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:hihi:

A origem desse termo huehue ou HuehueBr até onde eu sei é o seguinte:

Antes dessa risada kkkkk pegar, os brasileiros riam na internet usando huehuehue. Muito jogadores de jogos online riam no chat usando huehuehue, e para se identificarem entre os jogadores estrangeiros, eles também escreviam "br" no chat.

O problema é que os jovens jogadores brasileiros tinham um mau comportamento nos jogos, e os estrangeiros os identificavam como huehue br, pois só liam isso nos chats sem entender nada. É como se estivessem conversando com aborígenes.

Os brasileiros mais instruídos passaram então a se referir aos brasileiros arruaceiros como huehuebr
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Ateísmo e Agnosticismo / Re:Chamar a crença dos outros de "muleta"
« Última Mensagem: por criso Online Hoje às 16:00:34 »
A arte existe, é real e palpável
"Arte" não existe. É uma representação que se processa dentro da sua consciência. Fora da sua consciência a realidade é um oceano incognoscível de energia, vibração, ondas e forças cósmicas acima da sua compreensão. A arte, bem como todas as identidades por meio do qual o pensamento convencional interage com a realidade que experimenta cotidianamente, não possui existência intrínseca fora da sua mente.
O que varia de uma pessoa para outra é a reação a uma determinada amostra de arte
Não apenas isso, mas até mesmo o que é arte ou não, porque o que existe fora de você é o que existe fora de você - ondas, partículas, energia, vibração, apenas isso. No momento em que você olha para um amontoado destas coisas - ou melhor, para uma pequeníssima fração interpretada e simulada pelos seus sentidos - e chama de "arte", esse movimento ocorre dentro da sua percepção, e não fora. Fora, continua sendo um amontoado de energia, vibração e ondas. Essa é a natureza última e verdadeira da realidade. O resto é o que nós mesmos construímos e, convencionalmente, entramos em consenso para facilitar nossa interação uns com os outros e com o mundo.
Quando falamos de misticismo, não temos nada de palpável, apenas conceitos e crenças
Quando falamos de arte, não temos nada de palpável, apenas conceitos e crenças. A própria arte em si é um conceito e uma crença. Uma música? frequências sonoras. Uma pintura? Cores e luzes. Uma poesia? Amontoado de letras. O momento em que essas coisas se tornam "arte" é o momento em que a sua consciência, que PARA ARTE não possui barreiras nem preconceitos, é capaz de organizar estes conteúdos na forma de padrões com significado, e é aí que nasce a "arte", dentro de você e não fora de você.
mas acontece que a arte é um fim em si mesma: produzir algo belo e agradável que será recebido através de nossos 5 sentidos
Esse é o fim que você mesmo atribui para a arte. Arte, em si, é um conceito. E mais, é um conceito vazio. E mais, é vazio como todos os outros conceitos, porque todos os conceitos são representações desprovidas de substância. São representações do mundo, e não o mundo. Aliás, até o fim que você atribui é questionável - e as tragédias? e as dissonâncias na música? e as rupturas e transgressões poéticas? Deixam de ser arte por não serem belas e agradáveis? Talvez deixem, mas só vão deixar dentro de você, assim como algo só se torna arte dentro de você mesmo.
Já o misticismo implica em "tem que fazer, tem que acreditar, tem que mudar de vida, eu tive uma iluminação, falei com Deus ou com o Universo e trago a verdade que você tem que aceitar"
Dizendo isso, você diz mais sobre você mesmo (e sobre a sua relação interna e psicológica com o sagrado) do que sobre o misticismo. Isso significa que, na verdade, isso tudo é o que você atribui ao misticismo. Misticismo, para você, significa isso. E, após projetar estas imagens sobre um conceito vazio, você refuta, recusa e rejeita estas mesmas imagens, pensando com isso estar refutando o misticismo, quando no fundo está apenas recusando seu próprio conceito de sagrado e transcendente...
Este contexto não existe para mim. Não se aplica à minha vida.
Quer você diga que sim, quer você diga que não, das duas maneiras você estará correto. Nenhum ser humano reage diretamente à realidade última, mas ao seu universo psicológico representativo e mapa conceitual e linguístico, que possui o mesmo tamanho das experiências e observações que fez em vida. Em outras palavras, suas experiências e conhecimentos determinam o limite de sua apreensão da realidade, e este limite determina as esferas e dimensões que você é capaz de acessar. A experiência do sagrado, como qualquer outra, ocorre dentro de você, e não fora. Por isso, o erro ateu-materialista no trato com o sagrado não é um erro lógico, mas um erro epistemológico. Por fim, você mesmo determina do que você necessita e desnecessita, e se você acordar de manhã e decidir que arte é isso e aquilo (conforme quiser projetar), e que não sente falta de arte, e que arte não existe, e que é inútil, e refutar, recusar e rejeitar a arte com toda a convicção do mundo, tudo que vai conseguir com isso é expulsar a arte de você mesmo, porque sua existência nunca se deu externamente. Enfim, com outras palavras, a arte continuará com a mão estendida, eternamente paciente e esperando em abnegação absoluta por sua reconciliação, pelo religare. A experiência direta e pessoal da arte permanecerá latente, como um botão de rosa, em estado de potência, por "infindáveis kalpas", até que você perceba que sua tarefa não é buscá-la, mas simplesmente buscar e encontrar dentro de si mesmo todas as barreiras que você construiu contra ela. Para quem é iniciado na ciência das analogias, não tenho mais nada a dizer. Para quem reclama que certas coisas são pessoais, internas e intransferíveis, lhes resta pensar em todas as outras que também o são. Assim sendo, encerro minha atividade por aqui e expresso meus mais sinceros votos de que as rosas floresçam em vossas cruzes.
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Papo Furado / Re:Tópico Coringa
« Última Mensagem: por Gigaview Online Hoje às 15:59:54 »
Assistindo ao Domingo Espetacular ontem, vi a placa comemorativa da queda da primeira bomba em Londres na 2ª Guerra Mundial.
Eis a placa:



O que tem de estranho nela?

Fiquei encucado com o 12:15 AM.
Existe esse tempo?
O repórter, ao lado dela, até falou "Meia-noite e quinze".
Ué?
Depois da meia-noite não tem mais nada daquele dia, muito menos quinze minutos.
Trata-se dos 15 minutos do dia seguinte, ou seja, 00:15 AM.

Não podia ser da tarde porque obrigatoriamente seria PM.

Afinal, seria ainda o dia 25 ou já seria o dia 26 de agosto?


Logo, lanço a questão aqui.
A placa está correta?
Ou fui eu que comi mosca?

Talvez tenha sido eu mesmo a me equivocar.
Uma inscrição gravada na pedra para a eternidade não carregaria um erro assim.
Mas onde está o meu erro?
Pela lógica do relógio com 12 horas + 12 horas para um dia completo, não cabe outra interpretação.


Existe até uma página com o Memorial da tal bomba:

Citar
Memorial
First City bomb in WW2 First City bomb in WW2
Plaque: First City bomb in WW2

Inscription
On this site at 12.15 am on the 25th August 1940 fell the first bomb on the City of London in the Second World War.

Site: First City bomb in WW2 (1 memorial)
EC2, Fore Street, Roman House

The engraved stone is below the window on the ground floor flank wall.

A London Inheritance has a photo of this corner immediately after the war, with no building and a temporary wooden plaque on a post: "Corporation of London. On this site at 12.15am on the 25th August 1940 fell the first bomb on the City of London in the Second World War."  The exact same wording.



Confusão nenhuma.... :?



Citar
The 12-hour clock is a time convention in which the 24 hours of the day are divided into two periods:[1] a.m. (from the Latin, ante meridiem, meaning before midday) and p.m. (post meridiem, meaning past midday).[2] Each period consists of 12 hours numbered: 12 (acting as zero),[3] 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, and 11. The 24 hour/day cycle starts at 12 midnight (often indicated as 12 a.m.), runs through 12 noon (often indicated as 12 p.m.), and continues to the midnight at the end of the day. The 12-hour clock was developed over time from the mid-second millennium BC to the 16th century AD.
https://en.wikipedia.org/wiki/12-hour_clock
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Mas a minha opinião verdadeira é que o Google é uma empresa privada e faz o que quer, não é uma democracia. Se eles quiserem colocar analfabetos pra serem engenheiros isso é problema deles, e dane-se a opinião do funcionário (este devia ficar calado e manter o emprego dele)

Tb acho.

Mas no mundo real o funcionário pode processar a empresa se sofrer assédio sexual ou assédio moral mas a empresa tb pode ser processada se uma funcionária disser que foi discriminada pelo modo de se vestir.

De um modo ou de outro o pessoal consegue arrancar dinheiro cavando um motivo.



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Papo Furado / Re:Tópico Coringa
« Última Mensagem: por Arcanjo Lúcifer Online Hoje às 15:29:26 »
Ficou confuso mesmo, por isso os militares usavam 24 horas.

Zero hora do dia tal, 23 horas e quinze minutos do dia tal, assim não confunde.

O dia começa a zero hora e acaba em 24 horas, assim não tem 24 horas e 1 minuto.

Pela placa imagino que a bomba caiu aos 15 minutos do dia 25.
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Ateísmo e Agnosticismo / Re:Chamar a crença dos outros de "muleta"
« Última Mensagem: por Fernando Silva Online Hoje às 14:40:42 »
Não porque a experiência mística não seja real (e o é, mais até do que a experiência convencional e cotidiana da realidade), mas porque ela ocorre dentro de você, e não fora. Da mesma forma, a Arte não é real. Você poderia muito bem escutar uma música e dizer "isso é apenas um monte de sons e silêncios, frequências, ondas, não passa disso", ou olhar para um quadro e dizer "isso são apenas umas moléculas de tinta sobre um pedaço de madeira", ou escutar alguém declamando poesia e dizer "é só um monte de carbono falando um monte de coisa com coisa". A Arte não está fora de você. Ela não tem existência real, externa, objetiva.
A arte existe, é real e palpável, seja ela tinta numa tela ou ondas sonoras. O que varia de uma pessoa para outra é a reação a uma determinada amostra de arte.

Quando falamos de misticismo, não temos nada de palpável, apenas conceitos e crenças. Tudo bem, podemos falar que, assim como a música e a pintura, tais conceitos e crenças provocam efeitos em algumas pessoas, mas acontece que a arte é um fim em si mesma: produzir algo belo e agradável que será recebido através de nossos 5 sentidos. Se funcionar para nós, ótimo, caso contrário, podemos ignorar.
Já o misticismo implica em "tem que fazer, tem que acreditar, tem que mudar de vida, eu tive uma iluminação, falei com Deus ou com o Universo e trago a verdade que você tem que aceitar".
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Em qual contexto é necessário agir de forma mística?
No contexto místico, ora.
Este contexto não existe para mim. Não se aplica à minha vida.
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Homem mais rico da China vive com R$ 40 por dia
Por Charles Nisz | Vi na Internet – 14 horas atrás

Ele começou vendendo picolés e hoje tem uma fortuna avaliada em US$ 20 bilhões (cerca de R$ 40 bilhões). Mas quem não conhece Zong Qing Hou não imagina a rotina do homem mais rico da China: ele come na mesma cantina dos funcionários e vive com R$ 40 por dia, segundo reportagem da rede de televisão britânica BBC.

'Gasto menos que meus empregados. Acredito na vida simples e dou dinheiro para a caridade. Apesar de ser rico, não serei odiado por isso', disse Hou, em entrevista na sede da sua empresa. Mas parece que o gene da frugalidade não foi passado adiante. A equipe de reportagem da BBC foi informada que o Lamborghini estacionado na frente da companhia pertence à filha do bilionário chinês.

Apesar de ser muito rico, Hou diz que o principal problema a ser enfrentado pelo próximo presidente chinês é justamente a desigualdade social. 'Muitos aqui ainda são pobres. Esse fosso social se tornou um problema enorme e fonte de muita insatisfação'. (vi no G1)


Foto: Reprodução/BBC

fonte

Isso é mentira. Então ele não viaja? Não tira férias? Se somar os gastos ocasionais dele dá muito mais que 40 dólares por dia de média. Só comer em cantina não quer dizer nada não
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O problema é que militar é treinado para matar o inimigo, coisa que ele não poderá fazer nas favelas sem ser condenado pelos "direitos dos manos". Vai levar tiro e, se reagir, será preso.

https://blogdopoliglota.com.br/2018/02/17/jair-bolsonaro-diz-que-intervencao-de-temer-no-rio-e-piada/
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Papo Furado / Re:Tópico Coringa
« Última Mensagem: por Gabarito Online Hoje às 14:07:17 »
Assistindo ao Domingo Espetacular ontem, vi a placa comemorativa da queda da primeira bomba em Londres na 2ª Guerra Mundial.
Eis a placa:



O que tem de estranho nela?

Fiquei encucado com o 12:15 AM.
Existe esse tempo?
O repórter, ao lado dela, até falou "Meia-noite e quinze".
Ué?
Depois da meia-noite não tem mais nada daquele dia, muito menos quinze minutos.
Trata-se dos 15 minutos do dia seguinte, ou seja, 00:15 AM.

Não podia ser da tarde porque obrigatoriamente seria PM.

Afinal, seria ainda o dia 25 ou já seria o dia 26 de agosto?


Logo, lanço a questão aqui.
A placa está correta?
Ou fui eu que comi mosca?

Talvez tenha sido eu mesmo a me equivocar.
Uma inscrição gravada na pedra para a eternidade não carregaria um erro assim.
Mas onde está o meu erro?
Pela lógica do relógio com 12 horas + 12 horas para um dia completo, não cabe outra interpretação.


Existe até uma página com o Memorial da tal bomba:

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Memorial
First City bomb in WW2 First City bomb in WW2
Plaque: First City bomb in WW2

Inscription
On this site at 12.15 am on the 25th August 1940 fell the first bomb on the City of London in the Second World War.

Site: First City bomb in WW2 (1 memorial)
EC2, Fore Street, Roman House

The engraved stone is below the window on the ground floor flank wall.

A London Inheritance has a photo of this corner immediately after the war, with no building and a temporary wooden plaque on a post: "Corporation of London. On this site at 12.15am on the 25th August 1940 fell the first bomb on the City of London in the Second World War."  The exact same wording.

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