Autor Tópico: Léxico Politicamente-Correto  (Lida 18103 vezes)

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Offline Fabrício

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #100 Online: 06 de Dezembro de 2015, 21:46:26 »
E essa aí nem dá para comer

Outro exemplo de objetificação que combina a animalização a que me referia, com sexualização.

Se houvesse alguma analogia anatômica, seria a de que a mulher "come" o homem na penetração. Mas se é justamente o contrário, isso só pode ser explicado pela objetificação/animalização, de toda remoção de agência da mulher.

Não é de se surpreender que o estupro seja uma prática largamente aceita, a linguagem do sexo o torna algo "inexistente", sem sentido como problema. Uma reles galinha não tem direito a qualquer opinião contrária quanto a ser comida, como e quanto quer que se deseje comê-la. É comida, um objeto. Se há alguém que tem o direito de se opor, é apenas o seu dono, e não o objeto.

 :lol:
"Deus prefere os ateus"

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #101 Online: 23 de Dezembro de 2015, 21:57:53 »
"Sexo oposto": termo triplamente problemático. Primeiramente pela sexualização do gênero; segundamente, mas não menos importante, por colocar os gêneros supostamente mais comuns como opostos, adversários, e terceiramente, e também não menos importante, promove uma dicotomia heteronormativa cis-gênero, removendo toda a diversidade que existe além dos "dois" gêneros socialmente aceitos e impostos pela sociedade.

O melhor seria, se necessário, se referir a gêneros diversos daquele que se tiver em foco. Note "diverso" em vez de "diferente", favorecendo a consciência da diversidade, em vez de focar na diferença, assim promovendo a aceitação em vez de exclusão. Ao não colocar os gêneros como "opostos", inimigos, remove-se um reforço subliminar das bases da cultura patriarcal de dominação e guerra contra o não-cismacho.




Aliás, "patriarquia" talvez deva ser questionado de forma similar. Igualmente faz uma reificação da condição biológica do progenitor macho ao gênero paterno e à cultura/ideologia problemática, que assim como gênero, não é algo inerente ao sexo biológico supostamente mais comumente associado, na tradição ocidental. Pode haver mães-cismachos, pais-cisfêmeas, mães=transmachos, mães-transfêmeas, pais-cis-X, mães cis-X, paimães-X-X, mãepais-X-X; e cada permutação possível dessas pode ser tanto complacente, vítima, ideóloga ou oposta ao que se rotula preconceituosamente como "patriarquia".


Offline Buckaroo Banzai

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #102 Online: 10 de Fevereiro de 2016, 16:29:21 »


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Parents Dedicate New College Safe Space In Honor Of Daughter Who Felt Weird In Class Once


The calming, new-idea-free zone will be open around the clock to comfort students who have read or heard opinions that are at odds with their preexisting worldview.

LYNNFIELD, MA—In an effort to provide sanctuary for Lynnfield College students exposed to perspectives different from their own, a new campus safe space was dedicated Wednesday in honor of Alexis Stigmore, a 2009 graduate who felt kind of weird in class one time.

Addressing students at the dedication ceremony, parents Arnold and Cassie Stigmore noted that while the college had adequate facilities to assist victims of discrimination, abuse, and post-traumatic stress, it had until now offered no comparable safe space for students, like their beloved daughter, who encounter an academic viewpoint that gives them an uncomfortable feeling.

[...]

As they have done often over the years, the Stigmores spoke openly about the time their daughter attended a class in which her political science professor “completely ambushed” her with standard course material that did not fit comfortably within her world outlook. Feeling unsettled, the college student reportedly had no way of coping with the challenging position that did not require her to consider the opinion, analyze its shortcomings, and think of possible counterarguments.

Alexis, then a dean’s-list student in her junior year, described spending 40 harrowing minutes of class in a distressed state, forced to look at the world through the eyes of a set of people she disagreed with.

“I’ll never forget the morning my daughter called and told me in a trembling voice, ‘Mom, my professor said some stuff today I didn’t like,’” recounted an emotional Cassie Stigmore, who also remarked that Alexis was left further traumatized upon looking at the course syllabus and finding it contained a book she did not want to read because it was written by an author whose politics she opposed. “As a parent, I’ll always wish I could have been there for her in that lecture hall, protecting her from those unwelcome concepts.”

[...]

http://www.theonion.com/article/parents-dedicate-new-college-safe-space-honor-daug-50851



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Warning Labels On College Courses?

Some college students are demanding professors put warning labels on courses and books that might offend. And many profs are offended by that.


This Feb. 5, 2014 file photo shows a statue of a man sleepwalking in his underpants, called “Sleepwalker,” which was part of an exhibit by sculptor Tony Matelli, surrounded by snow on the campus of Wellesley College, in Wellesley, Mass. A student started an online petition to have it moved indoors because it had become “a source of apprehension, fear, and triggering thoughts regarding sexual assault.” (AP)

Should college student assigned “The Great Gatsby” be forewarned that it contains scenes of “gory, abusive, misogynistic violence”?  Should undergrads reading “Huckleberry Finn” get a boldprint warning label of racism – and permission to duck it?  A new push on college campuses is calling for “trigger warnings” up front on potentially disturbing readings and more.  Advocates say it’s to protect the vulnerable.  Critics say it’s hypersensitivity run amuck and a veiled attack on free speech, robust scholarship.  This hour On Point:  Trigger warnings, and what American college kids can handle.

http://onpoint.wbur.org/2014/05/20/trigger-warnings-college-courses

Offline Donatello

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #103 Online: 02 de Junho de 2016, 05:04:59 »
Guia de termos corretos para evitar classificações equivocadas quanto ao tom de pele em tempos em que os termos negro, pardo, moreno, mulato e afrodescendente são disputados como os mais empoderados e os mais opressores (a depender da qualidade da maconha vendida no DCE) pelos ativistas negros discípulos de MalcomX/Magneto.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #104 Online: 10 de Junho de 2016, 20:16:57 »
Morador de apartamento → morador em situação de apartamento
Morador de casa → morador em situação de casa
Morando de favor → morador em situação de favor
Morando em casa alugada → morador em situação de aluguel
Morando em casa própria → ocupante de residência da qual crê ser legítimo dono de acordo com crenças capitalistas em propriedade privada





Quero mudar o nome do Pau Brasil, que remete a um país de terceiro mundo que depende da extração de madeira pra sobreviver, o que é ... hmmm... verdade. Além disso, quem nasce no Brasil não é brasiliano, mas "brasileiro", que remete a profissão de extração da madeira.

O próprio nome do país é falocentrista. É por isso que somos tão retrógrados e praticamenta linxamas nossa primeira presidenta mulhar, apenas par sar mulhar.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #105 Online: 19 de Setembro de 2016, 12:36:32 »
"Passar em branco" - "passar sem que seja dada a atenção merecida"

O termo "passar em branco" tem uma evidente conotação racial depreciativa, e argumentavelmente até mesmo trivializante da violência sexual.

Offline Lakatos

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #106 Online: 19 de Setembro de 2016, 20:15:09 »
Idem com "carta branca", que significa "autorização para fazer o que quiser", ou seja, uma referência ao fato de apenas os brancos serem livres na época da escravidão.

Também há as variações futebolísticas racistas, como o cartão amarelo e o cartão vermelho, associados a punições por mal comportamento e que fazem referência ao preconceito contra imigrantes japoneses e nativos indígenas.

O futebol, aliás, é cheio de expressões preconceituosas. Quem nunca notou a referência à Alemanha nazista na fórmula de organização da Copa do Mundo? O evento começa com a divisão em grupos, simbolizando a separação entre os arianos e os judeus, negros, ciganos etc. A próxima fase é o mata-mata, que nada mais é do que uma referência ao holocausto, culminando com a (solução) final.


Offline Buckaroo Banzai

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #107 Online: 19 de Setembro de 2016, 23:01:59 »
O elo é mais profundo que isso, evidenciado em mensagens subliminares que permeiam todo o esporte:





















Offline Gabarito

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #110 Online: 26 de Julho de 2017, 14:38:08 »
Fim dos vocábulos PAI e MÃE no campo filiação nos documentos de identificação.
Que tal GENITOR 1 e GENITOR 2?
Além de ter que informar também o sexo de cada genitor, claro.


Offline Lorentz

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #111 Online: 26 de Julho de 2017, 15:19:35 »
Fim dos vocábulos PAI e MÃE no campo filiação nos documentos de identificação.
Que tal GENITOR 1 e GENITOR 2?
Além de ter que informar também o sexo de cada genitor, claro.



No caso de uma criança adotada por um casal homossexual, quem será o pai e quem será a mãe? Não é justamente para evitar este tipo de constrangimento que criaram essa regra?

Parece que a adoção de crianças é algo secundário. A família é importante, mas danem-se os órfãos.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #112 Online: 26 de Julho de 2017, 15:21:15 »
Enquanto não banirem isso de casamento gay, a coisa só vai continuar assim, teremos que sofrer dolorosamente esses insultos traumatizantes cada vez mais, destruindo nossas famílias irreparavelmente. Agressões, nos próprios documentos, dia após dia.

Por isso votarei em Bolsonaro, que prometeu dar o kit-hétero nas escolas, distribuir uma CINTA para os pais e mães (os de verdade, não os da fábula gaysquerdista) aplicarem em casa.

E claro, ele acabará com o uso dos termos que NÓS consideramos insensíveis, que ferem NOSSOS sentimentos!

CHEGA de ditadura gay!!!!111 (Termo que provavelmente eles acham erótico por ter o morfema "dura")

#BOLÇONARO2018








No caso de uma criança adotada por um casal homossexual, quem será o pai e quem será a mãe? Não é justamente para evitar este tipo de constrangimento que criaram essa regra?


Acho que o problema é que tecnica/semantica e talvez legalmente pais adotivos não sejam "genitores". Talvez devesse constar "guardião legal 1", "2", "N".

Dessa forma a utilidade GRAMATICALMENTE CORRETA acaba sendo mais para pais transexuais, parece.

Provavelmente o melhor seria "mãe ou pai 1", "mãe ou pai 2", "mãe ou pai 3"*, etc. Pelo significado mais "humano" dessas palavras na criação.



* mesmo sem considerar poligamia, algumas tribos indígenas consideram que as crianças podem ter mais de um pai.



Citar
Parece que a adoção de crianças é algo secundário. A família é importante, mas danem-se os órfãos.

Órfãos poderiam ser todos criados pela Igreja, e teriam como genitores "Jesus" e "Maria", simbolicamente. Então eles teriam uma boa criação, em vez de ter que assistir orgias sodômicas bestiais cotidianamente.

Ao passo que a esquerda quer que todas as crianças não tenham mais guarda dos "pais", que agora inexistem, são reles genitores, procriadores biológicos, e sejam já criados nas creches das faculcracolândias.

Offline Skeptikós

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #113 Online: 26 de Julho de 2017, 18:59:31 »
Fim dos vocábulos PAI e MÃE no campo filiação nos documentos de identificação.
Que tal GENITOR 1 e GENITOR 2?
Além de ter que informar também o sexo de cada genitor, claro.



No caso de uma criança adotada por um casal homossexual, quem será o pai e quem será a mãe? Não é justamente para evitar este tipo de constrangimento que criaram essa regra?

Parece que a adoção de crianças é algo secundário. A família é importante, mas danem-se os órfãos.
Concordo, neste caso é compreensível.
"Che non men che saper dubbiar m'aggrada."
"E, não menos que saber, duvidar me agrada."

Dante, Inferno, XI, 93; cit. p/ Montaigne, Os ensaios, Uma seleção, I, XXV, p. 93; org. de M. A. Screech, trad. de Rosa Freire D'aguiar

Offline Skeptikós

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #114 Online: 28 de Agosto de 2017, 11:41:16 »
"Che non men che saper dubbiar m'aggrada."
"E, não menos que saber, duvidar me agrada."

Dante, Inferno, XI, 93; cit. p/ Montaigne, Os ensaios, Uma seleção, I, XXV, p. 93; org. de M. A. Screech, trad. de Rosa Freire D'aguiar

Offline Geotecton

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #115 Online: 28 de Agosto de 2017, 16:11:43 »
Perfeito.
Foto USGS

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #116 Online: 03 de Junho de 2019, 21:27:07 »
<a href="https://www.youtube.com/v/8RbJmSOVWn4" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/8RbJmSOVWn4</a>

É até engraçado, mas a performance deixa alguma coisa a desejar.








Enquanto não banirem isso de casamento gay, a coisa só vai continuar assim, teremos que sofrer dolorosamente esses insultos traumatizantes cada vez mais, destruindo nossas famílias irreparavelmente. Agressões, nos próprios documentos, dia após dia.

Por isso votarei em Bolsonaro, que prometeu dar o kit-hétero nas escolas, distribuir uma CINTA para os pais e mães (os de verdade, não os da fábula gaysquerdista) aplicarem em casa.

E claro, ele acabará com o uso dos termos que NÓS consideramos insensíveis, que ferem NOSSOS sentimentos!

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Só salientando que isso não era real mas paródia ao mimimi do Alexandre Garcia.



Nessa época ainda nem parecia real a ameaça :/


Offline Sergiomgbr

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #118 Online: 08 de Julho de 2019, 08:44:02 »
Post editado por extremo equívoco.
« Última modificação: 08 de Julho de 2019, 08:46:46 por Sergiomgbr »

Offline Marciano

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #119 Online: 10 de Julho de 2019, 20:28:40 »
Falando em minorias, a minoria mais ínfima que existe, aquela que tem o menor número de pessoas incluídas, tem sido execrada por todos e ninguém faz nada para defendê-la. É a minoria dos ricos.
Tudo o que acontece de ruim é culpa dos ricos. Só porque são muito poucos.

Outra minoria que não recebe qualquer proteção é a minoria dos homens. Em qualquer lugar do mundo os homens são superados em número de indivíduos pelas mulheres. Estas, grande maioria, têm direito a tanta coisa. Os homens só têm o direito de concordar com o que elas decidem.
𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #120 Online: 10 de Julho de 2019, 20:42:18 »
Citar
Manifestação pedindo impeachment de Dilma reúne 30 pessoas na Zona Oeste de SP

Ato na região do Largo da Batata teve a confirmação de 30 mil pessoas nas redes sociais

SÃO PAULO - Cerca de 30 pessoas se reuniram na região do Largo da Batata, na Zona Oeste de São Paulo, [...]

- O que ela fez pra gente? O que ela fez pros eleitores ricos? Não fez nada para mim. Por que eu tenho que apoiá-la - reclamou Marianna Domingues, de 22 anos.

[...]

Read more: http://oglobo.globo.com/brasil/manifestacao-pedindo-impeachment-de-dilma-reune-30-pessoas-na-zona-oeste-de-sp-14378735#ixzz3HOJ8Lpqn

Fonte: http://oglobo.globo.com/brasil/manifestacao-pedindo-impeachment-de-dilma-reune-30-pessoas-na-zona-oeste-de-sp-14378735

Sério isso gente? Poxa... nem protesto o eleitor do Aécio sabe fazer?







MACCHIETTO: In what ways did men have an equivalent experience to
blacks or to slaves?

FARRELL: Blacks were forced, via slavery, to risk their lives in cotton
fields so that whites might benefit economically while blacks died
prematurely. Men were forced, via the draft, to risk their lives on
battlefields so that everyone else might benefit economically while men
died prematurely. Both slaves and men died to make the world safe for
freedom--someone else's.

Slaves had their own children involuntarily taken away form them; men
have their own children involuntarily taken away from them. To this day
we still tell women they have the right to children and tell men they
have to fight for children.

Blacks were forced, via slavery, into society's most- hazardous jobs;
men are forced, via socialization, into society's most-hazardous jobs.
Both slaves and men used to make up almost 100% of the "death
professions." Men still do.

When slaves gave up their seats for whites, we called it subservience;
when men give up their seats for women, we call it politeness.
Similarly, we called it a symbol of subservience when slaves stood up
as their master entered a room; but a symbol of politeness when men
stand up as a woman enters.

Blacks are more likely than whites to be homeless; men are more likely
than women to be homeless. Blacks are more likely than whites to be in
prison; men are about 20 times as likely as women to be in prison.
Blacks die 6 years earlier than whites; men die 7 years earlier than
women. Blacks are less likely than whites to attend college or graduate
from college. Men are less likely than women to attend college (46% vs.
54%) or graduate from college.

Apartheid forced blacks to mine diamonds for whites; socialization
expected men to work in different mines to pay for diamonds for women.
Nowhere in history has there been a ruling class working to afford
diamonds they could give to a group that could get away with calling
themselves the oppressed (even as they accepted the diamonds).

Blacks are more likely than whites to volunteer for war in the hopes of
earning money and gaining skills; men are more likely than women to
volunteer for war for the same reasons. Blacks are more likely than
whites to subject themselves to the child abuse of boxing and football
in the hopes of earning money, respect, and love; men are more likely
than women to subject themselves to the child abuse of boxing and
football, with the same hopes.

It would be hard to find a single example in history in which a group
that cast more than 50% of the vote got away with calling itself the
victim. Or an example of an oppressed group which chooses to vote for
their "oppressors" more than it chooses to have its own members take
responsibility for running. Women are the only minority group that is a
majority, the only group that calls itself "oppressed" that is able to
control who is elected to every office in virtually every community in
the country. Power is not in who holds the office, power is in who
chooses who holds the office. Blacks, Irish, and Jews never had more
than 50% of America's vote.

Women are the only "oppressed" group to share the same parents as the
"oppressor;" to be born into the middle-class and upper-class as
frequently as the "oppressor;" to own more of the culture's luxury
items than the "oppressor;" the only "oppressed" group whose "unpaid
labor" enables them to buy most of the fifty billion dollars' worth of
cosmetics sold each year; the only "oppressed" group that spends more
on high-fashion, brand name clothing than their "oppressors;" the only
"oppressed" group that watches more TV during every time category than
their "oppressors."


http://groups.google.co.ma/group/alt.love/browse_thread/thread/5fad16c7d5bb12be/0077ddd9320918a9?hl=en




Offline Sergiomgbr

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Re:Léxico Politicamente-Correto
« Resposta #121 Online: 10 de Julho de 2019, 23:12:52 »
O indivíduo e a indivídua...

 

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