Enquete

Qual das promessas de campanha abaixo você acha mais provável que seja cumprida por Trump?

Deportação de cerca de 3 milhões de imigrantes ilegais
1 (4.3%)
Construção de um muro na fronteira com o México
2 (8.7%)
Revogação do acordo nuclear iraniano
1 (4.3%)
Extinção do Obamacare
10 (43.5%)
Revogação da assinatura do Acordo Climático de Paris
9 (39.1%)

Votos Totais: 22

enquete encerrada: 14 de Janeiro de 2017, 01:17:02

Autor Tópico: Governo Trump  (Lida 35739 vezes)

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Offline Geotecton

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Re:Governo Trump
« Resposta #1775 Online: 07 de Dezembro de 2017, 01:05:27 »
Reconhece e afirma que Jerusalém pertence única e exclusivamente a Israel, descartando a possibilidade da existência de dois estados com a capital comum lá.

Enfim, foi um ato político desastroso para cumprir uma (das várias) promessa idiota de campanha.
Foto USGS

Offline FZapp

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Re:Governo Trump
« Resposta #1776 Online: 07 de Dezembro de 2017, 09:33:55 »
Reconhece e afirma que Jerusalém pertence única e exclusivamente a Israel, descartando a possibilidade da existência de dois estados com a capital comum lá.

Enfim, foi um ato político desastroso para cumprir uma (das várias) promessa idiota de campanha.

Mas ele falou que era indivisível por exemplo? Acho que não. Está apostando em forçar a presença de Israel, talvez a pressão interna seja forte (de votantes judeus americanos por exemplo).
--
Si hemos de salvar o no,
de esto naides nos responde;
derecho ande el sol se esconde
tierra adentro hay que tirar;
algun día hemos de llegar...
despues sabremos a dónde.

"Why do you necessarily have to be wrong just because a few million people think you are?" Frank Zappa

Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1777 Online: 07 de Dezembro de 2017, 17:13:20 »
É muito divertido acompanhar tanta coisa acontecendo.
Haja pipoca!

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Tudo que você precisa saber sobre Trump e a imprensa
7 de dezembro de 2017

Eis tudo que você precisa saber para filtrar o que lê sobre Trump na grande imprensa: esta odeia aquele, e vai sempre enxergar as decisões do presidente por um filtro ideológico. O motivo é basicamente este: Trump é um homem de resultados, e os jornalistas, quase todos de esquerda, são pessoas que aderiram à visão estética de mundo, onde a retórica vale mais do que os resultados. É por isso que morriam de amores por Obama, o rei do discurso vazio e politicamente correto.

Trump é claramente alguém que consegue fazer coisas, inclusive cumprir promessas de campanha, algo raro na política. Não parece muito preocupado com o crédito das ações, com os aplausos da plateia ou, pior, da mídia. E isso é desesperador para esses “formadores de opinião” acostumados ao mundo encantado de Washington ou de Bruxelas, ao tapete vermelho e ao luxo na ONU, onde sobram discursos bonitos e faltam resultados bons para mostrar. Trump não liga para a esquerda caviar, e isso é imperdoável para a esquerda caviar.

Anda circulando uma lista de conquistas atribuídas a Trump pelas redes sociais, em apenas seis meses de governo. Nem tudo deve ser colocado em sua conta, como criação de empregos, mas não deixa de ser curioso lembrar que os “especialistas” alertavam para um apocalipse no caso de sua vitória, e estamos vendo o oposto disso. Em que pesem exageros e propostas ainda não concretizadas, a coisa aponta para uma direção interessante. Eis a lista de “conquistas” de Trump:

1 - Reduziu a dívida americana em 100 Bilhões de dólares!;
2 - Está realizando uma reforma administrativa da máquina estatal e promovendo cortes de gastos administrativos do governo;
3 - Abriu uma auditoria para inspecionar os gastos públicos;
4 - Estabeleceu um exemplo ao doar todo seu salário de presidente dos EUA!!!
5 - A folha de pagamento da Casa Branca é de 5,1 milhões de dólares mais baixo que seu predecessor Obama.
6 - O número de pessoas desempregadas é o menor em 16 anos;
7 - Anunciou corte bilhões de dólares em financiamento da ONU;
8 - Desde quando Trump foi eleito, foram criados mais de 600 mil empregos;
9 - O aumento na demanda por mão-de-obra já está elevando os salários reais dos trabalhadores e diminuindo a dependência de programas governamentais;
10 - O número de pessoas que dependem de benefícios como o seguro desemprego é o menor desde janeiro de 1974;
11 - Apresentou um programa de reforma tributária, que realizará uma simplificação e uma diminuição drásticas dos impostos (já aprovado);
12 - Recriou o Conselho Nacional Espacial, ampliou o orçamento da NASA e estabeleceu o objetivo de colocar o homem em Marte até 2030, com a finalidade de facilitar o desenvolvimento de novas tecnologias;
13 - Está pressionando a China e a Rússia e criando um ambiente sem precedentes para conter as loucuras da Coréia do Norte;
14 - Reverteu as mudanças promovidas pelo Governo Obama que favoreciam a ditadura cubana;
15 - Encerrou o programa da CIA que armava os rebeldes sírios (dentre os quais, muitos eram ligados à Al Qaeda e ao próprio ISIS);
16 - Anunciou a expansão de 21 bilhões de dólares no orçamento das Forças Armadas;
17 - Conseguiu a libertação de inúmeros prisioneiros civis e militares no exterior;
18 - Acordou a venda de recursos energéticos americanos para a Polônia, dando autonomia e independência para o seu maior aliado no Leste Europeu;
19 - Escolheu, para sua primeira viagem internacional como presidente, um itinerário simbólico que incluía Jerusalém, Riyadh, o Vaticano e Bruxelas;
20 - Realizou um dos melhores discursos da história recente em Varsóvia na Polônia, se comprometendo a defender a Civilização Ocidental;
21 - Reduziu em 73% a travessia ilegal das fronteiras americanas;
22 - Aumentou em 38% a prisão de imigrantes ilegais (repetindo - ILEGAIS);
23 - Aumentou em 40% a deportação de imigrantes ilegais;
24 - Aprovou o banimento temporário do ingresso de pessoas originárias de um grupo de Estados falidos ou que financiam o terrorismo (agora definitivo);
25 - Reduziu em 50% a recepção de refugiados;
26 - Os perseguidos (cristãos e outras minorias) passaram a ter prioridade frente aos perseguidores (terroristas islâmicos) no programa de refugiados;
27 - Está tomando providências para estabelecer um programa para vetar o ingresso de extremistas;
28 - Tornou o Departamento de Justiça um ambiente menos hostil para os policiais e outros agentes de segurança;
29 - Facilitou o processo de levantamento de fundos e de orçamento por parte das polícias locais;
30 - Aprovou uma lei que facilita e agiliza o auxílio para a família de policias mortos em atividade;
31 - Identificou um esquema fraudulento no sistema de saúde envolvendo 412 pessoas e o desvio de 1.3 bilhões de dólares;
32 - Tomou providências para desregulamentar o setor energético, o que já tem gerado milhares de empregos;
33 - Ampliou a área do Alaska que pode ser explorada para a extração de recursos energéticos;
34 - Pediu uma reforma do Departamento de Energia para agilizar o processo de aprovação de operações de exploração de gás e petróleo;
35 - Eliminou uma lei que impedia a criação de novas operações de extração de petróleo do fundo do mar e solicitou uma revisão de todas as regulações do setor energético;
36 - Cortou o financiamento de organizações que promovem o aborto no exterior;
37 - Aprovou medidas que asseguram e ampliam as liberdades religiosas;
38 - Anunciou o fim da intervenção federal na educação de crianças de até 12 anos;
39 - Reverteu a lei que permitia que os estudantes de escolas públicas utilizassem o banheiro destinado a pessoas do sexo oposto;
40 - Foi o primeiro presidente, desde Ronald Reagan, a discursar na convenção anual da NRA, a Associação Nacional de Rifles, maior responsável pela manutenção do direito de portar armas nos EUA e no mundo;
41 - Mike Pence, seu vice, foi designado para fazer um discurso na Marcha Anual pela Vida, se tornando o primeiro vice-presidente da história a participar do evento;
42 - Em vez de realizar o seu primeiro discurso de formatura na Universidade de Notre Dame, como todos os presidentes, Trump fez seu primeiro discurso numa universidade conservadora, a Christian Liberty University. No discurso, ele lembrou que "na América, não adoramos o governo, nós adoramos Deus e Deus somente";
43 - Ainda em seu primeiro dia de governo, ele retornou o busto do Primeiro Ministro britânico Winston Churchill ao Salão Oval, de onde o Obama havia o removido. Ele também aceitou a oferta do Reino Unido de emprestar outro busto de Churchill para a Casa Branca.
44 - Em junho, o Homeland Security anunciou o corte do financiamento para inúmeras organizações islâmicas que recebiam fundos do Governo Obama.
45 - O Departamento de Justiça abriu um processo contra dois médicos e uma terceira pessoa por realizarem mutilação genital no território americano, a primeira demonstração de executar a lei que proíbe esse ato desde que ela foi criada em 1996.

Faltam algumas coisinhas aí, como a indicação de um justice originalista respeitado como Gorsuch para a Suprema Corte, e agora a transferência da embaixada americana em Israel para Jerusalém, o que foi motivo de emocionado agradecimento do primeiro ministro Netanyahu, e ódio do Hamas – e dos jornalistas. Sobre isso, Paulo Figueiredo comentou:

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a. Israel recebe uma média de 3 ataques por MÍSSEIS todos os dias desde 2001. Já foram mais de 16 mil desde então. A mídia internacional nem noticia. A ONU faz cara de paisagem e reclama da truculência de Israel.

b. Trump resolveu reconhecer de vez Jerusalém como capital de Israel. A mídia diz que o presidente americano é um idiota, provocador e causador da terceira guerra mundial. A ONU convoca uma reunião de emergência.

Se você não percebe que tem algo de errado, há algo de errado com você.

Os terroristas palestinos atacam Israel diariamente, e a mídia ignora. Agora, vai culpar Trump pelos ataques. É muita desonestidade. Como tudo aquilo que sai da grande mídia sobre Trump. Como não explicar isso pelo viés ideológico, pela obsessão por palavras em vez de resultados? Se fosse para analisar os resultados, afinal, haveria muito que elogiar na gestão, não é mesmo?

Mas o viés é tanto que mata a lógica. O jornalista Jorge Pontual, da GloboNews, chegou a dizer que o governo Trump estava prendendo e deportando imigrantes ilegais que não cometiam crime algum. Como é?! O imigrante é ilegal porque já cometeu um crime ao menos, o de não ter uma documentação legalizada para poder permanecer no país. O óbvio ululante, e o “gênio” nem percebe.

Ao julgar pela turma da GloboNews, aliás, Trump não passa de um maluco perigoso, um imbecil fascista, um idiota completo. Era a mesma turma de “especialistas” que garantia que Trump não tinha a menor chance de vitória. Guga Chacra e Caio Blinder, por exemplo, vão demonizar Trump até o final, cantar seu iminente impeachment a cada instante, e jamais reconhecer que estavam errados. Essa opção está simplesmente descartada. Motivo? Viés ideológico. Flavio Morgenstern ironizou:



Isso quer dizer que Trump é perfeito, infalível, acerta sempre? Claro que não! É perfeitamente legítimo apontar defeitos, criticar o presidente, ficar até mesmo preocupado com seu estilo meio impulsivo. Mas daí a não fazer análise de verdade, buscando a imparcialidade, reconhecendo os vários acertos, vai uma longa distância, que separa o jornalista sério do militante ideológico.

O fato mais espantoso sobre isso até aqui é o seguinte: a mídia mainstream esteve errada sobre Trump em praticamente tudo! Mas é incapaz de fazer um mea culpa, de pedir desculpas, de mudar o tom, de analisar com um pouco mais de boa vontade as ações do presidente republicano. Ao contrário: intensifica o ataque, distorce ainda mais os fatos, dobra a aposta, vira “Fake News” torcedora com mais vontade ainda.

O público não é trouxa, percebe o abismo entre as reportagens e os resultados que observa. Trump tem comprado briga com os inimigos certos, tem demonstrado coragem e clareza moral, tem tomado decisões difíceis que outros presidentes, que preferiam jogar para a plateia, evitavam. Não dá para não reconhecer seus méritos, mesmo admitindo que o homem tem um jeitão que produz certa instabilidade para quem está acostumado com o padrão do establishment.

Se Trump continuar assim, tem o “risco” de se tornar o melhor presidente americano, superando até mesmo Ronald Reagan. Este, não custa lembrar, também era retratado como um cowboy beligerante, um imbecil total, um ator de quinta categoria que levaria o mundo à terceira guerra. O resultado? O fim da União Soviética, a queda do Muro de Berlim, e uma economia pujante que nunca produziu tanta riqueza assim antes.

O mundo pode ser dividido entre aqueles que focam nos resultados, e aqueles que focam nos belos discursos, na retórica, na estética. Obama era o Deus para esse segundo grupo. Reagan e agora Trump se mostram líderes respeitáveis para o primeiro.

Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1778 Online: 07 de Dezembro de 2017, 17:49:56 »
Essa fila vai andar. Já começou a se mexer:

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República Checa reconhece Jerusalém como capital de Israel
Ministério de Relações Exteriores do país reconhece a porção ocidental cidade como capital israelense
Por Da redação
6 dez 2017, 22h10 - Publicado em 6 dez 2017, 21h04

A República Checa anunciou nesta quarta-feira o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel. Ao contrário da decisão do presidente americano Donald Trump, o país fez ressalvas sobre a medida, que foi comunicada por seu ministério de Relações Exteriores. O jornal Times of Israel e a rede americana CNN informaram sobre a resolução.

“A República Checa, antes da assinatura de um acordo de paz entre Israel e Palestina, reconhece Jerusalém como a capital de Israel nas fronteiras dos contornos demarcados de 1967”, lê-se o comunicado do ministério, referindo-se ao território israelense antes da Guerra de Seis Dias, quando forças judaicas capturaram a porção oriental da cidade que estava sob controle jordaniano desde 1948.

Em termos práticos, Praga assume que a parte ocidental de Jerusalém corresponde à capital israelense. A cidade como um todo, contudo, “é a capital futura de ambos os estados, ou seja, o Estado de Israel e o futuro Estado da Palestina”, diz a mensagem, que alega que o posicionamento é compartilhado por “outros membros da União Europeia”. É a primeira vez que um país do bloco reconhece Jerusalém – em todo ou em parte – como capital do Estado judaico.

A República Checa empossou nesta quarta-feira o novo primeiro-ministro do país, Andrej Babiš. O magnata, investigado por fraude durante a corrida eleitoral, fez do combate a imigrantes ilegais uma de suas principais bandeiras políticas. A decisão anunciada pelo ministério de Relações Exteriores sobre o status de Jerusalém pode ser um indicativo da visão do oficial sobre a questão, vista com um viés pró-Israel pela antiga legislatura. Em maio, o Parlamento aprovou uma resolução pedindo o reconhecimento de Jerusalém como capital israelense.

O anúncio de Praga descarta momentaneamente a mudança da embaixada do país para Jerusalém. “O ministro [das Relações Exteriores] poderá considerar a mudança da embaixada checa apenas baseado no resultado das negociações com aliados na região e no mundo”, diz o comunicado. Entretanto, o Canal 1 de televisão israelense reportou nesta quarta-feira que o país estaria efetivamente avaliando a medida. Segundo a emissora, o presidente Rodrigo Duterte, das Filipinas, também expressou interesse em mudar a embaixada do país asiático para Jerusalém.

Offline Lorentz

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Re:Governo Trump
« Resposta #1779 Online: 07 de Dezembro de 2017, 17:58:57 »
Uma dúvida, a capital de Israel já era considerada Jerusalem pelos israelenses? Quem define a capital do país não é o próprio país?
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Pasteur

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Re:Governo Trump
« Resposta #1780 Online: 07 de Dezembro de 2017, 18:22:31 »
A República Checa reconhece só a parte ocidental de Jerusalém como capital de Israel.

Offline Geotecton

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Re:Governo Trump
« Resposta #1781 Online: 07 de Dezembro de 2017, 19:07:21 »
Eu não tenho paciência de analisar todos os itens relacionados pelo senhor Constantino. Mas não posso deixar de mencionar cinco deles:


1 - Reduziu a dívida americana em 100 Bilhões de dólares!

Procurei e não achei nenhuma referência. Alguém pode ajudar?


2 -  Está realizando uma reforma administrativa da máquina estatal e promovendo cortes de gastos administrativos do governo.

A principal notícia relacionada a este tópico diz respeito ao encolhimento orçamentário da EPA. E isto ocorre por causa da ignorância do presidente sobre os temas relacionados e, é claro, ao subsídio recebido em campanha pelas grandes companhias poluidoras do setor petrolífero.


3 - O número de pessoas desempregadas é o menor em 16 anos.

Um caso típico de falácia do tipo post hoc ergo propter hoc, ou 'depois disso, logo causado por isso'. Ora, ao longo de todo o segundo mandato do Obama a taxa de desemprego foi descendente. E ela subiu muito no primeiro mandato por causa da política desastrada dos republicanos no período 2001 a 2008.


4 - Anunciou a expansão de 21 bilhões de dólares no orçamento das Forças Armadas.

Ora, desde quando isto é algo positivo per se?


5 - Ampliou a área do Alaska que pode ser explorada para a extração de recursos energéticos.

Esta é de um mau caratismo infame. O fato de ter ampliado a área passível de explotação petrolífera não é, de maneira alguma, um aspecto positivo, mesmo que somente analisado sob o prisma econômico.

O motivo é simples. Todas as empresas estadunidenses que tem capital aberto, devem apresentar um balanço que inclua os custos e os passivos ambientais. Eventuais incidentes podem levar uma empresa a uma situação de insolvência.
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Offline Geotecton

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Re:Governo Trump
« Resposta #1782 Online: 07 de Dezembro de 2017, 19:09:31 »
6 - Em vez de realizar o seu primeiro discurso de formatura na Universidade de Notre Dame, como todos os presidentes, Trump fez seu primeiro discurso numa universidade conservadora, a Christian Liberty University. No discurso, ele lembrou que "na América, não adoramos o governo, nós adoramos Deus e Deus somente".

Precisa comentar alguma coisa mais sobre o caráter do Trump e do 'câncervador' pseudo-liberal Constantino?
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Offline André Luiz

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Re:Governo Trump
« Resposta #1783 Online: 07 de Dezembro de 2017, 20:02:17 »
Essa gente é abjeta,  o efeito apito de cachorro do Trump foi despertar todo tipo de maluco. A Polônia já era

Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1784 Online: 07 de Dezembro de 2017, 20:16:03 »
Eles vão passar 8 anos tentando.
E nós aqui achando graça.
:)

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Congresso derruba pedido de impeachment contra Trump e esquerda reconhece que perdeu
Por Luciano -
7 de dezembro de 2017

Nessa quarta-feira (6), a Câmara dos Representantes dos EUA rejeitou o projeto de resolução que pedia o impeachment do presidente republicano Donald Trump.

58 representantes votaram a favor da medida, enquanto 364 — incluindo democratas — se manifestaram contra.

As informações são do The Washington Post.

Offline Geotecton

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Re:Governo Trump
« Resposta #1785 Online: 07 de Dezembro de 2017, 20:33:30 »
Eles vão passar 8 anos tentando.
E nós aqui achando graça.
:)

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Congresso derruba pedido de impeachment contra Trump e esquerda reconhece que perdeu
Por Luciano -
7 de dezembro de 2017

Nessa quarta-feira (6), a Câmara dos Representantes dos EUA rejeitou o projeto de resolução que pedia o impeachment do presidente republicano Donald Trump.

58 representantes votaram a favor da medida, enquanto 364 — incluindo democratas — se manifestaram contra.

As informações são do The Washington Post.

E?
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Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1786 Online: 07 de Dezembro de 2017, 20:39:58 »

E?

Você está perdendo metade da sua vida por não saber se divertir.
Ainda dá para recuperar muita coisa.
Alegre-se e desista da cara amarrada!

E?

E nada!
Estou me divertindo horrores com o desespero das FakeNews e dos que repetem para si mesmo: "Ele não é o meu presidente!".
E dos que tapam os olhos para a realidade e negam os fatos.
Com o surto e pane geral dos “especialistas” que alertavam para um apocalipse no caso de sua vitória e agora vemos o oposto disso.
Com adultos que fazem birra como crianças e não param de bater o pé que não era isso o que queriam.
Não tem preço.
Está valendo tudo pela diversão.

Resultado: meu dia é muito, mais muito mais alegre com tanta diversão que vejo com essa novela sem fim.

 :biglol:

Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1787 Online: 07 de Dezembro de 2017, 20:44:34 »
Trump está dizendo NÃO para toda uma turminha de "engajados" que se achavam.
Isso provoca uma onda de "indignação" entre eles belíssima de se ver.
Estou comemorando (ainda) a sua vitória de um ano atrás por ter o privilégio de assistir tantos adultos se revelando crianças birrentas.
:)

Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1788 Online: 07 de Dezembro de 2017, 20:55:59 »
E dos que tapam os olhos para a realidade e negam os fatos.
Com o surto e pane geral dos “especialistas” que alertavam para um apocalipse no caso de sua vitória e agora vemos o oposto disso.

Os “especialistas” previram o apocalipse lá caso Trump vencesse as eleições tanto quanto também aqui os petistas previram o caos caso houvesse impeachment:



O que aconteceu lá e aqui?

“Especialistas” estão tomando bomba nas provas e não vão passar de ano.

Offline Geotecton

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Re:Governo Trump
« Resposta #1789 Online: 07 de Dezembro de 2017, 20:59:03 »
[...]
E dos que tapam os olhos para a realidade e negam os fatos.

Com o surto e pane geral dos “especialistas” que alertavam para um apocalipse no caso de sua vitória e agora vemos o oposto disso.

Com adultos que fazem birra como crianças e não param de bater o pé que não era isso o que queriam.
[...]

Ok.

É seu direito se divertir com os adultos birrentos.

Mas parte de suas conclusões são equivocadas.

Não me preocupo com o que os 'especialistas' anti-Trump escrevem, quando eivados de ideologia anti-capitalismo.

O que me preocupa são o que os aduladores e os 'idiotas úteis pró-Trump', escrevem e agem, como é o caso do Rodrigo Constantino e de todos os demais 'câncervadores', em especial os religiosos.

Eles constituem uma turma de ignorantes e incultos em matéria de Ciência e com uma 'visão de mundo' limitada, sendo que vários deles são tão mau-caráter quanto as suas contra-partes da esquerdalha.

E é meu direito preocupar-me com um indivíduo que comandando a maior potência do mundo, é um ignorante em Ciência.
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Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1790 Online: 08 de Dezembro de 2017, 13:31:51 »
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Leia os discursos de Trump e Netanyahu sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel

Confira exatamente o que disseram Trump e Netanyahu sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a transferência da embaixada americana em Tel Aviv.
Por Filipe G. Martins

Discurso de Donald Trump, o presidente americano, ao declarar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e anunciar a transferência da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém:

Muito obrigado! Quando cheguei ao governo, prometi que iria encarar os desafios globais com prudência e inventividade. Afinal, não podemos solucionar nossos problemas insistindo nos mesmos pressupostos errados ou nas mesmas estratégias equivocadas do passado.

Velhos desafios demandam novas abordagens; novas maneiras de enfrentá-los. E o anúncio que estou fazendo aqui, hoje, marca o início de uma nova forma de lidar com o conflito entre Israel e os palestinos.

Em 1995, o Congresso aprovou o Jerusalem Embassy Act, determinando que o governo federal realocasse a embaixada americana para Jerusalém e reconhecesse a cidade como capital de Israel. A proposta foi aprovada com amplo apoio bipartidário pelo braço legislativo do nosso governo; e esse apoio foi renovado e reafirmado, há apenas seis meses, com uma aprovação unânime do Senado.

Apesar disso, por mais de 20 anos, todos os presidentes americanos recorreram a medidas derrogatórias, recusando-se a realizar a transferência da embaixada americana para Jerusalém e reconhecer a cidade santa como a capital de Israel.

Os meus antecessores fizeram essa opção por acreditar que o adiamento do reconhecimento de Jerusalém beneficiaria as negociações de paz. Muitos dizem que eles não eram corajosos o suficiente, mas acredito que todos eles tentaram tomar as decisões que julgavam mais adequadas à luz do que compreendiam a respeito da situação no Oriente Médio.

Apesar disso, o histórico foi se estabelecendo. Após duas década de medidas derrogatórias, não houve nenhum avanço rumo à paz duradoura entre Israel e os palestinos. Seria uma insensatez presumir que repetir essa mesma fórmula produziria um resultado melhor e diferente.

Por essa razão, concluí que é chegada a hora de oficialmente reconhecer Jerusalém como a capital de Israel. Embora muitos dos presidentes que me precederam tenham feito essa promessa durante suas campanhas, nenhum deles a cumpriu. Hoje, eu estou cumprindo. Após refletir e analisar o problema, concluí que este é caminho a ser seguido para promover a paz entre Israel e os palestinos, sem desconsiderar os interesses nacionais americanos.

Portanto, este é um passo importante, e há muito esperado, para avançar nas negociações de paz e conseguir um acordo duradouro entre as partes. Israel é uma nação soberana e, como tal, tem o direito de escolher sua própria capital. Reconhecer esse fato é uma condição necessária para a conquista da paz.

Faz 70 anos que os Estados Unidos da América, sob a liderança do Presidente Truman, reconheceram o Estado de Israel. Desde então, Israel elegeu como sua capital a cidade de Jerusalém — que foi erguida pelos judeus na Antiguidade.

Hoje, Jerusalém serve como a sede do governo de Israel. É ali que se encontram o Knesset, o parlamento israelense, bem como a Suprema Corte de Israel; é ali também que residem tanto o Primeiro Ministro quanto o Presidente; e a cidade serve ainda como a sede de muitos ministérios governamentais.

Por décadas, os presidentes americanos, assim como os secretários de Estado e nossas lideranças militares, se encontraram com suas contrapartes israelenses em Jerusalém, exatamente como eu fiz no início deste ano.

Vale notar que Jerusalém é não apenas o coração de três grandes religiões, como o coração de uma das democracias mais bem-sucedidas do mundo. Nas últimas sete décadas, os israelenses construíram um país em que judeus, muçulmanos e cristãos, junto com pessoas de todos os credos, são livres para viver pacificamente e praticar suas religiões conforme suas consciências e suas crenças.

Jerusalém é hoje, e precisa continuar a ser, o lugar onde judeus oram de frente para o Muro das Lamentações, onde os muçulmanos cultuam na Mesquita de Al-Aqsa e onde os cristãos percorrem a Via Crucis, o caminho percorrido por Jesus rumo ao Calvário.

Apesar disso, ao longo de todos esses anos, os presidentes americanos se negaram a reconhecer oficialmente a cidade de Jerusalém como a capital de Israel. Na realidade, isso faz com que por muito tempo não reconhecêssemos nenhuma capital israelense.

Hoje, porém, nós finalmente reconheceremos o óbvio: Jerusalém é a capital de Israel. Isso nada mais é do que um reconhecimento da realidade. A coisa certa a se fazer. Algo que tem de ser feito.

É por isso que hoje, em observância ao Jerusalem Embassy Act, estou reivindicando que o Departamento de Estado inicie os preparativos para transferir a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém. O processo de contratação de arquitetos, de engenheiros e de outros profissionais necessários começa hoje mesmo, com o intuito de transformar nossa nova embaixada em um magnífico tributo à paz.

Ao fazer este anúncio, também quero deixar algo muito claro: esta decisão não tem, de modo algum, a finalidade de alterar nosso firme comprometimento e nosso ardente desejo de promover um acordo de paz duradouro e permanente. Nós desejamos um acordo que seja bom para os israelenses e que seja bom para os palestinos.

Não estamos nos posicionando sobre nenhuma das questões em disputa, incluindo aquelas que envolvem as fronteiras da soberania israelense em Jerusalém ou a resolução dos territórios disputados. Essas questões devem ser resolvidas exclusivamente pelas partes.

Deste modo, os EUA continuam determinados a facilitar um arco que seja aceitável para ambas as partes. Deixo claro que pretendo fazer tudo o que puder para construir esse acordo.

Sem dúvida, a cidade de Jerusalém continua sendo a questão mais delicada nas negociações e os EUA estão dispostos a apoiar uma solução encontrada e apoiada por ambas as partes.

Por ora, peço a todas as partes envolvidas que mantenham o status quo em todas as áreas sagradas de Jerusalém, incluindo o Monte do Templo, também conhecido como Haram al-Sharif.

Acima de tudo, nosso maior desejo e nossa maior esperança é a paz, essa aspiração universal da alma humana. Com estas ações, eu reafirmo o compromisso do meu governo com um futuro de paz e segurança para toda a região.

Evidentemente, haverá discordâncias e desencontros concernentes a este anúncio, mas temos a firme confiança de que, em última instância, quando tivermos trabalhado para harmonizar essas discordâncias, chegaremos a uma paz, a uma compreensão e uma cooperação muito maiores do que as que existem hoje.

Essa cidade santa e sagrada deveria estimular o melhor na humanidade, elevando os nossos olhos para aquilo que é possível, deixando de lado todas as disputas antigas que já se esgotaram e se tornaram previsíveis.

A paz nunca está fora do alcance daqueles que a desejam. Assim, hoje, nós pedimos que a calma, a moderação e as vozes da tolerância se sobreponham às vozes dos emissários do ódio. Nossos filhos devem herdar nossa dignidade e nosso amor, mas não os nossos conflitos.

Repito a mesma mensagem que apresentei no histórico e extraordinário encontro que tivemos na Arábia Saudita no início do ano: o Oriente Médio é uma região que possui uma inestimável riqueza histórica, cultural e espiritual; seus povos são brilhantes, dignos e diversificados, vibrantes e fortes, mas o potencial e o futuro promissor da região tem sido freado pelo derramamento de sangue, pela ignorância e pelo terror.

O Vice Presidente Mike Pence visitará o Oriente Médio nos próximos dias, para reafirmar nosso compromisso com os nossos aliados em toda a região e a nossa determinação de eliminar o extremismo que ameaça os sonhos e as esperanças das próximas gerações.

É chegada a hora em que a maioria pacífica se erguerá contra os extremistas e os expulsará de seu meio. É chegado o momento em que as nações civilizadas e todos os seus povos resolvam as discordâncias e os conflitos com debates razoáveis, sem abusar da violência.

É chegado o tempo em que os jovens moderados do Oriente Médio reclamem para si um futuro de paz e de grandes realizações. Que possamos todos nos dedicarmos a um caminho comum de compreensão e respeito. Que possamos repensar antigos pressupostos e abrir os nossos corações e as nossas mentes para novas possibilidades.

Por fim, peço aos líderes políticos e religiosos da região, israelenses e palestinos, judeus, cristãos e muçulmanos que se juntem a nós nessa nobre busca por uma paz duradora.

Muito obrigado. Que Deus os abençoe! Que Deus abençoe os palestinos! Que Deus abençoe o Estado de Israel! E que Deus abençoe os Estados Unidos da América!



Pronunciamento do Primeiro Ministro israelense Benjamin Netanyahu, em resposta a Donald Trump:

Este é um dia histórico. Jerusalém é a capital do Estado de Israel há setenta anos. Jerusalém é a capital dos judeus há mais de três mil anos. Foi aqui que nossos templos foram construídos. Foi aqui aqui que os nossos reis governaram. Foi aqui que nossos profetas pregaram.

Jerusalém tem sido o centro de nossas esperanças, dos nossos sonhos, das nossas orações por três milênios. De todos os cantos da terra, nosso povo clamava e anelava retornar para a cidade de Jerusalém, onde poderiam tocar suas pedras douradas e caminhar por suas ruas santas.

É rara a oportunidade de discursar sobre um marco genuinamente novo na história gloriosa dessa cidade. No entanto, o pronunciamento feito hoje pelo Presidente Donald Trump nos apresenta justamente a mais rara das oportunidades.

Estamos profundamente agradecidos ao Presidente pelo ato de bravura e justiça que ele realizou ao reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e anunciar os preparativos para transferir a embaixada americana para cá.

Essa decisão é reflexo do comprometimento do presidente com uma verdade antiga mas perene, além de uma demonstração clara de que ele está disposto a cumprir sua promessa e promover a paz. A decisão do Presidente foi um importante passo rumo à paz, uma vez que não há paz possível sem o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel.

Por isso, convoco todos os países que verdadeiramente buscam a paz a se juntarem aos Estados Unidos da América, reconhecendo Jerusalém como a capital do Estado de Israel e transferindo suas embaixadas para cá.

Eu compartilho do compromisso do Presidente Donald Trump com a promoção da paz e estou determinado a garantir uma situação pacífica entre Israel e todos os seus vizinhos, incluindo os palestinos. Esse tem sido o objetivo de Israel desde seu primeiro dia de existência e nós continuaremos a trabalhar com o presidente americano, e com sua equipe, para fazer com que o sonho da paz se torne realidade.

Eu também quero deixar claro que não haverá nenhuma mudança no status quo dos locais sagrados. Israel sempre garantirá a mesma liberdade de religião e de culto para judeus, cristãos e muçulmanos. Presidente Trump, muito obrigado por sua decisão histórica de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel. O povo judeu e o Estado judeu serão gratos a você para sempre.


Offline Pasteur

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Re:Governo Trump
« Resposta #1791 Online: 08 de Dezembro de 2017, 14:21:38 »
Falta convencer 99,99% dos países...

Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1792 Online: 08 de Dezembro de 2017, 14:56:25 »
Falta convencer 99,99% dos países...

Essa decisão tomada, mudança da capital, postergada por mais de 20 anos, é um elefante pesado.
A coisa vai se mover aos poucos.

Mas é irreversível.
O passo já foi dado; nada mais pode ser feito.
A embaixada já está sendo planejada e logo será construída.
Deve-se pensar nos passos adiante, retomada das negociações, etc.

E como já se sabe, os palestinos NÃO querem a paz.
Muitos alegam abertamente, sem nenhum pudor, que querem a extinção de Israel, seu sumiço do mapa, sua destruição completa.

Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1793 Online: 08 de Dezembro de 2017, 14:59:18 »
Em fevereiro, logo após a vitória de Trump, as notícias sobre criação de emprego eram essas:

Citar
Era Trump começa com criação de empregos acima do esperado
Economia ganhou 227 mil vagas em janeiro. Salários, no entanto, tiveram alta modesta
por Reuters
03/02/2017 12:16 / Atualizado 03/02/2017 13:21

WASHINGTON - A criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos superou as expectativas em janeiro diante do aumento nas contratações por parte das empresas de construção e varejistas. Com isso, o governo do presidente Donald Trump fica em boa posição para impulsionar a economia e o emprego.

Fora do setor agrícola, a criação de empregos foi de 227 mil vagas no mês passado, o maior ganho em quatro meses, informou o Departamento do Trabalho nesta sexta-feira. Mas a taxa de desemprego subiu 0,1 ponto percentual, para 4,8%, e os salários aumentaram apenas modestamente, sugerindo que ainda há alguma folga no mercado de trabalho.

As revisões dos meses de novembro e dezembro mostraram que a economia criou 39 mil empregos a menos do que o relatado anteriormente. Ainda assim, o mercado de trabalho continua a apertar, o que poderia estimular um ritmo mais rápido de crescimento dos salários em breve. Autoridades do Federal Reserve, banco central dos EUA, vêem o mercado de trabalho como estando em pleno emprego ou perto dele.

Economistas consultados pela Reuters projetavam criação de 175 mil vagas no mês passado e que a taxa de desemprego permaneceria em 4,7%.

Na campanha eleitoral do ano passado, Trump prometeu um crescimento anual de 4% do Produto Interno Bruto, em grande parte com um plano para cortar impostos, reduzir regulações, aumentar os gastos com infraestrutura e renegociar acordos comerciais a favor dos Estados Unidos.

Embora ainda não haja detalhes sobre as propostas, a confiança empresarial e dos consumidores saltou na esteira da vitória de Trump em novembro. Mas com a economia perto do pleno emprego, alguns economistas mostram-se céticos sobre a promessa de expansão de 4 por cento. O crescimento anual do PIB não supera 2,6 por cento desde a recessão de 2007/08.

CRESCIMENTO DO SALÁRIO

O salário médio por hora aumentou apenas 3 centavos de dólar, 0,1%, no mês passado. O ganho do salário em dezembro foi revisado para baixo para 0,2%, ante 0,4% previamente relatado.

O pequeno aumento de janeiro no salário médio por hora é uma surpresa, já que o salário mínimo entrou em vigor em mais de uma dezena de Estados no mês passado. A pequena alta reduziu o aumento na comparação anual para 2,5%, ante 2,8% em dezembro.

Se persistir, o aumento fraco dos salários sugere apenas um ritmo gradual de altas de juros pelo Fed. O banco central dos EUA, que elevou a taxa de juros em dezembro, tem projetado três aumentos este ano.

Na quarta-feira, o Fed manteve a taxa de juros na faixa entre 0,50 e 0,75 por cento, dizendo que espera que as condições do mercado de trabalho se fortaleçam "um pouco mais".

Todos os setores da economia tiveram criação de vagas em janeiro. A indústria criou 5 mil empregos, enquanto a criação em construção saltou 36 mil, maior aumento desde março.

O varejo surpreendeu com a criação de 45.900 vagas, maior alta desde fevereiro. Os varejistas, incluindo Macy's, Sears, American Apparel e Abercrombie & Fitch anunciaram cortes de emprego em janeiro devido ao fechamento de lojas.

Entretanto, o emprego no setor público caiu pelo quarto mês consecutivo em janeiro, fechando 10 mil postos de trabalho. Outras quedas são prováveis, depois que a administração Trump impôs um congelamento das contratações para trabalhadores civis do governo em 22 de janeiro.



A notícia de ontem foi essa:

Citar
EUA criam 190 mil vagas de trabalho no setor privado em novembro
06/12/2017 às 11h53
Por Valor, com Dow Jones Newswires

SÃO PAULO  -  Os EUA criaram, em termos líquidos, 190 mil vagas de trabalho no setor privado da economia em novembro ante outubro, de acordo com pesquisa nacional realizada pela ADP, empresa processadora de folhas de pagamento, em cooperação com a Moody´s Analytics. A expectativa de consenso, em levantamento do “The Wall Street Journal” feito com economistas, apontava 175 mil vagas.



Ou seja, crescimento acima do esperado DE NOVO.

Ignorar que o aquecimento da economia e crescimento no número de empregos lá se deve a uma curva que já vinha ascendente é fechar os olhos à realidade.
Se essa mesma economia tivesse tido um refluxo e encolhido, o saco de pancadas, o grandíssimo culpado seria o laranjão.
Mas como as coisas só melhoram, então não, é tudo devido ao movimento natural das coisas.
Sei...


E com o histórico corte dos impostos aprovado na semana passada, a coisa vai andar ainda mais rápido e mais aquecido por lá.

Fechar os olhos a esses fatos é comportamento infantil e negacionista.

Offline _Juca_

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Re:Governo Trump
« Resposta #1794 Online: 08 de Dezembro de 2017, 15:19:13 »
Quando será que o rombo estadunidense que já é trilionário vai estourar nas mãos do mundo e ou de seus próprios contribuintes? Primeiro Obama acelera ainda mais a velocidade com que a dívida aumenta, pra depois Trump cortar ainda mais as receitas que não cobrem o déficit há muito tempo. Tic tac Tic tac....

Offline Pasteur

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Re:Governo Trump
« Resposta #1795 Online: 08 de Dezembro de 2017, 15:32:37 »
Falta convencer 99,99% dos países...

Essa decisão tomada, mudança da capital, postergada por mais de 20 anos, é um elefante pesado.
A coisa vai se mover aos poucos.

Mas é irreversível.
O passo já foi dado; nada mais pode ser feito.
A embaixada já está sendo planejada e logo será construída.
Deve-se pensar nos passos adiante, retomada das negociações, etc.

E como já se sabe, os palestinos NÃO querem a paz.
Muitos alegam abertamente, sem nenhum pudor, que querem a extinção de Israel, seu sumiço do mapa, sua destruição completa.

Mas é ilegal.

Offline Gabarito

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Re:Governo Trump
« Resposta #1796 Online: 08 de Dezembro de 2017, 15:43:29 »

Mas é ilegal.


Veja que texto bom.
Está correndo nas redes e não se sabe o autor:

Citação de: Anônimo
Vendo as notícias desesperadas da mídia sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e os comentários dos “especialistas”, só há uma palavra para definir: PATÉTICO.

Pelo tom, pelas falas, pelas caras, parece que teremos o apocalipse. Uma bomba atômica no Irã não causa tal preocupação. Idem, os mísseis da Coreia do Norte. As lideranças mundiais pareciam recém desembarcadas de Marte, porque as suas declarações não tinham a mínima base na realidade e denotavam uma surpresa e temor completamente infundados.

O presidente da Turquia (que não faz fronteira com Israel) e que é furiosamente antissemita, protestou. Disse que a decisão vai beneficiar grupos terroristas (que ele, aliás, apoia, como o Hamas)…. alguma surpresa? esperavam que ele gostasse? para completar o ridículo, ele ameaçou cortar relações com Israel (e não com os EUA….)

O papa, um total desastrado em política externa, que chamou Mahmoud Abbas de “homem de paz”, disse que os direitos de todos deveriam ser respeitados. Desde quando os direitos de todos são respeitados nos locais sob soberania islâmica? Desde quando os árabes reconhecem o direito dos judeus de ter seu Estado?

Os líderes europeus falaram em “prejuízo às negociações de paz”…. como assim, há negociações ocorrendo ou mesmo marcadas? Há anos ninguém senta na mesa para discutir nada. O que eles não têm coragem de dizer é uma única coisa: têm medo que os árabes fiquem furiosos e cometam mais atentados do que já cometem. Só não dizem para não serem politicamente incorretos e acusados de islamofóbicos. Eles sabem que os países árabes não vão romper tratados nem declarar guerra; sabem que não haverá boicote petrolífero; então têm medo mesmo é do terrorismo islâmico, que ganharia mais um pretexto (como se precisassem de algum).

Theresa May e o Secretário-Geral da ONU disseram que o futuro de Jerusalém deveria ser decidido pelos dois lados (judeus e palestinos). Alguém pode avisá-los que os palestinos não aceitam negociar a paz e nem reconhecer Israel, e que há 70 anos, ou seja, independente da decisão americana de hoje, os árabes estão decididos a destruir Israel?

A Liga Árabe protestou também. Mas não é esta entidade que desde 1967 segue a política dos Três Nãos (Não à paz com Israel , Não ao reconhecimento de Israel, Não a negociações com Israel)? Curiosamente, os países árabes mais importantes em relação ao problema (Arábia Saudita, Jordânia e Egito) deram declarações protocolares, sinalizando que está-se fazendo muito barulho por nada…

O Irã protestou… mas esse país já não planeja destruir Israel, independente de qualquer coisa?

O Hamas disse que a decisão de Trump sepulta a solução de dois Estados… desde quando o Hamas defendia isso, dois Estados???? Até hoje, defendia a destruição de Israel e continua defendendo. O que fará o Hamas? Jogará foguetes e praticará atentados? Por favor, me contem uma novidade…. (:))

Uns dizem que os EUA perderão a capacidade de serem mediadores do processo de paz porque tomaram partido de um dos lados. Até onde eu sei, os EUA já eram aliados de Israel. Além disso, quem vai substituir os EUA? E se aparecer alguém para esse papel, que ótimo! A paz é o maior sonho de Israel, desde que foi criado.

Outros dizem que vai aumentar a instabilidade no Oriente Médio? Como assim? Vai surgir uma outra guerra para rivalizar com a da Síria? Ou com a guerra do Iêmen? Outro grupo surgirá para ocupar o espaço do Estado Islâmico? O Hezbollah vai, finalmente, assassinar o primeiro-ministro do Líbano? O que isso tem a ver com Jerusalém?

Há os que dizem que pode despertar a fúria palestina e levar até mesmo a uma nova intifada. Já não houve duas, sem o reconhecimento de Jerusalém como capital? Ou seja, não é preciso nada disso para fazerem uma intifada. Terrorismo? Israel já convive com isso desde antes da sua criação…

Demétrio Magnoli superou-se: disse que o reconhecimento é uma vitória de Netanyahu, mas não de Israel, como se o governo israelense não tivesse legitimidade ou os cidadãos de Israel, em geral, não apoiassem a decisão de Trump….desde a eleição de Trump, desconfio que ele está tendo alucinações.

Nenhum desses atores reclamou ou protestou quando a Unesco adotou decisões malucas contra Israel, reconhecendo a suposta ligação de Jerusalém com o Islã e negando a ligação entre os judeus e a cidade conquistada pelo Rei Davi há 3000 anos, 14 séculos antes do surgimento do islamismo…

Não é demais lembrar que, embora haja uma ligação religiosa entre muçulmanos e Jerusalém, a cidade é citada no Velho Testamento 619 vezes e NENHUMA no Corão. A parte leste, onde estão os monumentos religiosos, esteve sob soberania árabe por 19 anos (entre 1948 e 1967). Era um centro de peregrinação muçulmana? Não. Foi alvo de cuidados, com restauração dos monumentos? Não, ao contrário, muitos foram vilipendiados. Havia liberdade de culto para todas as religiões? Não. Na verdade, toda a pressão árabe em cima do tema tem apenas um objetivo: chantagear Israel, em razão da importância espiritual da cidade para os judeus. É, simplesmente, para “criar caso”, porque nunca deram efetiva importância à cidade como centro religioso. Na verdade, é um empecilho para a paz. Sem esse trunfo, talvez eles passem a negociar seriamente, porque perdem o instrumento de chantagem.

Também é importante lembrar que o desejo dos judeus de ter um Estado era tão grande que aceitaram a partilha da ONU, mesmo sem Jerusalém. Os árabes é que não aceitaram a criação do Estado judeu, ainda que esse Estado não tivesse a cidade sagrada. Portanto, o problema dos árabes não é Jerusalém, pouco importa em qual mão ela esteja. É a existência de Israel, que se recusam a aceitar. Jerusalém é só o assunto do dia.

Aliás, em 1947 os árabes também protestaram. Ben Gurion não deveria ter declarado a independência?


Offline Muad'Dib

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Re:Governo Trump
« Resposta #1797 Online: 08 de Dezembro de 2017, 16:39:18 »
Nem uma palavra sobre os assentamento? Nem uma palavra que o Fatah era muito diferente do Hamas? Nem uma palavra do enfraquecimento político do Hamas?

Não, o texto apócrifo não é nem um pouco enviesado.  ::)

Podia ser publicado em um Brasil 247 de direita, onde cherry picking é argumentação e apenas um lado do assunto é defendido.

A única chance desse movimento grotesco do Grande Trump ser bem sucedido é, se por cansaço de guerras e tragédias, ficar evidente que o Nacionalismo Palestino morreu. O que pode muito bem ter acontecido, eu esperava uma reação muito mais virulenta dos palestinos.

A extrema direita israelense venceu por cansaço, esperemos que ela não se aproveite da resignação do povo palestino até os árabes da "pallywood" se sintam tão acuados que aja uma revolta brutal onde, para proteger o povo de Israel, a IDF tenha que usar na Cisjordânia a força que já usou na Faixa de Gaza.

Offline Brienne of Tarth

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Re:Governo Trump
« Resposta #1798 Online: 08 de Dezembro de 2017, 19:50:47 »
Há anos eu defendo uma solução extremista, inviável e definitiva para essa situação: evacuar os arredores de Jerusalém e derrubar todos os excrementos monumentos usados para justificar essa briga milenar.

Logo eu, que amo arqueologia, e que chorei de ódio quando os radicais islâmicos destruíram diversos sítios, sou a favor de arrasar aquilo tudo, por ingenuamente achar que assim não teriam mais motivos pra matar... :'(
GNOSE

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Governo Trump
« Resposta #1799 Online: 08 de Dezembro de 2017, 20:18:34 »
Há anos eu defendo uma solução extremista, inviável e definitiva para essa situação: evacuar os arredores de Jerusalém e derrubar todos os excrementos monumentos usados para justificar essa briga milenar.

Logo eu, que amo arqueologia, e que chorei de ódio quando os radicais islâmicos destruíram diversos sítios, sou a favor de arrasar aquilo tudo, por ingenuamente achar que assim não teriam mais motivos pra matar... :'(

Não tem conserto não, se passarem o trator naquela porcaria de deserto e não sobrar nem entulho, ainda assim brigariam pelo lugar santo onde a cidade ficava.

A verdade é que os caras se odeiam e a cidade é só uma desculpa para matança.

 

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