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Eu tinha um amigo na escola que ele não acreditava em Deus e fumava sempre "o verdinho", então um dia ele teve um dor insuportável chamado "Pedras nos rins" e fez um tratamento para que conseguisse curar essas "Pedras nos rins".
Ele conseguiu fazer o tratamento e foi diminuindo a dor, hoje ele acredita em Deus e vai à Igreja sempre quando possível.
Isso é o que qualquer pessoa faria se tivesse em estado de risco. Mas antes de ele ter "Pedras nos rins" ele falava que não acreditava em Deus na escola para todo mundo. Não é atoa que passou por uma dificuldade para descobrir a verdade. Não estou aqui para falar que só por causa disto é uma prova ou não é uma prova. Mas sim, um motivo para não desafiar a metafísica.

Abraços, Pitágonas  :hihi:
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Laicismo, Política e Economia / Re:Eleições presidenciais de 2018
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 12:36:49 »

Rede perde dirigentes, e militantes criticam comando de Marina Silva


Filiados ressaltam saída de nomes de peso e fraco desempenho nas eleições municipais


A ex-senadora Marina Silva, que preside a Rede

DO UOL

Anunciada como a representante de uma "nova política", a Rede está sendo acusada por militantes do próprio partido de ser gerida sob práticas de uma "velha política".

 

Segundo filiados ouvidos pelo UOL, problemas enfrentados pela legenda, como a saída de nomes de peso e o fraco desempenho nas eleições municipais de outubro (o partido elegeu apenas sete prefeitos, sendo apenas um em capital), decorrem da concentração de poder exercida pelo grupo que comanda o partido, sob a orientação da ex-senadora Marina Silva.

 

O comando do partido diz que as instâncias estaduais e municipais têm autonomia para tomar decisões políticas e que disputas são resolvidas de modo colegiado. A direção também questiona a avaliação de que o resultado nas urnas foi ruim e afirma que muitas das reclamações vêm de pessoas cujos grupos perderam disputas "democráticas" dentro do partido.

 

No entanto, um dirigente do partido em nível estadual, que pediu para não ser identificado, faz avaliação diferente. Segundo ele, um grupo de "satélites" de Marina está "cada vez mais aparelhando a Rede". Segundo ele, o grupo age por meio de resoluções da Executiva Nacional do partido para que os diretórios estaduais tenham cada vez menos autonomia.

 

"Falta sensibilidade em dividir o poder, em fazer o que o estatuto [do partido] prevê. Há uma distância muito grande entre o que fazem e o que falam", disse.


Para o dirigente, esta forma de gerir o partido tem "total relação" com o desempenho fraco da Rede nas últimas eleições, já que a centralização de poder impediria a expansão do partido. Ele disse temer que, desta forma, a legenda não consiga ultrapassar a nova cláusula de barreira aprovada recentemente pelo Senado.

 

"Precisamos ser um partido de fato diferente. Se a gente não ultrapassar a cláusula, a diminuição passa a ser gradativa. Precisamos de um novo caminho."

 

Uma "régua" diferente

 

Para José Gustavo, um dos dois porta-vozes nacionais da Rede --Marina Silva divide a função--, as expectativas sobre o partido são altas ("E isso é bom", afirma) devido à presença de lideranças como a ex-senadora. No entanto, disse ele, é necessário medir a legenda com uma "outra régua", por ser uma organização formalizada há pouco mais de um ano.

 

"Nós elegemos 180 vereadores e sete prefeitos. Na comparação com a primeira eleição do PSOL, eles elegeram 25 vereadores e nenhum prefeito", declarou.


Para o filiado ouvido pelo UOL, uma decisão sobre o impeachment deveria ter sido tomada com a participação da militância.

 

"A Executiva Nacional e Marina não representam mais a base do partido", disse.

 

Filiado à Rede

 

Por sua vez, José Gustavo afirmou que a reclamação de distância entre comando e bases "revela vícios de cultura política no Brasil", já que a Rede, segundo ele, não atua por meio de "comando e controle" e deixa opções em aberto.

 

Saída de dirigentes

 

As reclamações feitas pelos militantes são similares aos motivos que levaram três dirigentes da Rede nos níveis nacional e estadual a se afastarem de suas funções do partido --ou mesmo sair da legenda-- após o primeiro turno das eleições municipais.

 

No começo de novembro, Neide Herrero, porta-voz (cargo equivalente ao de presidente) da Rede no Mato Grosso do Sul, anunciou que deixaria as atividades do partido em uma carta aos filiados. No texto, ao qual o UOL teve acesso, Neide diz que "tanto a eleição quanto o poder foram tornando-se bandeiras principais do movimento".

 

A ex-dirigente também critica a centralização das decisões tomadas pelo partido, distante das bases, com direito a intromissões da Executiva Nacional na gestão estadual. Segundo Neide, Marina Silva está rodeada por um grupo que esconde problemas dos Estados e "filtra todas as notícias para que cheguem sedosas aos seus ouvidos". O UOL procurou Neide por telefone e e-mail ao longo de três dias, mas não conseguiu contato.

 

Já Giowanna Cambrone, que era coordenadora nacional de ativismo e movimentos sociais, deixou o cargo --que faz parte da Executiva Nacional da Rede-- em meados de novembro. Antes, ela foi porta-voz estadual (equivalente a presidente) do partido no Rio.

 

Segundo uma fonte da legenda, ela tomou tal decisão devido ao desgaste provocado pela aliança da Rede com o PSC em Guarulhos, na Grande São Paulo, para a eleição de 2016. Giowana é militante transexual, e o PSC é o partido do deputado federal Jair Bolsonaro, conhecido por suas posições contra direitos de minorias. Procurada pelo UOL, ela não quis comentar o assunto.

 

Antes, no caso mais ruidoso, Luiz Eduardo Soares, porta-voz da Rede no Rio, anunciou sua saída do partido em carta aberta. No texto, publicado no dia 3 de outubro --um dia após o primeiro turno das eleições-- eles e mais seis militantes disseram que "a Rede tem se estruturado sobre um vazio de posicionamentos políticos".

 

Segundo o grupo, a falta de rumo da legenda "permitiu que muitos oportunistas e políticos de direita identificassem na Rede um espaço fértil para seus projetos particulares. O que ocorreu em todo o país, então, foi um mergulho da Rede em direção ao passado e às tradições políticas que pretendíamos superar."

 

'Ânimos aflorados'

 

Segundo o porta-voz José Gustavo, alguns casos de afastamento do partido se deram com pessoas que "estavam em minoria política em posições tomadas de modo democrático". De acordo com ele, isso aconteceu no Mato Grosso do Sul. No caso, houve uma divergência sobre a tática para as eleições de Campo Grande que foi mediada pela Executiva Nacional, e Neide "não se sentiu contemplada". O partido elegeu um vereador na capital sul-mato-grossense.

 

"Parece [que há] uma necessidade de que a Marina ou outra liderança agisse mais hierarquicamente, quando o nosso processo é colegiado. Se a Marina fosse centralizadora, ela escolheria um lado, a gente interviria e faria alguma coisa", declarou o porta-voz.

 

Quando questionado sobre a possibilidade de um racha no partido, José Gustavo negou. "É natural que pessoas se movimentem nesse cenário", disse. "Nós estamos tentando e, na nossa visão, conseguindo, em 15 meses de partido, trazer uma dinâmica diferente para a atuação partidária."

 

http://www.midianews.com.br/politica/rede-perde-dirigentes-e-militantes-criticam-comando-de-marina-silva/282384


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Papo Furado / Re:Muro das Lamentações do CC
« Última Mensagem: por Brienne of Tarth Online Hoje às 12:34:04 »
35 anos e peguei Caxumba... :sleepy:
Provavelmente culpa dos catarrentos da natação. Aqueles depósitos de vírus...

A piscina é aquecida?

Se for, é um dos motivos porque eu penso que natação deve ser feita em água fria, de preferência gelada... ::)
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Laicismo, Política e Economia / Re:Eleições presidenciais de 2018
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 12:29:32 »
A face centralizadora e pouco articulada de Marina Silva

O Jornal de todos Brasis


SEG, 01/09/2014 - 13:25

ATUALIZADO EM 01/09/2014 - 13:26


Jornal GGN - Quanto da Marina Silva ministra do Meio Ambiente de Lula carrega a Marina candidata à Presidência da República? Se por um lado a postulante do PSB tenta apresentar-se, hoje, como melhor gestora e mais articulada do que Dilma Rousseff (PT), por outro, Marina carrega um histórico cheio de divergências e derrotas que poderia ter sido evitadas com algumas doses extras de traquejo. Os conflitos no governo do ex-presidente Lula com outros membros do primeiro escalão e o consequente emperramento de vários projetos refletem a faceta centralizadora da ex-ministra. É o que aponta Hylda Cavalcanti em reportagem especial para a Rede Brasil Atual, reproduzida a seguir.


Marina: personalismo e rejeição a críticas rivalizam com capacidade de liderança


Da Rede Brasil Atual


Brasília – Quando deixou o cargo de ministra do Meio Ambiente por discordâncias com o governo, a acriana Marina Silva disse, no gabinete do ministério, uma frase que, na época, ecoou por toda a Esplanada dos Ministérios: “Prefiro perder a cabeça a perder o juízo”. O ano era 2008 e o período, de confrontos fortes de Marina com governadores, colegas do primeiro escalão (incluindo a então ministra Dilma Rousseff), entidades diversas da agropecuária e instituições de pesquisa interessadas no plantio de produtos transgênicos. Nos últimos dias e diante de várias declarações sobre consensos e formalizar uniões políticas tidas como “exóticas”, com adversários inimagináveis no passado, a frase tem sido bastante lembrada por desafetos.


“Será que ela mudou de ideia e resolveu perder agora o juízo em vez da cabeça”? alfinetou um senador do PT que pediu para não ser identificado. O espanto, conforme justifica o parlamentar, nada tem a ver com a habilidade dos políticos de se adaptarem e transitarem entre opostos, constantemente, no Congresso Nacional. Deve-se muito mais a uma postura pessoal da atual candidata pelo PSB à presidência, há anos conhecida por muitos dos que convivem de perto, mas pouco revelada publicamente: a dificuldade de conciliar contrários, acatar argumentos que lhe são apresentados e agregar estilos.


Isso porque, por trás da aparência frágil, a acriana Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima, de 56 anos, tanto como senadora como à frente do Ministério do Meio Ambiente – que chegou a ser premiada pela ONU e louvada por entidades ambientalistas internacionais – é tida como séria, austera e com bons programas. E essa imagem, mesmo seis anos depois de ter deixado o ministério, continua intacta. No entanto as informações de pessoas críticas à atuação dela são de que a gestão de Marina como ministra deixou de lado articulações consideradas necessárias para o setor.


Isso teria levado a equívocos que provocaram descumprimento de ordens e insubordinação por um lado – sobretudo na ponta dos trabalhos (junto às ações de fiscais do Ibama e outras entidades vinculadas ao ministério, nos estados) – e, por outro, a ações precipitadas da própria ex-seringueira, adotadas sem comunicação prévia com o Palácio do Planalto, a ponto de chegarem a irritar o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


Dentre as pessoas mais próximas, a ex-senadora é considerada extremamente reservada, do tipo que não permite grande intimidade, até mesmo para assessores. É também centralizadora e pouco afeita a acatar opiniões recebidas. Marina Silva foi definida por um técnico com quem trabalhou no Ministério do Meio Ambiente como profissional “preparada e cheia de boas ideias, mas que precisa de amadurecimento no tocante à administração, até para dar mais poder aos assessorados e delegar melhor as tarefas para que o trabalho possa ser consolidado."


Guerra aos transgênicos


A ex-senadora deixou o governo Lula depois que o presidente preferiu transferir da sua pasta para a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) o Programa Amazônia Sustentável. Antes disso, ela se envolveu em polêmicas diversas. Uma dessas foi quando o plantio de soja transgênica foi liberado pela primeira vez por meio de uma medida provisória negociada pelo Ministério da Agricultura, comandado pelo ministro Roberto Rodrigues. A então ministra procurou o presidente e disse que não tinha assumido o cargo de “ministra da jardinagem”. Ela queria que, antes da liberação, tivessem sido realizadas pesquisas diversas, o que terminou não ocorrendo.


Num segundo round com o Ministério da Agricultura, a ex-senadora criticou publicamente outro titular da pasta, Reynolds Stephanes, por estimular o plantio de cana-de-açúcar em áreas degradadas da Amazônia, Pantanal e Mata Atlântica. “Não nos interessa, em hipótese nenhuma, que os biocombustíveis brasileiros possam ser identificados com práticas ambientais incorretas”, disse, assim que soube da intenção do colega, numa entrevista. Com a confusão criada, Stephanes recuou e afirmou que tinha sido mal interpretado e não tinha mencionado o bioma em si.


Para um parlamentar que foi ministro de Lula na mesma época em que ela, embora Marina Silva estivesse coberta de razão, o episódio provocou uma saia justa que poderia ter sido evitada. “Era assunto para ser discutido num telefonema de um para o outro ou resolvido no palácio com o presidente, não por meio de entrevistas”, observou.


Dentre os governadores, o primeiro ser alvo de Marina foi Zeca do PT, que governava o Mato Grosso do Sul em 2005. Ele apresentou ao governo um projeto para instalação de usina de álcool e cana-de-açúcar no entorno do Pantanal. A ministra disse que isso implicaria contaminação dos rios que correm do planalto para o Pantanal. O governador respondeu que não havia essa possibilidade e apresentou estudos, mas o projeto não andou. Nos bastidores, demonstrou mágoa com a forma como a antiga companheira de partido tratou a questão.


Para antigos companheiros, Zeca do PT disse que o assunto poderia ter sido tratado a portas fechadas, não da maneira como ocorreu. Também se queixou pelo modo como foi usada pela mídia a morte de um militante ambientalista, no mesmo período. O ativista, supostamente, ateou fogo ao próprio corpo argumentando que era em protesto à possibilidade de instalação da usina. “Na ocasião, Marina demonstrou solidariedade ao rapaz morto de um jeito que parecia dizer que estava de um lado e o Zeca do outro”, acentuou o agrônomo Ricardo Valadares, que acompanhou o caso.


Governadores na mira


Já com os então governadores Blairo Maggi, do Mato Grosso, e Ivo Cassol, de Rondônia, a briga saiu das queixas de gabinetes para as páginas de jornais dos dois lados. Maggi teve muitos embates com a ministra e chegou a questionar números de desmatamentos divulgados pelo governo federal. Durante entrevista emblemática concedida à Folha de S.Paulo, ele fez críticas públicas a Marina, falou da crise mundial de alimentos e destacou que não há como produzir comida sem a ocupação de novas áreas e a derrubada de árvores.


A ex-senadora não se fez de rogada e respondeu que destruir ecossistemas para plantar soja só resolve a crise por um tempo, pois a solução está na tecnologia e no conhecimento científico. A resposta foi um duro golpe em Maggi, que  governava o estado e apoiava o PT, mas é considerado até hoje o maior plantador de soja individual do mundo.


Com o então governador de Rondônia, as brigas foram mais fortes e por várias vezes Marina Silva disse que ali “não dava para dialogar”. Cassol também reclamou de números de desmatamento no estado, salientou que tais dados estavam superdimensionados, mandou retirar de Rondônia fiscais do Ibama enviados pelo governo para fazer ações de preservação de áreas devastadas e bradou, por diversas vezes, que considerava a então ministra "uma despreparada."


Pouco depois, de um jeito mais brando, o governador afirmou, em revistas de circulação nacional, que via a posição da ex-senadora como a de uma pessoa que se acostumou a ser paparicada pelas entidades ambientalistas e que se revoltava com facilidade quando contrariada por um político, demonstrando dificuldade para manter entendimentos com os governantes.


Com Dilma Rousseff, é sabido que as discussões entre as duas então ministras sobre as obras das hidrelétricas de Santo Antonio e de Jirau, no rio Madeira, foram tão intensas e continuadas que levaram a uma interferência direta de Lula. O presidente chamou as duas no Palácio do Planalto para uma conversa definitiva e é conhecido, entre assessores dos três, o teor de uma reunião na qual ele teria avisado que era preciso acabar com a questão de uma vez por todas e alertou a Marina que a política ambiental atravancava obras importantes do governo. Foi depois desse encontro, que o Ibama concedeu licença prévia permitindo a realização do leilão de licitação para as empresas que iriam construir as duas usinas.


O momento de maior desgaste de Marina Silva com o chefe direto quando estava à frente do ministério, no entanto, ocorreu cerca de seis meses antes de deixar o cargo. Foi quando a ministra divulgou a taxa de desmatamento do país. Os dados mostraram que o desmatamento naquele último trimestre tinha sido acelerado numa média de mais de mil quilômetros quadrados por mês. Esse tipo de divulgação é rotina no Ministério do Meio Ambiente, mas ocorre que, conforme afirmou a ministra durante o evento, o ministério tinha sido informado dessa previsão de aumento meses antes. Apesar disso, não fez qualquer comunicação ao Palácio do Planalto a respeito.


Pego de surpresa, o presidente Lula não gostou da maneira como foi feito o anúncio por parte da ministra e convocou uma reunião de emergência no palácio com vários outros ministros e assessores apenas para tratar da questão e estudar formas de implementar iniciativas de controle a esse crescimento tão acentuado de áreas desmatadas. Lula não fez críticas a Marina em relação ao episódio em público, mas, meses depois, tirou dela o que era considerado a menina dos seus olhos: o programa Amazônia Sustentável, que passou a ficar sob a responsabilidade de Mangabeira Unger, na SAE.


‘Limitações como todos nós’


“Marina é uma extraordinária líder popular, profundamente dedicada a uma causa da qual compartilhamos. Possui, no entanto, limitações, como todos nós. Às vezes, falha como operadora política, comete equívocos de avaliação estratégica e tática, cultiva um processo decisório ad hoc (provisório) e caótico e acaba só conseguindo trabalhar direito com seus incondicionais. Reage mal a críticas e opiniões fortes discordantes e não estabelece alianças estratégicas com seus pares. Tem certas características dos líderes populistas, embora deles se distinga por uma generosidade e uma pureza d’alma que, em geral, eles não têm”, colocou o jornalista e deputado federal Alfredo Sirkis (PSB-RJ), em texto escrito no ano passado.


Sirkis já fez parte do grupo muito ligado à ex-ministra, mas o relacionamento entre os dois ficou estremecido com o fracasso da formalização da Rede Sustentabilidade como partido político.


No senado, a posição da ex-ministra não foi muito diferente. Ela sempre foi respeitada pela  defesa da causa ambientalista e, em 16 anos de atuação parlamentar, foi responsável pelo encaminhamento de 125 proposições. Ao longo do tempo em que sentou na cadeira de senadora, matérias como linha de crédito para extrativistas, subsídio para a borracha, o Programa Amazônia Solidária, mudanças no Código Florestal (antes da votação do novo código, mais recentemente), novo modelo para o setor elétrico, diminuição do desmatamento da Amazônia e criação do Serviço Florestal Brasileiro e do Instituto Chico Mendes a tiveram como protagonista forte nas discussões em plenário e nas comissões técnicas.


Como senadora, participou, ainda, de muitas discussões e ganhou várias, embora tenha amargado derrotas contundentes, como o fato de não ter conseguido aprovar um dos primeiros projetos de lei que apresentou, o que instituiria a Lei de Acesso aos Recursos de Biodiversidade. Ela própria, ao se despedir do Senado, disse que deixava a casa com essa frustração. “É uma falta grande, para o Brasil, não ter uma lei para proteger e usar com sabedoria os 22% de espécies vivas que estão em nosso domínio territorial, só para citar um exemplo”, acentuou.


Além do período em que foi ministra e da atuação como senadora, na vida pessoal Maria Osmarina é uma mulher vitoriosa por combater a própria sorte: contraiu malária cinco vezes, teve três hepatites, uma leishimaniose e possui mercúrio no organismo, o que até hoje lhe provoca dores e a obriga a tomar muitos medicamentos. Numa dessas doenças, ainda pequena, quando o médico alertou a família sobre a gravidade do estado de saúde, garantiu aos parentes e a si mesma: “Não vou morrer”. Para o analista legislativo do Senado Jordão Seixas, que atuou junto à ex-senadora nas comissões, Marina sempre foi e será uma mulher valente.


Resta saber se a Marina centralizadora e que não sabe conciliar posições – ao contrário da que diz que há espaço para todos os que são bons no programa eleitoral –  continua presente, ao lado da acriana destemida. São formas de agir que suscitam dúvidas sobre como, de fato, seria hoje a maneira de circular e tomar decisões dentro de um governo, por parte da candidata que se comportou de forma diferente num passado bem próximo.



https://jornalggn.com.br/noticia/a-face-centralizadora-e-pouco-articulada-de-marina-silva



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Laicismo, Política e Economia / Re:Liberalismo
« Última Mensagem: por Lorentz Online Hoje às 12:20:58 »
Sim porém o Governo da Noruega possui várias empresas e participa de várias ( praticamente em tudo) partes da economia e lidera em IDH.
Logo não deveríamos estar pedindo o fim do monopólio do estado e mais liberdade para investir ao invés de pedir para "privatizar tudo"  :?:


Uma ampla liberalização seria mais relevante,  entretanto  uma privatização adequada  poderia cortar os incentivos e as oportunidades (de corrupção e de enriquecimento ilícito)  que as estatais  oferecem aos políticos brasileiros.
A inúmeras maneira de ocorrer  corrupção.
Privatizar não acabará com a corrupção apenas a fará mudar de ramo.

O problema do Brasil não é as estatais, e sim a falta de liberdade econômica e o modelo de república que favorece a corrupção.



E qual é o   modelo   de   república   que    não    favorece a corrupção ?



 

o anarcocapitalismo
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Laicismo, Política e Economia / Re:Liberalismo
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 12:14:34 »
Sim porém o Governo da Noruega possui várias empresas e participa de várias ( praticamente em tudo) partes da economia e lidera em IDH.
Logo não deveríamos estar pedindo o fim do monopólio do estado e mais liberdade para investir ao invés de pedir para "privatizar tudo"  :?:


Uma ampla liberalização seria mais relevante,  entretanto  uma privatização adequada  poderia cortar os incentivos e as oportunidades (de corrupção e de enriquecimento ilícito)  que as estatais  oferecem aos políticos brasileiros.
A inúmeras maneira de ocorrer  corrupção.
Privatizar não acabará com a corrupção apenas a fará mudar de ramo.

O problema do Brasil não é as estatais, e sim a falta de liberdade econômica e o modelo de república que favorece a corrupção.



E qual é o   modelo   de   república   que    não    favorece a corrupção ?



 
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Laicismo, Política e Economia / Re:Liberalismo
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 12:10:28 »
Há inúmeras maneira de ocorrer  corrupção.

Privatizar não acabará com a corrupção apenas a fará mudar de ramo.

O problema do Brasil não são as estatais, e sim a falta de liberdade econômica e o modelo de república que favorece a corrupção.


Para os pagadores de impostos a corrupção que mais interessa é a corrupção que envolve  dinheiro dos pagadores de impostos.  Uma corrupção numa empresa privada,  que não envolva transação com ente público, e que portanto não envolva dinheiro de pagadores de impostos e sim dinheiro dos donos da empresa privada,  pouco interessará aos pagadores de impostos  de forma geral.

Estatais podem ou não serem um problema, caso não haja intromissão política na administração da estatal,  se pelo contrário houver uma administração profissional bastante independente da política e que preste contas ao mercado, então haverá menores chances de ocorrer corrupção com dinheiro público.  De qualquer forma poderíamos perguntar qual a vantagem real de ter determinada estatal.  Será que temos uma vantagem real ou será mera ilusão ?   O que há de real e concreto em falar que certa estatal é "estratégica" para o país ?  Tal afirmação seria apenas um belo discurso com tons nacionalistas ? Qual avantagem real que o brasileiro tem com tal estatal "estratégica" ?

Vejo que a principal vantagem é que o caixa vai para o estado, criando assim um estado que forneça serviços básicos de qualidade e gratuitos e ao mesmo tempo possua impostos baixos e grande liberdade econômica. O Caixa do governo da Noruega é o maior do mundo, apenas alguns 800 bilhões se não me engano.
Deve-se relevar que as empresas estatais não possuem a intromissão do estado na indicação de cargos, a empresa funciona como uma empresa normal, porém o estado é o majoritário nas ações, e por isso engloba todo o caixa, se não estou enganado.


Tendo em vista  a realidade política muito corrupta do Brasil,  tal  esperança me parece  ser bastante  ilusória. 


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Há pessoas religiosas muito inteligentes e compententes, eu tenho alguns amigos assim.

Em compensação tem líderes religiosos que parecem muito sábios por dizer várias frases de efeito mas por outro lado fazem coisas.... :inri: :parede:

Esse aqui achei no comentário de alguém que se dizia judeu e questionou esse pretenso messias. Esqueci de pôr aqui antes essa pérola:


   Segundo o Novo testamento Jesus amaldiçoou uma figueira por ela não ter dado frutos; mas a Bíblia mesmo explica que não era tempo de frutos. Jesus cometeu uma gafe:

Marcos 11:13-14

Avistou de longe uma figueira coberta de folhas e foi ver se encontrava nela algum fruto. Aproximou-se da árvore, mas só encontrou folhas pois não era tempo de figos. E disse à figueira: Jamais alguém coma fruto de ti! E os discípulos ouviram esta maldição.

   E esse mesmo que se dizia judeu ainda acrescentou, baseado numa passagem que critica atitudes parecidas com a que o pretenso messias fez:

Deuteronômio 20:19-20

Quando sitiares uma cidade durante longo tempo e tiveres de lutar para apoderar-te dela, não cortarás as árvores a golpe de machado; comerás os seus frutos, mas não derrubarás as árvores. A árvore do campo seria porventura um homem para que a ataques? Somente aquelas árvores que souberes não serem frutíferas poderás destruí-las e abatê-las para os trabalhos do cerco contra a cidade inimiga, ate que ela sucumba.






É chocante ver um sujeito que transforma água em vinho (dentre outras coisas) ficar reclamando de uma figueira só porque deu vontade de comer figos fora da época.
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Papo Furado / Re:Muro das Lamentações do CC
« Última Mensagem: por Muad'Dib Online Hoje às 12:04:17 »
Criança é um bicho do inferno.
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Here we go again... :histeria:
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