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Papo Furado / Re:Tópico Coringa
« Última Mensagem: por Geotecton Online Hoje às 01:56:19 »
Acho que "vagabundo" não é o termo mais adequado nesse caso e a generalização é equivocada. Ela fez uma proposta clara de permuta de serviços que foi recusada de forma desnecessariamente truculenta.
Esse cara é um babacão. Já arranjou confusão até com brasileiros.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2016/02/25/interna_mundo,519346/brasileiros-travam-guerra-com-irlandes-apos-piada-sobre-erro-de-ingles.shtml

Ele realmente pode ser um babaca.

Mas não é mais do que os idiotas brasileiros que se 'mobilizaram' para rebaixar a nota da empresa dele.

Todos eles se merecem.

Não ter o que fazer é uma m...!
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E eu jamais contrataria engenheiros piadistas.

 :biglol:

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Com os cursos de humanas, a analogia é igualmente válida. Tem curso que só serve pra gastar dinheiro, não se produz nada, universidades estão num estado deplorável. Por mim fechava essas.

 :ok: Então não é para jogar todas Ciências Humanas no lixo, mas de se avaliar os cursos caso a caso.


Isso.

Não acho que ciências humanas sejam todas inúteis. Acho que alguns cursos estão começando a ser inúteis, e no Brasil gasta-se muito com universidades para formar semi-analfabetos. Já faz alguns anos que algumas disciplinas só existem para formar professores delas mesmas.
Filosofia é um exemplo de disciplina que só serve para formar professor de Filosofia. Sociologia só serve para formar professor de sociologia e "especialista" de segurança pública da GloboNews.

Educação Física também. Pior mesmo é a pedagogia.

Por exemplo, jamais contrataria um filósofo formado para fazer a revisão de um script de documentário sobre a história do pensamento humano. Muito menos a consultoria de sociólogos para opinar sobre uma campanha anti-racismo. Afinal já existem algoritmos para essas coisas e contratar um programador sai muito mais barato.
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Laicismo, Política e Economia / Re:PRIVATIZAÇÕES...boas ou más ?
« Última Mensagem: por -Huxley- Online Ontem às 23:18:52 »
A crença "Não privatizar o BNDES contribui para manter o Brasil no atraso" é verdadeira, mesmo que ninguém, em algum momento, acreditasse nela. A verdade não depende das crenças dos indivíduos.
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Origens e Evolução / Re:Exemplos de mutações benéficas.
« Última Mensagem: por Euler1707 Online Ontem às 23:16:32 »

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Comparando a construção de conhecimento dos primeiros citados, em comparação com a da biologia histórica,  dá para ver a enorme distância  entre  eles, e a fragilidade das construções de (supostas) relações causais na biologia histórica.
Pelo menos você teve o cuidado de especificar o seu espantalho à biologia histórica, caso contrário, a sua afirmação de que não há uma análise estatística rigorosa à biologia teria como contraexemplo centenas de artigos como esse.



Pois,  foi justamente pensando eu uma área relacionada à biologia (a farmacologia) que eu  lembrei das  grandes dificuldades para estabelecer relações causais entre fenômenos,  e  pude notar as enormes diferenças de fundamentação que tem entre esta (e várias outras áreas de estudo dentro da própria biologia ou não)  em relação à  biologia histórica (aliás biologia pré histórica) ou biologia de caráter histórico.
Não há diferença de fundamentação entre essas áreas; O que há é diferença de metodologia. A Paleontologia é uma ciência histórica que procura explicar as diferenças entre as espécies através da luz da evolução. Não faz nem sentido querer comparar-la à farmacologia.
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Origens e Evolução / Re:Exemplos de mutações benéficas.
« Última Mensagem: por Euler1707 Online Ontem às 23:11:01 »
A única pessoa que está fazendo um grande salto indutivo aqui é você, JJ:
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Bactérias sofrem alguns tipos de mudanças;

Logo, um suposto primata que ninguém sabe qual é (aqui me refiro ao  tal do suposto e desconhecido ancestral comum entre os chimpanzés e o suposto ancestral da espécie chamada de Australopitecus x , a qual supostamente deu origem a outros supostos ancestrais que supostamente originaram a espécie Homo sapiens sapiens), sofreu  várias supostas mudanças em seu código genético que ninguém sabe quais teriam sido (na verdade não tem a mínima ideia de quais poderiam ter sido).
No entanto, como as evidência fósseis e a genética nos mostram, houveram graduadas e lentas mutações ao longo do tempo para que o Australopitecus se "transformasse" em homo sapiens. O que você quer fazer aqui é pôr no mesmo nível as evidências que corroboram a teoria que explica a evolução humana com a falta de evidência da evolução de seres unicelulares para seres multicelulares.

Não há, JJ, nenhuma tentativa de "tentativas de estabelecer relações causais  entre fósseis" que não sejam baseadas numa análise de semelhança taxonômica e de datação de carbono, e só haveria um grande salto indutivo se alguém afirmasse que um certo animal A, que fora encontrado numa certa região onde havia uma grande predominância de animais B que foram extintos há cem mil anos antes do tempo que o animal A viveu, e que por um acaso, se assemelha em muito com o animal B, exceto por alguns detalhes, como comprimento das patas traseiras e caninos maiores, não tivesse parentesco com o animal B.

E o fato de haver pessoas que questionam se uma determinada afirmação é verdadeira ou não, não é relevante para o debate, ainda mais quando o assunto é paleontologia, onde é comum o questionamento não de que os seres-vivos têm um ancestral comum, mas se eles pertencem a um certo ramo da arvore biológica ou se pertence à outra, ou se eles são ancestrais diretos de outros seres-vivos ou não.
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Laicismo, Política e Economia / Re:PRIVATIZAÇÕES...boas ou más ?
« Última Mensagem: por JJ Online Ontem às 22:52:00 »
Que insano. Todos nós entreguistas sempre defendemos a privatização ou extinção do BNDES.


Sempre ?  Em 1994  (ou antes) todos   vocês  "entreguistas"  já defendiam a privatização ou extinção do BNDES ?  Pode apresentar provas de que você já fazia isso em 1994 ou antes ?


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Papo Furado / Re:Tópico Coringa
« Última Mensagem: por Gigaview Online Ontem às 22:51:32 »
Acho que "vagabundo" não é o termo mais adequado nesse caso e a generalização é equivocada. Ela fez uma proposta clara de permuta de serviços que foi recusada de forma desnecessariamente truculenta.
Esse cara é um babacão. Já arranjou confusão até com brasileiros.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2016/02/25/interna_mundo,519346/brasileiros-travam-guerra-com-irlandes-apos-piada-sobre-erro-de-ingles.shtml

Babacão? O cara é um gênio que sabe lidar com esses esses vagabundos da era da comunicação digital. Desocupados que acham que podem se dar bem dizendo umas bobagens no iutubi e no faicebuque. Entende tudo de administração e marketing.
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Origens e Evolução / Re:Exemplos de mutações benéficas.
« Última Mensagem: por JJ Online Ontem às 22:42:38 »

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Comparando a construção de conhecimento dos primeiros citados, em comparação com a da biologia histórica,  dá para ver a enorme distância  entre  eles, e a fragilidade das construções de (supostas) relações causais na biologia histórica.
Pelo menos você teve o cuidado de especificar o seu espantalho à biologia histórica, caso contrário, a sua afirmação de que não há uma análise estatística rigorosa à biologia teria como contraexemplo centenas de artigos como esse.



Pois,  foi justamente pensando eu uma área relacionada à biologia (a farmacologia) que eu  lembrei das  grandes dificuldades para estabelecer relações causais entre fenômenos,  e  pude notar as enormes diferenças de fundamentação que tem entre esta (e várias outras áreas de estudo dentro da própria biologia ou não)  em relação à  biologia histórica (aliás biologia pré histórica) ou biologia de caráter histórico.

 
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Origens e Evolução / Re:Exemplos de mutações benéficas.
« Última Mensagem: por JJ Online Ontem às 22:20:32 »
Enquanto que em outras áreas ditas científicas são necessários vários testes experimentais e laboriosas coletas de dados, com posterior laboriosos tratamentos estatísticos desses dados, e a obtenção de resultados que atendam estritas regras estatísticas, para que se possa considerar a probabilidade de que haja real relação causal entre os fenômenos estudados,  na biologia histórica tal não é feito,  basicamente encontram-se alguns fósseis (muitas vezes bem incompletos) e baseados nas semelhanças e na datação de ter vindo antes no tempo declara-se que há relação causal entre eles (esse fóssil  "A" é parecido com esse fóssil "B" (tem tais e tais semelhanças), então concluímos que há relação causal entre eles).
Bullshit.
Você está querendo desqualificar um ramo da biologia por ela não aplicar análise estatística à uma área que estuda fenômenos de caráter históricos, como se fosse possível a aplicação de experimentos à esses eventos, ao mesmo tempo que ignora a mesma biologia que, dentre as ciências naturais, é a que é mais bem fundamentada em experimentos. Aliás, a TE se impôs através de experimentos, um cuidado que Darwin teve ao elaborar a TE.

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Comparando a construção de conhecimento dos primeiros citados, em comparação com a da biologia histórica,  dá para ver a enorme distância  entre  eles, e a fragilidade das construções de (supostas) relações causais na biologia histórica.
Pelo menos você teve o cuidado de especificar o seu espantalho à biologia histórica, caso contrário, a sua afirmação de que não há uma análise estatística rigorosa à biologia teria como contraexemplo centenas de artigos como esse.

Cabe à você agora, JJ, explicar como aplicar análise estatística a uma ciência historiográfica.



Não tem nada de espantalho.  O que eu afirmei é bem claro e verdadeiro.

O que afirmei foi originalmente uma resposta ao  exemplo  das modificações em bactérias lembradas pelo Pedro, apontando que seria necessário um enorme  salto indutivo e de imaginação para concluir  que  isto (de alguma forma) garantiria que haveria relações causais  entre  os fenômenos que usei como exemplo na resposta (ao post do Pedro).  Assim, o que eu fiz posteriormente foi  basicamente  apontar a existência de fragilidades nas tentativas de estabelecer relações causais  entre fósseis (ou os grupos a quais pertencem), que é basicamente uma  ideia  que estudiosos da área afirmam.  E  tais fragilidades não desaparecem pelo fato de haver alguns tipos de modificações atualmente observáveis em bactérias.


Há pessoas (não especialistas), que acreditam na evolução, mas nem desconfiam que existem essas fragilidades nas (tentativas) de estabelecer as relações causais entre tais  fenômenos, relações estas que são  acreditadas por esses não especialistas.



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