Mensagens Recentes

Páginas: [1] 2 3 4 5 ... 10
1
Laicismo, Política e Economia / Re:Imagens políticas
« Última Mensagem: por Cinzu Online Hoje às 00:30:59 »


Os melhores ensinamentos da bíblia são ignorados por aqueles que tanto a pregam.
2
Laicismo, Política e Economia / Re:Quem será o próximo presidente?
« Última Mensagem: por Cinzu Online Hoje às 00:22:09 »
Se o PT ganhar vai ser um baita de um tapa na cara de quem deixou de votar no melhor candidato pra praticar o voto útil pensando que o Bozo era a melhor escolha contra o PT...

Pior ainda se algum candidato tipo Alckmin, Amoedo, Marina dispara na última semana e deixa de ir pro 2° turno por causa de 1 ou 2%
3
Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsonaro
« Última Mensagem: por Cinzu Online Hoje às 00:16:31 »

O que vc consideraria como prova absoluta de fraude eleitoral? O nome de um candidato que nem foi registrado aparecer na apuração da votação ou na urna?

Vamos esperar para ver o que acontece.

Para alguns o PT é tão poderoso que consegue fraudar uma eleição a nível nacional mesmo depois de ter sua  presidenta  retirada do poder. Ou talvez a explicação seja de que o impeachment  foi  tramado pelo PT em conluio com os outros partidos,  para então jogar a bomba no colo do Temer, e depois voltar triunfante ao poder. 


Isso até dá mais uma boa teoria da conspiração.

E de quebra fraudar todas as pesquisas eleitorais de instituições privadas, inclusive financeiras, sendo uma delas do Paulo Guedes (sim, Paulo Guedes é sócio-proprietário do BTG Pactual, que tem realizado pesquisas eleitorais).

Se houver fraude nestas eleições, não é muito mais lógico que sejam cometidas pelo PSDB ou PDMB? Os 2 partidos mais poderosos no momento?
4
Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsonaro
« Última Mensagem: por Cinzu Online Hoje às 00:12:29 »
Porque o Paulo Guedes está correndo de sabatinas? Especialmente aquelas onde há os outros economistas dos outros candidatos? Recomendacao do Bolsonaro, ou algum despreparo para lidar com as certas críticas que serao feitas?

Guedes correu de todos os debates com os outros economistas.

O PSL também está correndo de qualquer debate sobre qualquer tema. Hoje debateram "educação" no Roda Viva, e o PSL optou por não enviar nenhum representante.
5
Seria interessante, mas é todo um outro empreendimento, que ainda vai ter como base as pesquisas normais.

Será que com todas as pesquisas de todas as esferas acumuladas, e os resultados, alguém consegue bolar um modelo que se alimente das "primeras" e passe a prever o resultado quando este diverge das últimas? Duvido muito, mas seria interessante ver algo assim ser tentado, com essas coisas de deep learning laser quânticos com DNA vibracional e etc.

O estatístico Nate Silver é um famoso previsor de jogos de baseball e eleições nos Estados Unidos, escreveu um livro muito interessante chamado The Signal and the Noise ("O sinal e o Ruído" na publicação em português) onde ele ensina a forma correta de interpretar dados, mantendo atenção nas coisas que interessam (o sinal) e ignorando todo o resto (o ruído). Ele é citado como um previsor de sucesso no livro de Philip E. Tetlock e Dan Gardner "Superprevisões: A arte e a ciência de antecipar o futuro", devido ao sucesso de seu método. Um detalhe, este livro foi usado como base pelo próprio Átila no episódio que ele fez sobre previsões:

6
Seria interessante, mas é todo um outro empreendimento, que ainda vai ter como base as pesquisas normais.

Será que com todas as pesquisas de todas as esferas acumuladas, e os resultados, alguém consegue bolar um modelo que se alimente das "primeras" e passe a prever o resultado quando este diverge das últimas? Duvido muito, mas seria interessante ver algo assim ser tentado, com essas coisas de deep learning laser quânticos com DNA vibracional e etc.
7
O modelo deveria ser o de que devemos tentar prever o resultado das eleições, incluindo a incerteza entre agora e a data final, em vez de construir uma previsão que assuma os números das pesquisas atuais e implicitamente não assume mudanças.
8
Ele é candidato?



Citação de: Rodrigo Constantino
https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/artigos/diferenca-entre-o-projeto-de-mudanca-partido-novo-e-o-personalismo-salvacionista-de-bolsonaro/

[...] E aqui começa a resposta para valer: os seguidores aguerridos de Bolsonaro querem eliminar o PMDB, o PSDB, certamente o PT, querem destruir “tudo e todos” de forma um tanto jacobina, num passe de mágica, por decreto. Querem detonar o “sistema”, acabar com os “socialistas”. Nesse sentido, são revolucionários também. O discurso é todo antipolítica e personalista: Bolsonaro não precisará desses “conchavos” pois terá ao seu lado o povo!

Basta ler inúmeros comentários no meu texto para ver como não são poucos os que pensam assim. Percebe-se que não se debruçaram sobre as questões delicadas e práticas de um governo efetivo. Ou então são mesmo autoritários e antidemocráticos, não ligam para a democracia representativa e desejam um “déspota esclarecido” (ou, no caso, um “déspota íntegro”, já que esclarecido seria forçar demais a barra). Isso é um perigo!

Por que eu defendi o projeto do Novo desde o começo? Porque o Novo deixa claro que não pretende depender de algumas pessoas, mas sim defender ideias e princípios. Ou seja, trata-se mais de um movimento de mudança da mentalidade do que um projeto de poder político. Até aceito que pode ser meio ingênuo mesmo, que “fazer política” não é trivial, não é coisa para amadores, para engenheiros com boas intenções.

O Novo também tem essa pegada antipolítica, quer trazer os “outsiders”, já que a classe política não goza de credibilidade alguma. Quer evitar carreiristas políticos, o que pode ser romântico, já que uma vez acumulado o capital político, dificilmente ele será jogado no lixo (Bolsonaro está em seu sétimo mandato, não custa lembrar, e com três filhos também na política).

Mas ao menos o Novo tem um projeto de longo prazo calcado mais em ideias do que pessoas, e isso me atraiu (apesar de minhas críticas eventuais). Não é do meu perfil, menos ainda das minhas conclusões de anos de estudo, bajular um político, endeusar uma pessoa, concentrar minhas esperanças num governante. Ao contrário: sou cético com o poder, com a política, e por isso mesmo quero descentralizar o poder, retirá-lo dos políticos em geral e devolvê-lo para a sociedade.

Mas não será com um “déspota do bem” que isso vai acontecer, com uma pessoa, um político, concentrando todo o poder para consertar tudo e depois devolvê-lo para a sociedade. Sim, alguns seguidores de Bolsonaro chegaram a pregar exatamente isso. Eu desconfio de todo candidato a Robespierre. Eu desconfio de quem quer executar uma “limpeza geral” no sistema. Eu certamente desconfio de quem quer acumular poderes tirânicos em nome do povo para depois entregar-nos a liberdade. Era o papinho da “ditadura do proletário” de Marx, que depois aboliria voluntariamente o estado para se chegar ao comunismo, lembram?

[...]

Logo, eis aí a diferença básica entre ambos, do ponto de vista da governabilidade. O Novo não depende de uma pessoa, de um político, e não promete salvação milagrosa, não foca apenas nas próximas eleições, não deposita tudo ou nada em 2018. Não é esse seu jogo, sua meta, sua razão de existir. Se o Novo emplacasse algum candidato vitorioso nas próximas eleições, teria o mesmo problema de governabilidade de um Bolsonaro eleito. E teria que fechar com o PMDB também, eis a realidade.

Se alguém de um partido nanico chegar ao poder nesse atual sistema, e antes de uma completa renovação do Congresso (o que só será possível com a mudança da mentalidade do povo e do próprio sistema político, com a adoção do voto distrital, por exemplo), não será capaz de governar sem acordo com os grandes partidos. Isso é óbvio! A alternativa é fechar o Congresso, decretar-se ditador e governar em nome do “povo”. Mas isso nunca acaba bem.

Isso não quer dizer, por certo, que alguém com um perfil melhor, mais honesto e mais liberal ou conservador, não possa realizar mudanças importantes no governo. Pode sim. Mas é preciso ser realista quanto aos limites dessas mudanças. Até porque a expectativa elevada demais produz apenas decepção igualmente alta, o que pode ser um perigo. A frustração excessiva leva justamente à perda de confiança no sistema, na democracia, e é um prato cheio para revoluções sangrentas que costumam acabar mal.

Não descarto uma situação limite em que até essa “saída” seja menos pior do que manter o “sistema”. Basta pensar no caso venezuelano, em que a democracia já foi para o espaço faz tempo, e que pegar em armas contra a ditadura é uma atitude legítima. Mas isso significa que as instituições já faliram por completo, e não creio que o Brasil tenha chegado lá (ainda).

Esse é o discurso, aliás, dos próprios comunistas: acham que o “sistema” é capitalista opressor, dominado pelas elites, uma ditadura disfarçada, e que isso justifica a violência redentora. Daí MST, MTST, black blocs e tutti quanti. Não me agrada o mesmo tipo de pensamento “do lado de cá”, à direita. Por isso defendo o projeto do Novo: por entender que é um projeto realista, de longo prazo, uma maratona em vez de uma corrida de cem metros rasos. [...]
9
Laicismo, Política e Economia / Re:Por que NÃO VOTAR no Ciro Gomes?
« Última Mensagem: por Gigaview Online Ontem às 22:56:54 »
10
Agora resta saber quando o Constaniolavo vai ser chutado DO Novo.
Páginas: [1] 2 3 4 5 ... 10
Do NOT follow this link or you will be banned from the site!