Autor Tópico: Educação empesteada de relativistas anencéfalos  (Lida 4493 vezes)

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Offline Dbohr

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #50 Online: 24 de Novembro de 2006, 20:14:35 »
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Offline Rodion

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #51 Online: 24 de Novembro de 2006, 20:15:38 »
De chatice em chatice, esse pessoal de dce acaba conseguindo o que eles mais anseiam: poder.
É só ver quantos políticos profissionais de hoje começaram a carreira no movimento estudantil.

Cá entre nós...
A atual prefeita de GrandeCapitalNordestina era a presidente do dce, na época em que eu era calouro.
Ela era, digamos assim, figurinha fácil entre os alunos da física...  :twisted:

ô. a moça lá, a musa comunista do rio grande do sul, veio de dce. e, pelo que ouvi, uns 4 ex-membros do partido de esquerda(ruptura) que já esteve na gestão do XI de agosto trabalham hoje no gabinete do deputado paulo teixeira-ptsp. não é só dce. política estudantil ainda coloca o pessoal neste meio...
"Notai, vós homens de ação orgulhosos, não sois senão os instrumentos inconscientes dos homens de pensamento, que na quietude humilde traçaram freqüentemente vossos planos de ação mais definidos." heinrich heine

Offline Dbohr

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #52 Online: 24 de Novembro de 2006, 20:26:56 »
Brincadeiras à parte, é no movimento estudantil que a maior parte dos políticos -- de todo o espectro -- se forma. Não acho que poderia ser muito diferente.

Triste é quando o camarada fica eternamente no dce e não sai do movimento estudantil.

Offline Dr. Manhattan

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #53 Online: 24 de Novembro de 2006, 20:33:40 »
Nomes, Camarada Manhattan. Nomes!

Tá louco! Ainda não tenho emprego com estabilidade.  :D Mas assim que o PT sair do governo eu dou mais
detalhes.  :hihi:

Mas falando sério, o movimento estudantil é realmente uma aula de política. O único problema é que entre os
estudantes de dce parece só existir duas ideologias: a da Esquerda Exaltada e a da Esquerda Psicótica.
Muitos parecem se preocupar mais com a Revolução do que com os problemas concretos dos estudantes.

Pérola: meu irmão estudou em uma grande universidade particular. Um dia uma menina do dce de lá fez um discurso
em que dizia: "companheiros, se batalharmos juntos, um dia ainda conseguiremos transformar esta universidade
em uma universidade pública!" 
Vai sonhando... :lol:
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rizk

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #54 Online: 25 de Novembro de 2006, 00:01:30 »
Teve eleição hoje, né? Estava falando com a coleguinha, e ela dizendo que o DCE hoje não é presente entre nós, eles nunca passam, nunca falam nada...  :o
Não quero o DCE mais presente, não da maneira como ele se organiza, nem com as propostas que têm. DCE era pra fazer festa, integrar as unidades, arrumar moradia e bolsas e todas as coisas que os estudantes precisam, não pra ser o celeiro de futuros políticos do PCO. Eu acho.


Bruno e Pedro, eu falei mal dos COLEGAS de vocês por conta própria. Endosso as colegas quanto aos feanos burros e aos politécnicos workaholics. PORÉM em cada canto do largo eu largo meu coração TOTAL. Todos tão bonitinhos com o latim porco e as gravatinhas deles, eu passo mal :D

De todo modo, tudo indica que a geral feminina fefelechenta não mais crê no amor livre nem anda peluda. Aparentemente, também, as fefelechentas não estão mais lá esperando marido, então torce-se o nariz mesmo pra vocês. Talvez algumas mocinhas, tais quais a Argentina, pudessem se casar... e ir embora logo. Out, out :D

Offline Zizou

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #55 Online: 26 de Novembro de 2006, 04:02:32 »
Gostei muito do tópico...desde as descrições sobre o pessoal do movimento estudantil (eles são iguais em todos os lugares! :hihi:), até a parte principal sobre o relativismo, tanto que gostaria de saber mais sobre esse assunto, dei uma olhada na wikipedia, mas não têm muita coisa. Fiquei interessado, pois estudo com muitas pessoas que trabalham em educação ambiental, e elas sempre enfatizam e insistem com essa idéia da cultura local, de sua importância, etc...tanto que peguei o tal do livro do Paulo Freire para dar uma lida (Pedagogia da Autonomia), mas hoje lendo a discussão, vejo que essas idéias podem ser inúteis e atravancar o crescimento da ciência. Se alguém puder indicar mais alguma coisa para ler, agradeço desde já...
« Última modificação: 26 de Novembro de 2006, 04:09:18 por zizou »
" Meu objetivo é ensinar minhas aspirações a se conformarem com os fatos, em vez de tentar fazer com que os fatos se harmonizem com elas." Thomas Henry Huxley
"Vai lá, vai lá, vai lá, vai lá de coração...vamo São Paulo, vamo São Paulo, vamo se campeão!!!"

Offline Rodion

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #56 Online: 26 de Novembro de 2006, 04:28:53 »
Gostei muito do tópico...desde as descrições sobre o pessoal do movimento estudantil (eles são iguais em todos os lugares! :hihi:), até a parte principal sobre o relativismo, tanto que gostaria de saber mais sobre esse assunto, dei uma olhada na wikipedia, mas não têm muita coisa. Fiquei interessado, pois estudo com muitas pessoas que trabalham em educação ambiental, e elas sempre enfatizam e insistem com essa idéia da cultura local, de sua importância, etc...tanto que peguei o tal do livro do Paulo Freire para dar uma lida (Pedagogia da Autonomia), mas hoje lendo a discussão, vejo que essas idéias podem ser inúteis e atravancar o crescimento da ciência. Se alguém puder indicar mais alguma coisa para ler, agradeço desde já...

eu também gostaria de conhecer algum pedagogo "de oposição", se é que há. algum entendido...?
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Offline Eleitor de Mário Oliveira

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #57 Online: 26 de Novembro de 2006, 11:49:46 »
Acredito que o que acomete os estudantes de ciências humanas seja o seguinte:

1) Descomprometimento com a ciência: Vocês acham que boa parte dos que se matriculam num curso de ciências humanas tem interesse em fazer ciência, com experimentos, analises estatísticas etc.? A maioria ou quer ficar sentado numa mesa da cantina discutindo o homem pós-moderno, ou simplesmente querem obter o máximo de informação e habilidade retórica para defender suas ideologias furadas.

2) Inveja das outras ciências: Aparentemente os pseudo-cientistas das humanas morrem de inveja dos resultados obtidos pelas outras ciências e do determinismo inferido destas. Então eles querem trocar as bolas dizendo que tudo é construção social. Quantos textos já não vi argumentando que a sexualidade humana é completamente construção social. Claro... a perpetuação da espécie é construção social, Assim como a gravitação universal.  ::)

Offline Dbohr

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #58 Online: 26 de Novembro de 2006, 12:54:15 »
Discordo da parte do descomprometimento com a ciência. Talvez o que ocorra é que as Ciências Humanas, a Filosofia em particular, eram o que mais avançado existia antigamente. A partir do momento em que a dita Filosofia Natural se divorciou da Filosofia simples e começou um estudo mais sistemático do mundo e suas relações matemáticas, as Humanas foram perdendo muito espaço.

Vejo o trabalho de gente como Guattari e Deleuze um pouco como uma tentativa de recuperar esse espaço e de mostrar que a Filosofia ainda pode ser relevante. O que é uma besteira total. A Filosofia sempre será importante para a Humanidade; e será muito mais relevante do que é hoje em dia se conseguir se soltar de impostores como eles.

Offline Eleitor de Mário Oliveira

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #59 Online: 26 de Novembro de 2006, 13:24:50 »
Discordo da parte do descomprometimento com a ciência. Talvez o que ocorra é que as Ciências Humanas, a Filosofia em particular, eram o que mais avançado existia antigamente. A partir do momento em que a dita Filosofia Natural se divorciou da Filosofia simples e começou um estudo mais sistemático do mundo e suas relações matemáticas, as Humanas foram perdendo muito espaço.

Ah... é que você não vê de perto as figuras. Os estudantes de C.H. carecem de tato com a realidade. Tudo o que fazem é sustentar seus castelos de cartas com ad hocs.

Offline Res Cogitans

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #60 Online: 26 de Novembro de 2006, 13:29:00 »
O Dante está certo. Os departamentos de humanas estão tomados por esssa escória pós-modernista.
Falando nisso, outro dia na aula de História da Ciência na FFLCH - USP, uma menina da "Ciências" Sociais ou História soltou essas pérolas:

"Não existe gênero. Não existe feminino e masculino. Tudo isso não passa de construções sociais! Em outras sociedades os papéis são trocados."

Quando questionada se um homem poderia engravidar, soltou essa:

"Claro que poderia!!!!O problema é que foram condicionados em uma sociedade opressora e machista".

Outras pérolas, que ouvi nessas aulas:

"A Ciência é um instrumento de opressão do capitalismo"
"A idéia de que há progresso na ciência é positivismo"
etc.
 :nojo:

Tem sociólogos que defedem que o gênero é construido socialmente e outros que não só o gênero mas o sexo é contruído socialmente. Mas nenhum deles chegará a este absurdo que homens podem engravidar. Eu tenho o livro Iventando o Sexo de Thomas Laqueur, mas ainda não tive saco e coragem de lê-lo.

O historiador Thomas Laqueur é professor na Universidade de Berkeley, Califórnia, e é especialista em História Social e da Medicina. Em 1992, publicou o livro Inventando o Sexo - Corpo e Gênero dos Gregos a Freud, lançado pela Relume-Dumará. Seu livro mais recente publicado no Brasil é Sexo Solitário - Uma História Sexual da Masturbação (Editora Zone Books, 2003). Sobre esse livro, confira uma resenha publicada na 173ª edição da revista IHU On-Line, de 27 de março de 2006.
Laqueur é formado em Filosofia pelo Swarthmore College, mestre pela Princeton University, e obteve seu Ph.D. na Princeton University. Ele aceitou conceder uma entrevista com exclusividade para a revista IHU On-Line sobre a sexualidade na sociedade contemporânea, marcada pelo individualismo e pela autonomia dos sujeitos sociais. Confira.

 
IHU On-Line - O senhor afirma que o sexo é “situacional” e só pode ser entendido no campo das relações entre gênero e poder. Pode explicar melhor essa afirmação?
Thomas Laqueur - Por situacional, entendo que quase tudo de importante que queremos dizer sobre sexo e sexualidade, afora questões de produção e reprodução, tem a ver com o enraizamento cultural de homens e mulheres em relação entre si: se faz nascer ou desaparecer com a diferença sexual, se aumentam ou diminuem as barreiras entre os sexos e com um “sexo” que se comporte como um projeto cultural ou político. Não nego a existência da biologia. Eu apenas quero reivindicar que, no que se refere ao sexo e à sexualidade, sua existência é sentida em nossas vidas pela grande rede de significado que enreda o pensar sobre sexo.

IHU On-Line - O que podemos entender por “sexo solitário”?
Thomas Laqueur - Eu chamei a masturbação de sexo solitário porque não estava muito interessado no ato físico de alcançar o orgasmo, mas em sua natureza psíquica. Então não lido com a assim chamada “masturbação mútua” ou masturbação e exibicionismo. Eu penso que sejam relacionadas ao meu tópico principal, mas que são atos sociais. Eu escrevo sobre a idéia de criar um mundo erótico em nossas próprias imaginações. Alguns argumentarão que todo sexo é solitário, mas isso é um assunto mais abrangente.

IHU On-Line - Qual a relação entre a masturbação e a sociedade caracterizada pela autonomia do sujeito?
Thomas Laqueur - Meu ponto é que a masturbação vem a ser vista como moralmente suspeita quando a cultura mais geral começa a se preocupar com a autonomia do sujeito. É o lado negro do individualismo e assim como se torna assunto de escrutínio moral, também se torna um prazer culpado antes inexistente. Culpa – na afirmação da privacidade, da autonomia, do segredo – é então constitutivo da pessoa.

IHU On-Line - O que constitui a moralidade sexual contemporânea? Há uma moralidade sexual hoje em dia?
Thomas Laqueur - Minha idéia é de que no Ocidente burguês – não em outra parte – as velhas questões sobre com quem e quando é certo ter sexo – antes do casamento, por exemplo – tornaram-se menos exigentes. As novas questões são mais éticas que morais: como o sexo figura em viver uma vida de virtude. Na verdade, eu não tenho idéia de o quão seriamente a juventude reflete nesse sentido.

IHU On-Line - Em que sentido a sexualidade representa a forma de relação entre o indivíduo e a sociedade, e entre o indivíduo e a natureza?
Thomas Laqueur - Falando grosso modo, as relações sexuais estiveram e estão no cerne da produção da cultura. Pode-se começar com a famosa idéia de Lévi-Strauss de que o tabu do incesto define a intersecção entre natureza e cultura.

IHU On-Line - Qual é o papel da religião em uma sociedade de sujeitos autônomos e autoconstituídos?
Thomas Laqueur - Eu também estaria interessado em saber. Nos Estados Unidos, hoje, a abstinência sexual antes do casamento tornou-se uma maneira para os jovens ligarem-se às visões religiosas conservadoras das suas famílias e para declararem-se à parte do que tomaram por ser a cultura popular hedonista e individualista da sociedade secular. Por sua vez, eu penso que os ensinamentos católicos sobre questões como aborto e controle de natalidade têm quase nenhum impacto nos Estados Unidos ou na Europa. Claramente essa questão seria respondida de maneira diferente para comunidades muçulmanas em diáspora ou em vários países do Oriente Médio, na Indonésia ou na Índia.


"Conhecer a verdade não é o mesmo que amá-la, e amar a verdade não equivale a deleitar-se com ela" Confúcio

Offline Dbohr

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #61 Online: 26 de Novembro de 2006, 13:33:58 »
Ah... é que você não vê de perto as figuras. Os estudantes de C.H. carecem de tato com a realidade. Tudo o que fazem é sustentar seus castelos de cartas com ad hocs.

É que tem muita gente de exatas que não é nenhum modelo de estudante sério... tem muita gente que presta vestibular para Física porque tem menos concorrência, por exemplo. Claro que esses geralmente abandonam o curso antes do primeiro ano terminar, mas muitos seguem adiante e viram aqueles professores menos do que inspirados que a gente vê nos colégios por aí...

rizk

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #62 Online: 26 de Novembro de 2006, 16:42:11 »
Ouço muito que não existe tal coisa como "CIÊNCIAS humanas" - aí eu não sei em que altura do campeonato resolveram que, pra ser ciência, precisa de laboratório e frasquinhos. Uma investigação relacionada às vidas das pessoas exige muito MAIS que isso.

Sempre tem uma turma que viaja, mesmo entre os Doutores. Como em qualquer especialidade. O fato é que, pra quem estuda as coisas do homem, não dá pra ter RESPOSTAS. A gente chega a conclusões mais ou menos adequadas - e nada mais adequado que isso, se estivermos falando de "ciência".

E eu duvido da sinceridade de quem quer privilegiar um lado da dicotomia (que é besta, convenhamos) "natureza x cultura". É corporativismo, pura e simplesmente.
Tanto dos meus coleguinhas comunistóides quanto da molecada daqui, que está fazendo espantalhos por toda essa página. Cadê os cientistas comprometidos com a lógica, hein?

Offline Rodion

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #63 Online: 26 de Novembro de 2006, 18:04:28 »
mas eu não estou comprometido com a ciência mesmo, admito :)
não faz sentido falar, como falam, em ciência do direito.
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Offline FxF

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #64 Online: 27 de Novembro de 2006, 01:44:16 »
Citação de: Eduardo Sebastiani Ferreira
...a análise que fizemos para mim foi conclusiva. Somos de uma cultura judaico-cristã, na qual existe a crença de que fomos feitos à imagem e semelhança de Deus - ser perfeito -, portanto não admitimos que podemos ter algo errado com o corpo. Para responder ao fenômeno da refração inventamos uma lei física, e com este pressuposto criamos toda nossa ciência.
Chamar a análise de "conclusiva" foi a cereja do bolo. Para esta gente tudo é relativo, menos suas elocubrações falaciosas.
Isso se chama fé. Com ela você remove montanhas... e põe bem na frente de seus olhos.
Trata como se essa lei da física tivesse sido inventada e não observada, além de deixar a entender que é boba e leviana. Mas trata uma crença irracional de que um ser superior criador do universo tem nariz mesmo não respirando e pênis mesmo sendo único (...).

Infelizmente, a crença, a idéia de "eu preferiria que fosse assim ou assado por isso vou fingir que é" jamais deveria ser levada quando se analisa algo e está em uma comunidade científica. E enquanto se respeitar a crença religiosa, isso não pode ser contestável. A coisa é assim.

Offline Emperor

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #65 Online: 30 de Novembro de 2006, 23:04:46 »

Citar
Quantos textos já não vi argumentando que a sexualidade humana é completamente construção social.

Imagino que você deve ter sofrido bastante com essa corja relativista durante o curso de Filosofia.
« Última modificação: 31 de Dezembro de 2006, 19:31:00 por Emperor »

Offline Eleitor de Mário Oliveira

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #66 Online: 24 de Abril de 2010, 03:20:08 »

Citar
Quantos textos já não vi argumentando que a sexualidade humana é completamente construção social.

Imagino que você deve ter sofrido bastante com essa corja relativista durante o curso de Filosofia.
  a perpetuação da espécie é uma construção social.:/

Offline Zeichner

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #67 Online: 24 de Abril de 2010, 12:53:36 »
Nomes, Camarada Manhattan. Nomes!

Tá louco! Ainda não tenho emprego com estabilidade.  :D Mas assim que o PT sair do governo eu dou mais
detalhes.  :hihi:

Mas falando sério, o movimento estudantil é realmente uma aula de política. O único problema é que entre os
estudantes de dce parece só existir duas ideologias: a da Esquerda Exaltada e a da Esquerda Psicótica.
Muitos parecem se preocupar mais com a Revolução do que com os problemas concretos dos estudantes.

Pérola: meu irmão estudou em uma grande universidade particular. Um dia uma menina do dce de lá fez um discurso
em que dizia: "companheiros, se batalharmos juntos, um dia ainda conseguiremos transformar esta universidade
em uma universidade pública!" 
Vai sonhando... :lol:

Neste ano, na Universidade onde trabalho, apareceu um palestrante destes, cheios de PUCUSP Unicamp no currículo, junto com uma centena de livros e artigos escritos, para fazer uma palestra aos Educadores sobre o desafio da Universidade nos tempos atuais.

Além de dar uma aula chata pra carai, que meus alunos me tocariam de sala se fizesse algo parecido de ficar lendo planilhas em Datashow, apresentou dados estatísticos que fizeram matemáticos como Newton se revirar no túmulo e o cidadão do índio pescando num exemplo de rigor científico, para quê?

para dizer que o ensino brasileiro estava ruim porque existiam muitas universidades particulares e poucas do governo!

Mas ele estava dentro de uma Universidade Particular!!!! A popularização do Ensino através de Universidades particulares eram merda pra ele, porque só o dinheiro do governo prestava.

Tiveram que cancelar as perguntas no final porque eu e mais um grupo já estávamos nos coçando pra dizer algumas coisinhas para ele. Se isto é o máximo que existe de intelectual no Brasil, estamos mal.

Na boa, fiquei com um nojo das Universidades Públicas depois dessa que nem fazem idéia.

Offline Buckaroo Banzai

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Re: Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #68 Online: 24 de Abril de 2010, 14:51:40 »
O Dante está certo. Os departamentos de humanas estão tomados por esssa escória pós-modernista.
Falando nisso, outro dia na aula de História da Ciência na FFLCH - USP, uma menina da "Ciências" Sociais ou História soltou essas pérolas:

"Não existe gênero. Não existe feminino e masculino. Tudo isso não passa de construções sociais! Em outras sociedades os papéis são trocados."

Quando questionada se um homem poderia engravidar, soltou essa:

"Claro que poderia!!!!O problema é que foram condicionados em uma sociedade opressora e machista".

Outras pérolas, que ouvi nessas aulas:

"A Ciência é um instrumento de opressão do capitalismo"
"A idéia de que há progresso na ciência é positivismo"
etc.
 :nojo:

Esse tipo de coisa chega a parecer trabalho de agente duplo infiltrado, bogus-espantalho da vida real.

Offline JJ

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Re:Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #69 Online: 12 de Dezembro de 2016, 08:59:55 »
Nomes, Camarada Manhattan. Nomes!

Tá louco! Ainda não tenho emprego com estabilidade.  :D Mas assim que o PT sair do governo eu dou mais
detalhes.  :hihi:





O PT  já saiu do governo.   :D



« Última modificação: 12 de Dezembro de 2016, 09:14:40 por JJ »

Offline João da Ega

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Re:Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #70 Online: 12 de Dezembro de 2016, 09:29:03 »
Nomes, Camarada Manhattan. Nomes!

Tá louco! Ainda não tenho emprego com estabilidade.  :D Mas assim que o PT sair do governo eu dou mais
detalhes.  :hihi:





O PT  já saiu do governo.   :D

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"Nunca devemos admitir como causa daquilo que não compreendemos algo que entendemos menos ainda." Marquês de Sade

Offline Lakatos

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Re:Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #71 Online: 12 de Dezembro de 2016, 10:20:27 »
Caramba, tiraram o tópico lá do pré-sal. Povo curioso...  :lol:

Offline Spencer

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Re:Educação empesteada de relativistas anencéfalos
« Resposta #72 Online: 04 de Março de 2017, 22:15:34 »
Apenas para reativar o tópico, que merece ainda outras considerações destes bons foristas.


"As vezes olho para trás e reflito sobre as coisas que já me aconteceram.
Cada uma delas, de algum modo,  construíram o homem que sou hoje.
Isto não pode ser casual e percebo que existe uma conexão entre todos aqueles fatos.
Servimos a uma causa muito maior e não nos damos conta disto.
Destino, é a palavra que usamos.
Nos intricados meandros do subconsciente jaz um conhecimento que se expande lentamente, embora quase sempre relutemos em reconhecê-lo.
Conforta-nos a percepção de  que, humílimos seres sencientes, não somos ignorados ante a infinita e silenciosa imensidão do espaço, e sim alvos de meticulosa e continuada evolução.
Cada um, pela peculiar inteligência ou sensibilidade, por certo tempo servirá como peça delicada em máquina de altíssima complexidade e funcionamento.
Apenas que, com o passar dos séculos, em vez de meras engrenagens sinergéticas, conscientizamos de nossa responsabilidade e deixamos de ser componentes funcionais e nos tornarmos operadores no grande sistema cósmico."

 

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