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Ou então não são nem graca esquerdista nen falta dela de"direitista".
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Independentemente destas questões  religiosas,  Israel é um país muito mais  racionalista, iluminista, democrático e liberal, do que os seus vizinhos, e portanto quem valoriza positivamente o racionalismo, o iluminismo, a democracia e o liberalismo deveria apoiar Israel.


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Mas pode ter certeza que ela virá mais cedo ou mais tarde, é inevitável dentro do capitalismo, como todos bem sabemos.

Assim como uma nova extinção em massa.


Liberal adora uma falácia naturalista pra defender seu belo e lindo Capitalismo  :no:
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Laicismo, Política e Economia / Re:O Irã deve ser invadido?
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 10:51:52 »


Foi um grande erro estratégico permitir que o Irã continuasse a enriquecer material nuclear.

E cercear o direito de um país que é signatário do acordo de não proliferação nuclear de enriquecer urânio até níveis permitidos para todos os outros paises signatários do acordo?

Isso significaria que Irã teria que ser atacado militarmente e que esse ataque iria ser visto como absolutamente ilegal.



A verdadeira lei do mundo é o poder militar.   Quem tem mais pode fazer o que quer.  Desde que não dê moral aos  chatos que ficam protestando.



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História, Sociedade, Comportamento e Filosofia / Re:Israel
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 10:35:38 »
Neste ponto concordo totalmente,  sou 100% favorável que Trump faça isso.  Considero que   EUA e Israel são muito moles nessa questão, já deviam ter feito isso há mais tempo.  Eles tem força militar suficiente para apoiar essa decisão política. Não tinham que ficar com medo de reação dos barbudinhos medievais. 

Eles tem que mostrarem quem manda naquela região.  Eles podem e devem.

Tem que aproveitar que o Neita ganhou de novo e que o Trump está no poder.  Não tem que titubear. A hora é agora.

Se os barbudinhos medievais tivessem o poder e a força de Israel,  e o apoio de um país forte como os EUA,  eles já teriam varrido Israel do mapa.   




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História, Sociedade, Comportamento e Filosofia / Re:Israel
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 10:32:02 »
Analista: Trump pode reconhecer Cisjordânia como parte de Israel


© AFP 2019 / GIL COHEN-MAGEN
ANÁLISE
09:25 23.04.2019(atualizado 09:35 23.04.2019) URL curta101

Em resultado das eleições que decorreram em Israel em 9 de abril, Benjamin Netanyahu alcançou a vitória e na sequência foi apontado em 17 de abril como premiê do país. Em entrevista à Sputnik, o jornalista israelense Avigdor Eskin partilhou sua opinião sobre o que se pode esperar do gabinete de Netanyahu no futuro próximo.


Avigdor Eskin é um analista e jornalista que previu a vitória de Netanyahu em novembro de 2018 e acha que Washington e Tel Aviv continuarão reforçando  a posição de Israel na região, tendo em conta o reconhecimento de Jerusalém em 14 de maio de 2018 e da soberania israelense sobre as Colinas de Golã em 25 de março de 2019.

Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu chairs the weekly cabinet meeting at the Prime Minister's office in Jerusalem, Sunday, April 15, 2018
© AP PHOTO / GALI TIBBON/POOL

Israel expulsa diretor de ONG de direitos humanos
"Eu previ o reconhecimento oficial de Israel de cidades e povoados da Cisjordânia (Judeia e Samaria) como parte do Estado e também previ o reconhecimento dos EUA. Nós também vamos assistir a tentativas de negociar com Gaza. O Egito irá desempenhar um papel importante", prognostica o jornalista.

A Cisjordânia e a Faixa de Gaza têm sido territórios disputados, tal como as Colinas de Golã, desde a Guerra dos Seis Dias em 1967. A ONU e a UE consideram a Cisjordânia, englobando Jerusalém Oriental e Gaza, como "territórios palestinos ocupados". Durante as últimas décadas, a comunidade internacional tem apoiado o estabelecimento de um Estado palestino como o meio para resolver o conflito israelo-palestino.

Contudo, recentemente, cometendo o longamente esperado "plano de paz" de Trump, o representante especial dos EUA nas negociações internacionais, Jason Greenblatt, rejeitou o uso do termo "solução de dois Estados" nas próximas negociações entre Israel e os palestinos por que ambas as partes o entendem de forma diferente.

O plano de Trump para o Oriente Médio será apresentado em junho, anunciou o conselheiro sênior e genro do presidente norte-americano Jared Kushner em 17 de abril.

Soldado israelense caminha em antigo posto militar, usado para ver as Colinas de Golã
© AP PHOTO / ARIEL SCHALIT

Liga Árabe: EUA estão sozinhos no reconhecimento das Colinas de Golã como parte de Israel
Em entrevista à Sputnik, Eskin opina que Israel continuará sua operação militar na Síria contra as forças do Irã que operam no terreno, o que é veementemente negado pelo Irã.


"Israel vai continuar combatendo contra o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em muitos outros países) e outros grupos terroristas na península do Sinai", apontou o analista político.

Em 13 de abril, Israel teria efetuado ataques aéreos contra instalações iranianas de produção de mísseis na província de Hama, na Síria. Segundo as Forças Armadas da Síria, eles conseguiram interceptar alguns dos mísseis. Anteriormente, em março, a Força Aérea de Israel (IAF, na sigla em inglês) realizou um ataque aéreo contra Aleppo.

Tel Aviv tem atacado por repetidas vezes supostos alvos iranianos no território da Síria, enquanto Teerã continua rejeitando as afirmações de que mantém suas tropas na Síria.

Soldados israelenses carregam a bandeira nacional
© AFP 2019 / JAAFAR ASHTIYEH

Israel estaria treinando soldados para melhorarem imagem do país no exterior


A vitória de Netanyahu foi apoiada pelos partidos de direita norte-americanos, europeus e asiáticos. O presidente Trump, o chanceler austríaco Kurtz, o ministro do Interior da Itália Salvini e o premiê da Índia Modi parabenizaram Netanyahu pela vitória, enquanto a Alemanha afirmou laconicamente que ia trabalhar com qualquer governo de Israel.
Assim, poderemos falar sobre o aparecimento de uma espécie de "bloco de direita interacional"?

"A 'internacional conservadora' não está sendo formada do mesmo modo da Internacional Socialista. Mas nós vemos uma estreita cooperação e uma profunda solidariedade. Eu adicionaria a essa lista o presidente russo Vladimir Putin, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro e o premiê da Hungria, Viktor Orban", disse ele.

Ele referiu que o programa de Kahol Lavan não é muito diferente do do Likud.

"Você não encontrará qualquer agenda oposicionista substancialmente diferente da de Netanyahu. A única agenda deles é a exigência para substituir Netanyahu", apontou o jornalista.

Ambos os partidos estiveram a par um do outro nas eleições e acabaram com 35 lugares para cada um. No entanto, Netanyahu recebeu o apoio do partido ultraortodoxo Shas, da ala direita da aliança Judaísmo da Torá Unida, da União dos Partidos de Direita, do partido centrista Kulanu e do partido secular Yisrael Beytenu. Graças a esses apoios ele ultrapassou Gantz, que teve o apoio da sua aliança Kahol Lavan, do partido de esquerda Meretz e do Partido Trabalhista de Israel.


https://br.sputniknews.com/opiniao/2019042313739977-analista-trump-reconhece-cisjordania-como-parte-israel/
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O que funciona também são equilíbrios perfeitos em sistemas complexos dinâmicos como a economia moderna  :stunned:

Destruir os biomas terrestres também funciona bastante!

Vai dar certo sim, pode ter certeza amiguinho  :ok:
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Religiões, Crenças e Mitos / Re:Por que o Espiritismo só deu certo no Brasil?
« Última Mensagem: por Gorducho Online Hoje às 09:50:26 »
Acho que o GORDUCHO entende mais sobre isso
:no:
A priori concordaria c/Sr. Banzai: Dr. Bezerra & CX seriam CONSEQUENCIA do ambiente cultural, e não causa...
+ a Colombia também tem uma composição étnica e cultural semelhante à nossa e aparentemente lá o "espiritismo" dessa linha kardecista ou "semi kardecista" — como a "brasileira" que incorpora o Roustaing e a cosmologia anglo de esferas divulgada por CX...— tb. é % insignificante que eu saiba.
A Santería lá parece-me ter similar penetração % que a nossa Umbanda cá (claro :D).
Es decir: no global o "espiritismo" considerado como um todo — continental + "continental abrasileirado" (so to say) + Santería — tem penetração % muito menor que cá.
Não sei teorizar o porque disso :no:
Claro, se poderá alegar que só em 1991 o Estado passou a ser laico blah blah blah... + de novo a causalidade parece ser reversa: deixou de ser católico tão tardiamente POR FALTA de maior pressão popular.
Então de fato não arrisco tentar explicar por que só cá, nas Filipinas e (aparentemente) em Cuba, floresceu a níveis % não-residuais
:?: :?: :?:
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Laicismo, Política e Economia / Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Última Mensagem: por JJ Online Hoje às 09:47:40 »
Creio que esta crise ocorrerá antes do fim deste ano. Se virar 2020 e ela não ocorrer, juro que eu paro de tentar adivinhar o ano que ela ocorrerá.

Arranje uma cadeira ou poltrona bem confortável.


Mas pode ter certeza que ela virá mais cedo ou mais tarde, é inevitável dentro do capitalismo, como todos bem sabemos.

Assim como uma nova extinção em massa.

Ainda bem que temos o comunismo para nos salvar.

Só que... não, pois ele só funciona na Terra do Nunca (ou em Nárnia, como o forista adora citar).



Negativo, o que funciona são  os  derivativos  lunares do Lehman Brothers.


Esses são bons.  Capitalismo 100%   :ok:



 :hihi:


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 :biglol:
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