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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Trump
« Última Mensagem: por El Elyon Online Hoje às 02:41:24 »
Citação de: Gabarito
Pode até ser, mas quem andou aos beijos com Robert Byrd foi a candidata dos democratas:

Não "pode até ser", é uma questão meramente factual - embora também seja o lar de diversos grupos não-racialistas, o Partido Republicano cedeu um espaço considerável no discurso (embora não em demografia e agentes políticos) para a Alt-Right (que se não é racialista, é incrivelmente próximo disso devido ao seu gosto de nacionalismo branco) a ponto de seu maior agente político ter um de seus em seu staff (Bannon, até ser demitido).

E quanto ao Robert Byrd - do próprio link que passou:

Byrd later called joining the KKK "the greatest mistake I ever made." In 1997, he told an interviewer he would encourage young people to become involved in politics but also warned, "Be sure you avoid the Ku Klux Klan. Don't get that albatross around your neck. Once you've made that mistake, you inhibit your operations in the political arena." In his last autobiography, Byrd explained that he was a KKK member because he "was sorely afflicted with tunnel vision—a jejune and immature outlook—seeing only what I wanted to see because I thought the Klan could provide an outlet for my talents and ambitions." Byrd also said in 2005, "I know now I was wrong. Intolerance had no place in America. I apologized a thousand times ... and I don't mind apologizing over and over again. I can't erase what happened."

Obviamente, ele é um político profissional e eu não tenho a menor dúvida que ele tenha sido um racialista até o fim de sua vida - mas publicamente, ele era forçado pelo stabilishment democráta a não dar espaço para isso - algo que não tem ocorrido no Grand Old Party desde 2016.
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Ceticismo / Re:Que Deus abençoe o Ceticismo
« Última Mensagem: por Gigaview Online Hoje às 02:27:38 »
Sem o conhecimento a respeito da origem, formação e evolução do espírito, todas as especulações convergem para uma descrença sobre o tema construída em bases que destacam a falta de lógica e o descompasso em relação ao conhecimento científico.
Justifica-se a descrença, pelo ceticismo, mas a adjetivação que a acompanha desestimula argumentação mais elaborada.
 
Nos artigos sobre a identidade pessoal, por sinal muito bons, pressupõe-se a evidente intenção de concluir por algo abstrato mas real que permitiria a identificação pessoal no espaço-tempo.
Mas isto iria de encontro ao des-conhecimento científico e então lança-se mão da teoria de que os neurônios são capazes de produzir o pensamento.
Esta concepção é lógica ante o fato de que a alternativa seria a existência da alma (espírito) que por não ser estruturada em unidades básicas, tipo células ou mesmo os tais neurônios não seria capaz de responder a multiformes demandas do cérebro, com precisão e rapidez. Correto, mas...
A ontologia do espírito explicaria e justificaria tal lapso, mas esta certamente é desconhecida dos autores.
Não se entra em detalhes quanto à "origem neural do pensamento", mas há de se louvar a honestidade na sua concepção quando admite que é precária mas é apenas a melhor teoria, antes de admitir a existência da alma, pois esta sim, inadmissível, pela forma como se entende este conceito.

Outra razão para não se admitir a existência da alma naquela teoria da identidade pessoal é que paralelamente haveria de se admitir a existência de um Deus, criador das almas, discussão que foge do escopo daquele trabalho.

Alguém aqui saberia responder, antes de consultar, como surge a alma, como evolui e qual sua destinação segundo a tese espírita?


É a argumentação rasa e espiritóide de sempre que espera que a leitura da DE ajude em alguma coisa e se não ajudar é porque não houve compreensão das "escrituras".

O seu comentário foi  só um "enrrolation" bem pobre que não toca nem de perto as questões fundamentais que os artigos e os meus comentários levantam. Não poderia esperar resposta diferente de quem tem convições religiosas tão fanáticas.

Tente fazer um comentário mais inteligente, sem apelações religiosas.
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Ceticismo / Re:Que Deus abençoe o Ceticismo
« Última Mensagem: por Gigaview Online Hoje às 02:10:53 »
Isto é extraordinário e sugere reencarnação.
 

Citar
Christian Heinrich Heineken (February 6, 1721 – June 27, 1725), also known as "the infant scholar of Lübeck", was a mythical German child prodigy. It is said that when he was eight weeks old, he could speak German. He read the Pentateuch at age one, and between the ages of two and three, he read the Old and New Testament in Latin. When he was three years old, he was said to have authored A History of Denmark and recited it when visiting the King of Denmark later the same year. He died at age four of celiac disease.[1]

While his exploits certainly seem hard to believe from a current perspective, they are relatively well documented for the standards of the time, e.g. Immanuel Kant wrote an essay about the child (calling him an "ingenium praecox").[2] He was breastfed until close to his death, which was very likely caused by the ingestion of grain products

Isso só mostra que a criança tinha intolerância ao glúten e que isso provavelmente causou sua morte precoce, mas ainda assim nem isso é uma prova definitiva aceitável. É uma evidência (anedótica) nada extraordinária de um fenômeno supostamente extraordinário, logo não pode ser levada a sério.

Existem outros casos semelhantes, atuais e ainda sem explicação científica como tantas outras coisas sem explicação no universo e isso de forma alguma constrange os céticos.

O procedimento da Ciência é entender e descobrir a natureza do fenômeno e não apenas utilizá-lo como evidência, explicação ou prova de outro suposto fenômeno igualmente desconhecido e sustentado por uma crendice. Ainda assim, a hipótese da reencarnação só pode ser considerada a partir da prova da existência dos espíritos.

E aí? Consegue provar ou vai ficar enrrolando?

index=3&list=RDr8esq8BwBsc




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Ceticismo / Re:Que Deus abençoe o Ceticismo
« Última Mensagem: por Spencer Online Hoje às 00:22:29 »
Isto é extraordinário e sugere reencarnação.
 

Citar
Christian Heinrich Heineken (February 6, 1721 – June 27, 1725), also known as "the infant scholar of Lübeck", was a mythical German child prodigy. It is said that when he was eight weeks old, he could speak German. He read the Pentateuch at age one, and between the ages of two and three, he read the Old and New Testament in Latin. When he was three years old, he was said to have authored A History of Denmark and recited it when visiting the King of Denmark later the same year. He died at age four of celiac disease.[1]

While his exploits certainly seem hard to believe from a current perspective, they are relatively well documented for the standards of the time, e.g. Immanuel Kant wrote an essay about the child (calling him an "ingenium praecox").[2] He was breastfed until close to his death, which was very likely caused by the ingestion of grain products
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Laicismo, Política e Economia / Re:Tensão na Coréia do Norte
« Última Mensagem: por EuSouOqueSou Online Hoje às 00:19:18 »
Segue um texto antigo, mas ainda pertinente, que mostra o grau de alienação no qual o povo da Coreia do Norte se encontra. É uma resenha de um livro memórias de uma professora sul-coreana que passou seis meses ensinando inglês na universidade de Pyongyang. Segue alguns trechos traduzidos (google), mas é melhor ler a íntegra.

Citar
"Eu ensinei Inglês para estudantes universitários na Coréia do Norte. Eles tiveram dificuldades com o conceito de ensaio (artigo, redação)."

"Cada lição teve que ser aprovada por um grupo de funcionários da Coréia do Norte conhecidos como "counterparts"."

"Escrevendo inevitavelmente consistiu em uma repetição sem fim de suas realizações, nenhuma das quais foi verificada, uma vez que não tinha o conceito de apoiar uma reivindicação com evidência."

"Assim, o ensaio básico de três ou cinco parágrafos - com uma tese, uma introdução, um parágrafo do corpo com detalhes de apoio e uma conclusão - era inteiramente estranho para eles."

"Não foi até mais tarde naquele dia que eu olhei para a Internet (para o qual apenas os professores foram autorizados a acessar, os alunos não estavam cientes de sua existência) e soube que a Coréia do Norte já havia sido nocauteada, e os resultados foram anunciados alguns tempo atrás. O jogo contra o Japão teve que ser jogado simplesmente porque era um jogo devido. Ou os alunos não admitiram isso, ou eles não sabiam a verdade. Não só isso, eu aprendi que o jogo na verdade não havia sido televisionado ao vivo. Em vez disso, tinha sido transmitido assim que terminou, quando o regime poderia ter certeza de que sua equipe havia vencido. Um aluno me disse que era muito chato assistir apenas a jogos vencedores."

"Sua decisão coletiva de mudar seus tópicos de ensaio para condenar a América parecia ter sido compelida pelos artigos sobre Zuckerberg. O que eu tinha pretendido como inspirador, eles devem ter visto como vangloriar e se sentiram desprezados."

"Corrigir meus alunos em cada bit de desinformação era taxar e às vezes significava desviar-se de um território perigoso. Um colega me disse: "De jeito nenhum. Não toque nisso. Se o livro dissesse que era verdade, não pode dizer-lhes que é uma mentira "."

"Todo o seu sistema foi projetado para não ser questionado e para espremer o pensamento crítico. Assim, a forma de um ensaio, em que uma tese tinha que ser comprovada, era antitética em todo o seu sistema. O escritor de um ensaio reconhece os argumentos que se opõem à sua tese e os refuta. Aqui, a oposição não era uma opção."
http://www.slate.com/articles/news_and_politics/foreigners/2014/12/what_it_was_like_to_teach_essay_writing_to_north_korean_graduate_students.html
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Laicismo, Política e Economia / Re:Vídeos políticos
« Última Mensagem: por Skeptikós Online Hoje às 00:11:11 »
O autor não defende que os malefícios superam os benefícios no caso das leis de proteção de propriedade intelectual, e sim que os benefícios alegados por aqueles que defendem estas leis não são claros ou evidentes. Além disso, ele diz que isso é irrelevante, que o importante mesmo é definir se as leis de proteção de propriedade intelectual são justas. E segundo ele não o são, por uma questão de conter inúmeras arbitrariedades e também por violarem o princípio de que somente bens escassos e tangíveis devem ser protegidos por leis de proteção de propriedade, com o objetivo de evitar conflitos. Segundo ele idéias não são escassas nem tangíveis, e limitar o uso delas com leis de proteção de propriedade intelectual pode gerar conflitos ao invés de evita-los. Além disso leis assim passam a interferir no direito dos outros de usarem os seus bens tangíveis da maneira que desejam (como proibindo um indivíduo de usar sua tinta e papel para copiar o texto do livro de um autor original). Patentes e direitos autorais segundo o autor não seriam justas por esses motivos.

Eu acho que os pontos levantados por ele são bons em apontar falhas nas leis de proteção de propriedade intelectual, mas a extinção completa de qualquer proteção a propriedade intelectual não me parece justo com os criadores de inovações intelectuais, já que alguém que trabalhou décadas e investiu muito esforço e  dinheiro numa invenção poderia simplesmente ser menos recompensado do que o espertalhão que simplesmente esperou o primeiro inventar este algo novo e com uma fração do esforço, tempo e dinheiro investido pelo criador copiou e passou a lucrar mais que o criador (digamos que o copiador seja melhor que o criador em produzir e vender) com uma ideia que ele não teve qualquer esforço em desenvolver.
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De fato, no Lago Michigan, não se poderia seguir 30km rumo N, virar 90° E e continuar por 40 km rumo verdadeiro E sem mudança de proa ("leme travado")
Falar "km" em navegação dói nos tímpano :chorao:
Citar
pois para leste não se estaria seguindo uma por uma rota ortodrômica. O barco estaria na rota de um paralelo, ou a rota seria paralela a um paralelo
:ok:
Na rota de um paralelo. Existem infinitos incontáveis (contínuos) paralelos, tantos quantos (mesma cardinalidade) são os n°s reais.
Citar
o barquinho com o terra-cabeça-chata parte de um ponto A e viaja 30 km rumo norte na linha de um meridiano qualquer até alcançar a linha do equador em um ponto B. Ali vira 90° para leste e se desloca mais 40 km sobre o equador até um ponto C. De C retorna ao ponto A por uma rota "GC".

Para quem está no barco parece que foi traçado um triângulo retângulo: ele "subiu" 30 km sem "mudar a proa" para o N, virou 90° para E e navegou mais 40 km sem mudar a proa, e então retornou em uma aparente linha reta ( com o leme travado ) para o ponto de partida.

No entanto as distâncias aferidas não iriam verificar o Teorema de Pitágoras, demonstrando ao mais cabeça dura dos terra-cabeça-chata que ele não navegou por uma superfície plana.
Neste único causo particular porque a perna é sobre o equador :!:
Mas o terraplanista veria a proa sendo reajustada continuamente pelo auto-pilot GPS e alegaria que se está a fazer uma curva.
Por isso essencial o radiofarol...
Citar
Vamos apenas abstrair problemas como correntes e ventos e correções de deriva, pois afinal, lembre-se, este é um experimento mental. E claro, este triângulo hipotético pode ser transladado e rotacionado para ser posicionado em qualquer outro ponto do planeta. Apenas o que nos está obrigando a "subir" por um meridiano seguido de um deslocamento para leste sobre o equador, é que tendo o N verdadeiro como uma referência arbitrária, estas duas rotas são tanto loxodrômicas quanto ortodrômicas.
:ok:
Citar
Obviamente podemos traçar este mesmo triângulo em qualquer lugar da esfera, provando que não é plana, porém no lago Michigan por exemplo, seria impossível virar 90° para leste e seguir por uma rota Great Circle com a bússola mostrando o tempo todo que se estaria indo para o leste. O que levaria o terraplanista a pensar que o barco estaria traçando uma curva. Concorda?
Rota GC (geodésica) não faz sentido pro terraplanista. Mas se for-se pro leste — claro que não por um GC (perceba que lá naquela região ele entorta bastante pro norte...) — o terraplanista não poderia reclamar. Tanto os rumos N (360) quanto L (090) ele teria que concordar serem "retos" (na cabeça dele, claro). E o retorno por isso eu fiz questão de propor a necessidade dum rádio pois então o barco voltaria sempre aproando essa antena ("radiofarol"). Claro que a proa vai mudando neste caso, mas como ele (o terraplanista) poderia reclamar de se seguir direto pra fonte dum sinal de rádio :?:
E não vai fechar Pitágoras igual, como mostrei.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Lava Jato chegou ao Lula
« Última Mensagem: por Lorentz Online Ontem às 23:13:11 »

Ela não foi julgada por Pasadena, foi julgada por fazer um monte de gastos sem autorização do Congresso.

Não vou desenhar, mas o que ela fez foi passar cheques sem fundos para maquiar números e induzir eleitores com falsas promessas que ela não  tinha condições de cumprir, sabia que não teria quando as fez.

Mas fez gastos que sabia que não teria como bancar.



Neste caso, resolve-se em uma eleição democrática.

Ou com um impeachment.

Não!!!!! Ocupantes e ocupantas de certos cargos políticos, DEMOCRATICAMENTE eleitos, têm FORO PRIVILEGIADO!!!!!!11

Mas, mudando de assunto, e o Aécio hein? Por que não foram atrás dele? Que desculpinha vocês vão arrumar, coxinhas? Depois falam que não têm bandido de estimação...

o Aécio foi eleito democraticamente, então pode. Se ele está errado, é só perder nas urnas. Do que os petistas tem medo? Querem prender o Aécio porque sabem que ele venceria as eleições contra o Lula. Só isso explica essa perseguição contra ele. Lembrando que ninguém provou que Aécio é bandido. Ele não roubou, só pediu dinheiro porque é pobre e honesto e não tinha como pagar os advogados como o Lula faz.
Lorentz Esse é o Aécio que tu descreve né kkk
Já tá mais que Evidente que o Aécio é um corrupto, Porque será que os Meios de comunicação não caiem em cima dele em Busca de Audiência?  Só acho que esses meios de comunicação não tem a visão dos negócios... Ou talvez haja um preço pelo silêncio dos meios de comunicação...


Você é novo no fórum e não está habituado com as ironias. Fiz uma paródia usando os mesmos argumentos petistas sobre o Lula adaptado para o Aécio.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsonaro
« Última Mensagem: por El Elyon Online Ontem às 23:05:41 »
Citação de: vithor
Não se considerarmos que os EUA tem a maior taxa de homicídios de Países Desenvolvidos..

O que é irrelevante para o argumento utilizado - a mesma tendência recente de queda de homicídios intencionais é vista na maior parte dos países da União Europeia, Índia e países leste-asiáticos.

Aliás, para os que argumentam quanto a questão cultural - como vocês evidenciam isso? Como se mensura o grau de violência em uma cultura? Como se pode comparar isso entre diferentes culturas ou subculturas nacionais?

Citação de: vithor
Começo com a pergunta, será que realmente vale a pena liberar/facilitar a compra de armas num país? Visto que por exemplo o  Japão possui o Menor número de armas por habitantes do Mundo, E também possuem uma das menores Quantidades  de homicídios no  mundo ( Apenas 5 homicídios em 1 ano... )

Algo não relacionado ao tópico e a discussão, mas que considero um detalhe curioso - uma das estatísticas de causas de morte é a taxa de violência intencional, que soma o índice de homicídio com o de suicídios. Nessa mensuração, o Japão e Coreia do Sul tem índices similares aos do Brasil (aqui devido ao número grande de homicídios, no Japão e Coreia do Sul, porque os índices de suicídio são imensos).
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Ceticismo / Re:Que Deus abençoe o Ceticismo
« Última Mensagem: por Spencer Online Ontem às 23:01:41 »
Sem o conhecimento a respeito da origem, formação e evolução do espírito, todas as especulações convergem para uma descrença sobre o tema construída em bases que destacam a falta de lógica e o descompasso em relação ao conhecimento científico.
Justifica-se a descrença, pelo ceticismo, mas a adjetivação que a acompanha desestimula argumentação mais elaborada.
 
Nos artigos sobre a identidade pessoal, por sinal muito bons, pressupõe-se a evidente intenção de concluir por algo abstrato mas real que permitiria a identificação pessoal no espaço-tempo.
Mas isto iria de encontro ao des-conhecimento científico e então lança-se mão da teoria de que os neurônios são capazes de produzir o pensamento.
Esta concepção é lógica ante o fato de que a alternativa seria a existência da alma (espírito) que por não ser estruturada em unidades básicas, tipo células ou mesmo os tais neurônios não seria capaz de responder a multiformes demandas do cérebro, com precisão e rapidez. Correto, mas...
A ontologia do espírito explicaria e justificaria tal lapso, mas esta certamente é desconhecida dos autores.
Não se entra em detalhes quanto à "origem neural do pensamento", mas há de se louvar a honestidade na sua concepção quando admite que é precária mas é apenas a melhor teoria, antes de admitir a existência da alma, pois esta sim, inadmissível, pela forma como se entende este conceito.

Outra razão para não se admitir a existência da alma naquela teoria da identidade pessoal é que paralelamente haveria de se admitir a existência de um Deus, criador das almas, discussão que foge do escopo daquele trabalho.

Alguém aqui saberia responder, antes de consultar, como surge a alma, como evolui e qual sua destinação segundo a tese espírita?
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