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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Trump
« Última Mensagem: por Agnoscetico Online Hoje às 23:56:39 »
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Desde a época da campanha, o cara enfrenta todas as corporações e o Establishment:
O Establishment democrata odeia Trump
O Establishment republicano odeia Trump
A mídia odeia Trump
O meio acadêmico odeia Trump
Hollywood odeia Trump
A indústria televisiva odeia Trump
A Esquerda em peso, os Antifas, os BlackLiveMatters, os "donos" do NFL,... escambau...
                      praticamente todos os agrupamentos e panelinhas odeiam Trump.

Ele deve estar certo se consegue irritar tanta gente de uma vez só, mais ou menos como no Reino da Banana onde até pouco tempo atrás não se podia falar mal do rei Luizinho 51 sem ser atacado de todo lado.

Deveriam lançar serie "Todo mundo odeia o Trump", coitado dele. Tá igual npivel de ódio que muitos tem pelo Lula e Dilma. Tanto petistas decepcionados, extrema-direita, extrema-esquerda (PSOL, etc), liberais tão odiando ele, ou pelo menos a Dilma já que foi no governo dela que a maresia fiou pior.

Ódio ao Trump prova ou não que ele é alguém exemplar?
Nível de ódio, etc não prova que um político é ruim ou bom como político, já a forma como ele lida om os problemas aí é outra história.   
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Show.

Mas juro que entrei no tópico esperando a polandball ou aquele vídeo dos Animaniacs   :hihi:
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Laicismo, Política e Economia / Re:Desarmar o povo... de novo?
« Última Mensagem: por Gauss Online Hoje às 22:18:57 »
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Armas de fogo: o mundo real versus o mundo acadêmico do economicismo

Se as armas de fogo durante quase quinhentos anos não eram um problema no Brasil, o que mudou?

Quem me acompanha sabe que iniciei meu interesse pela questão das armas de fogo lá pelos idos de 1994, quando o então presidente Fernando Henrique Cardoso e alguns outros políticos, entre eles o ex-deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores Eduardo Jorge, iniciaram os ensaios para adoção de uma política nacional de desarmamento que culminou, em seu ápice, na aprovação do chamado Estatuto do Desarmamento, em 2003.

Confesso que inicialmente tudo que me guiava era uma simples impressão, uma sensação robusta e perene de que algo estava errado. Ora, se as armas de fogo durante quase quinhentos anos não eram um problema no Brasil, o que havia mudado? Qual o motivo do surgimento desse tsunami desarmamentista, que atingia não só o Brasil, mas muitos outros países quase que simultaneamente? Bom, mais de vinte anos se passaram, perdi a conta de quantos estudos analisei, de quantas críticas li, de quantos livros estudei e, mesmo depois de tudo isso, ainda restam dúvidas, incertezas e muitos pontos a esclarecer, o que faz crescer ainda mais o meu espanto com o surgimento de “especialistas” que, de um dia para o outro, ou em apenas uma semana, são capazes de analisar dezenas de estudos e chegarem à conclusão inequívoca em favor do desarmamento.

O primeiro erro – se é que se trata de um erro – é analisar resumos de ditos “estudos” sem qualquer preocupação com a sua origem, deixando-se levar pela falsa ideia de que o mundo científico é composto somente por pessoas preocupadas com a verdade, isentas e sem qualquer viés ideológico. Analisando o histórico de tais estudos, muitos patrocinados (por exemplo, pela Fundação Open Society), não é difícil chegar à conclusão de que estes já nasceram com o propósito de comprovar uma ideia preconcebida. Para ilustrar melhor vejam que não é nem um pouco difícil encontrar nesse mesmo mundo acadêmico “isentão” dezenas de estudos e teses que embasam o socialismo e o marxismo. A verdade é que nas últimas décadas, com raríssimas exceções, o mundo acadêmico se fechou quase que completamente às teses ditas de "direita" ou "conservadoras", enquanto se tornou profícuo em teses progressistas.

Ponto indefensável é a afirmação, por parte de alguns, que o que se discute hoje no Congresso brasileiro, em especial pelo Projeto de Lei 3.722/12, do Deputado Federal Rogério Peninha, é a simples revogação da legislação atual, o chamado Estatuto do Desarmamento, e que com isso todos, incluindo criminosos com longa ficha de condenações, poderiam comprar legalmente armas. Isso é absolutamente falso! Uma mentira deslavada, que coloca sob suspeita qualquer outra coisa escrita por esses autores. Ora, afirmar, como eu já disse, que não haverá qualquer tipo de controle só pode ter como fonte a desonestidade ou a desinformação. Para quem afirma ter lido dezenas de estudos sobre o assunto em poucos dias é indesculpável não ter lido a íntegra do projeto e preferir sorver esse tipo de informação de fontes sem qualquer confiabilidade.

No rastro segue ainda a afirmação – ou a insinuação – de que o chamado Estatuto do Desarmamento, após tantos anos em vigor, trouxe algum benefício real ao Brasil. Simplesmente não trouxe! Conforme explica o pesquisador e estudioso no assunto, Fabricio Rebelo, em um dos seus diversos artigos sobre o tema: “De concreto, sem nenhuma fantasia ou projeção, os mesmos números do Mapa da Violência mostram que se matou 1,36% mais no Brasil nos anos posteriores ao estatuto e que se utilizou 7% mais armas de fogo nesses crimes. O resto é adivinhação ou exercício de futurologia”.

É inaceitável apoiar as restrições ou até a proibição total em uma suposta ineficiência das armas na legítima defesa, afirmando que a maioria das reações armadas acabam mal para a vítima e não para o agressor. Primeiramente, essa afirmação é no mínimo duvidosa uma vez que grande parte do uso defensivo com armas não acaba nem mesmo em disparos, como revela o estudo de Dr. Gary Kleck, criminologista da Universidade Estadual da Flórida, que aponta que armas são usadas em legítima defesa aproximadamente 2,5 milhões de vezes por ano nos Estados Unidos. Essa e outras conclusões estão no seu estudo “Armed Resistance to Crime: The Prevalence and Nature of Self-Defense with a Gun”.

Mesmo que as armas de fogo não fossem instrumentos eficazes para defesa – e repito: são! – gostaria de saber quem deu o poder aos acadêmicos, que nunca tiveram que buscar o filho de madrugada, no ponto de ônibus das ruas de nossas periferias, a decidir o que é melhor ou pior! Tal argumento, além de insustentável, aponta para um pensamento totalitário, no qual alguns seres iluminados podem decidir o que é melhor ou pior tratando todo cidadão como um incapaz de fazer suas escolhas e, claro, arcar com elas.

Seja como for, restringir essa discussão ao âmbito puramente acadêmico ou ao pior do economicismo é reduzir a importância desse debate no mundo real; é ignorar que há alguém a quatrocentos quilômetros de distância de uma delegacia ou de uma viatura da polícia militar; é deslocar-se da realidade; é ignorar os muitos exemplos dos resultados catastróficos do monopólio da força nas mãos do Estado; é desprezar a liberdade individual por uma promessa de uma segurança que nunca chega, e isso é ainda mais espantoso quando provém dos supostos liberais.

* Bene Barbosa é bacharel em direito, presidente do Movimento Viva Brasil, palestrante, estudioso em Segurança Pública, armas de fogo e suas aplicações e coautor do livro “Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento”

http://www.gazetadopovo.com.br/justica/armas-de-fogo-o-mundo-real-versus-o-mundo-academico-do-economicismo-9euwsf7g0zne2ti978t0h6i2z
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História, Sociedade, Comportamento e Filosofia / Re:O Exército Brasileiro
« Última Mensagem: por Zero Online Hoje às 22:15:09 »
Boa parte dos Parques Industriais nas cidades são construídos em áreas verdes.

Exato. Mas quis salientar que a questão de exploração e atuação industrial na Amazônia é um tanto diferente da questão dos centros urbanos devido à gigantesca biodiversidade lá presente e os consequentes impactos sobre o ecossistema.
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Papo Furado / Re:Fotos dos foristas.
« Última Mensagem: por Gauss Online Hoje às 21:58:37 »
Essa do tiro de aviso é pra matar o policial (literalmente). Um amigo PM diz que se dão dois tiros. Um de aviso na cabeça e um letal para o alto, caso não seja respeitado o aviso prévio. :hihi:
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História, Sociedade, Comportamento e Filosofia / Re:O Exército Brasileiro
« Última Mensagem: por Gauss Online Hoje às 21:56:30 »
Boa parte dos Parques Industriais nas cidades são construídos em áreas verdes.
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Até hoje só conheci um médico cubano, que era bom diga-se por sinal. Veio para cá muito antes de toda essa história de pagar o governo cubano (ou seja, quando conheci já havia treinado por muito tempo na sua área). Os médicos brasileiros são problemáticos e não estudam nem de perto o quanto deveriam. Provavelmente por conta do SUS, que dá a eles uma condição de trabalho em que vale tudo junto com uma clientela que não pode exigir nada realisticamente. No final temos médicos que pouco sabem sobre a razão do que estão fazendo e só conseguem resultados por conta da experiência mesmo, coisa que qualquer médico cubano com o tempo vai conseguir.

Trabalho nos correios, então conheci várias.

Todas muito amadas pelos pacientes. mas também todas com filhos pequenos lá em cuba (uma ferramenta para que quisessem voltar)
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Piadas e Brincadeiras / Re:Tópico nonsense com Imagens!
« Última Mensagem: por Gigaview Online Hoje às 20:38:48 »
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Música, Arte e Cultura / Re:Séries
« Última Mensagem: por Diegojaf Online Hoje às 19:59:00 »
Eu estou gostando de "The Orville". Eu pensei que seria uma paródia besteirol, mas a partir do 3º episódio passa a ter uma pegada bem séria.
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História, Sociedade, Comportamento e Filosofia / Re:O Exército Brasileiro
« Última Mensagem: por Zero Online Hoje às 19:52:31 »
Eles acham que corporações irão conquistar a Amazônia

Conquistar talvez seja exagerado, mas se afirmasse em questão de explorar estariam certos, correto? Da-se o exemplo da concessão de exploração à empresa Belo Sun.
E qual o problema de explorarem a Amazônia? Não vejo ninguém reclamando que a General Motors está explorando Gravataí/RS, ou a VW está explorando Avaré/SP.

Por acaso prejudica gravemente a natureza com a atuação dessas empresas nesses locais? Elas ai não geram muitos empregos e retorno ao Estado sem causar mudanças drásticas ao meio ambiente?

Onde elas se localizam são locais industrializados, cidades, não prejudicando de forma mais agressiva a flora e a fauna, diferente do que ocorrerá na Amazônia.

Já houve paralisação do processo da Vale Sun por questões ambientais.
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Criticado por ambientalistas, movimentos indígenas e com ações nas justiça que pedem melhores análises sobre os impactos ambientais e sociais na região que já sofre com a influência da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a assessoria da empresa concedeu entrevista ao site Amazônia.org.br para explicar o projeto.

*Questionada sobre as críticas ao projeto, a empresa afirma que a repercussão negativa do se deve as diversas alterações que a região já sofreu no decorrer dos anos, “primeiramente com a exploração de ilegal de madeira, lavra ilegal de minério e por fim a hidroelétrica [de Belo Monte]”.

Segundo informações do Instituto Socioambiental (ISA) a preocupação é válida, já que “a área prevista para a mina já é seriamente impactada pela hidrelétrica: a redução de mais de 80% da vazão da água em 100 quilômetros do Rio Xingu causou mortandade de peixes, piora da qualidade da água e alterações drásticas no modo de vida de populações indígenas e ribeirinhas”. A Belo Sun informou que os impactos identificados serão mitigados e “executados nas fases de instalação e operação do Projeto Volta Grande”.
http://amazonia.org.br/2017/02/belo-sun-afirma-que-repercussao-negativa-ao-projeto-de-mineracao-se-deve-aos-impactos-ja-existentes-na-regiao-do-xingu/

*Há críticas sobre isso também, mas inevitavelmente a instalação dessa empresa lá causará maiores danos como destacados abaixo. Não vejo o porque de justificar que já que houve devastação anterior e isso é o motivo das reclamações, já ter problemas  ambientais decorrentes de eventos passados não é motivo suficiente para justificar mais agressões, se fosse moderado era algo, mas como dito abaixo não são pequenas mudanças.

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A Funai emitiu, em dezembro de 2012, um Termo de Referência (com as questões a serem respondidas pelos Estudos) para que a Belo Sun fizesse as pesquisas necessárias sobre os impactos aos indígenas que residem na área da Volta Grande do Xingu. Os indígenas que vivem nesse trecho de 100 km do rio Xingu vão sofrer o mais grave e definitivo impacto provocado pela hidrelétrica de Belo Monte, que é a redução da quantidade de água no rio em 80% a 90%.

O impacto é tão severo que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ao conceder a licença para a usina, estabeleceu um período de seis anos de testes para saber se a Volta Grande e as populações terão capacidade de sobreviver à construção da barragem e à seca permanente.
http://portalamazonia.com/noticias/instalacao-da-mineradora-canadense-belo-sun-no-xingu-tem-licenca-suspensa
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