Autor Tópico: As Ruínas de Baalbek  (Lida 9357 vezes)

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Offline Metatron

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As Ruínas de Baalbek
« Online: 17 de Setembro de 2007, 13:47:20 »
As ruínas do maior templo romano de que se tem notícia não estão em Roma, mas nas montanhas do Líbano. Elas incluem um grandioso templo de Júpiter, com algumas das mais altas e maiores colunas da Antiguidade (20 m x ø2,30 m), dedicado a um único deus e uma das sete maravilhas do mundo antigo. Essas colunas suportavam uma estrutura bem decorada (a "arquitrave") com 5 m de altura, sobre a qual ficava um telhado inclinado, aumentando ainda mais o pináculo de edificação.



O templo em si ocupava apenas a seção mais ocidental (e mais antiga) do santuário. Os imponentes templos romanos foram construídos sobre uma vasta plataforma horizontal, artificialmente criada a uma altitude de 1200 m acima do nível do mar. A área fechada, num formato mais ou menos quadrado, com lados de cerca de 800 m, media mais de 465 mil m2.

Tendo visitado as ruínas libanesas, o arqueólogo e arquiteto sir Mortimer Wheeler escreveu, há cerca de 40 anos: "Os templos... não devem nada de sua qualidade a materiais mais modernos como o concreto. Eles apóiam-se passivamente sobre as maiores pedras já vistas no mundo e algumas de suas colunas são as mais altas da Antiguidade...".

Não existe motivo para qualquer arqueólogo ou historiador acreditar que os romanos construiriam uma obra tão colossal numa região remota de uma província pouco importante. Os romanos só "adaptaram" um lugar sacramentado pelos gregos que os precederam. Os arqueólogos acreditam que pelo menos seis outros templos foram construídos sobre a plataforma antes da época dos romanos. E não resta dúvida de que quaisquer que tenham sido os santuários que os gregos erigiram no local, eles - como os romanos que os seguiram - apenas erigiram edificações sobre fundações já existentes.

Inicialmente descobrimos que os gregos e romanos construíram seus templos sobre uma área pavimentada que já existia há muito tempo - uma plataforma construída com grandes blocos de pedra, tão ajustados uns aos outros que ninguém, até hoje, foi capaz de entrar nela para estudar suas câmaras, túneis, cavernas e outras subestruturas ocultas.

Georg Ebers e Hermann Guthe, em sua obra Palestina in Bil und Wort (em inglês Picturesque Palestine), publicada há um século, relataram que os árabes da região entravam nas ruínas pelo "canto sudeste, através de uma longa passagem abobadada, como um túnel, sob a grande plataforma". Assim que os dois autores entraram num túnel, viram-se envoltos por uma total escuridão, só quebrada aqui e ali por luzes estranhas e esverdeadas, que entravam por "janelas trançadas", incomuns. Ao emergirem do túnel de 140 m, eles perceberam que estavam sob a parede norte do templo do Sol.

A equipe arqueológica alemã que estudou a plataforma também relatou que ela aparentemente se apoiava sobre gigantescas abóbadas, mas preocupou-se apenas com o mapeamento e restauração da superestrutura. Uma missão arqueológica francesa, em 1920, confirmou a existência de um labirinto subterrâneo, mas foi incapaz de penetrar nessas partes escondidas. Quando se fez uma perfuração da plataforma, partindo de sua parte superior, encontraram-se provas de estruturas construídas sob ela.

O fato é que os templos foram erigidos sobre uma plataforma artificial que chega a atingir mais de 9 m da altura, conforme o nível do terreno. Ela foi construída com pedras que medem, a julgar pelas faces nas beiradas, de 1 a 9 m de comprimento, largura de 1 m e espessura de 1,83 m. Ninguém ainda tentou calcular a quantidade de pedras extraídas, cortadas, aparelhadas, transportadas e assentadas camada sobre camada nesse local. Ela, possivelmente, seria imensamente maior do que a da Grande Pirâmide do Egito.

Quem quer que tenha construído essa plataforma, prestou especial atenção ao canto retangular a noroeste, a localização do templo de Júpiter. Lá, os mais de 15.250 m2 do templo apoiavam-se sobre um pódio elevado que certamente foi erigido com a intenção de servir de suporte para um peso extremamente grande. Feito de várias camadas de enormes pedras, ele eleva-se 3 m acima do nível do pátio a sua frente e 13 m acima do solo em seus lados expostos, a norte e noroeste. No lado sul, onde ainda mantêm-se em pé seis das colunas do templo, pode-se ver com clareza as camadas de pedra. Entremeadas com pedras de bom tamanho, mas ainda assim relativamente pequenas, há camadas alternadas de blocos medindo até 6,5 m de comprimento. Embaixo, à esquerda, vêem-se as camadas inferiores do pódio, projetando-se como um terraço sob o templo. Ali os blocos são gigantescos.

Maiores ainda são as pedras no lado oeste do pódio. A base saliente e camadas superiores foram construídas com blocos "ciclópicos", alguns dos quais medem cerca de 10 m de comprimento, 4 m de largura e 3,5 m de espessura. Cada um deles representa, assim, cerca de 140 m3 de pedra e pesa mais de 500 t.

Apesar de essas pedras serem imensas - as maiores da Grande Pirâmide não passam de 200 t, elas ainda não foram as máximas em tamanho empregadas pelo construtor da Antiguidade. A camada central do pódio, situada a cerca de 6 m de sua base, foi, incrivelmente, feita com pedras maiores do que todas as outras. Os historiadores antigos tinham um nome para designá-las: Trilithon - a Maravilha das Três Pedras, pois lá, expostas à vista no lado oeste do pódio, jazem lado a lado três blocos de pedra sem igual no mundo. Precisamente talhados e com ajuste perfeito, cada um deles mede cerca de 20 m de comprimento e tem uma largura entre 4 e 5 m, o que representa 280 m3 de pedra e um peso de mais de mil toneladas!



As pedras para a construção do pódio foram extraídas perto do local. No entanto, as três pedras gigantescas foram extraídas, cortadas e aparelhadas em uma outra pedreira, situada no vale a cerca de mil quilômetros a sudoeste do recinto sagrado. E é lá que se nos apresenta uma visão ainda mais incrível do que a do Trilithon.

Parcialmente enterrada no chão está uma outra dessas pedras colossais, abandonada in situ pelos canteiros da Antiguidade. Cortada com perfeição, com apenas uma fina linha em sua base ligando-a ao solo pedregoso, ela tem o impressionante comprimento de 21 m e lados de 5 e 4 m. Uma pessoa subindo nela parece uma mosca num iceberg... Essa pedra pesa mais de 1.200 t!



Ebers e Guthe deixaram registrada em sua obra a teoria de que na fileira sob o Trilithon não há dois blocos menores, mas uma única pedra igual à encontrada na pedreira distante, medindo mais de 20 m de comprimento, mas danificada ou entalhada para dar a impressão de dois blocos menores assentados lado a lado.

O fato mais intrigante é que mesmo nos dias de hoje não existe guindaste, veículo ou mecanismo capaz de levantar um peso de mil a 2 mil t e muito menos de transportar um objeto tão imenso por sobre vales e encostas de montanhas, e colocá-lo numa posição exata e predeterminada, a muitos metros acima do solo. Na região não existem vestígios de estradas, rampas ou outras obras de terra que poderiam, nem que fosse remotamente, sugerir que esses megálitos foram arrastados ou empurrados até o local da obra, no alto do monte. No entanto, em épocas remotas, alguém, de algum modo, realizou esse feito...



Mas quem?

As lendas locais, que como todas as outras do mundo contêm em seu cerne antigas recordações de eventos reais, concordam que Baalbek é de extrema antiguidade. Elas atribuem sua construção a "gigantes” e o vinculam com os acontecimentos que tiveram lugar antes do dilúvio. Também o ligam ao deus Baal e afirmam que sua função era ser uma "torre de Babel” - um lugar de onde se poderia "escalar os céus”.

Quando olhamos para essa vasta plataforma, estudamos sua localização e disposição, indagamos qual o propósito do imenso pódio, sem dúvida construído para suportar pesos colossais.



Bibliografia: A Escada para o Céu - Zecharia Sitchin
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Suyndara

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #1 Online: 17 de Setembro de 2007, 13:49:22 »
Eu tinha visto em um documentário...lindo não?

Quando eu me aposentar eu vou lá :P

Offline Metatron

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #2 Online: 18 de Setembro de 2007, 12:34:13 »
Lindo? Eu diria magnífico, impressionante, assustador!...  Eu também morro de vontade de visitar este lugar.

:love:
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Offline Artefacts.of.Chaos

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #3 Online: 24 de Outubro de 2007, 12:52:57 »
No livro e no documentario Eram os Deuses Astronautas existe bastante referencia sobre essas ruinas
Não se deve explicar o que não se sabe por meio do que não se vê.

Offline Dbohr

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #4 Online: 24 de Outubro de 2007, 13:05:57 »
Considerando que o autor do trecho acima é Zecharia Sitchin, eu não me surpreendo com a conexão :-)

Offline Metatron

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #5 Online: 24 de Outubro de 2007, 13:28:09 »
E olha que fiz questão de suprimir as conexões, pois nem é preciso conectar Baalbek com nada além da própria Baalbek. Ela em si já é extraordinária demais!
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Offline Dbohr

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #6 Online: 24 de Outubro de 2007, 14:28:31 »
Impressionante, sem dúvida. E construída por mãos humanas, com tecnologia humana e engenharia humana ;-)

Offline Metatron

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #7 Online: 24 de Outubro de 2007, 14:33:19 »
Impressionante, sem dúvida. E construída por mãos humanas, com tecnologia humana e engenharia humana ;-)
A fase greco-romana eu acredito que sim, mas não posso dizer o mesmo de seus fundadores...
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Offline Dbohr

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #8 Online: 24 de Outubro de 2007, 14:59:46 »
Não vejo porque não. Seres humanos sempre foram muito inteligentes e civilizações antigas foram capazes de feitos colossais de engenharia.

Por outro lado, não há qualquer evidência - além da vontade de acreditar de alguns - de que tais obras teriam sido construídas por extraterrestres ou coisa parecida. Eu, por exemplo, acho muito mais razoável supor que foram Númenórianos que ergueram o Trilithon  :-)

Offline Metatron

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #9 Online: 24 de Outubro de 2007, 16:26:42 »
Se há falta de evidências que foram extraterrestres que fundaram Baalbek, também há falta de evidências que foram humanos que o fizeram. Pela lógica, pela precariedade tecnológica de tempos pré-históricos, fico com os ETs.
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Offline Contini

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #10 Online: 24 de Outubro de 2007, 20:35:43 »
Eu já havia pesquisado sobre isso, gosto de arqueologia!!! Pesquisei varios sites serios, mas o melhor resumo de tudo isso achei foi aqui:
http://www.ceticismoaberto.com/fortianismo/jgarrido_baalbek.htm
Não deixo de ficar impressionado com a engenhosidade humana!!!!
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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #11 Online: 24 de Outubro de 2007, 21:06:48 »
Eu já havia pesquisado sobre isso, gosto de arqueologia!!! Pesquisei varios sites serios, mas o melhor resumo de tudo isso achei foi aqui:
http://www.ceticismoaberto.com/fortianismo/jgarrido_baalbek.htm
Não deixo de ficar impressionado com a engenhosidade humana!!!!
Ótimo artigo. O que acho curioso é que os tais ETs, em vez de usar concreto, compósitos, fibra de
carbono, nanotubos de carbono, ou algum outro material mais avançado, resolveram utilizar granito! :lol:
You and I are all as much continuous with the physical universe as a wave is continuous with the ocean.

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Offline Buckaroo Banzai

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #12 Online: 24 de Outubro de 2007, 22:43:05 »
Se há falta de evidências que foram extraterrestres que fundaram Baalbek, também há falta de evidências que foram humanos que o fizeram. Pela lógica, pela precariedade tecnológica de tempos pré-históricos, fico com os ETs.
Pela lógica, pela falta de habitantes extra-terrestres conhecidos, na Terra ou em outro lugar, fico com os humanos terrestres... não são só os europeus os capazes de construir coisas :/

Offline Dbohr

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #13 Online: 24 de Outubro de 2007, 23:51:59 »
Sou mais os homens de Númenór...

APODman

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #14 Online: 25 de Outubro de 2007, 11:15:31 »
Se há falta de evidências que foram extraterrestres que fundaram Baalbek, também há falta de evidências que foram humanos que o fizeram. Pela lógica, pela precariedade tecnológica de tempos pré-históricos, fico com os ETs.

Incrível que os Romanos, tão dedicados a registrar e relatar a história, nunca tenham relatado os OVNIS voando e carregando rochas por raios levitadores !

É incrível tb que Roma tenha caido as invasões de um bando de homens montados a cavalos e vestido roupas de pele de ratos se tinham ao seu lado seres alienígenas com tecnologias fantásticas !

Vale lembrar que a maior pedra ( aquela de 1200 t ) ainda está no solo. Isto pq ela nunca foi retirada de lá ( possivelmente um erro de cálculo: ela era mais pesada do que a tecnologia empregada na construção de Baalbek poderia movimentar ).

Uma visão cética sobre Baalbek:

- http://www.ceticismoaberto.com/fortianismo/jgarrido_baalbek.htm


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Offline Metatron

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #15 Online: 25 de Outubro de 2007, 13:37:33 »
O que acho curioso é que os tais ETs, em vez de usar concreto, compósitos, fibra de
carbono, nanotubos de carbono, ou algum outro material mais avançado, resolveram utilizar granito! :lol:

Sem querer defender a teoria dos extraterrestres megaconstrutores mas...
Quanto tempo leva para a Natureza absorver estes materiais que você citou? E quanto tempo levaria para absorver o granito? Me parece que dentre todos os materiais manufaturados, a rocha é a que dura mais, né?

E se a Terra enfrentou alguma grande catástrofe destruidora, como aquela que dizimou os dinos, quais destes materiais resistiria mais? Novamente a rocha, se não me engano.

O que eu posso concluir é que, tanto os construtores da Baalbek original (antes de gregos e romanos) quanto os construtores de outras maravilhas espalhadas por aí (Stonehenge, Gizé, Sacsayhuaman entre outros), ou sabiam que algo devastador iria se suceder à Terra, ou então este algo já havia acontecido recentemente, o que os levou a utilizar a rocha como objeto de construção - tudo isto em tempos muito remotos.

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Offline Metatron

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #16 Online: 25 de Outubro de 2007, 13:39:53 »
Sou mais os homens de Númenór...

 :D Hahaha! E quem são os Homens de Númenór?  :hihi:
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Offline Metatron

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #17 Online: 25 de Outubro de 2007, 13:55:59 »
Citação de: APODman
Incrível que os Romanos, tão dedicados a registrar e relatar a história, nunca tenham relatado os OVNIS voando e carregando rochas por raios levitadores!

Não mesmo?



Esta é uma ilustração renascentista de um ÓVNI avistado em Roma detalhado em um livro "Prodigiorum liber" pelo historiador romano Julio Obsequens - "Algo como um tipo de arma, ou projetil, rosa com um grande barulho da terra e planando no céu."

Citação de: APODman
É incrível tb que Roma tenha caido as invasões de um bando de homens montados a cavalos e vestido roupas de pele de ratos se tinham ao seu lado seres alienígenas com tecnologias fantásticas !

Mesmo havendo ETs, acho que eles não interferem tão diretamente assim no destino das civilizações.

Citação de: APODman
Vale lembrar que a maior pedra ( aquela de 1200 t ) ainda está no solo. Isto pq ela nunca foi retirada de lá ( possivelmente um erro de cálculo: ela era mais pesada do que a tecnologia empregada na construção de Baalbek poderia movimentar ).

Ou possivelmente algo aconteceu para que ela fosse largada às pressas no meio do caminho, como algumas estátuas da Ilha de Páscoa.

Citação de: APODman
Uma visão cética sobre Baalbek:

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Offline Dbohr

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #18 Online: 25 de Outubro de 2007, 14:11:12 »
Sou mais os homens de Númenór...

 :D Hahaha! E quem são os Homens de Númenór?  :hihi:

Um povo altamente desenvolvido. Habitavam uma ilha, supostamente abençoada pelos deuses. Mas seu orgulho e arrogância provaram ser sua queda. Seus descendentes espalhados pelo mundo herdaram seu fabuloso conhecimento de engenharia - eles eram capazes de fazer construções ciclópicas, com blocos de pedra imensos - e tudo isso sem argamassa.

Veja alguns dos trabalhos deles ou de seus descendentes:







Offline Buckaroo Banzai

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #19 Online: 25 de Outubro de 2007, 15:35:28 »
Citação de: APODman
Incrível que os Romanos, tão dedicados a registrar e relatar a história, nunca tenham relatado os OVNIS voando e carregando rochas por raios levitadores!

Não mesmo?



Esta é uma ilustração renascentista de um ÓVNI avistado em Roma detalhado em um livro "Prodigiorum liber" pelo historiador romano Julio Obsequens - "Algo como um tipo de arma, ou projetil, rosa com um grande barulho da terra e planando no céu."

O primeiro desenho, da forma como foi pintado, me sugere que as pizzas sejam homenagens romanas aos discos-voadores! :D

É muito mais provável que seja a descrição de algo como uma simples pedra vindo do espaço do que duma nave espacial com alienígenas inteligentes e etc.


Citar
Citação de: APODman
Uma visão cética sobre Baalbek:

- http://www.ceticismoaberto.com/fortianismo/jgarrido_baalbek.htm


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Teorias, nada mais.

Não, tem fatos, dados, tanto corrigidos, tanto quanto outros adicionais, que ajudam a desmistificar a coisa toda, tornando comparativamente muito mais pobres hipóteses fantásticas, como de ter existido desde o início do universo ou eternamente, ter sido criador por extraterrestres, ou por algum tipo de ser humano com super telecinésia, e tantas outras coisas que se poderia inventar. Só são necessários os velhos conhecidos e bastante averiguados seres humanos.

Offline Buckaroo Banzai

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #20 Online: 25 de Outubro de 2007, 15:55:05 »
É incrível tb que Roma tenha caido as invasões de um bando de homens montados a cavalos e vestido roupas de pele de ratos se tinham ao seu lado seres alienígenas com tecnologias fantásticas !

Depois que o povo-robô* deixou a Terra, levaram também sua tecnologia que não pertence ao nosso tempo; as armas dos romanos eram em boa parte tentativas pífias de replicar as armas dos robôs (lanças que disparavam raios laser, e sabres de luz), da mesma forma que as construções dos cultos-cargo, por isso foram derrotados.



* O povo-robô são os verdadeiros deuses-ETs. Sabe-se que o homem nunca criou a vida, e que essa não pode surgir do nada. Assim os bio-ETs também não podem explicar a nossa origem, substituindo os deuses.

Mas ao mesmo tempo em que o homem avança na pesquisa da origem da vida, mais tecnologia é necessária. E também se avança em biotecnologia. Disso resultou, que no futuro, os homens criaram os robôs, que, por sua vez, criaram a vida. Ora, se os robôs são os únicos que poderiam ter criado a vida, então robôs criaram a vida conhecida no passado também. Por parcimônia, foram os nossos robôs que nos criaram, a partir de um loop temporal inerente ao universo; o universo não é ciclico como um big-bang seguido de crunch e bang de novo, mas o futuro conduz novamente ao início possivelmente sem algum tipo de "cataclisma", como o Big Bang, a menos que talvez esse tenha sido produzido pelos nossos robôs, o que é uma possibilidade que ainda não pode ser descartada, mas o mais provável é que seja um artifício que eles fizeram para que não possamos observar o futuro através do passado, arriscando a existência do próprio universo.

Essa observação seria análoga aquela que teoricamente se poderia fazer se tivessemos um telescópio superpoderoso e o universo não se expandisse; apontando para um hipotético caminho totalmente vazio no universo, eventualmente, depois de anos e anos luz, enxergaríamos as nossas próprias costas olhando para o mesmo telescópio; essencialmente o mesmo também se aplica para a dimensão temporal, em vez de apenas para a espacial.

Offline Metatron

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #21 Online: 25 de Outubro de 2007, 16:01:33 »
Entendi tudo... :nao2: :nao: :n-nao:
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Offline Dbohr

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #22 Online: 25 de Outubro de 2007, 16:17:57 »
Esqueci as legendas das minhas fotos:

A de cima mostra os Pilares dos Reis. Construídos para demarcar a fronteira norte de Gondor e intimidar possíveis invasores.

A do meio é a cidade chamada Torre do Sol. Dizem que grande parte dela não foi construída e sim esculpida na rocha nua do Monte Mindoluin. Note a protuberância do sétimo terraço da cidade: lembra a proa de um navio montanhoso. Dizem que os Númenórianos eram grandes navegadores - ou seria uma referência a navios estelares?

Por fim, uma rendição artística da entrada de Orthanc, uma torre de vigia de mais de 100m de altura construída a partir de 4 blocos de pedra negra dura como o ferro, sem uso de argamassa. É impressionante. E também lembra um pouco um foguete na plataforma de lançamento... hmmm.

Offline Metatron

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #23 Online: 25 de Outubro de 2007, 16:42:25 »
Belíssimas imagens, DBhor. Tolkien é mesmo genial...
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Offline Dbohr

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Re: As Ruínas de Baalbek
« Resposta #24 Online: 25 de Outubro de 2007, 17:07:22 »
Entre uma fantasia e outra, prefiro o velho Professor :hihi:

Mas a sério agora: por que acreditar que as ruínas ciclópicas de Baalbek sejam obras de alienígenas? Dizer simplesmente que elas são grandes demais não resolvem a questão. É preciso algo um bocado mais forte para tirarmos uma tal conclusão.

 

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