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Ceticismo / Re:Que Deus abençoe o Ceticismo
« Última Mensagem: por Spencer Online Hoje às 00:17:35 »
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  Além disso, conforme o Giga bem pontuou: o mais comum é haver lembranças do passado sem desejos de vingança. Filhos maltratados pelos pais dificilmente se tornam vingativos; esposas agredidas são mais perdoadoras que outras coisas, e assim por diante..
Se assim ocorre na presente vida, onde as lembranças são mais frescas e as cicatrizes visíveis, por que não ocorreria com vidas anteriores, se as houvesse?

Parece que o ingênuo agora não sou eu. Dizer que é mais comum o homem perdoar; que filhos maltratados dificilmente refletem o trauma no comportamento...
Em qual mundo estão vivendo; não vêem os jornais? Marido mata a ex e põe fogo no corpo quando esta se encontrava com o namorado. Nardonis e  Richthofens
revelam o resultado de convivências familiares conflituosas, queima de arquivos, vinganças e desforras, todo o tempo em todos os lugares.
Ou seja, para a contra argumentação não se pejaram em criar um ser humano ideal, utópico.
Claro que sempre existe o perdão neste ou naquele caso, mas todos sabem que não é regra geral, pelo contrário; ainda estamos com Talião, olho por olho.

Mas o ponto das recordações "apenas parcial", ou seja, recorda-se o quê, mas não com quem, é impraticável, explico.
A formação de um novo corpo depende quase exclusivamente da genética, mas o o espírito reencarnante, através de um processo denominado, em termos gerais, de miniaturização em que assume a forma fetal, tem, por causa disto, todo o sistema nervoso reformatado, a se desenvolver com o novo corpo físico. Como introduzir memória parcial, ou em que momento do desenvolvimento daquele corpo; e se a parte do cérebro que retém a memória não pode ser fatiada para introduzir ou retirar algo que não é físico. 
Não se esqueçam que na tese espiritista a biologia, a química, a neurologia e todas as ciências ligadas a formação de um corpo estarão a pleno vigor.
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Música, Arte e Cultura / Re:O que estás lendo?
« Última Mensagem: por Mustakrakish Online Hoje às 00:15:59 »
Terminei "História de Sua Vida e Outros Contos" do Ted Chiang (que simplesmente derreteu meu cérebro em "Entenda") e passei a ler (finalmente) "Freakonomics" - que está me deixando inclinado a estudar Estatística e Big Data numa pós-graduação da vida.

Próximo da lista: Sapiens!

 :hihi:
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e agora com esse duplo preenchimento, estão em êxtase.




 :histeria:
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Ceticismo / Re:Paleodieta
« Última Mensagem: por -Huxley- Online Ontem às 23:55:37 »
Sobre a teoria da justificação da Paleodieta, o médico Tim Spector já falou em O Mito das Dietas:

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Na minha opinião, a principal deficiência da teoria é não considerar os últimos estudos genéticos ou evolucionários e tratar os seres humanos como autômatos rígidos e imutáveis. Além disso, ela se esquece dos trilhões de micróbios que levamos conosco, que vêm se adaptando e evoluindo. E, de qualquer forma, podemos ter certeza do que os nossos ancestrais realmente comiam?

Tim Spector menciona que a evidência mostra que 100 gerações já são suficientes para a seleção natural mudar a história de vida alimentar da população humana em nível de organismo humano, e quanto aos micróbios que levamos conosco, nem se fala. Tudo isso mostra que o nosso corpo teve tempo para evoluir ou se adaptar a muitos alimentos típicos de dietas do período pós-revolução agropecuária (leite e laticínios, grãos, legumes ricos em amido, etc.)
   
No livro Dieta Sem Dogmas de Matt Fitzgerald mostra que, num passado distante, os hominídios foram consumidores abundantes de grãos, comida demonizada na Paleodieta. Segundo Fitzgerald, relacionado a isso, talvez esteja um estudo que mostrou que nativos africanos que mudaram para uma dieta em vegetais ricos em amido apresentaram surpreendente plasticidade fenotípica na amilase salivar.   

A desonrosa revista Superinteressante recentemente mostrou que um pesquisador da Universidade de Sydney mencionou que o fogo tinha um papel em tornar as sementes e as raízes bem mais comestíveis no Paleolítico, o que desmente a tese que é certeza que nossos ancestrais do Paleolítico não comiam um monte de carboidratos.

A Paleodieta não é a "dieta do argumento evolutivo", ela é a "dieta do ancestral".
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Ateísmo e Agnosticismo / Re:Qual o pior argumento em favor da existência de Deus?
« Última Mensagem: por Mustakrakish Online Ontem às 23:53:55 »
Mas que link excepcional esse último, hein!
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Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsonaro
« Última Mensagem: por Gauss Online Ontem às 23:05:11 »
Ok... Já que os Argumentos não foram bem Recebidos começamos um Novo Round...  1 x  0 Para os Armamentistas...

Começo com a pergunta, será que realmente vale a pena liberar/facilitar a compra de armas num país? Visto que por exemplo o  Japão possui o Menor número de armas por habitantes do Mundo, E também possuem uma das menores Quantidades  de homicídios no  mundo ( Apenas 5 homicídios em 1 ano... )

Então Tendo em Mente que é possível chegar a segurança plena sem  liberar/facilitar a compra de armas num país... Qual seria a real intenção de  liberar/facilitar a compra de armas? Seria apenas uma Paranoia Libertária?  Tipo essa?


Primeiro: A causa da pequena taxa de homicídios no Japão não passa exclusivamente no porte de armas, visto que há diversas maneiras de cometer um  assassinato, como o uso de armas brancas (facas e objetos cortantes), por exemplo. É mais que comprovado que há diversos fatores que tornam um país mais ou menos violento, como o nível de educação da população, nível de emprego, desenvolvimento, cumprimento e rigidez de leis, liberdade econômica, cultura, tráfico de drogas, etc. Se a causa de homicídios passasse exclusivamente por desarmamento, a taxa de homicídios no Brasil  não daria esse salto desde 2004/2005.



Segundo: Armamento pesado é diferente de pistolas e revólveres. O direito de compra e porte de armas defendido pelos """armamentistas""" é apenas de armas leves, no máximo fuzis semi-automáticos. Armas de uso exclusivo das Forças Armadas continuariam tendo seu direito de porte controlado pelo Exército. Trazer como exemplo para discussão um devaneio que nem ao menos é defendido seriamente pelos defensores do direito de compra e porte de armas de fogo é um desvio que pode se caracterizar como uma Falácia do Espantalho.
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Ciência, Tecnologia e Saúde / Re:Dicas de malhação e boa forma
« Última Mensagem: por -Huxley- Online Ontem às 23:03:24 »
O livro Emagreça Sem Fome (Editora Zahar) traz dados interessantíssimos sobre assuntos polêmicos.

A frutose é tóxica? Naquilo que talvez foi o único ensaio clínico acerca do assunto, um estudo publicado na South African Medical Journal com dezessete participantes numa dieta quase totalmente composta por frutas praticamente não encontrou efeito adverso, pelo contrário, os indicadores de perda de peso e fatores de risco de doenças cardíacas tenderam a melhorar. Isso é uma evidência de que o açúcar, quando envolvido num bom pacote de fibras das frutas, é relativamente inofensivo, senão totalmente inofensivo.

Adoçantes artificiais são saudáveis? Mesmo quando não induzem uma excessiva secreção de insulina, alguns adoçantes causam distúrbios metabólicos que contribuem direta ou indiretamente para que as células de gordura aumentem.

E aquela história de que "gordura engorda"? Embora a teoria de que "a gordura engorda" tenha sido bem popular na comunidade médica pelo menos até a década de 1990, o que os estudos mostram é justamente o contrário: as dietas ricas em gorduras são as que mais ajudam na perda de peso. Desde que se coma a proporção de gordura insaturada e ômega 3 na faixa correta, não há qualquer problema em consumir uma porcentagem de calorias provenientes da gordura que esteja bem acima do que os institutos de saúde recomendaram no passado recente.

E quanto à gordura saturada? Embora ela não seja um alimento saudável para os que querem prevenir o sobrepeso/obesidade, já que ela pode causar inflamação crônica e resistência à insulina, a mesma está muito distante de fazer jus à fama de inimiga número 1 da saúde pública:

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Além disso, as gorduras saturadas não são todas iguais. As presentes nos laticínios parecem ser mais saudáveis do que as da carne vermelha. Ácidos graxos de cadeia mais curta, como as encontradas no coco, são metabolizados depressa e não ficam presos por tempo suficiente para causar muitos problemas. E, para complicar ainda mais, a quantidade e o tipo de carboidrato da dieta influenciam na forma como a gordura afeta os lipídeos no sangue, com a gordura saturada e os carboidratos processados sendo uma combinação especialmente perigosa. Assim, sem o pão, a manteiga pode ser relativamente benigna.


Qual a dieta que melhor funciona para a perda de peso/gordura? As dietas com severa restrição de carboidratos (e boa qualidade dos carboidratos) como a de Atkins são as que apresentam resultados mais rápidos, mas as dietas de baixo índice/carga glicêmica também são muito eficazes, embora mais lentas.

Para as pessoas que sofrem com excesso de peso e/ou fome, Ludwig tem uma dieta de três fases cujos macronutrientes carboidratos/proteínas/gorduras são distribuídos em 25%/25%/50% na Fase 1 (que normalmente dura 2 semanas), 35%/25%/40% na fase 2 (que dura normalmente algumas semanas ou meses) e 40%/20%/40% na fase 3 (a definitiva). Em todas as fases, a qualidade dos carboidratos exerce um papel fundamental, com os alimentos de maior carga glicêmica sendo liberados ao longo das fases da dieta e os alimentos de menor carga glicêmica tendo uma recomendação maior (esqueci de por "tangerina" na lista anterior do post de 21 de maio de 2017):

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Carga glicêmica baixa

Legumes e verduras: abacate, abobrinha, acelga, acelga chinesa (bok choi), acelga roxa, aipo, alcachofra, alface, alho-poró, aspargo, berinjela, brócolis, broto de alfafa, broto de bambu, broto de feijão, castanhas-d´água chinesas, cebola, cebolinha, cenoura, cogumelo, couve, couve-crespa, couve-de-bruxelas, couve-flor, couve-rábano, ervilha-torta, espinafre, folhas de mostarda, nabo, pepino, pimentão, quiabo, rabanete, repolho, tomate, vagem.

Frutas: ameixa, cereja, damasco, frutas vermelhas, kiwi, laranja, lima, limão, maçã,nectarina, pera, pêssego, tangerina, toranja, uva.

Leguminosas: ervilha seca, feijão (todos os tipos), feijão-fradinho, grão-de-bico, homus, lentilha.

Nozes e castanhas: amêndoa, amendoim, avelã, castanha-de-caju, castanha-do-pará, macadâmia, noz, noz pecã, pasta de amendoim sem adição de açúcar, pistache.

Sementes: (de) abóbora, chia, gergelim, girassol.

Laticínios: iogurte sem adição de açúcar, leite, queijo.

Grãos: nenhum.

Sobremesas, doces e guloseimas: chocolate amargo (mínimo 70% de cacau).

Carga glicêmica média

Legumes e verduras: abóbora, abóbora-menina, batata-doce, beterraba, ervilhas sem a vagem, inhame, pastinaca.

Frutas: abacaxi, banana, banana-da-terra, frutas em lata sem adição de açúcar, frutas secas, mamão, manga, melancia, melão cataloupe, melão verde, purê de maçã.

Leguminosas: nenhuma.

Nozes e castanhas: pasta de amendoim com adição de açúcar.

Sementes: nenhuma.

Laticínios: iogurte com adição de açúcar, leite achocolatado.

Grãos: amaranto, arroz integral (varia, de acordo com o tipo), arroz selvagem, aveia, centeio, cereal matinal rico em fibras, cevada, farro, grão de trigo, macarrão, milho, pão minimamente processado (incluindo pão integral, essênio e o de farinha moída no moinho de pedra), quinoa, trigo-sarraceno.

Sobremesas, doces e guloseimas: achocolatado, sorvete.

Carga glicêmica alta

Legumes e verduras: batata comum.

Frutas: sucos e bebidas de frutas.

Leguminosas: nenhuma.

Nozes e castanhas: nenhuma.

Sementes: nenhuma.

Laticínios: nenhum.

Grãos: arroz branco, biscoito salgado, bolo de arroz, cereal matinal com pouca fibra, cuscuz de sêmola de trigo, massa de tacos, panqueca, pão ultraprocessado (incluindo bagel, brioche, broa de milho, pão árabe e pão branco), pipoca, pizza, pretzel, tortilha, waffle.

Sobremesas, doces e guloseimas: bala, batata de saquinho, bebidas açucaradas, biscoito doce, bolo, browie, creme inglês, rosquinha, sorbet, torta.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsonaro
« Última Mensagem: por vithor Online Ontem às 22:45:46 »
Ok... Já que os Argumentos não foram bem Recebidos começamos um Novo Round...  1 x  0 Para os Armamentistas...

Começo com a pergunta, será que realmente vale a pena liberar/facilitar a compra de armas num país? Visto que por exemplo o  Japão possui o Menor número de armas por habitantes do Mundo, E também possuem uma das menores Quantidades  de homicídios no  mundo ( Apenas 5 homicídios em 1 ano... )

Então Tendo em Mente que é possível chegar a segurança plena sem  liberar/facilitar a compra de armas num país... Qual seria a real intenção de  liberar/facilitar a compra de armas? Seria apenas uma Paranoia Libertária?  Tipo essa?

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Ciência, Tecnologia e Saúde / Re:Dicas de malhação e boa forma
« Última Mensagem: por -Huxley- Online Ontem às 22:17:17 »
O estudo de Holt et al sobre saciedade citado pelo blog Ciência da Nutrição já tinha rebatido por David Ludwig no artigo dele mostrado no meu post de 21 de maio:

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Esse é um dos tópicos mais interessantes, porque normalmente é um dos mais exaltados quando o assunto é índice glicêmico. Ao serem avaliadas, fome e saciedade podem ser estudados de duas formas: aguda e crônica.

O efeito agudo se refere à influência que as dietas têm no curto prazo. Nesse caso, quando falamos apenas em dietas de baixo IG (não necessariamente considerando o impacto real sobre a CG), a literatura científica sugere de forma consistente que essas dietas não promovem maior saciedade ou maior redução na fome. Além do mais, nesse ano de 2016 foi publicada uma meta-análise, incluindo 11 ensaios clínicos randomizados, que verificou que refeições (café da manhã) com baixo ou alto IG possuem o mesmo efeito sobre a fome e a saciedade, não havendo diferenças no consumo energético das refeições subsequentes ao longo do dia.

Mesmo assim, ainda temos alguns trabalhos científicos mostrando justamente o contrário do que normalmente é falado: refeições e alimentos com maior IG podem levar a uma maior sensação de saciedade. Em um estudo de 2014 realizado no Reino Unido, os homens que participaram da pesquisa relataram uma menor sensação subjetiva de fome logo após o café da manhã (refeição realizada no laboratório) e também ao longo do resto do dia (refeições realizadas em casa, mas com alimentos providenciados pelos pesquisadores). De forma semelhante, em um estudo de 2002, o consumo de batata inglesa — um alimento conhecido pelo seu elevado IG — levou a uma maior sensação de saciedade do que a ingestão de cevada (com menor IG) em pessoas idosas.

Além disso, em um estudo clássico de 1995 que desenvolveu o conceito de índice de saciedade dos alimentos, Holt e colaboradores verificaram que a batata inglesa cozida, apesar do seu alto IG, foi o alimento com maior capacidade de induzir saciedade entre todos as amostras testadas. E esse resultado é bastante interessante porque a batata foi superior não apenas a outros alimentos ricos em carboidratos que possuem menor IG, mas também em relação àqueles tradicionalmente classificados com maior capacidade de induzir saciedade (ricos em proteínas), tais como carne bovina e peixe — e que possuem IG = 0, já que essencialmente não possuem carboidratos em suas composições.

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8. Comidas que levam a maiores níveis sanguíneos de glicose e insulina não resultam em maior fome subsequente. O estudo mais aprofundado examinou 38 comidas comuns e não descobriu relacionamento entre o índice glicêmico e a fome subsequente, e um relacionamento inverso entre níveis de insulina e fome (ou seja, comidas que causavam a maior liberação de insulina tendiam a ser mais saciantes ; 17).

Os problemas metabólicos que se seguem a uma dieta de alta carga glicêmica ocorrem várias horas após comer. A revisão citada por Guyenet, de 20 anos atrás, examinou respostas glicêmicas e insulinêmicas 2 horas depois da refeição. Conforme extensivamente revisado [Ludwig], os problemas metabólicos com comidas de alta carga glicêmica emergem tarde no período pós-prandial (cerca de 3 a 5 horas depois), quando a disponibilidade de combustíveis metabólicos é reduzida [Ludwig, Walsh,Ludwig, Roberts]. Análises que falham em distinguir entre efeitos rápidos (quando a glicemia aumenta) e efeitos tardios (quando os combustíveis metabólicos decrescem) serão desinformativos.

É comum que se diga que as dietas de baixo IG/GC não funcionem, porém...

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Em pessoas aparentemente saudáveis, ou sem problemas de saúde claramente manifestos, a literatura sugere consistentemente que, no médio e longo prazo, a adoção dessas dietas parece não exercer efeito benéfico nos níveis de hemoglobina glicada (HbA1c) — um dos melhores marcadores de controle glicêmico que temos na prática.

Em primeiro lugar, "o que a literatura sugere consistemente" tem pouca importância, pois a maioria dos estudos estariam no caminho errado em termos de controle. Ludwig afirma que, diferentemente das pesquisas farmacológicas, as pesquisas de dieta de perda de peso são subfinanciadas - raramente recebem mais que algumas centenas de milhares de dólares. Isso ocorre em detrimento da qualidade (Retirado do livro Emagreça Sem Fome):

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Em geral, as intervenções implicam apenas uma orientação do que comer, mas sem qualquer ajuda real na compra dos alimentos ou no preparo das refeições. Com esse apoio limitado, a maioria dos participantes em estudo de dieta não muda muito de comportamento de comparação (por exemplo, pessoas as quais foi atribuída uma dieta de baixo teor de gordura versus uma dieta de baixo teor de carboidratos acabam não comendo muito diferente um dos outros. Não surpreende que esses estudos produzam tão pouca perda de peso em ambos os grupos.

Felizmente, segundo ele, alguns estudos foram bem conduzidos, ele deu exemplos no artigo que postei tempos atrás: http://www.lowcarb-paleo.com.br/2016/01/
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Ciência, Tecnologia e Saúde / Re:Lingüística
« Última Mensagem: por Gauss Online Ontem às 22:14:10 »
Verdade. Uma boa maneira de observar isso é na tradicional música yodelling cantada pelos austro-bávaros-suíços. A língua parece fluir de maneira mais suave na pronúncia do Alto-Alemão.

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