Autor Tópico: Refutando ZEITGEIST  (Lida 13774 vezes)

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Refutando ZEITGEIST
« Online: 19 de Agosto de 2008, 23:51:45 »
Assim que lí desconfiei. Será que estou ficando cético demais? Qual é a opinião de vocês?



Este é o sol. Desde o ano de 10.000 A.C, a história abunda em pinturas e escritos que refletem o respeito e a adoração dos povos por este astro. [S1] E é simples entender o porquê, com seu aparecimento todas as manhãs, trazendo visão, calor e segurança, salvando-os do frio, e da escuridão da noite, repleta de predadores. Sem ele, todas as culturas perceberam que não haveriam colheitas nem vida no planeta. Estas realidades fizeram do sol o astro mais adorado de todos. Todavia, muitos estavam atentos também às estrelas. As estrelas formavam padrões que lhes permitiu reconhecer e antecipar eventos que ocorrem de tempos em tempos, tais como eclipses e luas cheias. Eles catalogaram grupos celestiais daquilo que conhecemos hoje como constelações.  [S2]



Esta é a cruz do Zodíaco, uma das mais antigas imagens na historia da humanidade. Ela representa o trajeto do sol através das 12 maiores constelações no decorrer de um ano. Ela também representa os 12 meses do ano, as 4 estações, solstícios e equinócios.  [S3]



O termo Zodíaco está relacionado com o fato das constelações serem antropomorfismos, ou personificações, como pessoas ou animais. [S4]

Por outras palavras, as primeiras civilizações não só seguiam o sol e as estrelas, como também as personificavam através de mitos que envolviam os seus movimentos e relações. [S5]

O sol, com o seu poder de dar vida e de salvar também foram personificados como se representasse um criador ou um deus… “Deus Sol”, a luz do mundo, o salvador da humanidade. [S6]

Igualmente, as 12 constelações representaram lugares de viagem pra o Deus Sol e foram nomeados por elementos da natureza que aconteciam nesses períodos de tempo. Por exemplo, Aquarius, o portador da água que traz as chuvas da Primavera. [S7]

Este é Hórus. Ele é o Deus Sol do Egito de 3.000 A.C. [S8]


Ele é o sol antropomorfizado, e a sua vida é uma série de mitos alegóricos que envolvem o movimento do sol no céu. [S9] [S10]

Dos antigos hieróglifos egípcios, conheceu-se muito sobre esse Messias solar. Por exemplo, Hórus, sendo o sol (ou a luz) tinha como inimigo o deus Set, que era a personificação das trevas ou da noite. E metaforicamente falando, todas as manhãs Hórus ganhava a batalha contra Set, e no fim da tarde, Set conquistava Hórus e o enviava para o mundo das trevas. [S12] [S13]

Será importante frisar que “Trevas x Luz” ou “Bem x Mal” tem sido uma dualidade mitológica onipresente e que ainda hoje é usada em muitos níveis.


No geral, a estória de Hórus é a seguinte: Hórus nasceu em 25 de Dezembro [S14] [S15] da virgem Isis-Meri.[S16] [S17] [S18]. O seu nascimento foi acompanhado por uma estrela no Oeste, [S19] que por sua vez, foi seguida por 3 reis em busca do salvador recém nascido. [S20] [S21] Aos 12 anos, era uma criança prodígio nos ensinamentos, e aos 30 anos [S22] [S23] ele foi batizado por uma figura conhecida por Anup e assim começou seu ministério. [S24] Hórus teve 12 discípulos [S25] e viajou com eles, fazendo milagres [S26] [S27] tais como curar os enfermos [S28] e andar sobre as águas. [S29] Hórus também era conhecido por vários nomes como: A verdade, A luz,  o Filho Adorado de Deus, o Bom Pastor, Cordeiro de Deus, entre muitos outros [S30] [S31]. Depois de ter sido traído por Tifão [S32], Hórus foi crucificado [S33] [S34], enterrado por 3 dias [S35], e então ressuscitou. [S36] [S37]

Estes atributos de Hórus, originais ou não, parecem influenciar várias culturas mudiais, e muitos outros deuses encontrados com a mesma estrutura mitológica.



Attis, da Phyrigia, nasceu da virgem Nana em 25 de Dezembro, crucificado, foi posto na tumba e 3 dias depois ressucitou. [S38] [S39] [S40] [S41] [S42] [S43]



Krishna, da Índia, nasceu da virgem Davaki com uma estrela no Ocidente assinalando sua chegada, fez milagres juntamente com seus discípulos, e após sua morte, ressuscita. [S44] [S45] [S46] [S47] [S48]


Dionísio, da Grécia, nasceu de uma virgem em 25 de Dezembro, foi um professor peregrino que praticou milagres como transformar água em vinho, e é referenciado como “Rei dos Reis”, “Filho Unigênito de Deus”, “O Início e o Fim”, entre muitas outras coisas, e após sua morte, ressuscitou. [S49] [S50] [S51] [S52] [S53]



Mithra, da Pérsia, nasceu de uma virgem em 25 de Dezembro, ele teve 12 discípulos e fazia milagres, e após sua morte foi enterrado por 3 dias e então ressuscitou, ele também foi chamado de “A verdade”, “A Luz” entre outros. Curiosamente, o dia sagrado de adoração à Mithra era em um Domingo. [S54] [S55] [S56] [S57] [S58]

O que importa salientar aqui é que existiram inúmeros salvadores, em diferentes períodos, em diversos lugares da terra que preenchem estas mesmas características.

A pergunta que não quer calar: O porquê destes atributos? Porquê o nascimento de uma virgem em 25 de Dezembro? Porquê a morte e a ressurreição após 3 dias? Porquê os 12 discípulos ou seguidores? Para descobrirmos, vamos examinar o mais recente dos Messias solares.


Jesus Cristo nasceu em 25 de Dezembro em Belém, ao nascer foi anunciado por uma estrela no Ocidente, que seria seguida por 3 Reis magos para encontrar e adorar o novo salvador. Tornou-se pregador aos 12 anos, aos 30 anos foi batizado por João Batista, e então iniciou seu ministério. Jesus teve 12 discípulos que viajaram com ele praticando milagres como curar doentes, andar sobre a àgua, ressuscitar mortos. Ele também é conhecido como o “Rei dos Reis”, O “Filho de Deus”, A “Luz do Mundo”, O “Início e o Fim”, O “Cordeiro de Deus” entre muitos outros. Depois de ter sido traído por seu discípulo Judas por 30 moedas de prata, ele foi crucificado, posto em uma tumba e após 3 dias ele ressuscitou e ascendeu aos céus. [S59]



Em primeiro lugar, a sequência do nascimento é completamente astrológica. A estrela no Ocidente é Sirius, a mais brilhante do céu noturno, que a cada 24 de Dezembro se alinha com outras 3 estrelas brilhantes no cinturão de Órion. [S60] Essas 3 estelas brilhantes são chamadas hoje como eram na antiguidade: Três Reis (Três Marias, no Brasil e Portugal) [S61] [S62]. Os Três Reis e a estrela mais brilhante, Sirius, todas apontam para o nascer do sol em 25 de Dezembro[S63]. Esta é a razão pela qual os Três Reis “seguem” a estrela ao Oeste, em uma ordem que apontam o amanhecer - O Nascimento do Sol. [S64]



A Virgem Maria é a constelação de Virgo, [S65] também conhecida como Virgo A Virgem. Virgo em Latin significa Virgem. Virgo também é conhecida como a “Casa do Pão” [S69] [S70], e a representação de Virgo é uma virgem segurando um feixe de espigas de trigo. Esta Casa do Pão e seu símbolo das espigas de trigo representa Agosto e Setembro, a época das colheitas. Por sua vez, Belém é a tradução ao pé da letra de “A Casa do Pão”. [S71] Belém é também a referência à constelação de Virgem, um lugar no Céu, não na Terra. [S72]



Existe outro fenômeno muito interessante que ocorre em 25 de Dezembro, é o solstício de inverno. Do solstício de verão ao solstício de inverno, os dias se tornam mais curtos e frios. Da perspectiva de quem está no hemisfério norte, o sol parece se mover para o sul, ficar menor e mais fraco. O encurtamento dos dias e o fim das colheiras conforme se aproxima o solstício de inverno, simbolizando o processo de morte. Era a morte do Sol. [S73] Pelo 22º dia de dezembro, o falecimento estava completamente realizado, e faz com que atinja seu ponto mais baixo no céu. Aqui algo curioso acontece: O Sol pára de se mover por 3 dias [S74]. Durante estes 3 dias, o Sol fica pelas redondezas da constelação do Cruzeiro do Sul (ou Crux ou Alpha Crucis) [S75] [S76] Depois desse período em 25 de Dezembro, o Sol se move 1 grau, desta vez para o norte, trazendo perspectiva de dias maiores, mais calor e a Primavera. [S77] E assim se diz: o Sol morreu na cruz, ficou morto por 3 dias, apenas para ressuscitar ou nascer mais uma vez. [S78] [S79] Esta é a razão pela qual Jesus e muitos outros deuses solares compartilham da idéia de crucificação, morte por 3 dias e o conceito da ressurreição. [S80] É o período de transição do sol antes de mudar para a direção contrária no Hemisfério Norte, trazendo a primavera, e assim a salvação. [S81] [S82]

Todavia, eles não celebram a ressurreição do sol até ao equinócio da primavera, ou Páscoa. Isto é porque no equinócio da primavera, o sol domina oficialmente o mal, as trevas, assim com o período diurno se torna maior que o noturno, e o revitalizar da vida na primavera emerge. [S83]



Agora, provavelmente a analogia mais óbvia de todas neste simbolismo astrológico são os 12 discípulos de Jesus. Eles são simplesmente as 12 constelações do zodíaco, com que Jesus, sendo o sol, viaja. [S84] [S85] [S86] [S87]De fato, o número 12 está sempre presente ao longo da bíblia. Este texto é mais astrológico do que qualquer outra coisa.



Voltando à Cruz do zodíaco, O elemento figurativo da vida é o sol, isto não era uma mera representação artística ou ferramenta para seguir os movimentos do sol. Era também um símbolo espiritual pagão, [S88] uma logo grafia similar a isto. [S89] isto não é um símbolo do cristianismo. É uma adaptação pagã da cruz do zodíaco. [S90] [S91] Esta é a razão pela qual Jesus nas primeiras representações era sempre mostrado com a sua cabeça na cruz, Jesus é o sol, Filho de Deus, a Luz do Mundo, [S92] o Salvador a erguer-se, [S93] que “renascerá,” [S94] assim como o faz todas as manhãs, a Glória de Deus [S95] que defende contra a força das trevas, [S96] assim como “renasce” [S97] a cada manhã, e que pode ser “visto através das nuvens” [S98] “Lá em cima nos céus,” [S99] com a sua “coroa de espinhos”, [S100] ou, os raios de sol.

Agora, nas muitas das referências astrológicas ou astronómicas na bíblia, uma das mais importantes tem a ver com o conceito de ‘Eras. Através das escrituras há inúmeras referências a essa “Era”. Para compreender isto, precisamos primeiro estar familiarizados com o fenômeno da precessão dos equinócios. Os antigos egípcios, assim como outras culturas antes deles, reconheceram que aproximadamente de 2150 em 2150 anos o nascer do sol durante equinócio da primavera, ocorria num diferente signo do zodíaco. Isto tem a ver com a lenta oscilação angular que a Terra tem quando roda sobre o seu eixo. É chamado de precessão porque as constelações vão para trás, em vez de permanecerem no seu ciclo anual normal. [S101] O tempo que demora cada precessão através dos 12 signos é de 25,765 anos. [S102] Este ciclo completo é chamado também de “Grande Ano,” [S103] e algumas civilizações ancestrais sabiam isso. Referiam-se a cada ciclo 2150 anos como “Era”. De 4300 A.C. a 2150 A.C., foi a ‘Era de Touro’. De 2150 A.C. a 1 D.C., foi a ‘Era de Aries’, e de 1 D.C. a 2150 D.C. é a ‘Era de Peixes’, A Era em que permanecemos nos dias de hoje, e por volta de 2150, entraremos na nova Era. A Era de Aquarius. [S104] [S105]

Agora, a Bíblia refere-se, por alto, ao movimento simbólico durante 3 Eras, quando se vislumbra já uma quarta. No Velho Testamento, quando Moisés desce o Monte Sinai com os 10 Mandamentos ele está perturbado ao ver a sua gente a adorar um bezerro dourado. [S106] De fato, ele até partiu as pedras dos 10 Mandamentos e disse a todos para se matarem uns aos outros para purgarem o mal. [S107] A maior parte dos estudiosos da bíblia atribuem esta ira de Moisés ao fato de os israelitas estarem adorando um falso ídolo, ou algo semelhante. [S108] A realidade é que o Bezerro Dourado é Taurus (Touro), e Moisés representa a nova Era de Áries. [S109] Esta é razão pela qual os judeus ainda hoje ainda assopram com o Chifre do Carneiro. [S110] Moisés representa a nova Era de Áries, [S111] e perante esta, todos têm de largar a velha. Outras divindades tais como Mithra marcam esta transição também, um deus pré cristão que mata o touro, na mesma linha simbólica. S112] [S113]

Agora Jesus é a figura portadora da Era seguinte à de Áries, a Era de Peixes, ou dos 2 peixes. [S114] [S115] O simbolismo de Peixes é abundante no Novo Testamento, assim como Jesus alimenta 5000 pessoas com pão e “2 peixes.” [S116] No início do seu ministério, enquanto caminhava ao longo da Galiléia, conhece 2 pescadores, que o seguem. [S117]



Agora reflita se voltar a ver um adesivo ‘Jesus-Peixe’ nas traseiras dos carros. Poucos sabem o que aquilo no fundo representa. É um simbolismo astrológico pagão para o reinado do sol durante a Era de Peixes. [118] Jesus assumiu também que a data do seu nascimento é também a data do início desta Era.



Em Lucas 22:10 quando Jesus é questionado se a próxima passagem será depois de ele ir embora, Jesus responde: “Eis que quando entrardes na cidade, encontrareis um homem levando um cântaro de água, segui-o até à casa em que ele entrar.” Esta escritura é de longe a mais reveladora de todas as referências astrológicas. O homem que leva um cântaro de água é Aquarius, o portador de água, que é sempre representado com um homem despejando uma porção de água. [S119] Ele representa a Era depois de Peixes, e quando o Sol (Filho de Deus) sair da Era de Peixes (Jesus), entrará na Casa de Aquarius, e Aquário é antes de Peixes na precessão dos equinócios. Tudo o que Jesus diz é que depois da Era de Peixes chegará a Era de Aquário. [S120]

Agora, todos já ouvimos falar sobre o fim do mundo. À parte o lado cartoonista explícito no Livro do Apocalipse, a espinha dorsal nesta ideia surge em Mateus 28:20, onde Jesus diz: “Eu estarei convosco até ao fim do mundo” [S121] (”dos séculos” em português). Contudo, na tradução Inglesa da Bíblia, a palavra “mundo” está mal traduzida, no meio de outras más traduções. A palavra realmente usada era “AEON”, que signifca “Era”. “Eu estarei convosco até ao fim da era”. O que no fundo é verdade, Jesus como personificação solar de Peixes irá acabar quando o sol entrar na Era de Aquário. [S122] Este conceito de fim dos tempos e do fim do mundo é uma má interpretação desta alegoria astrológica. [S123] [S124] [S125] [S126] [S127] Vamos dizê-lo a aproximadamente 100 milhões de americanos que acreditam que o fim do mundo está próximo.

Além disso, o personagem de Jesus, literalmente e astrologicamente um híbrido, só demonstra o quão plágio do Deus-Sol Hórus do Egito, Jesus é. [S128] [S129] [S130] [S131] Por exemplo, inscrito à 3500 anos atrás, nas paredes do Templo de Luxor no Egito. Estão imagens da enunciação, da imaculada concepção, do nascimento e da adoração a Hórus. [S132] As imagens começam com o anúncio à virgem Isis de que ela irá gerar Hórus, que Nef, o Espírito Santo irá engravidar a Virgem, e depois o parto e a adoração. [S133] [S134] E que é não mais do que o milagre da concepção de Jesus.Na verdade, as semelhanças entre Hórus e Jesus são flagrantes. [S135]



E o plágio continua. A história de Noé e da sua Arca é tirada diretamente das tradições. O conceito de Dilúvio é presente em todas as antigas civilizações, em mais de 200 diferentes citações em diferentes períodos e tempos. [S136] [S137] Contudo, não será preciso ir muito além da fonte pré cristã para encontrar a Epopéia de Gilgamesh, [S138] [S139] escrita em 2600 A.C. Esta história fala sobre grandes inundações ordenadas por Deus, uma Arca com animais salvos, e até mesmo o libertar e o retornar da pomba, entram em concordância com a história bíblica, entre muitas outras semelhanças. [S140]

E depois há a história plagiada de Moisés. Sobre o nascimento de Moisés, diz-se que ele foi colocado numa cesta de cana e lançado ao rio para evitar um infanticídio. Ele foi mais tarde salvo pela filha de um Rei e criado por ela como um Príncipe. [S141] Esta história do bebê numa cesta foi retirada do mito de Sargão de Akkad por volta de 2250 A.C. Depois de nascer, Sargão, foi posto numa cesta de rede para evitar um infanticídio e lançado ao rio. Foi depois salvo e criado por Akki, uma esposa da realeza Acádia. [S142] [S143]



Além disso, Moisés é conhecido como Legislador, Portador dos Dez Mandamentos, [S144] e da Lei Mosaica. Contudo, a ideia de a Lei ser passada de um Deus para um profeta numa montanha é também antiga. Moisés é somente um legislador numa longa linha de legisladores na história mitológica. [S145] Na Índia, Manou foi o grande Legislador. [S146] Na ilha de Creta, Minos ascendeu ao Monte Ida, onde Zeus lhe deu as Leis Sagradas. [S147] Enquanto que no Egito Moisés, tinha nas suas pedras tudo o que Deus lhe disse.



E no que diz respeito a estes Dez Mandamentos, Foram retiradas a papel químico do ‘Feitiço 125 do Livro dos Mortos’ [S149] do Antigo Egito. O que é que o Livro dos Mortos dizia? “Eu Nunca Roubei” tornou-se “Tu nunca roubarás”, “Eu nunca Matei” tornou-se “Nunca Matarás”, “Eu Nunca Menti” tornou-se “Nunca levantarás falsos testemunhos” e por aí adiante. [S150] A religião Egípcia é no fundo. a base fundamental para a teologia Judaico-Cristã. Batismo, Vida após a morte, Julgamento Final, Imaculada Concepção, Ressurreição, Crucificação, A Arca da Aliança, Circuncisão, Salvadores, Comunhão sagrada, Dilúvio, Páscoa, Natal, a Passagem, [S151] [S152] [S153] [S154] [S155] [S156] [S157] [S158] [S159] [S160] [S161] [S162] [S163] [S164] [S165] [S166] e muitas outras coisas e atributos são idéias Egípcias, nascidas muito antes do Cristianismo ou Judaísmo.

Justin Martyr, um dos primeiros historiadores e defensores Cristãos, escreveu: “Quando nós (Cristãos) dizemos que, Jesus Cristo, nosso mestre, foi produzido sem união sexual, morreu e ressuscitou e ascendeu aos Céus, nós não propomos nada de muito diferente do que aqueles que propõem e acreditam tal como nós, nos Filhos de Júpiter”. [S167] Numa escrita diferente, Justin Martyr diz: “Ele nasceu de uma virgem, aceite isto em comum com o que você acredita dos Perseus”. [S168] É óbvio que Justin e outros cristãos cedo souberam como o Cristianismo era semelhante a outras religiões pagãs. Contudo, Justin tinha uma solução: “Para além de tudo o que sabemos, o Diabo era em quem mandava.” O Diabo teve a ambição de chegar primeiro que o Cristo, e criou estas características para o mundo pagão. [S169]


A Bíblia não é nada mais do que um híbrido literário astro-teológico, tal como todos os mitos religiosos que os antecederam. [S170] [S171] [S172] [S173] [S174] De fato, o aspecto da transferência de atributos, e umas personagens para as outras é facilmente reconhecida no próprio livro em si. No Antigo Testamento há a história de José. José era um protótipo de Jesus. José nasceu de um milagre, [S175] Jesus nasceu de um milagre. [S176] José tinha 12 irmãos, [S177] Jesus tinha 12 discípulos. [S178] José foi vendido por 20 pratas, [S179] Jesus foi vendido por 30 pratas. [S180] Irmão “Judá” sugere a venda de José, [S181] o discípulo “Judas” sugere a venda de Jesus. [S182] José começa os seus trabalhos aos 30, [S183] Jesus começa aos 30 também. [S184] Os paralelismos continuam.


Além disso, haverá algum registo não-bíblico da existência de mais alguém chamado Jesus, filho de Maria, que viajou com 12 seguidores e curou pessoas? Existiram muitos historiadores que viveram no Mediterrâneo durante esse mesmo período e até mesmo após a presumível morte de Jesus. [S185] Quantos desses historiadores fizeram relatos sobre a sua figura? Nenhum. [S186] Porém, para sermos justos, não significa que os defensores da existência de Jesus nunca tenham reclamado o contrário. São particularmente 4 referidos como pioneiros sobre a teoria da existência de Jesus. Plínio ‘o Jovem’, Suetónio e Tácito, foram os primeiros 3. [S187] Cada uma das suas máximas consiste apenas em algumas frases em que na melhor das hipóteses se refere a Christus ou Cristo, e que na realidade não é um nome mas sim uma titulação. E que significa ‘O Escolhido’. [S188] A quarta fonte é Josefo, cujos documentos ficou provado terem sido falsificados séculos atrás e para infortúnio da humanidade, por muitos ainda visto como verdadeiros.

Poderá alguém se ter aproveitado das idéias ‘renascer’ dos mortos, a ‘ascensão’ ao Reino dos Céus e a prática de milagres e que partir daí tenha começado a surgir nos registos históricos. Não, porque uma vez pesadas as evidências, há grandes probabilidades da figura conhecida como Jesus, nunca sequer ter existido.[S190] [S191] [S192] [S193]

A realidade consiste em que, Jesus foi a divindade solar do setor gnosticista cristão, [S194] [S195] [S196] e tal como outros deuses pagãos, era uma figura mítica. Foi sempre o poder político que procurou monopolizar a figura de Jesus para controle social. Por 325 D.C. em Roma, o Imperador Constantino reuniu o ‘Concílio Ecuménico de Nicéia’. [S197] E foi durante esta reunião que as doutrinas políticas com motivação cristã foram estabelecidas e assim começou uma longa história de derramamento de sangue e fraude espiritual. E nos 1600 anos que se seguiram, o Vaticano dominou politicamente e com mão de ferro, toda a Europa, conduzindo-a a um período de obscurantismo onde o conhecimento era apenas um privilégio da Igreja, às Cruzadas e à Santa Inquisição.

O Cristianismo, bem como todas as crenças teístas, são a fraude desta Era. Serviu para afastar o seres humanos do seu meio natural, e da mesma maneira, uns dos outros. Sustenta a submissão cega do ser humano à autoridade. Reduz a responsabilidade humana sob a premissa de que “Deus controla tudo”, e que por sua vez os crimes mais terríveis podem ser justificados em nome da perseguição Divina. E o mais importante, dá o poder aqueles que sabem a verdade e usam o mito para manipular e controlar sociedades. O mito religioso é o mais poderoso dispositivo já criado, e serve como base psicológica para que outros mitos floresçam ou o justifiquem.

Omiti a citação da bibliografia para encurtar o texto. Ela está disponível na fonte.

fonte: http://ricardobraida.wordpress.com/2008/03/02/zeitgeist-a-maior-estoria-ja-contada-transcrita/
« Última modificação: 20 de Agosto de 2008, 00:17:24 por Gigaview »
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Offline Gigaview

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #1 Online: 20 de Agosto de 2008, 00:13:08 »
Usei o Starry Night Pro para conferir no texto (que é a transcrição dos vídeos disponíveis em  http://palavrassussurradas.wordpress.com/2008/02/08/a-maior-e-mais-velha-historia-ja-contada/ ). Para ficar mais curioso, e alinhado com a mitologia egípcia, voltei no tempo para o ano 1.000 AC, no dia 25 de dezembro sob a ótica de um observador situado na cidade do Cairo, Egito. Não existem diferenças muito significativas se compararmos as medidas com uma observação atual.

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Em primeiro lugar, a sequência do nascimento é completamente astrológica. A estrela no Ocidente é Sirius, a mais brilhante do céu noturno, que a cada 24 de Dezembro se alinha com outras 3 estrelas brilhantes no cinturão de Órion. [S60] Essas 3 estelas brilhantes são chamadas hoje como eram na antiguidade: Três Reis (Três Marias, no Brasil e Portugal) [S61] [S62]. Os Três Reis e a estrela mais brilhante, Sirius, todas apontam para o nascer do sol em 25 de Dezembro[S63]. Esta é a razão pela qual os Três Reis “seguem” a estrela ao Oeste, em uma ordem que apontam o amanhecer - O Nascimento do Sol. [S64]

A estrela Sirius não se alinha com as 3 Marias a cada 24 de dezembro. As estrelas não se movem para se alinhar.
Essas estrelas “alinhadas” apontam pontos diferentes de acordo com o horário da observação. Se compararmos a posição de Sírius no horizonte como o ponto inicial, com o passar do tempo, novos pontos de “previsão” do nascer do sol vão surgindo à direita, até a última previsão quando as 3 Marias começam a se por no horizonte. O “alinhamento” também não tem a perfeição da figura mostrada no texto.
Considerando o dia 25 de dezembro de 1.000 AC,  ponto de previsão correto para o nascer do sol é obtido pela observação do alinhamento por volta das 20:00h.

Fig. Sírius no horizonte


Fig. Diferença deposição com Sírius no horizonte e com a posição certa do nascer do Sol

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Existe outro fenômeno muito interessante que ocorre em 25 de Dezembro, é o solstício de inverno. Do solstício de verão ao solstício de inverno, os dias se tornam mais curtos e frios. Da perspectiva de quem está no hemisfério norte, o sol parece se mover para o sul, ficar menor e mais fraco. O encurtamento dos dias e o fim das colheiras conforme se aproxima o solstício de inverno, simbolizando o processo de morte. Era a morte do Sol. [S73] Pelo 22º dia de dezembro, o falecimento estava completamente realizado, e faz com que atinja seu ponto mais baixo no céu. Aqui algo curioso acontece: O Sol pára de se mover por 3 dias [S74]. Durante estes 3 dias, o Sol fica pelas redondezas da constelação do Cruzeiro do Sul (ou Crux ou Alpha Crucis) [S75] [S76] Depois desse período em 25 de Dezembro, o Sol se move 1 grau, desta vez para o norte, trazendo perspectiva de dias maiores, mais calor e a Primavera. [S77] E assim se diz: o Sol morreu na cruz, ficou morto por 3 dias, apenas para ressuscitar ou nascer mais uma vez. [S78] [S79] Esta é a razão pela qual Jesus e muitos outros deuses solares compartilham da idéia de crucificação, morte por 3 dias e o conceito da ressurreição. [S80] É o período de transição do sol antes de mudar para a direção contrária no Hemisfério Norte, trazendo a primavera, e assim a salvação. [S81] [S82]
Todavia, eles não celebram a ressurreição do sol até ao equinócio da primavera, ou Páscoa. Isto é porque no equinócio da primavera, o sol domina oficialmente o mal, as trevas, assim com o período diurno se torna maior que o noturno, e o revitalizar da vida na primavera emerge. [S83]



Não é possível o sol estar nas proximidades de Crux. O Sol percorre a linha do zodíaco e Crux não pertende ao zodíaco. Por volta do dia 25 de dezembro, independentemente do ano, o Sol estará sempre entre Capricórnio e Sagitário do outro lado do céu, longe de Crux. Portanto essa afirmação é bullshit.
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Offline Gigaview

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #2 Online: 20 de Agosto de 2008, 11:31:20 »
Attis não foi crucificado:

"According to the Phrygian tale, Attis was a beautiful youth born of Nana, the daughter of the river Sangarius, and the hermaphroditic Agdistis. Having become enamoured of Attis, Agdistis struck him with frenzy as he was about to be married, with the result that Attis castrated himself and died." www.britannica.com/EBchecked/topic/42255/Attis

Também não existe evidência mitológica relacionada com 25 de dezembro, etc, etc: http://www.tektonics.org/copycat/attis.html

Conclusão: Bullshit
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Offline Diego

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #3 Online: 21 de Agosto de 2008, 08:59:54 »
Parabéns pelo tópico Gigaview!

Offline Dr. Manhattan

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #4 Online: 21 de Agosto de 2008, 10:07:59 »
Que eu saiba também, o cruzeiro do sul só pode ser visto no hemisfério sul (?)


Tópico interessante.
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Offline Buckaroo Banzai

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #5 Online: 21 de Agosto de 2008, 12:05:07 »
Talvez acrescente algo aos interessados mais dedicados:

É uma colcha de retalhos de "documentários" de conspiração do 11 de setembro, do "god who wasn't there", com cortes menores do "Cosmos" do Sagan, e até trechos duma apresentação do George Carlin.

Links lidando um pouco com esse "documentário", com críticas tanto ao conspiracionismo, como quato ao "god who wasn't there", acho:

http://www.skepchick.org/skepticsguide/viewtopic.php?t=3648

http://forums.randi.org/showthread.php?t=85264

http://guelphskeptics.org/?p=18



The God Who Wasn't There analysis
Loose Change Guide
Debunking Federal Reserve CTs
Income Tax myths

Offline Churrumino

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #6 Online: 05 de Setembro de 2008, 14:08:38 »
Considerando o dia 25 de dezembro de 1.000 AC,  ponto de previsão correto para o nascer do sol é obtido pela observação do alinhamento por volta das 20:00h.

Da onde que vem isso? Dei uma pesquisada rápida no Google e ví que o nascer do sol seria aproximadamente às 7:40h


Citar
Que eu saiba também, o cruzeiro do sul só pode ser visto no hemisfério sul (?)
Sim, apenas no hemisfério Sul. No hemisfério Norte é possível observar a Ursa Maior.



Eu ví esse filme, e achei que o fato mais interessante dele é que todas crenças "tem muitas partes em comum" (para não dizer que são deviadas ) com a mitologia de Hórus. E são as partes centrais de cada religião. E essa mitologia egípcia data de 3000 anos A.C., muito antes da invenção da bíblia.
Agora a respeito dessa parte do alinhamento ou não no dia 25/12, eu não sei afirmar. Se você me disser onde que fez essa pesquisa eu agradeceria. Sobre o solstício de inverno (para o hemisfério norte) isso é fato, e se encaixa muito bem com a idéia da morte de Jesus.
As críticas ao filme eu ainda não lí, e mesmo que seja retalho de diversas obras, a maior parte faz uma boa comparação entre o Sol e as histórias/estórias da bíblia.
« Última modificação: 05 de Setembro de 2008, 14:14:30 por Churrumino »

Offline Churrumino

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #7 Online: 05 de Setembro de 2008, 14:26:18 »
A pouco tempo que venho lendo mais a respeito do ateísmo, apesar de ser ateu a anos (acho que mesmo quando fiz a primeira comunhão "forçado" eu já era ateu hehe). E pelo que vi essa parte que eu achei interessante tem no filme The God Wasn't There (irei vê-lo assim que terminar de baixar). Mas em relação ao fato de estar ou não alinhados, acho que o horário para visualizar tem que ser no nascer do sol, e não as 20h (não sei se a diferença é significativa).

Offline Moro

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #8 Online: 05 de Setembro de 2008, 23:46:05 »
Puta tópico excelente....

OK, há imprecisões na teoria (e parece que algumas por puro preciosismo, já que as semelhanças seriam enormes sem esses equívocos).

O que achei fantástico e nunca havia pensado: Na antropomorfização gradual do deus sol, lua, para algo que é deus... e que renasce, etc.. 

Isso é uma hipótese e tanto. Há 4000 anos já se ouvia algo como deus sol.... renascer...daí para algo antropomórfico como hórus era questão de tempo.  Excelente a crítica também giga.
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Offline Churrumino

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #9 Online: 06 de Setembro de 2008, 12:01:43 »
Ontem assisti ao filme The God Who Wasn't There, e achei que não se assemelha a parte 1 do Zeitgeist. O The God Who Wasn't There nem achei muito bacana, nada mais é que um desabafo de um ex crente que ta com medo de ir pro inferno. Na parte final ele falou tremendo que nega o Espírito Santos hahaha.

Quanto ao Zeitgeist ele aborda outra parte, ele mostra muitas coincidências entre a mitologia de Hórus, o cristianismo e o Sol. Achei muito mais interessante.

Offline Gigaview

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #10 Online: 06 de Setembro de 2008, 23:50:32 »
Considerando o dia 25 de dezembro de 1.000 AC,  ponto de previsão correto para o nascer do sol é obtido pela observação do alinhamento por volta das 20:00h.

Da onde que vem isso? Dei uma pesquisada rápida no Google e ví que o nascer do sol seria aproximadamente às 7:40h


Citar
Que eu saiba também, o cruzeiro do sul só pode ser visto no hemisfério sul (?)
Sim, apenas no hemisfério Sul. No hemisfério Norte é possível observar a Ursa Maior.



Eu ví esse filme, e achei que o fato mais interessante dele é que todas crenças "tem muitas partes em comum" (para não dizer que são deviadas ) com a mitologia de Hórus. E são as partes centrais de cada religião. E essa mitologia egípcia data de 3000 anos A.C., muito antes da invenção da bíblia.
Agora a respeito dessa parte do alinhamento ou não no dia 25/12, eu não sei afirmar. Se você me disser onde que fez essa pesquisa eu agradeceria. Sobre o solstício de inverno (para o hemisfério norte) isso é fato, e se encaixa muito bem com a idéia da morte de Jesus.
As críticas ao filme eu ainda não lí, e mesmo que seja retalho de diversas obras, a maior parte faz uma boa comparação entre o Sol e as histórias/estórias da bíblia.


Fiz uma simulação no Starry Night Pro, um programa que simula o céu numa data, hora para uma determinada latitude e longitude. Quis dizer que o alinhamento sugerido aponta o local exato do nascimento do sol apenas se esse alinhamento for observado por volta das 20:00 h. Antes das 20:00 o local do alinhamento sugere pontos à esquerda do local exato do nascimento e à direita após às 20:00h.
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Offline Churrumino

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #11 Online: 07 de Setembro de 2008, 10:36:17 »
Mas então o certo não seria fazer a simulação para o dia 24/12?

Offline Gigaview

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #12 Online: 07 de Setembro de 2008, 10:58:40 »
Mas então o certo não seria fazer a simulação para o dia 24/12?

Não. O sol nasce no dia 25,
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Offline Orelix Atlas

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #13 Online: 06 de Outubro de 2008, 11:36:47 »
Respondi as principais objeções e dúvidas sobre o dilúvio, no seguinte link:http://criacionismoevidencias.blogspot.com/2008/10/respondendo-sobre-o-dilvio-e-arca-de-no.html

É muito interessante e esclarecedor. Veja, e depois entre em contato...

Obrigado. :)

Offline Contini

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #14 Online: 06 de Outubro de 2008, 12:11:00 »
Respondi as principais objeções e dúvidas sobre o dilúvio, no seguinte link:http://criacionismoevidencias.blogspot.com/2008/10/respondendo-sobre-o-dilvio-e-arca-de-no.html

É muito interessante e esclarecedor. Veja, e depois entre em contato...



Obrigado. :)

Isso não caracteriza prozelitismo??
Esse cara tá postando a mesma palhaçada em varios topicos!!
"A idade não diminui a decepção que a gente sente quando o sorvete cai da casquinha"  - anonimo

"Eu não tenho medo de morrer, só não quero estar lá quando isso acontecer"  - Wood Allen

    “O escopo da ciência é limitado? Sim, sem dúvida: limitado a tratar daquilo que existe, não daquilo que gostaríamos que existisse.” - André Cancian

Offline Gigaview

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #15 Online: 06 de Outubro de 2008, 12:20:37 »
Respondi as principais objeções e dúvidas sobre o dilúvio, no seguinte link:http://criacionismoevidencias.blogspot.com/2008/10/respondendo-sobre-o-dilvio-e-arca-de-no.html

É muito interessante e esclarecedor. Veja, e depois entre em contato...



Obrigado. :)

Isso não caracteriza prozelitismo??
Esse cara tá postando a mesma palhaçada em varios topicos!!

Pelo menos ele postou o link e não aquela bobagem toda aqui...
Gossip is a sort of smoke that comes from the dirty tobacco-pipes of those who diffuse it: it proves nothing but the bad taste of the smoker. George Eliot





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Offline Fabi

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #16 Online: 06 de Outubro de 2008, 12:33:41 »
é contra as regras do CC fazer isso...
Difficulter reciduntur vitia quae nobiscum creverunt.

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Offline Contini

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #17 Online: 06 de Outubro de 2008, 12:49:48 »
Ah sim, Gigaview....
Exelente estudo esse que vc fez nesse topico...
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"Eu não tenho medo de morrer, só não quero estar lá quando isso acontecer"  - Wood Allen

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Offline Fabulous

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #18 Online: 06 de Outubro de 2008, 20:49:34 »
Ficou bom mesmo o tópico, e as outras partes você tem ai? Aquela que fala do WTC...
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Offline Gilson

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #19 Online: 27 de Fevereiro de 2009, 02:19:13 »
Estou lendo um livro sobre história do cristianismo, nele diz que Constantino é seguidor de uma religião que adorava o sol, e na época muitos não conseguia distinguir os adoradores do sol dos cristãos, tal a semelhança entre as crenças e rituais.
"What can be asserted without evidence can also be dismissed without evidence". (Christopher Hitchens)
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Offline Zeichner

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #20 Online: 27 de Fevereiro de 2009, 17:35:12 »
Existem problemas sim no Zeitgeist. Mas a alusão ao Deus Sol, os 12 apóstolos, ao nascimento em 25 de dezembro,etc. são muito grandes. Uma procura na internet e você descobre alguns messias ou divindades que tem uma história muito parecida. Aliás, só isto não explica o cristianismo, porque a idéia de gizuis também vem da tentativa de se fazer cumprir as profecias do antigo testamento, principalmente de Isaías:

Nascido de uma virgem Profecia: Isaias 7:14
Iria curar doenças, carregando Ele mesmo nossos sofrimentos  Profecia: Isaias 53:4
Como servo de DEUS Profecia: Isaias 42:1-4
O desprezo por parte do judeus  -  Profecia: Isaias 53:3
Sua entrada triunfal em Jerusalém  Isaias 62:11
Seria vendido por trinta moedas de prata  - Profecia: Zacarias 11:12 e 13
Permaneceria em silêncio quando acusado  Profecia: Isaias 53:7; Salmos 38:13-14
Sofreria em substituição a nós   Profecia: Isaias 53:4-6 e 12;
Seria crucificado com pecadores  Profecia: Isaias 53:12
Seu lado seria traspassado   Profecia: Zacarias 12:10
Seria sepultado com os ricos  Profecia: Isaias 53:9

entre outras

enfim, uma história de ficção para justificar as características esperadas pelos judeus para a vinda do Messias. Só o zodíaco não resolver, mas ajuda a entender.

Offline André Luiz

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #21 Online: 27 de Fevereiro de 2009, 17:36:50 »
Estou lendo um livro sobre história do cristianismo, nele diz que Constantino é seguidor de uma religião que adorava o sol, e na época muitos não conseguia distinguir os adoradores do sol dos cristãos, tal a semelhança entre as crenças e rituais.

Sol invictus ou algo assim?

Offline Maeve Brooks

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #22 Online: 27 de Fevereiro de 2009, 18:24:52 »
Vi esse Zeitgeist há 1 ou 2 anos e não dei muita importância...pra mim a idéia geral é abalar a originalidade do mito de Jesus, uma coisa que só funciona com os crentes que duvidam de sua fé.
Não sei mesmo se todas as informações batem ou se as estrelas se alinham em 25 de dezembro, mas a similaridade com outros mitos é real, até porque todas as civilizações pré ar condicionado e soja trangênica dependiam inteiramente das condições climáticas pra não morrer de fome.
"Não existem inocentes. Apenas diferentes graus de responsabilidade."  Stieg Larsson

Offline Tupac

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #23 Online: 27 de Fevereiro de 2009, 19:40:57 »
Citar
Como servo de DEUS Profecia: Isaias 42:1-4
Pra você ver como é a seletividade cristã...

Deus ser servo dele mesmo... É O CÚMULOOOOOO
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"O que é afirmado sem argumentos, pode ser descartado sem argumentos." - Navalha de Hitchens

Offline Gilson

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Re: Refutando ZEITGEIST
« Resposta #24 Online: 28 de Fevereiro de 2009, 01:34:43 »
Estou lendo um livro sobre história do cristianismo, nele diz que Constantino é seguidor de uma religião que adorava o sol, e na época muitos não conseguia distinguir os adoradores do sol dos cristãos, tal a semelhança entre as crenças e rituais.

Sol invictus ou algo assim?


O livro é A History Of Christianity de Paul Johnson.

O trecho que fala sobre isso é esse, Capítulo 2
From Martyrs to Inquisitors (AD 250-450):
"(...)The so-called 'Edict of Milan', by which the Roman Empire reversed its policy of hostility to
Christianity and accorded it full legal recognition was one of the decisive events in world history. Yet
the story behind it is complicated and in some ways mysterious. Christian apologists at the time and later
portrayed it as the consequence of Constantine's own conversion, itself brought about by the miraculous
intervention of God before the Battle of the Milvian Bridge outside Rome, where Constantine defeated
the usurper Maxentius. This was the story Constantine liked to tell himself, later in life. Bishop
Eusebius, who informs us gloatingly that he was 'honoured with the Emperor's acquaintance and
society', says he heard from Constantine's own lips that 'a most incredible sign appeared to him from
heaven.' But there is a conflict of evidence about the exact time, place and details of this vision, and
there is some doubt about the magnitude of Constantine's change of ideas. His father had been pro-
Christian. He himself appears to have been a sun-worshipper, one of a number of late-pagan cults which
had observances in common with the Christians. Thus the followers of Isis adored a Madonna nursing
her holy child; the cult of Attis and Cybele celebrated a day of blood and fasting, followed by the Hilaria
resurrection-feast, a day of joy, on 25 March; the elitist Mithraics, many of whom were senior army
officers, ate a sacred meal.
Constantine was almost certainly a Mithraic, and his triumphal arch, built after his 'conversion', testifies
to the Sun-god, or 'unconquered sun'. Many Christians did not make a clear distinction between this suncult
and their own. They referred to Christ 'driving his chariot across the sky'; they held their services on
Sunday, knelt towards the East and had their nativity-feast on 25 December, the birthday of the sun at
the winter solstice. During the later pagan revival under the Emperor Julian many Christians found it
easy to apostasize because of this confusion; the Bishop of Troy told Julian he had always prayed
secretly to the sun. Constantine never abandoned sun-worship and kept the sun on his coins. He made
Sunday into a day of rest, closing the law courts and forbidding all work except agricultural labour. In
his new city of Constantinople, he set up a statue of the sun-god, bearing his own features, in the Forum;
and another of the mother-Goddess Cybele, though she was presented in a posture of Christian prayer.
Constantine's motives were probably confused. He was an exceptionally superstitious man, and he no
doubt shared the view, popular among professional soldiers, that all religious cults should be respected,
to appease their respective gods.
He clearly underwent a strange experience at some time in his military
career, in which his Christian troops played a part. He was a slave to signs and omens and had the
Christian Chi-Rho sign on his shields and standards long before Milan. Superstition guided his decision
to build a new capital, the choice of its site, and many other of his major acts of state. He was not
baptized until his last illness. This was by no means unusual, since few Christians then believed in a
second forgiveness of sins; sinful or worldly men, especially those with public duties seen as
incompatible with Christian virtue, often delayed baptism till they were about to depart. But Eusebius's
account of Constantine's late baptism is ambiguous; and it may be that the Church refused him the
sacrament because of his manner of life. Certainly it was not his piety which made him a Christian.(...)"
« Última modificação: 28 de Fevereiro de 2009, 01:38:06 por Gilson »
"What can be asserted without evidence can also be dismissed without evidence". (Christopher Hitchens)
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