Enquete

Qual das promessas de campanha abaixo você acha mais provável que seja cumprida por Trump?

Deportação de cerca de 3 milhões de imigrantes ilegais
1 (4.3%)
Construção de um muro na fronteira com o México
2 (8.7%)
Revogação do acordo nuclear iraniano
1 (4.3%)
Extinção do Obamacare
10 (43.5%)
Revogação da assinatura do Acordo Climático de Paris
9 (39.1%)

Votos Totais: 22

enquete encerrada: 14 de Janeiro de 2017, 01:17:02

Autor Tópico: Governo Trump  (Lida 25782 vezes)

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Offline Lakatos

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Governo Trump
« Online: 10 de Novembro de 2016, 13:08:25 »
Passada a eleição, resolvi criar este tópico para discussões sobre o desempenho de Donald Trump à frente dos Estados Unidos.



Já começamos com a escolha, em setembro, de um negacionista climático para comandar o comitê de transição da Agência de Proteção Ambiental.

Também já há fortes especulações, inclusive com promessa de campanha, de que Trump descumpra o Acordo de Paris assinado pelos EUA no ano passado prevendo metas de redução de emissões poluentes.

Promete ser uma gestão de retrocessos no aspecto ambiental.

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Trump Picks Top Climate Skeptic to Lead EPA Transition


Choosing Myron Ebell means Trump plans to drastically reshape climate policies

Donald Trump has selected one of the best-known climate skeptics to lead his U.S. EPA transition team, according to two sources close to the campaign.

Myron Ebell, director of the Center for Energy and Environment at the conservative Competitive Enterprise Institute, is spearheading Trump’s transition plans for EPA, the sources said.

The Trump team has also lined up leaders for its Energy Department and Interior Department teams. Republican energy lobbyist Mike McKenna is heading the DOE team; former Interior Department solicitor David Bernhardt is leading the effort for that agency, according to sources close to the campaign.

Ebell is a well-known and polarizing figure in the energy and environment realm. His participation in the EPA transition signals that the Trump team is looking to drastically reshape the climate policies the agency has pursued under the Obama administration. Ebell’s role is likely to infuriate environmentalists and Democrats but buoy critics of Obama’s climate rules.

Ebell, who was dubbed an “elegant nerd” and a “policy wonk” by Vanity Fair, is known for his prolific writings that question what he calls climate change “alarmism.” He appears frequently in the media and before Congress. He’s also chairman of the Cooler Heads Coalition, a group of nonprofits that “question global warming alarmism and oppose energy-rationing policies.”

Ebell appears to relish criticism from the left.

In a biography submitted when he testified before Congress, he listed among his recognitions that he had been featured in a Greenpeace “Field Guide to Climate Criminals,” dubbed a “misleader” on global warming by Rolling Stone and was the subject of a motion to censure in the British House of Commons after Ebell criticized the United Kingdom’s chief scientific adviser for his views on global warming.

More recently, Ebell has called the Obama administration’s Clean Power Plan for greenhouse gases illegal and said that Obama joining the Paris climate treaty “is clearly an unconstitutional usurpation of the Senate’s authority.”

He told Vanity Fair in 2007, “There has been a little bit of warming ... but it’s been very modest and well within the range for natural variability, and whether it’s caused by human beings or not, it’s nothing to worry about.”

Ebell’s views appear to square with Trump’s when it comes to EPA’s agenda. Trump has called global warming “bullshit” and he has said he would “cancel” the Paris global warming accord and roll back President Obama’s executive actions on climate change (ClimateWire, May 27).

Leading the Trump DOE team: GOP hired gun McKenna.

The president of MWR Strategies is well known in Republican energy circles. He was director of policy and external affairs for the Virginia Department of Environmental Quality under then-Gov. George Allen (R) and was an external relations specialist at the Energy Department during the George H.W. Bush administration.

His lobbying clients in 2016 include Koch Companies Public Sector LLC, Southern Company Services, Dow Chemical Co. and Competitive Power Ventures Inc., according to public disclosures.

And heading Interior’s transition effort is Bernhardt, co-chairman of the Natural Resources Department at the law firm Brownstein Hyatt Farber Schreck.

He served as Interior’s solicitor during the George W. Bush administration after holding several other high-ranking jobs at the department.

In addition to the EPA, Interior and DOE team leaders, GOP energy expert Mike Catanzaro is also working on energy policy for the Trump transition team (Greenwire, Sept. 14).

During the Obama transition in 2008, a relatively small team was assembled ahead of the election in order to map out broad policy goals.

Following the election, the operation expanded dramatically and teams were dispatched to work out of agencies to gather information from political staffers and career officials, write flurries of memos and compile thick binders of intelligence to hand over to the incoming leadership (Greenwire, Aug. 19, 2016).

Should Trump win in November, Ebell, McKenna and Bernhardt will likely be leading similar efforts to reform their respective agencies.

Ebell and McKenna directed questions about their roles to the Trump transition team. The Trump campaign and Bernhardt did not respond to requests for comment.

https://www.scientificamerican.com/article/trump-picks-top-climate-skeptic-to-lead-epa-transition/?wt.mc=SA_Twitter-Share

Offline JJ

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Re:Governo Trump
« Resposta #1 Online: 11 de Novembro de 2016, 05:52:52 »

Como realmente será o Trump como presidente ? Por enquanto acho que há muitas incógnitas. 

Neste  texto, do início do ano, do João Luiz Mauad reproduzido no blog do Rodrigo Constantino,  algumas pessoas comentaram  sobre o  Trump:



O CAMALEÃO DONALD TRUMP


26 de janeiro de 2016

 blog


Por João Luiz Mauad, publicado pelo Instituto Liberal


Meu comentário de ontem, sobre as idéias econômicas tresloucadas de Donald Trump, gerou reações diversas, tanto no Blog do IL quanto na página do Rodrigo Constantino.  Alguns “conservadores” menos informados, mas ávidos para atacar qualquer idéia que lhes desagrade e possa colocar em dúvida suas certezas, chegaram ao absurdo de defender que o protecionismo não seria incompatível com liberalismo.  Outros afirmaram que, embora Trump não seja o candidato ideal, é alguém capaz de derrotar os democratas e, por isso, deveria ser preservado.  Alguns me classificaram como esquerdista/relativista enrustido. Os conservadores mais bem informados, por sua vez, negaram que Trump seja um verdadeiro conservador.


Tendo a concordar, malgrado não completamente, com os últimos, embora a mim pareça muito esquisito que esse verdadeiro “estranho no ninho”, com um passado nitidamente esquerdista, esteja sendo tão bem aceito pelos eleitores conservadores, a ponto de estar hoje com 41% das intenções de voto nas primárias do Partido Republicano.  Em resumo, entre tantas opções disponíveis, o eleitorado conservador está optando por um “outsider”.



De toda forma, seguem abaixo, como um serviço de utilidade pública aos conservadores, digamos, mais afoitos e desavisados, algumas opiniões de conservadores americanos ilustres, publicadas recentemente pala National Revew – uma instituição historicamente conservadora – sobre o fanfarrão Donald Trump.  (Aliás, essa mesma revista já havia publicado um contundente editorial contra a candidatura dele). Enjoy:


Para os conservadores constitucionais, a disputa republicana tem funcionado menos como uma primária e mais como um abandono. Politicamente órfãos de seu partido, os conservadores serão forçados a ficar em casa ou tapar seus narizes e votar em um republicano progressista.


Claro, o potencial de vitória de Trump nas primárias iria fornecer Hillary Clinton, abrindo para ela um caminho inimaginavelmente mais fácil para a Casa Branca. Mas é muito pior do que isso. Se Donald Trump ganhar a nomeação republicana, não haverá, mais uma vez, oposição a um governo em constante expansão. Estamos em meio a uma crise do conservadorismo. (Glenn Beck)


Igualmente preocupante é a sua ideia de presidência – sua promessa de que ele é o cara, o homem em um cavalo branco, que vai montar em Washington, demitir as pessoas estúpidas, contratar os melhores e corrigir tudo. Ele não fala de política ou de trabalhar junto com o Congresso. Ele está efetivamente prometendo ser um Mussolini americano, concentrando o poder na Casa Branca e governando por decreto. É uma visão de fazer os últimos 16 anos de abusos de poder parecerem modestos.


Sem nem mesmo entrar no mérito de seu apoio pretérito a um enorme imposto sobre fortunas, Obamacare, seu protecionismo ou sua defesa apaixonada das desapropriações de imóveis, acho que podemos dizer que esta é uma campanha republicana que teria chocado Buckley, Goldwater e Reagan. (David Boaz)


 
Ponha de lado por um momento as incontáveis opiniões passadas de Trump contra os princípios conservadores, na defesa de cotas raciais, aborto, mais impostos, saúde e imigração. O homem tem demonstrado uma imaturidade emocional na fronteira com transtornos de personalidade, o que deveria desqualificá-lo para ser um prefeito, para não dizer de um comandante-em-chefe.


Trump é um liberal [no sentido americano]? Quem sabe? … Talvez seja tudo um jogo, mas os eleitores que se preocupam com as ideias e os princípios conservadores devem perguntar se a sua recente representação de um conservador é apenas mais um de seus personagens teatrais. Quando um vigarista engana você, você pode processá-lo – como muitos amargurados ex-associados de Trump já fizeram. Quando você elege um vigarista, não há recurso. (Mona Charen)


A defesa do governo constitucional limitado é o oposto da candidatura Donald Trump. Na medida em que levamos a sério as suas palavras, o que ele defende é uma rejeição da nossa herança Madisoniana e um abraço no autoritarismo de Barack Obama. Trump garante aos eleitores que vai usar poderes autoritários para o bem, para ajudar aqueles que se sentem – e com razão – ignorados por ambos os partidos. Mas a experiência americana do autogoverno foi resultado do trabalho de uma geração que arriscou tudo para derrotar um monarca tirânico e estabelecer um governo de leis, não de homens. Um governo do povo, pelo povo e para o povo é precisamente o que a Constituição estabelece, uma constituição que é ameaçada por “grandes homens”, sempre impacientes para impor sua vontade sobre a nação. (Ben Domenech)


Trump não tem nenhuma consciência de sua tarefa constitucional suprema. Seu desafio de correção política não é uma plataforma de governo suficiente. Pior, sua inclinação para entender os nossos problemas como sendo gerenciais, em vez de políticos, sugere que ele poderia muito bem se voltar contra a causa conservadora se for eleito, senão aprofundar ainda mais os problemas derivados do excesso de poder no executivo. Recato não está, claramente, em seu vocabulário ou seu caráter.  (Steven Hayward)



Não tente determinar se ele é um conservador… Essa é uma pergunta sem sentido, porque, como Allah na teologia islâmica, ele é o que lhe agrada ser no momento, e seu único princípio é o triunfo da sua vontade.  Como Obama, ele é incrivelmente ignorante de tudo que precisaria saber para governar uma nação poderosa, complexa, influente, e excepcional como a nossa. (Mark Helprin)


Em uma carta a National Review, Leo Strauss escreveu que “um conservador é um homem que despreza a vulgaridade; mais: o argumento que se preocupa exclusivamente com cálculos de sucesso e baseia-se no desprezo à nobreza do esforço é vulgar”. Não é Donald Trump o epítome da vulgaridade? Em suma: não é “Trumpismo” um de dois bits do Cesarismo de um tipo que os conservadores americanos sempre desprezaram? Não é a tarefa dos conservadores de hoje brecar o “Trumpismo”, gritando “pare”?  (William Kristol)


Donald Trump não é conservador. Isso não é um crime, é apenas uma razão para não votar nele. Muitas pessoas finas não são conservadoras. Mas a razão pela qual a candidatura de Trump deveria preocupar a direita é muito mais profunda do que isso: Ele representa um desafio direto ao conservadorismo, porque encarna a promessa vazia de liderança gerencial fora da política. (Yuval Levin)


Durante décadas, Trump defendeu o governo grande… Suas ideias não são as idéias de um conservador que entende de mercados. Elas são, em vez disso, as divagações de um “wannabe” liberal que vai usar e abusar do poder do governo federal para impor as suas ideias sobre o país.


Meu antigo chefe, Ronald Reagan, disse uma vez, “Os Pais Fundadores sabiam que o governo não pode controlar a economia sem controlar as pessoas.” Reagan lutou pela liberdade econômica, a fim de frear governo e dar espaço para o setor privado poder prosperar. Isso é conservadorismo econômico. Não é Donald Trump.  (David McIntosh)


Num país com mais de 300 milhões de pessoas, é notável a forma como a mídia se tornou obcecada por Donald Trump. O que é ainda mais notável é que, após sete anos de catástrofes repetidas, tanto no âmbito nacional como internacional, com um ególatra superficial na Casa Branca, tantos potenciais eleitores estão se voltando para outro ególatra superficial para ser seu sucessor. (Thomas Sowell)




http://rodrigoconstantino.com/artigos/o-camaleao-donald-trump/




« Última modificação: 11 de Novembro de 2016, 05:57:53 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Trump
« Resposta #2 Online: 11 de Novembro de 2016, 08:12:31 »
09/11/2016 07h08 - Atualizado em 09/11/2016 07h08

Conheça Donald Trump, o presidente eleito dos Estados Unidos

Sem experiência política, empresário venceu Hillary Clinton.

Ele gosta de dizer que começou negócios com 'empréstimo' de seu pai.

Do G1, em São Paulo



TRUMP PRESIDENTE



O republicano Donald Trump, novo presidente eleito dos Estados Unidos é conhecido pelo temperamento explosivo e pelas declarações polêmicas. Sem experiência política anterior, o empresário bilionário, de 70 anos, conseguiu impor uma amarga derrota à ex-primeira-dama e ex-secretária de Estado americana, Hillary Clinton. 


Com discursos centrados nas frustrações e inseguranças dos americanos em um mundo em mutação, tornou-se a voz da mudança para milhões deles.


Nascido em 14 de junho de 1946 no bairro nova-iorquino do Queens, Trump é o quarto dos cinco filhos de Fred Trump, um construtor de origem alemã, e Mary MacLeod, uma dona de casa de procedência escocesa.

Desde criança ele mostrava um comportamento rebelde, tanto que seu pai teve que tirá-lo da escola aos 13 anos, onde havia agredido um professor, e interná-lo na Academia Militar de Nova York, com a esperança de que a disciplina militar corrigisse a atitude de seu filho.


“Uma vez jogou um bolo de aniversário em todo mundo numa festa, outra vez jogou um apagador num professor, que ficou com o olho roxo. O pai de vez em quando recebia ligações da escola dizendo: o ‘Donald não está se comportando’. E ficava muito frustrado”, relatou o biógrafo Michael D'Antonio ao Jornal Nacional.


Aparentemente, o pequeno Donald "era um valentão boca suja" que adorava "dizer palavrões a todo volume", segundo o médico Steve Nachtigall, de 66 anos, que sofreu com suas travessuras.
Trump graduou-se em 1964 na academia, onde alcançou a patente de capitão e vislumbrava seu destino: "Um dia, serei muito famoso", comentou então ao cadete Jeff Ortenau.


Em 1968, o hoje magnata formou-se em Economia na Escola Wharton da Universidade da Pensilvânia, e se transformou no favorito para suceder seu pai no comando da empresa familiar, Elisabeth Trump & Son, dedicada ao aluguel de imóveis de classe média nos bairros nova-iorquinos de Brooklyn, Queens e Staten Island.
Trump assumiu em 1971 as rédeas da companhia, rebatizada como The Trump Organization, e se mudou para a Manhattan. Enquanto seu pai construía casas para a classe média, ele optou pelas torres luxuosas, hotéis, casinos e campos de golfe. Trump gosta de dizer que começou seus próprios negócios modestamente, com “um pequeno empréstimo de US$ 1 milhão” de seu pai.

O jovem Donald Trump (ao centro) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Já nos anos 1980, tinha em construção diversos empreendimentos na cidade, incluindo a Trump tower, o Trump Plaza, além de cassinos em Atlantic City, em Nova Jersey. Casou-se pela primeira vez em 1977, com a modelo tcheca Ivana Zelníčková, com quem tem três filhos, e pela segunda vez em 1993, com a atriz Marla Maples, com quem tem uma filha.
Em 2011, se casou com sua atual mulher, Melania Knauss, ex-modelo eslovena de 46 anos que cria seu filho Barron, de 10 anos. Ela foi colocada longe dos holofotes durante a campanha. Já seus filhos adultos, Ivanka, Donald Jr., Eric Tiffany participam da corrida eleitoral. Trump tem sete netos.


Na começo da década de 90, três dos seus cassinos entraram falência por causa de dívidas, na tentativa de reestruturá-las. Em 1996, comprou os direitos dos concursos Miss USA, Miss Universo e Miss Teen, tornando-se seu produtor executivo.

Donald Trump e sua primeira mulher, Ivana, no dia em que adquiriu cidadania americana, em 1988 (Foto: AP)


Oito anos mais tarde, tornaria-se figura pública ainda mais conhecida ao virar apresentador do programa “The Apprentice”, em que tinha o poder de demitir os participantes.
Apesar de afirmar ter US$ 10 bilhões, sua fortuna foi estimada em US$ 4,5 bilhões pela Forbes. Em 2014, o Partido Republicano sugeriu que concorresse ao governo de Nova York, mas Trump disse que o cargo não lhe interessava.


Trump mora em um triplex no topo da Torre Trump em Nova York, e viaja em seu Boeing 757 privado, que serve regularmente como pano de fundo para seus comícios.
Cabelo tingido de loiro, impecavelmente vestido, ele fascina e horroriza. Quando uma dúzia de mulheres o acusaram de assédio e gestos sexuais impróprios, ele tratou todas de mentirosas.
Trump não é dos mais fiéis a ideologia: foi democrata até 1987 e, em seguida, republicano (1987-1999), membro do partido da Reforma (1999-2001), democrata (2001-2009), e republicano novamente. Durante a sua carreira foi alvo de dezenas de processos civis relacionados aos seus negócios.


Donald Trump diante de seu helicóptero, em 1988 (Foto: AP)


Recusou-se a publicar seu imposto de renda - uma tradição para os candidatos à Casa Branca - e reconheceu que não tinha pago impostos federais durante anos, depois de informar enormes perdas de US$ 916 milhões em 1995. "Isto faz de mim uma pessoa inteligente", disse ele, mais uma vez causando enorme polêmica.

Veja as propostas e ideias do candidato:
Política Externa/Defesa
Em um longo discurso sobre o assunto, Trump deixou claro que os EUA estarão sempre em primeiro lugar, mesmo que para isso precise sacrificar os interesses de seus aliados mais próximos. Ele reclama que os “amigos” estão dependentes demais dos EUA e que os rivais não mais respeitam ou se sentem ameaçados pelo país.


Trump quer ampliar o poder militar dos EUA, afirmando que o país sob seu governo se tornaria tão poderoso e ameaçador que não sofreria ameaças de absolutamente ninguém. O candidato defende a adoção de táticas de tortura e diz que poderia aprovar técnicas ainda mais duras do que o “waterboarding”, um tipo de afogamento proibido atualmente.


Ele diz ainda que os EUA precisam ser “imprevisíveis” e se diz aberto ao uso de armas nucleares, inclusive como reação a ataques terroristas como os ocorridos em Bruxelas, na Bélgica, no início de 2016. Trump também defende que o país se volte à sua própria defesa e que aliados como Japão e países europeus precisam investir mais em sua própria segurança e parar de depender da ajuda dos EUA.

O candidato disse que pretende modernizar o arsenal nuclear, e prometeu buscar uma convivência pacífica com países como China e Rússia, mas garantiu que irá traçar um limite e responder duramente quando alguém o ultrapassar.


Prometeu ainda impedir o avanço do islamismo radical trabalhando de perto com aliados no mundo muçulmano, mas cobrando respeito e gratidão dos países que forem ajudados pelos EUA.


Economia


A base econômica de Trump é a promessa de aumento de empregos, um de seus temas mais frequentes. Ele diz que os EUA deixarão de perder indústrias e empregos para a China e o México, e nesse sentido ameaça penalizar empresas que queiram deixar o país. Trump afirma que pretende aumentar impostos para quem o fizer ou para quem não empregar preferencialmente americanos e chegou a afirmar que quer “obrigar” a  Apple a fabricar seus produtos nos Estados Unidos.
Em relação a impostos, ele já prometeu aumentar a taxação dos ricos para diminuir a dos pobres, voltando atrás depois. Ele agora diz que pretende simplificar e reduzir impostos para todos os americanos e que também quer que empresas paguem menos. Trump promete ainda cortar muitos gastos do governo e sugeriu em entrevista à MSNBC que uma de suas primeiras ações para que isso seja alcançado poderia ser cortar o Departamento de Educação.


Saúde


Donald Trump promete revogar o Obamacare, a lei pela qual todo americano deve ter plano de saúde, em seu primeiro dia de mandato. Ele sinaliza em seu site que pretende seguir os princípios do livre mercado e diz que “o melhor programa social sempre será um emprego”. Por isso, acredita que a criação de mais empregos e a melhora da economia possibilitará que a grande maioria dos americanos pague por suas despesas de saúde sem depender do governo.


O Medicaid seria centrado em cada estado, sem interferência do governo federal. Ele diz que a compra de seguros de saúde não deve ser obrigatória, mas que estes deverão ser oferecidos em todos os estados, sem restrições. Além dos seguros, que seriam dedutíveis do imposto de renda, Trump sugere a criação de Health Savings Acounts (HSAs), uma espécie de poupança específica para gastos com saúde e que pode beneficiar qualquer membro da família do titular, inclusive sendo herdada em caso de morte.



O republicano também defende transparência nos valores cobrados por médicos, hospitais e instituições e a livre competição entre eles. As regras de livre mercado seriam aplicadas ainda aos fabricantes de medicamentos. Em sua declaração oficial sobre saúde, Donald Trump diz ainda que suas propostas para imigração ajudarão a desonerar o sistema, já que “providenciar atendimento médico a imigrantes ilegais nos custa cerca de US$ 11 bilhões por ano”.


Educação

Trump defende que o governo federal não interfira e a educação fique a cargo de cada estado. Ele diz também que o governo não deve lucrar com empréstimos estudantis, mas ainda não apresentou nenhum projeto sobre o assunto, dizendo apenas que irá “fazer algo muito inteligente em relação ao financiamento”. Trump também quer que escolas deixem de ser “zonas livres de armas”, e que pessoas possam portar armas dentro e ao redor delas. Segundo o candidato, escolas sem armas são “iscas” para ataques de pessoas com problemas mentais.


Imigração


Um dos pontos mais conhecidos do programa de Trump é a promessa de construir um muro na fronteira com o México, obrigando este país a pagar pela obra com ameaças de sanções, cobranças de dívidas e cortes de acordos comerciais. Ele afirma que “uma nação sem fronteiras não é uma nação” e promete ainda expulsar todos os imigrantes ilegais que já estão nos EUA, cerca de 11 milhões de pessoas, afirmando que aqueles que comprovarem ser “boas pessoas” serão aceitos de volta de forma legal.


Trump exibe desenho de muro que promete construir na fronteira com o México para proibir a entrada de imigrantes durante comício nesta quarta-feira (9) em Fayetteville, na Carolina do Norte (Foto: REUTERS/Jonathan Drake)


Trump exibe desenho de muro que promete construir na fronteira com o México para proibir a entrada de imigrantes durante comício na Carolina do Norte (Foto: REUTERS/Jonathan Drake)
Trump também considera aumentar os custos de taxas de entrada no país e de vistos temporários e diz que irá acabar com o H-1B, um visto para não imigrantes que permite que empregados especializados sejam contratados temporariamente para determinados cargos por empresas americanas.


O candidato diz que irá obrigar as empresas a empregar primeiro cidadãos americanos em qualquer situação, sem exceção. Em relação aos refugiados, Donald Trump acredita que os EUA não devem receber sírios, iraquianos e outros que venham de países de maioria muçulmana. Ele propôs, inclusive, uma proibição da entrada de qualquer muçulmano no país até que “se descubra o que está acontecendo”.

Aborto


O republicano já mudou de ideia mais de uma vez em relação ao direito ao aborto, com o qual concordava há alguns anos. Ele diz ter revisto sua posição e agora afirma que aceita o procedimento apenas em casos de risco de vida para a mãe, incesto ou estupro. Mas Trump acredita que a organização Planned Parenthood deve parar de realizar abortos e que destinar recursos públicos para a realização do procedimento é “um insulto às pessoas de consciência, no mínimo, e uma afronta a um bom governo”.

Recentemente ele causou polêmica ao defender em entrevista à CNN “algum tipo de punição” para mulheres que abortassem caso o procedimento se tornasse ilegal. Horas mais tarde ele voltou atrás e disse que os médicos é que deveriam ser punidos, jamais as mulheres.

Armas


Trump é contra novas restrições ao porte de armas. Ele afirma que é preciso endurecer as leis para lidar com criminosos violentos e expandir tratamentos de saúde mental, embora não especifique como faria isso. Mas diz que os donos de armas que querem se defender devem ter seus poderes ampliados porque a polícia não consegue estar em todos os lugares o tempo todo.

Donald Trump discursa em fórum da National Rifle Association's NRA-ILA, em Louisville, Kentucky, na sexta (20) (Foto: Scott Olson/Getty Images/AFP)

Donald Trump discursa em fórum da National Rifle Association's NRA-ILA, em Louisville, Kentucky (Foto: Scott Olson/Getty Images/AFP)


Trump defende ainda que não existam restrições ao tipo de armas que um cidadão pode comprar e diz que o sistema nacional de checagem de antecedentes falha ao não incluir registros criminais e de saúde mental em muitos estados. Mas ele diz que a maioria dos criminosos usa armas de outras pessoas e não passa por essas checagens e que, por isso, não é necessário “expandir um sistema quebrado”.


Trump defende ainda que as licenças para porte de arma sejam válidas nacionalmente e faz uma comparação com carteiras de motorista, válidas nos 50 estados. “Se podemos fazer isso por dirigir – que é um privilégio e não um direito – então certamente podemos fazer pelo porte de armas, que é um direito e não um privilégio”.


Meio ambiente/ Energia


O republicano se diz “muito a favor” da energia nuclear e diz que irá trazer de volta a indústria do carvão “100%”. Ele afirma ainda que políticas de energia limpa e para reduzir as emissões de carbono iriam colocar em perigo empregos e as classes média e baixa. Em seu livro mais recente, “Crippled America”, ele escreveu que fontes de energia verde são “na verdade uma forma cara de fazer os abraçadores de árvores se sentirem bem com eles mesmos”.

Também afirmou este ano que as alterações climáticas não são um dos maiores problemas mundiais. Há alguns anos o empresário chegou a questionar sua existência, citando em janeiro de 2014 a neve e o frio como provas de que o assunto era supostamente um farsa inventada pelos chineses.


*Com informações da AFP e da EFE.



http://g1.globo.com/mundo/eleicoes-nos-eua/2016/noticia/2016/11/conheca-donald-trump-o-presidente-eleito-dos-estados-unidos.html



Offline Geotecton

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Re:Governo Trump
« Resposta #3 Online: 11 de Novembro de 2016, 10:12:46 »
E este idiota ocupará, a partir de 20 de janeiro, o cargo mais poderoso do planeta.

Tomara que seja apenas retórica, senão...
Foto USGS

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Governo Trump
« Resposta #4 Online: 11 de Novembro de 2016, 16:31:28 »
Democrata em pele de republicano? (Compatível com suas doações anteriores) Efeito ou motivo do elogio de Hillary Clinton?

Citar
https://www.washingtonpost.com/news/post-politics/wp/2016/09/13/donald-trump-joined-by-ivanka-trump-to-outline-child-care-policy/?tid=pm_politics_pop_b

[...] ASTON, Pa. — Donald Trump, in softer tones than he normally uses, on Tuesday unveiled several policy proposals for lowering child-care costs that were crafted in part by his eldest daughter, Ivanka, including a plan to guarantee six weeks of paid maternity leave that marks a striking departure from GOP orthodoxy.

Conservative Republicans, in particular, have long seen a mandated expansion of the social safety net as anathema to their attempts to shrink government spending and give companies more control over their leave policies.

In a speech here, the Republican presidential nominee proposed ensuring six weeks of paid maternity leave to mothers who do not already receive leave from their employer.

"We need working mothers to be fairly compensated for their work, and to have access to affordable, quality child care for their kids," said Trump [...]




Citar
12 Trump promises and how he could fulfill them
Here’s what the president-elect would have to do to make good on these campaign vows.

...

Hillary Clinton

Donald Trump said he would put her in jail, accusing her of mishandling classified emails as secretary of state.

... FBI Director James B. Comey said in July that “no reasonable prosecutor” would bring a criminal case against Clinton.

Time frame: Trump could get the process started as soon as he comes into office if he appoints an attorney general willing enough to go after Clinton.

...

The wall

Trump has said he would force Mexico to pay by withholding about $24 billion in remittances to the country from illegal immigrants. But those are many of the same migrants he’s vowing to deport, and remittances also come from legal immigrants. To build the structure, Trump would also have to overcome major obstacles, including environmental and engineering problems; fights with people who don’t want to give up private land; and the huge geological challenges of the border.

Time frame: Trump says he’ll start immediately, but given the myriad obstacles, this could take forever.

....

https://www.washingtonpost.com/national/health-science/twelve-trump-promises-and-how-he-could-fulfill-them/2016/11/10/214d9a12-a769-11e6-8fc0-7be8f848c492_story.html?tid=a_inl


Rhyan

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Re:Governo Trump
« Resposta #5 Online: 12 de Novembro de 2016, 05:19:35 »
Curioso pra ver quem ele nomeia como presidente do Fed, ou se a tia Yellen vai continuar.

Tem gente que diz que o presidente do Fed é o verdadeiro cargo mais poderoso do mundo.


Offline Wowbagger, o Infinitamente Prolongado

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Re:Governo Trump
« Resposta #7 Online: 13 de Novembro de 2016, 11:10:30 »
https://www.theguardian.com/us-news/2016/nov/13/trump-looking-at-quickest-way-to-quit-paris-climate-agreement-says-report

Um dos comentários:

Citar
These are just the opening bars of the disaster which Trump's ascent to the White House will become. The man clearly has the feeblest comprehension of world events, but is untroubled by his weakness because the immense boost to his pathological ego represents the dominant priority for his warped mentality.
There are strong suspicions that a complex and sophisticated sequence of moves by Putin and others, amounting to " 21st century Information Warfare" delivered the final blow, putting Trump at the top of the electoral colleage system and, piotentially, started a re-making of the world order which, while it threatens terrible things to many peoples and much of nature, gives Putin and his gangster allies a good chance of grabbing a massive advantage for themselves.
The forces of nature will eventually respond to whatever lunacy Trump seeks to perpetrate, but, unfortunately, the damage will have to be done before natural responses kick in to balance out this the ill-informed and self-serving example of a so-called "world leader".
We must all be prepared for a rough ride in the next few years !

E como diz um outro: "Os negacionistas venceram."

Rhyan

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Re:Governo Trump
« Resposta #8 Online: 13 de Novembro de 2016, 18:25:42 »
Tá muito otimista pro meu gosto mas é curioso:

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Why President Trump Will Fumigate the Fed
11/11/2016 Tommy Behnke

Starting in January, President-elect Donald Trump will have a unique opportunity to pack the Federal Reserve with hard money officials.

There are currently two open Board of Governors seats, which will most likely not be filled before the end of President Obama’s tenure. Additionally, both Chair Janet Yellen and Vice-Chair Stanley Fischer’s terms will be up by 2018. Crunch the numbers and you will see that Trump has the opportunity to replace a majority of the Board of Governors and a third of the FOMC with monetary policy hawks during his presidency.

Call me crazy, but assuming that the Republican-controlled House and Senate stands behind him, I believe that Trump just may shock the financial world by shifting this country’s monetary policy in a more hawkish direction.

Yes, this is a guy that cheered on the Fed’s easy-money policies in the years before the Great Recession. And yes, Trump did say in May that he is still a “low interest rate person” who will appoint another dove to head the Federal Reserve. Why in the world, then, am I arguing that the Trump administration might possibly install more hawkish members to the central bank?

Repeated Anti-Fed Campaign Rhetoric

For one, Trump’s occasional dovish comments do not match the passion and enthusiasm of his repeated hawkish campaign trail rhetoric. For the past year, the president-elect has been railing against the “false economy” that the Fed has created, as well as the political influence that runs rampant throughout the central bank.

Perhaps Trump’s most scathing attack on the institution came last October, when he insinuated that Fed actions are crippling the middle class without creating any type of benefit to the economy at large.

“[Chairwoman Yellen] is keeping the economy going, barely,” he said. “You know who gets hurt the most [by her easy money policies]? The people that went through 40 years of their life and saved a hundred dollars every week [in the bank].” He then paused and shook his head for added effect before adding: “They worked all their lives to save and now what happens is they’re being forced into an inflated stock market and at some point they’ll get wiped out.”

These anti-Fed talking points were recycled often on the campaign trail. In September, Trump attacked the Fed for putting us in a “big, fat, ugly bubble” and for keeping rates artificially low for political purposes, points that he again repeated in the first presidential debate. The business mogul has also promised to audit the Fed within the first 100 days of his administration and even included a criticism of the central bank in a recent online video ad.

Sound Money Economic Advisers

Team Trump’s economic advisers paint an even more optimistic picture of his future monetary policy. Some of today’s most reasonable mainstream economic voices are included in his inner circle. These names include David Malpass of Encima Global, who co-signed a letter with Jim Grant opposing the Fed’s “inflationary” and “distortive” quantitative easing program; John Paulson of Paulson & Co., who made billions from shorting the housing market before the Great Recession; Andy Beal, a self-described "libertarian kind of guy" who blames the Fed for the credit crisis; and the Heritage Foundation’s Stephen Moore, who told CSIN in 2012 that he is a “very severe critic” of the Fed’s “incredibly easy-money policies policies of the past decade.”

While none of Trump’s economic advisers are by any means Austrians, they are far more hawkish than most of Presidents Bush and Obama’s past economic advisers. Ian Shepherdson, chief economist at Pantheon Macroeconomics, has even said that these advisers are pushing Trump to nominate two “hard money” candidates to fill the Fed’s current vacancies.

“A core view of many Trump advisors is that the extended period of emergency policy settings has promoted a bubble in the stock market, depressing the incomes of savers, scared the public and encouraged capital misallocation,” Shepherdson told Market Watch. “Right now, these are minority views on the Fed policymaking committee, but Trump appointees are likely to shift the needle.”

The Mike Pence Factor

Perhaps the best news for Austrians is that reports have indicated Trump may make his running mate the “most powerful vice president in history.” This is good news, because Mike Pence is one of the more hawkish voices in the modern Republican Party.
 
While in Congress, Pence expressed regular concern that the Fed was deteriorating the value of the dollar. He introduced legislation to end the dual mandate and even talked up a return to the gold standard.
 
In a high-profile 2010 speech to the Detroit Economic Club, Pence remarked that “while there is no guarantee that [the Fed’s bond-buying] will succeed in reducing unemployment, it is near certain that the value of the dollar will be diluted.” He then went on to say that “the time has come to have a debate over gold and the proper role it should play in our nation’s monetary affairs,” because “a pro-growth agenda begins with sound monetary policy.”

Conclusion

Trump’s election has given hard money advocates the most hope in over 30 years that our nation’s failed monetary policy will be reformed. Mixed with the current hawkish wave that is already percolating in the veins of some FOMC members, Trump’s future appointments can have a huge impact on the central bank’s immediate decision-making. One can only hope that the president-elect will stick to his guns and do the right thing. Regardless of what he does, however, it will surely be a step ahead of what the Hillary Clinton rubber dove stamp would have brought to the trading desks.

Tommy Behnke currently works for a public relations firm in Washington, D.C. He is the former press assistant for the Rand Paul for President campaign.

Fonte: https://mises.org/blog/why-president-trump-will-fumigate-fed


Offline Wowbagger, o Infinitamente Prolongado

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Re:Governo Trump
« Resposta #10 Online: 14 de Novembro de 2016, 17:32:15 »
Metade da entrevista foi I mean and you know.

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Governo Trump
« Resposta #11 Online: 14 de Novembro de 2016, 20:05:43 »
« Última modificação: 14 de Novembro de 2016, 20:21:08 por Arcanjo Lúcifer »

Offline Lakatos

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Re:Governo Trump
« Resposta #12 Online: 15 de Novembro de 2016, 01:21:40 »
Editei para adicionar uma enquete.

Offline Jack Carver

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Re:Governo Trump
« Resposta #13 Online: 15 de Novembro de 2016, 02:07:11 »
O Irã tá f*** com esse governo.
O Brasil é um país de sabotadores profissionais.

“Dêem-me controle sobre o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz as suas leis. - Mayer Amschel Rothschild

Offline JJ

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Re:Governo Trump
« Resposta #14 Online: 15 de Novembro de 2016, 12:06:36 »


Será que o falastrão vai realmente  fazer coisas  mais radicais ?


 :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?:






Offline Wowbagger, o Infinitamente Prolongado

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Re:Governo Trump
« Resposta #15 Online: 15 de Novembro de 2016, 12:29:17 »


Será que o falastrão vai realmente  fazer coisas  mais radicais ?


 :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?:

Radicais como?

Tipo pular de paraquedas do topo do Himalaia?

Offline JJ

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Re:Governo Trump
« Resposta #16 Online: 15 de Novembro de 2016, 12:35:49 »


Será que o falastrão vai realmente  fazer coisas  mais radicais ?


 :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?:

Radicais como?

Tipo pular de paraquedas do topo do Himalaia?


Não.    :biglol:


Essas aqui mesmo:


Deportação de cerca de 3 milhões de imigrantes ilegais

Construção de um muro na fronteira com o México

Revogação do acordo nuclear iraniano





Offline Pasteur

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Re:Governo Trump
« Resposta #17 Online: 15 de Novembro de 2016, 13:32:19 »


Será que o falastrão vai realmente  fazer coisas  mais radicais ?


 :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?: :?:

Pelo menos o falastrão ganhou pra sua alegria...   :wink:

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Governo Trump
« Resposta #18 Online: 15 de Novembro de 2016, 13:40:36 »
Essas promessas devem ser vistas mais como uma liberdade adicional para enganar trouxas que ele não tinha nos produtos de sua marca (devido a legislação que é mais severa quanto ao que se anuncia vender no mercado real versus no "mercado" eleitoral).

Não que não possa de fato se empenhar em fazer algumas dessas coisas, contanto que avalie que não vá lhe causar prejuízo pessoal, que não necessariamente advirá de causar prejuízo ao país e ao mundo.

Vai depender do que parecer oportuno e quanto as instituições e oposição conseguirem brecar as tentativas. O que talvez até lhe renda reputação adicional, novamente bem análoga ao "vitimismo triunfal" petista.

Rhyan

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Re:Governo Trump
« Resposta #19 Online: 16 de Novembro de 2016, 01:23:11 »
A extinção do Obamacare seria excelente. Única proposta boa.

Acho que muito pior que duvidar do aquecimento global antropogênico é acreditar que burocratas mundiais vão resolver o problema ou que piorar a economia e a qualidade de vida seria melhor que ter o planeta mais quente.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Governo Trump
« Resposta #20 Online: 16 de Novembro de 2016, 02:39:07 »
O planeta mais quente não vem sem impactos economicos, que se estima serem largamente negativos. "O barato sai caro".

Offline Lakatos

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Re:Governo Trump
« Resposta #21 Online: 16 de Novembro de 2016, 04:01:45 »
Não teve como não lembrar disso:


Rhyan

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Re:Governo Trump
« Resposta #22 Online: 16 de Novembro de 2016, 06:07:33 »
O planeta mais quente não vem sem impactos economicos, que se estima serem largamente negativos. "O barato sai caro".

Justamente por isso sacrificar a economia para resolver o problema provavelmente é até pior.

A própria economia deveria resolver o problema com o mercado de tecnologias verdes e fim do subsídio para petróleo. Acreditam que existe subsídio (ou desconto?) para o custo da água na indústria e na agricultura?
Começa por aí, o preço tem que ser real, os monopólios estatais ou não abolidos junto com controles de preço.

Offline Lorentz

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Re:Governo Trump
« Resposta #23 Online: 16 de Novembro de 2016, 09:23:06 »
O planeta mais quente não vem sem impactos economicos, que se estima serem largamente negativos. "O barato sai caro".

Justamente por isso sacrificar a economia para resolver o problema provavelmente é até pior.

A própria economia deveria resolver o problema com o mercado de tecnologias verdes e fim do subsídio para petróleo. Acreditam que existe subsídio (ou desconto?) para o custo da água na indústria e na agricultura?
Começa por aí, o preço tem que ser real, os monopólios estatais ou não abolidos junto com controles de preço.

Eu já pensava algo assim. É bom saber que você pensa assim também.

A partir do momento que a poluição e demais custos "naturais" forem precificados em todas as atividades rurais, haverá interesse com pesquisas e esforços para reduzir o impacto ambiental.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Wowbagger, o Infinitamente Prolongado

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Re:Governo Trump
« Resposta #24 Online: 16 de Novembro de 2016, 09:32:07 »
Quando os lucros a CURTO PRAZO forem, evidentemente, maiores com as alternativas renováveis para os Big Players com certeza nós veremos uma migração.

Eles são favoráveis? Se não o são agora eles se tornarão favoráveis em um espaço de tempo que previna a catástrofe anunciada?

Toda a comunidade científica envolvida com climatologia diz que o assunto é urgentíssimo e que medidas deveriam ter sido tomadas já anos atrás.
« Última modificação: 16 de Novembro de 2016, 09:40:41 por I am not Johnny Ramone »

 

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