem perder a boca, duvido muito que não tentem um acerto por baixo dos panos para tentar eleger o PT ou pelo menos atrapalhar o novo governo.

Mas veja como o PT não consegue mais mobilizar pessoas e recursos como antes. Acho que já minguou, e só não minguou antes porque usou tudo o que tinham em mãos para durar mais 1 ano no poder.
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Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #3153 Online: 25 de Janeiro de 2017, 19:32:28 »
São insetos, se não acabar com todos de uma vez é só questão de tempo até  voltarem.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #3154 Online: 25 de Janeiro de 2017, 19:38:30 »
Cara, eu sempre achei exagero essas de falarem "se o PT for eleito, mudo do Brasil". Mas, agora, acho que é a gota d'água mesmo. Só não sei se teria condições de fazer isso a tempo, caso esse cenário parecesse mesmo estar na esquina.

O PT não será mais eleito. Já não foi na última eleição. Eu ainda aposto que aquela diferença mínima da Dilma sobre Aécio que ela conquistou nos últimos 5% de urnas apuradas tem muita cara de fraude. Como o PT não está mais no poder para fraudar urnas e usar a máquina a seu favor, pra eles acabou.

Mas não é "PT"; é L-U-L-A, filho. O jogo é outro. Ele está em primeiro nas pesquisas. Até nas marchas PRÓ-impeachment ele tinha MILHARES de eleitores.

E "obviamente" que a culpa toda da crise não é dele, nem de Dilma, mas dos que estão aí agora e que já estavam sabotando tudo desde antes, tentando a todo custo nos levar de volta à era das trevas de FHC.

Para piorar, o Lula nem disse, "se Dilma num for uma boa presidenta, nunca mais vote nimim".

Offline Skorpios

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #3155 Online: 22 de Fevereiro de 2017, 14:54:26 »
Não sabia onde postar, mas como foi da autoria da Dilma vai aqui. O melhor da história toda é que todos nós vamos pagar. Como sempre. :hmph:

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Aneel: indenizações às transmissoras somam R$ 62,2 bi e serão pagas em 8 anos

As transmissoras de energia vão receber R$ 62,2 bilhões nos próximos oito anos em indenizações. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), R$ 35,217 bilhões correspondem a valores que as empresas deixaram de receber entre 2013 e 2017, por investimentos realizados antes de maio de 2000.

O restante, R$ 26,983 bilhões, corresponde à remuneração por esses investimentos. Isso inclui a parcela que não foi paga entre 2013 e 2017 e a parcela correspondente à remuneração até o fim da vida útil de cada um dos ativos.

Segundo o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, os valores são as melhores estimativas neste momento, mas podem ser alterados até junho deste ano, quando serão referendados. Ele informou que há laudos de empresas que ainda não foram validados pelo órgão regulador. Além disso, a agência usará a variação do IPCA mais atualizada possível, referente ao período entre janeiro de 2013 e junho de 2017.

A decisão diz respeito a investimentos realizados por nove transmissoras que aceitaram renovar suas concessões antecipadamente em 2012, em troca da redução das tarifas, por meio da Medida Provisória 579/2012. São elas: CEEE-GT, Celg-GT, Cemig-GT, Copel-GT, CTEEP, além de Eletronorte, Eletrosul, Furnas e Chesf, do grupo Eletrobras.

Os juros serão pagos em oito anos, em parcelas iguais, que serão remuneradas. Dos R$ 35,217 bilhões, a maior parcela será paga à Furnas, que receberá R$ 12,592 bilhões; Chesf, com R$ 7,760 bilhões; e CTEEP, com R$ 5,668 bilhões. A Eletronorte terá direito a R$ 3,609 bilhões; a Eletrosul, R$ 1,685 bilhão; a Cemig-GT, R$ 1,409 bilhão; CEEE-GT, R$ 1,142 bilhão; a Copel-GT, R$ 1,041 bilhão; e a Celg-GT, R$ 306,3 milhões.

Em receita anual permitida que deixou de ser paga entre 2013 e 2017, as nove empresas vão receber R$ 5,815 bilhões, divididos em parcelas nos próximos oito anos. Furnas receberá R$ 2,079 bilhões; Chesf, R$ 1,281 bilhão; CTEEP, R$ 936,1 milhões; Eletronorte, R$ 596 milhões; Eletrosul, R$ 278,3 milhões; Cemig-GT, R$ 232,8 milhões; CEEE-GT, R$ 188,6 milhões; Copel-GT, R$ 171,9 milhões; e Celg-GT, R$ 50,5 milhões.

Em receita anual permitida no ciclo 2017/2018, as concessionárias vão receber R$ 4,991 bilhões, a serem incluídos na data-base das transmissoras neste ano, em julho. Todos os anos, essa parcela será recalculada para incluir remuneração e depreciação. Furnas receberá R$ 1,797 bilhão neste ano; Chesf, R$ 1,086 bilhão; CTEEP, 801,9 milhões; Eletronorte, R$ 515,1 milhões; Eletrosul, R$ 231,4 milhões; Cemig-GT, R$ 195,6 milhões; CEEE-GT, R$ 163,9 milhões; Copel-GT, R$ 155,4 milhões; e Celg-GT, R$ 44,1 milhões.


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Indenização bilionária a elétricas começa a ser repassada ao consumidor em julho

O governo decidiu jogar para o consumidor o pagamento das indenizações bilionárias das transmissoras de energia. A medida sai após quatro anos e meio de espera, depois de a União ter esvaziado o caixa dos fundos setoriais e da recusa do Tesouro Nacional em pagar um volume de recursos que deve atingir R$ 62,2 bilhões. Com essa solução, o governo retoma exatamente a prática que era feita antes da edição da polêmica Medida Provisória 579/2012, programa lançado pela ex-presidente Dilma Rousseff, por meio da qual a conta de luz foi reduzida em 20%. Agora, a tarifa volta a ter uma parcela referente à remuneração das empresas por investimentos já realizados, que havia sido retirada em 2013.

O pagamento vai entrar na tarifa de energia do consumidor a partir de julho, diluído em oito anos. O impacto, neste ano, será de 7,17%, em média, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), variando de 1,13% a 11,45%. Isso não significa que as contas vão subir nessa magnitude, pois a transmissão é apenas um de vários itens que compõem as tarifas, que inclui custos de geração, distribuição, subsídios e impostos.

Esse custo, porém, diminui o potencial de queda que as tarifas de energia teriam neste ano, após terem subido 51% em 2015 e recuado apenas 10,66% em 2016, segundo dados da inflação medida pelo IPCA do IBGE.

Um exemplo disso é a tarifa da Energisa Borborema, que atende municípios da Paraíba. Os consumidores da região tiveram um aumento de 0,43% na conta de luz em janeiro deste ano. Sem a indenização das transmissoras, a tarifa teria caído 2,37%.

Atraso

O pagamento de indenizações às transmissoras deveria ter começado em 2013 e seria arcado pelo Tesouro Nacional. As companhias aceitaram prorrogar suas concessões por 30 anos, de forma antecipada. Isso viabilizou a redução da conta de luz, anunciada pela ex-presidente Dilma Rousseff, que fez as tarifas caírem 20%, em média.

Na época, o governo aceitou pagar indenizações para as empresas que detinham usinas hidrelétricas antigas e que renovaram os contratos com receitas mais baixas. Em seguida, devido a um período de seca e de aumento do consumo que quase levou a um racionamento, o custo da energia aumentou. No entanto, o governo decidiu represar essa conta em meio ao período eleitoral.

Essas políticas consumiram todo o caixa acumulado dos fundos setoriais, que somava cerca de R$ 15 bilhões, exigiram emissões, aportes e empréstimos do Tesouro, no valor de R$ 14 bilhões, e um financiamento bancário de R$ 21,176 bilhões, que, devido aos juros, chegará a R$ 35,417 bilhões.

Ainda faltava, porém, definir uma solução para os investimentos realizados pelas companhias que investiram em linhas de transmissão e subestações, resolvido somente neste ano. O problema desse atraso é que as empresas receberão todo o dinheiro com juros. As nove concessionárias terão direito a receber R$ 62,2 bilhões nos próximos oito anos. Desses, R$ 35,217 bilhões, mais da metade do dinheiro, correspondem a juros.

Justiça

As turbulências no setor elétrico levaram empresas e associações a entrarem na Justiça nos últimos quatro anos. No caso das indenizações definidas na terça-feira, não deve ser diferente. O presidente executivo da Associação Brasileira de Grandes Consumidores (Abrace), Edvaldo Alves de Santana, avalia que as indenizações são indevidas e ilegais e não descarta esse caminho.

Para as indústrias que fazem parte da associação, o aumento será maior e deve atingir 25%, em média, considerando o custo da energia e da transmissão. "Parece que estão nos induzindo a ir à Justiça", afirmou.

Outros setores da indústria também devem se mobilizar contra o reajuste. O superintendente da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro), Lucien Belmonte, disse que a entidade está pronta para entrar na Justiça contra a proposta. "Estamos preparados para contestar essa conta. Não vamos incorporar essa história de aumento de conta de luz de novo", afirmou.

O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transmissão (Abrate), Mário Miranda, defendeu a proposta e disse que as empresas estão finalmente recebendo os valores a que têm direito. Ele mencionou que o atraso no pagamento prejudicou o resultado dos leilões de transmissão nos últimos anos.

O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, disse que o pagamento das indenizações é uma decisão do governo e que cabe à agência apenas regulamentar essa política. Segundo ele, não é possível rever essa norma, mas, se forem encontrados erros nos cálculos de indenização, eles serão corrigidos. "Não temos compromisso com erro", afirmou. Ele disse que a agência estará preparada caso as associações e empresas recorram ao Judiciário.
Se você agir sempre com dignidade pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos.

Millôr Fernandes


 

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