Autor Tópico: Governo Temer/Pós Dilma  (Lida 49288 vezes)

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Offline Gaúcho

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1500 Online: 22 de Maio de 2017, 10:41:34 »
Pobre vítima.

Que morra esse velho corrupto.
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Offline Gaúcho

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1501 Online: 22 de Maio de 2017, 11:41:25 »
Mas que burro, dá zero pra ele.

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Operação usada por Temer como motivo para receber dono da JBS só ocorreu 10 dias após encontro
Presidente afirmou em entrevista que recebeu empresário por causa de Carne Fraca

BRASÍLIA - O presidente da República, Michel Temer, afirmou que o motivo para ter recebido o empresário Joesley Batista, da JBS, na calada da noite no Palácio do Jaburu no dia 7 de março foi a Operação Carne Fraca, mas tal investigação só foi deflagrada dez dias depois, no dia 17 de março. Em entrevista ao jornal “Folha de São Paulo”, o presidente justificou a operação que abalou o setor de carnes como motivo para o encontro. (TUDO SOBRE A "REPÚBLICA GRAMPEADA")

— Mas veja bem. Ele é um grande empresário. Quanto tentou muitas vezes falar comigo, achei que fosse por questão da Carne Fraca. Eu disse: “Venha quando for possível, eu atendo todo mundo” — disse Temer na entrevista.

O encontro de Temer por Joesley ocorreu no dia 7 de março, como confirmado por ambos, e é possível ouvir no áudio pela programação da rádio CBN, que o empresário ouvia em seu carro quando entrou no Palácio do Jaburu.

A Operação Carne Fraca, porém, só foi deflagrada dez dias depois. O governo disse, na ocasião, ter sido pego de surpresa com a investigação, que mostrou fiscais agropecuários cobrando propina de empresas do setor e levantou dúvidas sobre a qualidade da carne brasileira. Um funcionário da JBS foi citado naquela Operação.

Temer afirmou ainda na entrevista não saber do fato de que Joesley era investigado. Dias antes do encontro, porém, teve amplo destaque no noticiário o fato de o Ministério Público ter pedido o bloqueio de bens do empresário em uma das investigações. Joesley já era alvo das Operações Sépsis, Greenfield e Cui Bono? quando foi recebido por Temer e lhe revelou qual a estratégia que vinha desenvolvendo para se livrar das investigações.

https://oglobo.globo.com/brasil/operacao-usada-por-temer-como-motivo-para-receber-dono-da-jbs-so-ocorreu-10-dias-apos-encontro-21373492#ixzz4holIqCV4
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Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1502 Online: 22 de Maio de 2017, 11:54:33 »
Teve um tempão para se preparar para inventar mentiras e fez lambança... Operação usada por Temer como motivo para receber dono da JBS só ocorreu 10 dias após encontro...E ...Temer disse na entrevista à Folha que não sabia que Joesley Batista era investigado. Xeque mate na credibilidade dele...

Offline Geotecton

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1503 Online: 22 de Maio de 2017, 11:57:11 »
Ele é tão mentiroso quanto a idiota que ocupava o cargo e o ladrão de nove dedos.
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Offline Lorentz

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1504 Online: 22 de Maio de 2017, 11:58:32 »
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Gaúcho

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1505 Online: 22 de Maio de 2017, 12:00:33 »
É só olhar o teor da conversa, às 22:30, escondidos na GARAGEM do Jaburu. Quem cai nessa conversa mole de "o teor da gravação divulgada nem é tão horrível" é muito ingênuo. A circunstância, por si só, já seria grave.
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Offline Lorentz

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1506 Online: 22 de Maio de 2017, 12:22:19 »
É só olhar o teor da conversa, às 22:30, escondidos na GARAGEM do Jaburu. Quem cai nessa conversa mole de "o teor da gravação divulgada nem é tão horrível" é muito ingênuo. A circunstância, por si só, já seria grave.

Acho que todos concordam que a intenção do encontro não é boa, mas se for pra julgar pela intenção, podemos prender qualquer um. Podemos derrubar qualquer um. Isso eu não concordo.
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Offline Gabarito

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1507 Online: 22 de Maio de 2017, 13:25:34 »
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O golpe de Janot 6: Patuscada teve colaboração de Fachin e Cármen
Patuscada ilegal com que alguns pretendem derrubar Michel Temer foi vergonhosamente urdida a seis mãos, ao arrepio da lei. o episódio é de inédita gravidade
22 maio 2017, 07h10 - Atualizado em 22 maio 2017, 08h40

Acreditem! A barafunda escandalosamente ilegal com que se pretende derrubar o presidente Michel Temer foi construída a seis mãos. Concorreram para o que chamo “Golpe de Janot” o próprio Rodrigo Janot, é claro!; o ministro Edson Fachin, do Supremo, e, para a melancolia das instituições e do estado de direito, a presidente da Corte, Cármen Lúcia. Ela sabia de tudo. Não custa reiterar: esse é o caso com que pretendem depor um presidente e levar o país à breca. Enquanto isso, os irmãos Batista passeiam em Nova York, e alguns potentados, aqui em Banânia, sonham com a própria Cármen a presidir o país pela via indireta. Parece um trem fantasma. Não há freios nem maquinista.

As respectivas delações de Joesley, de seu irmão e de executivos têm de ser anuladas (veja post a respeito). É importante destacar: tudo o mais constante, a dupla não será nem mesmo processada. Terá uma ficha limpinha. Como santos. Os maiores financiadores de campanhas eleitorais do país, os maiores beneficiários de empréstimos do BNDES a juros subsidiados e os maiores corruptores da política — segundo sua própria delação — sairão impunes. Por obra de Janot, Fachin e Cármen.

Como se deu o rolo?

Reportagem da Folha relata os procedimentos ilegais que Janot decidiu seguir no caso, com a anuência de Fachin — que, por sua vez, comunicou o que fazia a Cármen. É um escárnio.

Vocês se lembram, não?, que um advogado da JBS chegou a ter aula de delação com um procurador e com uma delegada da Polícia Federal. Duas semanas depois, Joesley meteu um gravador no bolso e pediu um encontro com o presidente da República, que se deu no Palácio do Jaburu. Gravou igualmente diálogos com o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Segundo a versão da carochinha, o empresário fez isso por conta própria, sem que o Ministério Público soubesse, apesar da aula.

O normal e o anormal

As delações seguem passos que estão previstos na Lei 12.850 (aqui). Atenção! Procedimentos investigativos como escutas, prisões e mandados de busca são postos em prática, com autorização judicial, depois de a delação estar homologada pelo juiz. Desta vez, ora vejam, Janot pediu a Fachin que autorizasse esses procedimentos mesmo sem delação nenhuma formalizada.

A desculpa? Pois não! Justificou-se o procurador: “Diferentemente de episódios anteriores, nos quais a colaboração cingia-se a fatos criminosos pretéritos, a presente negociação de acordo trouxe à baila crimes cuja prática ou o seu exaurimento estão ocorrendo ou por ocorrer, em datas previstas ou previsíveis“. Ué? Mas não chamaram a coisa de “ação controlada”? Segundo a lei, a dita-cuja pode retardar um flagrante, não antecipar…

É o fim da picada! O acordo dos donos e diretores da JBS só foi assinado no dia 3 de maio e homologado por Fachin no dia 18. No entanto, os procedimentos policiais já tinham sido postos em prática.

Atenção! De fato, Janot transformou Fachin, o juiz, num subordinado seu, num serviçal. E o ministro, por sua vez, violou o Parágrafo 6º do Artigo 4º da Lei 12.850, que trata das delações premiadas. Lá está escrito:

Citar
    §6º O juiz não participará das negociações realizadas entre as partes para a formalização do acordo de colaboração, que ocorrerá entre o delegado de polícia, o investigado e o defensor, com a manifestação do Ministério Público, ou, conforme o caso, entre o Ministério Público e o investigado ou acusado e seu defensor.

Fachin sabia de tudo porque o procurador lhe contara. Logo, na prática, ele participou das negociações, violando a lei.

Então ficamos assim:

1: o procurador-geral é informado — VOU FAZER DE CONTA QUE NÃO FOI O MP A INSTRUIR, COMO FEZ COM SÉRGIO MACHADO — que um empresário gravou clandestinamente uma conversa com o presidente da República;

2: o procurador-geral sabe que tal elemento só pode ser levado a juízo se for para assegurar um direito; não serve como elemento de acusação;

3: ele ignora esse detalhe e leva a questão para Edson Fachin — QUE É RELATOR DO PETROLÃO, NÃO DO CASO DOS AÇOUGUEIROS DE INSTITUIÇÕES;

4: Fachin, por sua vez, ignora também a ilegalidade da gravação e permite que ações próprias a delações já homologadas sejam postas em prática, ainda que sem homologação nenhuma;

5: Cármen Lúcia, presidente da Corte, foi informada pelo ministro. Há quem jure ter havido uma reunião entre Janot, Fachin e Cármen. Não consegui comprovar;

6: Fachin homologa os termos da delação e garante a impunidade aos irmãos Batista;

7: os bananas, os cretinos e os sacanas passam a defender a deposição de Temer. Uma das pré-candidatas ao cargo pela via indireta é… Cármen Lúcia.

Concluo
A que conclusão devo chegar? Procurador-geral da República, um ministro do Supremo e a presidente da Corte se estreitaram num abraço insano numa operação que reúne ilegalidades e heterodoxias.

E, sim, colocaram o governo Temer e o país à beira do precipício. Já os irmãos Batista ficaram um pouquinho mais ricos operando no mercado de câmbio.

A coisa é de uma gravidade sem precedentes! Ou o Supremo que não se contaminou com essa patuscada e o Congresso reagem, ou fechem o país e entreguem a chave a Rodrigo Janot.

Ele já demonstrou ser uma pessoa muito equilibrada, ponderada e sóbria, não é mesmo?

A série de matérias sobre o Golpe de Janot:
GOLPE DE JANOT 1: Se Senado acatar suspensão de Aécio, que feche!
GOLPE DE JANOT 2: Bondades a bandidos têm de acabar; apuração não
GOLPE DE JANOT 3: Temer faz encontro virtuoso com líderes da base
O golpe de Janot 4 – O inquérito contra Temer precisa ser extinto
O golpe de Janot 5: Batistas no paraíso; STF há de rever delação
O golpe de Janot 6: Patuscada teve colaboração de Fachin e Cármen


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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1508 Online: 22 de Maio de 2017, 13:28:36 »
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Delação da JBS fugiu de roteiro de outros acordos com Procuradoria
   Danilo Verpa/Folhapress    
***EXCLUSIVO***

FLÁVIO FERREIRA
FELIPE BÄCHTOLD
DE SÃO PAULO
22/05/2017 02h00

A delação dos executivos da JBS saiu do roteiro normal das colaborações premiadas após o dono da empresa Joesley Batista ter gravado conversas com o presidente Michel Temer, com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e com o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

Mesmo sem ter os acordos dos delatores assinados e homologados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), a Procuradoria-Geral da República pediu autorização à corte superior para a realização de escutas telefônicas e o uso da técnica investigativa chamada de "ação controlada".

A principal justificativa dada pela Procuradoria ao STF foi a de que as gravações indicavam, à época, a possibilidade da ocorrência de novos crimes, como mais pagamentos de propinas a políticos.

Normalmente, o caminho das delações mostra que os primeiros contatos entre possíveis colaboradores e procuradores têm como resultado a assinatura de um termo de confidencialidade entre as partes (veja quadro ao lado).

Em seguida, são realizadas muitas reuniões de negociação, nas quais são apresentados os assuntos a serem descritos nas delações, além das discussões sobre os benefícios aos colaboradores.

Se as tratativas são bem sucedidas, passa-se então à fase de coletas dos depoimentos dos delatores.

Somente após essa etapa, o acordo é assinado e levado à Justiça. O juiz competente analisa apenas os aspectos formais da colaboração, e se ela estiver regular, ocorre a aprovação. Esse ato é denominado homologação na linguagem técnica jurídica.

Em regra, com base nas informações fornecidas nas delações homologadas, o Ministério Público e a Polícia Federal pedem à Justiça a adoção de medidas investigativas, como prisões, escutas e buscas.

Porém no caso dos delatores da JBS não foi essa a trajetória das colaborações.

No dia 7 de abril, o procurador-geral da República Rodrigo Janot comunicou o STF sobre negociações ainda em curso com os executivos da JBS, que àquela altura haviam levado apenas à assinatura de uma espécie de acordo preliminar, e informou sobre as gravações.

Na petição à corte, Janot explicou que se tratava de uma situação incomum.

"Diferentemente de episódios anteriores, nos quais a colaboração cingia-se a fatos criminosos pretéritos, a presente negociação de acordo trouxe à baila crimes cuja prática ou o seu exaurimento estão ocorrendo ou por ocorrer, em datas previstas ou previsíveis", escreveu.

Segundo Janot, tal fato tornava obrigatória uma intervenção urgente para investigar e interromper condutas como eventuais novos pagamentos de propina em favor de Aécio, do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e do suposto operador de Cunha, Lúcio Bolonha Funaro.

SIGILO NA PF

Na petição, Janot ainda pediu ao STF que o delegado da Polícia Federal Josélio Azevedo de Sousa, responsável pelas apurações, fosse impedido de compartilhar informações das investigações com outras pessoas, inclusive seus superiores hierárquicos, o que também não é usual.

O ministro do STF Edson Fachin deferiu esse e os outros pedidos de Janot em despacho datado de 10 de abril.

Somente depois que as ações de investigação baseadas nas informações dos executivos da JBS já estavam em curso é que os acordos de delação premiada deles foram assinados, no dia 3 de maio.

O pacote de documentos com as cláusulas dos acordos e os testemunhos dos colaboradores foi enviado por Janot ao STF em 8 de maio.

O prêmio previsto pela Procuradoria aos delatores foi o não oferecimento de denúncia criminal, o que na prática evita processos e condenações na Justiça.

Esse tipo de benefício também não é o mais comum nas delações. A fixação de redução do tempo de penas é muito mais frequente nos acordos de colaboração.

A Procuradoria afirmou que a premiação aos delatores da JBS justifica-se "em razão do ineditismo de muitos dos temas trazidos pelos colaboradores, da atualidade das ilicitudes reportadas e da grande utilidade tanto para investigações em curso como para novas frentes de apuração".

Fachin analisou os aspectos formais do acordo e homologou as colaborações em 11 de maio, quando grande volume de provas já havia sido obtido pela Procuradoria e PF.

*
Como acontece uma delação

1. Procura
Advogado de investigado procura a força-tarefa e informa sobre o interesse em fazer delação premiada

2. Reunião
São feitas reuniões de pré-acordo com o investigado, seu advogado e pelo menos dois procuradores da República para que sejam apresentados os assuntos a serem revelados pelo delator

3. Sigilo
É assinado acordo de confidencialidade entre os possíveis delatores e a Procuradoria

4. Definição dos temas
São realizadas reuniões de negociação e é redigida uma lista de assuntos a serem delatados. Cada tema corresponderá a um depoimento do colaborador, que habitualmente é chamado de anexo

5. Contrato
Começa a negociação das cláusulas sobre as vantagens que o investigado poderá ter ao delatar, como obter redução de penas. Fechado o acordo, são redigidas as minutas com as cláusulas e anexos com os temas a serem revelados

6. Assinatura
O acordo é assinado

7. Depoimentos
Começam os depoimentos do delator. Participam pelo menos um procurador da República, um delegado da Polícia Federal e um advogado do investigado. Os testemunhos são registrados em vídeo

8. Encaminhamento à Justiça
O acordo e os depoimentos são enviados ao juiz responsável pelo inquérito do caso

9. Homologação
O juiz analisa apenas os aspectos formais do acordo, e aprova ou desaprova a colaboração. Na linguagem jurídica, essa etapa é chamada de fase de homologação

10. Desdobramentos
Procuradores e delegados pedem ao juiz a adoção de medidas com base nos depoimentos, como prisões, escutas e buscas em relação aos investigados

-
O que ocorreu no caso da JBS

19.fev.2017
Diretor jurídico da JBS fez contato com a Procuradoria no DF informando interesse de dirigentes da empresa de fazer colaboração premiada

20.fev
Primeira reunião entre representantes da JBS e da Procuradoria no DF sobre o possível acordo

7.mar
Dono da JBS Joesley Batista grava conversa com o presidente Michel Temer

13.mar
Joesley grava conversa com o deputado Rocha Loures (PMDB-PR), que fora indicado por Temer

16.mar
Nova conversa gravada de Joesley com o deputado Rocha Loures

24.mar
Joesley grava conversa com o senador Aécio Neves (PSDB-MG)

28.mar
Representantes da JBS e da Procuradoria assinam acordo de confidencialidade

7.abr
Assinatura do pré-acordo de delação; procurador-geral da República, Rodrigo Janot, comunica o STF e pede autorização para iniciar investigações com a técnica da ação controlada

10.abr
O ministro do STF Edson Fachin autoriza a apuração com ação controlada

3.mai
Assinatura do acordo de delação

11.mai
Fachin homologa o acordo de delação

Offline Geotecton

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1509 Online: 22 de Maio de 2017, 13:47:49 »
Claro que foi muito diferente, em especial na rapidez (menos de três meses) e nas enormes vantagens dadas aos vagabundos da JBS.

Isto só faz reforçar a hipótese de que esta delação foi planejada, preparada e executada pela esquerdalha petista, em especial para favorecer o calhorda-mor, e com a conivência ou a inocência da PGR.
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Offline Gabarito

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1510 Online: 22 de Maio de 2017, 13:53:55 »
Claro que foi muito diferente, em especial na rapidez (menos de três meses) e nas enormes vantagens dadas aos vagabundos da JBS.

Isto só faz reforçar a hipótese de que esta delação foi planejada, preparada e executada pela esquerdalha petista, em especial para favorecer o calhorda-mor, e com a conivência ou a inocência da PGR.

Exatamente o que eu quero acentuar.
Atropelos sem conta aos devidos trâmites na ânsia de derrubar um governo é o que assistimos.
O que se espera de autoridades é que sejam respeitadas as leis e, assim, que se faça a investigação com documentos idôneos e etapas legalmente cumpridas.

Dito isso, acrescento que não defendo Temer.
Aquele encontro e aquela conversa a que tivemos acesso não fazem parte dos encontros e conversas de um Presidente da República.
Ele perder ou não o cargo é o que veremos nos próximos meses.
Ainda acho que é muito difícil tirar um presidente.
Com a confirmação de que ele não quer sair, dito pelo próprio, acho que ele passará a faixa em 2018 para o que for eleito pelas urnas.
« Última modificação: 22 de Maio de 2017, 13:57:48 por Gabarito »

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1511 Online: 22 de Maio de 2017, 13:54:54 »
Claro que foi muito diferente, em especial na rapidez (menos de três meses) e nas enormes vantagens dadas aos vagabundos da JBS.

Isto só faz reforçar a hipótese de que esta delação foi planejada, preparada e executada pela esquerdalha petista, em especial para favorecer o calhorda-mor, e com a conivência ou a inocência da PGR.

Agora sim, um golpe!

Offline Geotecton

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1512 Online: 22 de Maio de 2017, 13:58:39 »
Claro que foi muito diferente, em especial na rapidez (menos de três meses) e nas enormes vantagens dadas aos vagabundos da JBS.

Isto só faz reforçar a hipótese de que esta delação foi planejada, preparada e executada pela esquerdalha petista, em especial para favorecer o calhorda-mor, e com a conivência ou a inocência da PGR.

Agora sim, um golpe!

Não.

Uma brilhante estratégia política-institucional.
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Offline Geotecton

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1513 Online: 22 de Maio de 2017, 14:00:56 »
Claro que foi muito diferente, em especial na rapidez (menos de três meses) e nas enormes vantagens dadas aos vagabundos da JBS.

Isto só faz reforçar a hipótese de que esta delação foi planejada, preparada e executada pela esquerdalha petista, em especial para favorecer o calhorda-mor, e com a conivência ou a inocência da PGR.
Agora sim, um golpe!

Você consegue apresentar uma explicação melhor para o rito sumário e a forma da negociação?

Ou está satisfeito porque o que aconteceu favoreceu a quem você admira?
« Última modificação: 22 de Maio de 2017, 14:24:44 por Geotecton »
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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1514 Online: 22 de Maio de 2017, 14:46:30 »

Bem que eu já tinha dito que o presidento era um raposão velhacão do PMDB.

Mas os apologistas do presidento não parecem ter gostado muito na época.


 :D

Skorpios

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1515 Online: 22 de Maio de 2017, 15:04:42 »
O Antagonista não é a fonte mais isenta, mas isso é preocupante.

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Confirmado: Temer estrangula a PF e prejudica a Lava Jato



Michel Temer está estrangulando a Polícia Federal e prejudicando a Lava Jato.

O Estadão confirma neste domingo o que antecipou O Antagonista na terça-feira, 16.

O presidente cortou 44% do orçamento de custeio de 2017 previsto para a PF, que teve de reduzir a equipe destacada para a força-tarefa em Curitiba.

De nove delegados federais atuantes até o início do ano, ela passou a ter apenas quatro para cuidar dos cerca de 180 inquéritos em andamento e "há a intenção de se acabar com a atuação exclusiva deles".

“Será o fim da Lava Jato”, disse um membro ao jornal, sob a condição de anonimato.

O Antagonista havia considerado o corte um ataque sorrateiro contra os responsáveis pelas operações que prometem levar os amigos de Temer para a cadeia.

Diante dos acontecimentos da última semana, nota-se que o movimento para barrar as investigações é sobretudo em causa própria.

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Advogados unidos jamais serão vencidos



Os advogados de Michel Temer, Dilma Rousseff e Aécio Neves se reuniram ontem à noite na churrascaria Rubayat, para homenagear os advogados de Lula.

O defensor de Michel Temer era Antonio Cláudio Mariz de Oliveira.

O defensor de Dilma Rousseff era José Eduardo Cardozo.

O defensor de Aécio Neves era Alberto Toron.

Os defensores de Lula eram Cristiano Zanin e Valeska Teixeira.

Os advogados da ORCRIM estão unidos em seus ataques contra a Lava Jato.



Offline Gabarito

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1516 Online: 22 de Maio de 2017, 15:13:45 »
O Antagonista não é a fonte mais isenta, mas isso é preocupante.

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Confirmado: Temer estrangula a PF e prejudica a Lava Jato



Michel Temer está estrangulando a Polícia Federal e prejudicando a Lava Jato.

...



A própria PF já emitiu nota desmintindo:

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PF divulga nota e desmente corte de pessoal e verba
Órgão relatou que contingente de policiais tem sido readequado de acordo com demanda

PF divulga nota e desmente corte de pessoal e verba

A Polícia Federal (PF) divulgou nesse domingo uma nota sobre a informação de que o governo federal teria reduzido a equipe que trabalha na Operação Lava Jato e cortado a verba destinada ao órgão. A PF desmentiu a afirmação e explicou que operações de grande envergadura estão sendo realizadas e que o contingente de policiais passa por uma readequação de acordo com a necessidade das unidades.

Confira a nota na íntegra

1. Estão sendo instauradas inúmeras investigações a partir das últimas delações homologadas pelo Supremo Tribunal Federal;

2. Cerca de quinze unidades da Federação, com destaque para o Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, tem recebido informações e materiais provenientes desses acordos;

3. Como é de conhecimento público, outras inúmeras operações de grande envergadura estão em andamento em vários estados;

4. Diante desse cenário, o contingente de policiais federais especializados no combate à corrupção e lavagem de dinheiro em todo o país tem sido readequado, de acordo com as demandas de todas as unidades da PF, o que inclui a Superintendência Regional no Paraná;

5. Por sua vez, a própria Superintendência Regional no Paraná entende que o efetivo atual está adequado à demanda existente. Caso haja necessidade, haverá reforço de policiais;

6. A Polícia Federal reafirma seu compromisso público de trabalhar arduamente no combate à corrupção e na elucidação dos casos investigados.



PF diz que contingente tem sido ‘readequado’
Em nota, Departamento de Polícia Federal esclarece que investigações estão em curso em pelo menos 15 Estados, com destaque para Brasília, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul, e que, se houver necessidade, Superintendência do Paraná, base da Lava Jato, terá reforço de policiais
Ricardo Brandt e Fábio Serapião
21 Maio 2017 | 17h33

A Polícia Federal informou neste domingo, 21, que o contingente de policiais federais especializados no combate à corrupção e lavagem de dinheiro em todo o País ‘tem sido readequado’. Segundo a PF, esse ajuste do efetivo ocorre ‘de acordo com as demandas de todas as unidades’ – o que inclui a Superintendência Regional no Paraná, base da Operação Lava Jato.

As informações constam da nota oficial divulgada pela PF neste domingo depois que o Estadão publicou a reportagem ‘Governo reduz equipe da Lava Jato e corta verba da PF‘.

O contingenciamento chegou a 44% do orçamento de custeio previsto para 2017. É o primeiro corte expressivo no efetivo de investigadores, nos três anos do escândalo Petrobrás – um grande esquema de cartel e corrupção que abasteceu nos últimos 13 anos os cofres dos partidos da base e da oposição dos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.


Offline Gabarito

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1517 Online: 22 de Maio de 2017, 15:17:31 »

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Advogados unidos jamais serão vencidos



Os advogados de Michel Temer, Dilma Rousseff e Aécio Neves se reuniram ontem à noite na churrascaria Rubayat, para homenagear os advogados de Lula.

O defensor de Michel Temer era Antonio Cláudio Mariz de Oliveira.

O defensor de Dilma Rousseff era José Eduardo Cardozo.

O defensor de Aécio Neves era Alberto Toron.

Os defensores de Lula eram Cristiano Zanin e Valeska Teixeira.

Os advogados da ORCRIM estão unidos em seus ataques contra a Lava Jato.




Já essa segunda nota é muito descritiva de quem é o advogado do presidente.

Além disso, ao se mover contra Sérgio Moro e se juntar aos que desqualificam a 13ª Vara de Curitiba, esse pessoal está indo contra a grande maioria da população que tem naquele juiz ainda as esperanças de que a lei possa valer para todos, pequenos e grandes na escala social e de poder.
Estão se indispondo contra os ventos moralizadores da política que sopram nesses tempos conturbados.

Não é uma boa ideia e não é uma boa coisa.

Offline Gabarito

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1518 Online: 22 de Maio de 2017, 15:19:10 »
O tal Mariz de Oliveira chegou a propor o afastamento do juiz Sérgio Moro dos casos da Lava-Jato.
Calma aí!
Desse jeito você joga toda a população contra o seu cliente, sem que nada disso tenha mérito no caso dele.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1519 Online: 22 de Maio de 2017, 15:21:46 »
Em algum lugar li qualquer coisa meio curiosa sobre indivíduos de "lados" opostos nesse espectro coxinha/mortadela terem um mesmo advogado, ou mais advogados em comum até.







Mas que burro, dá zero pra ele.

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Operação usada por Temer como motivo para receber dono da JBS só ocorreu 10 dias após encontro
Presidente afirmou em entrevista que recebeu empresário por causa de Carne Fraca

https://oglobo.globo.com/brasil/operacao-usada-por-temer-como-motivo-para-receber-dono-da-jbs-so-ocorreu-10-dias-apos-encontro-21373492#ixzz4holIqCV4

Bem, houve casos de adiantamentos de prisões por parte de Dilma e acho que talvez de uns outros (como o sumiço dos computadores do IL). Será que pessoas dessa importância nos esquemões por trás da política também não poderiam ter sido avisadas de alguma coisa antecipadamente? Ou podemos ter confiança de que nada vazou da PF?

(E não estou defendendo Temer, Lula, Dilma, etc. Até porque isso ainda provavelmente seria algo incriminador a Temer, ainda que talvez de menor peso. Fulano: "mas eu não pensava em ir falar secretamente com ele dos assassinatos encobertos, mas apenas do esquema de venda de drogas para estupro".)

Offline Lorentz

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1520 Online: 22 de Maio de 2017, 15:28:59 »

Bem que eu já tinha dito que o presidento era um raposão velhacão do PMDB.

Mas os apologistas do presidento não parecem ter gostado muito na época.


 :D


Você disse o óbvio, e nada disso invalida o trabalho dele. Não pense que é tão esperto assim.

Ninguém aqui defende que Temer seja um santo, mas sim que ele está fazendo um bom trabalho. Pode se preparar porque não há candidato atualmente que defenda as reformas como ele defendeu. Todos que estão aí são populistas, incluindo o Bolsonaro que foi contra todas as reformas apresentadas.

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Online _Juca_

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1521 Online: 22 de Maio de 2017, 15:40:34 »
Claro que foi muito diferente, em especial na rapidez (menos de três meses) e nas enormes vantagens dadas aos vagabundos da JBS.

Isto só faz reforçar a hipótese de que esta delação foi planejada, preparada e executada pela esquerdalha petista, em especial para favorecer o calhorda-mor, e com a conivência ou a inocência da PGR.

 :susto:  :histeria: :histeria: Conspiração a mil hora.

O PT deu um golpe no Temer.  :rola:  Está muito louco isso. Alguém aperta o "reset" do Brasil, por favor.
« Última modificação: 22 de Maio de 2017, 15:42:57 por _Juca_ »

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1522 Online: 22 de Maio de 2017, 15:41:02 »

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Advogados unidos jamais serão vencidos



Os advogados de Michel Temer, Dilma Rousseff e Aécio Neves se reuniram ontem à noite na churrascaria Rubayat, para homenagear os advogados de Lula.

O defensor de Michel Temer era Antonio Cláudio Mariz de Oliveira.

O defensor de Dilma Rousseff era José Eduardo Cardozo.

O defensor de Aécio Neves era Alberto Toron.

Os defensores de Lula eram Cristiano Zanin e Valeska Teixeira.

Os advogados da ORCRIM estão unidos em seus ataques contra a Lava Jato.




Já essa segunda nota é muito descritiva de quem é o advogado do presidente.

Além disso, ao se mover contra Sérgio Moro e se juntar aos que desqualificam a 13ª Vara de Curitiba, esse pessoal está indo contra a grande maioria da população que tem naquele juiz ainda as esperanças de que a lei possa valer para todos, pequenos e grandes na escala social e de poder.
Estão se indispondo contra os ventos moralizadores da política que sopram nesses tempos conturbados.

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Na sociedade capitalista o que realmente importa é o dinheiro que se ganha

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Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1523 Online: 22 de Maio de 2017, 15:45:29 »
Claro que foi muito diferente, em especial na rapidez (menos de três meses) e nas enormes vantagens dadas aos vagabundos da JBS.

Isto só faz reforçar a hipótese de que esta delação foi planejada, preparada e executada pela esquerdalha petista, em especial para favorecer o calhorda-mor, e com a conivência ou a inocência da PGR.

 :susto:  :histeria: :histeria: Conspiração a mil hora.

O PT deu um golpe no Temer.  :rola:  Está muito louco isso. Alguém aperta o "reset" do Brasil, por favor.


Também estou achando divertido.  É velhacão dando rasteira em velhacão. 

 :rola: 




Offline Lorentz

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1524 Online: 22 de Maio de 2017, 15:48:41 »
Claro que foi muito diferente, em especial na rapidez (menos de três meses) e nas enormes vantagens dadas aos vagabundos da JBS.

Isto só faz reforçar a hipótese de que esta delação foi planejada, preparada e executada pela esquerdalha petista, em especial para favorecer o calhorda-mor, e com a conivência ou a inocência da PGR.

 :susto:  :histeria: :histeria: Conspiração a mil hora.

O PT deu um golpe no Temer.  :rola:  Está muito louco isso. Alguém aperta o "reset" do Brasil, por favor.


Também estou achando divertido.  É velhacão dando rasteira em velhacão. 

 :rola: 





Vai parar de achar divertido quando ver o quanto o país perde em investimentos e avanços com essas brincadeiras.
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