Autor Tópico: Relações do Irã com o Ocidente  (Lida 25036 vezes)

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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #350 Online: 01 de Março de 2012, 09:46:44 »
EUA garantem que responderão a qualquer ameaça do Irã na América Latina

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, reconheceu nesta quarta-feira sua 'preocupação' pelos relatórios sobre avanços militares do Irã e do grupo libanês Hezbollah na América Latina, e garantiu que Washington responderá a qualquer ameaça que apresentem na região.

'Tomaremos ações apropriadas para resistir a qualquer ameaça que possa surgir das atividades do Irã e do Hezbollah no hemisfério', afirmou Hillary em uma audiência perante o Comitê de Relações Exteriores da Câmara de Representantes dos Estados Unidos.

A secretária de Estado se mostrou preocupada pelos informes que algumas organizações de tráfico de droga na América Latina 'estão vinculadas ao Hezbollah e ao Irã', mas ressaltou que os EUA 'não encontraram informação que comprove muitas dessas acusações'.

'Porém, certamente, o recente incidente relacionado com a tentativa de assassinato do embaixador saudita é uma chamada de atenção que cria uma dúvida muito grande', destacou.

Hillary Clinton se referia ao suposto complô descoberto em outubro para assassinar o embaixador da Arábia Saudita em Washington, Adel al Jubeir, que os EUA atribuíram ao Irã e que seria executado por um cartel do narcotráfico no México.

'Continuamos buscando laços diretos com o Irã e mantemos um contato muito intenso com nossos aliados no hemisfério, tanto para educá-los sobre os perigos que representam o Irã e o Hezbollah como para trabalhar com eles para melhorar nossa cooperação de inteligência', declarou.

A secretária de Estado lembrou que o governo de Barack Obama estendeu no ano passado as ações impostas em 2008 à Companhia Anônima Venezuelana de Indústrias Militares (CAVIM) 'por violar uma proibição sobre o uso de toda tecnologia que pudesse ajudar o Irã no desenvolvimento de armas (nucleares)'.

'Portanto, se encontramos informação que possamos verificar, estamos comprometidos a atuar', acrescentou Hillary.

'Mas o que estamos vendo, por outro lado, é que nossos aliados na América Latina estão entendendo de verdade os desafios, e isso nos encoraja', continuou.

Hillary deu como exemplos a assinatura por parte de Brasil, México, Chile e Argentina de uma resolução sobre o Irã na Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), e o voto desses três primeiros países para criar a figura de um relator especial da ONU sobre os direitos humanos na República Islâmica.

'Estamos vigiando esta situação de perto e estamos construindo uma coalizão internacional e hemisférica muito forte contra qualquer esforço do Irã e do Hezbollah em nossa área', ressaltou a secretária de Estado.

O testemunho de Hillary aconteceu em resposta às perguntas da congressista republicana Ileana Ros-Lehtinen, que mostrou sua preocupação com os informes que Teerã começou a enviar membros de suas forças de elite a suas embaixadas na América Latina.

Ileana também se referiu à viagem que o líder iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, fez em janeiro à Venezuela, Nicarágua, Cuba e Equador, e que a secretária de Estado definiu como 'uma tentativa desesperada de buscar amigos'.

http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=32660998

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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #351 Online: 01 de Março de 2012, 09:53:42 »
Citar
[...]
Ileana também se referiu à viagem que o líder iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, fez em janeiro à Venezuela, Nicarágua, Cuba e Equador, e que a secretária de Estado definiu como 'uma tentativa desesperada de buscar amigos'.
[...]

"Amigos"?

Pode ficar com todos eles!!!!
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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #352 Online: 09 de Março de 2012, 10:10:08 »
Chefe da AIEA diz que Irã quer agência "de mãos atadas"

O chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA, um órgão da ONU), Yukiya Amano, acusou na quinta-feira o Irã de tentar deixar a agência de "mãos atadas" e de divulgar informações inverídicas sobre as recentes reuniões com inspetores internacionais em Teerã.

O tom excepcionalmente duro dessas críticas indica o grau de exasperação nas relações da agência com o Irã, depois de um relatório de novembro em que a AIEA corroborou suspeitas ocidentais de que o país estaria tentando desenvolver armas nucleares. Teerã nega, dizendo que seu objetivo é apenas gerar eletricidade com fins civis.

Funcionários da agência estiveram em janeiro e fevereiro no Irã para tentar dirimir dúvidas sobre o programa nuclear iraniano e obter acesso a uma instalação militar onde há suspeita de testes de explosivos usados no desenvolvimento de ogivas atômicas. Teerã não autorizou a visita.

"Antes das recentes conversas em Teerã, eu esperava que o Irã tivesse reconhecido que sua velha abordagem restritiva não é um caminho para avançar, e que o Irã estava pronto para se envolver conosco na solução de questões pendentes", disse Amano em nota a jornalistas.

"No entanto, no último dia das discussões de fevereiro, o Irã reverteu à velha abordagem e tentou reimpor restrições ao nosso trabalho." Ele afirmou que a agência está disposta a manter o diálogo, e espera que o Irã não volte "à velha abordagem restritiva que busca nos deixar de mãos atadas".

O embaixador do Irã na AIEA, Ali Asghar Soltanieh, apresentou uma versão diferente dos fatos, dizendo em nota ao conselho da agência que a AIEA apresentou um quadro "frustrante" e incompleto sobre as discussões em Teerã.

Falando a jornalistas numa pausa das deliberações do conselho da AIEA, que passará uma semana reunido, Amano disse ter informado os delegados de que "declarações feitas pelo Irã sobre as discussões com a agência continham informações que não são factualmente corretas". "Isso é lamentável", acrescentou o japonês.

Amano possivelmente se referia à informação dada pelo Irã sobre um acordo pelo qual a solicitação da visita à instalação militar de Parchin ficaria suspensa até depois da atual reunião do conselho da AIEA.

A imprensa iraniana noticiou nesta semana que o governo poderia autorizar a inspeção em Parchin, a sudeste de Teerã. Amano disse não ter recebido nenhum comunicado oficial a respeito.

"A agência deve ser capaz de realizar desimpedida o seu trabalho de verificação. Se muitas restrições forem impostas à agência, não podemos fazer nosso trabalho adequadamente", disse Amano.

http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=32778986

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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #353 Online: 19 de Março de 2012, 18:41:39 »
Irã pede que negociadores internacionais aceitem programa nuclear do país

O presidente da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano, Alaedin Boroujerdi, pediu ao Grupo 5+1 que evite o confronto e aceite um Irã com capacidade nuclear para uso civil e pacífico.

Em entrevista publicada nesta segunda-feira pela agência oficial, 'Irna', Boroujerdi afirma que uma futura reunião entre representantes iranianos e o G5+1 (China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia, além da Alemanha) será 'inútil' se pretendem 'não respeitar a capacidade nuclear do Irã'.

Segundo ele, os EUA e seus aliados puderam ver nos últimos meses que o Irã produz o combustível nuclear necessário - urânio enriquecido a 20% - para suas instalações nucleares e para o reator de uso médico de Teerã, que produz isótopos radioativos para 800 mil pacientes.

Por isso, ele pediu ao G5+1 que 'aceite a realidade' e advertiu que o Parlamento do Irã, para o qual foi reeleito no primeiro turno das eleições realizadas no dia 2 de março, não aceitará os compromissos do Governo para dar passos para trás em seu avanço nuclear.

'Os deputados esperam que a equipe negociadora nuclear iraniana alcance uma mudança na situação atual e consiga o cancelamento das resoluções da ONU sobre o Irã', disse Boruyerdi, em referência às sanções internacionais impostas ao país.

Para o deputado, a questão nuclear iraniana deve se afastar do Conselho de Segurança das Nações Unidas e ser tratada pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), agência nuclear da ONU que supervisiona o cumprimento do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), do qual o Irã é signatário.

No dia 14 de março, o Irã comunicou ao G5+1 seu interesse em fixar um local e data para dialogar sem contrapartidas e de forma construtiva sobre seu polêmico programa nuclear, o que poderia acontecer no início de abril possivelmente em Istambul.

Em uma carta, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Saeed Jalili, afirmou à chefe de diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, coordenadora do G5+1, que o 'Irã está interessado em conversas construtivas e incondicionais (que permitam) desenvolver uma cooperação sustentável'.

Na próxima reunião, deve ser discutido o plano russo de aproximação 'passo a passo' de Teerã com a AIEA e o 5+1, no qual concessões iranianas seriam seguidas por uma redução gradual das sanções a Teerã.

http://noticias.br.msn.com/mundo/ir%c3%a3-pede-que-negociadores-internacionais-aceitem-programa-nuclear-do-pa%c3%ads

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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #354 Online: 19 de Março de 2012, 21:34:24 »
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[...]
Por isso, ele pediu ao G5+1 que 'aceite a realidade' e advertiu que o Parlamento do Irã, para o qual foi reeleito no primeiro turno das eleições realizadas no dia 2 de março, não aceitará os compromissos do Governo para dar passos para trás em seu avanço nuclear.
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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #355 Online: 19 de Março de 2012, 22:03:45 »
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Por isso, ele pediu ao G5+1 que 'aceite a realidade' e advertiu que o Parlamento do Irã, para o qual foi reeleito no primeiro turno das eleições realizadas no dia 2 de março, não aceitará os compromissos do Governo para dar passos para trás em seu avanço nuclear.
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Não vejo os Israelenses com todos esses culhões...

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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #356 Online: 23 de Maio de 2012, 14:43:03 »
Potências e Irã retomam negociação nuclear em Bagdá

Segundo diplomatas, países reforçam necessidade do fim do enriquecimento de urânio no Irã e descartam aliviar sanções

Diplomatas de seis potências mundiais ofereceram novas propostas para que o Irã esclareça as suspeitas internacionais sobre seu programa nuclear nesta quarta-feira, durante uma reunião em Bagdá, no Iraque. As negociações acontecem um dia após o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, ter dito que espera assinar “muito em breve” um acordo com o Irã.

Diplomatas de EUA, Rússia, China, Reino Unido, França e Alemanha ofereceram uma proposta baseada principalmente na suspensão do enriquecimento de urânio a 20% no Irã. Eles teriam recusado a exigência iraniana quanto à diminuição das sanções impostas ao país, sobretudo no setor petroleiro.

“Esperamos que o pacote que colocamos na mesa seja atraente para eles e que reajam positivamente”, afirmou o porta-voz da delegação da União Europeia, Mike Mann. “Cabe a eles reagir.”

Mann não quis comentar a proposta oferecida ou dizer se a questão do enriquecimento de urânio pode representar um impasse capaz de pôr fim às negociações, retomadas no mês passado após entrarem em colapso em 2011.

O urânio enriquecido a 20% não é necessário para reatores de energia nuclear, o que aumenta as suspeitas de que o Irã busca desenvolver armas atômicas. Teerã nega a acusação e afirma que seu programa tem fins pacíficos.

Nenhum dos dois lados espera chegar a um acordo em Bagdá, já que as estratégias ainda estão sendo definidas para o que promete ser um longo processo de negociação."Podemos fazer progressos, mas essas coisas não podem ser resolvidas em uma noite", disse Mann.

Um diplomata americano disse que a reunião no Iraque busca verificar a seriedade do Irã nas negociações. As discussões, segundo Mann, devem ser pouco impactadas pelas declarações de Amano feitas na véspera e ainda encaradas com ceticismo pelo ocidente.

De volta à Viena, na Áustria, após um dia de negociações em Teerã, Amano disse que as diferenças que persistem quanto a “alguns detalhes” não impedirão um acordo.

“Uma decisão foi tomada para concluirmos (as negociações) e assinarmos um acordo. Posso dizer que será assinado muito em breve”, disse Amano, que se reuniu em Teerã com o negociador Saeed Jalili, que agora está em Bagdá. “Entendemos a posição um do outro, apesar de algumas diferenças quanto a alguns detalhes”. Ele não especificou quais.

Amano descreveu o resultado da reunião como “um progresso importante”. Ele busca um acordo que dê a seus inspetores acesso livre para investigar as suspeitas ocidentais de que o Irã busca construir um arsenal nuclear, o que Teerã nega.

O chefe da AIEA disse ter mencionado a necessidade de acesso à instalação militar de Parchin - uma prioridade da agência - e que isso seria parte de um eventual acordo.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2012-05-23/potencias-e-ira-retomam-negociacao-nuclear-em-bagda.html

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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #357 Online: 13 de Maio de 2018, 10:08:52 »
Irã "explodirá o coração de Israel" se for atacado, diz militar

O Irã "explodirá o coração de Israel em pedaços" se os israelenses ou os Estados Unidos atacarem o país, alertou hoje Mojtaba Zolnour, um dos oficiais de mais alta categoria da Guarda Revolucionária, tropa de elite do Exército iraniano.
[...]

Acho que a partir deste dia os EUA não conseguiram mais dormir!!! :histeria:



Bravatas dos dirigentes do Irã.

Offline JJ

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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #358 Online: 13 de Maio de 2018, 10:13:29 »

Mais bravatas dos dirigentes do Irã:



Irã ameaça 'destruir por completo' maiores cidades de Israel


 © AP Photo / Amir Kholousi, I
SNA via AP
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA
11:03 11.05.2018(atualizado 11:46 11.05.2018) URL curta


Tema: Israel e Irã trocam ataques aéreos (17)

506417


A advertência foi transmitida através da televisão estatal iraniana na sexta-feira (11).


O clérigo iraniano de alto nível Ahmad Khatami afirmou no ar da televisão estatal que o Irã aniquilará a capital de Israel, Tel Aviv, e a terceira maior cidade, Haifa, se o país atuar "imprudentemente".


"Não temos nada a ver com a bomba nuclear, ao invés disso, nossa política é uma política de contenção. Nessa direção, o poder de mísseis do Irã está crescendo a cada dia para que Israel não possa dormir, temendo essa força. Se Israel atuar imprudentemente, nós destruiremos Tel Aviv e Haifa por completo", declarou.


Na madrugada de 10 de abril as Forças de Defesa de Israel realizaram um ataque aéreo a posições do Irã na Síria em resposta a um suposto ataque com mísseis de Teerã a partir do território sírio.


Avaliando os ataques, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia ressaltou que um total de 28 caças participaram da operação. Foram lançados mais de 60 mísseis, tendo a maioria deles sido derrubada pela defesa antiaérea síria.



https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018051111194852-ira-misseis-destruir-israel-tel-aviv-haifa/




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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #359 Online: 13 de Maio de 2018, 10:19:44 »

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[...]
Por isso, ele pediu ao G5+1 que 'aceite a realidade' e advertiu que o Parlamento do Irã, para o qual foi reeleito no primeiro turno das eleições realizadas no dia 2 de março, não aceitará os compromissos do Governo para dar passos para trás em seu avanço nuclear.
[...]

Antevejo um ataque israelense em breve...



Como já coloquei noutro post,  vi a notícia  que na época foi o Presidente Obama  que inibiu o ataque de Israel, pois conforme a informação ele ameaçou derrubar os aviões de Israel  (e obviamente o governo americano tinha condições de cumprir tal ameaça).   


Mas, agora o Presidente mudou,  e ele acabou de sair  do acordo nuclear,   então parece que agora um ataque é questão de não muito tempo.


« Última modificação: 13 de Maio de 2018, 10:37:50 por JJ »

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Re:Relações do Irã com o Ocidente
« Resposta #360 Online: 13 de Maio de 2018, 11:09:04 »






A saída dos EUA do Acordo Nuclear do Irã. O que isso significa?



Hoje no Mundo Militar



Publicado em 9 de mai de 2018


 

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