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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Trump
« Última Mensagem: por Gabarito Online Hoje às 22:17:37 »
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A manipulação da imprensa esquerdista sobre Charlottesville segue a todo vapor
Texto de Leandro Ruschel
https://m.facebook.com/lruschel

Para qualquer um com dois neurônios, a imprensa está dando mais uma demonstração inequívoca do seu viés esquerdista

Apesar de já estudar o assunto há algum tempo, não deixo de ficar impressionado com o nível da lavagem cerebral e da sua eficácia.

Quando um muçulmano joga um carro ou caminhão contra uma multidão, a mídia ensina que não podemos condenar todos os muçulmanos pela ação de um "lobo solitário", mesmo sabendo que a essência dos ensinamentos islâmicos é violenta, racista, totalitária e contrária aos valores ocidentais. Falar em terrorismo islâmico é considerado inaceitável.

Quando um integrante do Black Lives Matter mata 8 policiais no Texas, ele é tratado como um "lobo solitário", quando na verdade ele está apenas seguindo a retórica racista do movimento. Lembrem que Obama não condenou o grupo, que ele havia até mesmo convidado para visitá-lo na Casa Branca.

Quando membros da Antifa, o grupo que se autodenomina "antifscista", mesmo se comportando da mesma forma que a SS nazista, ou que os Camisas Negras de Mussolini, atua nas ruas produzindo violência e destruição, eles são tratados como "defensores da liberdade" e uma resposta legítima ao "discurso de ódio".

Quando um eleitor de Bernie Sanders vai até um jogo beneficente com um fuzil e alveja congressistas republicanos, ele não representa os democratas em geral, é apenas um maluco que está reagindo ao "discurso de ódio" de Trump.

Agora, quando um supremacista branco comete um atentado terrorista, jogando um carro contra uma multidão de esquerdistas, ele é apresentado ao público como um típico representante da direita e eleitor de Trump, mesmo que a esmagadora maioria da direita condene com veemência esse tipo de ato e postura. Nesse caso não há cuidado para não generalizar, ou para evitar a "brancofobia", ou qualquer outro subterfúgio para diminuir a responsabilidade do agressor.

A imprensa exige que Trump condene o "nacionalismo branco", enquanto exalta o "orgulho negro", justificando o "racismo positivo" como "justiça social".

É uma maneira canalha de travar a guerra política, mas se há algo que a esquerda domina é a técnica da mentira e da manipulação das informações para criar reações emocionais irracionais no público.

A primeira coisa que o cidadão precisa se dar conta é que a imprensa hoje em dia não tem mais o objetivo de informar, mas se transformou num instrumento do movimento esquerdista.

Além disso, os conservadores não devem cair na armadilha criada pela esquerda. O crescimento do "nacionalismo branco" é uma óbvia resposta a vilificação do homem branco, mas esse efeito é exatamente o que a esquerda quer, para poder expor o racismo dos brancos, enquanto incentiva o racismo dos negros, dividindo para controlar.

Devemos permanecer firmes nas crenças fundadoras da Civilização Ocidental: a liberdade individual, o Estado de Direito, a igualdade de tratamento pela Justiça, o livre mercado, a desconcentração do poder, a liberdade de expressão e a soberania, através da representação nos poderes instituídos, além da defesa da instituição da família e da liberdade religiosa.

Afinal de contas, não foi a defesa desses valores que gerou, através de um longo processo, o fim da escravidão, presente há milênios na história humana? Uma evolução econômica e moral como nunca vista antes na história? Um nível de prosperidade sem paralelos.

São esses os valores que devem nos unir, não a identificação com uma raça, até porque são valores universais, decorrentes do direito natural.

Os EUA formam a nação que defendeu e aplicou esses valores da maneira mais ostensiva e exatamente por conta disso atingiu a liderança global em quase todas as áreas.

Os inimigos da liberdade sempre identificaram os EUA como o alvo a ser destruído. Como isso não seria possível militarmente, até porque representaria a mútua destruição assegurada, a guerra passou a ser travada no campo cultural.

O grande veneno utilizado é o socialismo, a ideologia que esconde objetivos totalitários horrendos atrás de uma parede de boas intenções.

Nesse momento da história, onde o processo de destruição dos valores ocidentais segue o seu curso de forma acelerada, a eleição de um sujeito como Donald Trump é um grave acidente de percurso para os promotores do socialismo globalista, pois ele foi o primeiro presidente desde Regan a defender tais valores.

É imprescindível para a esquerda destruir Trump, pois o sucesso da sua presidência pode ser um tiro fatal no socialismo globalista.

Para tanto, a esquerda utiliza todos os seus meios, consolidados ao longo de décadas, como as escolas e universidades, o meio artístico, as associações e sindicatos, até mesmo a Igreja, sendo a imprensa o principal veículo.

Parte da direita, uma parte ínfima é verdade, cai como patinho na estratégia divisiva da esquerda, além dos malucos e psicopatas que existem em qualquer movimento.

É tudo que a imprensa precisa, a ação de um idiota ou psicopata desses para transformar qualquer direitista como um neonazi saudosista da escravidão, minando a presidência de Trump e destruindo o legítimo e importante movimento contrário ao totalitarismo globalista.

O resultado desse embate irá definir o futuro político da humanidade. Não é possível deixar de ficar pessimista quando se a avalia a assimetria das forças em jogo.



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Papo Furado / Re:A mulher mais gostosa que já vi...
« Última Mensagem: por -Huxley- Online Hoje às 22:00:34 »
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Trump
« Última Mensagem: por Gabarito Online Hoje às 21:40:57 »
Agora, ninguém menos do que Jesse Jackson elogiando Donald Trump:

<a href="https://www.youtube.com/v/aDM43Oxw9cA" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/aDM43Oxw9cA</a>
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Jesse Jackson elogia Trump
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Publicado em 21 de ago de 2017 · 9 horas atrás

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Jesse Jackson é um famoso ativista do movimento negro nos Estados Unidos e chegou a concorrer duas vezes nas primárias do partido Democrata, visando a presidência. Hoje, ele é um grande crítico de Trump e o acusa de não entender como a brutalidade da polícia afeta a comunidade negra.

No entanto, nesse vídeo Jackson mostra como Trump era considerado um "parceiro" e amigo da comunidade afrodescendente nos EUA, e quão inacreditáveis seriam acusações de que ele teria afiliações à grupos supremacistas brancos.

Mas uma vez que você se coloca no caminho da agenda globalista, você deve cair. Baseados nos ensinamentos de Saul Alinsky, a esquerda sabe destruir reputação como ninguém, e então gerou a confusão recente em Charlottesville.

Quando alguém chamar Trump de supremacista, mostre esse vídeo para ele.

Tradução: Yuri Mayal
Revisão: Jonatas

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Vídeo Original: facebook.com/TheAmericanFirst/videos/1919588818252932/
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Trump
« Última Mensagem: por Gabarito Online Hoje às 21:37:36 »
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Todo mundo que eu não gosto é nazista
Ana Paula Henkel

21 Agosto 2017 | 17h28

Com mais uma semana de conflitos racias nos EUA e a narrativa Rússia-Trump perdendo força, pelo menos nesse momento, a máquina de propaganda do Partido Democrata, antigamente chamada de imprensa, agora aposta, lamentavelmente, todas as fichas na carta que se joga na mesa quando todas as outras parecem falhar: a carta do nazismo.

O nazismo é o mal absoluto, sem meios tons, a soma de tudo de mais repugnante e assustador que a história já produziu. O nacional-socialismo é preconceito, racismo, intolerância e brutalidade em seu estado mais bárbaro, selvagem e desumano. As imagens dos campos de concentração, dos corpos de milhões de inocentes empilhados ou jogados em covas coletivas, são lembranças que nunca podem ser apagadas das nossas memórias e de todos os defensores da paz e dos direitos humanos.

Para combater o nazismo com a força e a eficiência necessárias, é fundamental não banalizar o uso do termo, esvaziando seu significado e distorcendo suas características. Se todo mundo que você não gosta é nazista, em pouco tempo ninguém é. Tudo que os neonazistas da vida real mais querem é ser confundidos com participantes de outros movimentos pacíficos e democráticos que pouco ou nada têm a ver com eles, dando a impressão de que são muito mais fortes, numerosos e aceitos do que realmente são.

Depois da Segunda Guerra Mundial, praticamente todos os presidentes Republicanos dos EUA foram chamados de “nazistas”. Até um herói de guerra como John McCain ou um missionário mórmon como Mitt Romney eram constantemente acusados de nazistas pelo crime inafiançável de concorrer democraticamente contra Barack Obama.

Ao sugerir que os eleitores do Partido Republicano ou membros do Tea Party são fascistas ou nazistas, parte da imprensa faz com que os menos de 10 mil membros da Klu Klux Klan e dos grupos neonazistas do país se tornem muito mais difíceis de serem identificados, isolados e responsabilizados por seus atos e crimes. Usar o termo “fascista” ou “nazista” para designar qualquer um que não reze cinco vezes ao dia ajoelhado em direção a uma foto de Barack Obama é criminalizar ao menos metade da população que construiu o país mais livre da história da humanidade.

Os defensores do movimento “antifascista” americano, ou “antifa”, usam a carta do nazismo atualmente como desculpa para tudo: depredação de patrimônio público e privado, destruição de estátuas, queima de bandeiras americanas, lançamento de coquetéis Molotov e garrafas com urina na polícia, cerceamento da liberdade de expressão e violência física contra qualquer um que não seja de esquerda (ou “anarquista”, o eufemismo da moda).

Ao promover confrontos nas ruas contra neonazistas, outra face da mesma moeda autoritária, os “antifas” aproveitam para tentar destruir tudo que seja tipicamente americano, incluindo a democracia, a liberdade, as leis e a ordem pública. Nada de bom sairá disso.

A única saída para combater a intolerância é pela democracia. É cada vez mais difícil distinguir um “antifa” dos fascistas originais, como os camisas negras de Mussolini ou os camisas marrons de Hitler, ao menos para um observador não comprometido com um dos lados. A máquina de propaganda continua a se referir a eles como “justiceiros sociais”, “manifestantes anti-racismo” ou “contra discriminação”, mas em tempos de redes sociais a tarefa de esconder a verdade do público já não é tão simples.

Trump pode ser criticado por suas declarações iniciais de forma racional e construtiva, evidentemente, mas não foi o que se viu. O presidente foi acusado de ser complacente ou até simpatizante de neonazistas por ter, durante os confrontos de Charlottesville, condenado a violência dos “dois lados”. Na TV ouvimos que Trump não apenas apoiava o movimento neonazista, mas que era um deles. É uma acusação grave demais.

A filha do presidente, Ivanka, se converteu ao judaísmo para casar com Jared Kushner, o genro cada vez mais influente e visto como estopim da demissão de Steve Bannon na semana passada. Os netos do presidente, filhos de Jared e Ivanka, são judeus. Trump é apoiado pelo primeiro-ministro israelense e rezou no Muro das Lamentações em Jerusalém em maio deste ano. Se Trump é nazista, já não se fazem nazistas como antigamente.

Nós brasileiros conhecemos bem os grupos que agem como “antifas”, os auto-denominados Black Blocs, desde as manifestações de 2013. O grupo de mascarados arruaceiros vestidos de preto foi recebido nas páginas de jornal com a mesma simpatia na época. O apoio só se encerrou depois da trágica morte do cinegrafista Santiago Andrade, atingido por um rojão na cabeça em 2014. Se são estes os guerreiros “antifascistas”, o mundo precisa urgentemente de alternativas.

A parte mais visível dos movimentos “antifa” hoje é a que tem como agenda a derrubada de estátuas, lembrando os “justiceiros sociais” do ISIS e os talibãs. Alguns políticos do partido Republicano chegaram a dizer “vão acabar querendo derrubar estátuas de George Washington e Thomas Jefferson”, ambos donos de escravos. Como não se pode subestimar a estupidez humana, alguns ativistas começaram a pedir a retirada das estátuas destes que são dois dos mais importantes americanos de todos os tempos. Até uma estátua de Abraham Lincoln foi vandalizada.

A desculpa oferecida pelos justiceiros sociais para derrubar estátuas é proteger os negros das duras lembranças da escravidão. Em resposta, o eterno astro da NBA e membro do Dream Team de 1996, Charles Barkley, declarou sem meias palavras que nunca se preocupou com estátuas e que as prioridades da comunidade negra americana são outras.

Num recado direto aos ativistas de porrete ou teclado na mão, disse: “não vou perder meu tempo pensando se quero derrubar estátuas pelo país ou não, pra mim elas nunca foram importantes, e se você perguntar à maioria das pessoas negras, elas te dirão que nunca pensaram nessas estúpidas estátuas um dia sequer na vida. Vou gastar meu tempo me preocupando em fazer coisas boas para a minha comunidade, para o mundo. O que nós negros precisamos fazer é concentrar em conseguir boa educação e parar de matarmos uns aos outros nas ruas. Precisamos encontrar caminhos para mais oportunidades econômicas para a comunidade negra. Esses são pontos importantes na vida e onde gastarei meu tempo.”

A “violência do bem” é apenas a nova face do mal e, como Barkley deixou claro, não representa a comunidade negra americana. Os justiceiros sociais, das ruas ou das redações, dizem defender os negros, mas deveriam conversar mais com eles para entender melhor suas prioridades.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Trump
« Última Mensagem: por Gabarito Online Hoje às 21:33:24 »
Ana Paula Henkel, mais conhecida pela sua participação na Seleção Brasileira de Voleibol, mora nos Estados Unidos há 8 anos.
Ela estreou no Estadão há algumas semanas e tem feito análises da situação daquele país sob a ótica de uma brasileira que é.



Abaixo, duas análises dela.
Uma sobre Charlottesville e a outra sobre o Nazismo, Ku Klux Klan e derivados:

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Os charlatões e Charlottesville
Ana Paula Henkel
14 Agosto 2017 | 10h48

A manifestação ocorrida em Charlottesville neste fim de semana é inaceitável. Ponto. Sem “mas”.  Até a liberdade de expressão, como qualquer outra liberdade, tem seus limites morais.

A América é uma nação de imigrantes. Atesto e dou fé que este é o país mais acolhedor do planeta e cheio de oportunidades. A América é o “melting pot” formado por índios, negros, brancos, asiáticos e hispânicos. A América é dos Democratas, dos Republicanos e dos Independentes de todas as origens, etnias e credos. Manifestações marginais e nada representativas do pensamento do povo americano como as ocorridas em Charlottesville chamam atenção exatamente pelo surrealismo.

É preciso deixar claro que a intolerância e o preconceito não possuem cores ideológicas de origem. A tentativa partidária e intelectualmente desonesta de jogar o nazismo (ou nacional-socialismo) no colo da “esquerda” ou da “direita”, seja lá o que se entenda hoje em dia por esses termos da Revolução Francesa, joga mais fumaça que luz no debate.

Não é de hoje que existe uma leniência perigosa de parte das elites urbanas “progressistas” com movimentos violentos e divisionistas como o Black Lives Matter (BLM). O site da organização se descreve como “uma intervenção ideológica e política em um mundo onde vidas negras são sistematicamente e intencionalmente tiradas.” A “guerra” do BLM contra toda e qualquer instituição policial no país é declarada e assumida, com passeatas pelas principais cidades americanas gritando “Porcos (policiais) enrolados, fritem todos como bacon.”


Um grupo Antifas

O ex-presidente Barack Obama, de triste memória, mostrou durante sua administração ser um apoiador do BLM, convidando seus líderes para a Casa Branca mesmo depois que policiais foram assassinados aleatoriamente nas ruas, inclusive negros, em atos terroristas e que nunca tiveram a devida condenação do governo passado. O BLM não é, diga-se, representativo do pensamento majoritário dos negros americanos.

Donald Trump condenou a violência de “todos os lados”. A imprensa mais partidária (perdoem a redundância) evidentemente criticou, previsível que é. Os que apostam em mais divisão da sociedade realmente têm motivos para reclamar. Não tenho qualquer simpatia pelo bufão laranja da Casa Branca, mas o tom para quem quer pacificar a sociedade é este. Não existe “violência do bem”.

Tão intelectualmente desonesto quanto carimbar qualquer negro do país como um apoiador do BLM é querer tatuar “nazista” na testa dos brancos americanos, uma narrativa de extrema-esquerda que lamentavelmente impregnou parte da cobertura sobre as manifestações em Charlottesville. É usar um episódio nascido no ódio para criar mais ódio.

Muitas análises recorrem até ao revisionismo histórico, apagando as ligações históricas inegáveis do racismo político e da Ku Klux Klan com o Partido Democrata. A KKK era uma milícia nascida no partido que fez uma guerra civil para combater o abolicionismo do republicano Abraham Lincoln. O racismo tem suas raízes no coletivismo e na eugenia, duas perversões ideológicas opostas ao liberalismo clássico defendido pelo Partido Republicano. A defesa irrestrita da Primeira Emenda é perfeitamente compatível com o debate moral sobre como a liberdade de expressão é usada caso a caso.

Micah Johnson, o atirador negro de Dallas que disse querer “matar pessoas brancas, especialmente policiais” em nome do Black Lives Matter, tinha uma página em uma rede social que pregava a supremacia negra.  Johnson é a triste imagem espelhada de Dylan Roof, o branco nacionalista que matou nove negros numa igreja em Charleston, na Carolina do Sul, no ano passado. Eles são duas faces da mesma moeda de intolerância que não cabem no país da liberdade e da oportunidade para todos.

Na Segunda Guerra, esquerda e direita se juntaram para combater o nacional-socialismo e o fascismo. Se tivessem optado por brigar entre si em vez de focarem nas potências do Eixo, poderíamos ter hoje um mundo bem pior. Não podemos deixar que esta geração caia em armadilhas ideológicas, as mesmas que Churchill e Roosevelt conseguiram evitar para vencer o inimigo comum.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Tensão na Coréia do Norte
« Última Mensagem: por EuSouOqueSou Online Hoje às 21:19:19 »
Que não tenha. Qual diferença significativa faz isto ? Se não tem nenhum caso de mero teste que não tenha caído dentro de seu território e ou possessão. O que é que isso mostra de relevante ?

Pelo amor de Afrodite, não coloque espaços antes de interrogações.   :umm:

#Scorpios4ever  8-)
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Trump
« Última Mensagem: por Xabéu Online Hoje às 21:07:10 »
Citação de: Gabarito
Não haveria violência nem a morte de três pessoas, uma mulher e dois policiais, se os contrários à manifestação não confrontassem os imbecis racistas.

Huh, culpando as vítimas?  :)

O confronto ocorreu porque um lado não quis deixar o outro se manifestar. Foi um erro do primeiro grupo que não deve ser ignorado.

E esse erro deve ser punido com a morte...
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Laicismo, Política e Economia / Re:Tensão na Coréia do Norte
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 20:19:42 »

Não tergiverse.

Você alardeou o seu anti-americanismo com base nas críticas do EUA sobre o programa de mísseis do tipo ICBM da Coréia do Norte, que são armas típicas para uma guerra nuclear estratégica.

Então eu volto a repetir a minha pergunta:

Cite um só caso em que o EUA tenha lançado um ICBM em uma dada direção, que tenha caído próximo de um país qualquer (amigo ou inimigo) ou que não tenha caído dentro de seu território e ou possessão.

Um só!


Que não tenha. Qual diferença significativa faz isto ? Se não tem nenhum caso de mero teste que não tenha caído dentro de seu território e ou possessão. O que é que isso mostra de relevante ?

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Laicismo, Política e Economia / Re:Tensão na Coréia do Norte
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 20:07:38 »

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Laicismo, Política e Economia / Re:Tensão na Coréia do Norte
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 20:05:11 »

Aliás,  se eles conseguissem interceptar o 4 mísseis simples que a RPDC  disse que usaria no teste, isto não seria suficiente para chamá-los de bonzões, talvez desse para chamá-los de bons.  Pois para ser bonzões mesmo, eles teriam que conseguir interceptar um ataque massivo (e com MIRVs na história), e não uma meia dúzia de mísseis simples.



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