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Parece que um militar alemão tentou forjar um atentado como um agente provocador, pra dar impressão de que seriam islâmicos os autores:

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Laicismo, Política e Economia / Re:Os estragos do chavismo na Venezuela
« Última Mensagem: por Agnoscetico Online Hoje às 02:31:17 »
América Latina sempre foi problemática, esquerda ou direita.[...]
Nenhuma ditadura foi boa, mas as de direita não terminavam em filas do sopão. :hihi:

Como sabe de todas que não teve ditaduras de direita não teve filas de sopão. Vou pesquisar mais, pois pode ser que não tenham terminada em filas pros mais ricos, que não tiveram seu bens estatizados.

Ainda mantenho minha posição de que na América Latina, direita e esquerda são muito teóricas, na prática se mostra mais como disputas partidárias pra se manter no poder.

Ao menos no Brasil e Chile as ditaduras de direita resultaram em prosperidade econômica.

A ditadura brasileira cagou a economia no finalzinho (estatismo de Geisel), a chilena não fez isso e por isso o Chile é o mais próspero país latino-americano até hoje.

Sei disso não. Elogiar regime de Pinochet (nem o metaleiro infanto-juvenil elogiou Pinochet, apesar do ídolo dele, Bolsonaro ter elogiado - Pinochet não é consenso nem entre os ditos conservadores).

Agora as críticas ao milagre na época da ditadura brasileira:

http://ask.fm/wolfedler/answers/136364900125

http://ask.fm/maccjf/answers/137118691397

http://ask.fm/wolfedler/answers/136512437021


Reforma educacional da ditadura eliminou exigência de gasto mínimo com educação

https://www.revistaensinosuperior.gr.unicamp.br/entrevistas/reforma-educacional-da-ditadura-eliminou-exigencia-de-gasto-minimo-com-educacao

Citar
O regime implantado pelo golpe civil-militar de1964 produziu uma democratização do acesso à educação no Brasil, mas dentro de uma lógica de vinculação da educação pública aos interesses do mercado e de estímulo e favorecimento à privatização do ensino, afirma o pesquisador Dermeval Saviani, professor emérito da Unicamp e coordenador-geral do Grupo de Estudos e Pesquisas “História, Sociedade e Educação no Brasil”, da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp. Essa opção da ditadura acabou gerando uma situação na qual os professores da rede pública de educação básica são formados, majoritariamente, em instituições superiores de qualidade duvidosa, o que agrava o processo de desqualificação da escola pública, disse.
 
“Antes do advento da ditadura civil-militar, a oferta de ensino superior era maciçamente pública. Hoje 75% das vagas são preenchidas pelas instituições privadas, na sua maioria de caráter não universitário e de duvidosa qualidade, em contraposição às instituições públicas, na sua maioria constituída por universidades, que cobrem apenas 25% das vagas. Em consequência, no nível superior a qualidade está do lado da educação pública”, lembrou, em entrevista ao Jornal da Unicamp. “Com isso, a educação básica pública fica refém do ensino superior privado mercantilizado, sem possibilidade de resolver seus problemas de qualidade”.
 
Esse processo, diz Saviani, gera um “cruzamento perverso entre as redes públicas e privadas”. “Os membros das camadas populares têm acesso a um ensino público básico de qualidade insatisfatória, o que faz com que, se quiserem ter acesso ao ensino superior, tenham de pagar por um ensino privado também de baixo nível. Em contrapartida, os membros das elites podem pagar por um bom ensino básico privado, o que lhes permite ocupar as reduzidas vagas das universidades públicas de boa qualidade”.
 
"Antes do advento da ditadura civil-militar, a oferta de ensino superior era maciçamente pública. Hoje 75% das vagas são preenchidas pelas instituições privadas, na sua maioria de caráter não universitário e de duvidosa qualidade."Reforma
Em artigo publicado nos Cadernos Cedes em 2008, intitulado “O Legado Educacional do Regime Militar”, Saviani retraça a história da reforma educacional implantada pelo regime, começando pela Constituição de 1967, que eliminava a exigência de um gasto mínimo com educação – restabelecido em 1969, mas apenas na esfera municipal –, passando pela Lei da Reforma Universitária de 1968, pelo decreto de regulamentação dessa lei, de 1969, e pela lei de 1971 que, como resume o artigo, “unificou o antigo primário com o antigo ginásio, criando o curso de 1º grau de oito anos e instituiu a profissionalização universal e compulsória no ensino de 2º grau, visando atender à formação de mão de obra qualificada para o mercado de trabalho”.
 
O fim da vinculação orçamentária obrigatória em nível estadual e federal trouxe uma queda no investimento em educação, enquanto que a unificação de primário e ginásio ajudou a ampliar o acesso ao ensino.  “A fusão do antigo primário com o antigo ginásio, criando o ensino de primeiro grau, foi um passo importante para a ‘democratização’, ao eliminar a barreira do exame de admissão ao ginásio, elevando a escolaridade obrigatória de quatro para oito anos”, disse o pesquisador.
 
Nos primeiros anos da ditadura houve uma grande ampliação do acesso à educação, principalmente ao ensino superior, como relata o artigo de 2008: “Entre 1964 e 1973, enquanto o ensino primário cresceu 70,3%; o ginasial, 332%; o colegial, 391%; o ensino superior foi muito além, tendo crescido no mesmo período 744,7%”. O texto destaca ainda que “entre 1968 e 1976, o número de instituições públicas de ensino superior passou de 129 para 222, enquanto as instituições privadas saltaram de 243 para 663”. Esse aumento da participação privada, escreve o autor, “foi possível pelo incentivo governamental, assumido deliberadamente como política educacional”.
 
“Os grupos privados atuantes no ensino foram beneficiados, desde o Império, pelas ideias positivistas e liberais, que representavam o campo progressista e pela Igreja Católica, que representava o campo tradicional, conservador”, explicou Saviani. “Parece paradoxal que positivistas e liberais tenham reforçado os interesses privados aliados à Igreja, mas isso ocorreu tendo em vista a defesa, pelos positivistas, da completa desoficialização do ensino sob o argumento da liberdade das profissões e a posição dos liberais que, em nome do princípio de que o Estado não tem doutrina, chegavam a advogar o seu afastamento do âmbito educativo. Nesse contexto foi se constituindo um forte grupo privado de pressão que, em defesa de seus interesses, interferiu na formulação das medidas de política educacional, como se pode documentar nas Constituintes de 1934, 1946 e 1988, assim como na elaboração das leis de educação e na composição dos conselhos de educação”.
 
O pesquisador lembra que o golpe de 1964 “teve forte apoio nesses grupos, mesmo porque se orientou pelos valores da iniciativa privada e pelos mecanismos de mercado. Assim, faz todo o sentido a opção por realizar a expansão por meio do incentivo à iniciativa privada”.
 
A reforma trazida pela ditadura transformou as universidades, que deixaram de ser organizadas em termos de cursos e passaram a se estruturar em departamentos – assim, em vez de, por exemplo, cada curso da área de humanidades ter seu próprio professor de filosofia, instituía-se um departamento de filosofia responsável por servir a diversos cursos.
 
Com essa reorganização vieram o sistema de créditos-aula e da oferta semestral de disciplinas. “Tanto a departamentalização como a matrícula por disciplina e o regime de créditos tinham por principal objetivo a redução de custos. Assim, pela departamentalização, evitava-se a existência de vários professores de uma mesma disciplina, assim como a possibilidade de que uma mesma disciplina fosse ministrada em turmas diferentes, em separado, provocando a necessidade de sua repetição por um mesmo professor ou por diferentes docentes”, escreve o pesquisador.
 
O espírito da reforma havia sido explicitado, de acordo com Saviani, no fórum “A Educação que Nos Convém”, realizado em 1968. O artigo cita, entre os principais pontos da política educacional defendida no Fórum, os seguintes: “ênfase nos elementos dispostos pela ‘teoria do capital humano’; na educação como formação de recursos humanos para o desenvolvimento econômico dentro dos parâmetros da ordem capitalista; na função de sondagem de aptidões e iniciação para o trabalho atribuída ao primeiro grau de ensino; no papel do ensino médio de formar, mediante habilitações profissionais, a mão de obra técnica requerida pelo mercado de trabalho; na diversificação do ensino superior, introduzindo-se cursos de curta duração voltados para o atendimento da demanda de profissionais qualificados.”
 
Resultados
Com a expansão da educação promovida pela ditadura, houve uma percepção de queda de qualidade do sistema. “Enquanto a educação se restringe às elites, ela mantém certo padrão de qualidade. Na medida em que a oferta se estende, abrangendo as massas populares, tende a ocorrer uma compressão da qualidade”, por motivos que vão da dificuldade de operar um sistema de massa à falta de recursos para atender ao novo patamar de demanda. “No entanto, do ponto de vista das camadas populares não houve queda, mas aumento da qualidade. Isso porque, para quem não tinha acesso a escola alguma, o acesso à escola elementar permitindo-lhe aprender, ainda que minimamente, a ler, escrever e contar significa um importante aumento qualitativo de sua formação. E isso vale também para os graus de ensino ulteriores ao antigo primário”.Com o “cruzamento perverso entre as redes públicas e privadas” gerado pela expansão da educação básica via setor público e do ensino superior via rede privada, “o argumento difundido que sustenta a baixa qualidade da educação pública tecendo loas ao ensino privado resulta frágil”, diz Saviani. “A baixa qualidade da educação básica pública é reforçada pela baixa qualidade das instituições privadas de ensino superior, pela via da formação precária dos professores que atuam nas escolas públicas. Eis a razão pela qual tenho defendido, nas discussões sobre o projeto de Plano Nacional de Educação, a criação de uma rede pública de formação de professores ancorada nas universidades públicas. Sem isso não será possível atingir a meta, constantemente proclamada, de elevação da qualidade do ensino nas escolas públicas de educação básica”.
 
“Inegavelmente, o regime militar teve sua parcela de responsabilidade nesse processo de desqualificação do ensino público ao orientar a política educacional pelo princípio da obtenção do máximo de resultados com o mínimo de dispêndio”, afirmou o pesquisador.




Reformas de ensino: Suas principais características e consequências.

http://reformasdeensino.blogspot.com.br/2014/07/a-ditadura-militar-e-reforma_96.html



Características principais:

  • - a Reforma de 1968 visou fundamentalmente a modernização e expansão das instituições publicas, destacadamente das universidades federais.
  • - Criaram-se condições propícias para que determinadas instituições passassem a articular as atividades de ensino e de pesquisa, que ate então salvo raras exceções estavam relativamente desconectadas.
  • - Aboliram-se as cátedras vitalícias
  • - Introduziu-se o regime departamental
  • - Institucionalizou-se a carreira acadêmica a legislação pertinente acoplou o ingresso e a progressão docente à titulação acadêmica
  • - repressão
  • - a exclusão de boa parcela das classes populares da universidade

    • - a institucionalização do ensino profissionalizante
    • - o tecnicismo pedagógico
    • - desmobilização do magistério através de abundante e confusa legislação.

    Política Educacional na Ditadura Militar - 1964 - 1985

    http://politicadaeducacao.blogspot.com.br/p/politica-educacional-na-ditadura.html

    Citar

    (...)

    A busca pela legitimidade do Regime Militar diante da população levou Castelo Branco diante de outros líderes, a aumentar e diversificar estratégias de imagem governamental. Em 1967, o governo anunciou o Programa de Alimentação Escolar e a Campanha Nacional Escolar. Em seguida, já no comando de Artur de Costa e Silva (1967- 1969), o governo anunciou a reforma administrativa no ministério da Educação e a continuação das políticas de treinamento de professores e administradores educacionais.

    no governo do general Emílio Garrastazu Médici (1969- 1974), o Estado, apoiado em seu desempenho na área econômica, anunciou a dimensão das deficiências na educação fundamental em organização e funcionamento, porém como resposta a isso, o governo continuou apresentando novas ideias e propondo novas políticas, que, mesmo estando condizente com a proposta da Reforma Constitucional n°1 (1969), com ausência de uma coordenação entre o Estado central e os demais estados fez com que as ideias se tornassem impraticáveis em curto prazo, criando uma discrepância entre a política educacional do Estado e, contudo, com tanta ênfase nas medidas anunciadas para aumentar o índice de escolaridade, que era de 60% para 80% até o final de 1974, o governo conseguiu o que queria: aumentar a confiança do povo para com o poder do Regime Militar nas suas reformas educacionais, alcançando a almejada imagem de legitimidade do Estado.

    (...)


    Exclusão e sucateamento:
    o legado do projeto educacional da ditadura militar brasileira à atualidade


    http://www.espacoacademico.com.br/066/66mechi.htm

    Citar

    (...)

    A análise da educação ao longo dos 21 anos de ditadura militar deixa transparecer de forma bastante nítida uma das grandes contradições do regime: produzir mecanismos de desenvolvimento acelerado de acumulação de capital e garantir, simultaneamente, o acesso da população aos direitos de bem-estar social. Esse impasse não encontrou solução, e os direitos de bem-estar foram sacrificados em nome do desenvolvimento acelerado.

    (...)



    Conheça dez histórias de corrupção durante a ditadura militar194...

    http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/04/01/conheca-dez-historias-de-corrupcao-durante-a-ditadura-militar.htm

    Lista de Escândalos e Políticos Corruptos com Ficha Criminal

    http://www.informe.me/politica/page-lista-de-escandalos-e-politicos-corruptos-com-ficha-criminal

    Ditadura militar brasileira era "cenário ideal" para corrupção, diz historiador...

    http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/04/01/ditadura-militar-brasileira-era-cenario-ideal-para-corrupcao-diz-historiador.htm

    Lista de escândalos políticos no Brasil

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_escândalos_políticos_no_Brasil#Anos_60


    Citar
    Esse comentário vi por aí, alguém aí que é mais entendido desse detalges históricos pode conferir e apresentar alguma evidência pra contestar:

    Gusbrum Claudio RS 5 days ago

    Ja que voce não sabe eu explico, se quiser posso desenhar também.

    Ditadura: Inflação alta permanente, chegou a 200%

    Ditadura: Maior divida externa do mundo

    Ditadura: As reservas financeiras mais baixas de toda a historia do Brasil , alias tão baixas que o presidente seguinte (Sarney) teve que declarar a moratoria

    Ditadura: Construção de obras megalomaníacas que nunca foram terminadas, ver Transamazonica e Ferrovia do Aço

    Ditadura: Constante aumento da mortalidade infantil

    Ditadura: Arrocho Salarial, os salários mínimos mais baixos do seculo 20

    Ditadura: Proibia a imprensa de dizer que tinha epidemia de meningites (como em 1974) no que resultou em 9000 mil mortos desnecessários.

    Ditadura: Militares colocavam bombas em lugares públicos e ninguém era preso nem investigado, ver caso da bomba no Rio Centro, caso da bomba na sede da OAB, bombas em bancas de jornais.

    Ditadura: Criaram a Comissão Geral de Investigações para investigar casos de corrupção e em 15 anos nunca ninguém foi denunciado e muito menos preso pela CGI.

    E por fim, DITADURA, foi na ditadura que desovaram estas criaturas híbridas que cresceram e se amamentaram nas tetas da ditadura são eles Sarney, Maluf, Jader Barbalho, ACM, Color de Mello, José Agripino Maia e outros...

    Assim que so os que tem um total desconhecimento da historia da ditadura é que podem sequer pensar em uma atrocidade como aquela.



    Sobre a "maravilha" da educação na época da ditadura militar brasileira:

    <a href="https://www.youtube.com/v/YqDgaGNDads" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/YqDgaGNDads</a>

    <a href="https://www.youtube.com/v/C6m7EYMZ27A" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/C6m7EYMZ27A</a>

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Sobre cristãos perseguidos muitos vão lá pra provocar em ouros países,tentando provar que religião deles é certa e a dos outros são coisas do "demônio".

Agora quando é pra mostrar índice de ateus perseguidos não vejo cristãos publicando as fontes (se é que fontes cristãos são 100% confiáveis ou se tem exagero também).

O caso do Butão em relação ao cristianismo me parece uma reação normal a uma religião, que como eu disse antes, tenta se fazer de vítima mas é mais nociva do que o budismo - muito do budismo naquela região deve ter ser tornado mais radical após a vinda do Islã (religião abraâmica como Judaismo  e Cristianismo) conquistando áreas antes budistas. E devem ter criado uma aversão ao cristianismo por tabela. E depois quando potências ocidentais começaram a querer ter influência política e econômica naquela região, associaram cristianismo a potências ocidentais, por serem de maioria cristã e terem missionários tentando levar religião cristã pra lá.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Reforma trabalhista
« Última Mensagem: por Euler1707 Online Hoje às 00:45:27 »
Euler, o texto que você postou versa sobre a teoria de um autor de um livro, não fica claro se o texto defende o argumento deste autor ou se apenas o descreve.

Gaúcho, concordo com o spotiniks que a reforma seja necessária e que será benéfica.

E as críticas que este site enumerou sobre a reforma, acham que sejam pertinentes?
Meu caro, quando alguém escreve um texto de caráter político, a principal razão para faze-lo é convencer o interlocutor a aderir à sua ideologia. Isso é uma coisa óbvia. Coisa ensinada em universidade de marketing e jornalismo. E por isso, há uma razão para que o autor tenha citado a teoria do autor desse livro: ela convém na construção da narrativa central. Observe os termos usados no texto, e você vai que ele está centrado numa narrativa ideológica marxista: O interesse do empresariado contra os direitos dos trabalhadores. Observe os trechos abaixos:
Entre as normas estabelecidas desde então,  está a proteção aos empregados em caso de demissão sem justa causa.[/b]]Na comissão da reforma trabalhista, presidida pelo jovem deputado tucano de Goiás, Daniel Vilela, a diferença de posições entre governistas e oposição, manifestada durante as sessões, mostra o tamanho do impasse sobre as regras que hoje regulam as relações trabalhistas do país, cujo marco data de 1943, quando Getúlio Vargas aprovou a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Entre as normas estabelecidas desde então,  está a proteção aos empregados em caso de demissão sem justa causa.

Por qual razão o autor citou o trecho negritado, sendo que esta norma não será afetada, senão para dar à CLT um caráter positivo?
Em seguida ele continua:
Citar
Como se trata de uma lei estabelecida nos anos 1940, e obviamente muita coisa mudou de lá para cá, os defensores das mudanças na CLT chamam as reformas em análise de “modernização”. Argumentam que as leis atuais criam amarradas ao empregador, impedem a geração de empregos e empurram parte da mão de obra para a informalidade.

Embora tentem emplacar a ideia de que patrão não é inimigo dos funcionários e vice-versa, a defesa ou a oposição das propostas parte de dois pontos inevitáveis de observação: uma é a do empregado; outra, do empregador.
É a partir deste ponto que começa a argumentação do jornalista, como um contra-argumento à proposta de reforma trabalhista que irá alterar a CLT (a quem o autor atribui um caráter positivo).
Repare nisso:
Citar
A disputa por posição tem eco entre os deputados. Na sessão de terça-feira, por exemplo, o deputado Vitor Lippi (SPDB-SP), argumentou que as mudanças não trarão riscos aos direitos do trabalhador, mas o esclarecimento de algumas “jurisprudências inadequadas, incompatíveis, prejudiciais” à geração de empregos no país. “Temos de valorizar o trabalhador, mas não podemos criar uma situação de insustentabilidade das empresas brasileiras.”
Um dos argumentos, além dos quase 13 milhões de desempregados, é que cerca de 60% das empresas morrem com menos de cinco anos de idade no Brasil.
Parte da culpa, segundo ele, cabe ao número de ações trabalhistas na Justiça e à proliferação dos sindicatos. “Quem paga a conta é quem dá emprego.”
Até aí, tudo bem, pois é mostrada a argumentação dos favoráveis a mudança da CLT, mas veja o modo como o jornalista desprestigia o argumento com essa associação:
Citar
O discurso está em sintonia com o que disse recentemente o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), vulgo Botafogo nas planilhas da Odebrecht: a Justiça do Trabalho, onde empregados podem recorrer caso se sinta injustiçado em casos de demissão ou eventuais abusos, “não deveria nem existir”.
Maniqueísmo?
Citar
Enquanto centrais sindicais, que podem perder um montante generoso do financiamento das próprias atividades, mobilizam manifestações, e grupos apoiadores do governo lançam memes classificando os atos como coisa de vagabundo...
E isso, também é maniqueísmo?
O texto culmina no seguinte ponto, a base marxista do texto:
Citar
[...] a pergunta que vale um ministério no governo Temer é se, de fato, a remoção de alguns dispositivos da CLT será suficiente para alavancar a geração de empregos no país após anos seguidos de recessão.
Quando a crise ainda era marola

Para responder, é preciso voltar algumas casas. De fato, as mesmas leis hoje sob discussão estavam em vigência quando a crise era ainda chamada de marola – foi ontem, e não nos anos 1940.

No livro “As contradições do lulismo”, o cientista político André Singer analisa como o avanço da intervenção estatal provocou expansão dos postos de trabalho formais entre 2011 e 2014, quando as taxas de desocupação estavam próximas a 4,5%, e como isso se converteu em um problema, dali em diante, para o governo Dilma.
A tese de Singer é que, para revogar o arcabouço estatal que sustentava o pleno emprego, a burguesia usaria uma espécie de “greve de investimentos” como estratégia. “Talvez não seja casual que as inversões tenham estagnado de 2011 a 2013, vindo a cair em 2014”, escreve ele. O pleno emprego deu musculatura aos sindicatos, o que resultou na contínua elevação do número de greves. “As paralisações, que já vinham subindo desde 2008, atingiram quase 87 mil horas em 2012, o maior índice desde 1997. Depois, continuaram a crescer, batendo 111 mil horas paradas em 2014. Em número de greves, houve 873 em 2012 com um salto para 2.050 em 2013.”
Nenhum texto é inocente. Há uma razão para esse o jornalista ter citado essa tese.
Só para recapitular:
Citar
Euler, o texto que você postou versa sobre a teoria de um autor de um livro, não fica claro se o texto defende o argumento deste autor ou se apenas o descreve.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Vídeos políticos
« Última Mensagem: por Agnoscetico Online Hoje às 00:34:52 »
O argumento do deputado que falou que a dispersão dos refugiados dificulta sua integração na comunidade parece um bom argumento, mas acho que o principal motivo mesmo é a desilusão, eles querem o melhor, que neste caso é mesmo Alemanha, França e Inglaterra. Mas uma coisa é certa, quem vem da Síria fugido de uma guerra, deveria ficar satisfeito por estar em um país pacífico, seguro e com IDH muito superior ao de seu país de origem. E a nação que acolhe os refugiados, ter que arcar com os custos da deportação dos mesmos por terem se mudado de maneira ilegal para outro país da UE é absurdo. Faz certo aqueles países que se recusam aceitar imigrantes, se este for um preço que eles tenham que pagar em casos de deportação.

Pois é, botaram muita banca! Pra quem tá refugiado não teme essa de economia menos poderosa, já é um país melhor que o de origem deles. Esse tipo de coisa derruba o mito de que os mais pobres se contentam com o básico.

Mas já teve refugiados que não quiseram nem ficar na França queria ir pra Inglaterra indo pelo tal de Eurotunel.




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Agora mais outro vídeo sobre George Soros e o rival dele:


<a href="https://www.youtube.com/v/fBmi7md2NQg" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/fBmi7md2NQg</a>







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Laicismo, Política e Economia / Re:Imagens políticas
« Última Mensagem: por Agnoscetico Online Hoje às 00:18:27 »


Eles não precisam tentar convencer. Ser a maior economia com umas das menores taxas de pobreza é o suficiente pra mim.

Não é minha opinião, apenas achei num topico estrangeiro. Isso foi postado por um americano (ou pelo menos deixou a entender que fosse). E muitos desses caipiras americanos vivem no cinturão da ferrugem (Rust Belt), uma área estagnada pro padrão americano, e também no meio-oeste e no sul, áreas mais provincianas (até mesmo em questão de dinamismo econômico).

E ainda, se americanos mais determinantes fossem conformados com o pensamento "Ser a maior economia com umas das menores taxas de pobreza é o suficiente pra mim" eles não manteriam o posto de maior economia do mundo. E nem vou mencionar que essa economia se manteve onde teve não apenas por causa do dinamismo econômico mas também por causa da geopolítica imperialista (se não fosse por influência de liberais seria maior de novo nessa era Trump), na América Latina, Ásia, Oriente Médio (petróleo) e África. Se Japão tivesse mesma chance de expandir sua influência geopolítica e militar, queria ver se essa economia americana seria tão maior economia assim.

Além disso esses caipiras, principalmente os do sul, não passavam de escravocratas e alguns aristocratas, numa economia baseada em plantantion (igual ao Brasil). Se hoje tão num país desenvolvido foi graças ao norte, que após a guerra da Secessão trouxe pensamento empreendedor e tecnologia que no sul não era tão comum.






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Laicismo, Política e Economia / Re:Governo Dória em São Paulo
« Última Mensagem: por Skeptikós Online Ontem às 23:25:48 »
Bons argumentos, acho que o problema da mesmice ou da deterioração do grafite poderia ser resolvido apagando os antigos e fazendo novos. Poderia haver uma espécie de data de validade, um fila de espera, com paredes e artistas já na espera para renovação.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Reforma trabalhista
« Última Mensagem: por Skeptikós Online Ontem às 23:19:30 »
Euler, o texto que você postou versa sobre a teoria de um autor de um livro, não fica claro se o texto defende o argumento deste autor ou se apenas o descreve.

Gaúcho, concordo com o spotiniks que a reforma seja necessária e que será benéfica.

E as críticas que este site enumerou sobre a reforma, acham que sejam pertinentes?
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Religiões, Crenças e Mitos / Re:O Evangelho de João
« Última Mensagem: por Sdelareza Online Ontem às 23:17:17 »
As traduções bíblicas mantêm muitos termos originais (gregos ou hebraicos) por serem consagrados dentro de uma tradição religiosa. Se formos traduzir tudo em linguagem cotidiana, perde-se muito da sensação de 'sagrado' do texto, além de algumas interpretações teológicas cristãs.

Ouvi dizer que a Igreja Católica perdeu boa parte da sua influência desde que o Concilio Vaticano II aboliu a missa em latim.

Uma missa rezada num idioma local, e não em latim, faz perder o caráter misterioso e sagrado da cerimônia.

Por isso que várias paróquias buscam reabilitar o uso do latim na missa (e também que o padre volta a ficar de costas e
 não de frente aos fiéis, como era antes do Concilio Vaticano II )
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