Autor Tópico: O judeu é mais inteligente?  (Lida 4763 vezes)

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Offline Eu

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O judeu é mais inteligente?
« Online: 03 de Fevereiro de 2008, 16:50:38 »
06/11/2007
O judeu é mais inteligente?


Em entrevista à Folha, o cientista político norte-americano Charles Murray disse que a genética seria uma das explicações para a suposta inteligência superior dos judeus. Será?

Na condição de judeu, não acredito nessa influência genética. Não é só porque, para mim, superioridade genética e barbárie se confundem na história. Mas, como alguém que trabalha com educação, acredito que exista uma cultura específica que ajude na projeção de um povo que, apesar de ter apenas 12 milhões de pessoas, tem 25% dos ganhadores do Prêmio Nobel.

O que existe entre judeus (e não só entre eles) é uma reverência obsessiva pelo conhecimento, que vem de gerações. É o chamado povo do livro. O rabino, a pessoa mais importante da comunidade religiosa, não tem força por ser um intermediário com Deus, mas por ser um intérprete das leis, ou seja, um intelectual. Livros sagrados são feitos de perguntas.

O ritual iniciatório do judeu não é matar um guerreiro ou passar por privações. Mas é ler um livro (a Torá). Ou seja, se quiser virar adulto terá de saber ler em pelo menos uma língua. O analfabetismo sempre foi muito baixo entre os judeus, o que assegurou uma rede de escolas.

A educação não é vista como uma responsabilidade apenas da escola. Mas, em primeiro lugar, da família e, depois, da comunidade. Educa-se em casa, na sinagoga e também na escola. Aprende-se, portanto, todo o tempo e em todos os lugares.

Como o judeu é o povo por mais tempo perseguido da história da humanidade, desenvolveu-se a sensação do desafio permanente. Isso se traduz na idéia de que o estudo é a melhor defesa --e também a coisa mais segura para ser carregada.

Nessa junção dos capitais humano e social, tem-se a receita não do desempenho intelectual de um povo, mas da força divina da educação, replicável por qualquer agrupamento humano.

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Gilberto Dimenstein, 48, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às terças-feiras.

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Offline Luiz Souto

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #1 Online: 03 de Fevereiro de 2008, 19:47:12 »
Concordo com a opinião do artigo de que a presença de tantos intelectuais judeus se dá pela posição do judaísmo no decorrer da história .
A junção de uma religião baseada no livro ,em que os membros tem a responsabilidade da leitura e interpretação ,associada a uma posição marginal na sociedade durante a maior parte da história ocidental contribuiu para que o conhecimento fosse um valor reconhecido e procurado ( o que está guardado na mente se leva para todo lugar e não pode ser roubado). Interessante como comparação é o Islamismo , que também tem em alta conta a formação intelectual expressa pela leitura e discussaõ dos textos sagrados , mas que se mantem dentro do ambito religioso.

É interessante também que dos meados do séc.XIX até os meados do séc.XX uma grande parte dos intelectuais de esquerda da Europa ( especialmente da Europa Central) eram judeus , o que facilitou aos nazistas propagarem o mito da conspiração judaico-bolchevique.
Se não queres que riam de teus argumentos , porque usas argumentos risíveis ?

A liberdade só para os que apóiam o governo,só para os membros de um partido (por mais numeroso que este seja) não é liberdade em absoluto.A liberdade é sempre e exclusivamente liberdade para quem pensa de maneira diferente. - Rosa Luxemburgo

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Offline Erika

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #2 Online: 07 de Abril de 2008, 19:43:04 »
A junção de uma religião baseada no livro ,em que os membros tem a responsabilidade da leitura e interpretação ,associada a uma posição marginal na sociedade durante a maior parte da história ocidental contribuiu para que o conhecimento fosse um valor reconhecido e procurado ( o que está guardado na mente se leva para todo lugar e não pode ser roubado). Interessante como comparação é o Islamismo , que também tem em alta conta a formação intelectual expressa pela leitura e discussaõ dos textos sagrados , mas que se mantem dentro do ambito religioso.

É interessante também que dos meados do séc.XIX até os meados do séc.XX uma grande parte dos intelectuais de esquerda da Europa ( especialmente da Europa Central) eram judeus , o que facilitou aos nazistas propagarem o mito da conspiração judaico-bolchevique.

Soma-se ao que você falou o fato de que o rabino não ser "superior" por algo sobrenatural (alguém ungido por Deus), ele só é um cara que estudou mais a Torá.
Conheci alunos de uma escola judaica, lá era claro, qualquer menino poderia discutir com o rabi qualquer assunto desde que se sentisse apto a sustentar suas teses. O mesmo com os professores, os meninos e meninas lá vibravam, discutiam, debatiam, se colocavam de maneira diferente, não agiam, como cordeiros. Lindo.
Esse hábito de discussão propiciou o nascimento em famílias judaicas de contestadores, grandes intelectuais e cientistas.
"Se depender de mim, nunca ficarei completamente maduro nem nas idéias, nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental"
Gilberto Freyre

Offline Luis Dantas

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #3 Online: 07 de Abril de 2008, 21:07:59 »
Não apenas isso; alguns dos melhores instrutores budistas que já conheci eram de origem judaica.  Esse povo leva a sério sua formação intelectual - e não por acaso, há um percentual enorme de ateus judaicos.
Wiki experimental | http://luisdantas.zip.net
The stanza uttered by a teacher is reborn in the scholar who repeats the word

Em 18 de janeiro de 2010, ainda não vejo motivo para postar aqui. Estou nos fóruns Ateus do Brasil, Realidade, RV.  Se a Moderação reconquistar meu respeito, eu volto.  Questão de coerência.

Offline Nightstalker

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #4 Online: 07 de Abril de 2008, 21:59:56 »
Não apenas isso; alguns dos melhores instrutores budistas que já conheci eram de origem judaica.  Esse povo leva a sério sua formação intelectual - e não por acaso, há um percentual enorme de ateus judaicos.

Ainda mais depois do Holocausto.
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"Sunrise in Sodoma, people wake with the fear in their eyes.
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When you make sin, hope you realize all the sinners gotta die.
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Offline Luis Dantas

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #5 Online: 07 de Abril de 2008, 22:04:10 »
Acho que mesmo antes.  O povo judaico não mudou TANTO assim com o Holocausto.  O que mudou MESMO foi a percepção externa a respeito dele.
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Em 18 de janeiro de 2010, ainda não vejo motivo para postar aqui. Estou nos fóruns Ateus do Brasil, Realidade, RV.  Se a Moderação reconquistar meu respeito, eu volto.  Questão de coerência.

Offline Narkus

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #6 Online: 07 de Abril de 2008, 23:41:01 »
Bom, a cultura pode exercer influência na seleção de indivíduos aptos a sobreviver e ter sucesso. Só não sei se houve tempo suficiente para que isso influenciasse consideravelmente na população genética dos judeus.

É uma questão tabú, e como eu já disse, há uma relutância muito grande, inclusive na comunidade científica, de admitir a possibilidade de diferenças genéticas consideráveis em habilidades intelectuais dos povos.

Nesta questão me considero "agnóstico" mesmo... Não acho coerente negar com tanta convicção de que não haja diferenças genéticas consideráveis de inteligência e comportamento dos povos. Mas acho precipitado algumas "conclusões" que cientistas como Charles Murray, J. P. Rushton e outros defendem, que chegam a parecer racistas (embora alguns prefiram usar do termo "racialista").

Offline Wolfischer

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #7 Online: 09 de Abril de 2008, 16:15:43 »
Outro grupo que poderia levar alguma vantagem seriam os protestantes, já que no batismo um dos compromissos dos pais (e padrinhos quando os há) é de ensinar a criança a ler (com vistas à instrução religiosa, claro). Isto explica por que em países de maioria protestante o índice de analfabetismo é menor.
Infelizmente a mentalidade protestante também favorece o fundamentalismo. Resultado, os EUA tem baixo analfabetismo funcional, mas alto analfabetismo cultural.

Offline Moro

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #8 Online: 09 de Abril de 2008, 21:43:16 »
Outro grupo que poderia levar alguma vantagem seriam os protestantes, já que no batismo um dos compromissos dos pais (e padrinhos quando os há) é de ensinar a criança a ler (com vistas à instrução religiosa, claro). Isto explica por que em países de maioria protestante o índice de analfabetismo é menor.
Infelizmente a mentalidade protestante também favorece o fundamentalismo. Resultado, os EUA tem baixo analfabetismo funcional, mas alto analfabetismo cultural.

Não sei se isso bate com a realidade.

Se olharmos a média de conhecimento científica e cultural do americano e comparar com a do brasileiro tomamos uma lavada.
Acho que o que acontece é que comparamos o contexto cultural que nós vivemos e comparamos com o estereótipo que sabemos dos americanos.
Pergunte a um brasileiro médio onde fica Serra Leoa, ou Jacarta...  Peça para apontar a Suécia no mapa.
Ví alguns vídeos no youtube bacanas. Eram entrevistas com pessoas na rua. Começaram com "americans are stupid", depois "stupid british", depois outro dizendo que "58% dos franceses são "pretty Dumb"". E se fizessem no Brasil??

Sou obrigado a viajar para alguns países (EUA e ALatina) e não vejo os americanos inferiores (o que na prática os indicadores de seu país confirmam).

O cinturão bíblico não é uma realidade para todos os EUA, sequer dentro do cinturão temos um bando de idiotas conforme as vezes somos levados a crer
“If an ideology is peaceful, we will see its extremists and literalists as the most peaceful people on earth, that's called common sense.”

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Offline Nohai

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #9 Online: 10 de Abril de 2008, 15:32:30 »
Para mim, se alguma coisa é genetica, tenho que ser apresentada aos genes. O que acontece é que em um lar judaico, a importancia que dão ao intelecto da criança é absurda, e se me permite dizer, muito sadia... e acho normal que este tipo de criação gere intelectuais. Do mesmo jeito que, crianças não judias, criadas num ambiente adequado e propicio para o seu desenvolvimento podem, perfeitamente, demonstrar um bom nivel intelectual.
Era uma vez um pintinho chamado Relam, toda vez que chovia Relam piava.

Offline Buckaroo Banzai

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #10 Online: 10 de Abril de 2008, 16:10:35 »
Por volta de 1930, o QI dos judeus asquenazes era em torno de 70. Possivelmente ainda menor, se esse número for o exato dos padrões de testes de QI da época, sem o reajuste para as pontuações atuais, que exigem mais acertos para pontuar 100 do que em gerações passadas. Não há tempo para a mudança ter sido genética.

Qualquer que seja a genética do QI (inevitavelmente há alguma; esquilos tem uma faixa de inteligência X, gatos Y, humanos Z), não é algo que permite olhar os QIs das pessoas e dizer que elas devem ter genes para os QIs que tem, como se pode fazer com cor dos olhos ou outros atributos; há uma margem de indeterminação muito grande.

Offline Nohai

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #11 Online: 10 de Abril de 2008, 16:18:00 »
Asquenazes, na epoca de 30, eram mais rurais... ou pelo menos, não tinham muito acesso a cultura. Eu diria que no seculo passado, nossa fabrica de judeus intelectuais, eram os sefarditas.
Por acaso você sabe de quanto era a media do QI deste outro grupo?  :umm:
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Offline Buckaroo Banzai

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #12 Online: 10 de Abril de 2008, 16:23:40 »
Não, só lembro disso de um review de um livro ou artigo no periódico "Evolutionary Psychology", mas lembro de ter penado e não conseguido encontrar muita coisa de dados mais antigos de QI. Geralmente encontrei citados no meio dos textos, não listados.

Talvez encontre algo se procurar por artigos de James Flynn e sobre o "Flynn effect".

Ele inclusive sugere que o aumento no QI ao passar das gerações tenha a ver com o avanço de tecnologias e outros aspectos da sociedade.

Offline Adriano

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #13 Online: 10 de Abril de 2008, 16:45:54 »
Não, só lembro disso de um review de um livro ou artigo no periódico "Evolutionary Psychology", mas lembro de ter penado e não conseguido encontrar muita coisa de dados mais antigos de QI. Geralmente encontrei citados no meio dos textos, não listados.

Talvez encontre algo se procurar por artigos de James Flynn e sobre o "Flynn effect".

Ele inclusive sugere que o aumento no QI ao passar das gerações tenha a ver com o avanço de tecnologias e outros aspectos da sociedade.
Que fantástico isso!  :oba:

Também acho que a inteligência da nova geração, "-Como as crianças estão mais espertas!" , tem tudo a ver com a sociedade em rede que estamos vivenciando, contando com o avanço da tv em nossa geração.

Vou gravar esse nome, Flynn  :wink: 

Achei uma reportagem a respeito: http://financenter.terra.com.br/Index.cfm/Fuseaction/Secao/Id_Secao/405



Agora, um judeu que muito admiro, por um lado pelo seu ateísmo em contestar o judaísmo e o por outro por fazer uma análise psicanalítica da própria teoria judia, a respeito da relação entre pai e filho na trindade religiosa, é o Freud.

Tem um texto que coloquei no Filosofia ateísta, falando do ateísmo na psicanálise, algo que preciso estudar mais, dado o forte contexto da doutrina judia, dissecado por Freud.
Princípio da descrença.        Nem o idealismo de Goswami e nem o relativismo de Vieira. Realismo monista.

Offline Buckaroo Banzai

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Re: O judeu é mais inteligente?
« Resposta #14 Online: 10 de Abril de 2008, 16:49:43 »
Esse cara http://www.stevenberlinjohnson.com/

também escreveu sobre o assunto, acho que misturado com idéias pessoais, parece interessante o livro. "tudo que é ruim é bom para você: como a cultura popular atual está na verdade nos tornando mais inteligentes"


http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/1573223077/stevenberlinj-20

Offline Sergiomgbr

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Re:O judeu é mais inteligente?
« Resposta #15 Online: 29 de Outubro de 2018, 23:49:20 »
Pode ser que ou os judeuses sejam mais inteligentes ou então, que judeuses tem uma fraternidade em que eles se promovem entre si,  e em havendo possibilidade de escolha preferem os de seu próprio grupo, além do que serem também figadais amigos do dinheiro facilitaria galgarem mais altos postos e se destacarem mais no que quiserem fazer. Isso explicaria haver muito judeu em áreas mais difíceis para outros, e mais judeuses promovendo e autopromovendo pesquisas de judeuses e judeuses premiando mais judeuses.
Até onde eu sei eu não sei.

Offline Sdelareza

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Re:O judeu é mais inteligente?
« Resposta #16 Online: 31 de Outubro de 2018, 15:48:44 »
Os judeus foram por muito tempo discriminados. Eram obrigados a viver em guetos,
não tinham acesso a empregos ou postos superiores. Muitas vezes a única alternativa como profissão
era praticar o comércio.

Por isso parece que eles valorizavam muito o ensino.

Offline Gigaview

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Re:O judeu é mais inteligente?
« Resposta #17 Online: 31 de Outubro de 2018, 20:19:56 »
Não só por isso. Existe uma teoria que postula, por causa disso, que ocorreu um experimento acidental de eugenia. O artigo abaixo explica essa idéia.

Existe outra teoria que aponta um processo de seleção natural que vem ocorrendo nos últimos 1.800 anos no meio judáico-cristão. A idéia é que os rabinos são encorajados a seguir o rabinato por suas famílias por serem considerados muito inteligentes e é um orgulho para uma família judia ter a filha mais bonita e inteligente casada com um rabino e ter muitos filhos. No lado cristão, os filhos mais inteligentes eram colocados nos seminários pelas famílias desde pequenos para ficarem impedidos de procriar através do voto de castidade. É uma idéia meio bobinha mas circula por aí.

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Natural genius?
The high intelligence of Ashkenazi Jews may be a result of their persecuted past
Jun 2nd 2005

THE idea that some ethnic groups may, on average, be more intelligent than others is one of those hypotheses that dare not speak its name. But Gregory Cochran, a noted scientific iconoclast, is prepared to say it anyway. He is that rare bird, a scientist who works independently of any institution. He helped popularise the idea that some diseases not previously thought to have a bacterial cause were actually infections, which ruffled many scientific feathers when it was first suggested. And more controversially still, he has suggested that homosexuality is caused by an infection.

Even he, however, might tremble at the thought of what he is about to do. Together with Jason Hardy and Henry Harpending, of the University of Utah, he is publishing, in a forthcoming edition of the Journal of Biosocial Science, a paper which not only suggests that one group of humanity is more intelligent than the others, but explains the process that has brought this about. The group in question are Ashkenazi Jews. The process is natural selection.

History before science

Ashkenazim generally do well in IQ tests, scoring 12-15 points above the mean value of 100, and have contributed disproportionately to the intellectual and cultural life of the West, as the careers of Freud, Einstein and Mahler, pictured above, affirm. They also suffer more often than most people from a number of nasty genetic diseases, such as Tay-Sachs and breast cancer. These facts, however, have previously been thought unrelated. The former has been put down to social effects, such as a strong tradition of valuing education. The latter was seen as a consequence of genetic isolation. Even now, Ashkenazim tend to marry among themselves. In the past they did so almost exclusively.

Dr Cochran, however, suspects that the intelligence and the diseases are intimately linked. His argument is that the unusual history of the Ashkenazim has subjected them to unique evolutionary pressures that have resulted in this paradoxical state of affairs.

Ashkenazi history begins with the Jewish rebellion against Roman rule in the first century AD. When this was crushed, Jewish refugees fled in all directions. The descendants of those who fled to Europe became known as Ashkenazim.

In the Middle Ages, European Jews were subjected to legal discrimination, one effect of which was to drive them into money-related professions such as banking and tax farming which were often disdained by, or forbidden to, Christians. This, along with the low level of intermarriage with their gentile neighbours (which modern genetic analysis confirms was the case), is Dr Cochran's starting point.

He argues that the professions occupied by European Jews were all ones that put a premium on intelligence. Of course, it is hard to prove that this intelligence premium existed in the Middle Ages, but it is certainly true that it exists in the modern versions of those occupations. Several studies have shown that intelligence, as measured by IQ tests, is highly correlated with income in jobs such as banking.

What can, however, be shown from the historical records is that European Jews at the top of their professions in the Middle Ages raised more children to adulthood than those at the bottom. Of course, that was true of successful gentiles as well. But in the Middle Ages, success in Christian society tended to be violently aristocratic (warfare and land), rather than peacefully meritocratic (banking and trade).

Put these two things together—a correlation of intelligence and success, and a correlation of success and fecundity—and you have circumstances that favour the spread of genes that enhance intelligence. The questions are, do such genes exist, and what are they if they do? Dr Cochran thinks they do exist, and that they are exactly the genes that cause the inherited diseases which afflict Ashkenazi society.

That small, reproductively isolated groups of people are susceptible to genetic disease is well known. Constant mating with even distant relatives reduces genetic diversity, and some disease genes will thus, randomly, become more common. But the very randomness of this process means there should be no discernible pattern about which disease genes increase in frequency. In the case of Ashkenazim, Dr Cochran argues, this is not the case. Most of the dozen or so disease genes that are common in them belong to one of two types: they are involved either in the storage in nerve cells of special fats called sphingolipids, which form part of the insulating outer sheaths that allow nerve cells to transmit electrical signals, or in DNA repair. The former genes cause neurological diseases, such as Tay-Sachs, Gaucher's and Niemann-Pick. The latter cause cancer.

That does not look random. And what is even less random is that in several cases the genes for particular diseases come in different varieties, each the result of an independent original mutation. This really does suggest the mutated genes are being preserved by natural selection. But it does not answer the question of how evolution can favour genetic diseases. However, in certain circumstances, evolution can.

West Africans, and people of West African descent, are susceptible to a disease called sickle-cell anaemia that is virtually unknown elsewhere. The anaemia develops in those whose red blood cells contain a particular type of haemoglobin, the protein that carries oxygen. But the disease occurs only in those who have two copies of the gene for the disease-causing haemoglobin (one copy from each parent). Those who have only one copy have no symptoms. They are, however, protected against malaria, one of the biggest killers in that part of the world. Thus, the theory goes, the pressure to keep the sickle-cell gene in the population because of its malaria-protective effects balances the pressure to drive it out because of its anaemia-causing effects. It therefore persists without becoming ubiquitous.

Dr Cochran argues that something similar happened to the Ashkenazim. Genes that promote intelligence in an individual when present as a single copy create disease when present as a double copy. His thesis is not as strong as the sickle-cell/malaria theory, because he has not proved that any of his disease genes do actually affect intelligence. But the area of operation of some of them suggests that they might.

The sphingolipid-storage diseases, Tay-Sachs, Gaucher's and Niemann-Pick, all involve extra growth and branching of the protuberances that connect nerve cells together. Too much of this (as caused in those with double copies) is clearly pathological. But it may be that those with single copies experience a more limited, but still enhanced, protuberance growth. That would yield better linkage between brain cells, and might thus lead to increased intelligence. Indeed, in the case of Gaucher's disease, the only one of the three in which people routinely live to adulthood, there is evidence that those with full symptoms are more intelligent than the average. An Israeli clinic devoted to treating people with Gaucher's has vastly more engineers, scientists, accountants and lawyers on its books than would be expected by chance.

Why a failure of the DNA-repair system should boost intelligence is unclear—and is, perhaps, the weakest part of the thesis, although evidence is emerging that one of the genes in question is involved in regulating the early growth of the brain. But the thesis also has a strong point: it makes a clear and testable prediction. This is that people with a single copy of the gene for Tay-Sachs, or that for Gaucher's, or that for Niemann-Pick should be more intelligent than average. Dr Cochran and his colleagues predict they will be so by about five IQ points. If that turns out to be the case, it will strengthen the idea that, albeit unwillingly, Ashkenazi Jews have been part of an accidental experiment in eugenics. It has brought them some advantages. But, like the deliberate eugenics experiments of the 20th century, it has also exacted a terrible price.
https://www.economist.com/science-and-technology/2005/06/02/natural-genius
« Última modificação: 31 de Outubro de 2018, 20:21:59 por Gigaview »
Brandolini's Bullshit Asymmetry Principle: "The amount of effort necessary to refute bullshit is an order of magnitude bigger than to produce it".

Offline Pedro Reis

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Re:O judeu é mais inteligente?
« Resposta #18 Online: 31 de Outubro de 2018, 20:20:28 »
E vocês acham mesmo que existe tal coisa como  uma raça judaica?

O que há em comum entre estes dois aí da foto?



Acertou quem disse: são judeus!

Você já viu judeu loiro, judeu moreno, judeu de cabelo crespo, judeu ruivo e existem até judeus que são negros.

Como seria possível que as 12 míticas tribos perdidas exibissem tanta diversidade de fenótipos?

Mesmo antes da destruição do templo, no ano 70, a diáspora já havia começado. Quando Israel passa a fazer parte do Império Romano os israelitas fundam colônias por toda a parte. Especialmente no mediterrâneo.

Para muitos a dominação romana representou esta oportunidade, porque na região da antiga Israel a vida era muito difícil. Mas antes israelitas já tinham sido levados em massa para o exílio na Babilônia.

Após a Diáspora pessoas professando a fé judaica se espalharam por todo o mundo, miscigenando-se e também convertendo muitos que não eram de origem judaica à sua fé. Como continua a ocorrer nos dias de hoje.



Qualquer que seja a explicação para qualquer coisa relativa a assim chamados judeus, jamais poderia estar na genética.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:O judeu é mais inteligente?
« Resposta #19 Online: 31 de Outubro de 2018, 21:41:36 »
Haverá grupos de judeus (e outras religiões/etnias) que são em algum grau identificáveis como linhagem, apesar de também poder haver novos convertidos, descontados. Qualquer teoria biológica sobre grupos humanos implicitamente leva isso em consideração e sem precisar explicitar, descarta esses casos ou admite reduzida freqüência do que quer que se suponha poder ser mais freqüente na linhagem mais "pura".

Geralmente é o tipo de coisa mais fácil e menos controversamente identificado em doenças, como a doença de Tay-Sachs, que acomete em freqüência mais elevada aos judeus asquenazes.

A biologia da inteligência no entanto é menos clara, e, talvez a própria "endogamia" elevada de um grupo na verdade tenda a contribuir negativamente. Por outro lado talvez isso possa ser justamente um mecanismo que facilitaria a seleção natural e sexual negativas.

https://en.wikipedia.org/wiki/Medical_genetics_of_Jews


Citar
Effect of inbreeding on IQ and mental retardation.

N E Morton

Abstract

Both decline of IQ and increase of mental retardation are consistent with rare recessive alleles at about 325 loci. There is no suggestion of a discrepancy that might be due to polygenic dominance or confounding of consanguinity with unfavorable environment. These data indicate that the risk for mental retardation in matings of normal parents increases from 0.012 with random mating to 0.062 for first-cousin parentage but that dominance deviations are a negligible cause of family resemblance of IQ. Implications for frequencies, mutation rates, and radiation response are detailed.


Offline Pedro Reis

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Re:O judeu é mais inteligente?
« Resposta #20 Online: 31 de Outubro de 2018, 22:37:28 »
Haverá grupos de judeus (e outras religiões/etnias) que são em algum grau identificáveis como linhagem, apesar de também poder haver novos convertidos, descontados. Qualquer teoria biológica sobre grupos humanos implicitamente leva isso em consideração e sem precisar explicitar, descarta esses casos ou admite reduzida freqüência do que quer que se suponha poder ser mais freqüente na linhagem mais "pura".

Geralmente é o tipo de coisa mais fácil e menos controversamente identificado em doenças, como a doença de Tay-Sachs, que acomete em freqüência mais elevada aos judeus asquenazes.

A biologia da inteligência no entanto é menos clara, e, talvez a própria "endogamia" elevada de um grupo na verdade tenda a contribuir negativamente. Por outro lado talvez isso possa ser justamente um mecanismo que facilitaria a seleção natural e sexual negativas.

https://en.wikipedia.org/wiki/Medical_genetics_of_Jews


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Effect of inbreeding on IQ and mental retardation.

N E Morton

Abstract

Both decline of IQ and increase of mental retardation are consistent with rare recessive alleles at about 325 loci. There is no suggestion of a discrepancy that might be due to polygenic dominance or confounding of consanguinity with unfavorable environment. These data indicate that the risk for mental retardation in matings of normal parents increases from 0.012 with random mating to 0.062 for first-cousin parentage but that dominance deviations are a negligible cause of family resemblance of IQ. Implications for frequencies, mutation rates, and radiation response are detailed.


Então a teoria do QI se aplica só a asquenazes, ou só a sefarditas, ou só a algum grupo específico de judeu?

Mais uma comprovação de que não existe essa tal de raça judaica.

Offline Gigaview

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Re:O judeu é mais inteligente?
« Resposta #21 Online: 01 de Novembro de 2018, 10:43:51 »
Não existe raça judaica, existe apenas povo judaico divididos nas 12 tribos.
Brandolini's Bullshit Asymmetry Principle: "The amount of effort necessary to refute bullshit is an order of magnitude bigger than to produce it".

Offline Pedro Reis

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Re:O judeu é mais inteligente?
« Resposta #22 Online: 01 de Novembro de 2018, 14:04:03 »
Não existe raça judaica, existe apenas povo judaico divididos nas 12 tribos.

É mesmo.

Nestas 12 tribos que vagavam sob o sol fustigante do Oriente Médio, em uma delas todos eram loirinhos de olho azul como a Xuxa Meneghel. Em outra todos eram ruivos como o Woody Allen. Em uma terceira eram todos com cara de árabe como os sefarditas. Tinha uma em que todos eram morenos e outra só com  gente de cabelo crespo. E tinha uma só com pretinhos como aquele ali da foto.

Foi assim que surgiram todos os judeus do mundo, que conservam sua pureza racial até hoje, sem nunca terem se miscigenado.

Offline Gigaview

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Re:O judeu é mais inteligente?
« Resposta #23 Online: 01 de Novembro de 2018, 15:46:53 »
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Dr. Alfred M. Lilienthal, historian, journalist and lecturer, is a graduate of Cornell University and Columbia Law School. During the Second World War, he served with the US Army in the Middle East. He later served with the Department of State, and as a consultant to the American delegation at the organising meeting of the United Nations in San Francisco.

Since 1947, he has been at the forefront in the struggle for a balanced US policy in the Middle East. He is the author of several acclaimed books on the Middle East, including The Zionist Connection. He now lives in Washington, DC.

On December 18, 1993 Dr. Lilienthal celebrated both his 80th birthday and the 40th anniversary of his first book, What Price 'Israel'? Dr Lilienthal, who is a courageous anti-Zionist Jew, was joined by more than 200 guests who travelled from all over the United States to attend. The following excerpt is taken from this first book, What Price 'Israel'?


Today, to trace anyone's descent to ancient Palestine would be a genealogical impossibility; and to presume, axiomatically, such a descent for Jews, alone among all human groups, is an assumption of purely fictional significance. Most everybody in the Western world could stake out some claim of Palestinian descent if genealogical records could be established for two-thousand years. And there are, indeed, people who, though not by the widest stretch of imagination Jewish, proudly make that very claim: some of the oldest of the South's aristocratic families play a game of comparing whose lineage goes farther back into 'Israel'. No one knows what happened to the Ten Lost Tribes of 'Israel', but to speculate on who might be who is a favored Anglo-Saxon pastime, and Queen Victoria belonged to an 'Israelite' Society that traced the ancestry of its membership back to those lost tribes.

Twelve tribes started in Canaan about thirty-five centuries ago; and not only that ten of them disappeared - more than half of the members of the remaining two tribes never returned from their "exile" in Babylon. How then, can anybody claim to descend directly from that relatively small community which inhabited the Holy Land at the time of Abraham's Covenant with God?

The Jewish racial myth flows from the fact that the words Hebrew, 'Israelite', Jew, Judaism, and the Jewish people have been used synonymously to suggest a historic continuity. But this is a misuse. These words refer to different groups of people with varying ways of life in different periods in history. Hebrew is a term correctly applied to the period from the beginning of Biblical history to the settling in Canaan. 'Israelite' refers correctly to the members of the twelve tribes of 'Israel'. The name Yehudi or Jew is used in the Old Testament to designate members of the tribe of Judah, descendants of the fourth son of Jacob, as well as to denote citizens of the Kingdom of Judah, particularly at the time of Jeremiah and under the Persian occupation. Centuries later, the same word came to be applied to anyone, no matter of what origin, whose religion was Judaism.

The descriptive name Judaism was never heard by the Hebrews or 'Israelites'; it appears only with Christianity. Flavius Josephus was one of the first to use the name in his recital of the war with the Romans to connote a totality of beliefs, moral commandments, religious practices and ceremonial institutions of Galilee which he believed superior to rival Hellenism. When the word Judaism was born, there was no longer a Hebrew-'Israelite' state. The people who embraced the creed of Judaism were already mixed of many races and strains; and this diversification was rapidly growing...

Perhaps the most significant mass conversion to the Judaic faith occurred in Europe, in the 8th century A.D., and that story of the Khazars (Turko-Finnish people) is quite pertinent to the establishment of the modern State of 'Israel'. This partly nomadic people, probably related to the Volga Bulgars, first appeared in Trans-Caucasia in the second century. They settled in what is now Southern Russia, between the Volga and the Don, and then spread to the shores of the Black, Caspian and Azov seas. The Kingdom of Khazaria, ruled by a khagan or khakan fell to Attila the Hun in 448, and to the Muslims in 737. In between, the Khazars ruled over part of the Bulgarians, conquered the Crimea, and stretched their kingdom over the Caucasus farther to the northwest to include Kiev, and eastwards to Derbend. Annual tributes were levied on the Russian Slavonians of Kiev. The city of Kiev was probably built by the Khazars. There were Jews in the city and the surrounding area before the Russian Empire was founded by the Varangians whom the Scandinavian warriors sometimes called the Russ or Ross (circa 855-863).

The influence of the Khazars extended into what is now Hungary and Roumania. Today, the villages of Kozarvar and Kozard in Transylvania bear testimony to the penetration of the Khazars who, with the Magyars, then proceeded into present-day Hungary. The size and power of the Kingdom of Khazaria is indicated by the act that it sent an army of 40,000 soldiers (in 626-627) to help Heraclius of the Byzantines to conquer the Persians. The Jewish Encyclopedia proudly refers to Khazaria as having had a "well constituted and tolerant government, a flourishing trade and a well disciplined army."

Jews who had been banished from Constantinople by the Byzantine ruler, Leo III, found a home amongst these heretofore pagan Khazars and, in competition with Mohammedan and Christian missionaries, won them over to the Judaic faith. Bulan, the ruler of Khazaria, became converted to Judaism around 740 A.D. His nobles and, somewhat later, his people followed suit. Some details of these events are contained in letters exchanged between Khagan Joseph of Khazaria and R. Hasdai Ibn Shaprut of Cordova, doctor and quasi foreign minister to Sultan Abd al-Rahman, the Caliph of Spain. This correspondence (around 936-950) was first published in 1577 to prove that the Jews still had a country of their own - namely, the Kingdom of Khazaria. Judah Halevi knew of the letters even in 1140. Their authenticity has since been established beyond doubt.

According to these Hasdai-Joseph letters, Khagan Bulan decided one day: "Paganism is useless. It is shameful for us to be pagans. Let us adopt one of the heavenly religions, Christianity, Judaism or Islam." And Bulan summoned three priests representing the three religions and had them dispute their creeds before him. But, no priest could convince the others, or the sovereign, that his religion was the best. So the ruler spoke to each of them separately. He asked the Christian priest: "If you were not a Christian or had to give up Christianity, which would you prefer - Islam or Judaism?" The priest said: "If I were to give up Christianity, I would become a Jew." Bulan then asked the follower of Islam the same question, and the Moslem also chose Judaism. This is how Bulan came to choose Judaism for himself and the people of Khazaria in the seventh century A.D., and thereafter the Khazars (sometimes spelled Chazars and Khozars) lived according to Judaic laws.

Under the rule of Obadiah, Judaism gained further strength in Khazaria. Synagogues and schools were built to give instruction in the Bible and the Talmud. As Professor Graetz notes in his History of the Jews, "A successor of Bulan who bore the Hebrew name of Obadiah was the first to make serious efforts to further the Jewish religion. He invited Jewish sages to settle in his dominions, rewarded them royally... and introduced a divine service modeled on the ancient communities. After Obadiah came a long series of Jewish Chagans (Khagans), for according to a fundamental law of the state only Jewish rulers were permitted to ascend the throne." Khazar traders brought not only silks and carpets of Persia and the Near East but also their Judaic faith to the banks of the Vistula and the Volga. But the Kingdom of Khazaria was invaded by the Russians, and Itil, its great capital, fell to Sweatoslav of Kiev in 969. The Byzantines had become afraid and envious of the Khazars and, in a joint expedition with the Russians, conquered the Crimean portion of Khazaria in 1016. (Crimea was known as "Chazaria" until the 13th century). The Khazarian Jews were scattered throughout what is now Russia and Eastern Europe. Some were taken North where they joined the established Jewish community of Kiev.

Others returned to the Caucasus. Many Khazars remarried in the Crimea and in Hungary. The Cagh Chafut, or "mountain Jews," in the Caucasus and the Hebraile Jews of Georgia are their descendants. These "Ashkenazim Jews" (as Jews of Eastern Europe are called), whose numbers were swelled by Jews who fled from Germany at the time of the Crusades and during the Black Death, have little or no trace of Semitic blood.

That the Khazars are the lineal ancestors of Eastern European Jewry is a historical fact. Jewish historians and religious text books acknowledge the fact, though the propagandists of Jewish nationalism belittle it as pro-Arab propaganda. Somewhat ironically, Volume IV of the Jewish Encyclopedia - because this publication spells Khazars with a "C" instead of a "K" - is titled "Chazars to Dreyfus": and it was the Dreyfus trial, as interpreted by Theodor Herzl, that made the modern Jewish Khazars of Russia forget their descent from converts to Judaism and accept anti-Semitism as proof of their Palestinian origin.

For all that anthropologists know, Hitler's ancestry might go back to one of the ten Lost Tribes of 'Israel'; while Weizmann may be a descendant of the Khazars, the converts to Judaism who were in no anthropological respect related to Palestine. The home to which Weizmann, Silver and so many other Ashkenazim Zionists have yearned to return has most likely never been theirs. "Here's a paradox, a paradox, a most ingenious paradox": in anthropological fact, many Christians may have much more Hebrew-'Israelite' blood in their veins than most of their Jewish neighbors.

Race can play funny tricks on people who make that concept the basis for their likes and dislikes. Race-obsessed people can find themselves hating people who, in fact, may be their own racial kith and kin.
http://www.raceandhistory.com/historicalviews/jewsnotrace.htm

Brandolini's Bullshit Asymmetry Principle: "The amount of effort necessary to refute bullshit is an order of magnitude bigger than to produce it".

Offline Gigaview

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Re:O judeu é mais inteligente?
« Resposta #24 Online: 01 de Novembro de 2018, 15:47:58 »
Não existe raça judaica, existe apenas povo judaico divididos nas 12 tribos.

É mesmo.

Nestas 12 tribos que vagavam sob o sol fustigante do Oriente Médio, em uma delas todos eram loirinhos de olho azul como a Xuxa Meneghel. Em outra todos eram ruivos como o Woody Allen. Em uma terceira eram todos com cara de árabe como os sefarditas. Tinha uma em que todos eram morenos e outra só com  gente de cabelo crespo. E tinha uma só com pretinhos como aquele ali da foto.

Foi assim que surgiram todos os judeus do mundo, que conservam sua pureza racial até hoje, sem nunca terem se miscigenado.

Isso é resultado de miscigenação.

https://anthrosource.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.1525/aa.1903.5.1.02a00110
« Última modificação: 01 de Novembro de 2018, 16:11:16 por Gigaview »
Brandolini's Bullshit Asymmetry Principle: "The amount of effort necessary to refute bullshit is an order of magnitude bigger than to produce it".

 

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