Autor Tópico: ETs evitam guerras então?  (Lida 7185 vezes)

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Offline Freya

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #50 Online: 22 de Outubro de 2016, 20:54:56 »
Esta é a hipótese fisicalista. Só que esta hipótese da mente ser igual ao cérebro/circuitos cerebrais não é  algo  realmente comprovado.  Mas mesmo considerando que seja verdadeira, ainda assim  isto não prova que as outras pessoas tenham mentes.  Eles podem ter cérebro, mas ainda assim serem zumbis. Seres com cérebro, mas sem mente.  A hipótese solipsista não afirma e não depende de que os outros  seres  que você considera como humanos não tenham cérebros dentro de seus crânios.

Existem evidências de que a consciência é fruto da malha cerebral e, ainda que não se possa provar neste momento que ela é apenas isso, ou, demonstrar exatamente como funciona, existem, sim, evidências observáveis. Mas é plenamente verificável que quando alguém pensa alguma coisa, atividades elétricas no cérebro ocorrem em determinadas regiões, basta usar um aparelho de ressonância.

E quanto ao Solipsismo, isso é uma tremenda bullshit relativista e irracional, que nega o valor do real, do racional, que nega a existência de verdades objetivas e resume toda a realidade como "ponto de vista". Isso é de um obscurantismo tão grande, é uma filosofia tão ridícula, que nem vale a pena discorrer.

E não pense também que a rejeição do relativismo leva, necessariamente, a um absolutismo dogmático. Óbvio que não. Quem sabe o que é investigação da realidade também sabe que de fato o que sabemos por real é apenas uma aproximação da realidade última, e justamente por isso a importância de seguir investigando, porque se reconhece a falibilidade do investigador. E, embora o método científico não seja perfeito, é sem dúvida o melhor instrumento de investigação que dispomos, ele mesmo é capaz de se autocorrigir. Mas sua falibilidade não chega a anular a distinção entre conhecimento (ainda que provisório) e a total ignorância. Existem verdades objetivas, sim. Ou vai me dizer que, por exemplo, cálculos, teoremas, composição química da glicose, cálculos das reações do hidrogênio, estrutura do DNA, química de partículas etc. não traduzem realidades?

Mas a questão aqui não é a de provar, se eu fosse (ou for)  uma máquina de Turing  eu não  estaria (ou não estou)  interessado em provar que sou.
A questão aqui é você perceber que para um monte de coisas nas quais você acredita serem verdadeiras, você simplesmente não tem provas concretas.

É, sim. O que vc está propondo é inversão do ônus da prova, e isso é absurdo. Não se pode provar a inexistência de algo, seja o que for.
Em outras palavras, você fantasiou uma "realidade alternativa" em que tudo é comandado por máquinas, onde você é uma máquina, e me pede para que eu "saiba", concretamente, que isso que você afirma não é uma realidade. Pfff Sem comentários...

E  com relação a sua certeza de que “milhões de pessoas estão conectadas na internet falando uma porção de besteiras por aí, teimando e querendo "ganhar no grito"”,    você pode até ter este estado psicológico de certeza, entretanto você também não tem provas concretas disso, o que você certamente tem  são algumas pessoas  que você pessoalmente conhece que estão falando uma porção de besteiras por aí (na internet, ou no que você acredita que seja a internet) , teimando e querendo "ganhar no grito"”, e relatos de outras pessoas que escrevem isso e lhe informam isso . Mas é bastante improvável que você tenha provas concretas de que “ “milhões de pessoas estão conectadas na internet falando uma porção de besteiras por aí, teimando e querendo "ganhar no grito"”.

Pessoas conectadas à internet falando besteiras por aí é um fato plenamente verificável, falseável. Diferentemente de aliens dando um rolê por aí.
E se você não sabe disso, além de ter um deficitário conhecimento de metodologia e epistemologia científica, também não entende muito da própria tecnologia que utiliza.

Esta foi uma referência ao exemplo do deGrasse

Sim, eu entendi. Você disse que o argumento do Tyson não era válido e só servia de piada porque quem é abduzido não está plenamente consciente. E eu contra-argumentei que, só por isso, o relato da suposta abdução se torna totalmente descartável como evidência ou até mesmo como hipótese a se cogitar.
« Última modificação: 22 de Outubro de 2016, 21:04:56 por Freya »

Offline Freya

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #51 Online: 22 de Outubro de 2016, 20:56:46 »
OVNIS EVITARAM A GUERRA NUCLEAR

Porque os ovnis não evitaram os bombardeios de Hiroshima e Nagasaki? Não gostavam dos japoneses?

Eles certamente já detectaram a primeira explosão nuclear feita no Novo Mexico e saberiam que outras bombas estavam a caminho.

Por que eles são membros do Conselho de Segurança da ONU, por isso a incompetência! rs  :hihi:

Offline JJ

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #52 Online: 22 de Outubro de 2016, 22:20:28 »

Você não pode "olhar" para uma máquina e saber que não foi feita por humanos, no máximo que não é parecido com nenhuma tecnologia que você conheça.


Outra resposta:

A alternativa é que os Estados Unidos tenham  uma super mega tecnologia  ultra secreta  e ultra avançada. Só que estranhamente eles ainda não a usaram para acabar com a Rússia. 

Ou quem sabe é por isso mesmo que  estão  com uma frenética retórica anti Rússia, e  que  por isso estão preparando  para uma  grande guerra ?


-------------------------


PS. Só coloquei essa  alternativa para mostrar  que ela não parece ser melhor do que a outra. 

Ou alguém acha que ela é melhor ?






« Última modificação: 22 de Outubro de 2016, 22:39:52 por JJ »

Offline Comandante

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #53 Online: 22 de Outubro de 2016, 22:23:31 »


No exemplo dado realmente seria uma extrapolação falar com certeza que são ETs (seres vindo de outro planeta).  Entretanto não haveria nada de errado ou de falso em afirmar que viu um objeto  cujo descrição da forma e do modo de operação não se encaixa em nenhum objeto feito pelo homem e que seja conhecido.  E também não haveria nada de errado em afirmar que haveria, sim, probabilidade de ser extra terrestre.   

Bom seria se os relatos se limitassem sempre a isso. Pelo menos as pessoas estariam dizendo que simplesmente não sabiam o que viram.

Agora..... "probabilidade" de ser extraterrestre? Poderias colocar isso em números para gente? Suponho que estavas tentando dizer.... possibilidade   :ok:.
Deus, a perfeita e eterna criação da mente humana!!

Offline JJ

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #54 Online: 22 de Outubro de 2016, 22:44:51 »
E muito ceticismo pode levar  até a duvidar  da existência de outras mentes. Quem sabe você é a única que tem uma mente, e os outros são zumbis.    :hihi:   

Ou  talvez eu e os outros foristas sejamos apenas máquinas de Turing conectadas a internet.   :hihi:

O que você está dizendo não faz sentido, porque ceticismo não é sinônimo de duvidar de tudo, mas apenas manter a dúvida saudável, a dúvida mínima e razoável diante das "verdades" apresentadas. Simples.


O ceticismo filosófico tem  tem, sim,  o sentido de duvidar de praticamente tudo (ou tudo) , e de não considerar alguma coisa como verdadeira.  Ao considerar algo como verdadeiro  já estará sendo dogmático ao invés de cético.



Offline JJ

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #55 Online: 22 de Outubro de 2016, 22:52:44 »


No exemplo dado realmente seria uma extrapolação falar com certeza que são ETs (seres vindo de outro planeta).  Entretanto não haveria nada de errado ou de falso em afirmar que viu um objeto  cujo descrição da forma e do modo de operação não se encaixa em nenhum objeto feito pelo homem e que seja conhecido.  E também não haveria nada de errado em afirmar que haveria, sim, probabilidade de ser extra terrestre.   

Bom seria se os relatos se limitassem sempre a isso. Pelo menos as pessoas estariam dizendo que simplesmente não sabiam o que viram.

Agora..... "probabilidade" de ser extraterrestre? Poderias colocar isso em números para gente? Suponho que estavas tentando dizer.... possibilidade   :ok:.


Sim,  me parece que o termo mais adequado realmente seria  "possibilidade".


« Última modificação: 22 de Outubro de 2016, 22:57:00 por JJ »

Offline Freya

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #56 Online: 22 de Outubro de 2016, 22:57:43 »
E muito ceticismo pode levar  até a duvidar  da existência de outras mentes. Quem sabe você é a única que tem uma mente, e os outros são zumbis.    :hihi:   

Ou  talvez eu e os outros foristas sejamos apenas máquinas de Turing conectadas a internet.   :hihi:

O que você está dizendo não faz sentido, porque ceticismo não é sinônimo de duvidar de tudo, mas apenas manter a dúvida saudável, a dúvida mínima e razoável diante das "verdades" apresentadas. Simples.


O ceticismo filosófico tem  tem, sim,  o sentido de duvidar de praticamente tudo (ou tudo) , e de não considerar alguma coisa como verdadeira.  Ao considerar algo como verdadeiro  já estará sendo dogmático ao invés de cético.

Sexto Empírico e o ceticismo pirrônico

O ceticismo antigo nasce com Pirro de Élis, através da suspensão radical de juízo. Tal postura filosófica, contudo, está longe da dúvida inconseqüente

Jaimir Conte

Embora os céticos gregos tenham produzido uma grande quantidade de escritos, poucos sobreviveram. Quase tudo o que sabemos sobre o ceticismo antigo se deve principalmente às obras tardias de Diógenes Laércio (século 3), Cícero (século 1 a.C.) e especialmente às obras do médico e filósofo grego Sexto Empírico (século 2), assim como aos escritos de seus oponentes, como Santo Agostinho (século 4), e a referências dispersas presentes numa grande variedade de fontes. O ceticismo formulado nesses escritos exerceu pouca influência sobre o pensamento medieval depois de Agostinho e, na verdade, eles estiveram, em grande medida, inacessíveis até serem recuperados durante o Renascimento.

Os escritos de Sexto Empírico reapareceram na segunda metade do século 16. Primeiramente, numa tradução latina das Hipotiposes pirrônicas realizada por Henri Estienne, publicada em Paris em 1562. Logo em seguida, em 1569, numa tradução latina da obra Adversus mathematicos, realizada por Gentien Hervet. Foram esses textos que mais contribuí­ram para o surgimento do pensamento cético no início da filosofia moderna, em especial nos escritos de Montaigne (1533-1592). Tão forte foi a impressão causada pela leitura de Sexto que, além de retomar e desenvolver nos Ensaios os principais argumentos da tradição cética compilados por Sexto, Montaigne fez gravar nas vigas de sua “biblioteca” várias sentenças extraídas das Hipotiposes e, numa medalha, a famosa divisa “Que sais-je?”, na qual figurava do outro lado uma balança com os dois pratos em equilíbrio, símbolo da suspensão do juízo e do tema central das Hipotiposes: a eqüipolência, ou igual peso dos diferentes pontos de vista.

A “crise pirrônica” que Montaigne teve ao ler as Hipotiposes foi vivida por vários filósofos posteriores, mesmo por aqueles, tais como Descartes (1596-1640) e Berkeley (1685-1753), cujo empreendimento foi, claramente, o de refutar o ceticismo. A força e o impacto­ do ­pirronismo foram tão grandes que refutar o ceticismo tornou-se um dos principais desafios da filosofia moderna. Devido a seu radical enfoque contrário às pretensões da metafísica, e como resultado também das obras de David Hume (1711-1776), que levou a lógica dos argumentos céticos encontrados em Sexto e em Descartes a suas conclusões mais extremas, o pirronismo tornou-se um aspecto permanente do pensamento filosófico dos séculos subseqüentes até os nossos dias.

Para a tranqüilidade da alma

A fim de caracterizar o ceticismo pirrônico, um bom ponto de partida é início das Hipotiposes, onde Sexto apresenta “as características próprias do ceticismo, seus propósitos e princípios, seus argumentos, seu critério e seus objetivos, assim como os ‘tropos’ ou ‘modos’ que levam à suspensão do juízo”.

Sexto inicia fazendo uma distinção entre três tipos de filosofias: as que alegam ter encontrado a verdade, como as filosofias de Aristóteles, de Epicuro e dos estóicos; as que negam a possibilidade de encontrá-la, como a dos Acadêmicos; e as que ainda a procuram, como a escola cética. Essa distinção permite a Sexto separar a escola cética do tipo de ceticismo que floresceu, inspirado em Sócrates, na Academia de Platão. Ao afirmar que a verdade seria inapreensível, os céticos Acadêmicos, dentre os quais Clitômaco (175-110 a.C.) e Carnéades (219-129 a.C.), sustentariam, na verdade, segundo Sexto, uma forma de dogmatismo negativo. Ao contrário, a preocupação de Sexto é mostrar que os céticos pirrônicos não alegam ter descoberto a verdade nem afirmam que esta não pode ser descoberta, mas que continuam investigando. O ceticismo pirrônico, portanto, não faz nenhuma afirmação tão categórica quanto à dos céticos Acadêmicos. É um tipo de ceticismo que dá ênfase à suspensão do juízo. É nisso que consiste o ceticismo efético, ou suspensivo, que Sexto considera como o verdadeiro “ceticismo”, e que seria proveniente da filosofia de Pirro de Élis (c.360-c.270 a.C.). É por isso que o ceticismo antigo é frequentemente denominado de “pirronismo”.

Sexto explica que a suspensão do juízo, ou seja, a impossibilidade de afirmar ou negar algo, é o resultado do princípio metodológico cético que consiste em comparar e em opor entre si, de todas as maneiras possíveis, as coisas que os sentidos percebem (fenômenos) e que a inteligência concebe (númeno). Examinando as explicações, por exemplo, em sua busca da verdade (zétesis) o cético se depararia com teorias conflitantes (diaphonia), cada qual pretendendo ser a única verdadeira. Dada a falta de um critério para decidir qual dessas teorias assim opostas é a verdadeira – já que os critérios dependeriam eles próprios das teorias e não seriam imunes ao questionamento – considera que todas têm igual peso (isosthenia). Incapaz de decidir entre elas, de fazer uma escolha, o cético se encontra então forçado a não se pronunciar (afasia) e, portanto, a suspender seu juízo (epoché). Ao fazê-lo, descobre-se livre das inquietações, alcançando, assim, a tranqüilidade da alma (ataraxia).

A finalidade do ceticismo, segundo Sexto, é a tranqüilidade em questões de opinião e a sensação moderada quanto ao inevitável. “Pois o cético, tendo começado a filosofar com o objetivo de decidir acerca da verdade ou falsidade das impressões sensíveis de modo a alcançar com isso a tranqüilidade, encontrou-se diante da eqüipolência nas controvérsias, e sem poder decidir sobre isto, adotou a suspensão, e, em conseqüência da suspensão seguiu-se, como que fortuitamente, a tranqüilidade em relação às questões de opinião. Pois aqueles que mantêm uma opinião sobre se algo é por natureza bom ou mau estão sempre perturbados. Quando se encontram privados daquilo que consideram bom, sentem-se afligidos por algo naturalmente mau e passam a buscar aquilo que pensam ser bom. E ao obter isso sentem-se ainda mais perturbados, já que ficam contentes de forma irracional e imoderada e passam a recear que as coisas mudem e percam aquilo que pensam ser bom. Mas, ao contrário, aqueles que não determinam serem as coisas naturalmente boas ou más, não as evitam nem as buscam avidamente, e, por isso, não se perturbam”.

Modos de argumentação

Os céticos empregaram uma série de modelos de argumentos, conhecidos como tropos ou modos, destinados a induzir a suspensão do juízo sobre as doutrinas dogmáticas que pretendem dizer como as coisas são em si mesmas. Os mais conhecidos são os dez modos atribuídos a Enesidemo (séc. 1 a.C).

O primeiro modo baseia-se na diversidade dos animais. Os órgãos dos sentidos variam de uma espécie para outra. A representação de um mesmo objeto deve, portanto, variar de uma espécie para outra em virtude dessas diferenças. Não temos, contudo, um critério para declarar que as percepções de uns representam mais fielmente a realidade que as percepções dos outros. O segundo, terceiro e quarto modos exploram o fato de que, segundo as circunstâncias – juventude ou velhice, saúde ou doença, movimento ou repouso – um mesmo sujeito não vê necessariamente o mesmo objeto sempre da mesma maneira. Além disso, as sensações que um sujeito tem variam também segundo o lugar, a posição e a distância do objeto. Outro argumento lembra que os costumes, as leis, as crenças variam. Todos os dez modos apelam para vários fatores (tais como as condições que afetam o sujeito e o objeto e as circunstâncias em que o objeto se encontra), que influenciam a maneira como as coisas nos aparecem. A conclusão é que o conhecimento sensível é relativo; que podemos dizer como as coisas nos aparecem, mas não como são em si mesmas, em sua natureza real; e que sobre este último ponto devemos suspender o juízo.

Além dos dez modos, que constituem essencialmente um questionamento radical da experiência dos sentidos como o critério de verdade, Sexto menciona o desenvolvimento, por parte dos céticos posteriores a Enesidemo, de outros tipos de argumentos. Trata-se dos cinco modos de Agripa. O primeiro é o da discordância, ou diafonia. Consiste em reconhecer a existência de significativas diferenças de opiniões entre os homens, de maneira particular entre as doutrinas dos filósofos. Devido à eqüipolência das opiniões e doutrinas opostas, e da impossibilidade de resolver o desacordo existente entre elas, conclui que é preciso suspender o juízo sobre quais são verdadeiras e quais são falsas. O segundo é o da regressão ao infinito. Consiste em considerar que todo argumento exige uma prova que, ela mesma, deve ser provada – do contrário seria arbitrária –, e assim por diante, de modo que não podemos jamais chegar ao fim. O terceiro é o da relação. Explora o fato de que toda representação que temos de um objeto é relativa à natureza do sujeito e às condições nas quais se encontra o objeto, de modo que não podemos saber como as coisas são na realidade, objetivamente, mas apenas dizer como nos aparecem. O quarto é o da hipótese. Considera que toda tentativa de evitar a regressão ao infinito com base em algo não justificado é inaceitável. O quinto modo é o do dialelo. Consiste em considerar que quando pretendemos provar algo com base numa conseqüência daquilo que procuramos demonstrar, caímos num círculo vicioso, onde A é provado por B e B por A; o que é logicamente inaceitável.

O pirronismo antigo é, sem dúvida, uma filosofia da dúvida. Quando se fala indistintamente do ceticismo filosófico, no entanto, tende-se a reduzi-lo à dúvida. A imagem do cético como aquele que duvida de tudo está vinculada ao ceticismo moderno, à dúvida de Descartes como empregada nas Meditações. Com efeito, embora tivesse claramente o objetivo de refutar o ceticismo, Descartes empregou argumentos da tradição cética a fim de colocar tudo em dúvida. Em sua estratégia argumentativa, que na verdade tinha em vista reduzir ao absurdo o ceticismo, mostrando no final que nem tudo podia ser posto em dúvida, Descartes levou tão longe os argumentos céticos que, a partir de então, o ceticismo passou a ser sinônimo de dúvida. Para os pirrônicos gregos, no entanto, a dúvida representava uma atitude entre outras, manifestando o espírito de investigação e de exame. Julgando a verdade muito importante para aceitar pacificamente uma só explicação, um só argumento a favor (ou contra), os pirrônicos lançavam-se na busca de outras explicações, de argumentos contrários. Como escreve Sexto: “A filosofia cética é denominada também de ‘zetética’ devido à sua atividade de investigar e indagar?; ‘efética’, ou suspensiva, devido ao estado produzido naquele que investiga após a sua busca; e ‘aporética’, ou dubitativa, qual seja, segundo alguns, devido a seu hábito de duvidar e de buscar, ou devido à sua indecisão quanto à afirmação ou negação”. É a razão pela qual Sexto Empírico define o ceticismo como uma filosofia da investigação. Uma filosofia que não duvida dos fenômenos, daquilo que aparece, mas apenas daquilo que se afirma dogmaticamente para além dos fenômenos. Neste sentido, perfeitamente compatível com o espírito científico, uma filosofia que não impede o estudo dos fenômenos e a teorização sobre os fenômenos. Uma filosofia que deixa inteiramente de lado a ciência dogmática, a busca de verdades absolutas, reconhecida impossível, mas que em compensação atribui um valor à experiência e à vida, não desejando, como afirma Sexto, ir de encontro ao senso comum nem transtornar a vida.

Jaimir Conte
é professor de Filosofia da UFRN


http://revistacult.uol.com.br/home/2010/03/o-inicio-sexto-empirico-e-o-ceticismo-pirronico/
« Última modificação: 22 de Outubro de 2016, 23:00:00 por Freya »

Offline Comandante

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #57 Online: 22 de Outubro de 2016, 23:05:31 »
Sim,  me parece que o termo mais adequado realmente seria  "possibilidade".

Claro..... praticamente tudo é possível. Mas...

Certamente, e é por isso que eu escrevi:

“que viu um objeto  cujo descrição da forma e do modo de operação não se encaixa em nenhum objeto feito pelo homem e que seja conhecido”

Qual o grau de instrução e área de atuação do personagem que vc ilustra ter uma visão de um OVNI?
O que ela entende por "modo de operação" de algum objeto voador que seja?

Pergunto isso pois ja ouvi relato de pessoas dizerem avistar uma luz branca forte a baixa altura a noite, e a luz desaparecer de repente. Um Helicóptero desaparece derrepente a noite, quando desliga seus faróis de pouso.

Digo... é muito difícil simplesmente dizer que tal objeto não opera como nada conhecido, pois o personagem conhece exatamente qual o modo de operação de tudo o que existe? Sem fazer uma análise mais cautelosa? e por aí vai.

Mas o que ta pegando aqui no meu ponto de vista é o seguinte:

Seu questionamento sobre "como coletariamos uma evidência extraordinária" não faz muito sentido de ser levada adiante como vc está pretendendo.... ou seja, como se fosse um argumento, simplesmente por que é muito difícil encontrarmos exemplos de coisas extraordinárias que ocorrem sem que mais cedo ou mais tarde, uma excelente evidência logo fosse conseguida.

Todo cientista que descobriu algo extraordinario de fato, mais cedo ou mais tarde fez demonstrações teóricas, matemáticas ou empíricas. No dia a dia, mesmo que vc não saiba dizer exatamente o que viu quando relata algo, facilmente é possível apontar para uma direção e dizer "era igual aquele ali".

Relatos de avistamentos de OVNIS como sendo de origem extraterrestre, SEMPRE existiram...... mas suas evidências NUNCA foram mostradas.

Ou seja, isso que vc está me perguntando já aconteceu alguma vez, e posteriormente foi verificado e comprovado verídico e ser tecnologia provinda de outro planeta? Eu não conheço nenhum caso.

Percebe? Dizer que é difícil arrumar uma evidência extraordinária, não é uma boa justificativa.
Deus, a perfeita e eterna criação da mente humana!!

Offline JJ

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #58 Online: 23 de Outubro de 2016, 07:39:11 »
Sim,  me parece que o termo mais adequado realmente seria  "possibilidade".

Claro..... praticamente tudo é possível. Mas...

Certamente, e é por isso que eu escrevi:

“que viu um objeto  cujo descrição da forma e do modo de operação não se encaixa em nenhum objeto feito pelo homem e que seja conhecido”

Qual o grau de instrução e área de atuação do personagem que vc ilustra ter uma visão de um OVNI?

Nível médio, e conhece muito bem helicóptero, avião, foguete , aeromodelo, balão, e drones.


O que ela entende por "modo de operação" de algum objeto voador que seja?

Um exemplo,  mudanças abruptas de direção, enormes acelerações,  etc.


Pergunto isso pois ja ouvi relato de pessoas dizerem avistar uma luz branca forte a baixa altura a noite, e a luz desaparecer de repente. Um Helicóptero desaparece derrepente a noite, quando desliga seus faróis de pouso.


Eu sei perfeitamente que há muitos enganos nos relatos de supostos avistamento A DISTANCIA, os quais são a maioria dos relatos. Sei perfeitamente que cerca de ~ 90% de relatos são considerados enganos ou duvidosos.

Mas no exemplo que eu dei, a proximidade e a clareza eliminam está possibilidade.

Digo... é muito difícil simplesmente dizer que tal objeto não opera como nada conhecido, pois o personagem conhece exatamente qual o modo de operação de tudo o que existe? Sem fazer uma análise mais cautelosa? e por aí vai.


Não, não  é muito difícil diferenciar em plena luz do dia  e  perto, um disco voador pairando há 2 m do solo, de um helicóptero, de um avião, de um foguete , de um aeromodelo, de um balão, e mais recentemente de drones.





Mas o que ta pegando aqui no meu ponto de vista é o seguinte: 

Seu questionamento sobre "como coletariamos uma evidência extraordinária" não faz muito sentido de ser levada adiante como vc está pretendendo.... ou seja, como se fosse um argumento, simplesmente por que é muito difícil encontrarmos exemplos de coisas extraordinárias que ocorrem sem que mais cedo ou mais tarde, uma excelente evidência logo fosse conseguida.


Isso é o mesmo que afirmar que como até agora não foi conseguida uma  excelente evidência da existência de ETs, então  ETs não existem.

E também seu argumento de forma mais geral  afirma que nada de extraordinário será encontrado daqui para o futuro pois o que tinha de  extraordinário para ser encontrado já foi.  Acabaram-se as coisas extraordinárias.


E tem outro problema sério neste seu argumento,  você pressupõe que  se fossem encontradas excelentes evidências ( Quais ?  O que você chama de excelentes evidências ?  Um pedaço de disco voador ?  )  por qualquer conjunto de pessoas que mais provavelmente teriam acesso a estas “excelentes evidências”,  especialmente  você acredita  que  se governos encontrassem estas “excelentes evidências” , então eles seriam transparentes e imediatamente mostrariam para o público em geral.  Ou seja aqui temos claramente uma crença  na completa  transparência de governos (com relação a este assunto).   E aqui não estou afirmando com certeza que governos tem essas excelentes evidências, só estou afirmando que eu não tenho essas crença na transparência de governos (especialmente dos governos que tem os melhores meios de vigilância do espaço aéreo).





Todo cientista que descobriu algo extraordinario de fato, mais cedo ou mais tarde fez demonstrações teóricas, matemáticas ou empíricas. No dia a dia, mesmo que vc não saiba dizer exatamente o que viu quando relata algo, facilmente é possível apontar para uma direção e dizer "era igual aquele ali".

Relatos de avistamentos de OVNIS como sendo de origem extraterrestre, SEMPRE existiram...... mas suas evidências NUNCA foram mostradas.

Aqui já não são necessárias excelentes evidências ? 


Ou seja, isso que vc está me perguntando já aconteceu alguma vez, e posteriormente foi verificado e comprovado verídico e ser tecnologia provinda de outro planeta? Eu não conheço nenhum caso.

Percebe? Dizer que é difícil arrumar uma evidência extraordinária, não é uma boa justificativa.

Aqui você só está repetindo o argumento anterior  de que tudo o que é extraordinário já foi descoberto e já foi revelado
« Última modificação: 23 de Outubro de 2016, 07:42:42 por JJ »

Offline JJ

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #59 Online: 23 de Outubro de 2016, 08:06:21 »
Citação de: JJ
E  com relação a sua certeza de que “milhões de pessoas estão conectadas na internet falando uma porção de besteiras por aí, teimando e querendo "ganhar no grito"”,    você pode até ter este estado psicológico de certeza, entretanto você também não tem provas concretas disso, o que você certamente tem  são algumas pessoas  que você pessoalmente conhece que estão falando uma porção de besteiras por aí (na internet, ou no que você acredita que seja a internet) , teimando e querendo "ganhar no grito"”, e relatos de outras pessoas que escrevem isso e lhe informam isso . Mas é bastante improvável que você tenha provas concretas de que “ “milhões de pessoas estão conectadas na internet falando uma porção de besteiras por aí, teimando e querendo "ganhar no grito"”.

Pessoas conectadas à internet falando besteiras por aí é um fato plenamente verificável, falseável.
Diferentemente de aliens dando um rolê por aí.

E se você não sabe disso, além de ter um deficitário conhecimento de metodologia e epistemologia científica, também não entende muito da própria tecnologia que utiliza.

Eu só afirmei que é bastante improvável que  você já  tenha provas concretas de que “ “milhões de pessoas estão conectadas na internet falando uma porção de besteiras por aí, teimando e querendo "ganhar no grito"”.” 

Eu não afirmei sequer que não seria  algo  plenamente verificável, falseável.  Eu só quis lembrar de que mesmo para algo mais simples como isso, você não tem provas concretas em suas mãos, o que você tem é a crença de que isso ocorre  (por extensão de alguns casos que realmente conhece) e  o conhecimento dos meios e localizações  para   obter boas  evidências para isso. 

Mas concordo que não foi uma comparação muito boa, pois pessoas conectadas na internet e digitando besteiras por aí certamente é um evento comum,  e  para comprovar científicamente que milhões  de pessoas estão fazendo isso isso seria possível fazer uma pesquisa (custaria tempo e dinheiro, mas  a princípio seria  relativamente simples).


« Última modificação: 23 de Outubro de 2016, 08:11:34 por JJ »

Offline Gigaview

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #60 Online: 23 de Outubro de 2016, 11:41:02 »
OVNIS EVITARAM A GUERRA NUCLEAR

Porque os ovnis não evitaram os bombardeios de Hiroshima e Nagasaki? Não gostavam dos japoneses?

Eles certamente já detectaram a primeira explosão nuclear feita no Novo Mexico e saberiam que outras bombas estavam a caminho.



Por que os EUA precisavam do território japonês para controlar estratégicamente  a região e, unindo o útil ao necessário, ganhar uns trocados na reconstrução do país. Ficariam mais próximos da URSS que também tinha recuperado uma nave alienígena acidentada e como os americanas, estavam trabalhando num projeto de reengenharia. As bombas foram lançadas com o aval dos Ets que cairam em Roswell, que por azar são de uma espécie inimiga dos Ets que conversavam com os soviéticos.
« Última modificação: 23 de Outubro de 2016, 14:59:29 por Gigaview »

Offline Buckaroo Banzai

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #61 Online: 23 de Outubro de 2016, 13:01:40 »
Uma das espécies ETs em aliança com o Japão (ou melhor, domínio secreto) é aquela que os ocidentais apelidavam jocosamente de "verdinhos". O contato com o povo japonês já é bastante antigo:



Essa espécie em particular está associada a abduções e implantes de sondas anais na mitologia japonesa.

Mas não é a única espécie ET em contato com o território e cultura japonesa, como atestam outras evidências antropológicas:







Não deve se surpreender se notar nas últimas imagens similaridade com espécies ETs que se assemelham a descrições ocidentais de "demônios". Night Shyamaylan brincou com essa associação com resultados curiosos em "sinais", "signs", 2002.

A dominação territorial nunca foi, e ainda não é, plena:



Mas atualmente na maior parte da América do Norte e Europa dominam espécies identificadas como "cinzas", inimigas históricas dos "verdinhos" desde 12 560 aC.


Offline Gigaview

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #62 Online: 23 de Outubro de 2016, 17:09:25 »
Os "verdinhos" híbridos já estão entre nós. A idéia parece ser usá-los para manter um controle telepático das decisões dos dirigentes das grandes potências.






Offline Freya

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #63 Online: 23 de Outubro de 2016, 20:40:42 »
Cinzas são os malvados? Mas não eram os reptilianos? Ou os dois são a mesma espécie?

Offline Buckaroo Banzai

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #64 Online: 24 de Outubro de 2016, 14:26:31 »
É um assunto muito complexo para ser dividido simplisticamente entre "bem" e "mal". Não é possível confirmar ainda, mas ao que tudo indica, os cinzas são descendentes dos reptilianos que são descendentes dos cinzas, num loop auto-contido em que não se pode apontar um ponto inicial. O que é até algo remetente ao yin-yang e conseqüentemente à inadequação de falar em "bem" e "mal". É complicado, algo como uma versão filogenética, em vez de apenas genealógica, do filme "Predestination" (2014).

Offline Comandante

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #65 Online: 24 de Outubro de 2016, 17:24:06 »
Nível médio, e conhece muito bem helicóptero, avião, foguete , aeromodelo, balão, e drones.
(...)
Um exemplo,  mudanças abruptas de direção, enormes acelerações,  etc.
(...)
Eu sei perfeitamente que há muitos enganos nos relatos de supostos avistamento A DISTANCIA, os quais são a maioria dos relatos. Sei perfeitamente que cerca de ~ 90% de relatos são considerados enganos ou duvidosos.
(...)
Mas no exemplo que eu dei, a proximidade e a clareza eliminam está possibilidade.
Hmm... Entendo, ok!!!

Citar
Não, não  é muito difícil diferenciar em plena luz do dia  e  perto, um disco voador pairando há 2 m do solo, de um helicóptero, de um avião, de um foguete , de um aeromodelo, de um balão, e mais recentemente de drones.
Realmente

Citar
Isso é o mesmo que afirmar que como até agora não foi conseguida uma  excelente evidência da existência de ETs, então  ETs não existem.
Não, isso é o mesmo que dizer: simplesmente precisamos de evidências melhores que seus relatos, pois este tipo de "evidência" nunca levou a lugar nenhum, e a experiência já mostrou que esse tipo de evidência é pura perda de tempo para esta alegação.

Citar
Aqui já não são necessárias excelentes evidências ?
Definitivamente, não.

Citar
E também seu argumento de forma mais geral  afirma que nada de extraordinário será encontrado daqui para o futuro pois o que tinha de  extraordinário para ser encontrado já foi.  Acabaram-se as coisas extraordinárias.
(...)
especialmente  você acredita  que  se governos encontrassem estas “excelentes evidências” , então eles seriam transparentes

Bom, ja chega de distorcer o que eu digo, acredito ou deixo de acreditar.

Eu acho que vc mesmo poderia dizer o que seria uma evidência extraordinária da visita de extraterrestres.

A natureza, o nosso mundo, e o universo já são em si coisas extraordinárias. Volta e meia descobrimos e transformamos coisas extraordinárias. Provavelmente coisas extraordinárias sempre irão nos surpreender, e não necessariamente necessitamos de aval dos governos para todas elas (isso que vc falou para mim é pura teoria da conspiração)

Se vc olhar para o céu, vc pode constatar coisas extraordinárias, como as estrelas, os cometas, planetas, todos flutuando no vácuo a velocidades absurdas, temperaturas e condições extremas, praticamente impossíveis de reproduzir em laboratório. São infinitas coisas extraordinárias que seria muito difícil descrever e fazer alguém acreditar só com meros relatos. Forças misteriosas da natureza, como a eletricidade, gravidade, magnetismo etc ... da qual não sabemos porque e como são o que são. A vida, a matéria orgânica, a química, a físcia.... em fim. Qual o problema com as evidências extraordinárias que possuímos para essas coisas igualmente extraordinárias? Planetas e astros intocáveis ou até invisiveis para meros trabalhadores assalariados do dia a dia como nós, mas qualquer um pegar um bom telescópio pode observar e calcular a posição exata deles em qualquer data, além de constatar inúmeras alegações dos cientistas.

Agora vc ja tem alguns ótimos exemplos ou linha de raciocínio para bolar evidências extraordinárias para nos dar sobre visita de extraterrestres.

Veja que eu não estou querendo dizer que as coisas e suas evidências se esgotaram. Estou dizendo que para tudo que se alega como sendo um fato corriqueiro, mais cedo ou mais tarde as evidências aparecem.

Vcs estão a milênios alegando aparições e abduções, sempre sem vestígios, sem evidências, sem nada.

O que eu posso te dizer? Para ser respeitoso e não dizer simplesmente "ta.. conta outra", eu diria ... continue procurando, quando as tiver, traga para gente.

Será incrível compartilhar desta nova descoberta  :ok:


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Offline Freya

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #66 Online: 24 de Outubro de 2016, 20:48:41 »
É um assunto muito complexo para ser dividido simplisticamente entre "bem" e "mal". Não é possível confirmar ainda, mas ao que tudo indica, os cinzas são descendentes dos reptilianos que são descendentes dos cinzas, num loop auto-contido em que não se pode apontar um ponto inicial. O que é até algo remetente ao yin-yang e conseqüentemente à inadequação de falar em "bem" e "mal". É complicado, algo como uma versão filogenética, em vez de apenas genealógica, do filme "Predestination" (2014).

Sim, compreendo, seria o relativismo quântico genético.
E se não me engano eles seriam descendentes dos Goa'ulds, os parasitas que escravizaram civilizações antigas por meio do Stargate, e cogita-se que seriam os mesmos Anunnakis.

Offline Gigaview

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #67 Online: 24 de Outubro de 2016, 21:03:55 »
É um assunto muito complexo para ser dividido simplisticamente entre "bem" e "mal". Não é possível confirmar ainda, mas ao que tudo indica, os cinzas são descendentes dos reptilianos que são descendentes dos cinzas, num loop auto-contido em que não se pode apontar um ponto inicial. O que é até algo remetente ao yin-yang e conseqüentemente à inadequação de falar em "bem" e "mal". É complicado, algo como uma versão filogenética, em vez de apenas genealógica, do filme "Predestination" (2014).

Sim, compreendo, seria o relativismo quântico genético.
E se não me engano eles seriam descendentes dos Goa'ulds, os parasitas que escravizaram civilizações antigas por meio do Stargate, e cogita-se que seriam os mesmos Anunnakis.

Desculpe, mas você está confundindo realidade com fantasia. Lembre que você está dentre céticos que, apesar de fajutos em sua grande maioria, prezam muito essa distinção a menos que você esteja usando o traje da tropa estelar de sua preferência e deixe isso bem claro nas suas postagens.

Offline Freya

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #68 Online: 24 de Outubro de 2016, 21:46:36 »
É um assunto muito complexo para ser dividido simplisticamente entre "bem" e "mal". Não é possível confirmar ainda, mas ao que tudo indica, os cinzas são descendentes dos reptilianos que são descendentes dos cinzas, num loop auto-contido em que não se pode apontar um ponto inicial. O que é até algo remetente ao yin-yang e conseqüentemente à inadequação de falar em "bem" e "mal". É complicado, algo como uma versão filogenética, em vez de apenas genealógica, do filme "Predestination" (2014).

Sim, compreendo, seria o relativismo quântico genético.
E se não me engano eles seriam descendentes dos Goa'ulds, os parasitas que escravizaram civilizações antigas por meio do Stargate, e cogita-se que seriam os mesmos Anunnakis.

Desculpe, mas você está confundindo realidade com fantasia. Lembre que você está dentre céticos que, apesar de fajutos em sua grande maioria, prezam muito essa distinção a menos que você esteja usando o traje da tropa estelar de sua preferência e deixe isso bem claro nas suas postagens.

Eu é que peço desculpas pela falha, sr. comandante. Não, pera, comandante é o outro.
Esqueci de avisar antes, mas estou devidamente trajada. rs

Offline Criaturo

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #69 Online: 25 de Outubro de 2016, 14:39:29 »
A existência de ETs ja foram comprovadas pela aeronáutica brasileira e também por uma autoridade cientifica vejam:

<a href="https://www.youtube.com/v/1LDz9yVzavw" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/1LDz9yVzavw</a>


existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

Amo sofia mas, ela parece fugir de mim, de tão longe faz o meu amor platônico.

Offline Comandante

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #70 Online: 25 de Outubro de 2016, 16:22:27 »
Hahaha... muito boa essa
Deus, a perfeita e eterna criação da mente humana!!

Offline Criaturo

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #71 Online: 25 de Outubro de 2016, 21:13:07 »
Hahaha... muito boa essa
PUTZ! Tambem é ateu de ETs, santa incredulidade cética!
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

Amo sofia mas, ela parece fugir de mim, de tão longe faz o meu amor platônico.

Offline Gigaview

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #72 Online: 25 de Outubro de 2016, 22:02:46 »
A existência de ETs ja foram comprovadas pela aeronáutica brasileira e também por uma autoridade cientifica vejam:

<a href="https://www.youtube.com/v/1LDz9yVzavw" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/1LDz9yVzavw</a>




Excelente reportagem!!!111111

Confirma que estamos sendo vigiados por viajantes do tempo além dos ETs. O mais chocante nessa estória é que as Forças Armadas e a Unicamp aparecem de novo acobertando tudo, exatamente como fizeram com o ET de Varginha. Isso tem que acabar pois temos o direito de saber a verdade apesar de entender que não é uma questão simples pois tudo isso tem o envolvimento com altas tecnologias e enormes interesses governamentais.


Offline Comandante

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #73 Online: 26 de Outubro de 2016, 04:45:59 »
Hahaha... muito boa essa
PUTZ! Tambem é ateu de ETs, santa incredulidade cética!

Mas o relato do gordinho que "não pode se identificar" é uma evidência incrível. Será que foi ele que escolheu o timbre da voz que colocaram na reportagem?
« Última modificação: 26 de Outubro de 2016, 11:28:05 por Comandante »
Deus, a perfeita e eterna criação da mente humana!!

Offline Criaturo

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Re:ETs evitam guerras então?
« Resposta #74 Online: 26 de Outubro de 2016, 07:32:53 »
A existência de ETs ja foram comprovadas pela aeronáutica brasileira e também por uma autoridade cientifica vejam:



Excelente reportagem!!!111111


Confirma que estamos sendo vigiados por viajantes do tempo além dos ETs. O mais chocante nessa estória é que as Forças Armadas e a Unicamp aparecem de novo acobertando tudo, exatamente como fizeram com o ET de Varginha. Isso tem que acabar pois temos o direito de saber a verdade apesar de entender que não é uma questão simples pois tudo isso tem o envolvimento com altas tecnologias e enormes interesses governamentais.
o professor estava certo , isso realmente é possivel




eu mesmo estive em passos e fiquei a um passo de poder comprovar , imagine que fui até são joão da barra  e passei muito próximo do maior polo energético de forças transcendentais exotéricas, nada menos do que Varginha-MG, uma pena que era noite chovia muito no que ovni's poderiam ser confundidos com as luzes vindas de carros nas estradas.
sds  :alien:
« Última modificação: 26 de Outubro de 2016, 07:37:06 por Criaturo »
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

Amo sofia mas, ela parece fugir de mim, de tão longe faz o meu amor platônico.

 

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