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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por Cinzu Online Hoje às 09:33:38 »
https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2019-01-23/el-pais-bolsonaro-davos.html

Exemplo de como funciona a imprensa brasileira

Exemplo de como funciona os Bolsominions*



O Eduardo Bolsonaro, já sabemos ser estúpido e é esperado um posicionamento deste tipo vindo dele. Mas este jornal IG fez questão de publicar uma matéria inteira criticando a tradução do El País, sem sequer conferir a verdadeira tradução?

Transcrevo abaixo o texto completo em espanhol:

Citar
Bolsonaro anima a los ejecutivos de Davos a invertir en el nuevo Brasil

El presidente de Brasil defiende, sin muchos detalles, el comercio por delante de la reforma fiscal y la esperada reforma del sistema de pensiones por parte de los inversores

Había expectación en el Foro Económico Mundial por asistir al estreno de Jair Bolsonaro en su primer viaje internacional desde que fue investido presidente el pasado 1 de enero y si lo que esperaban los inversores de su intervención era alguna concreción en sus prometidas reformas, la decepción ha sido inevitable. Bolsonaro ha animado a los inversores a apostar por el nuevo Brasil libre de corrupción y se ha comprometido con la apertura comercial y económica de la primera economía latinoamericana.

Bolsonaro desgranó uno de los discursos más cortos que se recuerdan en el WEF en una sesión inaugural –15 minutos en total, incluida la introducción del fundador, Klaus Schwab, y las preguntas posteriores—, en el que repasó sus principales promesas electorales y sus raíces populistas. “Si Dios está por encima de todo, eso nos permitirá que nuestras relaciones sean buenas para todos”, dijo al concluir su intervención inicial. “No queremos una América bolivariana como había antes en Brasil con otros Gobiernos”, dijo y remató: “Quiero dejarles claro que la izquierda no va a prevalecer en Latinoamérica, lo que es muy positivo para la región y para todo el mundo”, fue la declaración con la que terminó su comparecencia en la sala principal del centro de congresos de Davos.

En el discurso, el líder brasileño ha hecho una encendida defensa de la apertura comercial de Brasil — “nos necesitamos mutuamente”, ha admitido— y por la mejora del entorno para hacer negocios. “Le he pedido a mi ministro de Economía que haga lo necesario para situar a Brasil entre los 50 mejores países para hacer negocios”, comparado con el puesto 109 que ocupaba en la última encuesta del Banco Mundial.

Frente a las posiciones proteccionistas que tradicionalmente ha mantenido Brasil en las reformas comerciales globales, Bolsonaro defendió la integración de Brasil en el mundo “con una defensa activa de la seguridad jurídica y de la Organización Mundial del Comercio”, una posición inédita en un líder brasileño. También se comprometió a reducir la presencia del Estado en la economía abordar una reforma tributaria y quitar “todo sesgo ideológico para hacer negocios”.

Si su intervención sirve para medir cuáles serán sus prioridades de Gobierno, como apunta William Jackson, economista jefe de mercados emergentes, el presidente de Brasil ha puesto al comercio por delante de la reforma fiscal y la esperada reforma del sistema de pensiones por parte de los inversores. A cambio ha suavizado su postura respecto al medio ambiente y la utilización de las tierras protegidas para la agricultura y la ganadería. “Brasil es un modelo a seguir en la protección del medio ambiente. Es un paraíso natural que no se conoce lo suficiente”.

Además, Bolsonaro se ha comprometido a combatir la corrupción, la lucha contra el blanqueo de capitales y a mejorar la seguridad en las ciudades “para que vengan a visitarnos”. Para los detalles ha apelado a la presencia del ministro de Justicia, el juez Sergio Moro, que fue quien metió en la cárcel al expresidente Luiz Inácio Lula da Silva y también forma parte de la delegación brasileña desplazada a Davos. Asimismo ha apostado por “proteger a la familia, los verdaderos derechos humanos y el derecho a la vida”.

“¿Has oído a Bolsonaro? Creo que ha estado fatal”, comentaba un directivo bancario con inversiones en Latinoamérica.

“Ha sido un poco decepcionante que no hubiera muchos datos concretos sobre lo que piensa hacer pero la verdad es que las metas que ha fijado han sido alentadoras”, valoraba mucho más positivamente el economista jefe de la aseguradora de riesgos IHS, Nariman Behravesh.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Os estragos do chavismo na Venezuela
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 09:21:02 »
Entenda por quê militares venezuelanos apoiam Maduro

AF AFP
postado em 31/03/2017 17:22


Falta quase tudo, não há dinheiro suficiente frente a brutal inflação, a rejeição popular é enorme e o desprestígio internacional crescente. Por que, na pior crise da Venezuela em décadas, os militares apoiam o presidente Nicolás Maduro?

- Poder institucional -

As Forças Armadas já tinham grande poder durante o governo do falecido tenente-coronel Hugo Chávez (1999-2013), e ampliou ainda mais sua influência com Maduro, cuja gestão é rejeitada por sete em cada dez venezuelanos.

Um militar ativo e dez na reserva ocupam 11 dos 32 ministérios, incluindo Defesa, Agricultura e Alimentação.

As Forças Armadas, que prometeram "lealdade incondicional" a Maduro, controlam a produção e distribuição de alimentos básicos - em grave escassez -, bem como uma empresa de petróleo, uma estação de televisão, um banco, uma montadora de veículos e uma construtora.

Para o analista Benigno Alarcón, ao perder sua base eleitoral, o governo decidiu manter o poder "pela força" e "comprou a lealdade" daqueles que a garantem.

"Ele o fez pagando-os mais ou dando-lhes posições em que podem enriquecer", aponta Alarcon.

[...]



Restante no link:


https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2017/03/31/interna_internacional,858832/entenda-por-que-militares-venezuelanos-apoiam-maduro.shtml
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Laicismo, Política e Economia / Re:Os estragos do chavismo na Venezuela
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 09:15:28 »
O plano deu certo


Brasil  24.01.19 07:34

O apoio de Jair Bolsonaro a Juan Guaidó, o presidente interino da Venezuela, não foi improvisado.

Fontes militares disseram ao Estadão que “todo este desenho já estava sendo construído e foi amplamente discutido na semana passada, durante a visita do presidente da Argentina ao Brasil, Mauricio Macri”.


As mesmas fontes alertaram que a cúpula das Forças Armadas venezuelanas está comprometida com a ditadura de Nicolás Maduro.

“Na avaliação dos oficiais brasileiros, eles foram corrompidos a ponto de existirem mais de dois mil generais, número considerado absurdo. No Brasil existem cerca de 150 generais.”


https://www.oantagonista.com/brasil/o-plano-deu-certo/

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Laicismo, Política e Economia / Re:Os estragos do chavismo na Venezuela
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 09:03:53 »
72h...
domingo... se os chavistas cortarem a luz ou o gás da embaixada, poderia ser um bom pretexto pra intervenção :ok:



De qual embaixada ?


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Laicismo, Política e Economia / Re:Os estragos do chavismo na Venezuela
« Última Mensagem: por Gorducho Online Hoje às 08:48:17 »
72h...
domingo... se os chavistas cortarem a luz ou o gás da embaixada, poderia ser um bom pretexto pra intervenção :ok:
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 08:47:26 »
23/01/19 04:30


Ex-PM que recebeu homenagem de Flávio Bolsonaro foi expulso da corporação por suspeita de ligação com bicheiro


Adriano Magalhães foi preso em 2011, na operação Tempestade no Deserto, e agora é procurado pela operação Os Intocáveis Adriano Magalhães foi preso em 2011, na operação Tempestade no Deserto, e agora é procurado pela operação Os Intocáveis Foto: REPRODUÇÃO


Principal alvo da operação Os Intocáveis, o ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega foi expulso da Polícia Militar por suspeita de envolvimento com a contravenção. Ele teria se tornado homem de confiança de um bicheiro que provocou guerras pelo controle de territórios no Rio. Essas ligações perigosas com o crime organizado lhe renderam um conselho de justificação na Polícia Militar, que resultou em sua exoneração em 2014. Em 2005, Adriano recebeu a Medalha Tiradentes na Alerj, por indicação do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). A mãe e a mulher do ex-policial trabalhavam até o fim do ano passado no gabiente de Flávio.


Adriano era acusado de ser segurança de José Luiz de Barros Lopes, o Zé Personal, integrante da máfia dos caça-níqueis que acabou sendo assassinado em um centro espírita na Praça Seca, em 16 de setembro de 2011. O ex-policial apresentou vários recursos na Justiça para tentar ser reintegrado à PM, mas não obteve êxito.


Antes de sua explusão, Adriano já havia passado por outros conselhos de justificação na PM. Chegou a ser preso, em 2011, como um dos alvos da operação Tempestade no Deserto, que desarticulou uma quadrilha acusada de vários crimes, inclusive homicídios, relacionados a uma disputa pelo patrimônio do contraventor Waldomiro Paes Garcia, o Maninho.


Hoje, dentro da PM, são poucos os que falam sobre Adriano, que está com 42 anos. E os que falam evitam pronunciar o seu nome. Segundo investigações, depois que saiu da corporação, ele passou a chefiar não apenas o grupo de extermínio Escritório do Crime, mas também esquemas ilegais de construção nas comunidades de Rio das Pedras e da Muzema. Virou, nas palavras da promotora Simone Sibilio, do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, “um homem extremamente perigoso”.


— É um dos chefes da quadrilha. É muito violento e temido até por seus comparsas. Exerce seu poder impondo o terror e precisa ser retirado rapidamente de circulação — afirma a promotora.


Adriano entrou na PM em 1995. Depois de três anos de preparação, inscreveu-se no curso de operações especiais e passou entre os primeiros colocados para o Bope. Adriano até hoje é reconhecido como um dos mais qualificados policiais que já passaram pelo Bope. E também se revelou um dos mais cruéis. Um colega de turma conta que, como instrutor, ele fazia da vida dos aspirantes um inferno. Criava situações de humilhação ao extremo e tinha o hábito de não deixar os alunos dormirem.



https://extra.globo.com/casos-de-policia/ex-pm-que-recebeu-homenagem-de-flavio-bolsonaro-foi-expulso-da-corporacao-por-suspeita-de-ligacao-com-bicheiro-23393763.html
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 08:43:48 »

Vai acabar em pizza


Brasil  24.01.19 08:37


De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, o matador de aluguel Adriano Magalhães da Nóbrega é amigo íntimo de Fabrício Queiroz.

“Um conhece a família do outro, os dois saem juntos e, como não podia deixar de ser, fazem rolos financeiros entre si”, diz a Época.


A mãe do matador de aluguel, Raimunda Magalhães, que foi lotada no gabinete de Flávio Bolsonaro, “é sócia da pizzaria Tatyara, na Rua Aristides Lobo, no Rio Comprido, Zona Oeste do Rio. O restaurante fica em frente à agência 5663 do Banco Itaú, na qual foi registrada a maior parte dos depósitos em dinheiro vivo feitos na conta de Queiroz. Foi ali que foram feitos 17 depósitos, sem identificação do depositante, em dinheiro vivo, num total de R$ 91.796 — quase a metade de todo o dinheiro depositado em espécie durante o período compreendido no relatório do Coaf”.


https://www.oantagonista.com/brasil/vai-acabar-em-pizza/

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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 08:34:43 »
Porque não analisa as proposições do texto ? Porque prefere-se um genérico ataque à fonte e por consequência ao autor do texto ?


Certamente porque é muito mais cômodo usar uma falácia. É mais fácil, muito mais fácil tascar uma falácia, principalmente se não houver alguém que condene o seu uso e que peça uma análise séria das proposições.



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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 08:29:59 »


É bastante decepcionante ver este proposital e reiterado  comportamento, pois não é por desconhecimento básico sobre falácias que esta falácia básica é reiteradamente usada, é de propósito mesmo.


 :no:
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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Bolsonaro
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 08:26:08 »
Eu não leio essa fonte de informações, não li o que essa fonte de informações falou sobre a relação Bolsonaros e milícias, mas li outras fontes que descrevem.

Dito isso, para não ser considerado um comuna, alguém tem alguma crítica ao que foi escrito pelo "diário do cu do mundo"? Se tem, no corpo do texto, algum problema, o correto, aqui no CC, seria apontá-la. Dizer somente que o diario do cu do mundo não é confiável é uma falácia. Tão atacando o nome e não o conteúdo.

Agora... que maravilha! Sai o MST entra as milícias...

Brasil vai de ótimo a excelente. Grande evolução.

Problema é que já foi devidamente demonstrado que essa fonte é claramente enviesada, sem preocupação com os fatos. O pessoal cansa de continuar rebatendo a mesma coisa e chegamos a um ponto que simplismente não nos importamos mais e ficamos nesse "ad hominem". Vc mesmo demonstra isso ao dizer que nao lê a referida fonte. O problema não está em quem critica tais fontes, mas sim em quem continua usando-as ad nauseum sob o pretexto de que nenhuma fonte é confiável. Tem forista aqui que praticamente faz flood de notícias, chegando a ocupar metade de uma página só posts disso, como se estivesse acrescentando algo que preste. Aí haja paciência.

Por fim, o fato de tais fontes usarem assuntos que já foram confirmados por outras mídias não as tornam confiáveis.

 :ok: Concordo.

É que eu fiquei com a impressão que estavam passando pano para o Flavio Bolsonaro só por que o tal diário publicou a notícia.


“O problema não está em quem critica tais fontes,”

O problema está sim em que usa a falácia ad hominem e acha isso normal, pois é exatamente o mesmo comportamento de religiosos que acham totalmente normal usar falácias em suas falas e textos. É incrível que supostos céticos achem normal o uso de uma falácia tão básica. Se fosse pelo menos uma falácia difícil de perceber ainda se teria alguma desculpa, mas para uma tão básica e fácil de perceber é simplesmente um escândalo que tal comportamento seja aceito por quem deveria prezar pelo raciocínio correto.

Enquanto usarem uma falácia básica num clube cético deve-se sim chamar a atenção para este atentado escancarado contra o raciocínio correto.

Mas, pelo visto parece que para alguns o sectarismo político ideológico é um passe livre para o uso  escancarado da falácia ad hominem (na sua forma de ataque a fonte).

Ao invés de se ler o texto e fazer uma crítica bem embasada dos pontos em que supostamente possa haver erro parece ser  muito muito mais conveniente e fácil usar a falácia ad hominem.

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