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America's gun culture in 10 charts










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https://www.ecommunist.com/blogs/graphicdetail/2015/08/graphics-americas-guns

To keep and bear arms






Eles mesmos são forçados a admitir que a maior mortalidade por armas se dá por suicídio, e não homicídio (o qual será apenas em uma ínfima parte produto da "extrema direita", sendo generoso e nem considerando serem false flags ou farsas), e portanto, causado pelo marxismo cultural.

Também se vêem obrigados a admitir que com a eleição do garoto queniano maometano gay Barack Hussein Obama, vendeu-se armas como nunca antes, e portanto, se a proporção de armas tem alguma culpa nisso, ela é na verdade de Hussein Obama, já que apenas pessoas, não objetos, podem ser moralmente culpados de algo.




Acho curioso o tanto de armas que eles tem ao todo, e como é ainda uma minoria dos americanos que têm armas.


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More Than Six in 10 Americans Say Guns Make Homes Safer



http://news.gallup.com/poll/179213/six-americans-say-guns-homes-safer.aspx


Só os comunistas discordam. Acho que na maioria das outras opiniões os alegadamente "independentes" tendem a se alinhar mais com os comunistas, é um alívio que nesse caso em particular, ao menos, eles não sejam vítimas da lavagem cerebral ou conivência com totalitarismo que castiga a eles próprios.
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Não entendi. Poderia reformular?

Claro.

A pessoa que nega uma experiência Mística mesmo com comprovação ou testemunhos de outros tem mais validade do que aquela que diz que teve e a qual outros a sua volta a negam?

Por refazer a pergunta, vou apontar uma observação social sobre a "Loucura" ou delírio dos "Místicos".

Suponho que negar uma experiência mística, seja tão somente não adotá-la como a primeira, muito menos, a única explicação possível, mas buscar outras mais simples e mesmo não encontrando, manter o ceticismo.

Essa postura tem mais validade apenas porque se baseia no conhecimento adquirido, que tudo o que tem a nos dizer até o momento, é que não é possível distinguir uma alegada experiência mística de alucinação (provocada por drogas ou pela própria alteração da química cerebral), por exemplo.

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Nas tribos, havia a figura do vidente, pajé ou Xamã. Quem não garante que houve pessoas que questionaram a sua autoridade? Nesta mesma tribo, não poderia negá-los por serem "Loucos" ou mentirosos? Por que foram aceitos? Por que eles se tornaram autoridades em seu meio? Afinal, havia guerreiros que poderiam "assumir" o manto do Poder deles e negar autoridade deles dizendo que tudo é uma entidade tão animal como qualquer outro animal. Por tanto, não haveria necessidade de místicos, intermediários ou líderes espirituais. Afinal, o Mundo é Caótico. (Ceticismo primitivo)

Por que eles foram aceitos?

Pelo mesmo motivo que padres, pastores, líderes em geral, com credibilidade para lá de questionável, muitas vezes desmascarados, continuam arrastando multidões - reúnem características que os tornam figuras carismáticas - desinibição, eloquência, criatividade, cativando o público.

A melhor explicação que li é que o cérebro consome muita energia, coisa que o homem primitivo não dispunha. Raciocinar é oneroso. A memória, atrelada ao mecanismo de recompensa (ativado por experiências gratificantes, como um discurso empolgante) - otimiza o processo. As experiências deixam impressões gravadas, para serem facilmente acessadas, economizando energia, produzindo, contudo, um raciocínio indutivo. Isso serviu principalmente como mecanismo de defesa - fornecendo respostas rápidas para situações de risco. Com a abundância de recursos e a relativa segurança que a civilização nos forneceu, comparado ao estilo de vida primitivo - pudemos então desenvolver o raciocínio dedutivo.

Veja a platéia do Lula, por exemplo, fica em verdadeiro êxtase quando ele discursa. Seus cérebros sofrem uma inundação de substâncias - que caem vertiginosamente, quando leem o noticiário - o que, automaticamente, os leva a negação, para elevar novamente os níveis. Esse é o processo do fervor, seja de que tipo for, cada vez que uma dúvida povoa sua mente, você automaticamente a afasta, buscando proteger o que te apraz. Interromper esse processo é incômodo, dependendo da intensidade, equivale a uma abstinência - requer disciplina, para os céticos, inclusive - sendo o efeito, contudo, altamente compensador ou não funcionaria.

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Bons pontos apontados por esse General.
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Ex-comandante no Haiti sugere levar juízes em operações no Rio

Em meio à polêmica sobre o possível uso de mandados coletivos de busca e apreensão em operações das Forças Armadas no Rio de Janeiro, o ex-comandante brasileiro da missão de paz da ONU no Haiti, general da reserva Augusto Heleno Ribeiro Pereira sugeriu [...]



Atirador de elite contra roubos de carga

"Sujeito armado, por exemplo, é uma cena comum no Rio de Janeiro, armado com armas de guerra, fuzis de combate, debochando do poder público no meio da rua", disse Heleno.

Para o general, atiradores de elite poderiam ser usados, por exemplo, para disparar à distância contra ladrões de carga que rendessem motoristas.

"Se eu tiver um 'sniper' [atirador de elite] bem posicionado, eu faço um trabalho muito bem feito e vou criando respeito pela força legal", disse. Segundo ele, o disparo só pode ser realizado, porém, se não houver risco de pessoas inocentes saírem feridas.



Acredito na boa fé e nas boas intenções desse general. Mas acredito também que ele desconheça a realidade do confronto entre policiais e bandidos no Rio de Janeiro.

Muitas pessoas têm essa ideia de que a bandidagem está protegida demais pela lei, e que esse é um fator importante no incentivo ao crime. Só que pelo menos na região metropolitana do RJ isso nunca correspondeu à realidade. Na prática, mesmo em situações sem amparo legal, a polícia pode matar e mata. Não faz isso em Ipanema, Leblon e na Barra, mas em lugares onde existe gente armada de fuzil a lei nunca foi um problema.

Só existia uma juíza no estado que condenava policiais por forjarem os chamados "autos de resistência". Que é a execução de alguém em que o policial registra que a vítima morreu por ter reagido e as testemunhas são os próprios policiais. Essa juíza se chamava Patrícia Lourival Acioli, uma pessoa de índole fantástica, que eu cheguei a conhecer há muitos anos. Conheci muito os primos, o namorado, o cunhado ela... Patrícia, é claro, foi assassinada.

A juíza não tinha nenhuma proteção. Preocupada, solicitou proteção ao presidente do TJ, Luiz Zveiter ( que é irmão do Sérgio Zveiter, que foi relator da denúncia contra o Temer ) e simplesmente nada foi feito. Fica a pergunta: por quê?

Difícil entender... Já xinguei muito esse Luiz Zveiter porque ele mesmo não saía de casa sem tumultuar o trânsito já congestionado da cidade, porque a sua escolta tinha que ir na frente parando tudo e abrindo todos os sinais vermelhos. Ninguém nem nada podia se aproximar do carro dele. Mas para uma juíza marcada pra morrer não viu necessidade de proteção.

Cara, se não se levar em consideração o que O Grande Capanga já falou aí, nas suas postagens aqui nessa discussão, muita coisa não vai ter explicação lógica e nada vai ter solução. Fica esse elefante na sala e todo mundo fingindo que não vê.

Citação de:  Portal R7
O número de roubos de carga no estado do Rio bateu um novo recorde no ano passado, com 10.599 registros, segundo dados do ISP (Instituto de Segurança Pública). Mais da metade dos casos ocorreram na Capital, seguido da Baixada Fluminense. Juntas, as duas regiões somam mais de 8.500 ocorrências.

O general quer resolver isso com snipers. É muita inocência.

Dá mais ou menos uns 15 caminhões roubados por dia SÓ NA CIDADE. Sem contabilizar os roubos em todo o estado.

Esse crime exige roubar um caminhão em uma via movimentada, como a Brasil por exemplo, levar o caminhão até o ponto de descarga, retirar toda a carga - que pode levar horas - , transportar a carga para depósitos ( pelo volume dos roubos é preciso que existam muitos depósitos ), depois então revender essa mercadoria talvez para centenas de compradores diferentes.

É difícil imaginar que seja possível sem algum nível de conivência. A verdade é que a estrutura tá comprometida de lá de cima até embaixo. Tudo indica que o projeto UPP tenha sido imposição dos grupos econômicos que investiam na Copa e nos Jogos, porque esse modelo era proposto há muito tempo e tanto o governo do estado quanto a secretaria de segurança eram contrários. Sem dúvida fez parte do acordo pra compra da Copa e dos Jogos porque o secretário de segurança também foi imposto: exigiram uma pessoa de fora que não tivesse ligação nem com a polícia nem com o governo do estado. Aí tiveram que engolir o Beltrame, um gaúcho que parecia ser realmente correto, mas por isso mesmo assim que acabou a Olimpíada jogou a toalha e pediu demissão.

A professora da UFF, do departamento de estudos de segurança pública, colocou algumas questões fundamentais no vídeo da entrevista que postei: se vai haver intervenção é imprescindível que haja também auditoria nas Polícias Militar e Civil e sistema prisional, e é necessário que haja acompanhamento dessa investigação, inclusive internacional!

Exército só pra policiamento e dar batidas é mais do mesmo.
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Essa conversinha de investir em inteligência, tecnologia etc. é conversa pra boi dormir. O principal problema chama-se corrupção.

No Brasil, qualquer boquinha de fumo que existe, só funciona porque tem, no mínimo, anuência de policiais corruptos.

Alguém acha que qualquer ilícito atravessa meio continente sem conhecimento de autoridades?

Corrupção policial viabiliza tráfico de armas e é central na crise, diz procurador que investiga escalada da violência no Rio

O procurador José Maria Panoeiro, de 47 anos, foi um dos escolhidos por Dodge para a empreitada. Em conversa com a BBC Brasil, ele é enfático: não há como explicar as cenas cotidianas de traficantes armados com fuzis nas favelas cariocas sem citar o grave problema de corrupção nas forças de segurança.

(...)

BBC Brasil - Qual é o pano de fundo da violência no Estado?

José Maria Panoeiro - Me parece ser (entre outras causas) um problema direto de corrupção policial. Sem querer generalizar, mas há uma série de atividades onde aparecem agentes do Estado dando cobertura a criminosos, recebendo remuneração de criminosos.

E isso fica patente em algumas operações que você tem, com as Forças Armadas cercando determinados territórios, com informes sobre a existência de fuzis, e no final das contas a apreensão (de armas) é ínfima, beira o ridículo, ou não há nenhuma apreensão. O que significa que houve vazamento de informação. E vazamento da parte de quem? Só pode ser da parte de agentes do Estado.

Então, esse é um aspecto que é fundamental. Não tem como acreditar que esta quantidade de armas chega ao Rio sem que haja um mínimo de conivência de agentes do Estado que trabalham na área de segurança.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) começou a fazer bloqueios nas rodovias e começou a apreender fuzis e munição em sequência. (...) Se a PRF começa a encontrar fuzil, por que não eram encontrados antes? Porque estava havendo algum tipo de acerto que nós não conseguimos ver, mas provavelmente havia algum tipo de acerto corrupto por trás disso.

(...)
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Laicismo, Política e Economia / Re:Inflação e o PT
« Última Mensagem: por Pedro Reis Online Ontem às 23:11:08 »
Eu estou falando se caso o PT implante de vez o comunismo no Brasil.

Vão dizer que sou muito confiante, mas sem chance. Tá mais fácil uma intervenção militar. Tem apoio para isso, não. Vai ter mais gente graúda contra do que a favor.

Não se trata apenas de enfrentar uma oposição graúda, a agenda comunista - se existisse - teria pela frente 3 tipos de obstáculos intransponíveis:

1 - A existência de uma oposição graúda.

2 - A inexistência de apoio graúdo.

3 - A inexistência de apoio miúdo.

(1)
Você já falou da oposição: o Brasil é um dos maiores países do mundo e uma das maiores economias do mundo, um país estratégico territorialmente e em relação a seus recursos.

É virtualmente incalculável em sua dimensão, os interesses privados ( nacionais, estrangeiros e mistos ), que seriam radicalmente afetados até mesmo por políticas, digamos, um pouco mais socialistas; no sentido de serem em algum grau restritivas a investimentos, mercado de capitais, empresas, agronegócio e até instituições religiosas. Obviamente estes setores da sociedade, aliados a um poderoso apoio externo, mobilizariam uma força esmagadora contra aspirações dessa natureza.

Não foi possível em 1935, não foi possível em 1964. No século 21 não deveria ser possível nem imaginar.

(2)
O socialismo no Brasil nunca teve realmente muita chance.

Porém, no séc. 20, foi muito mais fácil ter fé no comunismo do que é possível hoje, e existiram muitos que viram no socialismo um belo e realizável ideal. Havia pessoas simpáticas ao comunismo em todas as classes, mais notadamente entre os intelectuais. Estes comunistas tupiniquins, embora falhassem em conquistar apoio popular à causa, tiveram todo o apoio GRAÚDO do bloco de países comunistas. Nada mais, nada menos, que o apoio da URSS; um império que dominava meio mundo.

Com quem contariam hoje os comunistas?

(3)
Tão determinante como os dois fatores anteriores, é a impossibilidade hoje ( e pro futuro ) de uma proposta de sociedade comunista parecer atraente a alguma parcela significativa da população. Marx teorizou que a revolução nunca poderia ser feita de cima para baixo, e nisso a História mostrou que ele estava certo. Sem mobilização das massas uma elite de intelectuais não tem capacidade pra fazer a "revolução", e esse sempre foi o maior problema da esquerda no Brasil. Não da esquerda, mas especificamente dos projetos de revolução marxista.

O texto abaixo descreve o tipo de realidade de onde o Marxismo do século 19 obteve a vitalidade necessária para impulsionar gigantescos movimentos proletários, que eventualmente no século 20 tornariam possível a revolução bolchevique.

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As casas se localizavam nas proximidades das indústrias, estradas de ferro e rios, fontes de fumaça, barulho e poluição. Nas cidades industriais surgidas a partir de cidades antigas, os trabalhadores passavam a habitar casas de famílias antigas transformadas em cortiços. Cada quarto passou a abrigar uma família toda (prática realizada em Glasgow, na Escócia e Dublin, na Irlanda, até o início do século XX). Era comum, também, o congestionamento de camas onde dormiam de três a oito pessoas de idades diferentes. Pobres e privados de seus antigos referenciais culturais, os trabalhadores urbanos tendiam a formar uniões instáveis que acabaram por alterar a sociabilidade vigente, transformando a população dos cortiços em pessoas com padrões éticos diferentes dos de suas aldeias rurais de origem.

A sujeira era enorme tanto nos novos como nos velhos bairros operários.

As novas casas eram construídas com materiais baratos sem alicerces. Na Inglaterra, em cidades como Birmingham e Bradford, as casas foram construídas de parede-meia, dois em cada quatro quartos não recebiam luz nem ventilação. Em cidades marítimas, de grande importância econômica por causa dos portos, os porões subterrâneos eram utilizados como moradias. O Relatório sobre o Estado das grandes Cidades e dos Distritos Populosos de 1845 informava que em Manchester (Inglaterra) cerca de 7000 pessoas utilizavam apenas 33 privadas.

Se a gente pensar no capitalismo do séc. 19, nesse contexto o que o marxismo propunha fazia bastante mais sentido. A atividade econômica era infinitamente menos diversificada que hoje. A maior indústria era a têxtil, onde cada fábrica empregava milhares de trabalhadores. Não havia direitos, garantias, e o que se pagava mal dava para a sobrevivência em condições sub-humanas. A classe média era um grupo relativamente pequeno, então havia uma massa enorme de operários e camponeses vivendo como animais, e as necessidades das pessoas se resumiam basicamente a vestuário, alimentação, habitação, saúde e educação.

Ninguém tinha necessidade ou desejo de ter energia elétrica, linha telefônica ou automóvel. Estas coisas ainda não estavam disponíveis e a variedade de bens de consumo era muito limitada. De modo que a grande massa de trabalhadores se encontrava "pasteurizada" sob condições de vida muito semelhantes, constituindo uma classe bem definida e de certa forma homogênea, que partilhava anseios comuns.

Não há aqui intenção de trocadilho, mas quando há 7 mil pessoas compartilhando 33 privadas, a propriedade privada é quase um conceito abstrato.

Consequentemente o marxismo não exigia muita renúncia e oferecia algo razoável: trabalhadores obterem os meios de produção, e irmanados por necessidades e desejos semelhantes, produzirem aquele pouco que era necessário a uma vida considerada digna.

Bom, esse é 1º X da questão: o proletariado não existe mais. Nós podemos classificar a população por níveis de renda mas dentro de um mesmo nível, a diversidade de estilos de vida, estruturas familiares, atividades econômicas, formas de moradia, desejos e necessidades é infinita! Não há uma massa de operários e camponeses, mas o "proletariado" moderno é composto por webdesigners, produtores de pornô, motoristas de uber, passeadores de cachorros, camelôs, cuidadores de idosos, youtubers, marceneiros, músicos, fabricantes de caixas orgônicas... uma diversidade interminável, e quantos destes "proletários" não são na verdade empreendedores, e portanto de certa forma capitalistas donos de seu próprio negócio ou serviço? Na verdade todos destas atividades citadas são.

A percepção da recente reforma trabalhista é um termômetro dessa nova realidade. Um grande número de trabalhadores estava simplesmente alheio porque a legislação trabalhista já não se aplica às suas relações de trabalho, e um outro grande nº era favorável por desejar maior autonomia de negociação. E aí sindicatos e partidos tentam se colocar como defensores dos direitos dos trabalhadores, mas o que se vê é que ironicamente poucos se sentem representados.

Então vem o 2º X dessa questão: esse "proletariado" não desejaria mais ser ditador pela inexistência de um denominador comum definidor dessa ditadura, porque o único real denominador comum do moderno proletariado é o desejo essencialmente capitalista de prosperar e consumir. Diferentemente do séc. 19, tanto a propriedade privada quanto a própria iniciativa privada estão disseminadas nas classes de baixo nível de renda. Portanto os sacerdotes da religião marxista hoje pregam em igrejas vazias.

Não há mais como o comunismo obter o amplo apoio popular, o apoio dos pequenos, o "apoio miúdo". Ainda existem os fracos e oprimidos, e são maioria, mas o comunismo oferece pouco a estes enquanto deles exige muitas renúncias.

Mas, se a volta do comunismo no séc. 21 é tão viável quanto a volta do feudalismo, porque tem gente perdendo o sono com isso?

Porque um movimento conservador está botando o medo desse fantasma em cabecinhas de crianças impressionáveis!

O comunismo para os conservadores é o que o judeu foi para o nazismo: um inimigo inventado, no qual se podia pôr a culpa de todos os males, necessário para unir a sociedade em torno da causa nazi-fascista e dar uma explicação a problemas que eram na verdade estruturais. Sim, o que existe na verdade é uma agenda conservadora, e faz parte dessa agenda construir o mito absurdo da "agenda comunista".

Não por coincidência, mas exatamente tudo que os conservadores gostariam de reverter na sociedade está sendo atribuído a uma suposta conspiração comunista estendendo seus tentáculos invisíveis por todos os compartimentos sociais. Mas é impossível que valores e costumes sejam os mesmos de 50 anos atrás, com todas as transformações profundas que ocorreram. É como querer que os valores e costumes do Império Romano se mantivessem intactos depois do seu esfacelamento. Da mesma forma que, na revolução industrial, os padrões éticos da antiga população rural se perderam e deram lugar a novos, o homem de hoje está no meio do processo de uma profunda e acelerada revolução. A mais profunda e acelerada de toda a História, e não é necessária nenhuma conspiração para explicar um fenômeno que faz parte de todas as revoluções tecnológicas que alteram estruturalmente uma sociedade.

Além de tudo o chavismo caiu como uma luva nessas teorias conspiratórias.

Pelo amor de deus!, a Venezuela não pode ser usada como um alerta da ameaça comunista porque é exatamente o oposto. A Venezuela ( juntamente com Cuba, Nicarágua e Coreia do Norte ) é a prova da inviabilidade de existir uma agenda comunista no nosso século. E este país nem é comunista e nem nunca pretendeu ser. Pode-se discutir as peculiaridades da Venezuela, um país de população pequena e integrante da OPEP, que graças aos recursos do petróleo desenvolveu um modelo econômico de "Estado-empresário", pelo qual o Estado se tornou o maior empregador e controlador de parte substancial da economia, o que naturalmente levaria qualquer grupo que chegasse ao poder, fosse de esquerda ou não, a ter os instrumentos políticos e econômicos para se perpetuar no poder.

Daí é mais do que óbvio que, apesar de todas as condições favoráveis, peculiares e ímpares da Venezuela na América Latina, o verdadeiro caos econômico que se instalou naquele país, especialmente depois da queda nos preços do petróleo, demonstra a inviabilidade de um projeto de comunismo na A.L. Porque a Venezuela nem é comunista; é uma ditadura onde existe burguesia, um empresariado, proprietários rurais, empresas multinacionais instaladas no país, que não tem empecilhos constitucionais a iniciativa privada, mas onde foi bastante ter uma economia excessivamente estatizada, ineficiente e deficitária, que precisa ser bancada pelo governo o que consequentemente gera altos níveis de inflação, para fazer desse modelo inviável. A menos que o preço do barril de petróleo exploda.

E o Lula talvez não entenda, porque nunca leu um livro, mas o José Dirceu e os economistas do PT sabem muito bem que mesmo se não existissem todos os entraves insuperáveis para se instalar o comunismo no país, se este sistema fosse imposto iria falir como faliu em todos os lugares em que foi tentado.

O que já seria razão mais do que suficiente para não existir essa tal "agenda comunista".
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Música, Arte e Cultura / Re:O que vocês estão ouvindo?
« Última Mensagem: por Zero Online Ontem às 22:53:27 »
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Laicismo, Política e Economia / Re:Como fugir do Sistema - Vivendo o Anarcocapitalismo
« Última Mensagem: por -Huxley- Online Ontem às 22:16:33 »
Um tópico interessante seria... Como fugir do Sistema - Vivendo o Anarcocapitalismo sem correr riscos potencialmente catastróficos (ser preso por cometer "crimes libertários", por exemplo).

Queria ver quantos anarcocapitalistas estão correndo todos os perigos das sugestões mencionadas no primeiro post do tópico, a começar pelo próprio autor do texto.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Como fugir do Sistema - Vivendo o Anarcocapitalismo
« Última Mensagem: por Gauss Online Ontem às 22:13:44 »
Bem, na prática pode ter. Qualquer um que conseguir privar os demais de usufruir de certos bens, os tem como propriedade privada.

Isso talvez implique numa não-anarquia, numa hierarquia, mas geralmente anarquia (capitalista ao menos) parece mais tentar sugerir "ausência de estado" do que uma "anierarquia", uma igualdade absoluta hippie-comunistóide.
Anarquia para mim sempre foi a defendida por Proudhon ou Bakunin, na qual até mesmo a propriedade privada seria abolida.
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Papo Furado / Re:Mudança de Nick ou Avatar
« Última Mensagem: por Gigaview Online Ontem às 22:12:59 »
Gauss tinha o costume utilizar este chapéu. Nunca consegui achar o nome deste tipo, nem algo parecido.  :(

black beret - moda hipster na época dele.
https://mic.com/articles/146546/the-history-of-the-beret-how-a-peasant-s-hat-turned-into-a-political-statement#.oGLP9Ag8h

Outro hipster da época:

Richard Wagner
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Bem, na prática pode ter. Qualquer um que conseguir privar os demais de usufruir de certos bens, os tem como propriedade privada.

Isso talvez implique numa não-anarquia, numa hierarquia, mas geralmente anarquia (capitalista ao menos) parece mais tentar sugerir "ausência de estado" do que uma "anierarquia", uma igualdade absoluta hippie-comunistóide.
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