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Laicismo, Política e Economia / Re:Vídeos políticos
« Última Mensagem: por Skeptikós Online Hoje às 17:51:13 »
Vou ler o livro indicado, talvez isso possa mudar minha opinião.
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A resposta à pergunta do tópico pode ser resumida numa expressão curta: ignorância do Efeito Lindy. Dois materiais ótimos para aprender sobre o assunto:


https://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_Lindy

Eu lembro perfeitamente dos incautos que afirmavam que o Segway iria revolucionar o transporte terrestre. Lembrem também de muitos "aplicativos sensação do momento" que já fizeram sucesso no passado e quase já não são utilizados. E o que dizer da mala de rodinhas, que foi inventada depois que o homem já tinha chegado à Lua?
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Laicismo, Política e Economia / Re:Vídeos políticos
« Última Mensagem: por -Huxley- Online Hoje às 16:46:45 »
Por acaso eu tava vendo algo sobre Periscope (um app pra transmissão através de mobiles) e achei sobre um tal Martin Shkreli, que detém o monopólio da patente dum remédio pra tratamento da AIDS e aumentou muito o preço do remédio. Na época eu nem sabia a relevância dele só que era da área de negócios farmacêuticos.

Esse assunto toca na questão do monopólio, um dos problemas dos capitalismo sem algum controle estatal.


Como assim isso se refere ao "capitalismo sem algum controle estatal"? Direito de patente é um monopólio artificialmente CRIADO pelo Estado. O detentor do monopólio de patente recorre à coerção do Estado pois sabe que, na ausência dele (isto é, livre mercado), seus concorrentes provavelmente fabricariam seu remédio e botariam seu preço lá embaixo.

Tecnologia proprietária defendida por patente é um bem não-rival no consumo. A utilização de certa ideia por um agente econômico não impede que outros a utilizem, enquanto a utilização de um bem rival, por exemplo, um bem de consumo por um consumidor, inviabiliza sua utilização por outro.



Ótima  resposta.  Ao ler sobre este caso, de cara  muitas pessoas  irão dizer:  capitalista canalha !  Entretanto como você bem observou ele está apenas se aproveitando  de uma legislação e do poder estatal de coerção, que é o que dá validade a essa legislação.  Sem o monopólio do poder de matar do Estado (ou de forma eufemística: monopólio de uso da força),  essa legislação não valeria nada.




Relendo agora vi que ficou parecendo que seria necessário acabar com o monopólio do uso da força pelo Estado,  mas  obviamente isso não seria necessário  para resolver este problema,  bastaria que se revogasse todas as leis relativas à patentes.


Sem leis de patentes o cara não teria mais o Estado ao lado dele para defendê-lo de uma quebra de patente.
Você não acha que a inexistência de patentes (como também de direitos autorais) desestimularia a busca por inovações, já que muito dinheiro e tempo investido na criação de algo novo não valeria o esforço, pois depois de criado, qualquer um poderia simplesmente copiar aquilo e concentrar seus investimentos apenas no processo de fabricação, logística e venda? Aqueles que criam não receberiam o valor adequado para se sentir motivado a criar (já que seria mais fácil esperar alguém criar algo e simplesmente copia-lo). Ou então mais dinheiro e tempo teria que ser gasto para proteger os segredos importantes sobre como fabricar este produto, e enquanto os concorrentes não descobrissem como copiar aquilo, a tendência seria o aumento do custo do produto para os clientes (devido aos altos custos investidos na proteção dos segredos)?

Como já argumentou Stephan Kimsella, os malefícios da lei de patentes possivelmente contrabalançam todos os benefícios citados, anulando o benefício líquido: http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=29 *

Ademais, estamos discutindo um caso específico, então teríamos que perguntar o que é mais importante: o lucro excessivo artificialmente produzido pela mamata estatal do estabelecimento do monopólio ou a vida das pessoas? A verdade é muitos países, o que que incluiu os EUA, tem legislação de proteção à concorrência. O mark-up das empresas donas de patentes poderiam ser controlados por meio da concorrência, com um fenômeno igual ou semelhante ao citado neste tópico sendo estabelecido como um gatilho para obrigar a empresa a se fatiar em múltiplas companhias, cada uma delas detentoras da patente que motivou a cissão corporativa. 

* Para quem não quer fazer login no IMB: https://mises.org/system/tdf/Against%20Intellectual%20Property_2.pdf?file=1&type=document
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Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsonaro
« Última Mensagem: por Euler1707 Online Hoje às 16:16:28 »
Eu até acredito que filmes e jogos possam causar um efeito dessensibilizador ou até estimular pessoas de cabeça mais fraca a perderem um pouco o senso de realidade, mas nem de longe podem responsabilizados --ou mesmo assumirem uma significativa da culpa-- pela violência. Suíça tem m monte de armas e o povo de lá vê os mesmos filmes e joga os mesmo jogos que o resto do mundo.

A causa da violência é multifatorial.

O Japão deveria ter um número significativo de mortes por katanas ou mechs, mas isso não ocorre. Então a influência é questionável.

A influência cultural já não é. Se se tá num país com cultura do malandro e do bandido exaltado isso pesa muito. Isso não parece ser o caso do Japão, mas no Brasil sim.
Você pensa antes de escrever, ou desconsideras mesmo que num país com "cultura de malandro", quem é malandro já não tem dificuldade alguma para conseguir armas?

Ou será que pensas que, ao liberarem o porte de armas, haverá um aumento no número de roubos, assaltos, entre outros crimes com o possível uso de armas de fogo?

E você pensa antes de ler?
Cara, às vezes você é engraçado. Você é daqueles tipos que se refutam sozinho, não consegue entender o que eu escrevo, e, ainda por cima, usa como argumento vídeos da internet.

Vejamos:

Citar
Malandro tem dificuldades pra conseguir armas?

Falta de interpretação sua:
Citação de: Oilim
Você pensa antes de escrever, ou desconsideras mesmo que num país com "cultura de malandro", quem é malandro já não tem dificuldade alguma para conseguir armas?
Isto é, você me fez a mesma pergunta retórica que eu te fiz.

Citar
Em que realidade paralela você vive? Já postei várias notícias sobre bandidos roubarem armas de uso exclusivo da polícia e do exército? Se isso não for malandragem, não sei o que seria.
Okey. Analisemos o contexto:
Wowbagger diz que a causa da violência é multifatorial, e que, por si só, a cultura pop não pode ser considerada como uma responsável de grande peso para o problema da violência.
Então o Lorentz responde assim:
Citar
O Japão deveria ter um número significativo de mortes por katanas ou mechs, mas isso não ocorre. Então a influência é questionável.
E então respondes assim:
Citar
A influência cultural já não é. Se se tá num país com cultura do malandro e do bandido exaltado isso pesa muito. Isso não parece ser o caso do Japão, mas no Brasil sim.
Se analisarmos com cuidado, veremos o seguinte:

Disseste que, num contexto em que se estava tratando sobre a influência da cultura pop sobre a taxa de homicídios e da possível legalização do porte de armas, e em reposta ao comentário sarcástico do Lorentz (que não deveria ter sido respondido de maneira séria por ninguém), disseste (e isso deduzo eu, já que seu comentário está um tanto quanto confuso) que a influência cultural não pode ser ignorada e que, num país com cultura de malandro, a legalização do porte de armas poderia influenciar negativamente (suponho eu) a taxa de crimes violentos (ou outro tipo de crime que se estiver discutindo aqui). Outra interpretação do seu comentário seria dizer que "filmes, games e desenhos violentos podem influenciar a violência", mas dado como me respondeste, fico com a alternativa anterior à essa.

E é aí que entra o meu comentário questionando o simples fato que "nesse país com cultura de malandro", independentemente da legalização do porte de armas, bandidos têm fácil acesso à armas, e se de fato, achas mesmo que se ao legalizarem o porte de armas, virá a ocorrer um aumento significativo no número de crimes com armas de fogo.

Eis que me respondes isso:

Citar
Malandro tem dificuldades pra conseguir armas? Em que realidade paralela você vive? Já postei várias notícias sobre bandidos roubarem armas de uso exclusivo da polícia e do exército? Se isso não for malandragem, não sei o que seria.
Me resta então perguntar a ti:
O querias dizer com esse comentário?
Porque postastes esses vídeos idiotas?
Achas mesmo que os bandidos precisam roubar suas armas da polícia militar e do exército, quando podem simplesmente contrabandarem essas armas, e outras armas ainda mais potentes, pelas fronteiras mal vigiadas de nossos país?
Ou será que as AK's 47 encontradas em nossas favelas em mãos desses bandidos são armas que são usadas por nosso exército?
Não?

E, por fim:
Citar
E ainda tem a questão de quem tiver porte legal de arma, vai ser pra armas que não chegam nem aos pés do que os bandidos usam.
Agnóstico, diga-nos, já que pareces entender tão bem do assunto, quão comum é as pessoas terem seus celulares e carteiras por bandido armados de fuzis?
Não tão comum?
Então a critica em seu "argumento" em relação a liberalização do porte de armas leves para auto-defesa é infundamentada em dados estatísticos, sendo, na verdade, mais um de seus espantalhos.
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Laicismo, Política e Economia / Re:Vídeos políticos
« Última Mensagem: por Agnoscetico Online Hoje às 15:35:02 »
Por acaso eu tava vendo algo sobre Periscope (um app pra transmissão através de mobiles) e achei sobre um tal Martin Shkreli, que detém o monopólio da patente dum remédio pra tratamento da AIDS e aumentou muito o preço do remédio. Na época eu nem sabia a relevância dele só que era da área de negócios farmacêuticos.

Esse assunto toca na questão do monopólio, um dos problemas dos capitalismo sem algum controle estatal.


Como assim isso se refere ao "capitalismo sem algum controle estatal"? Direito de patente é um monopólio artificialmente CRIADO pelo Estado. O detentor do monopólio de patente recorre à coerção do Estado pois sabe que, na ausência dele (isto é, livre mercado), seus concorrentes provavelmente fabricariam seu remédio e botariam seu preço lá embaixo.

Tecnologia proprietária defendida por patente é um bem não-rival no consumo. A utilização de certa ideia por um agente econômico não impede que outros a utilizem, enquanto a utilização de um bem rival, por exemplo, um bem de consumo por um consumidor, inviabiliza sua utilização por outro.



Ótima  resposta.  Ao ler sobre este caso, de cara  muitas pessoas  irão dizer:  capitalista canalha !  Entretanto como você bem observou ele está apenas se aproveitando  de uma legislação e do poder estatal de coerção, que é o que dá validade a essa legislação.  Sem o monopólio do poder de matar do Estado (ou de forma eufemística: monopólio de uso da força),  essa legislação não valeria nada.




Relendo agora vi que ficou parecendo que seria necessário acabar com o monopólio do uso da força pelo Estado,  mas  obviamente isso não seria necessário  para resolver este problema,  bastaria que se revogasse todas as leis relativas à patentes.


Sem leis de patentes o cara não teria mais o Estado ao lado dele para defendê-lo de uma quebra de patente.
Você não acha que a inexistência de patentes (como também de direitos autorais) desestimularia a busca por inovações, já que muito dinheiro e tempo investido na criação de algo novo não valeria o esforço, pois depois de criado, qualquer um poderia simplesmente copiar aquilo e concentrar seus investimentos apenas no processo de fabricação, logística e venda? Aqueles que criam não receberiam o valor adequado para se sentir motivado a criar (já que seria mais fácil esperar alguém criar algo e simplesmente copia-lo). Ou então mais dinheiro e tempo teria que ser gasto para proteger os segredos importantes sobre como fabricar este produto, e enquanto os concorrentes não descobrissem como copiar aquilo, a tendência seria o aumento do custo do produto para os clientes (devido aos altos custos investidos na proteção dos segredos)?

Tem esse problema. Mas especificamente nesse problema, caso esse remédio fosse única opção de tratamento contra AIDS seria caso de se pensar em quebra patente, já que AIDS é ainda uma epidemia. Não é mesma coisa que alguém guarda a sete chaves o segredo da fórmula da Coca-cola, que é algo não-essencial.


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Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsonaro
« Última Mensagem: por Agnoscetico Online Hoje às 14:02:26 »

E agora voltando ao Bolsonaro, parece que na tem jeito vu votar nulo por décadas.


'Qual partido não recebe?', diz Bolsonaro sobre propina a rádio

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/05/1886798-qual-partido-nao-recebe-diz-bolsonaro-sobre-propina-a-radio.shtml

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Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsonaro
« Última Mensagem: por Agnoscetico Online Hoje às 13:58:08 »
Ok... Já que os Argumentos não foram bem Recebidos começamos um Novo Round...  1 x  0 Para os Armamentistas...

Começo com a pergunta, será que realmente vale a pena liberar/facilitar a compra de armas num país? Visto que por exemplo o  Japão possui o Menor número de armas por habitantes do Mundo, E também possuem uma das menores Quantidades  de homicídios no  mundo ( Apenas 5 homicídios em 1 ano... )

Então Tendo em Mente que é possível chegar a segurança plena sem  liberar/facilitar a compra de armas num país... Qual seria a real intenção de  liberar/facilitar a compra de armas? Seria apenas uma Paranoia Libertária?  Tipo essa?


Primeiro: A causa da pequena taxa de homicídios no Japão não passa exclusivamente no porte de armas, visto que há diversas maneiras de cometer um  assassinato, como o uso de armas brancas (facas e objetos cortantes), por exemplo. É mais que comprovado que há diversos fatores que tornam um país mais ou menos violento, como o nível de educação da população, nível de emprego, desenvolvimento, cumprimento e rigidez de leis, liberdade econômica, cultura, tráfico de drogas, etc. Se a causa de homicídios passasse exclusivamente por desarmamento, a taxa de homicídios no Brasil  não daria esse salto desde 2004/2005.



Segundo: Armamento pesado é diferente de pistolas e revólveres. O direito de compra e porte de armas defendido pelos """armamentistas""" é apenas de armas leves, no máximo fuzis semi-automáticos. Armas de uso exclusivo das Forças Armadas continuariam tendo seu direito de porte controlado pelo Exército. Trazer como exemplo para discussão um devaneio que nem ao menos é defendido seriamente pelos defensores do direito de compra e porte de armas de fogo é um desvio que pode se caracterizar como uma Falácia do Espantalho.

O Japão serve pra mostrar pra aqueles que ainda crêem que ter mais armas pro "cidadão de bem" = menos violência. Não há essa correlação.

E novamente pela enésima vez, comparar faca (curto alcance; a não ser que se seja um exímio ninja disparador de facas ou pelo menos um bom atirador) com arma de fogo (longo alcance; letalidade maior pelo poder de penetração devido a velocidade de disparo) é forçar a barra.




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Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsonaro
« Última Mensagem: por Agnoscetico Online Hoje às 13:52:39 »
Você pensa antes de escrever, ou desconsideras mesmo que num país com "cultura de malandro", quem é malandro já não tem dificuldade alguma para conseguir armas?

Ou será que pensas que, ao liberarem o porte de armas, haverá um aumento no número de roubos, assaltos, entre outros crimes com o possível uso de armas de fogo?

Esquece Euler. Para quem tem uma ideia pré-definida, todos os artifícios falaciosos para manter sua visão é válida. É o clássico "Mover as traves do Gol".

Idem!

Se pensa assim!
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Laicismo, Política e Economia / Re:Bolsonaro
« Última Mensagem: por Agnoscetico Online Hoje às 13:50:13 »
Eu até acredito que filmes e jogos possam causar um efeito dessensibilizador ou até estimular pessoas de cabeça mais fraca a perderem um pouco o senso de realidade, mas nem de longe podem responsabilizados --ou mesmo assumirem uma significativa da culpa-- pela violência. Suíça tem m monte de armas e o povo de lá vê os mesmos filmes e joga os mesmo jogos que o resto do mundo.

A causa da violência é multifatorial.

O Japão deveria ter um número significativo de mortes por katanas ou mechs, mas isso não ocorre. Então a influência é questionável.

A influência cultural já não é. Se se tá num país com cultura do malandro e do bandido exaltado isso pesa muito. Isso não parece ser o caso do Japão, mas no Brasil sim.
Você pensa antes de escrever, ou desconsideras mesmo que num país com "cultura de malandro", quem é malandro já não tem dificuldade alguma para conseguir armas?

Ou será que pensas que, ao liberarem o porte de armas, haverá um aumento no número de roubos, assaltos, entre outros crimes com o possível uso de armas de fogo?

E você pensa antes de ler?

Malandro tem dificuldades pra conseguir armas? Em que realidade paralela você vive? Já postei várias notícias sobre bandidos roubarem armas de uso exclusivo da polícia e do exército? Se isso não for malandragem, não sei o que seria.

E ainda tem a questão de quem tiver porte legal de arma, vai ser pra armas que não chegam nem aos pés do que os bandidos usam.

Exemplos de vídeos, só pra relembrar caso já não souber ou esqueceu: 

<a href="https://www.youtube.com/v/Ei6wvEXfeEk" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/Ei6wvEXfeEk</a>

<a href="https://www.youtube.com/v/foSv7REjbuM" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/foSv7REjbuM</a>

<a href="https://www.youtube.com/v/LhitodR3Gmc" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/LhitodR3Gmc</a>








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