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O impeachment vai ser humilhante e vai cortar o mal pela raiz.
Não vai ter  impeachment nenhum,  a vejinha  não tem esse poder de influência e mobilização. 
[...]

Uma 'profecia' equivocada do JJ.
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Não teve mídia, mercado, especuladores, Veja, Estadão, Folha, Globo, Marina e etc....

O povo decidiu e viva a democracia!!!!!!!!!

 :hihi:

Este se fod..!
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Ateísmo e Agnosticismo / Re:O que te faria abandonar o ateísmo?
« Última Mensagem: por El Elyon Online Hoje às 15:24:58 »
Citação de: Tirn Aill
Porque são a maioria, mas quem não garante que em um futuro distante hipotético, ou mesmo em um mundo possível, onde a humanidade abraçou o Ateísmo os poucos crentes não seriam vistos como loucos?

Como você mesmo escreve: futuro distante hipotético...ou mundo possível. É algo possível? É, mas não é o que se verifica ao longo de toda história humana cujos registros nós temos acesso e nem mesmo no mundo contemporâneo, então eu não preciso explicar um cenário que não ocorreu (e eu aposto que não ocorrerá, mas isso não vem ao caso).  :wink:

Citação de: Geotecton
Muitas pessoas (a imensa maioria, arrisco afirmar) aceitam uma religião e a crença no transcendental como 'muletas psicológicas', ou porque tem medo de morrer ou porquê nutrem alguma expectativa de reencontrar algum ente querido no pós-mortem.

Eu discordo, justamente porque passei a conhecer a prática religiosa - a preocupação com o destino pós-morte é algo relativamente pouco importante para a prática religiosa em seu dia-a-dia, mesmo entre igrejas "Fogo e Condenação", as preocupações são bem mais mundanas, como conflitos familiares, problemas com álcool/drogas, falta de dinheiro, agradecimento a uma conquista ou promessa atendida. Há contos moralistas e a ameaça do Adversário, mas ele não me parece ocupar tanto espaço na práxis religiosa.

Citação de: Geotecton
Quanto a ser 'instrumento de terror', é facilmente verificável. Basta conhecer a história ou a assistir algum culto para se constatar e ou ver um punhado de pessoas manipulando o medo, a angústia e o temor de uma massa ignara.

Curioso, porque a julgar por indicadores de confiança social, a "massa ignora" parece genuinamente apreciar e confiar em suas Igrejas (mais que em seus amigos ou vizinhos em geral, aliás):



Parece-me mais que você está assumindo que os momentos de confrontos sociais motivados por religiãos são uma generalidade, não a exceção na vida religiosa.  :)
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Papo Furado / Re:Livros de autoajuda úteis
« Última Mensagem: por Gigaview Online Hoje às 14:46:11 »
O preconceito contra esse tipo de literatura é tão elástico quanto o entendimento que as pessoas fazem do conceito de autoajuda, sem falar na hipocrisia e desonestidade intelectual que abala a "lembrança" de ter recorrido a algum livro desse tipo durante a vida.

Um livro sobre mercado de capitais para iniciantes pode ser considerado de autoajuda para quem quer se aventurar no mercado financeiro tanto quanto  o famoso livro "Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas" pode ser útil para quem pretende desenvolver uma carreira e vendas ou simplesmente buscar a promessa do título.

Considero como livros  de autoajuda aqueles livros que você lê quando precisa deles, mesmo que seja para passar o tempo. Fazer distinção entre esse ou aquele é um exercício bobinho de arrogância intelectualóide. É sinal que poderia ser beneficiado com a leitura de algum livro de autoajuda para no mínimo aprender a ver o seu mundinho de modo diferente.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsa de valores
« Última Mensagem: por Pasteur Online Hoje às 12:55:50 »
Forex continua bom. É o mercado que mais movimenta dinheiro dia-a-dia. Equilíbrio das moedas não é impeditivo para ganhar dinheiro lá.

São 4 trilhões de dólares movimentados todos os dias! Fascinante! Mas o meu perfil se encaixa mais com ações e mercado futuro...
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PT já vetou ela em MG.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsa de valores
« Última Mensagem: por MarceliNNNN Online Hoje às 12:21:47 »
Comecei no Forex ontem! O maior mercado do mundo! Abri uma conta numa corretora inglesa, comecei com 200 dolares e hoje estou positivo em mais 10 dolares.

Parece bom...

Forex é legal. Mas eu nunca tive coragem de ir além da conta DEMO... muito volátil, você ganha por um tempo, daí a pouco perde tudo e mais um pouco, depois ganha de novo, e assim vai. Eu nunca tive segurança para arriscar dinheiro de verdade. Até hoje eu brinco com uma conta DEMO (é divertido operar), mas pelo jeito ainda vou demorar muito a abrir uma real (se abrir algum dia)

Conhece esses sites Pasteur? São muito bons para operadores de Forex:

www.forexfactory.com
www.myfxbook.com

Forex parecia bom no começo, mas como depois percebi um grande equilíbrio entre as principais moedas na maior parte do tempo, não foi interessante, desisti e voltei pra Bovespa.

Só que...

O real está perdendo muito valor em relação ao dólar, cedo ou tarde vou acabar investindo também na bolsa americana que tem uma moeda mais estável e é um pouquinho maior...

Citar
Forex continua bom. É o mercado que mais movimenta dinheiro dia-a-dia. Equilíbrio das moedas não é impeditivo para ganhar dinheiro lá.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Liberalismo
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 12:20:26 »

Os Estados Unidos tem é muita e muita presença do  Estado  incentivando, investindo e interferindo direta e/ou  indiretamente  na economia e na ciência e tecnologia.


Muitos liberais brasileiros que negam isso ou são ignorantes ou são mentirosos.



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Laicismo, Política e Economia / Re:Liberalismo
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 12:17:48 »



Informações bastante interessantes,   que os novos  liberais brasileiros  ou não  sabem e são mesmo uns ignorantes, ou  omitem de forma conveniente.




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Laicismo, Política e Economia / Re:Liberalismo
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 12:14:25 »
SPACEX, A MÃO BEM VISÍVEL DO ESTADO: US$ 5 BILHÕES SÓ EM SUBSÍDIO


O êxito da SpaceX não se deve apenas à iniciativa privada. Veja os detalhes governamentais por trás dos foguetes de Elon Musk.

Por Ricardo J. Camera  Última Atualização 12 de maio de 2018


A empresa privada de exploração espacial SpaceX, que invadiu os noticiários no dia 6 de fevereiro de 2018, lançou o foguete mais potente em operação, o Falcon Heavy [1]. Imediatamente os jornalistas e economistas liberais ovacionaram a SpaceX [2], a qual, supostamente, simboliza como o setor privado desponta sem as ingerências estatais. Ocorre, simplesmente, que isso não é verdade. Este pequeno artigo objetiva desmentir as falácias e simplismos em torno dessa questão.


Desta, é essencial conhecer o Henry Ford do século XXI, ou talvez, o Tony Stark da vida real. Elon Musk, fundador e CEO da SpaceX, visionário da colonização de Marte e uso das energias renováveis, nasceu na África do Sul. Desde novo, escrevia códigos de programação, e aos 17 anos mudou-se para o Canadá, onde estudou na Queen’s University. Dois anos mais tarde, com ideais empreendedores, mudou-se para os Estados Unidos. Cursou Física e Negócios na University of Pennsylvania. Logo depois, deixou o doutorado em Stanford para desenvolver startups do mundo digital. No final dos anos 1990, embolsou 307 milhões de dólares na venda de sua primeira empresa. Deste modo pôde criar a X.com, uma empresa de pagamentos online, que se fundiu com a Confinity, originando a PayPal. Em 2002, Elon Musk vende a PayPal à Ebay por 1,5 bilhão de dólares (SEEDHOUSE, 2013). Assim, com capacidade própria de investimento, crédito bancário a juros de 1,75% ao ano [3], venture capital abundante, acúmulo nacional de tecnologias e a organização e financiamento direto do governo dos Estados Unidos, surge a SpaceX.


Haja vista que esta discussão ocorre no âmbito do capitalismo e, portanto, sujeita às disputas de interpretação ideológica/teórica da economia política (GILPIN, 2002), a reação instintiva dos meios de comunicação de massa e dos politicólogos liberais (mainstream) apontam para a “liberdade econômica” como princípio e motivo do sucesso da SpaceX. Porque liberdade, nesses termos — quase determinista —, reduz a totalidade das relações sociais às leis do mercado e seu individualismo metodológico, de modo que a interferência do Estado Nacional é desnecessária, ou deve ser feita o mínimo possível, como afirmava Hayek (SAYAD, 2015; PRZEWORSKI, 1993). Dito isso, a primeira parte do artigo abordará, resumidamente, a questão histórica dessa matéria. Logo em seguida, retorna-se à elucidação do caso SpaceX.


A Longa Manus do Estado


Charles Bolden, da NASA, foi um aliado permanente da SpaceX durante todo o seu cargo. Fonte: Without NASA there would be no SpaceX and its brilliant boat landing.

Consequentemente, nos artigos A Sonda Voyager-1 invalida o discurso neoliberal de Meirelles e Governança Global e Hegemonia dos Estados Unidos, elucidou-se sobre o histórico do desenvolvimento americano moderno (eixo anglo-saxão), o qual está atrelado às decisões de Estado, tomadas no âmbito da 1ª e 2ª Guerra Mundial, bem como à geopolítica praticada ao longo e após a Guerra Fria. Com efeito, a competição interestatal na geopolítica internacional soldou os interesses do capital privado dos Estados Unidos com suas estratégias de disputa por poder por mercados e por territórios abundantes em matéria prima. Não é à toa que a institucionalidade estadunidense é postulada na triangulação entre a intenção direta dos governos de fomentar parques industriais privados (mission oriented — protegidos por patentes e embargos nacionais), os institutos públicos e privados de pesquisa, e universidades; estes, por sua vez, combinados com as encomendas governamentais — NASA, DARPA, NSA, Departamento de Defesa. (WHALLEN, 2014; CGEE, 2013). Dessa forma (resumidamente) originaram-se as grandes tecnologias do século XX e XXI, como produto e subproduto dessa intrincada teia. (GUIMARÃES, 1999).


Contudo, no setor aeroespacial, dominado pelos oligopólios americanos da Boeing, Loockheed Martins e Raytheon (grandes fornecedoras do governo e protegidas pelas políticas industriais), entre outras do ramo, historicamente competem com o poderio russo, chinês e europeu; de modo que se tornou financeiramente mais conveniente lançar os satélites americanos por meio dos lançadores russos, por exemplo. Além disso, desde 2004, o governo Bush decidiu segurar seu programa espacial até 2010, principalmente após o acidente do ônibus espacial Columbia, em 2003. Procurou-se, do mesmo modo, atualizar as diretrizes e tecnologias, em vista de revisar o papel que a NASA cumpriria no século XXI, e reerguer a hegemonia aeroespacial americana. Todavia, devido a atrasos, questões orçamentárias e afins, os Estados Unidos vêm dependendo da Roscosmos, agência espacial russa, para fazer o translado de seus astronautas entre a Estação Espacial Internacional e a Terra (NASA.GOV, 2012). O governo Obama, por outro lado, percebendo que o investimento neste setor é capaz de gerar grande desenvolvimento, crescimento econômico e empregos, e que a independência e poderio estadunidense deve ser assegurado nesse setor, reverteu, portanto, a morosidade anterior por meio de mudanças estruturais no portfólio da NASA. Só o programa Apollo (1961–1975), por exemplo, custou em valores atualizados 150 bilhões de dólares, e empregou 300 mil pessoas, daí a importância do investimento neste complexo. (SEEDHOUSE, 2013).


Se, historicamente, desde 1950, a NASA tem parceria sólida com o complexo industrial privado — cuja formação se deu justamente por causa dela (NASA, 2012), e cuja estratégia governamental operava essas grandes empresas privadas como instrumento de projeção nacional (FURTADO, 1978) — contemporaneamente, esse modelo político e econômico opera de modo semelhante. Eis que empresas como a Boeing, ou a SpaceX, entram no tabuleiro.


O Xadrez Espacial


A reestruturação da NASA, desde 2006, previu projetos como o Commercial Crew Program [Programa de Tripulação Comercial] — por meio do qual o foguete Falcon Heavy, da SpaceX, foi desenvolvido —, o Commercial Orbital Transportation Services program [Programa de Serviço de Transporte Orbital Comercial], o Commercial Crew & Cargo Program Office [Escritório de Tripulação Comercial e Programa de Cargueiro], o Commercial Crew Integrated Capability [Capacidade integrada de Tribulação Comercial], o Certification Products Contract [Contrato de Certificação de Produto].


Engenheiros da NASA e especialistas aeroespaciais trabalham junto às companhias para desenvolver sistemas de transporte de tripulação que podem, de modo seguro, confiável e de custo compatível, levar humanos a órbita baixa, incluindo a Estação Espacial Internacional, e retornar com segurança para a Terra […] (NASA, 2012).


Companhias interessadas estão livres para desenvolver os sistemas de transporte que elas pensem ser melhores para o serviço. Para as fases de contrato de desenvolvimento e certificação, cada companhia deve cumprir com o pré-requisitos da NASA […] (NASA, 2012).


A parceria permite aos engenheiros da NASA acompanhar o processo de desenvolvimento da companhia enquanto a expertise técnica da agência e recursos estão acessíveis à companhia […] (NASA, 2012).


A SpaceX é integrante do CCDev2, CCiCap, CPC e CCtCap, ou seja, as principais fases dos projetos, orçando, no caso desta empresa, 3,144 bilhões de dólares (NASA, 2012). Além disso, a SpaceX obteve valores superiores a 5,5 bilhões de dólares em contratos com as Forças Armadas e NASA (totalizando US$12 bilhões); bem como 4,9 bilhões de dólares somente em subsídios governamentais (NASA, 2012). Mark Spiegel, gerente do fundo de investimento Stanphyl Capital Patners, foi categórico: o suporte do governo é o escopo das empresas, de modo que sem ele, nada disso seria possível[4].



Num dos contratos de licitação entre a NASA e a SpaceX[5], não apenas as cláusulas secretas são flagrantes, mas as leis de segredo e embargo comercial da tecnologia e avionics estão dispostas, o que significa que a SpaceX não pode vender os segredos tecnológicos estadunidenses às empresas e países estrangeiros.


Cláusulas que estão sob segredo de Estado no contrato NASA-SpaceX


Também está previsto por contrato que as empresas terão acesso a todo o histórico e acúmulo tecnológicos da NASA, bem como à sua equipe técnica e gerencial. O Governo Federal, por seu turno, não apenas terá acesso aos projetos e instalações da empresa, como também arbitrará prazos, diretrizes, requisitos e os objetivos que os projetos seguirão (NASA, 2012).Tanto é que o próprio Elon Musk admitiu que o governo Americano não permite a contratação de mão de obra estrangeira para o complexo industrial da defesa, com medo da espionagem industrial


Para constar, essas questões de embargos significam na prática que os Estados Unidos podem barrar o intercâmbio comercial de produtos que tenham componentes tecnológicos de patente estadunidense, por meio do Arms Export Control Act e Export Administration Act [6]. Para exemplificar, observa-se o caso da Força Aérea Brasileira quando, em 2006, teve sua venda de 36 caças Super Tucanos para a Venezuela embargada pelos Estados Unidos, haja vista a tecnologia aviônica que os aviões utilizam, sobre a qual o Brasil é dependente [7]. Ou seja, o poder de arbítrio estadunidense transcende suas fronteiras.


A nova abordagem da NASA para a aquisição de serviços de transporte é uma extensão das políticas do governo dos Estados Unidos, o qual desencoraja a competição direta do governo com a indústria de manufatura ou prestadores de serviço do setor privado. Todavia, é claro que essa abordagem é possível apenas por causa dos investimentos anteriores feitos pela NASA e Departamento de Defesa, realizados ao longo de décadas de desenvolvimentos de sistemas de veículos de lançamento, processamento, tecnologias afins e componentes […] (NASA, 2012).


Conclusão


Essas informações são públicas. Elas estão presentes tanto nas bibliografias especializadas como nos arquivos oficiais de governos. Ao elucidar e sistematizar os detalhes, é perceptível como as decisões de Estado, referentes ao poder nacional, sua administração pública e a competição geopolítica e econômica internacional, está, por sua vez, organicamente atrelada aos capitais privados nacionais. É como se o Estado instrumentalizasse a empresa privada em detrimento de seus objetivos, na medida em que o complexo industrial não apenas lucra nesse processo, mas tem seus agentes permeando as decisões de governo, e vice-versa…


Como se constatou neste artigo, a SpaceX é um exemplo concreto de como funciona o capitalismo dos países desenvolvidos, em especial, o modus operandi da governança dos Estados Unidos. A SpaceX não é fruto (apenas e tão somente) da mente genial de Elon Musk, mas também da histórica estrutura política, tecnológica e econômica que o rodeia. Resta saber se os folhetins grosseiros e simplificados de liberalismo que vêm se espalhando pelo Brasil continuarão ignorando os fatos apresentados.


Referências:


[1] G1 – Falcon Heavy: por que o lançamento do foguete mais potente do mundo pela Space X é importante.
[2] Gazeta do Povo – LANÇAMENTO DA SPACEX, DE ELON MUSK, MOSTRA ABISMO ENTRE INICIATIVA PRIVADA E ESTADO.
[3] BBC – Fed mantém taxa de juros nos EUA.
[4] LA Times – Elon Musk’s growing empire is fueled by $4.9 billion in government subsidies.
[5] NASA – SpaceX Commercial Crew Transportation Capability Contract (CCtCap).
[6] U.S. Government – Overview of U.S. Export Control System.
[7] Geopolítica Brasileira e Relações Internacionais, Thiago Bonfada de Carvalho, 2010, FUNAG. Pg.58.

Bibliografia:

CARVALHO, Thiago Bonfada de. Geopolítica Brasileira e Relações Internacionais. Brasília, FUNAG, 2010.
CENTRO DE GESTÃO E ESTUDOS ESTRATÉGICOS. Dimensões Estratégicas do Desenvolvimento Brasileiro: As Fronteiras do conhecimento e da inovação: oportunidades, restrições e alternativas estratégicas para o Brasil. v.2, Brasília, DF, 2013.
FURTADO, Celso. A Hegemonia dos Estados Unidos e o Subdesenvolvimento da América Latina. 3ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
GILPIN, Robert. A Economia Política das Relações Internacionais. 1ª ed. Brasília. Universidade de Brasília, 2002.
GUIMARÃES, Samuel Pinheiro. 500 anos de Periferia – Uma contribuição ao estudo da política internacional. Porto Alegre: Ed. da Universidade, 1999.
HIRSCH, Jerry. http://www.latimes.com/business/la-fi-hy-musk-subsidies-20150531-story.html, Los Angeles, 2015.
NASA. Commercial Orbital Transportation Services – A New Era in Spaceflight, Rebecca Hackler, National Aeronautics and Space Administration Washington, DC, 2014.
NASA. NASA’s Strategic Direction and the Need for a National Consensus. THE NATIONAL ACADEMIES PRESS, Washington, D.C. 2012.
GUIMARÃES, Samuel Pinheiro. 500 anos de Periferia – Uma contribuição ao estudo da política internacional. Porto Alegre: Ed. da Universidade, 1999.
SAYAD, João. Dinheiro, dinheiro: inflação, desemprego, crises financeiras e bancos / João Sayad. 1a ed. São Paulo: Porfolio Penguin, 2015.
SEEDHOUSE, E. SpaceX: Making Commercial Spaceflight a Reality, Springer, New York, 2013.
SPACEX Commercial Crew Transportation Capability Contract (CCtCap) NNK14MA74C.
TAVARES, M.C. e Fiori, J.L. (1997) Poder e dinheiro, uma economia política da globalização. Petrópolis, Editora Vozes.
WHALEN, David J. The Origins of Satellite Communications, 1945-1965 (Smithsonian History of Aviation and Spaceflight Series), 2014.
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